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      <title>Os Javaés by Mateus Rebouças Stucchi Médici de Eston</title>
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      <description>Criado com a melhor das intenções</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-01 12:12:51 UTC</pubDate>
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         <title>Significado Javaé</title>
         <author>viniciusthomaz</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A palavra Javaé ou Javaés é de origem desconhecida, enquanto a palavra karajá seria de origem Tupi-Guarani, com o significado de mono grande (macaco guariba).</strong></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 12:39:48 UTC</pubDate>
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         <title>Javaés e Karajás (parte 1 )</title>
         <author>viniciusthomaz</author>
         <link>https://padlet.com/mateuseston/9a0iwsai5dbh88v3/wish/1255722029</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pelo o texto, a principal autodesignação, os Karajá e Javaé utilizam o termo </strong><strong><em>Iny</em></strong><strong>, que significa “gente” ou “ser humano”. Em seu sentido mais amplo, todos os seres humanos, incluindo os não-índios, são </strong><strong><em>iny</em></strong><strong> (com letra minúscula). Em seu sentido mais estrito (com letra maiúscula), refere-se apenas aos Javaé, embora os Karajá também o utilizem como autodenominação. Os dois grupos se autodenominam </strong><strong><em>Itya Mahãdu, que significa</em></strong><strong> (“o povo do meio”). Também, eles se autodesignam  </strong><strong><em>Ahana Òbira Mahãdu</em></strong><strong> (“o povo de fora” ou “o povo com a face de fora”).</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 22:12:14 UTC</pubDate>
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         <title>Javaés e Karajás (parte 2)</title>
         <author>viniciusthomaz</author>
         <link>https://padlet.com/mateuseston/9a0iwsai5dbh88v3/wish/1255747056</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Os nomes </strong><strong><em>Itya Mahãdu e Òbira Mahãdu, são referênças </em></strong><strong>à ascensão mítica primordial, quando os humanos que moravam no fundo das águas saíram de baixo para o nível terrestre, que é conhecida como o lugar amplo e aberto.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 22:22:26 UTC</pubDate>
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         <title>Localizações (parte 1)</title>
         <author>viniciusthomaz</author>
         <link>https://padlet.com/mateuseston/9a0iwsai5dbh88v3/wish/1255767597</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A Ilha do Bananal fica no Estado do Tocantins, em uma área de transição entre o cerrado e a floresta amazônica, e é constituída de inúmeros rios, lagos, savanas inundáveis e matas.. Seu território possui cerca de 2 milhões de hectares e é coberto pelas águas do Araguaia em quase sua totalidade durante a estação cheia. <br>As três etnias consideram a Ilha do Bananal como "I</strong><strong><em>ny òlòna"</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 22:30:41 UTC</pubDate>
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         <title>Localizações (parte 2)</title>
         <author>viniciusthomaz</author>
         <link>https://padlet.com/mateuseston/9a0iwsai5dbh88v3/wish/1255812260</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Rio Araguaia, a Ilha do Bananal, a maior ilha fluvial do mundo. O rio Araguaia nasce na Serra dos Kayapó, ao sul de Goiás, alcança 2.627 km de extensão e termina em Tocantins. Ele faz parte da bacia amazônica e em grande parte de seu curso, o rio corre por uma imensa planície, inundável durante a estação das chuvas, situada entre o rio Xingu, a oeste, e o rio Tocantins, a leste.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 22:50:26 UTC</pubDate>
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         <title>Aldeias (parte 1)</title>
         <author>viniciusthomaz</author>
         <link>https://padlet.com/mateuseston/9a0iwsai5dbh88v3/wish/1255844985</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Segundo a estudos, os Javaé habitaram em mais de 50 aldeias até o início do século 20, de duração e tamanhos diferenciados: as aldeias </strong><strong><em>Marani Hãwa</em></strong><strong>, ao sul, e </strong><strong><em>Wariwari</em></strong><strong>, mais ao norte, eram conhecidas como as maiores de todas na época e consideradas como centros de aldeias menores das proximidades. Aldeias pequenas e interligadas localizavam-se na porção centro-norte da Ilha do Bananal, região conhecida como </strong><strong><em>Bèdèky</em></strong><strong>.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 23:07:09 UTC</pubDate>
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         <title>Aldeias (parte 2)</title>
         <author>viniciusthomaz</author>
         <link>https://padlet.com/mateuseston/9a0iwsai5dbh88v3/wish/1255879119</link>
         <description><![CDATA[<div>Além destas aldeias, existiam outras nas margens do médio rio Javaés e fora da Ilha do Bananal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 23:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>População</title>
         <author>viniciusthomaz</author>
         <link>https://padlet.com/mateuseston/9a0iwsai5dbh88v3/wish/1255904980</link>
         <description><![CDATA[<div><strong> As informações históricas sobre a demografia dos povos de língua Karajá, mostram declínio da população após a chegada do colonizador europeu ao Brasil Central, no século 16, em função tanto das violências sofridas quanto das epidemias desconhecidas. O primeiro registro escrito de alguém que dialogou com os Javaé e os Karajá foi produzido em 1775, pelo Alferes José Pinto da Fonseca.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 23:40:45 UTC</pubDate>
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         <title>População (parte 2) </title>
         <author>viniciusthomaz</author>
         <link>https://padlet.com/mateuseston/9a0iwsai5dbh88v3/wish/1255924026</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ele era um emissário oficial do governador da Capitania de Goiás. Após os primeiros contatos pacíficos, Fonseca visitou aldeias javaé e karajá, uma delas com “mais de 2.000 almas”, e disse que existiam seis aldeias karajá e três aldeias javaé, totalizando “9.000 almas”.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 23:51:14 UTC</pubDate>
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