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      <title> Grandes temas da Medicina Veterinária by Fernanda Gonçalo</title>
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      <description>Discente: Fernanda Gonçalo da Silva - 20223304977 - Campus Cabo Frio</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-11-11 04:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>Etiologia</title>
         <author>fernandagoncalob</author>
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         <description><![CDATA[<div>Dirofilariose é uma zoonose nematódeo mais conhecido como verme do coração (Dirofilaria immitis), parasita do sistema circulatório que pode acometer cães, gatos e o ser humano.&nbsp;Os parasitas machos adultos possuem 120 a 200mm de comprimento e 0,7 a 0,9mm de diâmetro, e as fêmeas adultas medem 250 a 310mm de comprimento e 1 a 1,3mm de diâmetro e são vivíparas. As microfilárias medem 298 µm de comprimento e 7,3 µm de largura e possuem a extremidade anterior ovalada e a posterior reta.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 04:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo de Vida</title>
         <author>fernandagoncalob</author>
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         <description><![CDATA[<div>O ciclo do parasita é longo se comparado com a maioria dos demais vermes nematódeos, e o tratamento é complexo e muitas vezes inviável O ciclo começa quando um mosquito ingere microfilárias ou larvas de primeiro estágio (L1), ao alimentar-se em um animal hospedeiro infectado. A L1 não pode desenvolver-se no adulto causador de infecção sem sofrer duas picadas no mosquito. O desenvolvimento das larvas L3 infectantes no mosquito leva aproximadamente duas a duas semanas e meia. Quando o mosquito se alimenta de um animal, algumas dessas larvas penetram no novo hospedeiro, as larvas seguem por dentro da subcútis, passando para o estágio L4 em cerca de nove a doze dias e então para o estágio L5.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 04:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>Forma de Transmissão</title>
         <author>fernandagoncalob</author>
         <link>https://padlet.com/fernandagoncalob/96a9q4ecsiq84lp/wish/2379728476</link>
         <description><![CDATA[<div>A Dirofilariose é transmitida por mosquitos de várias espécies, inclusive o<em> Aedes aegypti</em> – transmissor da Dengue, Zica e Chikungunya. Ao picar um animal contaminado, as larvas do verme passam para o inseto e se desenvolvem dentro dele. Quando o mosquito transmissor pica outro animal ou ser humano, as larvas são transferidas do inseto para o tecido muscular e alcançam corrente sanguínea, por onde serão carregadas até o pulmão. Os vermes maduros costumam atingir o coração e pulmão do hospedeiro entre 67 e 85 dias após a contaminação. Nesse estágio, eles podem chegar aos 3,8 centímetros de comprimento. Quando os vermes atingem os pulmões, a pressão e o fluxo sanguíneo acabam levando-os para as arteríolas pulmonares. À medida que crescem e se desenvolvem, eles passam a habitar as grandes artérias, crescendo ainda mais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 04:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>Sinais Clínicos</title>
         <author>fernandagoncalob</author>
         <link>https://padlet.com/fernandagoncalob/96a9q4ecsiq84lp/wish/2379728477</link>
         <description><![CDATA[<div>Os sinais clínicos no cão podem estar ausentes ou se manifestarem por tosse, intolerância a exercícios, dispneia, ruídos cardíacos e pulmonares, tosse crônica e/ou perda de vitalidade. Nas formas graves, manifestações de insuficiência cardíaca direita, como ascite, congestão aguda do fígado e rins e hemoglobinúria. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 04:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico</title>
         <author>fernandagoncalob</author>
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         <description><![CDATA[<div>O diagnóstico dos animais devem ser feito através da demonstração das microfilárias no esfregaço sanguíneo, detecção do antígeno e dos sinais clínicos de disfunção cardiovascular. Uma pequena porcentagem dos cães podem apresentar microfilaremia mesmo após a morte dos adultos e a ausência desses no coração. O médico veterinário deve solicitar alguns exames de rotina como hemograma, bioquímica sérica, urinálise e o acompanhamento do 4DX. É importante ter um apoio desses exames complementares para uma visão mais ampla do estado de saúde do animal. É comum encontrar em um hemograma de um paciente com dirofilariose anemia normocítica normocrômica, leucocitose com neutrofilia, eosinofilia e basofilia. Após a confirmação da doença é solicitado um ecocardiograma para a possível visualização dos mesmos no ventrículo do paciente, para que seja possível trilhar o caminho do tratamento.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 04:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento</title>
         <author>fernandagoncalob</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os cães infectados sem sinais clínicos ou com sinais leves apresentam melhor resposta ao tratamento. Pacientes com doença mais severa apresentam maiores possibilidades de complicações e morte. A presença de doença severa associada a outras doenças graves pode impedir o tratamento.&nbsp; A morte dos parasitas, tanto em cães como gatos, está associada às lesões parênquimatosas pulmonares severas e exercício limitado é essencial durante a fase pós-adulticida.&nbsp; A sociedade americana de Dirofilariose (AHS) recomenda o uso de doxiciclina e uma lactona macrocíclica antes da aplicação das três doses de melarsomina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 04:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>fernandagoncalob</author>
         <link>https://padlet.com/fernandagoncalob/96a9q4ecsiq84lp/wish/2379728480</link>
         <description><![CDATA[<div>TSANG, V. et al. Enzyme-linked immunoelectrotransfer blot techniques (EITB) for studying the specificities of antigens and antibodies separated by gel electrophoresis. Methods in Enzymology, v.92, p.377-391, 1983.&nbsp;<br><br>LEITE, L.C. et al. Prevalence of Dirofilaria immitis (Leidy, 1856) in dogs of canil municipal Guaratuba, Paraná, Brazil. Estudo Biológico, v.29, n.66, p.73-79, 2007.&nbsp;<br><br>FERNANDES, C.G.N. et al. Ocorrência de dirofilariose canina na região da Grande Cuiabá, estado de Mato Grosso – Brasil. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, v.36, n.5, p.258-261, 1999.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 04:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>Prevenção</title>
         <author>fernandagoncalob</author>
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         <description><![CDATA[<div>Há uma variedade de opções para a prevenção da infecção nos cães e gatos, incluindo tabletes e gomas a base de milbemicina e ivermectina. Para gatos, a exemplo da prevenção para cães em termos populacionais, recomenda-se evitar acesso a áreas endêmicas, com presença de vetores e casos caninos. Além disso, em áreas endêmicas, a introdução de medicação preventiva para gatos é indicada.&nbsp; A infecção por <strong><em>D. immitis</em></strong> em gatos pode ser prevenida com milbemicina (500µg kg<sup>-1</sup>) ou ivermectina (24µg kg<sup>-1</sup>), uma aplicação mensal. Atualmente existe uma vacina anual chama <strong>ProHeart</strong>® SR-12 que é um antiparasitário injetável, à base de moxidectina, indicado para cães a partir de 6 meses de idade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-11 04:54:17 UTC</pubDate>
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