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      <title>O mundo de pessoa by Mader</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-02-15 16:03:17 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Quando Vier a Primavera&quot;</title>
         <author>m4der33</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando vier a primavera,<br>Se eu já estiver morto,<br>As flores florirão da mesma maneira<br>E as árvores não serão menos verdes que na primavera passada.<br>A realidade não precisa de mim.<br><br></div><div>Sinto uma alegria enorme<br>Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma.<br><br></div><div>Se soubesse que amanhã morria<br>E a primavera era depois de amanhã,<br>Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.<br>Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?<br>Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;<br>E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.<br>Por isso, se morrer agora, morro contente,<br>Porque tudo é real e tudo está certo.<br><br></div><div>Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.<br>Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.<br>Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.<br>O que for, quando for, é que será o que é.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-15 16:05:29 UTC</pubDate>
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         <title>Quando vier a primavera (Alberto Caeiro)</title>
         <author>m4der33</author>
         <link>https://padlet.com/m4der33/973spwgnom0ca1m9/wish/2483702083</link>
         <description><![CDATA[<div>Alberto Caeiro aceita a morte de forma natural e tranquila,o sujeito poético encara o homem como apenas mais um elemento da natureza sem qualquer tipo de hierarquia.<br>Caeiro não vive em conflito com a ideia de que vai morrer e aceita tranquilamente a sua condição de mortal,"Por isso,se morrer agora, morro contente /Porque tudo é real e tudo está certo".<br>Caeiro procura evitar qualquer subjetividade,sendo objetivo e concreto nos seus poemas e sendo considerado o poeta antimetafísico(recusa do transcendente),"Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências"<br>O sujeito poético recusa a intelectualização e dá primazia às sensações(mundo real)"Pensar é estar doente dos olhos"<br>Já no último verso Caeiro reforça a sua tese de indiferença e aceitação perante a morte,"O que for, quando for, é que será o que é"</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-15 16:05:42 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Viriato&quot;</title>
         <author>m4der33</author>
         <link>https://padlet.com/m4der33/973spwgnom0ca1m9/wish/2483702778</link>
         <description><![CDATA[<div>Se a alma que sente e faz conhece</div><div>Só porque lembra o que esqueceu,</div><div>Vivemos, raça, porque houvesse</div><div>Memória em nós do instinto teu.</div><div><br>Nação porque reencarnaste,</div><div>Povo porque ressuscitou</div><div>Ou tu, ou o de que eras a haste</div><div>Assim se Portugal formou.</div><div><br>Teu ser é como aquela fria</div><div>Luz que precede a madrugada,</div><div>E é já o ir a haver o dia</div><div>Na antemanhã, confuso nada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-15 16:06:06 UTC</pubDate>
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         <title>Viriato                                                                                                    (Mensagem)</title>
         <author>m4der33</author>
         <link>https://padlet.com/m4der33/973spwgnom0ca1m9/wish/2483703272</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Quem foi Viriato?-</em></strong>foi um líder lusitano que enfrentou a expansão de Roma na Hispânia em meados do século II a.C. no território sudoeste da Península Ibérica, nas chamadas guerras lusitanas.<br><br>A primeira estrofe do poema Viriato de Fernando Pessoa apresenta uma reflexão sobre a importância da memória e da história para a formação da identidade nacional(Portuguesa)<br>O poeta sugere que a alma humana só pode sentir e conhecer porque lembra o que esqueceu,e que a memória é essencial para a compreensão da nossa própria existência(Portugal)<br>Na segunda estrofe, Pessoa afirma que a raça,a nação e o povo português foram formados devido à existência de memória do poder de Viriato,que é visto como um símbolo de liberdade e resistência"Ou tu, ou o de que eras a haste" contra as invasões estrangeiras.<br>Já na terceira estrofe do poema, o poeta compara Viriato com "aquela fria/Luz que precede a madrugada" e "já o ir haver o dia/Na antemanhã,confuso nada".<br>Isso sugere que Viriato é visto como uma figura que ilumina&nbsp; o caminho ,como a luz da manhã traz a esperança de um novo dia.<br>Viriato também pode ser visto como um símbolo de esperança e determinação portuguesa.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-15 16:06:28 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho em Genially</title>
         <author>m4der33</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://view.genial.ly/63e8e0fe6cd5e50012e55131/presentation-genial-presentation</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-15 16:07:15 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho realizado por :</title>
         <author>m4der33</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fábio Torres<br>João Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-15 16:10:04 UTC</pubDate>
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         <title>Roteiro(Quando vier a primavera)</title>
         <author>m4der33</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-02-24 21:58:59 UTC</pubDate>
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