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      <title>Movimentos Sociais  by Ana Cristina Bizarro Alvares</title>
      <link>https://padlet.com/anabizarro/96vzg14tak6531ux</link>
      <description>Trabalho da disciplina Movimentos Sociais e Direitos Humanos </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-02 20:28:48 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-09-06 01:13:01 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Artigo </title>
         <author>anabizarro</author>
         <link>https://padlet.com/anabizarro/96vzg14tak6531ux/wish/2682029610</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo escrito por Francisco Mesquita de Oliveira (2022)</div><div>&nbsp;aborda a evolução das relações entre os movimentos sociais progressistas brasileiros e o Estado ao longo das décadas, destacando uma mudança significativa a partir dos anos 1980. Inicialmente, esses movimentos buscavam demandas de cidadania e a redemocratização política, mas nos anos 1990, passaram a estabelecer parcerias e convênios com o Estado. Com a ascensão de forças políticas de centro-esquerda ao poder federal em 2003, essas parcerias se intensificaram, levando os movimentos a desenvolver agendas de ação com certa dependência dos governos. Esse período de colaboração entre a sociedade civil organizada e o Estado incluiu a participação em conselhos setoriais de políticas públicas, conferências, audiências públicas e orçamentos participativos, avançando na democratização das relações institucionais e culminando na construção do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MIROSC). Contudo, durante esse período, o Brasil passou por uma grave crise política e econômica, resultando em desemprego, insatisfação das elites, descontentamento da classe média e pressão dos setores populares por maior acesso ao mercado de consumo. Isso levou a manifestações em 2013 e nos anos seguintes, com a adesão de diversos segmentos sociais, incluindo os chamados “novíssimos movimentos sociais". Esses novos atores políticos obtiveram apoio de setores das elites políticas, econômicas e midiáticas, mobilizando-se principalmente por meio das redes sociais. Os movimentos conservadores representaram uma mudança notável no cenário político brasileiro. O artigo analisa esses movimentos, incluindo o MPL, o Movimento Vem Pra Rua (MVPR) e o Movimento Brasil Livre (MBL), e sua ascensão no cenário político brasileiro a partir de 2013. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-02 20:30:56 UTC</pubDate>
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         <title>Livro</title>
         <author>anabizarro</author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro "Ativismo no Brasil", de autoria de Maria da Glória Gohn, oferece uma análise profunda do ativismo social no Brasil, abrangendo um período que se estende desde os anos 1970 até os eventos contemporâneos, como a crise da COVID-19 e a ascensão do governo de extrema Direita. A obra é um retrato amplo e detalhado dos movimentos sociais que desempenharam um papel fundamental na moldagem da sociedade brasileira. Ao longo do livro, a autora analisa uma variedade de causas e questões que mobilizaram ativistas no Brasil, incluindo direitos civis, direitos sociais, questões políticas, ambientais e o movimento LGBTQ+. Maria da Glória Gohn também destaca a diversidade de grupos e atores envolvidos nesses movimentos.</div><div>Além disso, o livro aborda como a crise da COVID-19 exacerbou as desigualdades sociais no Brasil, evidenciando as condições precárias enfrentadas por grupos vulneráveis, como trabalhadores informais e comunidades em situação de vulnerabilidade. A autora contextualiza esses desafios no cenário político contemporâneo, incluindo atos antidemocráticos, movimentos de extrema direita e o negacionismo científico. O livro também apresenta&nbsp; o papel das tecnologias da informação e comunicação no ativismo contemporâneo, mostrando como a internet e as redes sociais têm sido ferramentas essenciais na mobilização e na disseminação de idéias. Maria da Glória Gohn oferece aos leitores uma visão abrangente das dinâmicas do ativismo no Brasil, ao mesmo tempo em que analisa como eventos recentes e o governo afetam a paisagem política e social do país. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.amazon.com.br/Ativismos-Brasil-Movimentos-coletivos-organiza%C3%A7%C3%B5es-ebook/dp/B0B784P9F6" />
         <pubDate>2023-09-02 20:31:09 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo Pessoal</title>
         <author>anabizarro</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-09-02 20:31:42 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário Episódio 1</title>
         <author>anabizarro</author>
         <link>https://padlet.com/anabizarro/96vzg14tak6531ux/wish/2682573860</link>
         <description><![CDATA[<div>"Versões de Junho - Carta Capital Episódio 1" é o primeiro episódio de uma série documental que aborda os protestos de junho de 2013 no Brasil, dirigido pelo coletivo&nbsp; Carta Capital. Neste episódio, a série oferece uma análise detalhada das manifestações que varreram o país naquele mês, explorando diferentes perspectivas e pontos de vista. O documentário examina as causas desse movimento social, que inicialmente se originou em São Paulo contra o aumento das tarifas de transporte público, mas rapidamente se espalhou para outras cidades e adquiriu uma dimensão nacional. Ele apresenta entrevistas com manifestantes, especialistas, ativistas e políticos para compreender as motivações por trás das manifestações, a diversidade de demandas e a complexidade dos eventos. Ao longo do episódio, são destacados os debates sobre a eficácia das manifestações, as respostas do governo, a atuação da mídia e as diferentes perspectivas sobre o significado e o legado das manifestações de junho. A série busca fornecer uma visão aprofundada e crítica dos eventos, permitindo que o espectador compreenda melhor o contexto sociopolítico e as implicações desses protestos no Brasil.<br><br>Roteiro e reportagem: Victor Ohana<br>Imagens: Sebastião Moura<br>Edição e direção: Carlos Melo<br>Edição executiva: Thais Reis Oliveira</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=98lQuhAjVQ0" />
         <pubDate>2023-09-03 23:26:39 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia </title>
         <author>anabizarro</author>
         <link>https://padlet.com/anabizarro/96vzg14tak6531ux/wish/2683395675</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta notícia do portal G1, por Marcelo Mora e Julia Basso Viana, no dia 12 de junho de 2013, descreve a volta dos manifestantes as ruas e avenidas da região central de São Paulo, em protesto contra o aumento da tarifa de ônibus. Os protestos resultaram em atos de vandalismo, confronto com a polícia e prisões. Os manifestantes quebraram ônibus, agências bancárias e uma estação do Metrô, além de pichar veículos e prédios públicos. A polícia respondeu com balas de borracha, bombas de gás lacrimogêneo e gás pimenta. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, 20 pessoas foram presas e a fiança foi estabelecida em R$ 20 mil para cada um dos detidos. Dois policiais militares ficaram feridos, e duas pessoas foram atropeladas por um veículo que forçou a passagem após o bloqueio de uma das vias.<br>Os protestos, convocados pelo Movimento Passe Livre, representam o terceiro dia consecutivo de manifestações na cidade. A manifestação começou na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista, e seguiu em direção ao Centro. Os manifestantes tentaram fechar o Corredor Norte-Sul, mas foram impedidos pela Polícia Militar. A multidão deixou um rastro de pichações e destruição em agências bancárias, ônibus e prédios públicos. O Movimento Passe Livre alega que não pode controlar a ação de todos os participantes, enquanto a polícia relata que os manifestantes lançaram fogos de artifício e coquetéis molotov contra os policiais.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/06/protesto-contra-tarifa-tem-confronto-depredacoes-e-detidos-em-sp.html" />
         <pubDate>2023-09-04 12:54:41 UTC</pubDate>
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