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      <title>Política by Anísia Neta</title>
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      <description>Introdução às teorias políticas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-12-07 17:36:07 UTC</pubDate>
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         <title>Política: para não ser um 1di0t4</title>
         <author>anyneta</author>
         <link>https://padlet.com/anyneta/Bookmarks/wish/1821426471</link>
         <description><![CDATA[<div>Livro dos autores: Mario Sergio Cortella e Renato Janine Ribeiro<br><br>Esse livro é um diálogo desses autores sobre temas recorrentes relacionados à política.&nbsp;<br>É uma introdução ao assunto da política e que abre caminho para muitas possibilidades de compreendê-lo.<br><br>Cada grupo deverá ler um capítulo e:<br>1. Elencar de 3 a 5 palavras que representa o capítulo<br>2. Copiar citações do texto em cada uma das palavras elencadas<br>3. Eleger uma imagem para representar o que foi abordado no capítulo lido sobre o tema da política</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-16 21:02:25 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo  4: Corrupção causa impotência? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anyneta/Bookmarks/wish/1824275428</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo 4: Corrupção causa impotência?&nbsp;</div><div><br></div><div>Palavras: Democracia, ditadura, politica, ciência e corrupção<br><br>. Democracia:<br>"Nós passamos de uma Antiguidade em que talvez um<br>habitante por mil vivesse numa democracia (talvez até menos, se levarmos em<br>conta que nessas democracias não tinham cidadania as mulheres, os escravos,<br>os estrangeiros) para um contexto em que metade do mundo vive em ambiente<br>democrático, e a expansão das democracias parece estar continuando."<br><br>Ditadura:<br>"Acredito que,<br>quando tínhamos ditadura e obras em concreto, era enorme a corrupção. Como<br>temos, hoje, muito menos obras em cimento – parece que cimento atrai<br>comissão, atrai propina –, como existe mais transparência, a denúncia é maior"<br><br>Politica:<br>"&nbsp;Esse é meu desafio na qualidade de educador: como seduzir as novas gerações a fazer política sem que os jovens necessitem de um adversário externo, mas estejam imbuídos de uma compreensão ética?&nbsp;"<br><br>Ciencia:<br>"&nbsp;Hoje, um jovem de 25 anos está, provavelmente, no primeiro quarto de sua vida, dadas as projeções da ciência – realidade bem diferente da vivida por nós, que, com 25, já éramos vistos como pessoas de meia-idade&nbsp;"<br><br>Corrupção:<br>&nbsp;"Existe um asco pela política, pois ela é associada à política partidária dos acordos espúrios e da corrupção, e existe um desprezo por se supor que política é uma coisa menor.&nbsp;"<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 14:16:42 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo10: Da importância da transparência</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Democracia<br></strong>" Quando se inicia o século passado, democracia nem sequer é um elogio. Essa palavra começa a ser valorizada com a Segunda Guerra Mundial, quando se defrontam as potências do Eixo e os países que se autodenominam democracias"<br><br><strong>Guerra<br></strong>&nbsp;"Então, qual era o panorama entre as duas guerras? Uma multidão entrou na política como massa de manobra nazista, fascista, mas a ela se vendeu a ideia: “Olhe, você, plebeu, tem voz. Você não tinha no tempo do Kaiser, mas tem agora com Hitler” (ainda que fosse para gritar “Heil Hitler”, agora eles tinham voz). Essa incorporação de grandes massas não é um processo fácil, mas, se começa mal, com as massas fanáticas dos totalitarismos, depois se aprende. Ao longo do tempo, ganha-se conhecimento e experiência sobre as questões políticas."<br><br><strong>Corrupção<br></strong>&nbsp;"Agora, junto com esse avanço, que permite uma melhor percepção da política e maior transparência, também se vê melhor a sujeira."<strong><br>"</strong> Penso que vivemos um momento de transição em que as pessoas percebem a sujeira, têm asco por ela, desprezo pelos que a exercem, tédio eventualmente por terem de participar disso – citando os conceitos que você empregou, Mario –, mas isso tudo é quase como uma dor de parto. Chegará o momento de pensar que será preciso limpar essa sujeira. Assim como as pessoas hoje fazem voluntariado porque constatam que o Estado não cumpre seu papel a contento, deverá chegar um momento em que percebam que não adianta se alhear dele: é preciso investir suas energias na construção de um Estado realmente comprometido com a coisa pública.&nbsp;"<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 14:17:26 UTC</pubDate>
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         <title>Capitulo 01: O indivíduo e a sociedade: Política não é coisa de 🤬</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anyneta/Bookmarks/wish/1824305346</link>
         <description><![CDATA[<div>• Idiótes: “política é coisa de 🤬”.<br>• Dialogo: "religião, política e futebol não se discuti"<br>•&nbsp; Liberdade : "estamos vivendo o período de maior liberdade de toda a<br>história. Nunca antes, na história deste mundo, houve tanta liberdade política e<br>pessoal. Metade da humanidade se expressa, se organiza, vota, tem a orientação sexual de seu agrado."&nbsp;<br>• Influencia:" Quem disse que não houve uma propaganda maciça para levar você a escolher fumar ".<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 14:26:00 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 7: Mundo da política, mundo da cidadania</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Transformação social</strong>:" São pessoas que buscam conhecimento, querendo fazer cursos (obrigatórios ou não, com ou sem diplomas), ministrados por qualquer meio, até pela televisão ou pela internet."<br><br><strong>Felicidade:"</strong> E essa é uma sensação muito prazerosa porque imaginamos o lado positivo, em que vemos a política também recheada de atividades e atitudes do indivíduo. Quer dizer: “Eu quero vida boa” – e essa vida boa está expressa também num ideal de felicidade.<br>Fazia tempo que eu não ouvia falar tanto em felicidade. E não estou falando da felicidade restrita ao consumo ou à propriedade material. Parte das gerações mais jovens, hoje – como educador, vejo isso –, tem a felicidade como ideal de<br>vida."<br><strong><br>Eudaimonia:</strong> "Assim, neste momento, conecto novamente com o que dizíamos: se levarmos em conta Aristóteles, que pregava que a finalidade da política é a<br>felicidade, isto é, a eudaimonia."<br><strong><br>&nbsp;Heteronomia: "</strong> Essa concepção é mais ou menos assim: a política é o mundo da heteronomia. Política é o mundo feio, em que os políticos mandam. Nós não temos muito a ver com eles. Eles fazem coisas que independem de nós."</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 14:27:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Capítulo 5: Quem deve ser o dono do poder?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Sociedade</strong>: <br>"Praticamente criamos uma sociedade paralela".<br><strong>Corrupção</strong>: <br>"Ora,nós não elegemos o Estado, não somos responsáveis por ele, não colocamos<br>corruptos ou incompetentes lá? É como se eles tivessem caído do céu ou do<br>inferno sobre nós". <br><strong>Diferença cultural de visão:<br></strong>fica evidente, para mim, quando tento explicar, em debates com americanos ou<br>pessoas de outras nacionalidades, o que entendemos por cidadania no Brasil". <br><strong>Cidadania</strong>:<br>"Acontece que nosso conceito de cidadania não se esgota na democracia como ato de votar e ser votado"<br><br><strong>Grupo: 3° A</strong><br>Emilene Silva<br>Talita Nunes<br>Bianca Palma<br>Shaenne Staack<br>Luiza Almeida<br>Valeria Pereira&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 14:35:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Capítulo 3: A política como pulsão vital</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Grupo: José Vinícius, Isaac e Fernando Rocha&nbsp;<br><br>Capítulo 3&nbsp;<br><br>1-Diferença política!<br>(Não é casual que haja uma presença política no mundo islâmico: quem é o<br>horizonte adversário da juventude que participa, que vai para a rua? )<br><br>(É impossível pensar a Palestina sem pensar a política do menino de<br>dez anos que joga pedra no soldado israelens)<br><br>2-Adversidade<br><br>Numa parte do texto da página 13, foi falado que a falta, para esta geração, em comparação com as gerações anteriores é a &nbsp; adversidade; sendo inclusive dita como horizonte adverso, se referindo as utopias que as pessoas tinham como pulsação para lhes manterem vivendo dia a dia, sem se perderem de seus objetivos individuais.<br>3-liberdade&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 14:36:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Capítulo 9: A política como tema de sala de aula</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Grupo:<br>Ana Clara<br>Raiane Maria<br>Bianca Azevedo<br>Ana Júlia<br>Allana Barreto<br><br>Educação<br>Professor<br>Ética<br><br>Educação:<br>Acho que temos superestimado o papel da escola. Ao mesmo tempo em que a sociedade brasileira não dá muito valor ao profissional da educação.<br><br>Professor:<br>Por exemplo, a política de cotas – que é um longo assunto e que eu apoio, desde que seja com data de término determinada, pois se trata de um paliativo, não mais que isso – joga sobre o professor a responsabilidade de dar aula ao mesmo tempo para alunos mais bem formados e alunos menos bem formados. Ou seja, quem paga a conta da política de cotas muitas vezes é o professor.<br><br>Ética:<br>Estamos pensando numa política que seja ética, decente, capaz, ideal, utópica no sentido que você mencionou antes – não de irrealizável ou impossível; ela é, apenas, insaciável. Talvez a principal característica da democracia seja que ela nunca se sacie.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 14:39:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Capítulo 11: Entre o confronto e o consenso: Formas de lidar com as diferenças</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anyneta/Bookmarks/wish/1824352445</link>
         <description><![CDATA[<div>Ariele Santana, Bianca Gomes, Emilly Naisa, Isadora Cristine, José Wendel.<br><br><strong>Conflito<br>Confronto <br>Consenso<br></strong><br>No capítulo fica bem claro um diálogo sobre várias temas acordados, um diálogo a base do respeito onde buscam conseso opitam por argumentar diferente de outras pessoas que gostam do ódio, da retorica furiosa que acaba em confronto.<br>Sempre que temos relacionamentos em grupo, naturalmente surge a disputa por poder. Poder de se movimentar, escolher, opinar…&nbsp;<br><br>O Conflito acaba aparecendo qnd a autonomia de alguém está sendo ameaçada, "ocorrendo pela divergência de posturas, de ideias ou situações" permitindo mudanças.<br>Progredir, evoluir são ações que podem surgir dos conflitos quando usadas a favor do poder. O poder que cada um de nós tem e exerce em nossas relações, independente de quais sejam<br>Confronto como pontua cortella, onde a confronto a vitória sendo assim levando a perdas. "Ele ocorre quando tentamos anular o outro".<br><br>o  consenso nada<br>mais é que, num determinado momento, um acordo relativo a um ponto. "É possível ter um consenso estabelecido entre uma minoria, pois ele não é necessariamente a decisão da maioria." <br>É algo comum em casais,<br>por exemplo. Chega um momento em que um dos dois concede: “Está bem,você está certo”. Uma concordância que nada mais é que uma forma de evitar<br>o confronto. (48 -49)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 14:40:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Capítulo 2: Conviver: O mais políticos dos atos</title>
         <author>oliveiraleti06</author>
         <link>https://padlet.com/anyneta/Bookmarks/wish/1824360118</link>
         <description><![CDATA[<div>Turma: 3° ano A<br>Discentes: Letícia,Marineide,Keila, Ágata, Pablo,John.<br><br><strong>Conviver: O mais políticos dos atos</strong><br><br>1. <strong>Justiça</strong>- "Significado da palavra, expressa a ideia de alguém que se junta a outros para justiça."<br>2. <strong>Liberdade</strong>- "Esse lado complexo da liberdade é mais difícil de ser entendido. Vivemos numa sociedade em que o consumismo chegou ao ponto de entender os próprios sentidos jurídicos – como direito, dever e liberdade – enquanto objetos de consumo."<br>3. <strong>Democracia</strong>- "Ressalvando, sobretudo,o mundo islâmico,que tem sérios problemas, com a democracia, principalmente no que se refere à condição da mulher."</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 14:43:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Capítulo 6: Política- Encargo ou Patrimônio</title>
         <author>hyaverenna558</author>
         <link>https://padlet.com/anyneta/Bookmarks/wish/1824377544</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Obrigatoriedade</strong>: como apresentar o<br>comprovante de que você votou para retirar o passaporte.<br><strong>Debater</strong>: Os debates políticos são como as corridas de Stock-cars. Ninguém quer saber de quem ganha; o que lhes interessa são os choques.<br><strong>Responsabilidade</strong>: sociedade brasileira tem uma noção bastante limitada de responsabilidade.<br>Queremos receber as benesses do Estado, ou de quem quer que seja, sem pensar no que vamos dar ou no quanto elas custam. Deixamos a desejar no que se refere à noção de que respondemos pelos nossos atos.<br><strong>Neutralidade</strong>: Há duas coisas que não se perdoam entre os partidos políticos: a neutralidade e a apostasia.<br><strong>Omissão: </strong>a chamada 
neutralidade que significa apoiar aquele que obviamente vencerá.<br><br><br><br>Grupo: Amanda Márcia, Hyandra Verena, Kaline Cardoso, Lavínia Fontes, Gabriel Santos, Quevin Douglas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 14:49:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Capítulo 8: Uma cidadania contra o colapso.</title>
         <author>belleliz2138</author>
         <link>https://padlet.com/anyneta/Bookmarks/wish/1825748087</link>
         <description><![CDATA[<div>3º B<br>Aislan, Adriano, Cecilia, Isabelle e Suellen.<br><br>1- COLAPSO: Acho que temos como possibilidade de um horizonte desafiador na cidade, na vida, no campo, na nação, a temática da ecologia, que hoje se chama<br>também de sustentabilidade, como uma necessidade politica: fazer politica para não perecer.<br>Esse seria o nosso combustível: fazer politica para não desaparecer, não colapsar.<br><br>2- ALIENAÇÃO: [...] Do ponto de vista marxista, se a<br>posição de determinado indivíduo é a de trabalhador, ele deve agir levando em<br>conta seus interesses de classe. Mas, se a consciência dele lhe diz que sua<br>preferência é gostar de rap, ou de militância negra ou feminista, ou de se<br>divertir, respeito essa posição. Não acho que essa pessoa esteja alienada em<br>relação ao que seria uma postura ideal.<br>A palavra alienação, antes até de Marx e Hegel a usarem, era aplicada ao<br>deficiente mental. Tanto que em francês fala-se em “asilo de alienados”.<br><br>3- TEMPO:  Não temos mais tempo para a política porque reduzimos nosso uso útil do tempo. O indivíduo é dono de si quando é dono do seu tempo. Como para nós, humanos, nosso tempo coincide com a nossa vida, ou seja, o meu tempo é a minha vida, para eu ser dono da minha vida, tenho que ser dono do meu tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-19 01:36:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anyneta/Bookmarks/wish/1828669607</link>
         <description><![CDATA[<div>Natalia Campos 3A - Os direitos ligados à vida em sociedades estão ligados à obrigações, há uma tendência a se pensar que direitos são sem obrigação. No entanto o indivíduo, não pode ter direito se não cumprir uma obrigação. Tudo hoje está ligado ao consumismo, então é muito fácil dizer que faz alguma coisa porque quer ou tem. Também o sentido da votação está totalmente corrompido, se faz política mesmo quando não se sabe se está fazendo e acaba que a neutralidade fica do lado do vencedor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-19 23:09:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/anyneta/Bookmarks/wish/1832248820</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo cap2 alguns hoje entendem liberdade e direito como uma propriedade ou como um objeto de consumo, o povo sabe reivindicar, mas, como uma visão consumista, como por exemplo, uma pessoa que compra um bem e acha que pode usar esse bem da forma que quiser, o que na verdade não é. Quando se fala em direitos devemos logo assimilar isso também a dever, obrigações, pois convivemos em sociedade, tendo que respeitar o direito do outro individuo, pois o seu direito só começa quando termina o do outro. O individuo agindo de forma egoísta, pensando somente no seu individual, é o que se vê quando alguém exige o seu direito sem querem cumprir certos deveres, tanto isso é verdade que se o individuo não cumprir certas regras ele poderá perder o direito a sua liberdade, e às vezes, em algumas sociedades dependendo do crime pode viver em cárcere por toda a vida ou até mesmo perder a vida se não for capaz de viver em grupo. Para deixar bem claro Janine conta uma historia que um senhor reclamava que não poderia comprar o que quisesse no exterior e Janine argumentou dizendo que ele poderia sim desde que cumprisse o seu dever de cidadão, ou seja, pagasse os tributos devidos&nbsp; o senhor ficou chocado, pois o que ele queria na verdade era se dar bem as custas da sociedade deixando evidente que não cumpriria seu dever de cidadão.<br>Fernando Rocha 3A alimentos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 02:27:00 UTC</pubDate>
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