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      <title>Meu padlet formidável by DANIEL ISAQUE DE ARAUJO ALVES</title>
      <link>https://padlet.com/araujoalvesdaniel/916yt2dknt5ayqgj</link>
      <description>Criado com estilo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-18 18:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>AVA 1 - 2º TRIM - ORIGENS DAS CIÊNCIAS HUMANAS- Daniel Isaque de Araújo Alves, n°:31, 3°A</title>
         <author>araujoalvesdaniel</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 21:08:38 UTC</pubDate>
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         <title>-Psicologia-</title>
         <author>araujoalvesdaniel</author>
         <link>https://padlet.com/araujoalvesdaniel/916yt2dknt5ayqgj/wish/2224691086</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>a)A ciência da psicologia:<br>&nbsp;</strong>A psicologia é a ciência que estuda os comportamentos e os processos cognitivos como percepção, atenção, memória, motivação, entre outros. Logo, suas descobertas científicas podem ser úteis e aplicáveis nas mais diversas situações do dia a dia das pessoas, desde comportamentos simples como escolher que roupa vai usar até situações mais complexas como estratégias que funcionam na educação dos filhos ou na prevenção do uso de drogas. O objetivo deste trabalho é contextualizar o ensino da ciência psicológica a partir da representação social do psicólogo e da psicologia e discutir como a psicologia tem se comunicado com seu público. Estudos sobre representação social mostraram que muitas pessoas ainda tem o pensamento de que o papel do psicólogo é assistencialista e baseado em intuições e não em método científico. Para minimizar as distorções existentes sobre o papel do psicólogo e sobre o objeto e os métodos de estudo da psicologia sugere-se um aprimoramento na forma de promoção da divulgação desta ciência, com principal foco na adequação da linguagem e do veículo de comunicação ao perfil da audiência. Este trabalho poderá contribuir para uma maior valorização da psicologia enquanto ciência e profissão.<br><br></div><div>https://www.youtube.com/watch?v=QUW3UoRkc1E<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 21:10:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>araujoalvesdaniel</author>
         <link>https://padlet.com/araujoalvesdaniel/916yt2dknt5ayqgj/wish/2224694013</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>c)áreas de estudo ou pesquisa da psicologia:&nbsp;<br><br>As 15 principais áreas da Psicologia<br></strong><br></div><div>Com a segmentação do mercado, várias áreas da Psicologia ganharam autonomia suficiente para se configurarem como campos de atuação de prestígio e alto potencial de crescimento. Engana-se, portanto, quem acredita que o psicólogo só pode atuar em consultórios e com terapias.<br><br></div><div>Há, na verdade, várias áreas da Psicologia e, como falamos, a carreira apresenta muitas oportunidades nos tempos atuais. Por isso, é essencial conhecer melhor suas opções para saber qual caminho tem mais a ver com o seu perfil. Isso é essencial, inclusive, para ajudar você a elaborar um<a href="https://www.faculdadearnaldo.com.br/blog/o-que-e-plano-de-carreira"> plano de carreira</a> bem-sucedido para alcançar os seus objetivos, independentemente de quais sejam.<br><br></div><div>A vantagem de se programar é que, no final das contas, você pode colher bons frutos e manter a motivação lá em cima para desenvolver o seu potencial ao máximo, até que seus sonhos profissionais sejam realizados.<br><br></div><div>Considerando isso, listamos a seguir as principais possibilidades de atuação na área da Psicologia para você conhecer e avaliar com cuidado. Quem sabe o seu <a href="https://www.faculdadearnaldo.com.br/blog/perfil-profissional">perfil profissional</a> não se encaixa em alguma delas? Confira a lista nos próximos tópicos para ficar por dentro de tudo!<br><br></div><div><strong>1. Psicologia Educacional<br></strong><br></div><div>Um dos papéis da escola é atuar como guia na construção do caráter de seus alunos, na edificação de sua cidadania e no desenvolvimento de habilidades e competências socioemocionais essenciais para a convivência em sociedade. Afinal, a educação é um processo que ocorre em duas frentes: uma delas no âmbito familiar e a outra na instituição de ensino.<br><br></div><div>Assim, o psicólogo é importante para auxiliar na elaboração do plano pedagógico do colégio e na construção do processo <a href="https://www.faculdadearnaldo.com.br/blog/psicologia-educacional">educacional</a> dos alunos. Além disso, o profissional ajuda o corpo docente, que necessita de apoio especializado durante o exercício da profissão. Isso ocorre principalmente em relação a casos específicos que envolvem necessidades especiais por parte dos estudantes e seus familiares.<br><br></div><div><strong>2. Psicologia Organizacional ou Empresarial<br></strong><br></div><div>A humanização no <a href="https://www.faculdadearnaldo.com.br/blog/como-se-destacar-no-mercado-de-trabalho">ambiente de trabalho</a> é uma preocupação relativamente recente em nossa sociedade, mas tudo indica que, felizmente, ela chegou para ficar. Cada vez mais os gestores de empresas e estabelecimentos variados, independentemente de seus portes, preocupam-se com o capital humano em seus negócios — desde o momento da contratação até a hora de demitir um colaborador.<br><br></div><div>Essa área da Psicologia atua no auxílio aos colaboradores de uma empresa e aos próprios gestores. Aqui, o psicólogo também é essencial para garantir o bem-estar da equipe, permitindo que a cultura e o clima organizacional sejam benéficos a todos. Esse é um ponto importante, pois previne problemas como Síndrome de Burnout, estresse, depressão e ansiedades ocupacionais.<br><br></div><div><br><br></div><div><strong>3. Psicologia Esportiva<br></strong><br></div><div>A Medicina do Esporte é uma das especialidades médicas mais valorizadas atualmente. Mas, pouco se fala sobre a Psicologia Esportiva, que também tem ganhado relevância nos últimos tempos. Um exemplo são os eventos ocorridos na Copa do Mundo de 2014 e 2018, quando os jogadores da Seleção Brasileira passaram por momentos de muita pressão psicológica.<br><br></div><div>Nesse contexto, o principal foco desse profissional é ajudar atletas a permanecerem tranquilos e mais concentrados para enfrentarem os desafios. A preparação física, por incrível que pareça, não é tudo, e a mente tem uma parcela fundamental de participação no desempenho final do esportista, por isso, o psicólogo é indispensável.<br><br><br>‍<br><br></div><div><strong>4. Psicologia do Trânsito<br></strong><br></div><div>Embora pouco conhecida, essa é uma das áreas da Psicologia que mais cresce no país e no mundo. O trânsito em algumas cidades, especialmente nas metrópoles, é muito estressante e caótico, criando o ambiente ideal para acidentes e condutas inadequadas ocorrerem. É nesse momento que entra o profissional especializado.<br><br></div><div>Além de testar os potenciais motoristas, avaliando-os antes de liberá-los para a condução de veículos na rua, o psicólogo do trânsito atua também na criação de políticas com o intuito de melhorar o dia a dia dos condutores. Outra atividade desse profissional está no desenvolvimento de ações de restabelecimento aos motoristas que sofreram alguma multa ou punição, por exemplo.<br><br></div><div><strong>5. Psicologia Hospitalar ou Ambulatorial<br></strong><br></div><div>Nesse setor, o profissional trabalha com consultas diversas aos pacientes em centros de saúde, clínicas particulares, Unidades Básicas de Saúde (UBSs), hospitais e muito mais. Nesse contexto, a atuação é muito ampla e há, aqui, uma grande possibilidade de especializações e aperfeiçoamentos.<br><br></div><div>Esse tipo de profissional é importante para garantir que a saúde mental e psicológica da população seja sempre preservada. No campo hospitalar, ele também é fundamental a outros profissionais da saúde, como enfermeiros e médicos, contribuindo para que consigam gerir seu lado <a href="https://www.faculdadearnaldo.com.br/blog/o-que-e-inteligencia-emocional">emocional</a> no dia a dia.<br><br></div><div><strong>6. Psicologia Social<br></strong><br></div><div>O psicólogo social é um profissional muito relevante, especialmente em meio ao contexto em que vivemos. Cada vez mais pessoas têm problemas como a depressão que, infelizmente, muitas vezes não são diagnosticadas em virtude da falta de profissionais qualificados para buscar esse tipo de resposta com o paciente.<br><br></div><div>A Psicologia Social é a área que atende àqueles indivíduos que mais se encontram em situação de vulnerabilidade, como idosos, pessoas de baixa renda, gestantes, mulheres, crianças e usuários de drogas. A elaboração de medidas para a melhora da qualidade de vida desses grupos, normalmente marginalizados, é um dos pilares dessa profissão.<br><br></div><div><strong>7. Psicologia Ambiental<br></strong><br></div><div>A sustentabilidade e a crescente preocupação com a natureza e o meio ambiente são, na atualidade, pautas importantíssimas nos mais diversos meios da sociedade. Por isso, a Psicologia Ambiental é uma área relativamente nova e que está relacionada a outras ciências, como a Sociologia, a Geografia e a Arquitetura e Urbanismo.<br><br></div><div>Quem gosta de pesquisar, <a href="https://www.faculdadearnaldo.com.br/blog/ferramentas-para-estudar">estudar</a> e investigar, vai se interessar bastante por essa especialização. Afinal, a principal atividade do psicólogo ambiental é analisar as interações entre o homem e a natureza, bem como entre o sujeito e o lugar em que vive.<br><br></div><div><strong>8. Neuropsicologia<br></strong><br></div><div>Quem escolher essa área da Psicologia vai focar especificamente na relação entre o cérebro e o comportamento humano. Por isso, esse profissional avalia e consegue diagnosticar habilidades e problemas mais pontuais, como funções motoras, atenção, memória, afeto, raciocínio, abstração ou percepção.<br><br></div><div>A Neuropsicologia é muito interessante, pois envolve conexões ricas com outras disciplinas e profissões. Junto a uma equipe multidisciplinar, por exemplo, esse psicólogo especializado também vai acompanhar procedimentos de recuperação e reabilitação de pacientes, como aqueles que sofreram acidentes com lesões traumáticas.<br><br></div><div>Com base na neurociência, é possível observar e tratar, até mesmo, problemas de personalidade, comportamento, cognição ou de funcionamento cerebral de modo geral. Somado a isso, o neuropsicólogo tem grandes chances de <a href="https://www.faculdadearnaldo.com.br/blog/podcast-sobre-carreira">fazer uma carreira</a> acadêmica brilhante, por meio de estudos e pesquisas de relevância para a área e todas as outras atuações da Psicologia.<br><br></div><div><strong>9. Psicomotricidade<br></strong><br></div><div>Vários profissionais da saúde e educação podem se especializar em psicomotricidade, sendo esta também uma área da Psicologia. Ela se concentra na prevenção, diagnóstico e reabilitação de distúrbios psicomotores em todas as fases da vida. Então, quem trabalha com ela poderá realizar estudos psicológicos sobre o desenvolvimento motor de uma pessoa desde antes do nascimento.<br><br></div><div>O profissional da Psicomotricidade observa e avalia as funções motoras, mentais e distúrbios emocionais que refletem na coordenação física. Para isso, considera a pessoa como um todo, ligando corpo e mente, a fim de diminuir as dificuldades físicas e ajudar o paciente a encontrar uma relação harmoniosa com seu corpo.<br><br></div><div>Dê uma olhada em alguns pontos que exigem atuação da Psicomotricidade:<br><br></div><ul><li>falta de coordenação motora;</li><li>inquietação (hiperatividade);</li><li>dificuldade de realizar movimentos;</li><li>distúrbios de escrita;</li><li>distúrbios da lateralidade (percepção dos lados do corpo);</li><li>dificuldades para identificar e se <a href="https://www.faculdadearnaldo.com.br/blog/gestao-de-tempo">organizar no tempo</a> e/ou espaço;</li><li>desarmonia psicomotora;</li><li>retardo motor.</li></ul><div><strong>10. Psicologia Clínica<br></strong><br></div><div>A Psicologia Clínica é uma área clássica que permanece em ascensão no mercado de trabalho atualmente. Neste setor, de modo geral, o profissional atua para identificar patologias mentais e reestabelecer a saúde psicológica do paciente. Seu trabalho também visa promover o autoconhecimento e o gerenciamento das emoções.<br><br></div><div>Saiba que o campo de atuação desse setor é vasto e vai muito além do atendimento individual que conhecemos. Afinal, além de manter um consultório próprio, psicólogos clínicos podem atender casais, grupos ou mesmo famílias inteiras.<br><br></div><div>Há, ainda, possibilidade de trabalhar em escolas, ONGs, hospitais, entre outros. Em empresas, por exemplo, podem realizar terapias grupais, a fim de melhorar as relações no ambiente ou atuar para aperfeiçoar o desempenho de profissionais.<br><br></div><div><strong>11. Psicologia do Consumidor<br></strong><br></div><div>A Psicologia do Consumidor é uma área de interesse das empresas que estuda o comportamento dos clientes e consumidores em potencial, baseado no que estão pensando, quais suas crenças, sentimentos e percepções de mundo. Afinal, tudo isso influencia a maneira como são realizadas compras e a própria relação deles com bens e serviços.<br><br></div><div>Aqui, o psicólogo realiza diversos estudos com indivíduos, grupos e até organizações. A ideia é descobrir quais são os critérios que eles usam para selecionar, defender, usar e descartar produtos, serviços, experiências ou ideologias, a fim de satisfazerem suas necessidades.<br><br></div><div>Veja alguns pontos que a Psicologia do Consumidor pesquisa:<br><br></div><ul><li>como os consumidores escolhem as empresas, os produtos e os serviços;</li><li>os pensamentos e as emoções por trás das decisões do consumidor;</li><li>como variáveis ​​ambientais, como os amigos, a família, a mídia e a cultura influenciam as decisões de compra;</li><li>o que motiva as pessoas a escolher um produto em vez de outro;</li><li>como fatores pessoais e diferenças individuais afetam as escolhas de compra das pessoas;</li><li>o que os profissionais de marketing podem fazer para alcançar efetivamente o público-alvo.</li></ul><div><strong>12. Psicologia Jurídica<br></strong><br></div><div>Não podemos deixar de mencionar uma das <a href="https://www.faculdadearnaldo.com.br/blog/quanto-ganha-um-psicologo">áreas da Psicologia mais rentáveis</a>. Voltada às questões do <a href="https://www.faculdadearnaldo.com.br/blog/areas-do-direito">Direito</a>, sem dúvidas, a Psicologia Jurídica é uma das mais desafiadoras. Ela estuda os vários fenômenos, sobretudo relacionados à saúde mental e distúrbios de personalidade que podem levar uma pessoa a cometer crimes ou infrações à lei.<br><br></div><div>O profissional é encarregado de prestar auxílio técnico aos oficiais de Justiça, como policiais, juízes e advogados. Isso é feito por meio da emissão de laudos e depoimentos.<br><br></div><div>Por isso, a Psicologia Jurídica tem uma função social muito importante, que é a de proteger o cidadão do ponto de vista psicológico diante das questões legais. Por isso, tem uma atuação muito forte nos tribunais durante julgamentos, para a elucidação de crimes, condutas e penalidades. Algumas dessas subáreas são:<br><br></div><ul><li>Psicologia Criminal;</li><li>Psicologia da Família;</li><li>Psicologia e Direitos Humanos;</li><li>Psicologia Judiciária;</li><li>Psicologia Civil;</li><li>Psicopatologia Trabalhista.</li></ul><div><strong>13. Orientação profissional<br></strong><br></div><div>O mercado de trabalho mudou bastante nos últimos anos e, além disso, está mais competitivo e cheio de oportunidades diferentes. Esse é um dos motivos pelos quais pessoas de todas as idades normalmente sentem-se inseguras ou com dúvidas sobre suas escolhas profissionais.<br><br></div><div>Quem se forma em Psicologia pode atuar com orientação profissional, auxiliando jovens e adultos em diversas fases da vida a tomar decisões relacionadas à carreira. Para isso, o profissional analisará diversos aspectos, como objetivos, interesses, medos e ambições. Ele também ajudará a descobrir habilidades e aptidões, se preparar para entrevistas, criar uma boa carta de apresentação etc.<br><br></div><div>O trabalho do orientador pode acontecer dentro de escolas, com estudantes do Ensino Fundamental ou Médio, ou mesmo em faculdades, com estudantes de graduação ou pós-graduação. Há, ainda, profissionais que oferecem esse tipo de serviço em consultórios particulares, por exemplo.<br><br></div><div><strong>14. Psicologia do Idoso<br></strong><br></div><div>Essa é uma área da Psicologia essencial para garantir o bem-estar das pessoas que estão chegando à terceira idade. Afinal, mudanças físicas e emocionais ocorrem nessa época da vida e muitos idosos podem enfrentar desafios, como:<br><br></div><ul><li>perda de entes queridos;</li><li>aposentadoria;</li><li>mudanças físicas e orgânicas;</li><li>diminuição da independência;</li><li>doenças crônicas;</li><li>dificuldades de relacionamento;</li><li>depressão e ansiedade.</li></ul><div>De modo geral, o trabalho do profissional é ajudar idosos a encontrar um equilíbrio favorável para que sejam capazes de aceitar e lidar com as adversidades de maneira natural e saudável. O psicólogo estará apto para orientá-los nessa fase delicada, que é marcada por um processo profundo de transformação, descoberta e adaptação.<br><br></div><div><strong>15. Psicologia de Recursos Humanos<br></strong><br></div><div>Por fim, temos a Psicologia de Recursos Humanos, a última área da Psicologia de nossa lista. Saiba que a atuação vai muito além dos processos de seleção e recrutamento. Nesse ramo, o papel do psicólogo é investigar o comportamento dos colaboradores dentro das empresas a fim de promover qualidade de vida e melhorar resultados da empresa. Além disso, o profissional atuará com:<br><br></div><ul><li>gestão de clima organizacional: com o objetivo de entender pontos de insatisfação de funcionários, bem como oportunidades de melhorias na empresa;</li><li>avaliação de desempenho de colaboradores: ferramenta essencial para conhecer pessoas e ainda elaborar um plano de capacitação;</li><li>treinamento e desenvolvimento de pessoas: realização e promoção de cursos, workshops, reuniões para desenvolvimento de capacidades de colaboradores.</li></ul><div><br>https://www.youtube.com/watch?v=4vUTudGTWkY</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 21:23:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>araujoalvesdaniel</author>
         <link>https://padlet.com/araujoalvesdaniel/916yt2dknt5ayqgj/wish/2224694021</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>b)objeto que estuda ou pesquisa da psicologia:<br></strong>A psicologia é a ciência que estuda os processos mentais (sentimentos, pensamentos, razão) e o comportamento humano. Deriva-se das palavras gregas: psiquê que significa “alma” e logia que significa “estudo de”.<br><br>O comportamento e a experiência do homem observado e descrito pelos filósofos gregos eram vistos como resultado das manifestações da alma. A psicologia ganhou espaço na ciência no final do séc. XIX.<br><br>A psicologia não é hoje apenas a ciência da alma, mas também do comportamento e da experiência, pois corpo e mente não são separados e um exerce influência sobre o outro.<br><br>Dentro da psicopatologia existem as personalidades desviantes, com comportamentos inadaptáveis, outro objeto de estudo da psicologia.<br><br>Considerada como áreas sociais ou humanas a psicologia é uma ciência também da área médica, e é estudada em métodos quantitativos e qualitativos. Estuda os processos psíquicos que originam os comportamentos.<br><br>As questões estudadas pela psicologia estão relacionadas à personalidade, aprendizagem, motivação, memória, inteligência, funcionamento do sistema nervoso, comunicação interpessoal, desenvolvimento, comportamento sexual, agressividade e comportamento em grupo.<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=uMCWUvksNHM<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 21:23:11 UTC</pubDate>
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         <author>araujoalvesdaniel</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>d) conceitos importantes da psicologia:<br></strong><br></div><ol><li>1. PSICOLOGIA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO CONCEITOS/VISÃO HISTÓRICA DA PSICOLOGIA</li><li>O termo Psicologia deriva de 2 palavras gregas, psyche (alma) e logos (ciência, estudo). Esta define-se como estudo científico do comportamento e dos processos mentais, isto é, estuda o que é observável (o que fazemos) e não observável (o que pensamos e sentimos). A psicologia é entendida como ciência devido ao fato da mesma excluir a simples observação (sabedoria popular) dos fatos.</li><li>Assenta em métodos bem organizados para atingir os seus fins que se traduzem, essencialmente, em fazer uma descrição dos comportamentos e processos mentais; compreender o que há de comum entre os indivíduos e o que os distingue dos grupos; tentar explicar um determinado comportamento identificando a sua causa;</li><li>prever eventos futuros baseados em eventos passados e por último descobrir quais os fatores que levam á alteração (mudança) de determinados comportamentos, tentando modelá-los de modo a torná-los adequados a situação ou meio.</li><li>&nbsp;Contudo, necessita de recorrer a outras ciências para que possa analisar de forma mais rigorosa os fatos psíquicos, isto é, não trabalha isoladamente pois assim é lhe possibilitado uma visão mais diversificada e mais complexa dos fenômenos. A antropologia, sociologia, biologia, medicina dentre outras são algumas das ciências que complementam o estudo da psicologia.</li><li>A psicologia tem vindo a demonstrar um papel importante nas sociedades contemporâneas pois esta contribui para a adaptação e bem – estar nas constantes alterações da vida social.</li><li>Evolução da Psicologia&nbsp; Para compreender a diversidade com que a Psicologia apresenta hoje, é indispensável recuperar sua história. A história de sua construção está ligada, em cada momento histórico, as exigências do conhecimento das humanidade, às demais áreas do conhecimento humano e aos novos desafios colocados pela realidade econômica e social e pela insaciável necessidade do homem de compreender a si mesmo.</li><li>&nbsp;Na sua curta história a Psicologia evoluiu de ciência dos processos mentais para ciência do comportamento e dos processos mentais. Wundt, Watson, Freud, e Piaget estão entre os vários psicólogos que protagonizaram a evolução da Psicologia. Wundt emancipou a Psicologia da Filosofia.</li><li>Criou um laboratório experimental e dedicou- se ao estudo dos processos mentais, em particular, a consciência e as sensações e optou pelo método introspectivo. Watson revoluciona o conceito da psicologia.</li><li>Desta vez o seu objeto de estudo baseou-se nos comportamentos observáveis. Recorreu ao método experimental e foi aqui que as suas teorias podiam ser refutadas e experimentadas. Depois desta perspectiva surge uma nova concepção, a dos gestaltistas.</li><li>Opunham-se aos behavioristas e aos associacionistas na medida em que defendia que não se deve reduzir a consciência aos seus elementos mais simples. Mais tarde Piaget centra a sua atividade no desenvolvimento cognitivo e intelectual e dedica-se a o método clínico.</li><li>&nbsp;Piaget deu especial atenção a criança, alterando por completo a sua noção de ser igual aos adultos. Freud deu seu contributo no estudo do inconsciente e dos processos patológicos. Como método de investigação e prática a psicanálise.</li><li>Visão história da Psicologia A psicologia tem um longo passado e uma curta história. Com longo passado porque desde bem cedo os filósofos interrogavam-se sobre os mistérios da mente e os enigmas do comportamento humano e com curta história pois só em 1879 se marca o seu início como disciplina autônoma, com a construção do laboratório experimental por Wundt. É, então aqui que começa a assumir características científicas, baseando-se na observação, recolha de dados, experiências.</li><li>Pode-se afirmar que a filosofia (mãe de todas as ciências) foi a pioneira na introdução desta nova disciplina. Durante muitos séculos, foi definida como um saber acerca da alma. No entanto, a alma era considerada uma realidade metafísica e nunca poderia ser tomada como uma ciência mas somente como uma crença.</li><li>Os filósofos limitavam-se a especulações, fazendo uso da razão, reflexão e discussão. Utilizavam, assim, como método o raciocínio dedutivo e as leis da lógica e rejeitavam todo o conhecimento proveniente dos sentidos (conhecimentos empíricos). A este período, a psicologia ficou conhecida como pré científica e só depois em 1879 passa a funcionar como ciência.</li><li>Associacionismo/ Estruturalismo (Doutrina de Wundt)&nbsp; Wundt tornou a psicologia autônoma da filosofia, com a criação do laboratório de psicologia experimental em 1879. Este procurou criar uma ciência experimental baseada na experimentação e observação, introduzindo o rigor e objetividade das outras ciências existentes na época. Inspirando-se na sua experiência como fisiólogo, Wundt considerava que a psicologia se tornaria credível se seguisse o modelo da física.</li><li>Com isto, iria recorrer a uma técnica denominada de Atomismo que consistia em decompor o seu objeto de estudo – a consciência ou experiência consciente – nos seus elementos básicos (sensações, sentimentos).</li><li>&nbsp;Em outras palavras, o seu objetivo era tentar identificar a estrutura (dai o outro nome dado à sua doutrina, Estruturalismo) da consciência recorrendo a identificação das unidades básicas da memória, do modo como se associam e as leis que as relacionam.</li><li>&nbsp;No entanto, para se realizar tal processo Wundt introduziu o método da introspecção. Este método consiste na observação, descrição e análise das próprias experiências, sensações e pensamentos quando expostos a determinados estímulos externos, relatadas pelos sujeitos experimentais que eram treinados para se auto-observar e descrever.</li><li>&nbsp;Os associacionistas utilizavam a introspecção controlada, isto é, provocada em condições laboratoriais bem definidas, apenas para a observação e descrição de si próprios, pois a análise era feita pelo psicólogo.</li><li>Teorias As três mais importantes tendências teóricas da Psicologia no século XX são consideradas por inúmeros autores como sendo o Behaviorismo ou teoria (S-R) – Estímulo- Resposta, a Gestalt e a Psicanálise.</li><li>BEHAVIORISMO&nbsp; O behaviorismo, que nasce com Watson e tem um desenvolvimento grande nos Estados Unidos, em função de suas aplicações práticas, tornou-se importante por ter definido o fato psicológico, de modo concreto, a partir da noção de comportamento.</li><li>GESTALT A Gestalt,que tem seu berço na Europa, surge como uma negação da fragmentação das ações e processos humanos, realizada pelas tendências da Psicologia científica do século 19, postulando a necessidade de se compreender o homem como uma totalidade. A Gestalt é a tendência teórica mais ligada à Filosofia.</li><li>Psicanálise&nbsp; Nasce com Freud, na Áustria, a partir da prática médica, recupera para a Psicologia a importância da afetividade e postula o inconsciente como objeto de estudo, quebrando a tradição da Psicologia como ciência da consciência e da razão.</li><li>CIÊNCIA Atividade eminentemente reflexiva, que procura compreender, elucidar e alterar o cotidiano, a partir de estudos sistemáticos. “Compõe-se de um conjunto de conhecimentos sobre fatos ou aspectos da realidade (objeto de estudo), expresso por meio de uma linguagem precisa e rigorosa.</li><li>Esses conhecimentos devem ser obtidos de maneira programada, sistemática e controlada, para que se permita a verificação de sua validade.” (Bock, 2002, p. 19)</li><li>Psicologia científica Desde William James e de Wundt, a psicologia se considera como disciplina científica. Diante dessa afirmação há dois questionamentos evidentes: 1) O que é psicologia? 2) O que os psicólogos entendem por ciência?</li><li>Se acompanharmos a história da psicologia, perceberemos que essas duas perguntas tiveram (e ainda têm) uma infinidade de respostas, o que, muitas vezes, alimentou a crítica à pretensão científica da psicologia.</li><li>O que é psicologia? Um breve olhar sobre a história da psicologia revela que essa pergunta pode ser respondida de diversas maneiras. Não cabe aqui analisar cada uma dessas respostas, o que possivelmente nos conduziria à desconfortável conclusão de que cada psicólogo pode escolher a resposta que mais lhe agradar.</li><li>Principais áreas de estudo da Psicologia Psicologia do Desenvolvimento Os psicólogos do desenvolvimento estudam o crescimento físico e mental dos seres humanos desde o pré-natal, passando pela adolescência, a idade adulta e a velhice.</li><li>Psicologia fisiológica Os Psicólogos fisiologistas investigam a natureza biológica do comportamento, dos pensamentos e das emoções humanas.Os neuropsicólogos estão interessados principalmente no cérebro e no sistema nervoso. Os psicobiólogos se especializam na bioquímica do corpo e na forma como os hormônios, os medicamentos psicoativos (como os antidepressivos) e as “drogas sociais” (como álcool, maconha e a cocaína) afetam as pessoas.</li><li>Os geneticistas comportamentais investigam o impacto da hereditariedade tanto nos traços normais quanto nos traços anormais do comportamento. Até que ponto a inteligência é hereditária? E a timidez? Doenças como alcoolismo e depressão são de família, estão no sangue?</li><li>Psicologia Experimental. Os psicólogos experimentais conduzem pesquisas sobre processos psicológicos básicos, entre eles a aprendizagem, a memória, as sensações, a percepção, a cognição, a motivação e as emoções. Eles estão interessados em responder a perguntas do tipo; de que maneira as pessoas se lembram das coisas, e o que faz com que elas se esqueçam?</li><li>De que modo tomamos decisões e resolvemos problemas? Será que homens e mulheres abordam problemas complexos de maneiras diferentes? Por que algumas pessoas são mais motivadas que outras?</li></ol><div><br>https://www.youtube.com/watch?v=sMntg7w_xew</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 21:23:54 UTC</pubDate>
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         <author>araujoalvesdaniel</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>e) Tipos de metodologias que a psicologia utiliza nas pesquisas:&nbsp; <br></strong>&nbsp;Os psicólogos cognitivos utilizam vários métodos que têm como objetivo examinar a forma como os seres humanos pensam. Tais métodos incluem experimentos controlados de laboratório ou outros, pesquisa psicobiológica, autorelatos, estudos de casos, observação naturalística, simulações computadorizadas e inteligência artificial. Os estudos de caso são descrições altamente detalhadas de um único indivíduo ou evento. No caso das pesquisas científicas realizadas em psicologia, o próprio sujeito estudado pode ser intensamente entrevistado, bem como seus amigos, familiares e colegas de trabalho. Este artigo tem como objetivo geral destacar os métodos de pesquisa utilizados em psicologia cognitiva. Este artigo teve como metodologia a pesquisa bibliográfica, onde vários arquivos foram pesquisados nas bases de dados: Lilacs, Periódicos Capes e Scielo, no qual os artigos encontrados fundamentaram a teoria abordada na pesquisa. Como resultado da referida pesquisa, notou-se que os métodos de pesquisa são de extrema importância no contexto da psicologia cognitiva, pois assim, é possível comprovar situações que poderão auxiliar na terapia cognitiva comportamental.&nbsp;<br><br>Existem cinco principais tipos de pesquisa, pesquisa bibliográfica, pesquisa descritiva, pesquisa de estudo de caso, pesquisa de campo e pesquisa experimental. Um dos mais utilizados é a pesquisa de estudo de caso, que como o próprio nome diz, é um caso particular, onde o psicólogo vai investigar e pesquisar o que está acontecendo com aquela pessoa em específico e sua subjetividade para chegar aos problemas e conflitos enfrentados pelo paciente. A pesquisa do estudo de campo, também muito utilizada tem maior amplitude, onde o psicólogo vai até o local dos fatos para averiguar o que está acontecendo, como por exemplo dentro da casa do paciente, podendo assim perceber situações, objetos, rotinas, entre outras características que auxiliam no tratamento do mesmo. Este artigo tem como objetivo geral destacar os métodos de pesquisa utilizados em psicologia cognitiva, para tanto, seus objetivos específicos se voltaram a conceituar a psicologia cognitiva e ponderar sobre os métodos de pesquisa em psicologia destacando sua relevância. Este artigo teve como metodologia a pesquisa bibliográfica, onde vários arquivos foram pesquisados nas bases de dados: Lilacs, Periódicos Capes e Scielo, no qual os artigos encontrados fundamentaram a teoria abordada na pesquisa, desta forma, foi preciso coletar vários artigos e separá-los segundo o critério de inclusão que foram os artigos publicados de 2000 a 2020, bem como os que abordam sobre a temática desta pesquisa. O critério de exclusão foram todos os artigos publicados antes de 2000 e também aqueles cuja temática fugiu do abordado nesta pesquisa.<br><br>&nbsp;O modelo cognitivo é basicamente como que a mente funciona, este modelo é formado pelas crenças nucleares intermediarias e pelos pensamentos automáticos, quando alguma situação acontece este modelo é ativado e a partir dele existe uma reação de interpretação de situação. O pensamento automático é algo que todas as pessoas possuem, é um fluxo de pensamentos rápidos, podem ser identificados pela reação depois de pensar em alguma coisa, como por exemplo, quando uma pessoa briga com o namorado e começa a chorar compulsivamente, a pessoa sabe que está chorando porque brigou, porém, um pensamento automático ativou o modelo e fez a pessoa se sentir desta forma (NEUFELD et. al, 2015). Existem dois tipos de pensamentos automáticos, os funcionais e disfuncionais, os funcionais fazem parte do dia-a-dia, já os pensamentos automáticos disfuncionais como a pessoa que passa por uma situação extrema apenas uma vez, porém, ela pensa que todas as vezes que fizer algo que resultou na situação vai acontecer novamente. Este é um tipo de pensamento que traz angústia para a pessoa, pois pode haver o sentimento de ansiedade causando sofrimento no dia-a-dia. Este pensamento deve ser trabalhado na terapia para ter um pensamento funcional. Os pensamentos automáticos não são controláveis, porém são identificados em terapia, é importante que o próprio paciente consiga identificar o que está acontecendo e passando pela sua cabeça para que se possa tomar as medidas adequadas. Além disso, existem as crenças intermediares e crenças nucleares, são muito mais rígidas que pensamentos automáticos e sempre envolvem o “eu”. No caso da crença nucleares disfuncionais, a pessoa se sente perdedora, fracassada achando coisas negativas sobre si. Assim, o paciente e o terapeuta irão trabalhar para mudar tentar mudar este modelo disfuncional para que a pessoa consiga ter pensamentos e crenças mais funcionais sobre si mesmo (GAUER; SOUZA, 2018). Na terapia cognitiva comportamental, diante de uma situação que a pessoa sente as reações diferentes, deve-se perguntar o que se está pensando naquele momento. Assim, o paciente avalia os pensamentos automáticos, estes questionamentos fazem com que seja possível verificar se os pensamentos são reais ou não.&nbsp;<br><br>O método é indispensável para que o ser humano desenvolva qualquer ação, das mais simples às mais complexas. Na Grécia antiga costumava-se dizer que método era um caminho para se atingir um determinado fim, desde então, muitos autores falaram a respeito de métodos, dando diferentes conceitos a respeito, porém, mesmo atualmente com vários conceitos diferentes, todos eles têm uma forte ligação com o conceito original estabelecido na Grécia (GUERRA, 2014). O método científico é um fator importante na aquisição de conhecimento por parte da humanidade e qualquer pesquisa que se realize começa-se sempre com o método científico que tem início no momento em que o homem tem alguma dúvida à respeito de algo. O ponto inicial para se estabelecer um método científico é a pergunta, o problema e a dúvida em relação à um determinado fenômeno que se quer desvendar, descobrir ou estudar melhor. Segundo Oliveira (2015): A pesquisa em psicologia cognitiva focaliza a descrição de fenômenos cognitivos, tais como a maneira pela qual as pessoas reconhecem as fisionomias ou desenvolvem as habilidades. Entretanto, a maioria dos psicólogos cognitivos quer entender mais do que o que é a cognição; a maior parte procura também compreender o como e o por que pensar. Isto é, os pesquisadores buscam meios para explicar a cognição, tanto quanto para descrevê-la (OLIVEIRA, 2015, p. 9). Métodos científicos são passos básicos e primordiais para o desenvolvimento de uma teoria, sempre que um cientista de qualquer área pretende descobrir ou propor algo novo é interessante que ele siga pelo menos as etapas básicas do método científico. O método científico, também conhecido como método hipotético dedutivo, é o conjunto de normas que devem ser seguidas para a produção de conhecimento científico, ou seja, é o método que os cientistas utilizam para fazerem as suas pesquisas e responderem as suas dúvidas (LAKATOS, E. M; MARCONI, 2003). Existe um conjunto de regras que devem ser executadas para se fazer um trabalho científico, caso o estudioso tente se argumentar suas teorias sem base ou fundamento, não é considerado ciência, mas sim, senso comum. O senso comum é algo presente no pensamento coletivo, mas sem valor científico, ou seja, o senso comum é o conhecimento popular sem comprovação científica, aquele que não passou pelo método científico. Toda descoberta somente tem valor quando estes princípios são obedecidos, do contrário, perde-se a credibilidade. Desta forma, a importância de se seguir o método científico está no aspecto de dar credibilidade para aquilo que se está descobrindo ou desenvolvendo. Existem passos básicos para se seguir o método científico, sendo eles a observação, problema, hipótese, experimentos, análise e conclusão, porém, cada etapa tem a sua relevância e importância. Primeiramente deve-se observar um fato, depois problematizar o fato observado, em seguida cria-se uma hipótese, posteriormente faz-se os experimentos para validar ou não a hipótese e por fim, se os experimentos afirmarem que a hipótese faz sentido, faz-se a conclusão. Os psicólogos cognitivos utilizam vários métodos que têm como objetivo examinar a forma como os seres humanos pensam. Tais métodos incluem experimentos controlados de laboratório ou outros, pesquisa psicobiológica, autorelatos, estudos de casos, observação naturalística, simulações computadorizadas e inteligência artificial (GIL, 2010). Na observação de um fato deve-se observar algo que está acontecendo para se fazer uma pesquisa a respeito, despois de observar um fato, o método científico problematiza o fato geralmente em forma de perguntas, sendo assim, ao observar o fato e levantar perguntas problematizando-o, deve-se formular uma hipótese, ou seja, formular uma possível explicação sobre aquilo que se está observando (OLIVEIRA, 215). As hipóteses são geralmente acompanhadas de deduções, que são as previsões da hipótese, neste momento afirma-se uma possível explicação e complementa com uma possível dedução, representada pela frase “então se”. Sendo assim, precisa-se desenvolver uma série de experiências para verificar se o palpite está certo ou errado. Em um experimento é preciso se ter dois grupos, o de controle e o experimental, para justamente poder comparar estes dois grupos e chegar a uma conclusão. O grupo controle é aquele que não sofre interferência durante o experimento, já o grupo experimental é justamente aquele que sofre interferência. É importante que os experimentos sejam repetidos para validar as hipóteses, caso não seja possível esta validação, é preciso que novas hipóteses sejam criadas para tentar explicar o fenômeno observado e elaborar novos experimentos para validar ou não as novas hipóteses. A conclusão é a aceitação da hipótese, onde a mesma é evidenciada, o trabalho científico preciso ser publicado em uma revista científica especializada, onde os estudos são colocados na forma de artigo científico, assim, a comunidade científica poderá saber sobre o trabalho realizado, critica-lo e criar novas hipóteses em cima dos estudos realizados. Pesquisadores devem publicar suas pesquisas, no caso dos psicólogos, além da publicação destes resultados, é preciso fornecer uma descrição detalhada do estudo realizado. A teoria é um conjunto de hipóteses relacionadas que forma confirmadas através de experimentos repetidos, ou seja, existem várias hipóteses confirmadas sobre um determinado assunto, onde todas elas são juntadas formando uma teoria específica. Vale ressaltar que as teorias estão sendo colocadas à prova o tempo todo pelos cientistas que buscam erros, e caso sejam encontrados, ou a teoria será descartada e substituída por uma melhor, ou ela será melhorada. Não existe verdade absoluta na ciência, a ciência é dinâmica e muda constantemente. Uma lei científica é a descrição da regularidade com que um fenômeno natural se manifesta, então a lei nada mais é do que uma descrição simples sobre como um determinado fenômeno da natureza se comporta em uma determinada situação. A lei não explica nada, somente relata, quem explica as coisas que acontecem na lei são as teorias. Vale ressaltar que assim como acontece com as teorias, as leis podem ser substituídas, embora isso seja mais difícil. Os estudos de caso são descrições altamente detalhadas de um único indivíduo ou evento. No caso das pesquisas científicas realizadas em psicologia, o próprio sujeito estudado pode ser intensamente entrevistado, bem como seus amigos, familiares e colegas de trabalho. Sendo assim, todos os registros psicológicos, escolares ou médicos encontrados podem compor a análise de registro. Usa-se este tipo de estudo para promover um tratamento psicoterapêutico, bem como também para a compreensão de condições humanas raras e incomuns, contribuindo para a pesquisa científica a respeito do assunto.&nbsp;<br><br>&nbsp;Os métodos de pesquisa são utilizados comumente nos dia-a-dia e são de extrema relevância para a evidência de teorias, o que perpetua os estudos mostrando que as teorias fazem parte de uma evolução constante de conhecimento científico. A mente do ser humano é algo que constantemente é estudado, onde se faz necessário a realização de experimentos e estudos de caso para evidenciar teorias para que as mesmas sejam comprovadas ou não, neste sentido, percebeu-se a grande utilidade dos métodos de pesquisa. Como resultado da referida pesquisa, notou-se que os métodos de pesquisa são de extrema importância no contexto da psicologia cognitiva, pois assim, é possível comprovar situações que poderão auxiliar na terapia cognitiva comportamental.&nbsp;<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=9Psux9vHZnk</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 21:27:35 UTC</pubDate>
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         <author>araujoalvesdaniel</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>f)&nbsp; Fontes que a psicologia usa para coleta de dados:<br></strong><br>Na realização de uma pesquisa cientifica em psicologia é necessário primeiramente a escolha de um tema (um problema de pesquisa) e um meio pelo qual essa pesquisa será executada na prática.</div><div>Uma tarefa importantíssima na pesquisa cientifica é a escolha do método utilizado, para isso existem diferentes tipos de pesquisa que norteiam o trabalho na sua execução, coleta de dados e conseqüentemente resultados. Desse modo, o tipo de pesquisa deve ser avaliado para utilização quanto aos seus meios, seus fins, ao tempo disponível, a disponibilidade do pesquisador, entre outros. Ou seja, o método de investigação dependerá do que o pesquisador está estudando exatamente.</div><div>Alguns tipos de <strong>pesquisas científicas em Psicologia</strong>:</div><ul><li>Pesquisa de estudo de caso - É a pesquisa que privilegia um caso particular que seja significativo, ou seja, um fenômeno que seja suficiente para análise efetiva.</li><li>Pesquisa experimental - É um método utilizado para demonstrar uma relação causal - entre variáveis, ou seja, o pesquisador manipulará sistematicamente uma variável chamada de variável independente (VI) e as medidas de efeito sobre outra variável conhecida como variável dependente (VD). Métodos experimentais podem ser usados para determinar se a evolução da variável causa uma mudança em outra variável.</li><li>Pesquisa de Campo - É a pesquisa que o investigador precisa ir ao local onde o fenômeno ocorre e coletar informações a serem documentadas.</li><li>Pesquisa descritiva - Tais como estudos de caso e observações naturais não é possível utilizar um experimento, mas sim descreve os diferentes comportamentos ou fenômenos psicológicos da amostra ou população. A partir do resultado o investigador pode realizar um estudo correlacional que analisará a forma que as variáveis se relacionam.</li><li>Pesquisa bibliográfica - É a técnica que visa o recolhimento de informações previamente coletadas sobre o campo de interesse do investigador e tem como objetivo levantar materiais que seja fonte para o processo de pesquisa por meio de materiais audiovisuais, publicações de livros, artigos, monografias, imprensa escrita e etc.</li></ul><div>Existem também muitos outros tipos de pesquisas cientificas que ajudam no desenvolvimento de coleta de dados e análise na psicologia assim como a pesquisa de laboratório, pesquisa quantitativa, pesquisa qualitativa, pesquisa exploratória, entre outras.</div><div>Compreendemos então que para definir o tipo de pesquisa cientifica mais apropriada é importante que vários pontos sejam observados quanto a sua execução, investigação e propostas, além da amostra ou população que farão parte desse processo. Para o pesquisador decidir o que os resultados dos estudos significam ele deve se apoiar na análise estatística, que confirmará ou não a hipótese pesquisada além de determinar sua significância em termos quantitativos e qualitativos.</div><div><br>https://www.youtube.com/watch?v=MRwVNNSgFLE<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 21:28:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>araujoalvesdaniel</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>g) principais descobertas da psicologia:&nbsp;</strong></div><div><br></div><div>A psicologia tem a reputação de ser a ciência do senso comum, ou um campo que simplesmente confirma coisas que já sabemos sobre nós mesmos.<br><br></div><div>Uma forma de combater esse equívoco, explica Jeremy Dean (PhD em Psicologia), é “pensar sobre todas as descobertas inesperadas, surpreendentes e bastante estranhas que surgiram de estudos da psicologia ao longo dos anos”. Aqui estão dez dos seus exemplos favoritos:<br><br></div><div><br></div><div><strong><br>10. Dissonância cognitiva<br></strong><br></div><div>Esta é talvez uma das descobertas mais estranhas e mais inquietantes da psicologia. A dissonância cognitiva é a ideia de que temos alguma dificuldade para ter duas crenças contraditórias, por isso, inconscientemente, ajustamos uma para torná-la apta com a outra.</div><div><br></div><div>No experiência clássica, os alunos acham uma tarefa chata mais interessante se eles foram pagos menos para participar. Nosso inconsciente reage tipo assim: Se eu não fiz isso por dinheiro, então eu devo ter feito isso, porque era interessante.<br><br></div><div>Como que por magia, uma tarefa chata se torna mais interessante porque senão eu não posso explicar o meu comportamento.<br><br></div><div><br></div><div>A razão pela qual isto é perturbador é que nossas mentes estão, provavelmente, realizando esses tipos de racionalizações o tempo todo, sem o nosso conhecimento consciente. Então, como vamos saber o que realmente pensamos?<br><br></div><div><strong><br>9. Alucinações são comuns<br></strong><br></div><div>Alucinações são como sonhos acordados, e tendemos a pensar nelas como marcadores de doença mental grave. Na realidade, porém, eles são mais comuns entre as pessoas “normais” do que poderíamos imaginar. Um terço de nós relatam ter experimentado alucinações, com 20% de alucinações uma vez por mês, e 2% uma vez por semana (<a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0165-1781(00)00227-4">Ohayon, 2000</a>).<br><br></div><div>Da mesma forma, as pessoas “normais” muitas vezes têm pensamentos paranoides, como neste estudo que eu relatei anteriormente, em que <a href="http://www.spring.org.uk/2008/05/40-of-people-experienced-paranoid.php">40% experimentaram pensamentos paranoides numa jornada virtual</a>. A diferença entre as pessoas com doença mental e os “sãos” é muito menor do que nós gostaríamos de pensar.<br><br></div><div><strong><br>8. Efeito placebo<br></strong><br></div><div>Talvez você já tenha tido a experiência de que uma dor de cabeça melhora segundos depois de tomar uma aspirina? Isso não pode ser o remédio pois é preciso pelo menos 15 minutos para fazer efeito.<br><br></div><div>Esse é o efeito placebo: Sua mente sabe que você tomou uma pílula, para que você se sinta melhor. Na medicina isso parece mais forte no caso de dor: alguns estudos sugerem um placebo de solução salina (água salgada) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/11372012/">pode ser tão poderoso quanto a morfina</a>. Outros estudos sugerem <a href="http://www.spring.org.uk/2011/09/80-of-prozac-power-is-placebo.php">que até 80% do efeito do Prozac é placebo</a>.<br><br></div><div><br></div><div>O efeito placebo é um contra-senso, pois facilmente nos esquecemos que a mente e o corpo não estão separados.<br><br></div><div><strong><br>7. Obediência à autoridade<br></strong><br></div><div>A maioria de nós gostamos de pensar em nós mesmos como pessoas de espírito independente.&nbsp; Temos a certeza de que não faríamos mal a outro ser humano, a menos que sob ameaça muito séria.&nbsp; Certamente algo tão fraco como ser ordenado para dar em alguém um choque elétrico por uma figura de autoridade em um jaleco branco não seria suficiente, não é?<br><br></div><div><a href="http://www.spring.org.uk/2007/02/stanley-milgram-obedience-to-authority.php">Famoso estudo de Stanley Milgram descobriu que é</a>. Sessenta e três por cento dos participantes continuou dando choques elétricos em outro ser humano, apesar de a vítima gritar em agonia e, eventualmente, cair em silêncio.<br><br></div><div>Situações têm enorme poder de controlar nosso comportamento, e é um poder que não percebe até que ele é dramaticamente revelado em estudos como este.<br><br></div><ul><li>Experimento de Milgram:</li><li>Experimento de Milgram original:</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Experimento_de_aprisionamento_de_Stanford">Experimento de aprisionamento de Stanford</a>:</li></ul><div><br></div><div><strong><br>6. Fantasias reduzem a motivação<br></strong><br></div><div>Uma forma como as pessoas geralmente se motivam é utilizando fantasias sobre o futuro.&nbsp; A ideia é que sonhar com um futuro positivo ajuda a motivá-lo para esse objetivo.<br><br></div><div>Porém, cuidado, os psicólogos descobriram que <a href="http://www.spring.org.uk/2011/01/success-why-expectations-beat-fantasies.php">fantasiar sobre o sucesso futuro é realmente ruim para a motivação</a>. Ao que parece a obtenção de uma amostra do futuro no aqui e agora reduz a motivação para alcançá-lo.<br><br></div><div>Fantasias também falham ao não levantar os problemas que estamos propensos a enfrentar no caminho para os nossos objetivos.<br><br></div><div>Então, qual é a melhor maneira de se comprometer com metas? Em vez de fantasiar, <a href="http://www.spring.org.uk/2011/01/how-to-commit-to-a-goal.php">use contrastantes mentais</a>.<br><br></div><div><strong><br>5. Cegueira de Escolha (Choice Blindness)<br></strong><br></div><div>Todos nós sabemos as razões para nossas decisões, certo? Por exemplo, você sabe por que você está atraído por alguém? Não tenha tanta certeza. Em um estudo, as pessoas eram facilmente induzidas a justificar escolhas que nem fizeram realmente <a href="http://www.spring.org.uk/2007/12/at-heart-of-attraction-lies-confusion.php">sobre quem elas achavam atraente</a>.&nbsp; Em algumas circunstâncias, nós apresentamos o que é conhecido como “<a href="http://www.spring.org.uk/2007/12/at-heart-of-attraction-lies-confusion.php">choice blindness</a>“: Parece que temos pouca ou nenhuma consciência das escolhas que fizemos e porque fizemos elas.&nbsp; Em seguida, usamos racionalizações para tentar cobrir as nossa sujeira.<br><br></div><div>Este é apenas um exemplo da ideia geral de que temos relativamente <a href="http://www.spring.org.uk/2008/01/what-everyone-should-know-about-their.php">pouco acesso ao funcionamento interno de nossas mentes</a>.<br><br></div><div><strong><br>4. Duas (três, ou quatro…) cabeças nem sempre pensam melhor que uma<br></strong><br></div><div>Quer pensar fora da caixinha? Quer ficar no mundo da lua? Quer… (insira seu próprio clichê menos favorito aqui).<br><br></div><div>Bem, de acordo com uma pesquisa psicológica, <a href="http://www.spring.org.uk/2009/08/brainstorming-reloaded.php">brainstorming não funciona</a>. Pessoas em grupos tendem a ser preguiçosas, mais propensas a esquecer as suas ideias enquanto os outros falam, e se preocupar com o que os outros vão pensar (apesar de a regra de que “não existem ideias ruins”).<br><br></div><div>Acontece que é muito melhor mandar as pessoas pensar em novas ideias por conta própria.<br><br></div><div>Grupos, por sua vez, se saem melhor avaliando essas ideias.<br><br></div><div><strong><br>3. Tentar suprimir seus pensamentos é contraproducente<br></strong><br></div><div>Quando você está para baixo ou preocupado com alguma coisa, as pessoas costumam dizer: “Ei, tente não pensar sobre isso; Coloque isso fora de sua mente!”<br><br></div><div>Isto é um conselho muito ruim. <a href="http://www.spring.org.uk/2009/05/why-thought-suppression-is-counter-productive.php">Tentar suprimir seus pensamentos é contraproducente</a>. É como tentar o mais forte que puder não imaginar elefantes cor de rosa ou ursos brancos. O que as pessoas experimentam quando tentam suprimir os seus pensamentos é um efeito ironicamente inverso: O pensamento volta mais forte do que antes. Procurar distrações é uma estratégia muito melhor.<br><br></div><div><strong><br>2. Incríveis habilidades de </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Multitarefa"><strong>multi-tasking<br></strong></a><br></div><div>Apesar de todas as limitações da mente, podemos treiná-la para fazer coisas incríveis. Pegue nossas capacidades de multitarefa, como exemplo – você sabia que, com a prática, as pessoas podem ler e escrever ao mesmo tempo?<br><br></div><div>Em um estudo de multi-tasking foram treinados dois voluntários por mais de 16 semanas, até eles poderem ler um conto e categorizar listas de palavras ao mesmo tempo.<br><br></div><div>No final eles realizavam as duas tarefas ao mesmo tempo tão bem, que podiam executar cada tarefa individual melhor do que antes do início do estudo.<br><br></div><div>Leia a descrição completa do estudo, juntamente com possíveis críticas, <a href="http://www.spring.org.uk/2009/03/learning-to-multitask-simultaneous-reading-and-writing.php">aqui</a> (em inglês).<br><br></div><div><strong><br>1. Na vida, é tudo sobre as pequenas coisas<br></strong><br></div><div>Temos tendência a pensar que os grandes eventos em nossas vidas são os mais importantes: graduação, casar, ou o nascimento de uma criança.<br><br></div><div>Mas os principais acontecimentos da vida muitas vezes não são tão diretamente importante para o nosso bem-estar como os <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7288876">pequenos aborrecimentos e altos e baixos da vida cotidiana</a>; grandes eventos, por outro lado, nos afetam, principalmente, através das dificuldades diárias e nas recompensas que produzem. O mesmo se aplica no trabalho, onde <a href="http://www.spring.org.uk/2011/07/10-psychological-keys-to-job-satisfaction.php">satisfação profissional</a> é fortemente atingida por aborrecimentos cotidianos.<br><br></div><div>O que mais afeta a felicidade das pessoas são coisas como qualidade do sono, pequenos altos e baixos no trabalho e no relacionamento com os nossos amigos e familiares. Em outras palavras: são as pequenas coisas que nos fazem felizes.<br><br><br>https://www.youtube.com/watch?v=zQLxmMSUmV8</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 21:29:07 UTC</pubDate>
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         <author>araujoalvesdaniel</author>
         <link>https://padlet.com/araujoalvesdaniel/916yt2dknt5ayqgj/wish/2224695353</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>h)autores (pesquisadores) famosos na psicologia:<br><br>1. Wilhelm Wundt (1832-1920)</strong></div><div><br>Este fisiólogo, psicólogo e filósofo <strong>desenvolveu o primeiro laboratório de psicologia experimental </strong>em Leipzig (Alemanha) em 1879. Seu renome se deve ao fato de que este acontecimento supôs o começo de um novo período da psicologia: a etapa científica.<br><br></div><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wilhelm_Wundt"><strong><br>Wundt</strong></a><strong> foi o precursor do estruturalismo. </strong>Teve a inquietude de banir as questões filosóficas em torno da psicologia, porque acreditava que ela devia se concentrar em estudar o que era mensurável e a estrutura da mente. Ele se interessou pela escala dos processos mentais e por investigar as sensações, as ideias, a atenção e as emoções.<br><br></div><div><strong><br>2. William James (1842-1910)</strong></div><div><br>Em contraposição a Wundt, surgiu nos EUA o funcionalismo de William James. Este filósofo norte-americano era partidário de que <strong>o importante era saber o funcionamento da mente </strong>para podermos nos adaptar ao entorno.<br><br></div><div><strong><br>William James se aprofundou no conceito de inteligência, o que propiciou o nascimento da psicometria </strong>como ciência que estuda o uso dos testes para a avaliação da mente humana.<br><br></div><div><strong><br>3. Ivan Pavlov (1849-1936)</strong></div><div><br>Foi um fisiólogo experimental muito influenciado pela reflexologia russa (claro, antes do behaviorismo). Sem dúvidas, atualmente é considerado um dos psicólogos mais famosos do mundo.<strong> Defendia uma metodologia experimental objetiva e rigorosa</strong>. Fugia do que havia sido estruturado até o momento, como a introspecção de Wundt, que não podia ser medida.<br><br></div><div><strong><br>É considerado o pai do condicionamento clássico </strong>por suas pesquisas sobre o sistema digestivo animal, especificamente o dos cachorros. Suas descobertas o levaram a formular a lei do reflexo condicional que, por um erro de tradução, foi chamada de reflexo condicionado.<br><br></div><div><strong><br>4. Sigmund Freud (1856-1939)</strong></div><div><br>Este médico e neurologista austríaco de origem judia é considerado uma das maiores figuras intelectuais do século XX. <strong>Além de ser o pai da psicanálise, sua </strong><a href="https://amenteemaravilhosa.com.br/teoria-do-inconsciente-freud/"><strong>teoria do inconsciente</strong></a><strong> continua sendo um dos pontos de referência mais importantes da psicologia.<br></strong><br></div><div><br>Freud foi o primeiro cientista que falou de traumas emocionais, de etapas sexuais do desenvolvimento, de conflitos mentais, da tríade da personalidade e do significado dos sonhos. Assentou precedentes por seu<strong> foco revolucionário no estudo da mente e da personalidade.<br></strong><br></div><div><strong><br>5. Jean Piaget (1896-1980)</strong></div><div><br>Durante a década de 30, sob um domínio total do behaviorismo, destacaram-se duas escolas centradas na psicologia do desenvolvimento ou evolutiva. Uma delas, a Escola de Genebra, teve como estandarte principal Jean Piaget.<br><br></div><div><br>Seu principal objetivo foi analisar o desenvolvimento do conhecimento e criar uma teoria geral do mesmo. Foi, portanto, <strong>criador da epistemologia genética, a ciência do desenvolvimento do conhecimento. </strong>Também se transformou em um dos psicólogos mais famosos por suas contribuições ao estudo da infância.<br><br></div><div><strong><br>6. Carl Rogers (1902-1987)</strong></div><div><br>Junto a Maslow, foi um dos máximos representantes da <a href="https://amenteemaravilhosa.com.br/psicologia-humanista/">psicologia humanista</a>. Contra a psicanálise, <strong>Rogers tinha uma visão positiva do homem. </strong>Defendia a ideia de que o ser humano é bom por natureza e, portanto, não deve ser controlado com os mecanismos de defesa, deve se expressar para ser livre, para poder ser ele mesmo.<br><br></div><div><strong><br>Desenvolveu a terapia centrada no paciente, ou não diretiva. </strong>Baseou-se na existência de uma capacidade latente e manifesta em todas as pessoas, que lhes permite resolver seus problemas. Para exercitá-la, é preciso ter um contexto determinado no qual alcançará sua satisfação pessoal e um funcionamento pleno e adequado.<br><br></div><div><br></div><blockquote><em>“O importante é criar uma situação que permita ao paciente ser ele mesmo.”</em><br><em>– Carls Rogers –</em></blockquote><div><strong><br>7. Burrhus Frederic Skinner (1904-1990)</strong></div><div><br>Foi o principal <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Burrhus_Frederic_Skinner">representante</a> do behaviorismo e foi muito influenciado por Pavlov. Determinou a existência de dois tipos de respostas, mas se concentrou nas operantes. Para isso, <strong>criou um paradigma experimental, um trabalho pioneiro em psicologia, que chamou de câmara de condicionamento operante.<br></strong><br></div><div><br>Em contraposição à psicanálise, concentrou-se no mecanismo do comportamento reforçador e deixou de lado o inconsciente. <strong>Era partidário de que as consequências de nossas ações podem aumentar ou diminuir a probabilidade da conduta.<br></strong><br></div><div><strong><br>8. Abraham Maslow (1908-1970)</strong></div><div><br>Este autor recebeu uma ampla formação que lhe outorgou uma visão global do ser humano. Bebeu do behaviorismo de Thorndike, dos preceitos da Gestalt, indagou a antropologia e se interessou por conceitos de psicanálise de Fromm, Horney e Adler.<br><br></div><div><br>Tal variedade lhe permitiu ser <strong>um dos fundadores e principais expositores da psicologia humanista. </strong>Além disso, se destacou por introduzir a <a href="https://amenteemaravilhosa.com.br/piramide-das-necessidades-e-o-equilibrio-interior/">pirâmide das necessidades</a>, baseada na ideia de que as pessoas se realizam por meio da satisfação de uma série de necessidades hierarquizadas segundo a sua urgência.<br><br></div><div><strong><br>9. Albert Bandura (1925 – atualidade)</strong></div><div><br>Aos seus 91 anos, este psicólogo canadense pode presumir ter consolidado a importância da cognição em relação à conduta e da sua <a href="https://amenteemaravilhosa.com.br/aprendizagem-social-albert-bandura-2/">teoria da aprendizagem social</a>. Seu postulado do determinismo recíproco, segundo o qual <strong>a</strong> <strong>pessoa, situação e conduta estão em mútua interdependência, </strong>foi um avanço fundamental para o programa cognitivo.<br><br></div><div><br>Suas contribuições sociocognitivistas forneceram uma verdadeira abordagem da personalidade. <strong>Propõe um sujeito proativo; que se auto-organiza </strong>e interpreta a realidade e a si mesmo.<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=wkmZRDxlImk</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 21:29:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>araujoalvesdaniel</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>i)REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:</strong></div><div><br><a href="http://www.psicologiananet.com.br/como-definir-e-escolher-o-tipo-de-pesquisa-em-psicologia-cientifica/930/">http://www.psicologiananet.com.br/como-definir-e-escolher-o-tipo-de-pesquisa-em-psicologia-cientifica/930/ </a><br><a href="http://www.psicologiananet.com.br/pesquisa-cientifica-em-psicologia-metodo-e-tipo-de-pesquisa/307/">http://www.psicologiananet.com.br/pesquisa-cientifica-em-psicologia-metodo-e-tipo-de-pesquisa/307/</a><br><a href="https://web.archive.org/web/20171026182412/http://www.slideboom.com:80/presentations/94571/Tipos-de-pesquisa-em-Psicologia">http://www.slideboom.com/presentations/94571/Tipos-de-pesquisa-em-Psicologia</a><br><a href="http://www.ufsj.edu.br/portal-repositorio/File/lapsam/texto%201b%20-%20TIPOS%20DE%20PESQUISA.pdf">http://www.ufsj.edu.br/portal-repositorio/File/lapsam/texto%201b%20-%20TIPOS%20DE%20PESQUISA.pdf</a><br><br><br>Lista de livros utilizados para pesquisa:&nbsp;<br><br>1. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais, de Paulo Dalgalarrondo.&nbsp;<br>2. Terapia cognitivo-comportamental, de Judith S. Beck.<br>3. Introdução à psicologia junguiana, de Calvin S. Hall e Vernon J. Nordby.</div><div>4. Introdução às obras de Freud, Ferenczi, Groddeck, Klein, Winnicott, Dolto, Lacan, de J.-D. Nasio.</div><div>5. História da Psicologia Moderna, de Duane P. &amp; Sydney Ellen Schultz.</div><div>6. Introdução à psicologia: temas e variações, de Wayne Weiten.</div><div>7. Rápido e devagar: duas formas de pensar, de Daniel Kahneman.</div><div>8. Princípios básicos de análise do comportamento, de Márcio Borges Moreira.</div><div>9. Treino de funções executivas e aprendizado, de Ana Paula Pissarra Marques, Alison Vanessa Morroni Amaral, Telma Pantano.</div><div>10. Inteligência emocional, de Daniel Goleman.</div><div>11. Mulheres que correm com os lobos, de Clarissa Pinkola Estés.</div><div>12. Incógnito – as vidas secretas do cérebro, de David Eagleman.</div><div>13. O homem que confundiu sua mulher com um chapéu, de Oliver Sacks.</div><div>14. O poder do hábito, de Charles Duhigg.</div><div>15. A Arte de não amargar a vida, de Rafael Santandreu.</div><div>16. Gestalt-terapia, de Ralph Hefferline, Paul Goodman e Frederick Perls.</div><div>17. O Animal Social, de David Brooks.<br>18. O eu e o inconsciente, de Carl Gustav Jung.<br>19. História da loucura, de Michel Foucault.<br>20. Obras completas de Freud, de Sigmund Freud.<br>21. Poderosa mente, de Bernabé Tierno.<br>22. O normal e o patológico, de Georges Canguilhem.</div><div>23. Ser e tempo, de Martin Heidegger.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-18 21:30:31 UTC</pubDate>
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