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      <title>Vanguardas Europeias - Surrealismo by </title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-13 17:48:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
         <link>https://padlet.com/natalianalmeida7/93lcdq3ubyad4shs/wish/2991130640</link>
         <description><![CDATA[<p>O Surrealismo (1924), vanguarda artística que começou na Europa pós-Primeira Guerra Mundial, representou um grito de rebeldia contra a barbárie da guerra e a fragilização da ordem social. Em um cenário de desilusão com a razão e a lógica, o movimento propôs uma ruptura radical com as normas tradicionais, buscando novas formas de expressão e interpretação da realidade.<br><br>Inspirado pelo Dadaísmo, o Surrealismo valorizou o automatismo psíquico, a livre expressão do subconsciente e a busca pelo "maravilhoso" no cotidiano. As obras surrealistas, muitas vezes oníricas e perturbadoras, exploravam os desejos reprimidos, os sonhos e os meandros da mente humana.<br><br>Sigmund Freud e sua psicanálise tiveram papel fundamental no desenvolvimento do Surrealismo. A valorização do inconsciente, a análise dos sonhos e a exploração dos desejos reprimidos ofereceram aos artistas ferramentas para descobrir os segredos da mente e libertar a criatividade.<br><br>A tecnologia em ascensão, com a popularização da luz elétrica, da fotografia e do cinema, também influenciou o Surrealismo. As novas tecnologias permitiram aos artistas explorar novas formas de expressão e questionar a própria natureza da realidade.<br><br>O Surrealismo contou com diversos artistas talentosos, como Salvador Dalí, Max Ernst, Joan Miró e Frida Kahlo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 18:04:57 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Filho do Homem&quot;, René Magritte</title>
         <author>freitasthauane064</author>
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         <description><![CDATA[<p>O quadro “Filho do Homem” foi feito por René Magritte no ano de 1964, a pedido de um amigo chamado Harry Torczyner. De início a pintura tinha como objetivo representar um auto retrato, entretanto o autor apresentou dificuldades para representar sua própria forma, alegando ter um “problema de consciência”. Sendo assim, como resultado final da obra foi feito um homem com seu cotovelo ao contrário, usando um terno com gravata, um chapéu e uma maçã escondendo seu rosto.</p><p><br/></p><p>Para uma análise mais detalhada, deve-se atentar ao uso da maçã que cobre a face do homem pintado, pois ela sugere algo escondido e invisível, que não se pode observar de primeira. Paralelamente, remete-se ao que se oculta diante de outras pessoas para que seja possível a preservação de sua reputação, sendo comparada com o ato de mascarar um “pecado". Desta forma, o fruto remete àquele que Adão e Eva consumiram, sendo visto como uma representação de sua faceta pecaminosa por não ser alguém “perfeito”.</p><p><br/></p><p>A maçã ocultando o rosto do homem pode também se comparar a um anonimato da persona retratada, que em conjunto às roupas relativamente genéricas para com a época, visa capturar a ideia de que aquele sentimento poderia ser generalizado para a identificação pessoal de qualquer um vendo a obra.</p><p><br/></p><p>Os detalhes menores da obra, como o cotovelo virado, a pose pouco natural, e o cenário distante e taciturno contribuem para uma estranheza característica do autor, que visava causar desconforto no espectador. Também se trata de uma característica do surrealismo, considerando que a pintura é tecnicamente realista, visto que aplica conceitos sólidos de luz e sombra, um cenário próximo à uma paisagem real e cores convencionais. Em paradoxo a isso, esses pequenos detalhes incomodantes, além da maçã anteriormente citada, fazem a fuga ao que seria uma pintura realista convencional.</p><p><br/></p><p>Ao analisar a pintura mais de perto, nota-se que o olho esquerdo do homem está visível para quem a observa. Essa alusão pode estar ligada com o falecimento da mãe de Magritte, tendo em vista que em seu leito de morte foi encontrada vestindo uma camisa que tampava seu rosto com exceção do olho esquerdo. Sendo assim, a obra representa um momento marcante de sua vida sem que seja necessário mostrá-la de fato, fazendo com que sua história esteja presente mesmo que a representação do homem não seja seu auto retrato.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Ademais, uma pequena parte do olho direito do homem pode ser visto espreitando por cima da maçã, quase como se ele também tivesse uma curiosidade para saber o que há atrás da fruta, tanto quanto o espectador, o que denota a natureza do fruto do conhecimento, a busca pelo que está oculto.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 18:13:04 UTC</pubDate>
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         <title>Comparação da obra com artistas brasileiros</title>
         <author>freitasthauane064</author>
         <link>https://padlet.com/natalianalmeida7/93lcdq3ubyad4shs/wish/3002314008</link>
         <description><![CDATA[<p>As influências de René Magritte em artistas brasileiros é perceptível nas obras de Ismael Nery. Ambos tinham interesse em abordar questões filosóficas e existenciais em suas obras, retratando pessoas de maneira a explorar e expor as diferentes percepções da consciência humana e ainda associando suas pinturas com elementos paradoxais.</p><p> </p><p>Na pintura “Filho do Homem”, René representa o personagem de forma extremamente naturalista, porém, apresentando também o lado mais sombrio do inconsciente humano, como por exemplo: a figura da maçã como o pecado. Nery ficou igualmente conhecido por realizar autorretratos ilógicos, colocando a si mesmo como a ilustração de Satã, Cristo e toureiro em um único indivíduo.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Além disso, assim como René não tinha disposição para detalhar as feições dos rostos de seus sujeitos nas obras, Tarsila do Amaral, desenvolvendo o quadro “Abaporu”, decide praticar o mesmo exercício, posicionando sua atenção para detalhes do ambiente e do corpo do personagem.</p><p><br/></p><p>Vale ressaltar que Magritte inspirou esses mesmos artistas a utilizarem colorações e tonalidades intensas nas pinturas de suas artes.&nbsp;&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 21:48:19 UTC</pubDate>
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         <title>Trecho de “Aproximação do Terror”, Murilo Mendes</title>
         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p>1<br>Dos braços do poeta<br>Pende a ópera do mundo </p><p>(Tempo, cirurgião do mundo):</p><p><br>O abismo bate palmas,<br>A noite aponta o revólver.<br>Ouço a multidão, o coro do universo, </p><p>O trote das estrelas<br>Já nos subúrbios da caneta:<br>As rosas perderam a fala. <br>Entrega-se a morte a domicílio.<br>Dos braços...<br>Pende a ópera do mundo.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 12:29:41 UTC</pubDate>
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         <title>Análise</title>
         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p>O texto acima é focado no ato de criar de um artista, no caso, de um poeta. O uso de metáfora é bastante recorrente e explicita o tom surrealista da obra com imagens oníricas. Quanto à estrutura, são usados versos livres (sem métrica nem rimas), que tornam a poesia mais espontânea.</p><p>Na primeira estrofe, a ópera referenciada no poema remete à bela dramaticidade de viver e produzir, ampliada ao sentido mundial, uma vez que tal sentimento engloba as convivências interpessoais. De modo semelhante, tal visão pode se correlacionar à frase de Machado de Assis, “A vida é uma ópera, e uma grande ópera”. Assim, conforme indicado nos dois versos iniciais, a dramaticidade parece estar pendurada nos braços do eu-lírico como se estivesse a um fio de abandoná-lo. Já o tempo, descrito como cirurgião do mundo, tem a função figurativa de remendar e cicatrizar as feridas abertas pela vida.<br>Na segunda estrofe, o eu-lírico, ao escrever sua ópera, recebe reconhecimento de ninguém além dos cosmos noturnos, tornando a atmosfera poética mais sombria e solitária. Até que não há mais o que criar, “as rosas perderam a fala”, e essa é a morte "entregue a domicílio" do artista. Agora, dos seus braços mortos, pende o drama restante que tenta se segurar ao poeta.</p><p>Em suma, o caráter surrealista do poema é acentuado a partir do uso das figuras de linguagem e da maneira como ele é estruturado. A fantasia noturna indica o fluxo de consciência de um artista só e sentimental, que acredita no poder de criação artística tão veemente que, devido a sua função, vive e morre por ela.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 12:32:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p>SOUZA, Warley. Surrealismo. <strong>Português</strong>, [<em>S. l.</em>], p. 1-1. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.portugues.com.br/literatura/surrealismo.html">https://www.portugues.com.br/literatura/surrealismo.html</a>. Acesso em: 22 maio 2024.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 12:39:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p>AIDAR, Laura. Surrealismo. <strong>Toda Matéria</strong>, <em>[s.d.]</em>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/surrealismo/">https://www.todamateria.com.br/surrealismo/</a>. Acesso em: 22 mai. 2024</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 12:40:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p>HUGO, Vitor. Surrealismo: Contexto, características e artistas do movimento. <strong>Conhecimento Científco</strong>, [<em>S. l.</em>], p. 1-1, 11 ago. 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conhecimentocientifico.r7.com/surrealismo/">https://conhecimentocientifico.r7.com/surrealismo/</a>. Acesso em: 22 maio 2024.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 12:42:12 UTC</pubDate>
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         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p>MENDES, Murilo. <strong>Poesia Completa</strong>. Rio de Janeiro, 1994.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 12:46:57 UTC</pubDate>
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         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>1. Libertação da Linguagem</strong></p><p>As palavras transcendem seu significado literal, ganhando vida própria e criando novas conexões de sentido. A linguagem se liberta da lógica e da razão, abrindo espaço para a livre expressão da criatividade e do subconsciente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:27:35 UTC</pubDate>
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         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>2. Escrita Automática</strong></p><p>Permite que o autor capture seus pensamentos e imagens sem filtros racionais, liberando o fluxo livre da consciência e revelando os pensamentos do subconsciente. Textos fragmentados, oníricos e aparentemente sem sentido emergem dessa técnica, convidando o leitor a conhecer a mente humana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:28:01 UTC</pubDate>
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         <author>natalianalmeida7</author>
         <link>https://padlet.com/natalianalmeida7/93lcdq3ubyad4shs/wish/3004024220</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>3. Exploração do Sonho e do Inconsciente</strong></p><p>Sonhos, fantasias e desejos reprimidos são a matéria-prima da literatura surrealista. Através da análise e da descrição dos sonhos, os autores exploram os meandros da psique humana, revelando seus aspectos mais obscuros e insondáveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:28:33 UTC</pubDate>
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         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>4. Colagem e Fragmentação</strong></p><p>A técnica da colagem combina elementos díspares e aparentemente desconexos, criando textos fragmentados e multifacetados que desafiam a lógica e a razão. Essa desconstrução da realidade convida o leitor a questionar suas próprias percepções e a buscar novas formas de interpretar o mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:28:58 UTC</pubDate>
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         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>5. Subversão da Linearidade Temporal</strong></p><p>O tempo linear é rompido, dando lugar a uma narrativa fragmentada e não linear. Passado, presente e futuro se entrelaçam, criando uma atmosfera onírica e atemporal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:29:20 UTC</pubDate>
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         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>6. Engajamento Sociopolítico</strong></p><p>Apesar de sua estética vanguardista, a literatura surrealista não se distancia da realidade social e política de seu tempo. Autores surrealistas se engajam em críticas contundentes à ordem social vigente, utilizando a literatura como ferramenta de transformação e contestação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:29:48 UTC</pubDate>
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         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>7. Simbolismo e Ambiguidade</strong></p><p>A utilização de símbolos multifacetados e de imagens oníricas cria uma atmosfera de mistério e ambiguidade, convidando o leitor a diversas interpretações e reflexões. O significado final da obra se torna uma construção individual, dependendo da bagagem cultural e das experiências do leitor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:30:39 UTC</pubDate>
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         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>8. Humor ácido e ironia</strong></p><p>O humor ácido e a ironia são ferramentas utilizadas pelos autores surrealistas para satirizar a hipocrisia social, denunciar as injustiças e questionar as normas e valores tradicionais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:31:25 UTC</pubDate>
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         <author>natalianalmeida7</author>
         <link>https://padlet.com/natalianalmeida7/93lcdq3ubyad4shs/wish/3005492386</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1. Automatismo Psíquico</strong></p><p>Os artistas buscavam liberar a mente do controle racional e acessar os pensamentos e imagens que surgem diretamente do subconsciente. Essa busca pelo automatismo resultava em obras que muitas vezes eram abstratas, ilógicas e desconexas da realidade convencional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 21:53:16 UTC</pubDate>
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         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>2. Sonhos e Imagens Oníricas</strong></p><p>Os sonhos eram uma fonte constante de inspiração para os artistas surrealistas. Através da representação de imagens oníricas, figuras distorcidas e paisagens fantásticas, os artistas exploravam os desejos reprimidos, os medos e as fantasias que habitam o subconsciente humano. As obras surrealistas convidavam o público a desvendar os segredos do inconsciente e a questionar a própria natureza da realidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 21:53:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>3. Simbolismo e Ambiguidade</strong></p><p>Os artistas utilizavam diversos elementos simbólicos, como animais, objetos inanimados e figuras mitológicas, para criar obras que podem ser interpretadas de diversas maneiras. Essa multiplicidade de significados contribuía para a atmosfera de mistério e intriga que permeia as obras surrealistas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 21:54:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
         <link>https://padlet.com/natalianalmeida7/93lcdq3ubyad4shs/wish/3005492973</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>4. Justaposição e Colagem</strong></p><p>A técnica da colagem era amplamente utilizada pelos artistas surrealistas. Através da justaposição de elementos incongruentes e aparentemente desconexos, os artistas criavam imagens que desafiam a lógica e a razão. Essa combinação do impossível com o real contribuía para a atmosfera onírica e surreal das obras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 21:54:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
         <link>https://padlet.com/natalianalmeida7/93lcdq3ubyad4shs/wish/3005493137</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>5. Figuras Deformes e Proporções Inusitadas</strong></p><p>As figuras humanas nas obras surrealistas são frequentemente deformadas, fragmentadas ou dispostas em proporções inusitadas. Essa distorção da realidade servia para questionar os padrões estéticos tradicionais e para explorar os aspectos mais obscuros da psique humana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 21:55:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>6. Influência da Psicanálise</strong></p><p>As ideias da psicanálise de Sigmund Freud tiveram um impacto significativo no desenvolvimento do Surrealismo nas artes plásticas. Os artistas surrealistas se inspiraram nas teorias de Freud sobre o inconsciente, os sonhos e os desejos reprimidos para criar obras que exploram as profundezas da mente humana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 21:55:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
         <link>https://padlet.com/natalianalmeida7/93lcdq3ubyad4shs/wish/3005493349</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>7. Novas Técnicas e Experimentação</strong></p><p>Os artistas surrealistas constantemente experimentavam novas técnicas e materiais para expressar suas ideias. Eles exploraram técnicas como a fotografia, o cinema e a performance art para criar obras que desafiam os limites da arte tradicional e abrem novas possibilidades de expressão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 21:55:32 UTC</pubDate>
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         <title>Exemplos do Surrealismo na literatura:</title>
         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>1. Os Campos Magnéticos (1920) - André Breton e Louis Aragon</strong></p><p>O primeiro livro surrealista, escrito através da técnica da escrita automática, explorando o fluxo livre de pensamentos e imagens do subconsciente.</p><p><br/></p><p><strong>2. O Castelo de Vidro (1923) - Robert Desnos</strong></p><p>Um romance surrealista que narra a história de um jovem em busca de sua identidade e do amor, em meio a paisagens oníricas e personagens excêntricos.</p><p><br/></p><p><strong>3. Nadja (1929) - André Breton</strong></p><p>Um relato surrealista do encontro de Breton com Nadja, uma mulher misteriosa que o leva a uma jornada pelos meandros do subconsciente e da cidade de Paris.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 21:59:03 UTC</pubDate>
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         <title>Exemplos do Surrealismo nas artes plásticas:</title>
         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 22:00:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
         <link>https://padlet.com/natalianalmeida7/93lcdq3ubyad4shs/wish/3005497112</link>
         <description><![CDATA[<p>No "Manifesto Surrealista" de 1924, André Breton define o surrealismo da seguinte forma:</p><p>"Surrealismo, n.m. Automatismo psíquico puro, pelo qual se propõe exprimir, seja verbalmente, seja por escrito, seja de qualquer outra maneira, o funcionamento real do pensamento. Ditado do pensamento na ausência de qualquer controle exercido pela razão, fora de toda preocupação estética e moral."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 22:03:28 UTC</pubDate>
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         <author>natalianalmeida7</author>
         <link>https://padlet.com/natalianalmeida7/93lcdq3ubyad4shs/wish/3005497142</link>
         <description><![CDATA[<p>Breton também destaca a importância dos sonhos e do inconsciente:</p><p>"Eu creio na resolução futura desses dois estados, aparentemente tão contraditórios, que são o sonho e a realidade, numa espécie de realidade absoluta, de surrealidade, se assim posso chamá-la."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 22:03:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 22:05:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p>Gabriela de Lima Aguiar Souza</p><p>Natália Nascimento Almeida</p><p>Pedro Gonçalves Carlos</p><p>Ryan Minervino Raio</p><p>Sofia Defani Antoniolli Reis</p><p>Thauane Freitas de Oliveira</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 22:07:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>2. Os Amantes (1928) - René Magritte</strong></p><p>Uma pintura icônica que apresenta dois rostos cobertos por panos, questionando a natureza da identidade, da comunicação e do amor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 22:07:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>1. A Persistência da Memória (1931) - Salvador Dalí</strong></p><p>Uma das obras mais famosas do Surrealismo, retrata relógios derretidos em uma paisagem desértica, simbolizando a fluidez do tempo e a relatividade da memória.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 22:08:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalianalmeida7</author>
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         <description><![CDATA[<p>BRETON, André. <strong>Manifesto do Surrealismo</strong>. São Paulo: L&amp;PM, 2010.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 23:14:16 UTC</pubDate>
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