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      <title> Segurança e auditoria de sistemas  by acacio coutinho</title>
      <link>https://padlet.com/acaciocoutinho/93wkjqpqy6nl4l6f</link>
      <description>Como a segurança e auditoria de sistemas funciona e como podemos trabalhar com ela em nosso cotidiano?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-08 12:34:32 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-07 13:23:17 UTC</lastBuildDate>
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         <title>O que é segurança da informação?</title>
         <author>acaciocoutinho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segurança da informação é um conjunto de ações e boas práticas que têm como finalidade proteger um grupo de dados.</div><div>De tal maneira, essas medidas de segurança podem ser aplicadas em todas as empresas que trabalham com dados, uma vez que toda organização gera informações próprias.</div><div>A segurança da informação se baseia em quatro pilares que sustentam todas as medidas tomadas para garantir a proteção dos dados, que são:</div><ul><li>confidencialidade;</li><li>autenticidade;</li><li>integridade; e</li><li>disponibilidade.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 12:40:08 UTC</pubDate>
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         <title> Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)</title>
         <author>acaciocoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/acaciocoutinho/93wkjqpqy6nl4l6f/wish/2174387655</link>
         <description><![CDATA[<div>A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, Lei nº 13.709/2018, é a legislação brasileira que regula as atividades de tratamento de dados pessoais e que também altera os artigos 7º e 16 do Marco Civil da Internet.<br>Com a criação do <a href="http://certifiquei.com.br/gdpr/">Regulamento Geral Sobre Proteção de Dados</a> na Europa, no ano de 2016, a segurança da informação passou a ser um ponto de grande importância e cuidado por parte das empresas que tratam dados de clientes.</div><div>A <strong>segurança da informação </strong>é crucial se uma empresa deseja proteger todos os dados da instituição, um fator indispensável para o exercício de qualquer atividade empresarial.<br>LGPD é a sigla para <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm">Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais</a> (Lei n° 13.709/18) um instrumento jurídico que centraliza todas as normas sobre coleta, armazenamento, tratamento e processamento de dados pessoais, sejam eles digitais ou não.<br><br></div><div>A LGPD no Brasil estabelece normas mais rígidas em relação ao tratamento de dados pessoais por parte de empresas e órgãos públicos, bem como determina sanções administrativas em caso de descumprimento ou má fé.<br><br></div><div>A LGPD percorreu um longo caminho até sua sanção em 14 de agosto de 2018. Na verdade, foram 8 anos de discussões e atualizações na redação da lei proposta.<br><br></div><div>Após algumas idas e vindas (relacionadas especialmente à pandemia), a LGPD entrou em vigor oficialmente em 18 de setembro de 2020 — com as multas passando a ser aplicadas apenas em agosto de 2021.<br><br></div><div>No fim das contas, a nova lei de proteção de dados é composta de 65 artigos ao todo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 12:43:41 UTC</pubDate>
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         <title>AUDITORIA DE SISTEMAS </title>
         <author>acaciocoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/acaciocoutinho/93wkjqpqy6nl4l6f/wish/2174457889</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Auditoria de Sistemas</strong> de Informática ou Riscos Tecnológicos é uma atividade independente que tem como missão o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gerenciamento_de_risco">gerenciamento de risco</a> operacional envolvido e avaliar a adequação das <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia">tecnologias</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistemas_de_informa%C3%A7%C3%A3o">sistemas de informação</a> utilizados na organização através da revisão e avaliação dos controles, desenvolvimento de sistemas, procedimentos de TI, infraestrutura, operação, desempenho e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Seguran%C3%A7a_da_informa%C3%A7%C3%A3o">segurança da informação</a> que envolve o processamento de informações críticas para a tomada de decisão.<br><br>A <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Auditoria">auditoria</a> de sistemas é um processo realizado por profissionais capacitados e consiste em reunir, agrupar e avaliar evidências para determinar se um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_informa%C3%A7%C3%A3o">sistema de informação</a> suporta adequadamente um ativo de negócio, mantendo a integridade dos dados, e realiza os objetivos esperados, utiliza eficientemente os recursos e cumpre com as regulamentações e leis estabelecidas.<br><br></div><div><br>Permite detectar de forma automática o uso dos recursos e dos fluxos de informação dentro de uma empresa e determinar qual informação é crítica para o cumprimento de sua missão e objetivos, identificando necessidades, processos repetidos, custos, valor e barreiras que impactam fluxos de informação eficientes.<br><br></div><div><br>Deve compreender não somente os equipamentos de processamento de dados ou algum procedimento específico, mas sim suas entradas, processos, controles, arquivos, segurança e extratores de informações, além disso, deve avaliar todo o ambiente envolvido: Equipamentos, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_de_processamento_de_dados">Centro de processamento de dados</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Software">Software</a>.<br><br></div><div><br>Auditar consiste principalmente em avaliar mecanismos de controle que estão implantados em uma empresa ou organização, determinando se os mesmos são adequados e cumprem com seus determinados objetivos ou estratégias, estabelecendo as mudanças necessárias para a obtenção dos mesmos. Os mecanismos de controle podem ser de prevenção, detecção, correção ou recuperação após uma contingência.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 14:39:48 UTC</pubDate>
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         <title>FERRAMENTA ACL (Audit Command Language)</title>
         <author>acaciocoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/acaciocoutinho/93wkjqpqy6nl4l6f/wish/2174462321</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal software é desenvolvido por uma empresa de mesmo nome, com&nbsp;</div><div>sede na cidade de Vancouver, no Canadá. O software permite analisar dados&nbsp;</div><div>em quase qualquer formato de praticamente qualquer plataforma, mesmo&nbsp;</div><div>quando trata-se de grande quantidade de dados.</div><div>A tomada de decisões ecaz depende do acesso oportuno às informa-</div><div>ções. Essas informações podem estar ocultas em grandes arquivos de dados,&nbsp;</div><div>espalhados em vários bancos de dados ou armazenados em uma variedade&nbsp;</div><div>de tipos de dados em diferentes plataformas. Os tomadores de decisão e&nbsp;</div><div>analistas de dados precisam de ferramentas que podem ajudá-los a acessar&nbsp;</div><div>vários tipos de dados, processar arquivos grandes e fazer perguntas inteli-</div><div>gentes sobre os dados.</div><div>Por muito tempo a análise de dados tem dependido de métodos estatísti-</div><div>cos. Embora as estatísticas permitam fazer generalizações úteis sobre os dados,&nbsp;</div><div>eles dependem da amostragem e analisam apenas uma pequena porcentagem&nbsp;</div><div>do total de registros. Softwares convencionais, como planilhas eletrônicas,&nbsp;</div><div>analisam apenas um número limitado de registros que foram convertidos em&nbsp;</div><div>um formato que o aplicativo pode reconhecer. Por isso os auditores necessi-</div><div>tam de ferramentas que possam ler e analisar dados de qualquer forma e de&nbsp;</div><div>qualquer ambiente, além de serem capazes de acessar dados de várias fontes ao&nbsp;</div><div>mesmo tempo e estar livre de limitações de tamanho de arquivo.</div><div>O software ACL fornece acesso a praticamente qualquer fonte de dados,&nbsp;</div><div>na maioria dos casos sem preparação antecipada ou conversão. O auditor&nbsp;</div><div>pode prontamente realizar consultas e manipulação de dados em arquivos&nbsp;</div><div>que exigiriam preparação manual extensa e conversão com outros softwares&nbsp;</div><div>de análise. É possível também, através desta ferramenta, a combinação de&nbsp;</div><div>dados de sistemas diferentes para conversão, reconciliação e controle. Tam-</div><div>bém pode ser um componente utilizado na integração de sistemas, de modo a&nbsp;</div><div>permitir criar uma visão comum de dados em arquivos diferentes e analisá-lo&nbsp;</div><div>como se existisse em um arquivo.<br><br>O software ACL usa tabelas para descrever o local, o layout e o conteúdo&nbsp;</div><div>dos dados de origem. O auditor cria views para exibir dados em suas tabelas,&nbsp;</div><div>Segurança e Auditoria de Sistemas</div><div>podendo também criar várias visualizações para cada tabela. Existem duas&nbsp;</div><div>formas de criar uma nova tabela:</div><div>&nbsp;2usando o assistente de denição de dados;</div><div>&nbsp;2denindo dados manualmente;</div><div>O auditor pode editar o layout da tabela mais tarde para adicionar,&nbsp;</div><div>excluir ou modicar os campos que deseja analisar. Também pode copiar,&nbsp;</div><div>vincular e compartilhar tabelas entre projetos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 14:46:05 UTC</pubDate>
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         <title>Engenheiro de ciber segurança</title>
         <author>acaciocoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/acaciocoutinho/93wkjqpqy6nl4l6f/wish/2174470000</link>
         <description><![CDATA[<div>As atribuições do <strong>Engenheiro</strong> de Segurança são bastante técnicas e envolvem atividades como manejo de firewalls, criptografia de dados e desenvolvimento de sistemas de detecção de comportamentos anormais na rede.<br>Estes profissionais são responsáveis por <strong>desenvolver e implementar soluções de segurança, com o objetivo de evitar e amenizar os efeitos de hacks, ciberataques e outras ameaças</strong> que habitam a internet.<br><br></div><div>Os engenheiros de cibersegurança também são responsáveis pelo <strong>teste e monitoramento de redes, servidores e sistemas eletrônicos,</strong> garantindo que seus recursos de defesa e segurança estejam sempre atualizados e funcionando corretamente.<br>A cibersegurança é um conjunto de <strong>ações e técnicas para proteger sistemas</strong>, programas, redes e equipamentos de invasões.<br><br></div><div>Dessa forma, é possível garantir que dados valiosos não vazem ou sejam violados em <strong>ataques cibernéticos</strong>.<br><br></div><div>Esses ataques podem ter a intenção de acessar servidores, roubar senhas, sequestrar dados ou até mesmo fraudar transações financeiras.<br><br></div><div><br></div><div>Segundo uma pesquisa da Netscout, publicada no <a href="https://www.efe.com/efe/brasil/brasil/brasil-supera-400-000-ciberataques-e-2-maior-alvo-mundial-diz-estudo/50000239-4601908">portal da Agência EFE</a>, o Brasil ostenta o preocupante posto de <strong>2º país do mundo em que mais ocorrem ciberataques</strong>.<br><br></div><div>São mais de 439 mil tentativas de invasões e de ataques de negação de serviço distribuído (DDoS) registrados, o que nos deixa apenas atrás dos Estados Unidos nesse ranking.<br><br></div><div>Não por acaso, como revela uma matéria no <a href="https://valorinveste.globo.com/mercados/brasil-e-politica/noticia/2022/01/10/cibersegurana-entra-na-agenda-de-investimentos-para-este-ano-dizem-analistas.ghtml">portal Valor Investe</a>, mais da metade das empresas brasileiras pretendem <strong>investir em cibersegurança</strong>.<br><br></div><div>Para isso, elas precisam elaborar todo um planejamento, que contemple um orçamento específico para a área de TI, de maneira a definir políticas e medidas de segurança de dados.<br><br></div><div>Entre as possíveis ações a serem realizadas, destacam-se:<br><br></div><ul><li>Testes de intrusão automáticos com análise de vulnerabilidades</li><li>Implementação de plataformas de segurança centralizadas para controle, monitorização e neutralização de ameaças na rede, endpoints e distração de eventuais atacantes</li><li>Proteção para dispositivos Bluetooth e Wi-Fi</li><li>Blindagem de dados <a href="https://fia.com.br/blog/anonimato-na-internet/">confidenciais</a>.</li></ul><div><br>Qual a importância da cibersegurança?<br><br></div><div>Uma em cada quatro empresas brasileiras sofre <strong>pelo menos um ataque virtual por ano</strong>, como aponta a <a href="https://monitormercantil.com.br/uma-em-quatro-empresas-brasileiras-sofreu-ciberataque-em-um-ano/">Pesquisa Nacional BugHunt de Segurança da Informação</a>.<br><br></div><div>Como diz o ditado popular: “a oportunidade faz o ladrão”.<br><br></div><div>Ou seja, se há invasores, é porque existem falhas de segurança que permitem que eles atuem livremente.<br><br></div><div>A única resposta possível para conter essa ameaça é investir em medidas de cibersegurança e de segurança da informação, numa tentativa para evitar prejuízos financeiros causados por ataques.<br><br></div><div><br>Quais são os tipos de cibersegurança?<br><br></div><div>Genericamente, cibersegurança é toda medida pela qual pessoas físicas e empresas se habilitam a proteger seus dispositivos e arquivos da ameaça de hackers mal-intencionados.<br><br></div><div>Aliás, cabe ressaltar que o termo hacker, em si, não designa um criminoso, tanto que há quem use o termo cracker para se referir a quem pratica delitos virtuais.<br><br></div><div>Assim como existem diversos tipos de hacker, há também <strong>modalidades variadas de cibersegurança</strong>.<br><br></div><div>Cada uma delas se aplica a um certo tipo de equipamento, etapa do tráfego de dados ou de ambiente, entre outras possibilidades.<br><br></div><div>Vamos conhecer algumas delas a seguir?<br><br></div><div><strong><br>Segurança operacional<br></strong><br></div><div>Imagine que você é um colaborador recém-contratado de uma startup com grande renome no mercado.<br><br></div><div>Nesse caso, certamente você não deverá ter acesso a dados restritos da empresa, como aqueles ligados à parte contábil e fiscal, por exemplo.<br><br></div><div>Esse tipo de controle é parte das <strong>rotinas de segurança operacional</strong>, na qual a empresa decide como vai proteger seus dados definindo quem os acessa e como os acessa.<br><br></div><div>A propósito, empresas que falham nesse aspecto se expõem aos chamados <strong>insiders</strong>, como são conhecidos os hackers que agem dentro de suas dependências, aproveitando-se do acesso privilegiado.<br><br></div><div><strong><br>Segurança de rede<br></strong><br></div><div>Os ataques do tipo DoS (Denial Of Service, ou negação de serviço) e DDoS estão entre os mais comuns.<br><br></div><div>Eles consistem na <strong>sobrecarga artificial do fluxo de dados em uma rede</strong>, inviabilizando seu uso pelos seus usuários.<br><br></div><div>Digamos, por exemplo, que um cracker pretende roubar dados sigilosos de uma empresa, mas, para isso, precisa, ao mesmo tempo, impedir que a área de TI tente contê-lo.<br><br></div><div>Um DDoS, nesse caso, pode servir como uma “<strong>cortina de fumaça</strong>”, ao barrar o acesso das pessoas à rede em que estão os servidores atacados.<br><br></div><div>Conter esse tipo de ataque é uma das funções dos profissionais e setores destinados a prover a segurança de rede, que inclui ainda a proteção contra malwares em geral.<br><br></div><div><strong><br>Segurança de aplicativos<br></strong><br></div><div>Assim como redes estão expostas a ataques, o mesmo acontece com os aplicativos que utilizamos, seja no contexto pessoal ou dentro das empresas.<br><br></div><div>A segurança de aplicativos é a <strong>resposta da cibersegurança às ameaças direcionadas aos softwares</strong> instalados nos computadores e dispositivos móveis em geral.<br><br></div><div>Dessa forma, ficam protegidos dados sensíveis, principalmente senhas e dados de acesso.<br><br></div><div>Para isso, as empresas que disponibilizam aplicativos definem antes mesmo de começar a desenvolvê-los os protocolos de segurança a serem implementados.<br><br></div><div><strong><br>Educação do usuário final<br></strong><br></div><div>Nem sempre um ciberataque é fruto da ação deliberada de um cracker ou um insider.<br><br></div><div>Há casos em que vírus e malwares são <strong>distribuídos inadvertidamente por usuários comuns</strong> que, sem saber, repetem um comportamento de risco.<br><br></div><div>Para evitar esse tipo de propagação de agentes maliciosos, as empresas que investem em cibersegurança devem também focar na educação do usuário final.<br><br></div><div>Nesse aspecto, elas assumem a responsabilidade por levar adiante informações sobre cibersegurança, alertando sobre os riscos de abrir certos tipos de e-mail e ao conectar dispositivos USB.<br><br></div><div>Dessa forma, é possível mitigar a alta imprevisibilidade gerada pela falta de conhecimento que a média das pessoas têm sobre segurança online.<br><br></div><div><strong><br>Segurança da nuvem<br></strong><br></div><div>Assim como a segurança de rede, a da nuvem se dedica a <strong>antecipar as ameaças que cercam um conjunto de dispositivos que compartilham acesso</strong> a plataformas nesse ambiente.<br><br></div><div>Ela visa a prevenir o vazamento de dados sem autorização, além de blindar a nuvem contra eventuais fragilidades e suscetibilidades.<br><br></div><div>Também procura explorar possíveis fraquezas em controles de acesso, de modo a evitar ataques e interrupções na disponibilidade nos serviços em cloud computing.<br><br></div><div>No caso dos sistemas em nuvem, as principais ameaças são os malwares e ataques, como as chamadas ameaças persistentes avançadas (APTs).<br><br></div><div>Cibersegurança x segurança da informação: as diferenças<br><br></div><div>A cibersegurança é, na verdade, <strong>uma parte da segurança da informação</strong>.<br><br></div><div>Parece confuso? Vamos explicar!<br><br></div><div><strong><br>O papel da cibersegurança<br></strong><br></div><div>A cibersegurança é voltada para <strong>softwares, hardwares e redes</strong>.<br><br></div><div>Ou seja, cuida para que o sistema da empresa não permita ataques cibernéticos.<br><br></div><div>Ela <strong>previne problemas com a gestão de informações</strong> que é feita pelas máquinas, no trânsito e armazenamento de dados entre elas.<br><br></div><div>Dessa forma, protege a informação digital armazenada ali.<br><br></div><div>Para isso, algumas das medidas tomadas são: aplicar antivírus nas máquinas, ter cópias de segurança do que está nos servidores, criptografar dados e oferecer uma tecnologia de assinatura digital.<br><br></div><div>É o que torna mais difícil a perda de informações de forma definitiva e também afasta possíveis fraudes, por exemplo.<br><br></div><div><strong><br>O que é segurança da informação?<br></strong><br></div><div>Já a segurança da informação é um pouco mais abrangente.<br><br></div><div>Ela <strong>se preocupa com a proteção de todos os dados da empresa</strong>.<br><br></div><div>Ou seja, estamos falando desde o armazenamento físico de informações até os dados que são geridos por pessoas.<br><br></div><div>Com isso, as atividades para garantir a segurança da informação são as mais variadas.<br><br></div><div>Elas passam por regras para transporte de computadores e equipamentos de trabalho, acesso remoto à rede da empresa, <strong>política de troca de senhas</strong>, garantir que os funcionários estão usando senhas fortes e até mesmo manuais sobre quais informações podem ser fornecidas a quais pessoas.<br><br></div><div><br>Cibersegurança no Brasil</div><div><br></div><div>Atualmente, o Brasil está<strong> entre os mais conectados do mundo</strong>.<br><br></div><div>Relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento nos colocou no quarto lugar entre os <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-10/relatorio-aponta-brasil-como-quarto-pais-em-numero-de-usuarios-de-internet">países com mais usuários na internet</a>.<br><br></div><div>Ao todo, são <a href="https://mundoconectado.com.br/noticias/v/20022/cresce-o-numero-de-brasileiros-na-internet-pais-soma-152-milhoes-de-conectados">mais de 150 milhões</a> de brasileiros online.<br><br></div><div>Outro número que chega para somar nesse cenário é de uma pesquisa do We Are Social com a Hootsuite.<br><br></div><div>Os dados apontaram que os brasileiros são o segundo povo em <a href="https://canaltech.com.br/internet/brasil-e-o-segundo-pais-do-mundo-a-passar-mais-tempo-na-internet-131925/">número de horas conectadas</a> por dia.<br><br></div><div>Nós estamos ficando <strong>9 horas e 20 minutos online diariamente</strong> – 2h38min a mais do que a média mundial.<br><br></div><div>Porém, apesar do panorama favorável para o fortalecimento dessas práticas, a cibersegurança no Brasil ainda não é uma prática muito comum.<br><br></div><div>O <a href="https://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&amp;UserActiveTemplate=mobile&amp;UserActiveTemplate=site&amp;infoid=37581&amp;sid=128#.XLS8NS-ZN0s">Instituto Ponemon fez uma pesquisa</a>, a pedido da Websense, com quase 400 profissionais de TI e cibersegurança no Brasil, para entender como essa cultura está se desenvolvendo dentro das empresas.<br><br></div><div>Ele mostrou que <strong>36% das equipes nunca comentaram com seus superiores sobre questões de cibersegurança</strong>.<br><br></div><div>Porém, os dados podem ser lidos por um olhar mais positivo também.<br><br></div><div>O levantamento mostrou que 75% dos profissionais acreditam que roubo de propriedade intelectual, violação de dados de clientes e perda de receita por problemas no sistema são as questões mais preocupantes da área.<br><br></div><div>Ou seja, <strong>existe uma crescente preocupação com cibersegurança</strong>.<br><br></div><div>Vale citar ainda que apenas 42% dos profissionais brasileiros pensam que as corporações investem o suficiente em cibersegurança, e que 58% delas não falam com seus funcionários sobre questões relacionadas a esse assunto.<br><br></div><div>Isso significa que <strong>há espaço para um aumento nos investimentos </strong>com pessoal e tecnologia para agir contra os crimes cibernéticos.<br><br></div><div>Analisando a incidência dos crimes digitais por aqui, fica claro que essa é uma tendência para o futuro.<br><br></div><div>Há alguns anos, o Brasil chegou a ter <a href="https://canaltech.com.br/seguranca/ciberseguranca-no-brasil-numero-de-sites-maliciosos-cresce-83-78103/">83% de crescimento nos ataques</a> através de phishing, que levam os clientes a acessar sites maliciosos a partir de mensagens falsas por e-mail.<br><br></div><div>E não para por aí: uma <a href="https://www.symantec.com/content/dam/symantec/docs/reports/2016-norton-cyber-security-insights-comparisons-brazil-en.pdf">pesquisa da Norton</a> mostrou que <strong>mais de 42 milhões de pessoas foram atingidas</strong> por crimes cibernéticos no Brasil e que isso resultou em um prejuízo de mais de US$ 10 bilhões.<br><br></div><div><br>Cibersegurança no mundo</div><div><br></div><div>Mundialmente falando, os números relacionados à cibersegurança são melhores do que no cenário nacional, mas ainda assustam.<br><br></div><div>Quase <strong>690 milhões de pessoas em 21 países</strong> estudados (cerca de 31% dos usuários de internet dessa amostra) foram afetados por crimes digitais.<br><br></div><div>A perda financeira por causa disso foi de cerca de US$ 125 bilhões em apenas um ano.<br><br></div><div>O <strong>Fórum Econômico Mundial </strong>também trouxe o tema para a pauta e esse tipo de crime foi taxado como o sexto maior em impacto.<br><br></div><div>A expectativa é de que esses ataques custem até <a href="https://oglobo.globo.com/economia/para-executivos-maior-ameaca-dos-ataques-ciberneticos-a-quebra-de-privacidade-dos-clientes-22329813">US$ 8 trilhões</a> a empresas do mundo todo nos próximos 5 anos.<br><br></div><div>Apesar disso, <strong>há uma movimentação em curso por parte das empresas e países</strong> para tratar mais seriamente as questões de cibersegurança.<br><br></div><div>Um dos sinais dessa preocupação é o aumento de cargos de CISO nas grandes empresas.<br><br></div><div>O <a href="https://www.arcon.com.br/blog/quem-e-o-chief-information-security-officer">CISO (Chief Information Security Officer)</a> é o responsável por definir padrões de controle de dados, implementar processos de manutenção e decidir quais serão as <strong>estratégias usadas para conter os ataques</strong>.<br><br></div><div>O próprio governo dos Estados Unidos contratou um executivo para essa posição.<br><br></div><div>Além disso, tomou medidas também para <a href="https://www.computerworld.com/article/3031374/us-government-wants-to-sharply-increase-spending-on-cybersecurity.html">aumentar em 35% seus gastos com segurança da informação</a>, chegando a US$ 1,9 bilhão em investimentos.<br><br></div><div>A Europa também não fica para trás quando o assunto é cibersegurança.<br><br></div><div>Países do bloco lançaram em 2018 uma lei para <strong>pressionar seus parceiros comerciais a protegerem os dados </strong>em transações entre companhias.<br><br></div><div>A lei, chamada <a href="https://oglobo.globo.com/economia/para-executivos-maior-ameaca-dos-ataques-ciberneticos-a-quebra-de-privacidade-dos-clientes-22329813">Regulamento Geral da Proteção de Dados</a>, obriga empresas com clientes na União Europeia a reportar aos órgãos de proteção de dados em até 72 horas qualquer ataque digital registrado.<br><br></div><div>Caso isso não seja cumprido, as <strong>multas podem chegar a 20 milhões de euros</strong>.<br><br></div><div>Como veremos no próximo tópico, esses movimentos são positivos para quem já é ou deseja se tornar um profissional de cibersegurança.<br><br></div><div>Afinal, a pressão europeia obriga empresas nos demais países a reagir e se proteger de ataques cibernéticos para se manterem internacionalmente competitivas.<br><br></div><div><br>Exemplos de ameaças combatidas pela cibersegurança<br><br></div><div>Exemplos de ameaças combatidas pela cibersegurança<br><br></div><div>Ataques DDoS, malwares e APTs são apenas alguns dos muitos tipos de ataques virtuais que uma pessoa ou rede em uma empresa podem sofrer.<br><br></div><div>A variedade de ameaças, aliás, vem <strong>justificando os altos investimentos</strong> que governos e instituições privadas vêm fazendo em cibersegurança.<br><br></div><div>Afinal, contra um inimigo multifacetado não se brinca.<br><br></div><div>É preciso adotar medidas de controle sofisticadas para <strong>dificultar ao máximo a vida dos potenciais invasores</strong>.<br><br></div><div>No entanto, existem certos tipos de ameaças mais frequentes que outras, considerando os objetivos a que se propõem e a maior facilidade em levá-las adiante.<br><br></div><div>Conheça a seguir quatro delas.<br><br></div><div><strong><br>Ataque man-in-the-middle<br></strong><br></div><div>Os ataques do tipo man-in-the-middle (MITM) consistem no <strong>roubo de dados confidenciais por um invasor</strong> que intercepta uma comunicação.<br><br></div><div>Geralmente, esse é um ataque que visa mais ao roubo de dados bancários, mas eles podem ser direcionados para qualquer tipo de transação online.<br><br></div><div>Uma das formas de agir dos cibercriminosos que utilizam o MITM é o envio de faturas falsas para o e-mail das vítimas.<br><br></div><div>Eles também podem se aproveitar de <strong>falhas de segurança em routers</strong>, criando uma rede falsa na qual as pessoas se conectam.<br><br></div><div>A partir disso, eles ganham liberdade para interceptar todas as comunicações, passando a ter o controle sobre toda informação trocada.<br><br></div><div><strong><br>Malware<br></strong><br></div><div>Talvez a mais recorrente das ameaças virtuais sejam os malwares, softwares contendo <strong>instruções maliciosas visando ao roubo de informações</strong>, entre outros objetivos fraudulentos.<br><br></div><div>Nesse tipo de ameaça virtual, o hacker mal-intencionado envia por e-mail ou mesmo por aplicativos de mensagens um link que, se clicado, leva à instalação desse programa.<br><br></div><div>No correio eletrônico, os malwares são enviados na forma de anexos que, por sua vez, levam a aplicações do tipo .exe (executável).<br><br></div><div>Por essa razão, é fundamental contar com programas antivírus ou proteção extra em contas de e-mail que possam detectar essa forma de ameaça, evitando sua propagação.<br><br></div><div><strong><br>Ransomware<br></strong><br></div><div>Ransomware é um tipo de malware cuja finalidade é <strong>bloquear o acesso a arquivos e diretórios</strong> de um dispositivo.<br><br></div><div>Dessa forma, os invasores cobram uma espécie de “resgate” para devolver o acesso a esses dados, configurando assim um crime de extorsão.<br><br></div><div>O principal risco, nesse caso, é o pagamento do valor exigido pelo criminoso que, mesmo assim, não devolve o acesso aos arquivos bloqueados por criptografia.<br><br></div><div>Isso faz desse delito virtual mais recorrente entre empresas que, como tais, teriam mais dados confidenciais para proteger e maior poder econômico para pagar altas somas aos estelionatários.<br><br></div><div><strong><br>Phishing</strong><br><br></div><div><br></div><div>Embora seja relativamente mais fácil de detectar, as tentativas de phishing podem ser bastante convincentes.<br><br></div><div>Isso porque, nessa modalidade de ciberataque, os crackers <strong>se fazem passar por empresas sérias</strong> por meio de e-mails solicitando certos tipos de dados.<br><br></div><div>É o que acontece, por exemplo, nas mensagens falsamente assinadas por bancos, solicitando recadastramento de senhas.<br><br></div><div>Os ataques do tipo phishing têm também o objetivo de roubar dados de cartões de crédito ou de carteiras eletrônicas como o Paypal.<br><br></div><div><br>O que fazer para garantir a cibersegurança nas empresas?<br><br></div><div>Em razão dos <strong>imensos prejuízos</strong> que podem ser causados por ataques virtuais, todo cuidado é pouco quando se trata de cibersegurança.<br><br></div><div>Nesse sentido, junto ao setor ou a um especialista em TI, é fundamental adotar medidas preventivas para <strong>evitar vazamento de dados sigilosos</strong> e <a href="https://fia.com.br/blog/big-data/">suas fontes</a>.<br><br></div><div>Confira abaixo:<br><br></div><ul><li>Realize backups regularmente !!!</li><li>Tenha mecanismos de controle de acesso</li><li>Invista em uma solução antivírus profissional</li><li>Defina sua política de segurança interna</li><li>Tenha uma conexão blindada</li><li>Use <a href="https://fia.com.br/blog/assinatura-eletronica/">assinaturas digitais</a></li><li>Faça o monitoramento de sistemas e redes</li><li>Promova treinamentos para as equipes de TI.</li></ul><div><br>A importância da cibersegurança na indústria 4.0<br><br></div><div>Em um contexto no qual todos os processos produtivos são digitais ou digitalizáveis, a cibersegurança ganha ainda mais <strong>relevância</strong>.<br><br></div><div>As empresas tendem a estruturar seus processos cada vez mais online, como preconizam os princípios da chamada <strong>indústria 4.0</strong>.<br><br></div><div>Nela, a internet, cloud computing e conceitos como <a href="https://fia.com.br/blog/internet-das-coisas/">Internet das Coisas</a> (IoT) e Bring Your Own Device (BYOD), entre outros, pautam as decisões e o modo de produzir das empresas.<br><br></div><div>Por isso, é fundamental investir em sistemas capazes de <strong>antecipar ameaças virtuais</strong> e, ao mesmo tempo, definir protocolos e políticas para evitar a exposição a elas.<br><br></div><div><br>As principais tendências de cibersegurança para os próximos anos&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br></div><div>Considerando o que dizem as estatísticas e o que sugere o próprio mercado, é possível apontar <strong>tendências em cibersegurança que devem se consolidar</strong> no <a href="https://fia.com.br/blog/profissoes-do-futuro/">futuro próximo</a>.<br><br></div><div>São elas:<br><br></div><ul><li>Soluções baseadas em <a href="https://fia.com.br/blog/inteligencia-artificial/">Inteligência Artificial</a> (IA)</li><li>Maior presença dos especialistas em <a href="https://fia.com.br/blog/compliance-digital-e-a-lgpd/">Compliance</a></li><li>Ciberataques em empresas de saúde e do tipo ransomware</li><li>Ataques zero-day</li><li>Sofisticação dos ataques por phishing</li><li>Invasões buscando dados financeiros.</li></ul><div><br>Profissões do futuro e cibersegurança<br><br></div><div>Podemos dizer que já agora, no presente, os dados são os reis de qualquer<strong> tomada de decisão em uma empresa</strong>.<br><br></div><div>Não é à toa que cada vez mais a expressão <a href="https://fia.com.br/blog/big-data/">big data</a> vem sendo associada a um trabalho assertivo junto ao público-alvo de cada companhia.<br><br></div><div>Além disso, as empresas brasileiras (e por todo o mundo) estão <a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/empresas-brasileiras-investem-cada-vez-mais-em-tecnologias-com-cloud-computing,d3e6469b024fbe19162c8a80f571bc879p747xpg.html">investindo mais em cloud computing</a>.<br><br></div><div>E, claro, onde tem informações trafegando e servidores sendo acionados, o profissional de cibersegurança se faz muito necessário.<br><br></div><div>O primeiro passo para se tornar um é investir em uma <strong>graduação em Tecnologia da Informação</strong>.<br><br></div><div>Porém, a cibersegurança é uma das várias áreas dentro TI.<br><br></div><div>Logo, você terá que se especializar e fazer cursos complementares.<br><br></div><div>Para isso, busque se aprofundar no <strong>universo de segurança em hardwares</strong>, pesquise cursos sobre <a href="https://fia.com.br/blog/criptomoedas/">blockchain</a>, criptografia, segurança na nuvem e formação de redes seguras.<br><br></div><div>Vale também estudar mais sobre cibersegurança para celulares, já que esses aparelhos são responsáveis por <a href="http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&amp;infoid=48954&amp;sid=18">boa parte das fraudes digitais</a>, especialmente através de apps maliciosos.<br><br></div><div>O importante é <strong>se manter atualizado </strong>com as tecnologias que surgem a todo momento para a proteção de dados.<br><br></div><div><br>Quais são as principais atribuições de um profissional de cibersegurança?<br><br></div><div>A exemplo de <a href="https://fia.com.br/blog/dpo/">outros profissionais de segurança</a>, o especialista nessa área tem como principal função <strong>proteger as empresas das ameaças virtuais</strong>.<br><br></div><div>Também são atribuições dos profissionais de cibersegurança:<br><br></div><ul><li>Fazer a detecção, análise e qualificação de eventuais incidentes</li><li>Gerenciar as atividades de um Centro Operacional de Segurança (COS)</li><li>Orientar equipes sobre medidas de controle a serem adotadas em casos reais</li><li>Identificar as fontes de potenciais ataques</li><li>Supervisionar a aplicação e operacionalidade das políticas de cibersegurança</li><li>Registrar informações de interesse visando a ampliar o conhecimento sobre os focos de ameaça e medidas protetivas</li><li>Monitoramento ininterrupto de vulnerabilidades de hardware e de software.</li></ul><div><br>Tipos de cargos e profissões relacionados à cibersegurança<br><br></div><div>Como acabamos de ver, a cibersegurança aparece com destaque entre as <a href="https://fia.com.br/blog/profissoes-do-futuro/">profissões do futuro</a>.<br><br></div><div>Mas quais são os cargos relacionados a essa área?<br><br></div><div>Em uma rápida pesquisa, você encontra menções no mercado a posições como<strong> analista de cibersegurança</strong>, engenheiro de cibersegurança e consultor de cibersegurança.<br><br></div><div>Também cabe lembrar do cargo de CISO (Chief Information Security Officer), uma tendência fora do país, mas que logo deve aparecer com destaque nas empresas brasileiras.<br><br></div><div>Há, ainda, <a href="https://www.informatico.pt/blog/10-melhores-profissoes-para-trabalhar-em-tecnologia/">vagas relacionadas</a> à <strong>segurança da informação</strong>, que, como destacamos antes, costumam ser mais abrangentes, mas também abordam a cibersegurança.<br><br></div><div><br>Exemplos de empresas de cibersegurança<br><br></div><div>Profissionais que já possuem a formação necessária ou desejam se especializar em cibersegurança devem estar atentos aos mercados.<br><br></div><div>Isso significa <strong>avaliar as oportunidades</strong> e também conhecer as empresas que são referência nessa área de atuação.<br><br></div><div>Para ajudar você nessa missão, separamos informações sobre duas gigantes do mercado.<br><br></div><div>São exemplos de empresas de cibersegurança que podem inspirar você em sua <a href="https://fia.com.br/blog/plano-de-carreira/">carreira</a>.<br><br></div><div><strong><br>ESET<br></strong><br></div><div>A <a href="https://www.eset.com/br/sobre/blog/corporativo/apresentamos-o-maior-escritorio-de-ciberseguranca-do-mundo/">ESET</a> é um centro de excelência em segurança tecnológica que se propôs a construir o que deve ser, segundo a empresa, o <strong>maior escritório de cibersegurança do mundo</strong>, em Bratislava, capital da Eslováquia.<br><br></div><div>Entre as características da construção, destacamos os 25 mil metros quadrados de escritórios e a previsão de<strong> abrigar até 1.400 empregados </strong>(800 a mais do que os escritórios atuais).<br><br></div><div>Assim, os melhores profissionais da área poderão se concentrar no mesmo lugar, fornecendo soluções de cibersegurança para outras empresas.<br><br></div><div><strong><br>Chronicle<br></strong><br></div><div>A <a href="https://chronicle.security/">Chronicle</a> é uma <strong>empresa irmã do Google</strong>.<br><br></div><div>Foi lançada no início de 2018, época em que muitas empresas norte-americanas vinham sofrendo ataques digitais.<br><br></div><div>Uma delas, por exemplo, foi a Sony, que teve suas <a href="https://www.tecmundo.com.br/seguranca/121029-grupo-hacker-invade-perfis-sony-diz-ter-base-dados-da-psn.htm">redes sociais tomadas</a> e os dados dos jogadores de PlayStation vazados.<br><br></div><div>Para lidar com esse problema, a Chronicle oferece uma <strong>vigilância sobre o nível de segurança cibernética de empresas</strong>, além de um serviço de um potente antivírus para usuários de internet individuais.<br><br></div><div>Usando <a href="https://fia.com.br/blog/machine-learning/">machine learning</a> para aperfeiçoar o seu processo, a Chronicle estreou com o pé direito no mercado.<br><br></div><div>Atualmente, vem testando seus produtos em algumas das 500 maiores empresas do mundo, de acordo com a Revista Fortune.<br><br></div><div><br>5 razões para se especializar na carreira em cibersegurança<br><br></div><div>5 razões para se especializar na carreira em cibersegurança<br><br></div><div>Tem interesse na área? Ou ainda está na dúvida se segue essa carreira?<br><br></div><div>Veja cinco razões para você investir em cibersegurança para o seu <strong>futuro profissional</strong>.<br><br></div><div><strong><br>1. Há muitas vagas em cibersegurança<br></strong><br></div><div>Enquanto determinadas ocupações sofrem com o desemprego, quem escolhe a cibersegurança está em ascensão.<br><br></div><div>Outra informação útil para quem pensa em se especializar nessa área é a de que<strong> falta mão de obra especializada</strong> para assumir os cargos ofertados.<br><br></div><div>A Cybersecurity Nexus afirma que 59% das organizações de cibersegurança no mundo têm <a href="https://www.ti.rio/info/41965/carreira-em-ciberseguranca-paga-bem-mas-faltam-profissionais-qualificados">5 candidatos competindo por cada vaga</a> – bem abaixo da média de outras profissões.<br><br></div><div>Por fim, vale conferir os dados do <a href="http://tiinside.com.br/tiinside/seguranca/mercado-seguranca/31/10/2018/estudo-revela-a-falta-de-quase-3-milhoes-de-profissionais-de-ciberseguranca-no-mundo/">Cybersecurity Workforce Study</a>, que descobriu que faltavam mais de 3 milhões de profissionais de cibersegurança no mundo.<br><br></div><div>Só na América Latina, o <strong>déficit de profissionais </strong>chega a 136 mil cargos.<br><br></div><div><strong><br>2. Você terá chances de trabalhar no mundo todo<br></strong><br></div><div>Como falamos acima, faltam profissionais especializados para assumir cargos de cibersegurança, <strong>inclusive nos países mais desenvolvidos</strong>, onde essa prática já é mais comum e os investimentos são maiores.<br><br></div><div>Se trabalhar no exterior é uma meta, vale investir em um bom curso de inglês e praticar o idioma.<br><br></div><div>Isso sem falar na própria especialização na área, é claro.<br><br></div><div>Com a carência de profissionais de cibersegurança no mercado, você terá boas chances de conseguir o posto tão desejado.<br><br></div><div><strong><br>3. Os salários em cibersegurança valem a pena<br></strong><br></div><div>A oferta de vagas maior do que a demanda de bons profissionais <strong>incentiva a alta remuneração</strong> no mercado.<br><br></div><div>Isso sem falar em salários pagos em dólar ou euro, que é o caso daqueles que escolhem uma empresa fora do Brasil.<br><br></div><div>Segundo a <a href="https://www.roberthalf.com.br/guia-salarial">consultoria Robert Half</a>, os ganhos de um analista de cibersegurança, que é o patamar inicial da carreira na área, giravam em torno de R$ 3 mil mensais.<br><br></div><div>Já um gerente de cibersegurança pode contar com <strong>salários acima dos R$ 20 mil</strong>.<br><br></div><div><strong><br>4. É uma área em crescimento</strong><br><br></div><div><br><br></div><div>Quando falamos de cibersegurança, estamos nos referindo a um mercado no qual as políticas ainda precisam ser decididas e estabelecidas, tanto para empresas quanto para governos.<br><br></div><div>Ou seja, <strong>ainda está em estágio embrionário</strong>, mas com grande expectativa de crescimento.<br><br></div><div>Em boa parte, isso se justifica porque o número de ataques digitais aumenta em todo o mundo, inclusive no Brasil.<br><br></div><div>Um dos casos mais famosos foi o de um vírus chamado <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/WannaCry">WannaCry</a>, um tipo de ransomware (vírus de resgate) que sequestrou dados em mais de 300 mil computadores em 150 países.<br><br></div><div>As empresas também estão progressivamente mais dependentes de seus sistemas internos para funcionar.<br><br></div><div>Isso sem falar que o <a href="https://www.valor.com.br/carreira/4175052/trabalho-remoto-cresce-mais-no-brasil-aponta-pesquisa">trabalho remoto</a> se configura aos poucos como realidade de muitas companhias, chegando a 44% das empresas no Brasil.<br><br></div><div>Combinando todos esses fatores, o que se desenha é o cenário de um <strong>futuro que irá pedir cada vez mais profissionais de cibersegurança</strong> nas empresas.<br><br></div><div>Sua função será a de garantir que os dados estejam guardados e protegidos, não importa qual ameaça apareça ou de qual país eles estejam sendo acessados.<br><br></div><div><strong><br>5. Você estará em constante evolução<br></strong><br></div><div>Para quem gosta da ideia de trabalhar com algo que ama e não quer passar o resto da vida fazendo a mesma coisa, a cibersegurança é um bom caminho a se trilhar.<br><br></div><div>Afinal, os sistemas estão em constante evolução e <strong>novos crimes digitais aparecem todos os dias</strong>.<br><br></div><div>Ou seja, os desafios serão constantes.<br><br></div><div>Por isso, o ideal é que o profissional dessa área seja alguém que se atualiza com frequência, criativo nas soluções, incansável para lidar com os problemas e atento aos detalhes para evitar qualquer falha no sistema.<br><br></div><div><br>O</div><div><br></div><div><br><a href="https://www.freelancermap.com/freelancers-directory.html?qall=cybersecurity+engineer&amp;profisuche=1&amp;utm_source=blog&amp;utm_medium=career-PT"><br></a><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-08 14:58:23 UTC</pubDate>
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