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      <title>Diário de leitura de Pedro Gomes by Pedro Gomes</title>
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      <description>Ms. Rocha | 9th grade</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-25 11:37:34 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Quarto de Despejo&quot;, de Carolina Maria de Jesus</title>
         <author>pedro_gomes25_1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 14:13:02 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo da história</title>
         <author>pedro_gomes25_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O livro "Quarto de Despejo", de Carolina Maria de Jesus, é um diário escrito pela própria autora que conta como é viver em uma comunidade na periferia que é afastada da população de São Paulo. Carolina Maria de Jesus é uma mãe solo que vive com três filhos em um pequeno barraco na comunidade localizada no Canindé, bairro central na cidade de São Paulo. O livro se trata de diversos relatos escritos pela própria Carolina sobre as dificuldades e superações que ela encara dia-a-dia. Algo que me chamou muita atenção durante a leitura foi a dificuldade para adquirir alimentos para ela e seus filhos. Carolina esperava por restos de frigoríficos, assim com o dinheiro que arrecadava através da coleta de resíduos como papelão, conseguia comprar comida para o respectivo dia. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 14:14:07 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Maria de Jesus</title>
         <author>pedro_gomes25_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Carolina Maria de Jesus é uma brasileira que vivia em condições bem simples, e muitas vezes se tornavam muito difíceis. Carolina costumava escrever em seu tempo livre, e um belo dia, sua escrita se tornou interesse de uma jornalista. Em 1960, o livro de suas escritas foi publicado e felizmente se tornou um sucesso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 14:18:33 UTC</pubDate>
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         <title>Sintonia</title>
         <author>pedro_gomes25_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das coisas que me chamou atenção no livro escrito por Carolina Maria de Jesus, e a linguagem utilizada. Durante o livro, é possível identificar muitas gírias, e palavras incorretas. Na série: Sintonia, o mesmo ocorre, muitas gírias também são utilizadas pelas personagens. Outro fato em comum entre os dois é que ambos se passam na favela. Eu provavelmente vou falar sobre essa conexão durante a minha apresentação, porém não consigo ter 100% de certeza pois não sei se meu grupo aceitaria.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 14:25:33 UTC</pubDate>
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         <title>Expectativa de Leitura</title>
         <author>pedro_gomes25_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A minha expectativa em relação a leitura das próximas páginas é que continue a relatar o dia dia de Carolina, suas dificuldades e superações. Eu também espero que ela conte como foi o processo de publicação de seu livro, como conheceu a jornalista e como ela soube que Maria gostava de escrever.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 14:34:12 UTC</pubDate>
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         <title>Cartas a uma Negra</title>
         <author>pedro_gomes25_1</author>
         <link>https://padlet.com/pedro_gomes25_1/90pl3f7rsjoqjsut/wish/2188337143</link>
         <description><![CDATA[<div>O que achei mais interessante e impactante nesses dois capítulos é a forma como as doenças, muitas vezes contagiosas, foram descritas na história. As condições naquela época eram muito precárias, principalmente para os trabalhadores domésticos e aqueles que de alguma forma eram excluídos da sociedade. A medicina também não era tão avançada quanto hoje, então havia poucas vacinas e as doenças eram muitas vezes mortais. Françoise, após ter que se mudar da casa onde trabalhava por causa de um conflito com o sobrinho do patrão, se deparou com a preocupação de transmitir a poliomielite ao filho.<br>Ambas eram empregadas domésticas que não se sentiam à vontade com a situação em que se viam. Carolina, por exemplo, resolveu escrever um diário contando suas dificuldades e problemas que enfrentava no dia-a-dia. Por outro lado, Laudelina foi uma pessoa que criou o primeiro sindicato para defender os direitos das trabalhadoras domésticas, além de participar com frequência de movimentos e organizações de apoio à comunidade negra. Vemos como as empregadas domésticas, tanto no Brasil quanto na França, não se sentiam confortáveis ​​com as condições em que se encontravam, pois todas enfrentavam preconceitos e eram isoladas da sociedade.<br>Fica muito claro como em ambos os livros há racistas que defendem a segregação. No entanto, também podemos identificar como também existem algumas pessoas, obviamente e infelizmente minorias, que apoiam a causa negra e as condições das trabalhadoras domésticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 21:16:13 UTC</pubDate>
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         <title>Consolidação das Leis Trabalhistas</title>
         <author>pedro_gomes25_1</author>
         <link>https://padlet.com/pedro_gomes25_1/90pl3f7rsjoqjsut/wish/2188345490</link>
         <description><![CDATA[<div>A CLT é a consolidação das leis trabalhistas. São as leis que regulam o trabalho da população, dos trabalhadores, como indivíduos e grupos. A lei nº 5.452 foi criada em 1º de maio de 1943, sancionada por Getúlio Vargas. Ela surgiu diante de uma necessidade dos trabalhadores de seus próprios direitos de uma forma igualitária.<br>A CLT foi e ainda é muito importante para todos nós. Garante que todos os direitos dos trabalhadores sejam respeitados e respeitados. Quando lidamos com o passado, podemos identificar os abusos de patrões e donos de fábricas em relação aos trabalhadores, como a alta carga horária semanal que estipulavam. A CLT é uma combinação de todas as leis trabalhistas, que permitem e protegem os trabalhadores de acordo com seus direitos, como estipular uma jornada máxima de trabalho.<br>A CLT hoje em dia, é a junção das leis que protegem e garantem os direitos dos trabalhadores, porém, a consolidação das leis não protege os trabalhadores autônomos assim como Carolina Maria de Jesus.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 21:26:25 UTC</pubDate>
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         <title>República Velha</title>
         <author>pedro_gomes25_1</author>
         <link>https://padlet.com/pedro_gomes25_1/90pl3f7rsjoqjsut/wish/2194916631</link>
         <description><![CDATA[<div>As principais características da república velha eram o coronelismo, o clientelismo e o mandonismo. O coronelismo era uma prática política em que os latifundiários obrigavam seus empregados a votar em candidatos que desejavam manter no poder. O clientelismo é a troca de bens por apoio político. O mandonismo era usado por quem já tinha poder, para comandar em qualquer situação e ganhar ainda mais prepotência. Podemos ver através da obra de Carolina Maria de Jesus, que os políticos e homens de grande poder daquela época, afastavam e mantinham as pessoas mais humildes isoladas da comunidade mais rica. Assim, podemos afirmar que as ações marcantes da república velha está relacionada com o que os políticos e homens de poder faziam com as pessoas mais humildes, eles em uma forma geral, controlavam-as.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 00:29:15 UTC</pubDate>
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         <title>Observação (linguagem)</title>
         <author>pedro_gomes25_1</author>
         <link>https://padlet.com/pedro_gomes25_1/90pl3f7rsjoqjsut/wish/2194921205</link>
         <description><![CDATA[<div>Algo que me chamou muita atenção durante a leitura do livro é a linguagem utilizada pela autora. No livro, a autora comete diversos erros gramaticais e ortográficos, e a editora decidiu deixar os erros na obra principal pois eles relevam as marcas e linguagem oral daquela época, além de expressar e representar a falta de conhecimento daqueles que eram afastados da sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 00:33:20 UTC</pubDate>
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         <title>A autora</title>
         <author>pedro_gomes25_1</author>
         <link>https://padlet.com/pedro_gomes25_1/90pl3f7rsjoqjsut/wish/2194926117</link>
         <description><![CDATA[<div>Carolina Maria de Jesus viveu em meados de&nbsp;1940. Tinha uma vida muita simples e passava por muitas dificuldades. Costumava recolher latinhas para dar o que comer aos seus filhos. Em seu tempo livre, Carolina gostava de escrever sobre sua vida, e em um belo dia uma jornalista se interessou pela sua escrita. Seu livro "Quarto de Despejos" foi publicado em 1960, e hoje é considerado uma obra de extrema importância para todos nós, brasileiros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 00:37:39 UTC</pubDate>
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