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      <title>Painel Legislativo - Isabel e Stella by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-20 13:46:46 UTC</pubDate>
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         <title>A Ordem Natural das Coisas (feat. Mc Tha) - Emicida (análise da música)</title>
         <author>isabelbrbarros</author>
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         <description><![CDATA[<div>ahttps://spotify.link/jVTqGLjz9yb<br><br>A Ordem Natural das Coisas de Emicida reflete a realidade de uma minoria-maioria, é um retrato de Dona Maria, que são Donas. Cotidiano da periferia paulista, que ilustram o que, de fato, é São Paulo. O pegar o ônibus antes do amanhecer, o som das crianças indo para escola, as mães lembrarem os filhos de levar o documento. Destacam a resistência à violência urbana, o viver com medo. A melodia serena revela um cotidiano, que se torna resistência. Tal calmaria encontrada latentemente nessa rotina descomplicada, é como a vida sempre vence. &nbsp;<br><br>"O feijão germina no algodão, a vida sempre vence"&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-20 14:06:17 UTC</pubDate>
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         <title>Raio-X dos Candidatos à Câmara de São Paulo (analise do infográfico)</title>
         <author>isabelbrbarros</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A desigualdade se expande para todos os aspectos que constituem um Estado: a saúde, a educação, a segurança, o saneamento básico, etc. A nação se estrutura em cima desses privilégios, que anulam os direitos individuais, tornando o abismo da desigualdade cada vez mais profundo.&nbsp;<br>     A política não se exclue desse fenômeno. Como visto nos dados representados no infográfico, acerca dos cadidatos ao cargo de vereador na Câmara Municipal de São Paulo, há uma desigualdade preocupante quanto a diversidade dos concorrentes, o que é apenas um reflexo da formação individual de cada um e do acesso à todos os fatores supracitados. E essa desigualdade é até proposital. O Estado se organiza para que haja cada vez mais homens brancos de elite no poder, e faz isso a partir do genocídio planejado das populações que realmente sofrem com a instituição.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-20 14:06:28 UTC</pubDate>
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         <title>Cadastro Único de moradores em situação de rua é debatido na Comissão de Direitos Humanos (notícia)</title>
         <author>isabelbrbarros</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.saopaulo.sp.leg.br/blog/cadastro-unico-de-moradores-em-situacao-de-rua-e-debatido-na-comissao-de-direitos-humanos/&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O Cadastro Único Social é uma base de dados para a identificação de pessoas e famílias em situações de vulnerabilidade do país, facilitando o Governo Federal na elaboração de políticas públicas para tais pessoas. Com os seus dados no CadÚnico, o cidadão pode fazer parte de diversos programas socias promovidos pelo governo federal, estadual e municipal, garantindo o direcionamento dos serviços aos devidos grupos.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No entanto, a realidade é uma infinidade de problemas e lacunas que a população encontra ao acessar o CadÚnico. Na Comissão Extraordinária de Direitos Humanos e Cidadania, um representante da MNPR (Movimento Nacional de Luta e m defesa da População em Situação de Rua), denunciou uma falta de atendimento e despreparo à necessidade da população. Uma vez que a quantidade de cadastros efetivados não chega perto das pessoas que tentaram fazê-lo.&nbsp;<br>     Além disso, o representante questionou a exigência de um comprovante residencial para pessoas em situação de rua ao fazer o CadÚnico. Que, de fato, é extremamente incoerente, pois não há como comprovar residência quando a pessoa vive na rua. Há um grande despreparo da Prefeitura de São Paulo em aplicar as políticas públicas propostas, com um sistema lento e contraditório, a população em vulnerabilidade jamais receberá os seus direitos estabelecidos na Constituição Federal brasileira.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-20 14:06:46 UTC</pubDate>
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         <title>Elaine do Quilombo Periférico (perfil da vereadora)</title>
         <author>isabelbrbarros</author>
         <link>https://padlet.com/isabelbrbarros/9858cdckzq00hy3s/wish/2561906496</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Elaine Mineiro foi eleita vereadora da cidade de São Paulo em 2020, com 22.742 votos. Atuou como coordenadora de núcleos de base da UNEafro Brasil. Sua candidatura baseou-se em uma aliança de movimentos sociais e ao lado de outras cinco lideranças forjadas no movimento negro e periférico.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A vereadora juntou-se a um grupo de atuantes em causas socias de luta para a população negra e periférica, reforçando suas pautas. Para eles, a maneira mais efetiva de atender as necessidades desse grupo foi ocupar os espaços de decisão, pois negros e periféricos estariam na administração pública. &nbsp;<br>     Além dos movimentos que representa, Elaine luta por outras pautas sociais como educação, serviço social, políticas de fomento à cultura periférica, saúde, segurança pública municipal para o combate ao genocídio da população negra, direitos das crianças e adolescentes, defesa das religiões de matriz africana, direito das mulheres negras e da população LGBTQIA+.<br><br>--&gt; Exemplo Projeto de Lei: ALTERA A LEI Nº 14.485, DE 19 DE JULHO DE 2007, PARA INCLUIR O DIA MIGUEL DE COMBATE AO RACISMO E AO GENOCÍDIO CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NEGROS, A SER REALIZADO, ANUALMENTE, NO DIA 2 DE JUNHO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS (CONSOLIDA A LEGISLAÇÃO MUNICIPAL REFERENTE A DATAS COMEMORATIVAS, EVENTOS E FERIADOS DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-20 14:07:10 UTC</pubDate>
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         <title>Hino de São Paulo (análise da música)</title>
         <author>isabelbrbarros</author>
         <link>https://padlet.com/isabelbrbarros/9858cdckzq00hy3s/wish/2570550960</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O Hino de São Paulo, também conhecido como Hino dos Bandeirantes, faz referência ao movimento dos exploradores no Brasil e usa a Independência e as Bandeiras como forma de libertação da colonização portuguesa. Trazendo a memória de colonizadores e bandeirantes como João Ramalho, Martim Afonso de Souza e São Vicente, os versos parecem se orgulhar desse passado que se deu em território paulista, que acarretou no massacre de povos indígenas e escravizados africanos que constituíam a população do estado, além do desmatamento em massa da Mata Atlântica para que fosse possível o reconhecimento da região e a capura desses mesmos povos, contribuindo para a construção das mais modernas cidades. Em versos como "Em bandeira ou monção/ Doma os índios bravios/ Rompe a selva, abre minas, vara rios!" essa colonização assassina é enaltecida, apagando a memória de populações dizimadase florestas destruídas, apenas permanecendo as "glórias" do Estado, máscara para o sofrimento silenciado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-27 15:16:01 UTC</pubDate>
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         <title>Brasil Estado &quot;Laico&quot; (análise da fotografia)</title>
         <author>stellameza1605</author>
         <link>https://padlet.com/isabelbrbarros/9858cdckzq00hy3s/wish/2611940103</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><em>"VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;</em><br><em>VII - é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;</em><br><em>VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;" - Constituição Brasileira de 1988</em></blockquote><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Desde os primórdios da humanidade e os surgimentos das cidades, um fenômeno nunca deixou de existir: o diálogo e correlação entre política e religião. Seja na França ou na África do Sul, as práticas religiosas sempre se mostraram atuantes nas decisões de Estado, uma vez que determinaram muito do que foi o processo de construção dos países e, principalmente, de um povo. Conforme a longa história de dominação e ocupação das "grandes potências" europeias em lugares como África, a América Latina e a Ásia, que resultou no encontro de culturas e a constituição dos Estados contemporâneos, um novo mundo se criou. Um mundo em que, regido por um sistema econômico opressor, existia (e ainda existe) a classe dos melhores e a dos piores, em que um (e muitos mais) sofrem para que o outro se beneficie. Nisso, aquelas etnias, raças e religiões que não se encaixam no padrão capitalista, são, desde então, oprimidos, colonizados e explorados. E não há nada que freie o sistema, uma vez que o Estado se organiza dessa mesma forma.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Em 1988, com a Constituição, o Brasil se ergue como um Estado laico. "Laico" não como ausência de religiões, mas a pluralidade delas. Parece bonito, na teoria, mas sabe-se que na prática nunca funcionou desse jeito. Até hoje e desde sempre, de uma história de anos de imposição da religião católica e de negação às culturas como do candomblé, da umbanda e do xamanismo, o conflito religioso é estabelecido e é gritante dentro do território brasileiro. O tempo passa e nada muda: desde 1500, com o início da colonização, o catolicismo vem apagando, silenciando e assassinando as religiões e culturas indígenas, afro-brasileiras, judaicas, budistas, entre muitas outras.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando nos deparamos com a cena representada na imagem durante a visita à Câmara Municipal, a primeira questão que veio à mente foi: por que, entre a bandeira do nosso país, estado e cidade, está a imagem de Jesus Cristo? A resposta é simples: o Estado não foi, não é e não será laico. A noção de laicidade não existe, uma vez que ela está imersa em um cenário de conflitos, reivindicação, apagamento, reparação histórica e lutas intermináveis por voz. A conquista de direito é longa, sangrenta e complexa, mas é o único meio de não tornar o colonialismo eterno.&nbsp;</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 15:14:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Podres poderes - Caetano Veloso (análise da música)</title>
         <author>isabelbrbarros</author>
         <link>https://padlet.com/isabelbrbarros/9858cdckzq00hy3s/wish/2615322066</link>
         <description><![CDATA[<div>Congresso Nacional, onde o terno é o que há de mais formal. Decisões de um país são tomadas por gritos, silenciamentos, ignorâncias e discursos vazios, de fato, é reflexo do Brasil ao mesmo tempo que o reflete.&nbsp;<br><br>Um Brasil inventado pela desordem e violência estrangeira se mantém assim, fadado à ditaduras e governos instáveis. Impedidos de avançaram e garantirem verdadeira liberdade, a América Latina se mantém presa às suas antigas e novas metrópoles.&nbsp;<br><br>Será que nunca faremos senão confirmar<br>A incompetência da América católica<br>Que sempre precisará de ridículos tiranos<br>Será, será, que será?<br>Que será, que será?<br>Será que esta minha estúpida retórica<br>Terá que soar, terá que se ouvir<br>Por mais zil anos<br><br>A canção de 1984 de Caetano Veloso, compreende um sistema historicamente problemático e instável, de desgovernos. Apesar de escrito em meio a ditadura militar, o morrer e matar de fome, de raiva e de sede, continuam sendo gestos naturais.&nbsp;A última coisa discutida são propostas, política é performance, guerra para ver qual grita mais alto. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 01:08:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Pelo Brasil, façam-se grandes coisas&quot; (análise da fotografia)</title>
         <author>stellameza1605</author>
         <link>https://padlet.com/isabelbrbarros/9858cdckzq00hy3s/wish/2615334740</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Símbolo da glória, do trabalho e da conquista paulista, o brasão de armas do estado de São Paulo carrega o valor da Constituição de 1946, a inauguração da democracia brasileira, a Quarta República. Uma democracia falha, efetivamente, uma vez que ela permitia a limitação do direito de voto e trabalhista, a inviabilização da reforma agrária e a intervenção militar na política do Estado. Em um desenho liberal, se construía a República Populista.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Esse cenário se projetou, portanto, na criação dos símbolos nacionais, estaduais e municipais, tal como o brasão de armas de São Paulo (estado). Nele, é possível observar: o escudo português; uma espada romana, que evoca o padroeiro do estado e remete aos gestos dos bandeirantes e da declaração da independência; ramos de louro e carvalho, que legitimam a ação militar no território;  a frase "Pelo Brasil, façam-se grandes coisas"; e muitos outros símbolos que perpetuam o período de colonização, opressão e genocídio ocorrido tanto em São Paulo quanto em todos os estados brasileiros, materializando os colonizadores muito mais do que os colonizados.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 01:27:30 UTC</pubDate>
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         <title>Ediane Maria (perfil da deputada)</title>
         <author>stellameza1605</author>
         <link>https://padlet.com/isabelbrbarros/9858cdckzq00hy3s/wish/2615344123</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ediane Maria, do Partido Socialismo e Liberdade, é a primeira trabalhadora doméstica a ocupar o cargo de deputada na Assembleia Legislativa. É fundadora do movimento Raiz da Liberdade, que estabelece a libertação e mobilização antirracista ("<em>é necessário organizar nossa raiva!"</em>), e coordenadora estadual do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Seu objetivo em seu mandato é dar cada vez mais visibilidade a às discussões sobre gênero, raça e sobre os movimentos de reinvidicação do direito à moradia que, de acordo com a deputada, tem sido marginalizados e tidos como "terroristas".<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Suas bandeiras são projeções de sua vida, em que se mudou de sua cidade natal (Floresta, em Pernambuco) com apenas 18 anos e teve como destino a vida de trabalhadora doméstica. "A primeira coisa que perdi foi a minha identidade: em Pernambuco, eu era filha de Raimunda, filha de canoeiro, eu era filha de alguém, eu era alguém, tinha nome e todo mundo me chamava pelo nome", afirma. "Em São Paulo, você é a que trabalha na casa de alguém. A referência é o patrão, não é mais você."<sup>1</sup>. Se baseando em suas próprias vivências, ela hoje luta por uma maior visibilidade às discussões sobre gênero, raça, direitos trabalhistas e movimentos de reinvidicação da moradia que, de acordo com a deputada, tem sido marginalizados e tidos como "terroristas".<br>     Foi eleita em 2022 com 175.617 votos, tendo sido a terceira deputada mais votada da Região do Grande ABC. <br><br><sup>1</sup>https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/10/04/fui-vitima-do-quarto-da-empregada-sp-elege-primeira-domestica.htm?cmpid=copiaecola<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 01:41:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto do marco temporal das terras indígenas chega ao Senado (notícia)</title>
         <author>isabelbrbarros</author>
         <link>https://padlet.com/isabelbrbarros/9858cdckzq00hy3s/wish/2615349962</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/06/01/projeto-do-marco-temporal-das-terras-indigenas-chega-ao-senado<br><br>O projeto sobre o marco temporal para a demarcação de terras indígenas (PL490) foi aprovado na Câmara dos Deputados e chegou recentemente no Senado. Este que restringe a demarcação exclusivamente para aqueles que tradicionalmente a ocuparam até 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal.&nbsp;<br><br>Além de comprometer longos processos de demarcação já em andamento e colocar em risco áreas demarcadas por 1988, este é uma PL inconstitucional, que ignora comunidades tradicionais nômades ou que foram expulsas e realocadas de suas terras.&nbsp;<br><br>Os defensores da proposta afirmam que o marco temporal modernizará o processo de demarcação e permitirá mais investimentos na produção de agropecuária, além de dar maior reforço na segurança jurídica.&nbsp;<br><br>Os povos indígenas e tradicionais são essenciais na proteção ambiental, e desmarcar agravará ainda mais as situações de desmatamento.&nbsp;<br><br>Na sessão marcada para quarta-feira dia 7, o STF poderá votar uma ação sobre o tema, definindo se a promulgação da Constituição poderá servir para tal finalidade.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 01:50:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Brasília: a cidade-sonho (análise do vídeo)</title>
         <author>stellameza1605</author>
         <link>https://padlet.com/isabelbrbarros/9858cdckzq00hy3s/wish/2615373338</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Com o mandato de Juscelino Kubitschek, "presidente Bossa Nova", Brasília começou a ser erguida. Desenhado e planejado por Lúcio Costa e arquitetado por Oscar Niemeyer, o Plano Piloto se faria o novo centro governamental e administrativo do país, a terra prometida, em que se faziam os "50 anos em 5": o Brasil seria recriado através do progresso, da modernização e da ideia de utopia em apenas 5 anos de governo de JK.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Mas a grandiosa capital, dona do céu mais bonito do país, não foi construída a custo de ninguém. A mão-de-obra nordestina, que buscava El Dorado, migrou de sua terra para contribuir com a edificação de Brasília. Milhares de candangos, explorados e massacrados durante este processo, foram mais um a sofrer com o estabelecimento da capital. Do que se prometeu um centro da política e da população, se criou um abismo de desigualdades que se torna cada vez mais profundo e perverso.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando estávamos na Torre de TV, vimos o planejamento de Brasília de uma outra perspectiva - quase que a do céu, ou do avião. Pensamos muitas vezes o quão estranha é aquela cidade, sem calçadas, sem casas, sem pessoas andando na rua. E se considerar que ela foi pensada para ser do povo é o que mais traz essa estranheza para o Plano Piloto. Construída sobre o corpo dos nordestinos, hoje expulsos da região e forçados a viver nas regiões administrativas próximas, Brasília não é feita para se fazer a política, é feita para se fazer o poder. Comentamos tanto sobre como os prédios e monumentos foram feitos para trazer a grandeza para o povo, mas parece mais uma intimidação, como se você não pertencesse àquele lugar.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 02:24:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Frente Parlamentar em Defesa da Juventude Negra e Periférica é lançada na Alesp (análise da notícia)</title>
         <author>isabelbrbarros</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.al.sp.gov.br/noticia/?25/05/2023/frente-parlamentar-em-defesa-da-juventude-negra-e-periferica-e-lancada-na-alesp<br><br>No dia 24 de maio a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo sediou o evento de lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Juventude Negra e Periférica, bloco coordenado pela depudatada Paula da Bancada Feminista do PSol.&nbsp;<br><br>A Frente terá como principais pautas a defesa da juventude negra, o combate ao superencarceramento e o desenvolvimento da cultura periférica. Para a deputada, tais políticas são construídas pela maior educação, que promove uma articulação com movimentos sociais dentro das periferias.&nbsp;<br><br>Os convidados debateram sobre as dimensões culturais das atividades de lazer dentro das periferias, que carregam significados e histórias muito importante para esses jovens. ATividades e movimentos culturais que são marginalizadas e sofrem incansáveis tentativas de apagamento. Apagamento da verdadeira cultura brasileira, dos bailes, das rimas, dos guetos.&nbsp;A cultura pulsa na periferia e se torna força transformadora da realidade dessa juventude. <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 02:43:00 UTC</pubDate>
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         <title>Guilherme Boulos</title>
         <author>isabelbrbarros</author>
         <link>https://padlet.com/isabelbrbarros/9858cdckzq00hy3s/wish/2615395379</link>
         <description><![CDATA[<div>O recém eleito deputado federal Guilherme Boulos pelo PSOL, é coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, além de ser filósofo, professor e mestre em psiquiatria pela Universidade de São Paulo.&nbsp;<br><br>Desde jovem engajou-se politicamente, atuando fortemente no MTST, morou em ocupações e teve forte participação nas Jornadas de Junho de 2013. Mobilizando-se contra os gastos para a Copa do Mundo de 2014.&nbsp;<br><br>Suas grandes pautas giram em torno da moradia popular e o combate à fome, como a Frente do Povo Sem Medo, que coordena e acredita ser iniciativas que, se transformadas em políticas públicas, serão potencializadas. O deputado argumenta em porl de uma reforma no sistema tributário brasileiro, através de dois pontos cruciais: a simiplificação e a justiça.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div><br><br></div><div><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guilherme_Boulos#cite_note-FolhadeSPaulo-15"><sup><br></sup></a><br></div><div><br></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guilherme_Boulos#cite_note-ag%C3%AAnciabrasil-21"><sup><br></sup></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 02:58:10 UTC</pubDate>
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         <title>Divisão de Deputados Eleitos por Bancada (análise do infográfico)</title>
         <author>stellameza1605</author>
         <link>https://padlet.com/isabelbrbarros/9858cdckzq00hy3s/wish/2615403929</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;    Mesmo com um governo de esquerda, a direita ainda possui grande poder na política brasileira. Como pode ser observado no infográfico, ainda que haja um número considerável de deputados do PT, partidos como o PL, a UNIÃO, PP, PSD, MDB, etc., vinculados à direita ou centro-direita, ainda são a maioria. E não é à toa. Desde a privação dos direitos básicos de educação e escolaridade até uma alienação política, a direita se mantém no poder através desse controle sobre a emissão (ou omissão) de informações, como visto no uso exacerbado das fake news como, de fato, campanhas políticas e uma quase demonização da esquerda. Vivenciamos, na CPI do MST durante a visita ao Congresso, uma situação em que, se referindo a nós estudantes, o Deputado Delegado Éder Moura, do Partido Liberal, afirmava que os jovens estavam sendo cegados pela esquerda, e que somos doutrinados por professores comunistas que querem que enxerguemos apenas um lado da história. E não é por nada que seus colegas o aplaudiram durante sua fala: a política performática está se fazendo muito mais para apontar dedos do que pra exercê-la. É sempre um lado inimigo ao outro sem que haja uma verdadeira discussão sobre o futuro do país. E isso se percebe vindo de deputados como ele, radicais de direita, que querem alienar a população. As consequências disso se provam tanto na composição da câmara dos deputados quanto no prórpio funcionamento da política brasileira atualmente. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 03:10:24 UTC</pubDate>
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         <title>Infográfico: pautas prioritárias ALESP 2022</title>
         <author>isabelbrbarros</author>
         <link>https://padlet.com/isabelbrbarros/9858cdckzq00hy3s/wish/2615418168</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 2022, os parlamentares elencaram projetos prioritários para o ano, e é perceptível as questões que permeavam os assuntos naquele período.&nbsp;<br><br>Assim como o resto do Brasiol, São Paulo encara inúmeras fragilidades na educação e na saúde, por isso foram as maiores prioridades do ano, seguidas por atividades econômicas.&nbsp;<br><br>Analisando as propostas dos políticos percebe-se uma forte demanda de pautas socias, do meio ambiente e de segurança (das mulheres, públicas) que refletem na prioridade dos mesmos.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 03:34:28 UTC</pubDate>
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