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      <title>CAMPANHA EDUCATIVA – CORPO FEMININO by Rooh Santos</title>
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      <description>ACEITAÇÃO PELAS MULHERES E RESPEITO PELOS HOMENS</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-17 02:41:02 UTC</pubDate>
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         <author>roohsantos434</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Acabar com todas as formas de discriminação</strong> contra todas as mulheres e meninas em toda parte;</li><li><strong>Eliminar todas as formas de violência</strong> contra todas as mulheres e meninas.</li><li><strong>Eliminar todas as práticas nocivas.</strong></li><li>Reconhecer e <strong>valorizar o trabalho de assistência e doméstico</strong> não remunerado;</li><li>Garantir <strong>igualdade de oportunidades</strong> para a liderança.</li><li>Assegurar o <strong>acesso universal à saúde sexual e reprodutiva.</strong></li><li>Realizar reformas para dar às mulheres <strong>direitos iguais aos recursos econômicos.</strong></li><li><strong>Aumentar o uso de tecnologias de base.</strong></li><li><strong>Adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável.</strong></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 22:48:13 UTC</pubDate>
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         <author>roohsantos434</author>
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         <description><![CDATA[<div>Muitas destas questões tiveram sua importância demarcada dez anos antes da criação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, na <a href="http://www.onumulheres.org.br/wp-content/uploads/2015/03/declaracao_pequim.pdf"><strong>Declaração e Plataforma de Ação de Pequim</strong></a>. Este documento, considerado o marco normativo mais avançado e progressista com relação aos direitos das mulheres, foi resultado da IV Conferência Mundial Sobre a Mulher, que aconteceu em 1995, na cidade de Pequim, na China. Adotada por 189 países, a declaração identifica 12 áreas prioritárias de preocupação:</div><ol><li>Crescente proporção de <strong>mulheres em situação de pobreza</strong>;</li><li>Desigualdade no <strong>acesso à educação e à capacitação</strong>;&nbsp;</li><li>Desigualdade no <strong>acesso aos serviços de saúde</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Violência</strong> contra a mulher;&nbsp;</li><li><strong>Efeitos dos conflitos armados</strong> sobre a mulher;&nbsp;</li><li>Desigualdade quanto à <strong>participação nas estruturas econômicas</strong>, nas atividades produtivas e no acesso a recursos;&nbsp;</li><li>Desigualdade em relação à <strong>participação no poder político e nas instâncias decisórias</strong>;&nbsp;</li><li>Insuficiência de <strong>mecanismos institucionais</strong> para a promoção do avanço da mulher;</li><li>Deficiências na <strong>promoção e proteção dos direitos da mulher</strong>;&nbsp;</li><li><strong>Tratamento estereotipado</strong> dos temas relativos à mulher nos meios de comunicação e a desigualdade de acesso a esses meios;&nbsp;</li><li>Desigualdade de <strong>participação nas decisões sobre o manejo dos recursos naturais</strong> e a proteção do meio ambiente;&nbsp;</li><li>Necessidade de proteção e promoção voltadas especificamente para os <strong>direitos da menina</strong>.</li></ol><div>Em 2020, a Declaração de Pequim completa 25 anos. E os ODS completam cinco. Entramos na Década da Ação, um movimento global lançado na <a href="https://nacoesunidas.org/cupula-dos-ods-termina-com-compromisso-dos-lideres-mundiais-em-implementar-agenda-2030/"><strong>Cúpula dos ODS</strong></a> para impulsionar medidas que ajudem a tornar a Agenda 2030 e todos os seus objetivos uma realidade nos próximos dez anos. Mas que progressos precisam acontecer quando o assunto é gênero?</div><div><strong>Desigualdade de gênero e ODS 5 em revisão</strong></div><div>A ONU Mulheres colocou a questão de gênero em perspectiva no relatório <a href="https://www.unwomen.org/en/digital-library/publications/2020/03/womens-rights-in-review"><strong>Gender equality: women’s rights in review 25 years after Beijing</strong></a>, lançado neste ano. São os dados atualizados deste relatório que utilizamos para embasar todo este texto.&nbsp;</div><div>Traduzimos um trecho desse documento – disponível em inglês, espanhol e francês – para que você possa entender o que ainda precisa mudar no mundo para que uma garota que hoje tem 15 anos seja uma mulher com seus direitos garantidos quando chegarmos em 2030.</div><div><strong>Para que ela tenha direitos iguais no casamento</strong></div><div>Hoje, mulheres de 19 países são obrigadas por lei a obedecerem seus maridos. E em 111 países o estupro conjugal não é explicitamente criminalizado.</div><div><strong>Para que ela tenha a educação e o acesso a oportunidades de emprego que desejar</strong></div><div>Hoje, 31% de todas as jovens ao redor do mundo não estão empregadas, estudando ou em treinamento. Entre os homens, essa taxa é de 14%.</div><div><strong>Para que ela tenha as mesmas oportunidades de um homem para equilibrar trabalho remunerado e tempo dedicado a cuidados</strong></div><div>Hoje, as mulheres realizam muito mais serviços de assistência não remunerada do que os homens. E isto limita suas oportunidades de trabalho remunerado: 58% das mulheres de 25 a 29 anos fazem parte do mercado de trabalho, em comparação com 90% dos homens.</div><div><strong>Para que ela tenha uma renda própria e uma vida livre de pobreza&nbsp;</strong></div><div>Hoje, mais mulheres do que homens estão em situação de pobreza extrema. Dados de 91 países mostram que 50 milhões de mulheres com idade entre 25 e 34 anos vivem nas famílias mais pobres do mundo, em comparação com 40 milhões de homens da mesma idade.</div><div><strong>Como entendemos a igualdade de gênero e trabalhamos por ela</strong></div><div>Existem dois termos que podem gerar algumas confusões quando o assunto é disparidade de gênero: a igualdade e a equidade. Você sabe diferenciá-los?&nbsp;</div><div>De acordo com o <a href="https://www.gihahandbook.org/#en/Section-Introduction"><strong>Gender in Humanitarian Action Handbook</strong></a> (Manual de Gênero em Ações Humanitárias), produzido pelo <a href="https://interagencystandingcommittee.org/"><strong>IASC</strong></a> e publicado no site internacional da ONU Mulheres, ambos conceitos fazem parte do mesmo processo:</div><div><strong>Igualdade de gênero</strong></div><div>É um conceito que se refere ao igual usufruto de direitos, oportunidades e recursos, independente do gênero. Não significa que mulheres, homens, meninas ou meninos são iguais, mas que o gênero não pode ser um fator limitante em suas vidas.</div><div><strong>Equidade de gênero</strong></div><div>É considerada parte do processo para que alcancemos a igualdade. Refere-se à justa distribuição de benefícios ou de responsabilidades entre homens e mulheres, de acordo com suas diferenças e respectivas necessidades.</div><div><strong>ODS 5 na prática do Instituto Aurora</strong></div><div>O segundo artigo da <a href="https://nacoesunidas.org/wp-content/uploads/2018/10/DUDH.pdf"><strong>Declaração Universal dos Direitos Humanos</strong></a> nos diz: “todo ser humano tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie […]”. Entendemos que, para isso, é preciso acabar com todas as formas de discriminação e todas as formas de violência contra mulheres e meninas, como escrito nas primeiras metas do ODS 5.</div><div>No ano passado, abrimos os 21 Dias de Ativismo – movimento que tem como foco combater a violência contra a mulher – com uma ação que tinha como missão conversar com 650 estudantes sobre este tema. Para fazer isso utilizamos duas ferramentas que têm um grande potencial de transformação: a literatura e a arte. Foram 15 voluntárias e voluntários envolvidos, uma contadora de histórias e seis horas de atividades na Escola Estadual Maria Gal Grendel.&nbsp;</div><div>Ações como esta fazem parte do nosso trabalho e da nossa contribuição para alcançarmos o ODS 5.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 22:50:51 UTC</pubDate>
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         <author>roohsantos434</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>REFERENCIAS<br><br></div><div>ANTUNES, R. <strong>Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho.</strong> São Paulo: Boitempo, 1999.<br><br></div><div>BRASIL<strong>. Senado Federal. Comissão Temporária Interna</strong> “Ano da Mulher-2004”. A mulher e as leis: perguntas e respostas para o Brasil do século XXI. Brasília: Secretaria Especial de Editoração e Publicações, 2004.<br><br></div><div>______. <strong>Lei Maria da Penha</strong>: cartilha informativa sobre a lei nº 11.340 de 2006. Brasília: Centro de documentação e informação. Coordenação de Publicações, 2007.<br><br></div><div>CONTE, Isaura Isabel. Mulheres feministas e camponesas? <strong>Revista eletrônica<br>Espaço da Sophia. </strong>Vol. 15, ano II, Junho/2008.<br><br></div><div><strong>Declaração Universal dos Direitos Humanos,</strong> 2009. Disponível em: http://www.un.org/&gt;. Acessado em 15/06/2020.<br><br></div><div>DUQUE, L.V. <strong>Abrigos e albergues para moradores de rua: uma realidade em questão.</strong> Porto Alegre: [s. n.], 2000.<br><br></div><div>FISCHER, I.R.; MARQUES, F. <strong>Gênero e exclusão social</strong>. Trabalho para discussão 112, agosto/2001.<br><br></div><div>FREI BETTO. <strong>A Marca do Batom.</strong> São Paulo, agosto de 2001.<br><br></div><div>FREIRE, Paulo. <strong>Pedagogia do oprimido</strong>. – ed. 23ª. – Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.<br><br></div><div>GEBARA, Ivone. <strong>Cultura e relações de gêneros</strong>. São Paulo: Cepis, 2001.<br><br></div><div>MESZAROS, István. <strong>Para além do capital.</strong> São Paulo: Bomtempo, 2002.<br><br></div><div>MMTR/RS. <strong>A evolução da mulher na humanidade. Textos internos.</strong> Passo Fundo, RS: [s.n.], 1995.<br><br></div><div>_______. <strong>As mulheres na luta. Textos internos.</strong> Passo Fundo, RS: [s.n.], 1999.<br><br></div><div>OLIVEIRA, Elizabeth Serra. <strong>Movimentos sociais e educação popular no Brasil urbano industrial </strong>– UFF/ GT: Movimentos Sociais e Educação / n.03.<br><br></div><div>PAÑUELOS. <strong>Hacia una pedagogia feminista: gêneros e educación popular.</strong> – Bueno Aires: América Libre, 2007.<br><br></div><div><a href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/igualdade-de-generos#_ftnref1"><sup>[1]</sup></a> Pós-Graduado em Psicopedagogia, Graduado em História.<br><br></div><div>Enviado: Julho, 2020.<br><br></div><div>Aprovado: Novembro, 2020.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 22:57:32 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Igualdade de gêneros significa que homens e mulheres devem ter os mesmos direitos e deveres.</strong></div><div><br></div><div>Também conhecida como igualdade sexual, esta é considerada a base para a construção de uma sociedade livre de preconceitos e discriminações.<br><br></div><div>Homens e mulheres devem ser livres para fazer as suas escolhas e desenvolver as suas capacidades pessoais sem a interferência ou limitação de estereótipos.<br><br></div><div>Todas as responsabilidades, direitos e oportunidades devem ser igualmente concedidas para todos os gêneros, sem haver qualquer tipo de restrição baseada no fato de determinada pessoa ter nascido com o sexo masculino ou feminino.<br><br></div><div>A luta pela igualdade de gênero se intensificou em meados do século XX, impulsionada, principalmente, pelo movimento feminista.<br><br></div><div>Um importante ícone neste processo é a feminista francesa Simone de Beauvoir, que marcou a consolidação de uma nova etapa do Feminismo com a publicação do livro “<em>O Segundo Sexo</em>”, em meados da década de 1960.<br><br></div><div>Descubra mais sobre o significado do <a href="https://www.significados.com.br/feminismo/">Feminismo</a>.<br><br></div><div>Muitos direitos já foram conquistados em nome da igualdade de gêneros (como o direito ao voto das mulheres, por exemplo), mas existe ainda um longo caminho para desconstruir a visão preconceituosa e estereotipada que está entranhada na sociedade.<br><br></div><div>Exemplos de desigualdades de gênero estão presentes em pequenas situações do cotidiano, onde mesmo as mulheres participam como incentivadoras para a segregação entre “tarefas masculinas” e “tarefas femininas”.<br><br></div><div>Por exemplo, em muitas famílias as meninas são as responsáveis em arrumar a cozinha, lavar a roupa e a louça após o jantar, enquanto que os homens vão assistir televisão, ler o jornal ou simplesmente descansar.<br><br></div><div>Igualdade de gênero no Brasil<br><br></div><div>O Brasil é um dos países com maior desigualdade entre os gêneros.<br><br></div><div>De acordo com informações da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad), em 2014, as trabalhadoras brasileiras recebem aproximadamente 27% menos do que os homens que desempenham funções similares.<br><br></div><div>O aspecto profissional é apenas um exemplo de muitos existentes no país e que fazem com que o abismo da desigualdade entre os gêneros continue enorme.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-18 00:56:04 UTC</pubDate>
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