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      <title>História by JOAO PEDRO REIS DE CARVALHO</title>
      <link>https://padlet.com/joaocarvalho53/Bookmarks</link>
      <description>A descoberta do ouro e o inicio de um novo ciclo socioeconômico</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-21 10:51:45 UTC</pubDate>
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         <title>Descoberta do ouro</title>
         <author>joaocarvalho53</author>
         <link>https://padlet.com/joaocarvalho53/Bookmarks/wish/2380202980</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Por muito tempo, o interesse português em encontrar metais preciosos foi frustrado. Apesar das diversas expedições organizadas pelo interior de sua colônia na América, os metais nunca eram encontrados. Em 1573, por exemplo, o sertanista Sebastião Fernandes Tourinho liderou uma expedição que, saindo de Porto Seguro (na atual Bahia), alcançou o Rio Doce e explorou partes da região das Minas Gerais. Nessa viagem, contudo, o máximo que Tourinho encontrou foram turmalinas verdes, um tipo de pedra semiprecioso e sem grande valor comercial, no atual município de Diamantina (MG).<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 13:40:00 UTC</pubDate>
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         <title>Guerra dos Emboabas</title>
         <author>joaocarvalho53</author>
         <link>https://padlet.com/joaocarvalho53/Bookmarks/wish/2380211639</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;A descoberta do ouro provocou uma verdadeira corrida em direção às Minas Gerais. Um grande número de pessoas que viviam em outras partes da colônia foi atraído para a região das minas, bem como muitos portugueses, que abandonaram seu país. Todo esse movimento provocou um aumento populacional muito acelerado para os padrões da época. Há estimativas de que, em 1709, já viviam mais de 30 mil pessoas na região das Minas Gerais. Esse rápido crescimento fez com que o povoamento acontecesse de forma caótica, resultando inclusive em crises constantes de falta de alimentos e de recursos para os habitantes da localidade.<br>&nbsp; &nbsp;O rápido crescimento populacional provocou graves conflitos entre diferentes grupos sociais que se deslocavam para a região das Minas. O mais conhecido deles foi a <strong>Guerra dos Emboabas</strong> (1707-1709), que opôs paulistas a grupos de outras regiões da colônia, chamados, pelos primeiros, de <strong>emboabas.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 13:46:59 UTC</pubDate>
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         <title>Modificações na estrutura da sociedade colonial</title>
         <author>joaocarvalho53</author>
         <link>https://padlet.com/joaocarvalho53/Bookmarks/wish/2380217824</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Com isso, os principais proprietários de pessoas escravizadas passaram a dominar os maiores lotes de terra. Em meados do século XVIII, mais da metade das terras onde era possível explorar ouro estava nas mãos de poucas pessoas. Com os recursos da exploração, essa elite podia enviar seus filhos à Europa, onde podiam estudar e de onde traziam novas ideias e práticas culturais quando retornavam ao Brasil.<br>&nbsp; Aqueles que quisessem tentar a sorte na exploração sem escravizados, sobravam as terras que já haviam sido exploradas e abandonadas, onde tentavam encontrar algum resto de ouro que não houvesse sido extraído.<br>&nbsp; &nbsp;Isso resultou na formação de uma sociedade na qual existia um grande número de indivíduos empobrecidos, chamados pela historiografia de <strong>desclassificados do ouro</strong>, que realizavam diversas atividades para sobreviver. Essas pessoas formavam a base da sociedade mineradora, estando em uma posição superior apenas aos escravizados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 13:51:50 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho na região das minas</title>
         <author>joaocarvalho53</author>
         <link>https://padlet.com/joaocarvalho53/Bookmarks/wish/2380222276</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><strong>Exploração do ouro de aluvião:</strong> tipo mais comum de exploração, extraía o ouro mais fácil de ser encontrado, que ficava depositado nas margens dos rios e se misturava com a areia e o cascalho. Assim, bastava utilizar um instrumento simples chamado de <strong>bateia</strong> (uma espécie de peneira feita de madeira) nas águas dos rios para encontrar o ouro.</li><li><strong>Exploração do ouro de grupiara:</strong> quando se esgotava o ouro de aluvião, era necessário partir para outras técnicas de exploração. O chamado ouro de grupiara consistia na exploração do ouro que se encontrava depositado nas encostas da região. Para localizá-lo, era necessário realizar escavações, ainda que superficiais; por isso, essa forma de exploração era mais trabalhosa e demorada.&nbsp;</li><li><strong>Exploração de veios subterrâneos: </strong>o terceiro modo de extração do ouro consistia num procedimento mais difícil, lento e caro que as outras opções. Só era possível atingir o metal após a escavação da terra e a abertura de galerias nas quais os escravizados e outros trabalhadores entravam para procurá-lo. A construção dessas galerias e minas de extração era uma atividade bem complexa.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 13:55:48 UTC</pubDate>
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         <title>Aumenta o controle de Portugal</title>
         <author>joaocarvalho53</author>
         <link>https://padlet.com/joaocarvalho53/Bookmarks/wish/2380225728</link>
         <description><![CDATA[<div>   Com o crescente aumento da exploração do ouro, o governo português passou a tomar medidas para controlar ainda mais a atividade mineradora. No início da década de 1710, foi designado um ouvidor e foram enviados funcionários para a região com o objetivo de assegurar a ordem e o cumprimento das leis nessas localidades.<br>   Também foram criadas medidas ampliando os valores dos impostos arrecadados. Algumas dessas decisões revoltaram os colonos, como foi o caso da determinação do governo português, em 1719, de criar casas de fundição em todas as regiões mineradoras da colônia.<br>&nbsp; &nbsp;Todo o ouro retirado das minas deveria ser levado até essas casas para ser fundido e transformado em barras. Do total,&nbsp; seria enviado para Portugal como forma de imposto, chamado de <strong>quinto</strong>. A ideia do governo colonial era que essa medida diminuísse o contrabando e evitasse que os colonos escondessem uma parte do ouro retirado visando sonegar impostos. Outras medidas do governo foram as <strong>avenças,</strong> um envio anual de certas quantias de ouro a Portugal, e as <strong>entradas</strong>, imposto que incidia sobre o transporte de mercadorias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 13:58:49 UTC</pubDate>
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         <title>Revolta de Vila Rica: insatisfação contra os impostos da Coroa</title>
         <author>joaocarvalho53</author>
         <link>https://padlet.com/joaocarvalho53/Bookmarks/wish/2380227270</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;As mudanças em relação ao controle do ouro desagradaram os colonos. Eles perceberam que as medidas determinadas pelo rei provocariam um aumento significativo nos impostos. Diante disso, representantes das elites mineiras rebelaram-se em Vila Rica (atual Ouro Preto) e elaboraram um documento para ser entregue ao governador da capitania, com uma série de exigências. O movimento, que ficou conhecido como <strong>Revolta de Vila Rica</strong>, chegou a mobilizar cerca de mil pessoas.<br>&nbsp; &nbsp;É importante destacar que os revoltosos não protestavam contra a dominação colonial e tampouco defendiam qualquer tipo de independência política. Era apenas um movimento de defesa dos interesses das elites locais. A principal motivação era a diminuição dos impostos, sem promover nenhum tipo de mudança mais ampla na organização social ou favorecer os setores mais pobres da sociedade mineradora.<br>&nbsp; &nbsp;Para evitar o fortalecimento do movimento, o governador fingiu aceitar as reivindicações dos revoltosos, porém, isso era só uma forma de ganhar tempo e acalmar a situação. Logo que a revolta perdeu intensidade, o governador deu ordens para prender e punir os envolvidos. Um dos membros do movimento, Filipe dos Santos, recebeu punição exemplar, sendo morto na forca e depois esquartejado pelas autoridades locais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 14:00:15 UTC</pubDate>
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