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      <title>Mural do nosso esperançar FaE/UFMG by Bruna Gonçalves</title>
      <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9</link>
      <description>um olhar para as vivências durante a(s) disciplina(s) cursadas no Ensino Remoto Emergencial no 1º semestre de 2020 na UFMG.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-02 13:21:15 UTC</pubDate>
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         <title> A pandemia afetou todos os âmbitos da vida de todos.  Eu me adaptei rapidamente ao ERE. De início fiquei um pouco perdida pois, nunca havia feito nenhum estudo a distância, não sabendo decidir o que fazer, em que focar e em como fazer, e agora tenho sete matérias da faculdade mais os cursos online que eu faço. Para mim, não foi um processo difícil, me adaptei rapidamente. A FUMP ajudou os alunos com recursos, eu recebi uma ajuda de custo para comprar um notbook particular e na minha casa já tinha uma boa internet. O meu celular também é uma ferramenta de estudos. Em ambos, no meu celular e no meu notbook, está instalado a plataforma TEAMS que é utilizada pela UFMG para o ensino remoto.  Na minha casa tem uma impressora profissional e eu imprimo alguns materiais importantes para a leitura pois, ler no computador e no celular é muito mais cansativo e pesa a visão, da enxaqueca e fora outras questões negativas para a saúde. Os professores sempre nos acolheram de forma amistosa, cuidadosa, profissional, adequada e específica, nunca me ocorreu problema algum com nenhuma matéria e com nenhum professor, são docentes muito bem preparados e bons profissionais. Todos têm uma boa didática, todos articulam bem os textos nas aulas interativas com coerência e impessoalidade e nos dão espaço para podermos falar, expressar opiniões e debater. Todas essas adaptações, movimentações e experiências me mostraram que tudo pode ser superado, algumas barreiras aparecem para que nós possamos nos desenvolver e evoluir para subirmos de níveis. O comodismo é abominável e o que aconteceu só nos mostrou que tudo pode e deve mudar, que a vida é instável, que a humanidade é instável e nós temos que estar em movimento, com consentimento.  A educação nunca pode faltar, ela um pilar da estrutura da sociedade, as adaptações foram mais do que necessária para a nossa aprendizagem e essa nova relação de educação x tecnologia nos mostrou que tudo pode ter um lado positivo, as tecnologias, as redes de comunicação em massa, podem ser trabalhadas para algo positivo e emancipatório, pode contribuir com o nosso crescimento.</title>
         <author>darlynda19</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 17:44:25 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre ass experiências com o ERE</title>
         <author>taniareginalopes1960</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/806757606</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa nova realidade mundial trazida pela pandemia atingiu à todos indistintamente e com a educação não poderia ser diferente. Eu tive algumas dificuldades para me adaptar ao ERE, senti-me perdida e desatualizada porque nunca havia participado do ensino a distância, precisei da ajuda da colega Elida para me adaptar a essa nova vivência e minha sorte foi que nesse semestre estou matriculada em apenas três disciplinas e, portanto, estou conseguindo acompanhá-las.<br>Para minha tranquilidade consegui da colega Carol Bento a doação de um notebook que foi muito providencial, quanto à internet tive que aumentar sua potência ficando um pouco mais oneroso para mim. <br>Outro fato que contribuiu para minhas dificuldades é o fato de eu não ter um espaço específico, em minha casa, para meus estudos e tenho acompanhado tudo no notebook e no tablet sem a disponibilização de material impresso.<br>As experiências com as disciplinas têm sido muito proveitosas, pois os professores, que são muito competentes, estão se adaptando também à nova realidade e nos propiciaram uma aprendizagem produtiva e participativa, nos mostrando os melhores caminhos para o aprender sem contato presencial, sem trocas afetivas diretas.<br>Até o momento tenho conseguido acompanhar os conteúdos disponibilizados e as atividades.<br>Acredito que essa nova realidade, trazida pela pandemia, nos fez visualizar novos horizontes e saber o quanto é importante a educação para todos, embora, infelizmente alguns alunos prejudicados com o ERE colocando essa premissa por terra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 14:05:14 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre as experiências com o ERE - Débora Muniz </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/807426269</link>
         <description><![CDATA[<div>A quarentena pegou a todos de surpresa, acreditava que seria algo passageiro e duraria menos de um mês. Mas o tempo foi passando e o sentimento de angústia, medo e incerteza só foram aumentando. De fato, não estava preparada e nunca havia imaginado vivenciar algo parecido. No começo do ano fiz planejamentos e metas pessoais e profissionais que com o tempo foram sendo canceladas, adaptadas e/ou deixadas para projetos futuros.</div><div>O retorno das aulas em Ensino Remoto Emergencial me deixou animada, pois o confinamento e a falta de opções para passar o tempo já não estavam fazendo bem, mesmo não tendo muita facilidade com as plataformas digitais a experiência tem sido agradável, pois está sendo um processo de descoberta e adaptações tanto minhas quanto dos professores, que salvam as exceções, eles têm sido bastante compreensivos e flexíveis, buscando sempre ajudar, ouvir e atender as demandas dos alunos, sem perderem a qualidade de ensino, sendo estes meus maiores medos. Reconheço meus privilégios, sempre tive internet, um notebook e onde moro é silencioso então consigo acompanhar as aulas. </div><div>Acredito que tanto pessoalmente quanto profissionalmente o período que estamos vivenciando tem sido de imenso aprendizado, pessoalmente vou de encontro com o “meu eu”, e profissionalmente o pensar em novas possibilidades e principalmente que às vezes algo pode surgir e mudar completamente as estruturas e exigir que nos adaptamos, e que nunca podemos nos acomodar, pois não sabemos o que nos espera amanhã e temos sempre que ter ESPERANÇA no amanhã, pois de uma hora para outra as nossas vidas podem MUDAR.<br>Nome: Débora Thaís Ferreira da Silva Muniz<br>Turma: TI e TJ</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 16:32:04 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre as experiências com o ERE - Débora Muniz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/807453841</link>
         <description><![CDATA[<div>A quarentena pegou a todos de surpresa, acreditava que seria algo passageiro e duraria menos de um mês. Mas o tempo foi passando e o sentimento de angústia, medo e incerteza só foram aumentando. De fato, não estava preparada e nunca havia imaginado vivenciar algo parecido. No começo do ano fiz planejamentos e metas pessoais e profissionais que com o tempo foram sendo canceladas, adaptadas e/ou deixadas para projetos futuros.</div><div>O retorno das aulas em Ensino Remoto Emergencial me deixou animada, pois o confinamento e a falta de opções para passar o tempo já não estavam fazendo bem, mesmo não tendo muita facilidade com as plataformas digitais a experiência tem sido agradável, pois está sendo um processo de descoberta e adaptações tanto minhas quanto dos professores, que salvam as exceções, eles têm sido bastante compreensivos e flexíveis, buscando sempre ajudar, ouvir e atender as demandas dos alunos, sem perderem a qualidade de ensino, sendo estes meus maiores medos. Reconheço meus privilégios, sempre tive internet, um notebook e onde moro é silencioso então consigo acompanhar as aulas. </div><div>Acredito que tanto pessoalmente quanto profissionalmente o período que estamos vivenciando tem sido de imenso aprendizado, pessoalmente vou de encontro com o “meu eu”, e profissionalmente o pensar em novas possibilidades e principalmente que às vezes algo pode surgir e mudar completamente as estruturas e exigir que nos adaptamos, e que nunca podemos nos acomodar, pois não sabemos o que nos espera amanhã e temos sempre que ter ESPERANÇA no amanhã, pois de uma hora para outra as nossas vidas podem MUDAR.<br>Nome: Débora Thaís Ferreira da Silva Muniz</div><div>Turma: TI e TJ</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 16:37:51 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre as experiências com o ERE</title>
         <author>bahlouback99</author>
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         <pubDate>2020-10-07 13:56:29 UTC</pubDate>
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         <title>Reinventar </title>
         <author>sanderpalmer1</author>
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         <pubDate>2020-10-09 02:10:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marinadrummond1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando a Universidade divulgou o ERE fiquei apreensiva, pois a mais ou menos 1 ano, optei por não continuar no curso de Pedagogia EAD da UFOP. Não me adaptei ao ensino a distância e pensei que aconteceria a mesma coisa. </div><div>Estudar em casa, neste contexto de aulas remotas, tem sido bem difícil para mim. A desorganização é um problema neste meu percurso. A falta de organização já era uma questão que eu lidava com ela, mas nestes tempos ele se elevou a um nível que eu não conseguia terminar nada que eu começava. Tudo ficava pela metade.   </div><div>  Tenho buscado alternativas para minimizar esta minha dificuldade/característica, algumas tem dado certo outras não. A compreensão e incentivo dos professores e a acolhida dos colegas tem sido essenciais para transpor estes problemas.  </div><div>A condução dos professores tem sido muito boa e um exemplo. Passar por esta experiência de ERE apesar de difícil me mostrou que é possível reinventar sempre que necessário e aprender de formas diferentes. <br><br>                              Marina Drummond<br>                                                    TI e TJ</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 11:48:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jujudeatherage</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 12:38:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O novo modelo de ensino, ERE, possibilitou interagir em novos e difíceis processos de aquisição de conhecimentos, foi um desafio. Estes momentos se constituíram, primeiramente em reconhecer os espaços digitais e navegar neles de forma apropriada, segundo ajustar os conceitos para atingir as metas discursivas das disciplinas e por último disponibilizar tempo suficiente para desenvolver as inúmeras atividades propostas, conciliando-as com outras tarefas cotidianas. Na nova experiência, permitida pelas plataformas digitais, me orientei pelo que já conhecia, ter desenvolvido atividades de extensão no modelo EAD, e logo conhecia um pouco a dinâmica das atividades sem a presença do professor, o que facilitou de certa forma a questão do ensino aprendizagem. É necessário pensar que nada consegue substituir a interação em sala de aula, o encontro com os pares, às relações de troca nas atividades presenciais e principalmente os momentos do intervalo para um cafezinho e conversar sobre as nossas vivências. Quando fiz a primeira atividade coletiva, sobre a Pandemia, neste espaço, queria exatamente chamar a atenção para esses distanciamentos escolares, as transformações do mundo na Pandemia e os novos recursos digitais que se tornaram imprescindíveis, porém excludentes. Na atividade anterior, expressei-me com a poesia crítica, “onde estou, atrás do computador”, traduzindo onde não gostaria de estar, “Quarentena forçada”, as novas formas híbridas da escolarização tornou-se uma escola de difícil acesso. Sabe-se que “ocorreu uma tentativa primorosa de “normatização” em um novo normal”, e o esforço dos professores para que as disciplinas ocorressem, mas para quem não têm ou não possuiu os recursos necessários foi de certa forma um meio perverso e distanciador, o que percebi, por mim e nas interações com meus colegas. Por fim, retomo e faço uma citação do texto de Denise Sant’ Anna (2020), ”Lavar as mãos descolonizar o futuro”, onde o “Esperançar” configurou-se nas pequenas e grandes ações do cotidiano, que continua na nos ajudar nesta desigual e longa espera: “durante a pandemia, é preciso parar, retornar à cozinha, ao cuidado com os filhos e os mais velhos, à vida lenta, à contemplação sem pressa da paisagem pelas janelas, à gratuidade das brincadeiras e das relações amorosas, ao convívio com muito daquilo que não tem preço nem valor de mercado”. (Sant’Anna, 2020. pág.12).Referência:LAVAR AS MÃOS, DESCOLONIZAR O FUTURO-Denise Bernuzzi de Sant&#39;Anna, 2020.</title>
         <author>keilagrates</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 17:36:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>irenigomes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 22:09:35 UTC</pubDate>
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         <title>Registros / Depoimentos ERE </title>
         <author>karinavss</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/818828371</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha experiência de aprendiz à distância no Ensino Remoto Emergencial (ERE) não tem sido das melhores, tive e tenho dificuldades com essa nova modalidade. As principais dificuldades estão relacionadas a questões psicológicas, concentração, organização e disposição. O ERE é muito diferente do presencial, e demanda maior compromisso e disposição. Infelizmente com o quadro atual da sociedade a pandemia e isolamento social, vários fatores externos influenciam negativamente nossa produtividade, não considero estar preparada mentalmente, muitas preocupações tem me afetado como insegurança e medo da doença. Sobre o processo de adaptação às novas plataformas digitais não tive dificuldades, tenho experiência com tecnologias digitais facilitando o entrosamento no ERE. Os principais recursos que utilizo são notebook, celular e rede wi-fi. Há um cansaço extremo em passar horas na frente das telas, prejudicando minha concentração, produtividade, minha saúde mental e física. Ressalta-se o importante papel dos professores no ERE, que mediante as dificuldades apresentadas pelos estudantes se mostraram dispostos a flexibilizar as avaliações, produções e materiais mobilizados, proporcionando uma melhor apropriação do conhecimento e conteúdos ofertados pelas disciplinas. As discussões promovidas no decorrer do semestre proporcionaram um olhar reflexivo sobre tudo a nossa volta e de como nós seres humanos precisamos melhorar, principalmente na questão de ajudar, apoiar e respeitar o próximo. Esse momento promoveu uma articulação de nossos estudos como pedagogos em formação com temas atuais vivenciados nos últimos dias. Tais experiências trouxeram uma compreensão diferente sobre a Educação e seus sujeitos quanto ao ERE, refletindo também sobre a importância do ensino na modalidade presencial e do quanto precisamos aprender e aprimorar nossos conhecimentos e recursos com relação ao ERE. Estamos em processo de adaptação, novas aprendizagens e para isso precisamos estar abertos ao novo!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 18:41:58 UTC</pubDate>
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         <title>Resistindo real e virtualmente</title>
         <author>flavioalribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/818927256</link>
         <description><![CDATA[<div>Chegando ao fim do semestre letivo mais atípico que já vivenciei, acredito que eu tenha conseguido me organizar razoavelmente bem para lidar com o ERE. Os meios virtuais/digitais, sem dúvidas, não substitui as aulas presenciais. Todavia, são pertinentes, sobretudo com as síncronas, onde podemos participar, seja com comentários, dúvidas ou observações quaisqueres. Esse é meu último semestre na graduação em pedagogia e, por mais que não tenha sido da forma que havia imaginado no início do ano, não deixou de ser uma interessante experiência de aprendizagem, sobretudo diante da nova onda virtual que, pelo bem ou pelo mal, chega para ficar.<br><br></div><div>A inciativa Universidade de, ao seu tempo, se organizar para a retomada das aulas foi louvável. Trata-se de uma nova realidade ao qual a Universidade não pode se furtar, ao contrário, deve, como assim o fez, se voluntariar para buscar novas formas de lidar com o novo e enfrentar os desafios impostos pelo COVID-19, ainda que em meio a dor de tantas família, como é o caso da minha. Ensinar é resistir. Não parar é resistir. Aprender é resistir. Caminhar para frente é resistir.<br><br></div><div>Debater Corpo e Educação nunca foi tão pertinente. Pensar o corpo meio e fim da cultura, produtor e receptor desse mundo e o papel da escola nesse lugar, sobretudo em tempo de distanciamento – de tudo que há de físico no mundo, não fez, senão, sublinhar esse fundamental aspecto que outrora valorizado na instituição escola, ainda que de alguma forma desvirtuado, hoje pena para se firmar enquanto disciplina escolar (entendendo aqui a Educação Física como espaço institucional para lidar exclusivamente com o corpo e suas interfaces com o mundo/cultura). Esse debate ganha, de fato, relevância quando nos deparamos ao sabor das mídias, principalmente em tempos de relações virtuais, com seus ideais de forma, consumo e de vida e somos colocados à prova diante de um verdadeiro bombardeio de protótipos que passam a se valer como ideais. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 21:12:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexões sobre o ERE</title>
         <author>laaischristine41</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/819560991</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse momento de ERE veio, e está ensinando muita coisa! Nos fez abrir ainda mais os olhos para as diversas realidades, como o país é desigual, como nosso papel é essencial para as crianças. Esse momento trouxe a valorização das menores coisas! Um abraço vale ouro, um sorriso que consola, uma palavra que acalenta... Estamos longe, mas estamos juntos! Entre a correria da vida e os prazos da faculdade tenho encontrados nos colegas refúgio para conversar sobre esse período tão conturbado.<br><br></div><div>Não tem sido fácil para ninguém mas temos excelentes professores que dão a certeza de estarmos juntos. Infelizmente não são todos e tenho (com outra turma) tido situações abusivas e atividades exorbitantes, seguiremos firme! Vai passar! É um momento de aprendizagem, e a situação não é algo comum para ninguém. Estão todos se reinventando dia após dia para fazer dar certo, e vai dar.<br>                                            Lais C. <br>                                             Turma I</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 11:26:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>camilat3</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/819638388</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 13:21:59 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre as experiências com o ERE.  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/819842080</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Jhonata Oliveira Rodrigues <br>Disciplina: Fundamentos de Ensino de Matemática II <br><br>Quando a universidade escolheu o ensino remoto para dar continuidade às atividades acadêmicas, fiquei preocupado, a modalidade do ensino a distância para ser bem sucedida deve-se levar em consideração um território marcado por diferenças econômicas, sociais, culturais e os impactos que a pandemia tem causado diante do impasse entre aqueles que se valem ou não do recurso das aulas online, muitas das disciplinas tem tido um ótimo desempenho durante esse período, mas infelizmente em outras unidades essa realidade não tem sido compreendida com o cuidado que ela merece, nesses casos específicos tenho visto muitos colegas sendo prejudicados na qualidade do ensino e não tenho visto nenhuma ação de alguns docentes para poder mudar essa realidade. Na faculdade de educação, podemos observar o carinho e o cuidado que os professores tem pelos seus alunos, isso tem dado força para poder continuar e pode servir de exemplo para as demais unidades dentro da UFMG. </div><div>            Nesse período tenho enfrentado muitas dificuldades para poder conseguir acompanhar algumas atividades, mas tenho me esforçado muito para aprender os conteúdos, os materiais disponibilizados pelos professores tem ajudado muito durante os estudos e uma coisa que eu sempre quero poder alimentar é a esperança em dias melhores para todos nós e que possamos voltar o mais rápido e seguro possível para nossas atividades presenciais. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 17:18:00 UTC</pubDate>
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         <title>Vivências dos Ensino Remoto Emergencial - Teorias do Currículo</title>
         <author>yfurtadomedina</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/819862384</link>
         <description><![CDATA[<div>Em meio a pandemia, ao isolamento social, a falta de perspectivas e incertezas que o corona vírus nos causou, fiquei bastante aliviada com o retorno das aulas da UFMG. Obviamente, falo isso de um lugar, ironicamente, privilegiado: pois sou uma pessoa de renda baixa, porém, possuo acesso fácil à internet e equipamento para uso.<br>Com o retorno das aulas, a sensação de ter algo para fazer, foi um alívio pois manteve a mente ocupada. Durante o período presencial, sempre fui uma pessoa mais solitária dentro da FaE, por demandas da vida corrida e do cansaço de uma trabalhadora. O mesmo acontece durante o ERE, então, nesse sentido, estou acostumada e consigo me virar bem, na medida do possível.<br>Como perdi meu estágio remunerado em escola, por causa do covid, passei a dar aulas particulares nas casas de ex-alunos, o ERE, na Pedagogia e com as disciplinas que faço, está sendo uma boa possibilidade de flexibilização para os atendimentos. O distanciamento, por outro lado, dificultou as trocas com pessoas de turmas nas quais não conheço ninguém, nem ao menos de vista. Passei por situações em que tive que fazer um trabalho em grupo sozinha, pois não houve comunicação (da minha parte) e por outra, na disciplina de Teorias do Currículo, no qual as moças do meu grupo foram extremamente acolhedoras.<br>Entretanto, nada supera as trocas feitas dentro do espaço da FaE, as construções possíveis durante os debates e o compartilhamento dos conhecimentos.<br>De forma geral, tem sido uma experiência tranquila. Entretanto, espero que a vacina saia logo e possamos voltar ao convívio normal.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 17:42:14 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões ERE - Isabella Lima</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 23:39:00 UTC</pubDate>
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         <title>2ª parte esperançar - Gabrielle de Aguilar Magnani </title>
         <author>gabriellemagnani991</author>
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         <description><![CDATA[<div>            A quarentena trouxe uma nova forma de aprendizagem, foi necessário me adaptar ao ensino remoto e criar uma nova rotina de estudos já que passamos a ter aulas dentro de casa. Quando o ERE foi anunciado eu fiquei apreensiva, mesmo já tendo feito outros cursos online eu fiquei como medo de não conseguir me adaptar ao mesmo e acabar ficando prejudicada quanto a absorção das matérias, mas na primeira semana de aula os professores me tranquilizaram na primeira aula conjunta e aos poucos eu percebi que o ERE não era nenhum bicho de sete cabeças.  Hoje me organizo melhor através de uma rotina de estudos que eu desenvolvi e leio os textos e faço marcações e comentários sobre o mesmo pelo computador ou pelo celular e me sinto satisfeita comigo mesma por ter conseguido ler e assistir os materiais que foram disponibilizados pelos professores.<br><br></div><div>            Sinto que os temas trabalhados pelos professores estão bem articulados, trazendo reflexões excelentes nas discussões que acontecem nas aulas síncronas. As temáticas das disciplinas estão bem interligadas e permitiram uma análise crítica ampla sobre como a educação não é neutra e seus currículos são também uma forma de poder, assim essas matérias me ajudaram refletir ao longo do semestre sobre como a educação ainda não é para todos, tendo grupos que as mesmas são negadas, seja pela falta de infraestrutura, acesso ou pelo fracasso escolar, e temos muito a melhorar para de fato incluir todos os alunos, sendo necessário pensar em currículos que respeitem as suas diversidades e não apenas controle a sua corporeidade e docilizem suas formas de portar, agir e falar. Eu acredito que essas reflexões que as matérias do 4 período são essenciais e eu só tenho a agradecer aos professores por todo o esforço e trabalho que vocês tiveram para mobilizar esses temas tão importantes que discutirmos no ERE.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 12:17:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gigimelogui1</author>
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         <pubDate>2020-10-12 14:31:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bruggerbrenda123</author>
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         <pubDate>2020-10-12 17:33:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lusca1</author>
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         <pubDate>2020-10-12 20:48:21 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões de Alice Biondi </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/823444380</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 02:34:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O distanciamento social me trouxe muitas reflexões, a começar pela valorização da presença. Pequenas coisas passam a ter sentido, bate a saudade, tristeza, ansiedade, mas também, tem sido muito bom para fazer uma reflexão mais profunda de autoconhecimento. A pandemia está nos ensinando diversas lições, dentre elas, a valorizar a vida, a caridade, o tempo, a família, nosso espaço físico na universidade, os professores a natureza. Nesse sentido, passei a ver as coisas com outros olhos, dando sentido as pequenas coisas que antes não pareciam conter tanto valor. O ERE foi mais uma dificuldade advinda da pandemia. Não estava preparada para esse momento, na verdade, nunca havia imaginado essa possibilidade. Tenho dificuldade de concentração, preciso de um ambiente silencioso, de aulas expositivas, de contato, por isso minha experiência não tem sido das melhores, apesar de ter professores humanistas que se preocupam conosco.Outro fator que contribui como dificultador é a pouca prática com as ferramentas digitais. O acesso restrito ao computador sempre me foi restrito e isso tem dificultado a otimização do meu tempo na execução das tarefas uma vez que possuo pouca habilidade e com isso tenho dedicado um tempo maior as atividades, o que conseqüentemente acaba me desgastando mais, tanto física como mentalmente.Por outro lado, a discussão nas disciplinas tem feito relações com o momento atual, o que facilita nosso entendimento e nos aproxima da realidade. Isso me faz pensar na necessidade de como futura pedagoga entender a realidade dos alunos, sendo mais atenciosa, humana e consciente das dificuldades particulares. A educação deve cumpri seu papel de ser formadora de sujeitos cada vez mais consciente, crítico, étnico  e preparado para lidar com situações adversas, que nos tiram da zona de conforto, devendo incomodar nos motivando a ser seres pensantes inconformados com o sistema vigente que tenta e, que muitas vezes, nos mantém refém de seus padrões educacionais. </title>
         <author>sgsufmg</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/823553336</link>
         <description><![CDATA[<div>Turma: TI e TJ</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 03:43:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>luizafs</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/824494283</link>
         <description><![CDATA[Acredito que uma das palavras chaves para o que temos vivenciado nessa pandemia é adaptação. Nos adaptamos a máscara, álcool em gel, ficar em casa, lavar as mãos constantemente, videoconferências. Recentemente, tivemos que nos adaptar a uma nova condição de aprendizes, quando já estávamos nos adaptando ao oficio de aluno do ensino superior. Felizmente, os professores se mostraram preocupados as condições de cada estudante e abertos ao diálogo desde o início. Desde o anúncio do ERE, meu coração andava cheio de angústias e incertezas. Mas a primeira conversa com os professores já me tranquilizou, pois eles se mostraram compreensivos com a situação que estamos vivendo e mostraram que somos um time, não alunos versus professores, mas ambos juntos se adaptando e buscando construir possibilidades para o ERE. Para alguns, as aulas aconteceram da mesma forma que aconteceriam presencialmente: leitura de um texto e discussão em sala. Outros se reinventaram, trouxeram outras metodologias, entenderam as especificidades do ERE: exploramos mais o moodle e suas possibilidades, construímos textos coletivos, assistimos seminários, recebemos até convidados internacionais. Mas, independente da metodologia utilizada, sentimos os professores abertos, compreensivos e prontos para nos ajudar. Tudo isso tornou o ERE na Fae muito mais tranquilo, foi uma esperança e uma inspiração. As vezes, também vivi sentimentos de culpa por não ligar a câmera e ver os professores, tão dedicados, falando apenas com as fotos ou iniciais dos nomes no Teams. Também sinto falta de rir e conversar com meus colegas no intervalo, de almoçar junto com os amigos, de ir conversando com pessoas tão queridas na carona a caminho da UFMG. Mas, como dito, a palavra chave é adaptação. Com certeza o ERE superou minhas expectativas e cumpre o que se propôs a fazer, visto que é um recurso emergencial. Sinto que aprendi muito não só sobre os conteúdos das disciplinas, mas principalmente sobre a importância do diálogo, compreensão e solidariedade nas práticas educativas.  ]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 12:15:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ERE</title>
         <author>aanacorreia1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 17:25:57 UTC</pubDate>
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         <title> </title>
         <author>adrianahsslabecor</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando fui pensar sobre como contribuir para as discussões do ERE, refleti bastante sobre os lugares que as cobranças ocupam nesse modelo de ensino e também sobre a falta que faz as interações. A demanda de produtividade é outra pois o momento é outro, e deveríamos nos preocupar tanto em ser produtivos academicamente em uma pandemia? Quantos artigos você leu esse tempo em casa? <br>Será que temos olhado o suficiente para a cobrança no ambiente acadêmico quando não estamos no ERE também? É esse o ensino que nós queremos? As práticas pedagógicas desenvolvidas pela FaE realmente priorizam uma aprendizagem e formação libertadora e autônoma as alunas?<br>Essas são algumas das questões que levei em consideração ao elaborar meu texto que segue em anexo abaixo:<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 18:41:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vivências ERE - Júlia Crisitina Souza Trindade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/826721291</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 21:34:01 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre o ERE</title>
         <author>thaispaivabs</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/826884292</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div>A pandemia me afetou bastante psicologicamente e quando houve o comunicado sobre as aulas remotas eu fiquei apreensiva sobre como iria funcionar e se eu daria conta de conciliar o meu trabalho, em que eu estou gravando vídeo aulas e dando aulas online, com as aulas da faculdade. Porém, eu também não queria perder o semestre e por isso não quis trancar nenhuma matéria. </div><div>Estudar em casa, no contexto atual tem sido bem difícil pra mim. A concentração é uma coisa que antes eu já vinha trabalhando para conseguir melhorar e agora com o ensino remoto a concentração é um elemento fundamental que eu estou me esforçando para aprimorar. </div><div>O que me mantém aliviada e têm me ajudado neste período são as amizades que eu tenho na sala. Constantemente faço ligações por chamada de vídeo com o meu grupo e conversamos sobre o andamento dos trabalhos (até mesmo os individuais), as datas de entrega e as dúvidas que temos em relação a algum comando que não entendemos tão bem. Esse apoio me faz ter mais segurança para lidar com as dificuldades do ERE. </div><div>Em relação à didática e aos professores, no geral, não tenho nada a reclamar. Todos têm sido bastante compreensivos em todos os sentidos. Inclusive este formato de trabalho coletivo foi muito interessante para aliviar a tensão por trás de todos os momentos difíceis que cada um está enfrentando. </div><div>Por fim, independente de estar sendo difícil para todos é importante tentarmos tirar algum proveito das situações ruins que acontecem conosco. A experiência que eu adquiri nesse processo foi o entendimento de como faz falta estar junto com as pessoas. Antes eu ficava aliviada quando não tinha aula e eu podia ficar em casa e agora tudo que eu mais queria era estar na aula com todos juntos trocando vivencias e partilhando histórias. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 23:22:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>thaispaivabs</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/826885094</link>
         <description><![CDATA[
A pandemia me afetou bastante psicologicamente e quando houve o comunicado sobre as aulas remotas eu fiquei apreensiva sobre como iria funcionar e se eu daria conta de conciliar o meu trabalho, em que eu estou gravando vídeo aulas e dando aulas online, com as aulas da faculdade. Porém, eu também não queria perder o semestre e por isso não quis trancar nenhuma matéria. 
Estudar em casa, no contexto atual tem sido bem difícil pra mim. A concentração é uma coisa que antes eu já vinha trabalhando para conseguir melhorar e agora com o ensino remoto a concentração é um elemento fundamental que eu estou me esforçando para aprimorar. 
O que me mantém aliviada e têm me ajudado neste período são as amizades que eu tenho na sala. Constantemente faço ligações por chamada de vídeo com o meu grupo e conversamos sobre o andamento dos trabalhos (até mesmo os individuais), as datas de entrega e as dúvidas que temos em relação a algum comando que não entendemos tão bem. Esse apoio me faz ter mais segurança para lidar com as dificuldades do ERE. 
Em relação à didática e aos professores, no geral, não tenho nada a reclamar. Todos têm sido bastante compreensivos em todos os sentidos. Inclusive este formato de trabalho coletivo foi muito interessante para aliviar a tensão por trás de todos os momentos difíceis que cada um está enfrentando. 
Por fim, independente de estar sendo difícil para todos é importante tentarmos tirar algum proveito das situações ruins que acontecem conosco. A experiência que eu adquiri nesse processo foi o entendimento de como faz falta estar junto com as pessoas. Antes eu ficava aliviada quando não tinha aula e eu podia ficar em casa e agora tudo que eu mais queria era estar na aula com todos juntos trocando vivencias e partilhando histórias. 
]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 23:22:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Reflexões sobre o ERE</title>
         <author>thaispaivabs</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/826886022</link>
         <description><![CDATA[<div>A pandemia me afetou bastante psicologicamente e quando houve o comunicado sobre as aulas remotas eu fiquei apreensiva sobre como iria funcionar e se eu daria conta de conciliar o meu trabalho, em que eu estou gravando vídeo aulas e dando aulas online, com as aulas da faculdade. Porém, eu também não queria perder o semestre e por isso não quis trancar nenhuma matéria. </div><div>Estudar em casa, no contexto atual tem sido bem difícil pra mim. A concentração é uma coisa que antes eu já vinha trabalhando para conseguir melhorar e agora com o ensino remoto a concentração é um elemento fundamental que eu estou me esforçando para aprimorar. </div><div>O que me mantém aliviada e têm me ajudado neste período são as amizades que eu tenho na sala. Constantemente faço ligações por chamada de vídeo com o meu grupo e conversamos sobre o andamento dos trabalhos (até mesmo os individuais), as datas de entrega e as dúvidas que temos em relação a algum comando que não entendemos tão bem. Esse apoio me faz ter mais segurança para lidar com as dificuldades do ERE. </div><div>Em relação à didática e aos professores, no geral, não tenho nada a reclamar. Todos têm sido bastante compreensivos em todos os sentidos. Inclusive este formato de trabalho coletivo foi muito interessante para aliviar a tensão por trás de todos os momentos difíceis que cada um está enfrentando. </div><div>Por fim, independente de estar sendo difícil para todos é importante tentarmos tirar algum proveito das situações ruins que acontecem conosco. A experiência que eu adquiri nesse processo foi o entendimento de como faz falta estar junto com as pessoas. Antes eu ficava aliviada quando não tinha aula e eu podia ficar em casa e agora tudo que eu mais queria era estar na aula com todos juntos trocando vivencias e partilhando histórias. </div><div>Thais Paiva - TJ<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 23:23:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>thaispaivabs</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/826886361</link>
         <description><![CDATA[A pandemia me afetou bastante psicologicamente e quando houve o comunicado sobre as aulas remotas eu fiquei apreensiva sobre como iria funcionar e se eu daria conta de conciliar o meu trabalho, em que eu estou gravando vídeo aulas e dando aulas online, com as aulas da faculdade. Porém, eu também não queria perder o semestre e por isso não quis trancar nenhuma matéria. 
Estudar em casa, no contexto atual tem sido bem difícil pra mim. A concentração é uma coisa que antes eu já vinha trabalhando para conseguir melhorar e agora com o ensino remoto a concentração é um elemento fundamental que eu estou me esforçando para aprimorar. 
O que me mantém aliviada e têm me ajudado neste período são as amizades que eu tenho na sala. Constantemente faço ligações por chamada de vídeo com o meu grupo e conversamos sobre o andamento dos trabalhos (até mesmo os individuais), as datas de entrega e as dúvidas que temos em relação a algum comando que não entendemos tão bem. Esse apoio me faz ter mais segurança para lidar com as dificuldades do ERE. 
Em relação à didática e aos professores, no geral, não tenho nada a reclamar. Todos têm sido bastante compreensivos em todos os sentidos. Inclusive este formato de trabalho coletivo foi muito interessante para aliviar a tensão por trás de todos os momentos difíceis que cada um está enfrentando. 
Por fim, independente de estar sendo difícil para todos é importante tentarmos tirar algum proveito das situações ruins que acontecem conosco. A experiência que eu adquiri nesse processo foi o entendimento de como faz falta estar junto com as pessoas. Antes eu ficava aliviada quando não tinha aula e eu podia ficar em casa e agora tudo que eu mais queria era estar na aula com todos juntos trocando vivencias e partilhando histórias. 
Thais Paiva - TJ
]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 23:23:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>thaispaivabs</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/826886417</link>
         <description><![CDATA[A pandemia me afetou bastante psicologicamente e quando houve o comunicado sobre as aulas remotas eu fiquei apreensiva sobre como iria funcionar e se eu daria conta de conciliar o meu trabalho, em que eu estou gravando vídeo aulas e dando aulas online, com as aulas da faculdade. Porém, eu também não queria perder o semestre e por isso não quis trancar nenhuma matéria. 
Estudar em casa, no contexto atual tem sido bem difícil pra mim. A concentração é uma coisa que antes eu já vinha trabalhando para conseguir melhorar e agora com o ensino remoto a concentração é um elemento fundamental que eu estou me esforçando para aprimorar. 
O que me mantém aliviada e têm me ajudado neste período são as amizades que eu tenho na sala. Constantemente faço ligações por chamada de vídeo com o meu grupo e conversamos sobre o andamento dos trabalhos (até mesmo os individuais), as datas de entrega e as dúvidas que temos em relação a algum comando que não entendemos tão bem. Esse apoio me faz ter mais segurança para lidar com as dificuldades do ERE. 
Em relação à didática e aos professores, no geral, não tenho nada a reclamar. Todos têm sido bastante compreensivos em todos os sentidos. Inclusive este formato de trabalho coletivo foi muito interessante para aliviar a tensão por trás de todos os momentos difíceis que cada um está enfrentando. 
Por fim, independente de estar sendo difícil para todos é importante tentarmos tirar algum proveito das situações ruins que acontecem conosco. A experiência que eu adquiri nesse processo foi o entendimento de como faz falta estar junto com as pessoas. Antes eu ficava aliviada quando não tinha aula e eu podia ficar em casa e agora tudo que eu mais queria era estar na aula com todos juntos trocando vivencias e partilhando histórias. 
Thais Paiva - TJ
]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 23:23:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>thaispaivabs</author>
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         <description><![CDATA[A pandemia me afetou bastante psicologicamente e quando houve o comunicado sobre as aulas remotas eu fiquei apreensiva sobre como iria funcionar e se eu daria conta de conciliar o meu trabalho, em que eu estou gravando vídeo aulas e dando aulas online, com as aulas da faculdade. Porém, eu também não queria perder o semestre e por isso não quis trancar nenhuma matéria. 
Estudar em casa, no contexto atual tem sido bem difícil pra mim. A concentração é uma coisa que antes eu já vinha trabalhando para conseguir melhorar e agora com o ensino remoto a concentração é um elemento fundamental que eu estou me esforçando para aprimorar. 
O que me mantém aliviada e têm me ajudado neste período são as amizades que eu tenho na sala. Constantemente faço ligações por chamada de vídeo com o meu grupo e conversamos sobre o andamento dos trabalhos (até mesmo os individuais), as datas de entrega e as dúvidas que temos em relação a algum comando que não entendemos tão bem. Esse apoio me faz ter mais segurança para lidar com as dificuldades do ERE. 
Em relação à didática e aos professores, no geral, não tenho nada a reclamar. Todos têm sido bastante compreensivos em todos os sentidos. Inclusive este formato de trabalho coletivo foi muito interessante para aliviar a tensão por trás de todos os momentos difíceis que cada um está enfrentando. 
Por fim, independente de estar sendo difícil para todos é importante tentarmos tirar algum proveito das situações ruins que acontecem conosco. A experiência que eu adquiri nesse processo foi o entendimento de como faz falta estar junto com as pessoas. Antes eu ficava aliviada quando não tinha aula e eu podia ficar em casa e agora tudo que eu mais queria era estar na aula com todos juntos trocando vivencias e partilhando histórias. 
Thais Paiva - TJ
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         <pubDate>2020-10-13 23:23:45 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões, momento ERE</title>
         <author>elidanazelli</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 00:13:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>analeticia2020</author>
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         <pubDate>2020-10-14 00:47:30 UTC</pubDate>
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         <title>Minha Experiência no ERE</title>
         <author>alinechaves2018</author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde que eu entrei na Pedagogia tenho enfrentado vários questionamentos de familiares e amigos que não conseguem linkar minha imagem pessoal à profissão Pedagoga. Com o anúncio do ERE, eu fiquei bastante empolgada em poder compartilhar com minha mãe e algumas amigas alguns dos conteúdos discutidos. O formato das aulas na FaE  me encanta. O respeito a cada fala de professor e aluno me incendeia por dentro e isso eu tive a oportunidade de mostrar. </div><div> No início foi difícil me adaptar a passar tantas horas na frente da tela. É difícil exigir que minha filha entenda minhas ausências mesmo estando ao lado dela. Eu tenho algumas dificuldades de gestão do tempo e também com tecnologia. São coisas que eu tenho aprendido dia após dia a dosar para evitar exageros e faltas. Acredito que a essência de uma educação democrática e o foco na aprendizagem me farão superar tais obstáculos. Aprendi a valorizar ainda mais a pontualidade, a comunicação, a negociação e a empatia com todos. Gostei muito do empenho dos professores para nos proporcionar experiências que ficarão pela vida. Como uma aula organizada pela professora Shirley. diretamente transmitida da Universidade de Illinois Chicago e foi uma experiência incrível para mim. </div><div>Eu acredito que o semestre teve um balanço positivo apesar de eu não dar conta de todas as disciplinas que eu me matriculei. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 02:43:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alinechaves2018</author>
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         <description><![CDATA[Desde que eu entrei na Pedagogia tenho enfrentado vários questionamentos de familiares e amigos que não conseguem linkar minha imagem pessoal à profissão Pedagoga. Com o anúncio do ERE, eu fiquei bastante empolgada em poder compartilhar com minha mãe e algumas amigas alguns dos conteúdos discutidos. O formato das aulas na FaE  me encanta. O respeito a cada fala de professor e aluno me incendeia por dentro e isso eu tive a oportunidade de mostrar. 

 No início foi difícil me adaptar a passar tantas horas na frente da tela. É difícil exigir que minha filha entenda minhas ausências mesmo estando ao lado dela. Eu tenho algumas dificuldades de gestão do tempo e também com tecnologia. São coisas que eu tenho aprendido dia após dia a dosar para evitar exageros e faltas. Acredito que a essência de uma educação democrática e o foco na aprendizagem me farão superar tais obstáculos. Aprendi a valorizar ainda mais a pontualidade, a comunicação, a negociação e a empatia com todos. Gostei muito do empenho dos professores para nos proporcionar experiências que ficarão pela vida. Como uma aula organizada pela professora Shirley. diretamente transmitida da Universidade de Illinois Chicago e foi uma experiência incrível para mim. 

Eu acredito que o semestre teve um balanço positivo apesar de eu não dar conta de todas as disciplinas que eu me matriculei. ]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 02:44:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alinechaves2018</author>
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         <description><![CDATA[Desde que eu entrei na Pedagogia tenho enfrentado vários questionamentos de familiares e amigos que não conseguem linkar minha imagem pessoal à profissão Pedagoga. Com o anúncio do ERE, eu fiquei bastante empolgada em poder compartilhar com minha mãe e algumas amigas alguns dos conteúdos discutidos. O formato das aulas na FaE  me encanta. O respeito a cada fala de professor e aluno me incendeia por dentro e isso eu tive a oportunidade de mostrar. 

 No início foi difícil me adaptar a passar tantas horas na frente da tela. É difícil exigir que minha filha entenda minhas ausências mesmo estando ao lado dela. Eu tenho algumas dificuldades de gestão do tempo e também com tecnologia. São coisas que eu tenho aprendido dia após dia a dosar para evitar exageros e faltas. Acredito que a essência de uma educação democrática e o foco na aprendizagem me farão superar tais obstáculos. Aprendi a valorizar ainda mais a pontualidade, a comunicação, a negociação e a empatia com todos. Gostei muito do empenho dos professores para nos proporcionar experiências que ficarão pela vida. Como uma aula organizada pela professora Shirley. diretamente transmitida da Universidade de Illinois Chicago e foi uma experiência incrível para mim. 

Eu acredito que o semestre teve um balanço positivo apesar de eu não dar conta de todas as disciplinas que eu me matriculei. ]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 02:44:28 UTC</pubDate>
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         <title>Minha Experiência no ERE</title>
         <author>alinechaves2018</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/827275275</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde que eu entrei na Pedagogia tenho enfrentado vários questionamentos de familiares e amigos que não conseguem linkar minha imagem pessoal à profissão Pedagoga. Com o anúncio do ERE, eu fiquei bastante empolgada em poder compartilhar com minha mãe e algumas amigas alguns dos conteúdos discutidos. O formato das aulas na FaE  me encanta. O respeito a cada fala de professor e aluno me incendeia por dentro e isso eu tive a oportunidade de mostrar. </div><div> No início foi difícil me adaptar a passar tantas horas na frente da tela. É difícil exigir que minha filha entenda minhas ausências mesmo estando ao lado dela. Eu tenho algumas dificuldades de gestão do tempo e também com tecnologia. São coisas que eu tenho aprendido dia após dia a dosar para evitar exageros e faltas. Acredito que a essência de uma educação democrática e o foco na aprendizagem me farão superar tais obstáculos. Aprendi a valorizar ainda mais a pontualidade, a comunicação, a negociação e a empatia com todos. Gostei muito do empenho dos professores para nos proporcionar experiências que ficarão pela vida. Como uma aula organizada pela professora Shirley. diretamente transmitida da Universidade de Illinois Chicago e foi uma experiência incrível para mim. </div><div>Eu acredito que o semestre teve um balanço positivo apesar de eu não dar conta de todas as disciplinas que eu me matriculei. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 02:45:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jsotero155</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando se iniciaram as discussões acerca do ERE na UFMG, um frio na barriga se instaurou em mim. Mal consegui acompanhar os grupos com medo do viria a acontecer e como viria a ser… Eu não tinha computador, nem notebook, ou uma internet de qualidade para estudar, muito menos um local apropriado para o mesmo… Mas confiava com esperança que eu não ficaria para trás, como era tão defendido pelo DCE.</div><div>A FUMP então disponibilizou auxílios para que eu e mais diversos estudantes de baixa renda tivéssemos condições mínimas de estudo, possibilitando a aquisição de computadores ou notebooks e a contratação de uma internet fixa de qualidade. </div><div>A aquisição do notebook e da internet me tranquilizou em parte, não sendo o suficiente para aquietar o frio na barriga que continuava a me assombrar… Eu sendo mãe, como conciliar a maternidade, o casamento, afazeres domésticos e meus estudos de forma com que também nada ficasse para trás? Como conseguiria manter minha sanidade mental estando constantemente em quarentena com um bebê de apenas 1 ano? São questões que eu não encontrei a solução, mas sigo diariamente tentando dar o melhor de mim para cada demanda que me aparece. </div><div>Minha experiência não está sendo fácil, mas contando com a empatia de cada professor sigo progredindo e vencendo a cada novo desafio!</div><div>São tempos difíceis em que RESSIGNIFICAR teve papel essencial em nossos dias, tanto quanto o autocuidado. Acredito que sairemos pessoas mais empáticas umas com as outras e espero que passamos a valorizar mais nossa liberdade de ir e vir a qual fomos privados. </div><div>Estou vivendo e vendo de perto cada nova descoberta da minha filha, estamos com saúde, temos um lar com condições dignas de se viver, temos MUITO amor e alegrias diárias que um bebê pode trazer a uma família, só me resta ter GRATIDÃO por tudo que tenho!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 14:04:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anacvribeiro99</author>
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         <description><![CDATA[No primeiro momento do anúncio das retomadas das aulas na modalidade online, fiquei preocupada pois achei que não daria conta de acompanhar tudo. Apesar de entender o básico dos recursos tecnológicos, tive certa dificuldade em um primeiro momento de me adaptar às novas plataformas como o teams. Meu psicológico já estava abalado, não consegui ser “produtiva” nesse tempo sem aula e achei que estaria para trás em relação ao meus colegas. Tenho facilidade em me distrair e achei que isso me atrapalharia nas aulas onlines, mas as aulas foram dinâmicas e não foram cansativas. Os professores foram empáticos e a todo momento tentaram pensar no que seria melhor para os alunos e sempre estavam aberto ao diálogo. Os materiais tragos foram diversos e essa flexibilidade me permite estudar no meu tempo, não afetando meu processo de aprendizagem. Sendo assim, pude articular as discussões das disciplinas em minhas experiências presentes em sala de aula e pensar nas futuras. Essa experiência me permitiu conhecer as possibilidades de educação, que ela não é estática. Nessa pandemia, os currículos tiveram que ser repensados e transformados. A disparidade entre as infâncias foi reconhecida, porém a diversidade das escolas continua não sendo valorizada. Tivemos que reeducar nossos corpos para passar mais tempo sentados em frente ao computador. Vimos movimentos sociais transformando a experiência de pandemia em algo melhor para pessoas. A estatística está presente todos os dias nos assombrando com o número de mortes e o aumento do desemprego, mas devemos nos agarrar nas probabilidades. Probabilidades de vacinas. Probabilidade de um amanhã melhor. ]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 17:04:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Minha Experiência no ERE</title>
         <author>matheusjohnnymjc</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/830029250</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu me adaptei muito bem ao ensino remoto emergencial, consegui me organizar melhor e fazer as disciplinas com mais qualidade. Neste período de isolamento social, ter uma flexibilização das disciplinas foi essencial, pois foi possível organizar os estudos mesmo com o emocional abalado. Também me adaptei bem aos recursos utilizados e estou aprendendo bastante com eles. Nas aulas de estágio, por exemplo, pude ver vários recursos “novos” que estão sendo usados nas aulas virtuais, o que mostra o quanto somos capazes de nos adaptar e também nos prepara caso tenhamos que passar por uma situação parecida daqui alguns anos.No entanto, mesmo tendo todo este aprendizado, senti muita falta do contato com os meus colegas, pois ir para faculdade/escola vai muito além de sentar numa cadeira e participar das aulas, tem todo o processo de socialização e isto tem um importante papel no nosso desenvolvimento pessoal. Houve alguns momentos durante a pandemia que eu senti que regredi bastante socialmente, justamente por perder este contato. Atuando como professor tive os mesmos sentimentos. Faço parte do projeto PIC Jr. da OBMEP, onde dou aulas para as crianças medalhistas da OBMEP. Foi uma experiência nova para mim, pois nunca tinha dado aulas online antes. Felizmente tive acesso a novos recursos e pude utilizá-los nos encontros virtuais e dar boas aulas com este recursos. Mas também senti muita falta de contato com a turma. Por fim, acredito que podemos aprender muito com o ERE e quando voltarmos para o ensino presencial, vamos ter uma nova perspectiva sobre a educação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 19:26:08 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre o ERE</title>
         <author>izabellaam</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 19:45:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>jessicampa</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/830120836</link>
         <description><![CDATA[<div>As aulas remotas, para mim, foram um verdadeiro aprendizado, um exercício de atenção e disciplina. Particularmente, não era muito adepta à aulas virtuais, dispersava rapidamente com longos vídeos de conteúdo, e a ideia de tê-los no ERE me desmotiva. Peguei uma disciplina para cada dia da semana com receio de não dar conta, de ser muito puxado e cansativo. Então entrei com este sentimento na volta às aulas. Em algumas semanas comecei a me adaptar, a exigir de mim mais organização e atenção durante as aulas em vídeos, tanto síncrona quanto assíncrona.  </div><div><br></div><div>Percebi que no ERE os professores disponibilizaram mais textos e também maiores, do que quando eram aulas presenciais, o que a princípio foi difícil de gerenciar. Com isso duas disciplinas ficaram atrasadas e com conteúdos acumulados, mas com a paciência e generosidade da professora, consegui colocar tudo em dia, sem prejuízos. Uma outra percepção é que em aulas gravadas o tempo de dedicação não fica restrito ao tempo do vídeo, a maioria praticamente dobra. Contudo, o material ofertado é mais objetivo e por não haver conversas e assuntos aleatórios, como costuma acontecer durante as aulas presenciais, o conteúdo foi melhor absorvido. </div><div><br></div><div>Sou uma aluna irregular, e estou matriculada em diferentes períodos, o que me leva a crer que não houve uma unidade entre as disciplinas escolhidas para que eu possa fazer uma boa articulação, exceto duas delas que seguem a mesma linha de assunto. </div><div><br></div><div>A experiência do ERE me mostrou como é bom ter uma companhia para a caminhada, como é importante um desabafo e um incentivo para dar aquela alavancada no que estava parando. Eu cresci e percebo que poderia ter exigido mais das minhas capacidades, me comprometendo com mais obrigações, pois são elas que me fizeram e me fazem andar para frente, faz testar e ver que sempre posso mais. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 19:57:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão - ERE em tempos de pandemia</title>
         <author>priscillascoralick</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/830123481</link>
         <description><![CDATA[<div>Confesso que no início da pandemia fiquei bem assustada, o medo, a insegurança, pensamentos e sentimentos negativos tomaram conta, pois com o isolamento, a principal fonte de informações que tínhamos era a mídia e ela por sua vez veio aterrorizando. Com o passar do tempo, fiz uma seleção dos conteúdos a serem absorvidos e através de conversas virtuais com amigos e familiares, mantive a calma e fui me reencontrando.<br><br>Quando fiquei sabendo que as aulas voltariam, agradeci, pois apesar das dificuldades, o  ensino remoto traria obrigações a mais, e assim os dias passariam mais rápido, não que eu estivesse atoa, mas ter mais ocupações, fariam com que pensamentos negativos não tivessem "lugar" em meio ao contexto em que estamos vivendo. E minhas previsões estavam corretas.<br><br>Diante de tantas responsabilidades e desafios, o ERE proporcionou muitas reflexões sobre a vida, sobre a educação no país, sobre a docência e sobre "a pessoa" que estamos sendo, que queremos ser e que estamos nos tornando. Ao considerar que em 2020 eu iria formar, ou seja, meus dois últimos períodos do curso, para alguns estes semestres serão tempos perdidos e de pouco aprendizado, mas para mim, ao contrário, está sendo bem produtivo, pois no ensino presencial a correria do dia a dia (FAE, almoço, estágio, casa -- banho, janta e cama) faz com que a dedicação seja menor, ou seja,  o ERE está sendo mais proveitoso. <br><br>Percebo que meu processo de adaptação foi tranquilo, avalio os materiais disponibilizados nas disciplinas como sendo mais contextualizados, e apesar, de alguns textos e vídeo-aulas extrapolarem o tempo/dedicação previstos para um dia de aula assíncrona, estou conseguindo aproveitá-los da melhor forma possível. Contudo, na minha perspectiva, as aulas elaboradas para o ERE são mais diretas e objetivas o que consequentemente faz-se mais significativas.<br><br>Obrigada a todos os docentes e discentes que estiveram/estão presentes em minha vida durante esse semestre "diferenciado"!</div>]]></description>
         <pubDate>2020-10-14 19:58:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/830123481</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O novo formato de ensino emergencial, o uso das diversas plataformas digitais e a chance de assistir ás aulas já gravadas, fora do período da aula presencial tem facilitado muito minha rotina de estudos. Posso definir o melhor momento do dia, em que estou descansada para leitura e estudo, pois trabalho no período da noite, e continuo trabalhando ao longo da pandemia. O processo de adaptação às plataformas e recursos utilizados foi bem tranquilo, pois com o Moodle já estava familiarizada e o Teams é bastante prático e dinâmico. Os professores estão sendo muito compreensivos e transmitindo segurança aos alunos. Isso ajuda muito, principalmente, no quesito de ansiedade e saúde mental. Os materiais produzidos nas disciplinas estão sendo de grande valor, pois nesse atual cenário, em que nosso psicológico está prestes a entrar em colapso, uma leitura sadia e que engrandece nosso espírito é maravilhoso. Todos os textos lidos e produzidos me trouxeram um enriquecimento enorme e  promovem a construção de uma nova consciência para minha vida, como futura professora, que espero levar até meus alunos com amor e empenho. A luta pela manutenção e proteção da vida e o respeito pelas diferenças me fazem sentir plena e confiante com meu futuro profissional. A forma como os conteúdos das disciplinas interagem com minha essência e meu senso de justiça me fazem só ter cada vez mais certeza que estou no caminho e na profissão certa. Sinto que existe uma interdisciplinaridade maravilhosa na UFMG, que facilita a compreensão e fixação dos conteúdos aprendidos. </title>
         <author>anamf145</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/830296214</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 21:17:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>victoriamsf29</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 23:14:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>velosocarolina99</author>
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         <pubDate>2020-10-15 00:22:52 UTC</pubDate>
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         <title>Experiência ERE</title>
         <author>daniamapizza</author>
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         <description><![CDATA[<div>A realidade nos obrigou a optar pelo ensino remoto como forma de dar continuidade às aulas. Desde quando essa opção estava sendo discutida eu já me encontrava apreensiva, pois são vários questionamentos e vários fatores que podem influenciar no bom aproveitamento dessa forma de aprendizagem, como o contexto familiar em que vivo, os recursos tecnológicos que terei para isso e os cuidados com a saúde mental em meio a um momento de caos e mudanças. Bom, um dos pontos que mais agravaram minha dificuldade de adaptação foi o fato de eu ser caloura na UFMG, ou seja, além de ter que lidar com a novidade de estar em uma nova faculdade, com novos colegas de classe, novos professores e com uma dinâmica bem diferente da minha antiga universidade eu tive que lidar com tudo isso de forma online.</div><div>Apesar disso, venho lidando com essa modalidade de ensino de forma melhor do que esperava, pois os professores foram super acolhedores e flexíveis quanto aos cronogramas e também trazendo uma abordagem com muito foco no diálogo. Então, poder ouvir os outros alunos e os próprios professores sobre como também estão lidando com essas condições é confortante. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-15 00:52:10 UTC</pubDate>
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         <title>Experiência ERE - Ingrid Stefane da Costa</title>
         <author>ingridstefanedacosta</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vivenciar o inesperado é algo que causa incomodo. Ter planos adiados, rotina adaptada e medo de tantas coisas que não se pode controlar ou prever um fim. Não é fácil ver a vida de cabeça para baixo, tem surpresas que não são vistas por nós com bons olhos. É isso o que aconteceu por aqui quando a pandemia foi anunciada e, junto dela, a quarentena. Causou angústia, incomodo, medo, tristeza e tantos outros sentimentos que gritam: “eu não gostei dessa surpresa!” Foram meses tentando buscar forças e concentração para não interromper os estudos, mesmo sem ter aula. Falhei. Me senti fraca e estava sempre desconcentrada. Até que começaram a falar da volta às aulas, e aí publicaram o calendário acadêmico do ano letivo atípico que estamos tendo. Fiquei preocupada, por ser algo ainda desconhecido por mim, e ao mesmo tempo senti uma sensação boa, por aqui eu funciono melhor quando sou guiada e instigada a estudar. Me senti mais forte vendo a união dos professores e muito mais concentrada quando as discussões das matérias começaram. Aprender tem sido muita coisa: conhecimento, passatempo, utilidade, autoestima, alegria, etc. A compreensão e readaptação dos professores trouxe leveza a uma época que está sendo tão pesada para todos nós. Gratidão por tudo o que tenho aprendido, tem sido sempre mais do que um conteúdo acadêmico. Apesar de avaliar como positiva a relação que construí com o ERE, às vezes me pego pensando em quanta gente não conseguiu se adaptar, embora eu também sinta as angustias do momento, assim como essas pessoas, reconheço que tenho privilégios: uma família que me incentiva a estudar, tempo disponível e os aparatos necessários para ingressar nesse ensino à distância. Sinto falta da presença física, da fala, das risadas, dos semblantes que enchiam a sala de aula. Não vejo a hora de tudo isso passar, mas, enquanto não passa, eu vou me adaptando e readaptando diariamente ao ERE, tentando aproveitar ao máximo tudo o que ele ensina, que, como eu já disse, vai muito além de conteúdo acadêmico.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-15 12:19:11 UTC</pubDate>
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         <title>Meu depoimento no ERE</title>
         <author>analuisazxc</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/832292211</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredito que diferente de todos os textos desse padlet, curso uma única disciplina da Faculdade de Educação, que é Teorias de Currículo, como optativa. Sou uma graduanda em Matemática Licenciatura e faço iniciação científica no Centro Pedagógico, a convite da minha orientadora cursei essa disciplina nesse semestre. Ouso dizer que a melhor coisa que fiz nesse semestre foi me matricular nessa disciplina, todos os conhecimentos adquiridos e um olhar diferente para o mundo que ela me possibilitou. Encontrei na disciplina um lugar confortável para me abrir e me recriar. O ambiente virtual apresenta algumas limitações, acredito que presencialmente as discussões seriam muito mais calorosas e envolventes, mas, apesar disso, foi de grande enriquecimento todas as aulas. A Marlucy sempre disponibiliza muito material de excelente qualidade e que, infelizmente, nem sempre consigo ler com todo cuidado e atenção que eles merecem, pois as outras disciplinas que curso e a iniciação científica toma a maior parte do meu tempo. As últimas aulas que tivemos, que foram as apresentações dos seminários e sobre a BNCC me causou uma comoção muito grande e uma vontade de mudar o mundo. Os seminários no geral me motivaram bastante, ver o entusiasmo de cada grupo em apresentar o melhor, só me deu mais vontade de entrar a fundo nesses temas. Em conjunto a isso, veio a aula da BNCC na qual todas essas alterações foram sinalizadas, até então eu não tinha conhecimento delas e ver coisas tão essenciais sumindo do currículo ou sendo omitidas parte o coração. Eu acredito muito que é no pequeno que transformamos o grande e é dentro da sala de aula que fazemos a diferença e eu pretendo usar a matemática como ferramenta para formar cidadãos críticos dentro da sociedade. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-15 13:43:55 UTC</pubDate>
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         <title>A experiencia com o ERE - Ana Luiza Caus</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/832357720</link>
         <description><![CDATA[<div>O ambiente remoto, foi um lugar que nunca na vida havia estado, nunca havia feito nem um curso online, tudo sempre foi presencial, em contato. Foi uma grande novidade e desafio no início, ainda mais pra mim que não sou lá uma pessoa muito organizada. Essa pandemia veio para me gerar mudança, ou eu mudava, ou eu literalmente, surtava. Estou em casa desde o dia 18 de março, e desde então tantas coisas mudaram dentro de mim, tantas perspectivas, comportamentos, e olhares já não são mais os mesmos, e porque não fazer isso com minha vida acadêmica também?<br><br></div><div>O meu processo de adaptação se deu por todo o novo contexto que iria viver em quarentena, e consequentemente, ao ensino remoto. Por incrível que pareça, me organizei, criei uma agenda e coloco tudo que preciso fazer nela, todos os dias. Agora também estou dando aulas particulares online com o objetivo de gerar uma renda extra, além de ocupar meu tempo ocioso. Tenho responsabilidade com outras pessoas, me organizar virou uma necessidade, e estou gostando disso, mais um tipo de ensino a distância, que nunca havia me imaginado. <br><br></div><div>Sinto também que melhorei o compromisso que tinha com a minha formação, com mais tempo livre, estudo e me dedico mais. Sinto os professores mais próximos e preocupados com a aprendizagem dos alunos, e isso me dá um prazer enorme em participar das aulas, eu que nunca fui de falar muito durante as aulas, venho até perdendo a vergonha e me expressando mais. Os grupos no whatsapp, a organização no moodle, aula síncrona extra, plantões pra tirar dúvidas, discussões simplesmente para saber como nós estamos, os professores que tenho tido contato esse semestre, em sua maioria praticamente absoluta estão dando tudo de si por nós alunos, estão se disponibilizando como nunca havia sentido antes... e pelo menos por aqui, todo esse esforço tem sido valido! <br><br></div><div>O que mais sinto falta é de poder fazer na prática tudo o que vemos em teoria nas aulas, observar isso nos estágios, nos ambientes públicos, o que pelo menos pra mim é a melhor forma para fixar e assimilar tudo que venho estudando. Mas, como disse anteriormente, mudança, o contexto que estou vivendo na pandemia está me gerando mudança, não adianta lamentar pelo que não poderemos ter, ou viver, esse ano. Flexibilidade, acredito que seja um dos pontos que mais faz parte da Educação nesse momento, todos nós, seja escola, aluno ou professor, temos que ser maleáveis nesse momento, a rigidez não cabe agora. Temos que aceitar as mudanças, e tentar fazer o melhor possível.  <br><br></div><div>É inegável que o ensino presencial oferece diversos benefícios e possibilidades que o ambiente remoto não alcança, porém, me vejo trabalhando, assim como os professores, para que a perda seja a menor possível e que nosso aprendizado se dê de forma humanizada e com qualidade. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-15 13:58:58 UTC</pubDate>
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         <title>Experiências com o ERE</title>
         <author>camilapam</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/832773061</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-15 15:30:12 UTC</pubDate>
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         <title>Andressa Emanuelli da Silva - Trabalho Coletivo II</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/833015738</link>
         <description><![CDATA[<div>Oi gente. Segue um pouco das minhas impressões sobre esse momento tão peculiar em nossas vidas. NUNCA QUIS TANTO UMA VACINA. hehe. Beijos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/710465472/a2b661aabc21178004abb5fbc6367936/Andressa_Emanuelli_da_Silva___Trabalho_Coletivo_II.docx" />
         <pubDate>2020-10-15 16:24:17 UTC</pubDate>
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         <title>Relato da minha experiência com o ERE - Josielli Costa</title>
         <author>josidpaula3</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/833672601</link>
         <description><![CDATA[<div>A pandemia me deixou bastante apreensiva no início, devido às incertezas e inseguranças, afinal era tudo muito novo em relação ao vírus. No início, pensei que seriam apenas alguns meses até que tudo voltasse ao normal. Entretanto, o tempo foi passando e as coisas/casos/óbitos foram só piorando. </div><div>Com o anúncio do ERE, fiquei bem receosa devido as minhas condições de infraestrutura e devido as minhas dificuldades com o ensino online - já fiz um semestre de pedagogia online em outra faculdade e não me adaptei bem. Mas, percebi uma grande sensibilidade por parte da UFMG, e aos poucos, os problemas “técnicos” foram resolvidos e restou-nos só a “adaptação”.</div><div>Apesar de não ser uma “expert” nas tecnologias, não tive muita dificuldade em lidar com a plataforma e com os recursos, pois muitas coisas eram bem intuitivas. Talvez, um dos maiores dificuldades, foram as limitações que constituem o espaço virtual e problemas técnicos de conexão. Já em relação às disciplinas, vi que muitos professores foram sensíveis e abertos ao diálogo, o que ajudou muito no processo de adaptação.</div><div>Em meio a todo esse contexto que estamos vivendo, e durante as aulas, lives, seminários, cheguei a conclusão que o sistema educacional brasileiro ainda é muito frágil e nós enquanto futuras professoras, precisamos ampliar nossas discussões e ações acerca desse sistema e, principalmente, da nossa própria prática pedagógica. </div><div><br>Aluna: Josielli Teixeira de Paula Costa</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-15 19:02:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Minha experiência com ER</title>
         <author>larissaacandrade</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/834009176</link>
         <description><![CDATA[<div>Que a pandemia pegou a todos de surpresa nem é preciso dizer. Tudo novo para todos, precisamos nos adaptar. No início nossa preocupação maior era a saúde, nossa e das pessoas que amamos, posteriormente, vieram os outros fatores na nossa vida: econômico, emocional e claro o acadêmico. Eu particularmente, estava com uma enorme esperança de que tudo se normacializa-se dentro de poucos meses. Ledo engano, a pandemia não passou e com ela veio o ER. Sentia uma enorme falta da faculdade, da vida acadêmicas, dos meus colegas e tudo mais, com o anúncio do ER abateu-se sobre mim um contentamento descontente. Eu estava feliz pois retomaria algumas atividades, mas da forma que eu gostaria que fosse. Ao iniciar a jornada do Ensino a distância muitos obstáculos foram surgindo, como, a dificuldade em não te os textos impressos em mãos, em não conseguir absorver todo o conteúdo como poderia e gostaria, o contato apenas virtual com professores e colegas e com grande peso as questões familiares e psicológicas. Contudo, tive o auxílio de alguns amigos antigos e de novos, que conheci remotamente, todos os professores de todas as matérias que fiz se mostraram bem presentes, prestativos e compreensivos e isso me ajudou muito. Assim digo que não foi fácil o ER, mas me trouxe coisas boas, espero que o próximo seja melhor, que eu seja melhor.<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-15 21:09:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lorrainepenido</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/834095953</link>
         <description><![CDATA[A pandemia trouxe muitas incertezas e com a retomada das aulas, em uma modalidade nova, não foi diferente. As aulas que tive na FaE em sua maioria foram muito abertas a debates e discussão e essa interação com toda a turma sempre foi fundamental para o meu aprendizado, logo, meu maior receio era como se daria essa troca à distância. Foi uma grata surpresa ver os professores ainda mais disponíveis a nos ouvirem e nos escutarem ainda que nada substitua o olho no olho. Me surpreendi também com minha própria organização, esse nunca foi um ponto forte meu, mas tendo que conciliar todas as tarefas em um mesmo ambiente e com a disponibilidade e responsabilidade de designar o momento que julgasse adequado para cada tarefa não tinha muitas opções, tem dado certo. Também achei muito positivo esses trabalhos conjuntos. Essa experiência tem servido pra me mostrar como somos adaptáveis, e como podemos e devemos usar isso para criar novas possibilidades, novas relações que ajudem a superar as barreiras que possam vir a aparecer pelo caminho ao invés de nos acomodarmos ao habitual, sem questionar se o habitual é o melhor que podemos oferecer.  ]]></description>
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         <pubDate>2020-10-15 21:56:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As experiências vividas durante o ERE tem me gerado diversas incognitas. Ao anunciarem o ensino remoto fiquei muito insegura devido ao fato de não ter sucesso, até então, com atividades desenvolvidas a distância. Não deu outra, infelizmente, com o ensino remoto, não tenho desenvolvido com sucesso e eficiência as atividades propostas e, claro, isso envolve todo o contexto da atual conjuntura do país. A situação financeira da familia contribui muito para esse dito &quot;fracasso&quot;, visto que não consigo dar as costas para meus familiares se sacrificando para sustentar a casa, enquanto fico no computador fazendo tarefas e mais tarefas, sem contribuir de maneira nenhuma financeiramente. Sendo assim, comecei a auxiliar meus pais com o trabalho deles e, também, iniciei alguns acompanhamentos pedagógicos. Tais atitudes contribuíram em casa, porém, com relação ao desenvolvimento nas aulas da graduação, sinto que se tornou, infelizmente, um semestre &quot;perdido&quot;, por não ter dado tanta atenção que acredito que deveria para as disciplinas, ainda mais por estar no final do curso. </title>
         <author>alinetiely</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/834195496</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-15 23:09:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Registro/depoimento sobre o ERE</title>
         <author>AylannaSoares</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/834274249</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 00:03:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>MINHA EXPERIENCIA COM O ERE </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/834429071</link>
         <description><![CDATA[<div>Fernando Augusto de Moura Costa sou do 1 periodo facultativo. Entrei no 1/2020. Esperava de uma faculdade de educação da UFMG uma abordagem mais humana, onde fosse levado em consideração o contexto que estamos vivendo. Mas parece que muitos professores estão mais importantando com avaliações e notas do que com o aprendizado de fato. Centenas de trabalhos e provas, que não despertam se quer um pingo de interesse. mais de 150 mil mortes fora de nossas casas, e professores preocupados se  foi entregue no prazo os trabalhos. EStão lidando como  ERE como se fosse o ensino presencial. Salve poucos professores que parece de fato se importarem com o aprendizado e as condições de aprendizado de cada estudante.  A sensação que tenho é que a FAE esta em uma tentaiva frustrada de uma educação mais humana, mas unica coisa que consegue replicar é a educação bancária. Desculpem o desabafo mas, realmente não ta bom. Ta péssimo a relação com alguns professores e as demandas. Muitas crises de ansiedade, medo, baixa auto-estima por causa de uma graduação. Acho que se houver alguma esperança deveria ser de revermos nossas praticas tanto dos docentes como dos discentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 01:21:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fernando Augusto de Moura Costa 1ºperiodo. </title>
         <author>audmouc</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/834452723</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha experiência como  ERE tem sido muito ruim conforme dito no outro comentário. <br>Gostaria de pontuar algumas coisas que penso serem pertinentes para este momento. <br>Parece que alguns professores esqueceram que o Brasil não era um país com muito acesso digital antes da pandemia e muitos de nós, apresar de saber mexer em coisas básicas do universo digital, não fomos preparados para essa realidade. Faltou preparo pedagógico para o letramento digital dos estudantes e alguns professores. Foram dezenas de plataformas, formas avaliativas, formas de encontros síncronos e assíncronos. Tentativas "inovadoras" de uso das técnologias mas esqueceram do básico que seria como a alfabetização digital de alguns estudantes. Partiram do pressuposto de que bastaria ter um computador e internet em casa e cada  um se vire.  Isso me parece uma falha imensa de uma faculdade de educação que se propõe pensar o aprendizado, mas acaba seguindo o fluxo da insdustria exigindo altas demandas de produção de "trabalho" como se isso fosse garantir algum aprendizado. <br>O que aprendi com o ERE?<br>Aprendi como não fazer uma educação a distancia, como é importante ouvir e tentar compreender as demandas de casa um, como é importante o acompanhamento próximo em mudanças tão abrupta, como essa que estamos vivendo. <br>Tenho excelentes PROFESSORAS, ressalto professoras, porque foram ELAS que me deram a mão nos momentos mais dificeis e tem me ajudado de alguma forma não desistir do curso. Alguns professores do sexo masculino, tem se colocado compreensivos porém distantes e outros professores completamente apáticos, antipáticos a situações dos estudantes. Infelizmente esses também constroem o campo da pesquisa em educação, ou pelo menos atrasam a construção de um campo da educação mais humana. Fico me perguntando como é possível uma pessoa passar num concurso com uma didática tão péssima? Peço desculpa se alguém se sentir ofendido com este texto. Mas é que estou a ponto de desistir do curso de pedagogia e se tiver que sair quero que saibam que grande parte foi porque a faculdade de educação falhou no que diz respeito a minha formação. Desejo que este texto não seja uma violência mas um desabafo de um estudante que esta se sentindo perdido, desanimado, desestimulado,  com crises de ansiedade devido a um curso de graduação. Vale lembrar os índices de suicídio de estudantes devido a essa postura errônea que muitos cursos vem adotando. O que vale mais o conteúdo ou a vida do estudante?<br><br>Caso alguém leia isso e queira conversar me coloco a disposição.<br><br>31 985476930<br>audmouc@gmail.com<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 01:32:56 UTC</pubDate>
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         <title>No início da Pandemia, antecipei a ideia de um ensino à distância, mas por mais que minha imaginação percorresse léguas, eu e mais milhões de brasileiros estávamos presos em casa indefinidamente. O medo do vírus, a inexperiência com tecnologias no ensino e convivência, a incompatibilidade de todo um método e sistema já consolidados com a nova vida, tudo isso tornava o ensino a distância temido e nebuloso. Posteriormente, o fantasma do Ensino Remoto Emergencial encarnou na rotina, e ganhou até o apelido carinhoso de ERE. Infelizmente a normalização não torna a experiência mais fácil: enfrento prazos e luto com textos implacáveis em meio pandemônio familiar e rotineiro num malabarismo de dois mundos - casa e UFMG- que não se tocavam e agora trombam desajeitados.Isso fora a constante interrogação da tecnologia. Está gravando? Caiu a internet? O microfone está ligado? Desbravo plataformas selvagens com mapas distintos para cada professor, cada um usa Moodle e Teams de uma forma e confusões acontecem. Para driblar meu desconforto tecnológico adaptei um sistema calendário manual para não esquecer as datas e semanalmente me dedico a investigar o Moodle para anotar as tarefas. Apesar de tudo, certas mudanças positivas aconteceram. Tenho mais tempo e organização para dedicar às leituras e produções das disciplinas e nos momentos de estudo tenho me aproximado mais da graduação, mesmo com o caos. Isso tem me permitido entender e enfrentar esse momento delicado como também crescimento intelectual e a graduação tem o papel de trazer um viés crítico e reflexivo para o ser discente e docente na pandemia. Essa experiência atípica contribui para ressaltar falhas e acertos da Educação como a conhecemos, e trouxe a oportunidade de ampliar nossa visão investigativa em relação à didática, inclusão, afeto, uso das tecnologias e das próprias disciplinas. Caminhamos pelo desconhecido e voltaremos para a normalidade com uma visão muito mais abrangente e aberta.</title>
         <author>aidavb</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 02:05:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pereiralucas93</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando a UFMG informou aos alunos que o ERE começaria fiquei feliz porque já estava morrendo de saudades de estudar, porém também bateu o medo "eu sou perdido c aula presencial, imagina a distancia". Apesar desse medo, o acolhimento feito pelos professores foi excepcional ! Sempre dispostos a tirar duvidas ajudar e nos mostrar que na verdade não é tao complicado só precisamos nos adaptar.<br>Felizmente tenho estrutura para acompanhar todas as aulas de vídeo-conferencia e ler os textos e fazer as atividades propostas pelos professores. Com relação a isso achei impressionante como vários dos docentes se esforçaram e conseguiram incorporar discussões sobre  esse momento tão caótico em em seus cronogramas já apertados. Senti que depois que peguei mais o jeito do ERE foi ficando mais fácil de absorver os conteúdos e relacioná-los, e com isso absorver cada vez mais.<br>Todo esse processo só me fez ver como a educação tem que ser um campo democrático, um espaço aberto para conversa e acolhimento assim gerando para todos nós um espaço saudável e proveitoso de aprendizagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 14:21:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sabrinaappereira97</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 14:47:53 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre o ERE</title>
         <author>rafaluizasilva</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/835809603</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando soube que não perderíamos o semestre fiquei aliviada, mas o ERE me preocupava um pouco. Foi fácil me adaptar às plataformas utilizadas porque já tinha uma certa experiência com elas, mas tive receio em relação ao meu aprendizado nesse período. Achei que estudar de casa seria um pesadelo, mas depois de um tempo me acostumei e aprendi a organizar meus horários em torno disso. Para mim, o ERE nem se compara às aulas presenciais, às discussões frente a frente, ou ao estar no espaço da UFMG/FaE e poder conviver e aprender com pessoas diversas. Sinto saudades de tudo isso, mas posso dizer que o ensino à distância superou positivamente minhas expectativas.<br><br></div><div>Apesar de preferir aulas presenciais, preciso admitir que não precisar sair de casa para estudar é mais confortável. Me incomoda que, tendo à minha frente tantas outras tarefas de casa para pensar a respeito, acabo me distraindo e não presto tanta atenção nas aulas online como deveria. Em contrapartida, com essa rotina limitada e tendo que ficar mais em casa, tenho me dedicado mais aos trabalhos e materiais produzidos nas disciplinas, realizando a maioria deles com mais calma e antecedência, sem deixar que se acumulem. Agradeço por terem pensado em trabalhos como esse, que valem para todas as disciplinas. Em meio à tantas novidades, trabalhos assim facilitam a nossa vida e nos permitem respirar aliviados ao pensar em todas as outras atividades que poderiam ser colocadas no lugar deles.<br><br></div><div>Fazendo alguns trabalhos de disciplinas variadas pude perceber nitidamente o modo como os conteúdos se conectam e se complementam, isso me encanta. Esse encantamento me faz sentir que estou no caminho certo quanto à escolha da minha profissão. Com o passar do tempo tenho entendido cada vez mais o quão poderosa é a Educação no processo de construção de uma sociedade mais justa. Estudar e aprender com pessoas que também lutam por isso é muito gratificante. Agradeço aos colegas e professores por me ensinarem tanto, mesmo que à distância.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 14:53:37 UTC</pubDate>
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         <title>Depoimento sobre o ERE </title>
         <author>umpoucodelyssa</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/836093793</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 16:07:25 UTC</pubDate>
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         <title>Experiências com ensino  remoto emergencial</title>
         <author>camilacviana8</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/836237087</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 16:43:06 UTC</pubDate>
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         <title>Inspiração</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/836270247</link>
         <description><![CDATA[<div>Confesso que tive semanas muito confusas e aceleradas. Me perguntava, sobre o tempo das leituras, as respostas dos fóruns, as perguntas para levar para sala, se eu daria conta e se realmente tudo valeria a pena.  <br><br>A resposta é que sim, valeu a pena. Não consegui ler todos os textos, mas decidi fazer uma leitura dinâmica e guardá-los como referência. Consegui responder os fóruns, no meu tempo e sempre tentando mesclar o que pensei ,vivi e os embasamentos teóricos. Admito que ainda acho complicado esse tecer das palavras sobre o filtro de autoras e autores. <br>Consegui trazer trazer mais relatos de onde vejo este ou aquele aprendizado na vida prática do que perguntas nas aulas síncronas, estas também me são desafiadoras de elaborar. <br><br>As aulas assíncronas foram boas para liberar as manhãs para as demandas de casa e trabalho. Porém um desafio era encaixar a entrega das atividades nos prazos, mas deu tudo certo! <br><br>As aulas síncronas foram melhores que imaginei, algumas professoras e profesdores colocaram doutorandos para mostrar suas pesquisas, houve contato com alunos da pós graduação, convidados, seminários, jogos, vozes das crianças e adolescentes em podcasts, áudio dos artigos livro, atividade artística, indicações de filmes<br> e muita interação. Fiquei muito inspirada com a costura que fizeram. Parabéns e obrigada!<br><br>Sei que as expectativas são sempre maiores que a própria realidade da conta e  que a ausência do contato físico para a além da tela, nós falta. Porém mantive a sensação do 'efeito pipoca' que é sair das aulas cheia de ideias, reflexões sobre minhas atuações profissionais e pessoais. Fico cada vez mais feliz e agradecida em ter o privilégio da escolha de estar aqui..<br><br>Tive um olhar mais ampliado sobre a importância da atuação sobre a cultura e política das ações coletivas, a dicotomia sobre o que é diverso gerando muitas vezes mais desigualdades do que imaginava. <br><br>Muito me encantou o olhar sobre a infância pensante, ativa, interativa e autônoma dos seus próprios encontros de tais saberes no brincar. Os corpos múltiplos e plurais  muitos influenciados pelo poder porém resistentes e reinventando a cada oportunidade e geração. Com uma educação física para além dos esportes sendo alimento para reflexões sociais e políticas poderosas sobre a cultura.<br><br>Há uma diversidade de teoria de currículos e um campo de disputa completamente complexo que convivem em pararelo para que cada 'pauta' se estabeleça, 'vença' e venha a melhorar nosso convívio social. Vjmos modelos na Indonésia com perpectivas progressistas e democraticas que nos alimenta e traz coragem para permanecer na luta.<br><br>Descobrir uma matemática, leve, experimental e observadora também foi uma surpresa, principalmente na educação infantil. É lindo de ver as crianças e suas hipóteses de medição e aprendizados. <br><br>Foi um semestre da adaptação que deixou muitos saberes disponíveis para intervenções presentes e futuras. Muito obrigada queridos colegas e professores que enriqueceram cada passo dessa jornada remota. <br>Saudades dos sorrisos e abraços de vocês!<br><br>Yara Helena Rocha Queiroz <br>Out/2020<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 16:52:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>caiocoelhomoreira1910</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/837181281</link>
         <description><![CDATA[<div>Acredito que meu caso seja diferente dos demais, pois sou aluno da Estatística e curso a disciplina de Matemática como eletiva. Mas quanto ao ensino remoto, acredito que foi uma experiência bem tranquila para mim, uma vez que já estou acostumado a ser "autodidata" e tenho a disciplina de estudar por conta própria. Junto à essa característica, o tempo extra que agora tenho por não precisar mais me locomover de ônibus por hora, me sobra para estudar com calma e trabalhar de home office. Enfim, acredito que essa comodidade seja para mim um ponto positivo em meio ao caos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 23:58:24 UTC</pubDate>
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         <title>Registro e depoimento ERE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/837237049</link>
         <description><![CDATA[<div>Caroline Moreira Bezerra - TJ</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 01:11:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão sobre a experiência no ERE</title>
         <author>leandragsilva21</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/837263310</link>
         <description><![CDATA[<div>Gente que desafio escrever apenas 2000 caracteres sobre o ERE!</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/710988806/9173f2a1a87de04d78ea010e84217afc/Texto_da_atividade_coletiva__Estudo_sobre_a_Inf_ncia_.docx" />
         <pubDate>2020-10-17 01:47:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>telma2298</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/837600045</link>
         <description><![CDATA[<div>Desafios em tempos remotos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/697635851/f90f932327eb9afd35a2925c9f3cc422/Trabalho_coletivo_2_docx__1_.pdf" />
         <pubDate>2020-10-17 12:52:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Minha experiência com o ERE foi surpreendente. Esse é meu primeiro semestre na faculdade então estava diante de um universo completamente diferente, mas o Ensino Remoto trouxe desafios pelos quais nunca imaginei passar. Lidar com tecnologia, socializar com colegas sem vê-los e pincipalmente iniciar um curso de quarentena me mostraram lados da universidade que eu não imaginei que veria com tanto afeto. Claro que tiveram seus momentos ruins, geradores de ansiedade, porém essa experiência me possibilitou lidar de frente com a empatia de tantas discentes e docentes que foi aos poucos se tornando mais leve. Confesso que tive alguns arrependimentos nas matrículas, matérias que gostaria de viver presencialmente, mas são justamente aquelas que tornam a aula remota uma imersão na sala de aula.  Assim, na companhia de pessoas maravilhosas passando por situações tão parecidas e tão diversas, o ERE se tornou uma oportunidade de aprender sobre o aprendizado.  Nesse período a autonomia é mais importante que nunca para a ensino, portanto saber como você absorve o conhecimento é fundamental, pelo menos foi para mim. Isso, como já é imaginado, traz mudanças e algumas incertezas, mas só assim é possível crescer. O ERE foi um grande desafio que encarei a início de forma receosa, mas ele me possibilitou um contato com o melhor lado das pessoas. Esse contato me fez perceber que estou me formando enquanto pessoa e profissional junto e a partir de exemplos de cuidado, que é um princípio da educação.   Os professores do 4º período foram a minha maior surpresa, uma recepção carinhosa e emocionante que iniciou um “semestre” que manteve o carinho.  Aprendi muito sobre a pedagogia e o ser professora vendo a união desses docentes a fim de trazer sorrisos e tranquilidade aos alunos nesse período tão desafiador. Então, gostaria de aproveitar esse espaço para agradecer, mesmo que não seja aluna de todos, vi um esforço coletivo para deixar esse tempo menos difícil.  </title>
         <author>sofiarjayme</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/837630196</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 13:37:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Minha experiência no Ensino Remoto Emergencial</title>
         <author>camilacviana8</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/837689498</link>
         <description><![CDATA[<div> Nas primeiras aulas do ensino remoto foram boas, mas no decorrer do processo está sendo cansativo. Pois, sinto falta do contato entre colegas, a presença física do professor, café na mão e aqueles debates em sala.  E muitas das vezes me pego distraída e desorganizada nos estudos, o que leva a um retrocesso na minha vida acadêmica. Essa ideia de ter aula síncrona e assíncrona me faz surtar, pois a semana que não tem aula e que tenha só a atividade assíncrona, me sinto inútil e só. Já nas aulas síncronas é melhor, ver o professor e ouvi-lo trás uma sensação de "eu estou aprendendo" , me faz lembrar dos bons momentos nas salas na FaE.<br>O Ensino presencial é P E R F E I T O, sem sombras de dúvidas. Contudo, eu não tive dificuldades com as plataformas e recursos, no entanto, as maiores dificuldades que estão ocorrendo é a adaptação dessa nova rotina. Mas acho importante esclarecer que me surpreendi com todos meus professores, pois jamais vi tamanha compreensão e dedicação em estar conosco, os alunos. Vejo amigos de outros cursos reclamando sobre, e percebo que a Faculdade de Educação é a alma de tudo.<br>A experiência o que o ERE trouxe foi, somos seres capazes de se adaptar ou tentar se adaptar a qualquer meio. Mesmo com medos e adversidades, venceremos essa fase.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 14:50:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Meu ERE</title>
         <author>lfbluiz70</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/837958548</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A epidemia causada pelo Coronavírus trouxe impactos em toda a sociedade e obrigou diversos setores sociais a se adaptarem ao que muitos chamam de novo normal. Com a educação não foi diferente, escolas e universidades foram surpreendidas com a suspenção imediata das aulas e foram obrigadas a aderirem ao Ensino Remoto Emergencial (ERE). A UFMG, por sua vez, retomou as aulas no início de agosto, entretanto, os professores não foram devidamente capacitados para a retomada e passaram por um processo de adaptação a nova realidade, alguns se empenharam em gravar aulas, promover encontros síncronos e adaptar as atividades ao modelo remoto, disponibilizando ferramentas virtuais para auxiliar o aprendizado e reduzir o distanciamento que o ERE causa entre os professores e estudante. Por outro lado, alguns professores não se mobilizaram e tornaram o ERE ainda mais difícil para os alunos.<br><br></div><div>No meu caso, curso Matemática e vivencio uma mistura de satisfação e frustração, satisfação por ver que muitos professores vestiram a camisa e apesar de todas as dificuldades ofereceram o melhor possível e frustração por alguns professores aproveitar esse momento tão delicado para se afastar de suas funções como professor. Em particular tenho um  professor que se limita a enviar e-mails com links de vídeo aulas escolhidas na internet sem se dispor a promover um encontro síncrono ou até mesmo produzir algum material que auxilie os alunos. Mas em um contexto de tão pouca tolerância não há espaço para a desunião e julgamento, necessitamos sermos compreensivos e tolerantes.<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 20:18:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Minha experiência com o ERE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/837986196</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a notícia do retorno das aulas eu fiquei um tanto que angustiada, pois, nem imaginava como iria ser. Quando iniciou as aulas eu fiquei um pouco aliviada, já que o fato de ficar em casa e apenas realizar os afazeres da casa é bem desgastante e com as aulas eu teria outra ocupação. Mas não deu duas semanas para eu começar a ficar frustrada, porque, na minha casa é um pouco difícil de estudar, pois, as cachorras latem muito, o dia inteiro tem música nos vizinhos e aqui em casa, então o esforça para eu me concentrar tem que ser muito grande. Quanto às aulas síncronas, para mim, é péssimo, pois a internet sempre falha e tem o fato de conversas altas, já que minha família não entende muito bem isso de ter aula em casa e no computador como algo sério. Mas enfim, são desafios que creio que a maior parte está enfrentando, uma vez que, esse momento é novidade para todos.</div><div><br></div><div>Faço apenas uma matéria na TJ e achei bem interessante essa forma que os professores decidiram avaliar em conjunto, como também aquela aula inicial. Eu, como aluna, sei a dificuldade que está sendo, mas imagino que para os professores há uma responsabilidade ainda maior, dado que, a maioria ministrava aulas apenas no presencial e “do nada” tiveram que se reinventar para planejar novamente a forma que seria aplicada as disciplinas. </div><div><br></div><div>Com toda essa situação, aprendi a valorizar muito mais o ensino presencial e espero que em breve possamos retornar.</div><div><br></div><div>- Laryssa Cristina Leite Bicalho da Silva<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 21:02:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexões sobre o ERE</title>
         <author>faltzju</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/838014440</link>
         <description><![CDATA[<div>No início do ERE fiquei muito apreensiva. E torcia pelo não retorno das aulas de forma online, tem a questão de que nesse período não sabíamos que a pandemia duraria tanto tempo. E eu não compreendia como podíamos estar pensando de que maneira seguir com as nossas atividades de alguma forma em um cenário tão caótico. Um cenário mundial permeado por desencantamento, crises políticas, ambientais, agravamento das desigualdades sociais, e agora uma crise pandêmica. No início do caos da pandemia fui ingênua, confesso, me iludi com o fino véu de solidariedade que foi construído. Pensei, que em um momento tão desestruturado romperíamos, finalmente, com as velhas formas de organizar o mundo que nos levaram ao desencantamento, que nos levaram a conformidade frente às injustiças. Que nos levaram a achar quase natural os pobres estarem morrendo mais do que os ricos na pandemia, apesar de nos bairros mais ricos o contágio ser maior. A achar normal que algumas crianças sigam suas aulas online enquanto outras não tenham o que comer porque as escolas estão fechadas. A não se afetar pelo genocídio de meninos negros brasileiros que são assassinados todos os dias pela polícia, como nos esquecemos fácil de João Pedro e de tantos outros. E poderia escrever páginas e mais páginas das crueldades normalizadas nesse mundo. Não rompemos com as velhas cosmovisões coloniais. Porém, sim, de fato, nos reinventamos para caber nos velhos formatos. Sofri de desilusão, ainda estou sofrendo. E isso afetou a forma com que tenho seguido o ERE, apesar do empenho das professoras e professores, estou mesmo desgostosa com todas as atividades. Eu sei que me afeto muito com o mundo, e em tempos do ápice do delírio capitalista, sonhar, causa grandes frustrações. Mas prefiro ser assim.  Estou tentando reencantar o mundo interior para recuperar a esperança de que as coisas podem ser transformadas, estou tentando recuperar minha fé na educação como potência transformadora que ela de fato é. Tentando reencontrar o sentido em fazer todas essas atividades. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 21:48:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>giuliasv</author>
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         <pubDate>2020-10-17 22:06:45 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões e experiência com o ERE</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 22:15:13 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões e experiências com o ERE</title>
         <author>luizcopf</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa pandemia pegou todos de surpresa. Ninguém estava preparado para lidar com uma situação dessa magnitude e tivemos que nos adaptar a esse cenário. <br> Minha experiência na universidade é péssima com relação ao ensino presencial, pois poucos professores realmente se portaram como tal de modo a transmitir o conteúdo, ter paciência e boa vontade em ensinar. Ia às aulas só por causa da chamada. <br><br></div><div>Teve um semestre que cursei uma disciplina online e gostei muito. Tive maior liberdade e flexibilidade de administrar o tempo de estudo de cada capítulo.  Ganhei tempo devido ao deslocamento e não tive que lidar com o professor que não ajuda muito. Devido à minha experiência não muito boa das aulas presenciais, acredito que me adaptei a estudar sozinho. Com a chega do Ensino Remoto Emergencial não tive dificuldade em me adaptar. Tenho conseguido me organizar, dividir o tempo de acordo com a necessidade de cada tarefa, atividade. Sinto que o meu aprendizado não está sendo prejudicado e que terei um ótimo aproveitamento até o final do semestre. Tem dois professores do ICEX que estão deixando a desejar, o que não é nenhuma novidade. Um deles simplesmente não está dando aula e recomendou vídeo no youtube. Assim está sendo “as aulas”. As aulas com os outros professores estão excelentes, assim como os materiais disponibilizados, as conversas nas aulas online. Diante de tudo que já passei e tenho vivido acredito que seja possível ter uma excelente educação a distância. Não é desfazendo ou desmerecendo a presença do professor, mas é que cada aluno tem suas particularidades. É importante entender isso para que o aluno possa atingir o seu máximo durante todo o periodo que estiver no processo de formação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 22:18:40 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões acerca do ere</title>
         <author>izabelacaetano</author>
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         <pubDate>2020-10-18 13:01:19 UTC</pubDate>
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         <title>Minha experiência com o ERE</title>
         <author>uaabiahy</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/838950257</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou aluna do primeiro período e faço uma matéria no quarto. Quando as aulas começaram, lá em março, eu estava super empolgada. Queria aproveitar a UFMG ao máximo… então, a suspensão das aulas foi frustrante. Fiquei meses na expectativa para que voltassem logo e foi muito bom receber a notícia do ERE. </div><div>	Tive e estou tendo uma experiência boa com essa forma de ensino. Ter a oportunidade de estudar sobre assuntos que gosto, conhecer professores, participar de debates produtivos, “conviver” com outros alunos está sendo essencial. O contexto do nosso país é muito triste, desesperador e angustiante e esse espaço de ensino me ajuda a ter esperança então tento valorizar isso.</div><div>	Fiquei particularmente surpresa com a plataforma e com a disposição dos professores porque quando, lá no início, pensei na possibilidade de um ensino online, achei que seria péssimo. Claro que tem muito a se considerar e melhorar no ERE… muitos alunos do primeiro período trancaram o curso, então creio que seria necessário uma verificação melhor do acesso aos  instrumentos que possibilitam às aulas, um diálogo maior entre estudantes e professores, flexibilização de prazos para trabalhos, etc. </div><div>	Mesmo assim, os textos lidos, os documentários indicados, as discussões realizadas, palestras online assistidas, aulas síncronas e videoaulas dos professores me acrescentaram muito. Como estou no começo do curso, ainda não tenho muitos conhecimentos sobre a prática educativa… e pude vê-la com outros olhos! Consigo fazer uma análise mais crítica sobre a educação, me questionar sobre o por que ensinar, sobre quem estamos ensinando, sobre o que estamos ensinando...</div><div> Aprendi a respeitar mais, valorizar os erros, escutar de fato as crianças, dar liberdade para a criatividade, ter paciência com as fases do desenvolvimento e respeitar as diferenças. Mesmo no primeiro período, sinto que já me tornei outra pessoa e, com certeza, o Ensino Remoto e o trabalho dos professores foram extremamente necessários para isso. <br>Úrsula Assunção do Abiahy<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 16:02:40 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre o ERE</title>
         <author>lucasalbertao</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/838951794</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha experiência com o ERE tem sido marcada por uma instabilidade muito grande em relação à minha atenção e rendimento. Em sala de aula, com poucas distrações, já apresentava certa dificuldade em me manter concentrado durante todo o período da aula, então acredito que tenha sido mais trabalhoso prestar atenção durante todo o tempo da aula, com as distrações que existem no computador e dentro do quarto. Algo que, ao mesmo tempo, é uma ajuda e algo que me deixa mais relaxado, é a questão de a aula ser gravada. Fico mais tranquilo quando minha atenção se desloca para fora da aula, por saber que posso revisitar a aula em outro momento, mas isso acaba me relaxando a um ponto de relaxar demais, e perder a atenção mais vezes do que de costume. Por outro lado, minha adaptação às ferramentas de estudo foi um pouco mais tranquila, por ter uma facilidade e costume muito grande em utilizar o computador, e já ter trabalhado com ensino remoto em 2016, no site Profes, o que, de certa forma, fez com que o ERE não tenha sido um baque ou uma novidade muito grande. Das matérias em que estou matriculado, acredito que os materiais estejam sendo adequados à nossas condições, e com flexibilidade em se adaptar às demandas dos alunos, coisa que não tenho visto no relato de amigos que fazem outros cursos na UFMG. Acredito que o que mais tem me marcado no ERE seja realmente a falta de contato social e físico de dentro de sala de aula, em escutar voz orgânica ao vivo, e não vozes eletrônicas diretamente dentro do ouvido. O modelo que estamos tendo que fazer não é tão convidativo à participação dos alunos, por estarmos deslocados para fora da sala de aula, geralmente dentro do conforto de nossas casas, o que faz a aula ter um caráter extremamente expositivo completamente diferente do usual, e com pouca interação dos alunos. Isso me faz lembrar a extrema importância do caráter de socialização presente na Escola e na Universidade, e como elas está muito mais além do que somente ensinar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 16:04:14 UTC</pubDate>
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         <title>Minha experiência com ERE</title>
         <author>uaabiahy</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/838992590</link>
         <description><![CDATA[<div>Sou aluna do primeiro período e faço uma matéria no quarto. Quando as aulas começaram, lá em março, eu estava super empolgada. Queria aproveitar a UFMG ao máximo… então, a suspensão das aulas foi frustrante. Fiquei meses na expectativa para que voltassem logo e foi muito bom receber a notícia do ERE. </div><div>	Tive e estou tendo uma experiência boa com essa forma de ensino. Ter a oportunidade de estudar sobre assuntos que gosto, conhecer professores, participar de debates produtivos, “conviver” com outros alunos está sendo essencial. O contexto do nosso país é muito triste, desesperador e angustiante e esse espaço de ensino me ajuda a ter esperança então tento valorizar isso.</div><div>	Fiquei particularmente surpresa com a plataforma e com a disposição dos professores porque quando, lá no início, pensei na possibilidade de um ensino online, achei que seria péssimo. Claro que tem muito a se considerar e melhorar no ERE… muitos alunos do primeiro período trancaram o curso, então creio que seria necessário uma verificação melhor do acesso aos  instrumentos que possibilitam às aulas, um diálogo maior entre estudantes e professores, flexibilização de prazos para trabalhos, etc. </div><div>	Mesmo assim, os textos lidos, os documentários indicados, as discussões realizadas, palestras online assistidas, aulas síncronas e videoaulas dos professores me acrescentaram muito. Como estou no começo do curso, ainda não tenho muitos conhecimentos sobre a prática educativa… e pude vê-la com outros olhos! Consigo fazer uma análise mais crítica sobre a educação, me questionar sobre o por que ensinar, sobre quem estamos ensinando, sobre o que estamos ensinando...</div><div> Aprendi a respeitar mais, valorizar os erros, escutar de fato as crianças, dar liberdade para a criatividade, ter paciência com as fases do desenvolvimento e respeitar as diferenças. Mesmo no primeiro período, sinto que já me tornei outra pessoa e, com certeza, o Ensino Remoto e o trabalho dos professores foram extremamente necessários para isso. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 16:45:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>uaabiahy</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/838992798</link>
         <description><![CDATA[Sou aluna do primeiro período e faço uma matéria no quarto. Quando as aulas começaram, lá em março, eu estava super empolgada. Queria aproveitar a UFMG ao máximo… então, a suspensão das aulas foi frustrante. Fiquei meses na expectativa para que voltassem logo e foi muito bom receber a notícia do ERE. 
	Tive e estou tendo uma experiência boa com essa forma de ensino. Ter a oportunidade de estudar sobre assuntos que gosto, conhecer professores, participar de debates produtivos, “conviver” com outros alunos está sendo essencial. O contexto do nosso país é muito triste, desesperador e angustiante e esse espaço de ensino me ajuda a ter esperança então tento valorizar isso.
	Fiquei particularmente surpresa com a plataforma e com a disposição dos professores porque quando, lá no início, pensei na possibilidade de um ensino online, achei que seria péssimo. Claro que tem muito a se considerar e melhorar no ERE… muitos alunos do primeiro período trancaram o curso, então creio que seria necessário uma verificação melhor do acesso aos  instrumentos que possibilitam às aulas, um diálogo maior entre estudantes e professores, flexibilização de prazos para trabalhos, etc. 
	Mesmo assim, os textos lidos, os documentários indicados, as discussões realizadas, palestras online assistidas, aulas síncronas e videoaulas dos professores me acrescentaram muito. Como estou no começo do curso, ainda não tenho muitos conhecimentos sobre a prática educativa… e pude vê-la com outros olhos! Consigo fazer uma análise mais crítica sobre a educação, me questionar sobre o por que ensinar, sobre quem estamos ensinando, sobre o que estamos ensinando...
 Aprendi a respeitar mais, valorizar os erros, escutar de fato as crianças, dar liberdade para a criatividade, ter paciência com as fases do desenvolvimento e respeitar as diferenças. Mesmo no primeiro período, sinto que já me tornei outra pessoa e, com certeza, o Ensino Remoto e o trabalho dos professores foram extremamente necessários para isso. 
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         <pubDate>2020-10-18 16:45:42 UTC</pubDate>
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         <title>Vivências do ERE</title>
         <author>camilasantvieira</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839067995</link>
         <description><![CDATA[<div>Ser “aprendiz à distância” tem sido um processo de aprender a criar e recriar conexões. O ensino remoto trouxe desafios e impôs novas formas de falar e ouvir, de acolher, de ver e se mostrar. Reconhecendo o privilégio de ter as condições materiais garantidas, as plataformas foram virando segunda natureza, mas estar junto sem estar perto segue sendo um desafio. Sabemos que cada ícone de usuário representa uma pessoa, uma história, mas é difícil enxergar de verdade o outro quando ele não aparece, ou escutar quem não fala. Tenho aprendido a ouvir os silêncios e as ausências e tentado contemplar essa presença virtual com mais empatia. </div><div>Dentre as disciplinas do quarto período, a que curso este semestre é Corpo e Educação. Fazer essa disciplina nessa modalidade tem sido especialmente significativo e problemático. Durante nossos encontros, temos falado constantemente dessa dimensão do nosso ser que no ensino emergencial fica tão distante mas ao mesmo tempo tão urgente. Faz falta o contato, ver o rosto, observar os gestos, e sentir no corpo em movimento o programa da disciplina, mas ao mesmo tempo somos constantemente lembrados de que nossa corporeidade vai muito além da presença física, e a vivemos cada vez que nos entregamos à experiência, dimensão essencial de qualquer relação educativa, presencial ou à distância.</div><div>A situação excepcional de nosso curso, que é de formação de professores, e a proximidade da data dedicada à profissão me impelem a considerar o papel fundamental de cada uma das minhas professoras durante esse período de adaptação, elas que fizeram toda conexão possível. Vejo incorporados no seu trabalho os significados mais essenciais do que estamos fazendo aqui. Cada uma à sua forma levou adiante a sua parte no processo de transformar a realidade por meio da educação, e  fez com que o ensino remoto fosse melhor do que poderia ter sido. Me mostraram que mais que nunca é preciso acreditar e trabalhar para que as coisas sejam melhores que são. Educar não é isso?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 18:00:43 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre a minha experiência com o ERE </title>
         <author>sabrinamoreira1</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839084768</link>
         <description><![CDATA[<div>Se fosse preciso resumir o momento que estamos vivendo em poucas palavras ou até mesmo uma, poderia usar desafios, dificuldades, perdas, entre outras. Mas acho que o termo que mais resume é porfia. Palavra utilizada para falar sobre confrontos e discussões, mas também é empregada para caracterizar algo persistente e perseverante. Dessa forma, acredito que tal momento é o confronto com os desafios que a pandemia nos impõe, que tem evidenciado as desigualdades e as dificuldades da sociedade, mas para viver precisamos ser insistentes e perseverantes, é necessário ser persistentes para continuar vivos. </div><div>Após dois meses de Ensino Remoto Emergencial - ERE me sinto esgotada, tenho tido crises de enxaqueca diária, não aguento mais ficar horas em frente às telas, enfim, muitas dificuldades. Entretanto, vivendo um dia de cada vez, tenho conseguido garantir um mínimo de aprendizado e fazer as atividades propostas. Acredito que a sensibilidade de muitos dos professores foi importante para a adaptação desse momento. Em contato com outros amigos, de outras unidades da UFMG, percebi que parte da FaE se mantém sensível aos dilemas dos alunos, óbvio que não podemos dizer isso de todos da comunidade do prédio. Porém, os professores que tive contato nesse período foi imprescindível para que conseguisse manter o mínimo de aprendizagem e participação nas disciplinas. </div><div>O cenário atual tem me trazido reflexões sobre o que é necessário para proporcionar um estudo/aprendizado de qualidade. A nossa casa tem se tornado espaço das diversas atividades que realizamos no dia-a-dia. Ao perceber como essa relação interfere no desenvolvimento das atividades. Falo isso não só pensando em mim, mas ao ver outras pessoas, principalmente as crianças em tempo escolar. Essa delimitação do tempo e espaço destinado ao estudo se torna imprescindível para garantir algumas dinâmicas. Pensando em minha futura atuação como profissional da educação, viver esse momento me faz perceber que a identificação dos estudantes com as formas e metodologias escolares pode contribuir para garantir o ensino-aprendizagem mais prazeroso. Estudar não precisa ser doloroso, desde que respeitemos as diferenças e os tempos de cada um. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 18:18:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Minha Experiência com ERE</title>
         <author>leticiameirafigueiredo1999</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839133446</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha experiência estudante a distância tem sido muito boa, pois consigo administrar melhor meu tempo e estudar, assim estou aprendendo mais. Tenho uma certa facilidade para adaptar a plataformas virtuais e autodidatismo, então isso me ajudou bastante também. Inclusive, pude fazer mais matérias do que estou acostumada.<br><br>Além disso, observei, pelo menos nas disciplinas que eu curso que os alunos tem participado mais durante o ERE. Numa disciplina de Geometria na Educação básica por exemplo, a turma tem falado muito mais do que estão acostumados a falar no presencial, porém a participação nos fóruns é baixa.<br><br>Pessoalmente eu percebi que as aulas presenciais na universidade estavam tão precárias que não fizeram falta para o meu ensino. Por outro lado, acompanhando o estágio da escola básica, percebo que os estudantes não estão desenvolvendo os conhecimentos desejados. Acredito que isso ocorra porque a estrutura e necessidade de aulas presenciais para o ensino básico é bem diferente comparado ao ensino superior.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-18 19:09:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sthephanie S. C de Cae</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839146744</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 19:24:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sthephanie S. C de Carvalho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839148106</link>
         <description><![CDATA[<div>O ensino remoto emergencial, estabelecido durante a pandemia do Covid-19, no curso de Pedagogia, possibilitou enxergar a educação com uma nova janela de possibilidades e práticas. Apesar da triste circunstância do presente, é possível extrair dessa experiência ricos ensinamentos: reinventar, ser criativo(a), esperançoso(a), ser a melhor versão de nós mesmos...  O educador, profundamente comprometido com sua missão, sabe da importância fundamental de estar aberto a mudanças, disposto a aprender constantemente com o mundo, com as pessoas, com a natureza, e com as desafiadoras situações que a vida nos impõe.  Confesso, que essa habilidade não é inata em mim, mas sim um ideal que busco alcançar diariamente. Portanto, quando soube que as aulas começariam  de forma totalmente online, um emaranhado de sentimentos afloraram: preocupação, insegurança, alegria, ansiedade...Ao analisar essa trajetória, vejo o quanto o retorno aos estudos têm ajudado a superar este momento de tensões e medos , penso que a mente, assim como o corpo,  também deve ser nutrida de saber, prazeres e pequenos afagos.  Apesar da minha tímida presença nas aulas, nossos encontros são convites agradáveis à reflexões profundas, apresentando-se como genuínas fontes de vitalidade intelectual e isso tem valor inestimável, presencialmente ou no ambiente digital. A minha compreensão entre Educação e seus sujeitos também foi ampliada, pois com o uso da tecnologia, tal como constatado nesta experiência,  é possível adequar o ensino- aprendizagem à lógica temporal própria da rotina de cada sujeito, sem nenhum prejuízo, repreensão e perda. O ensino amparado na tecnologia, justamente por ter forte marca de flexibilização de agenda,   oportuniza vivências mais fluidas e harmônicas com os demais âmbitos da vida. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 19:25:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexões suscitadas pela experiência com o ERE</title>
         <author>paulacosta12</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839158536</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Nunca perco de vista que esta situação de pandemia é uma contingência, breve, finita e a modalidade de ensino proposta pela UFMG é emergencial. Em decorrência disso, percebo que as reações de professores e estudantes estão em consonância com a situação: as alterações tanto de procedimento quanto de conteúdo não são profundas ou estruturais e acompanham as características particulares, os percursos já traçados de cada um. Talvez a mudança mais persistente - o distanciamento social - apenas explicite os dois aspectos constitutivos da educação, que são o cognitivo e o social, e o ensino acabe por enfatizar, desenvolver e se apoiar exclusivamente em habilidades cognitivas e primordialmente mentais.<br><br>Talvez o que esteja tornando tão árida esta modalidade emergencial de ensino – que não é Educação a Distância – seja a rarefação da interação social entre duas pessoas, entre várias pessoas, e a conseguinte exclusão de expressões por demais caras a qualquer ser humano: as expressões faciais, a movimentação dos corpos, a prosódia, as interjeições, os diálogos paralelos. <br><br></div><div>Penso que essa experiência de ensino pela qual nós (e mundo) temos passado serve como reflexão à compreensão que temos desenvolvido sobre a educação e seus propósitos. Penso que a diluição do aspecto social e a exacerbação do aspecto cognitivo e mental da educação só pode se dar em caráter excepcional e acarreta, de qualquer forma, prejuízos humanos. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 19:37:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>israelaa</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839178015</link>
         <description><![CDATA[<div>A pandemia trouxe mais pensamentos pessimistas, ninguém esperava por isso, o ERE  também foi surpresa, acreditávamos que seria algo rápido, não abalaria nossas vidas. Quando começamos as aulas imaginava que seria um caos mas graças a Deus não foi catastrófico, os professores foram tranquilos e esses trabalhos coletivos ajudou a reunir a turma. Sinto falta da universidade, andar pelo campus e conversar com meus amigos Renan e Sander é o que me faz rir nesses tempos, Larissa sempre ativa para poder reclamar da vida e os outros espero que estejam bem. As atividades também me ajudam a refletir e ocupar o tempo ocioso, visto que fico grande parte do dia trabalhando online e vendo séries , gostaria que o próximo semestre eu estivesse mais participativa, ligar a câmera tem sido uma dificuldade porque levanto desmotivada, depois da aula vou fazer o que? não podemos sair, nós pobres não podemos, quem é rico nunca esteve de quarentena e isso que  me deixa chateada, ter que me preocupar com a saúde de quem eu gosto pois quem deveria colaborar está nas ruas se divertindo enquanto apodrecemos em casa. Em uma sociedade utópica de pessoas repletas de empatia, nem por uma pandemia estaríamos passando, poderia culpar a ganância dos grandes empresários ou as teorias da conspiração que a China criou o vírus para poder enriquecer (risos) porém, coloco a culpa em nós mesmo, a falta de sinceridade com quem somos, a corrida para ser melhor que o outro, não dá valor para vida e nossa família. Agora é o momento para aqueles que realmente se importam fazer as mudanças acontecerem, mudanças aquelas que não estão apenas nos debates/livros e sim nas nossas ações, pensar em sociedade e me manter em casa para que mais tarde, seja daqui a tempos ou meses eu possa ser feliz novamente com meus amigos. Agradeço aos professores e colegas de classe, apesar perdas que tivemos vamos seguir fortes e evitar que isso aconteça novamente, sei que o futuro não será perfeito mas cuidar daqueles que amamos talvez seja a saída.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 19:59:24 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho coletivo: Registros/Depoimentos ERE 4º período</title>
         <author>hugoarantes93</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839196023</link>
         <description><![CDATA[<div>A desvantagem da vida é a distância do fim! A peleja não acaba, só parece piorar. O tempo presente é o mais difícil, nele não se pode sonhar, como no futuro ou sentir saudade como no passado. Na data de hoje as coisas são da ordem do dia. O implacável “agora”, joga o que tem la fora, na cara. Vivo cada momento esperando o pior passar, longe do calor do cotidiano que quero e perto do frio da rotina que tenho. Olhando pela tela buscando a janela da alma, a distância segura fere os meus sonhos. De forma insignificante, acesso, registro, entro, envio, vejo, comento e nada. A maior preocupação nesse momento é conseguir sobreviver. Faço o que consigo quando posso, tento fazer tudo sempre da melhor maneira possível, mas do jeito que dá. Tudo tem a sua pertinência e torna viável ver as coisas de uma perspectiva diferente, mas como foi dito acima, os tempo de atuais para as pessoas comuns são de sobrevivência.<br><br></div><div><br><br></div><div>Se bem que quem sempre viveu na beirada nunca pode deixar a peteca cair. Da medo de olhar para frente e tristeza de olhar para trás, então o que temos para hoje é fazer o que for possível, sem se castigar. Muito pelo contrário, é hora de se perdoar e tentar dormir bem por que amanhã é segunda! Assim continua o passo da papelada, assiste isso, lê aquilo, escreve aquilo outro. Se sai do lugar eu não sei, mas amanhã há de ser outro dia. Não gosto do hábito de reclamar sem ser propositivo, então sugiro que cuidemos uns dos outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 20:20:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>oliveirabaabi</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 20:23:07 UTC</pubDate>
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         <title>Mateus Michailowsky Gomes Soares</title>
         <author>mateusmirra33</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839252635</link>
         <description><![CDATA[Como aprendiz à distância, tenho vivido novas experiências, visto que é a primeira vez que estou com um currículo matriculado neste tipo de ensino. A economia de passagem e outros gastos na faculdade foi um ponto positivo dessa mudança. Ao mesmo tempo, pude decidir um pouco melhor, com antecedência, o momento em que farei alguns dos trabalhos.
Porém, devido às dificuldades trazidas pela pandemia, tive que começar a trabalhar, em um negócio próprio da família, de domingo a domingo, sem folga, e alguns dias de 8:00 às 22:00. Imagino que, se eu não tivesse tido que começar a trabalhar, seria melhor o fato de não ter que me deslocar para a universidade todos os dias, visto que moro muito longe. Mas deu quase na mesma. Isso tem sido muito cansativo para mim. Dada as circunstâncias, foi a melhor alternativa para contornar essa situação. 
O ensino à distância não é, em alguns aspectos, tão bom como o ensino presencial, devido à menor dinâmica em discussões e reuniões em relação ao presencial. A ideia de que o curso à distância ou suas avaliações são mais fáceis, e que o curso torna-se mais tranquilo, não é verdade. A soma trabalho e universidade tem sido exaustivo tanto mentalmente quanto fisicamente, para mim, visto que tenho trabalhado muito. Mas tenho feito o possível e aprendido mesmo com esta nova experiência.
]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-18 21:30:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>sofialana</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839259537</link>
         <description><![CDATA[ A pandemia mudou, de maneira geral, diversos aspectos do cotidiano, não só o meu como de todos. Confesso que desde o início, quando o ERE ainda era uma possibilidade, fiquei amedrontada pela ideia, sempre senti dificuldade na organização à distância. Ainda não sou uma pessoa que se dá super bem com as tecnologias, é complicado compreender todas aquelas plataformas que podem me servir de algo, é difícil não conviver mais com papel e caneta majoritariamente. Além do mais, assistir às aulas através de uma telinha, torna a sala de aula o lugar onde um computador estiver, seja o lugar onde você dorme, a mesa onde você come ou até mesmo a sala onde você descansa. É complexo discernir seus momento, uma vez que não há mais a transição onde entro num ônibus, subo até minha casa, preparo algo para comer, descanso e aí sim vou aos meus estudos; agora, como outrora ocorreu comigo, sentei às 13 horas na mesa do meu quarto, a frente do computador, com meu prato de almoço, para assistir minha primeira aula síncrona da semana. Não curso pedagogia mas muito me admiro pelos métodos e pela organização das disciplinas que puxo da FaE, tenho me sentido extremamente cheia de tarefas para fazer, uma vez que 90 por cento das aulas do meu curso têm sido assíncronas, logo, tenho certos roteiros a serem seguidos e que, somados ao estudo de cada disciplina me demanda um tempo e esforço muito maiores. No final das contas, confesso que não me sinto preparada o suficiente para dizer que após esses três meses, estou acostumada com esse novo panorama. Porém, espero com afinco, que se torne mais leve, e me seguro muito na ideia de que cabe a todos nós nos esforçarmos um pouquinho mais a cada dia para se tornar mais harmônica a experiência. Afinal, até um sorriso de bom dia também faz falta.]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 21:39:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>sofialana</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839260202</link>
         <description><![CDATA[<div> A pandemia mudou, de maneira geral, diversos aspectos do cotidiano, não só o meu como de todos. Confesso que desde o início, quando o ERE ainda era uma possibilidade, fiquei amedrontada pela ideia, sempre senti dificuldade na organização à distância. Ainda não sou uma pessoa que se dá super bem com as tecnologias, é complicado compreender todas aquelas plataformas que podem me servir de algo, é difícil não conviver mais com papel e caneta majoritariamente. Além do mais, assistir às aulas através de uma telinha, torna a sala de aula o lugar onde um computador estiver, seja o lugar onde você dorme, a mesa onde você come ou até mesmo a sala onde você descansa. É complexo discernir seus momento, uma vez que não há mais a transição onde entro num ônibus, subo até minha casa, preparo algo para comer, descanso e aí sim vou aos meus estudos; agora, como outrora ocorreu comigo, sentei às 13 horas na mesa do meu quarto, a frente do computador, com meu prato de almoço, para assistir minha primeira aula síncrona da semana. Não curso pedagogia mas muito me admiro pelos métodos e pela organização das disciplinas que puxo da FaE, tenho me sentido extremamente cheia de tarefas para fazer, uma vez que 90 por cento das aulas do meu curso têm sido assíncronas, logo, tenho certos roteiros a serem seguidos e que, somados ao estudo de cada disciplina me demanda um tempo e esforço muito maiores. No final das contas, confesso que não me sinto preparada o suficiente para dizer que após esses três meses, estou acostumada com esse novo panorama. Porém, espero com afinco, que se torne mais leve, e me seguro muito na ideia de que cabe a todos nós nos esforçarmos um pouquinho mais a cada dia para se tornar mais harmônica a experiência. Afinal, até um sorriso de bom dia também faz falta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 21:40:34 UTC</pubDate>
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         <title>experiência</title>
         <author>sofialana</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839260579</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br> <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 21:41:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>daiane13</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839264439</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 21:46:16 UTC</pubDate>
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         <title>  Minha experiência no Ensino Remoto Emergencial- Ellen Jenifer TJ. </title>
         <author>ellenjsoousaa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sem dúvidas a pandemia mudou a rotina de todos e foi necessário  nos adaptarmos ao novo mundo. Inicialmente, pensamos que o isolamento social não duraria muito tempo e logo retomaríamos as nossas atividades, mas infelizmente, foi preciso manter o isolamento social para a nossa segurança e daqueles que amamos.  </div><div>	O anúncio do Ensino Remoto Emergencial - ERE na UFMG foi um gatilho para a minha ansiedade, me senti confusa e perdida. Inicialmente foi difícil me adaptar, mas com o passar dos dias e os esclarecimentos dos professores fiquei mais calma e consegui acompanhar as disciplinas. Creio que por ter apoio familiar, espaço tranquilo e individual para estudar foi um grande contribuinte para essa adaptação. </div><div>	As plataformas utilizadas também eram novas para mim, como nunca cursei nenhuma disciplina em ead tudo era realmente novo. Confesso que gostei bastante do Teams e gostaria de utilizá-la futuramente. A dedicação e esforço dos professores tornou o ERE mais leve, essa sem dúvida era a minha maior preocupação. </div><div>O maior desafio do ERE para mim foi  conciliar a saúde mental e psicológica com a rotina de estudos, inicialmente, até consegui, mas infelizmente, perdi a minha avó o que tornou tudo difícil. . A depressão e a ansiedade me invadiram e foi necessário dar uma pausa nas minhas obrigações. Procurei atendimento psicológico e consegui retomar as minhas atividades.</div><div>Sobretudo esse semestre me mostrou a necessidade de me reinventar em tempos difíceis, de ser criativa e paciente, mas tudo isso foi possível com a ajuda dos excelentes professores que tive, que trouxeram várias propostas, dinâmicas e aprendizados que foram engrandecedores para a minha formação. Vi à necessidade de exercer o diálogo e a grande importância da empatia. O ERE me fez refletir  sobre a desigualdade social do nosso país e as suas dificuldades, me fazendo defender ainda mais uma educação democrática e de qualidade para todos.  </div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 22:05:31 UTC</pubDate>
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         <title>Adaptação no ERE</title>
         <author>annieknup</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando recebemos o anúncio do retorno das aulas pelo ERE em parte fiquei um pouco apreensiva sobre como iria funcionar, principalmente com algumas matérias especificas que são mais práticas e envolvem trabalho de campo, por outro lado também foi um alívio pois as aulas seriam um método de ocupar a mente e se distrair das notícias negativas trazidas pela pandemia.<br><br></div><div>Foi um alívio também reparar que os professores percebiam nossas dificuldades e que estavam dispostos a escutar e se flexibilizar para que todos possamos enfrentar nossos problemas e para que possamos ter esse retorno de um modo saudável e produtivo.<br><br></div><div>Ainda tenho dificuldade em ter o mesmo foco e aprofundamento que tinha antes nas aulas presenciais mas acredito que isso seja normal e a cada dia que passo tento melhorar, com a ajuda das minhas colegas que me mantém motivada e dos professores que estão sendo bastante compreensivos. <br><br></div><div>Espero que assim que possível, de um modo saudável para todos, possamos retornar para as aulas presenciais, mas me alegra saber que o ERE foi bem feito com o apoio de todos e que esse tempo pode ser aproveitado por nós.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 22:07:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>andressatsiely</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839280623</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 22:08:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sobre as experiências do ERE</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Obrigada por perguntar. E vocês, como estão? Tudo bem?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 22:23:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Minha Experiência no ERE</title>
         <author>yolandahortaped</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839320495</link>
         <description><![CDATA[<div>O ERE, trouxe necessidade de algumas medidas e acredito que as mesmas irão nos acompanhar mesmo com a retoma das aulas presenciais. Senti certa dificuldade na utilização das tecnologias e recursos a princípio. Agora me sinto melhor adaptada com os mesmos. Percebo que tal adaptação só foi possível mediante o empenho, versatilidade e colaboração tanto dos professores quanto dos colegas presentes no percurso.<br><br></div><div>Sinto muita falta da interação, do ambiente, do contato com as pessoas, essas ausências fazem transbordar a esperança e o desejo de estar junto novamente. Durante tantos dias distante dos espaços da FaE, percebo com mais clareza o quanto é especial estar assentada em uma sala de aula, ocupar o mesmo espaço físico que os colegas e principalmente o quanto é importante respeitar cada um em suas especificidades.  <br><br></div><div>Por outro lado, sinto o quanto a solidariedade e empatia também podem se manifestar no ensino remoto e agradeço imensamente aos colegas quando me avisam que esqueci o microfone ligado ou deixei de abaixar a mão após uma fala e assim vamos construindo novas maneiras de interação que também viabilizam com eficiência os processos de ensino e aprendizagem. <br><br></div><div>Pude apreender durante o ERE e as experiências vividas que a educação se desenvolve no coletivo, que o respeito as singularidades e ao tempo de cada um se fazem necessários em qualquer proposta educacional, que o espaço institucionalizado e a organização dos tempos são importantes.<br>Por fim, por mais desafiador que seja o aprendizado com a  proposta ERE, desde que haja comprometimento dos sujeitos envolvidos, podemos construir riquíssimas experiências. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 22:54:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ERE, minha vivência</title>
         <author>rayanemeireles14</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839341919</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom estamos vivendo um momento em que jamais pensei passar, o contexto da pandemia em minha vivência trouxe algumas questões que ao meu ver foi necessário rever. Com o retorno da aula em ERE, vi a oportunidade de fazer matérias no qual tive que trancar ao mesmo tempo em que fazia as matérias necessárias ao meu período, isso pensando no formato on-line como algo mais tranquilo de se encarar. Kkkkk, mero engano. Tive certa dificuldade de adaptação ao ERE, uma vez que também tenho que conciliado ao serviço, a minha filha e sobrinho (que tenho ajudado a olhar) e serviços domésticos, kkkkkk. Foi um extremo desafio para mim. Acho que agora quase no fim do semestre, kkk, acho que estou me adaptando. Acho a plataforma de ensino, um pouco complicada, mas nada que não seja possível aprender, acho que ela tem sido um aprendizado constante para todos. Vejo o envolvimento e a preocupação de alguns professores para com os alunos, bem como os trabalhos desenvolvidos aos longo do semestre, de forma a estimular os alunos nas atividades, embora eles tenham triplicado, kkkkk. Enfim, está sendo um período de grande desenvolvimento como pessoa, principalmente no pensamento para com o outro, como trabalho na área da educação, tenho pensado muito no contexto de aprendizagem que tem sido para muitos, na falta que fará esse período sem socialização para alguns e triste em pensar nessa falta para o desenvolvimento principalmente para as crianças. Porém, apesar de tudo, acho que foi um semestre de uma boa adaptação, embora não tenha dado conta de tudo que me propus, mas que tem me ajudado bastante em questão de organização e rotina, coisa que eu não tinha, mas vejo a aula presencial como algo essencial para uma boa aprendizagem e aproveitamento no meu caso. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 23:20:00 UTC</pubDate>
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         <title>Minha experiência com o ERE</title>
         <author>brennocastro91</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bom dia/tarde ou noite pessoal, seja lá qual for a hora que estiverem lendo este texto. Venho compartilhar aqui brevemente um pouco do que foi e tem sido a minha experiência enquanto estudante durante o Ensino Remoto Emergencial. Diferente de uma boa parte dos estudantes, sou ex-aluno da UFMG (me formei em 2017 em Artes Visuais na EBA) e me matriculei em duas disciplinas isoladas na FAE, que desde o ano passado (2019) tem sido um espaço de troca e acolhida, além de uma oportunidade de retomar meus estudos. Tenho o desejo de, provavelmente no ano que vem ter amadurecido um projeto de mestrado nas áreas das Artes e da Educação e fazer uma pós-graduação. De certa forma a FAE tem sido esse laboratório onde estou tateando e descobrindo para onde quero ir. Com a pandemia tudo virou de cabeça para baixo e o Ensino à Distância veio como uma surpresa, sendo que foi a primeira vez que fiz algo como um curso ou disciplina online. Fiquei animado quando as aulas começaram porque trouxe novidade pra minha rotina em meio a tudo que vinha acontecendo (com a pandemia, acabei ficando desempregado) além de um desejo de não desistir. No geral tenho conseguido me adaptar a esse novo formato, apesar de sentir falta da dinâmica ao vivo e das lacunas e limites que o formato à distancia impõe. Minhas dificuldades gerais foram com a organização das disciplinas, com os encontros síncronos sendo espaçados. Mesmo sabendo das dificuldades com a internet, espaço dentro de casa e questões familiares por parte de alguns estudantes, preferiria um número maior de encontros síncronos, que, ao meu ver, tornam a dinâmica das aulas mais constante, estreitando (na medida do possível) as relações entre professores e colegas de classe. Me sentiria menos perdido e mais próximo. Porque mesmo com os fóruns de discussão, essa comunicação entre todos não é algo que acontece de forma efetiva e as trocas são menores, mais "secas" e às vezes apenas obrigatórias. No geral, gostei das ferramentas que tivemos à disposição, tive que aprender a me organizar melhor dentro da rotina, no quesito concentração e disciplina, pois esse tipo de ensino exige uma autonomia por parte de nós estudantes que é bem maior do que no Ensino Presencial. O que pra mim já é naturalmente um desafio e que foi positivo pra me estimular a ser protagonista do meu próprio aprendizado (parece óbvio, mas não é). No mais, confesso que não vejo a hora de podermos estar juntos novamente estudando presencialmente, mas acho que muito da praticidade, agilidade e flexibilidade que o ERE demonstrou nesse primeiro semestre nosso juntos pode continuar mesmo com o retorno das aulas presenciais, seja no formato das avaliações, na flexibilização do cumprimento das atividades, de uma humanização do aprendizado no geral (percebi isso nas disciplinas de Corpo e Educação e Escola e Diversidade, que foram as que fiz). Que não somos máquinas, que cada um vive uma realidade e tempos e situações diferentes, mas que mesmo em meio a isso tudo que ainda nos assola, é possível, com ajuda e compreensão, aprender e ensinar.  É isso, sigamos juntos e se cuidem! </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-18 23:29:01 UTC</pubDate>
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         <title>Natália Barreto Simedo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>	Diferente da maioria dos colegas da disciplina Fundamentos e Metodologia do Ensino de Matemática II, eu não sou da Pedagogia e sim da Matemática. Além disso, estou no penúltimo período do curso. Quando a pandemia começou e ficamos durante meses sem saber ao certo como seriam as aulas, fiquei muito ansiosa, já que me formaria ainda esse ano e tinha medo de que atrasasse muito. Quando saiu o calendário e soubemos as datas dos próximos dois semestres fiquei aliviada. Esse semestre tomei a decisão de fazer apenas duas matérias. </div><div>Além da graduação em si, também estava muito apreensiva com o estágio que comecei esse ano. O início das atividades práticas também foi adiado e minha expectativa para começar era muito grande. Foram longos meses de espera e finalmente poder começar foi muito bom.</div><div>	Quanto às aulas no formato à distância, não tive muitos problemas de adaptação. Nunca tinha usado plataformas de reuniões nem feito disciplinas nesse formato, mas apesar disso não tive tanta dificuldade em aprender a usar as novas ferramentas. Além disso, tenho um notebook pessoal e minha internet é boa, então não tive problemas com isso.</div><div>	Tenho aprendido muito nas disciplinas que estou cursando e estou tendo tempo de me dedicar à elas. Gosto bastante das aulas síncronas, porque apesar de não ser igual à uma aula presencial, mantêm algumas características. Além disso, as outras atividades propostas para serem feitas de forma assíncrona e os materiais disponibilizados pelas professoras estão complementando muito bem as outras aulas.</div><div>	Acho que a maior contribuição que o ERE proporcionou para mim foi permitir que eu percebesse a importância da relação aluno-professor. Durante o ensino à distância ficou evidente o quanto a troca que existe entre os dois (e que é bem mais simples no ensino presencial) é fundamental para um ensino de qualidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 00:29:51 UTC</pubDate>
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         <title>Relato Franciene Reis</title>
         <author>francienefranxd</author>
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         <description><![CDATA[A modernidade líquida de Bauman nunca fez tanto sentido para mim quanto agora no período de Isolamento Social. Se antes tínhamos “caixinhas” para cada tipo de relação e situação da nossa vida, agora é quase impossível distinguir onde e quando começa e termina o terreno de cada coisa. Tudo é mediado por uma tela! 
Como um líquido, o Ensino Remoto Emergencial, aos poucos foi ocupando os espaços que antes eram ocupados por outros tipos de interações. Minha casa foi deixando de ser um lugar de refúgio, meu corpo que antes se preparava para as aulas e atividades acadêmicas lá na FaE, agora tem que se adaptar e manter a mesma disposição para as aulas virtuais. As redes sociais, que era um lugar de entretenimento e contato com a família, tornou-se também um anexo importante nesse momento. 
No início parecia que um equilíbrio seria possível. A princípio os receios quanto a essa modalidade de ensino estavam apontados mais para as questões relacionadas ao letramento digital. No entanto, essa falta de mim dentro desse contexto agravou uma crise de ansiedade que é incapacitante, o esforço para participar das aulas e responder ao que está sendo proposto foi e é gigantesco, mostrando que o desafio é mais emocional mesmo.
O meu processo de aprendizagem é cinestésico, durante as aulas presenciais os estímulos são naturalmente diversificados, dessa forma consigo utilizar de várias estratégias diferentes para a aquisição de conhecimento. As roupas do professor, seu tom de voz, os lugares da sala ocupados por ele durante a exposição de algum conteúdo, a interação com meus colegas, sons… cheiros… E ficar exclusivamente em casa em isolamento social, fazer as leituras obrigatórias e complementares também em casa, desenvolver as atividades propostas dentro de casa, fez da minha casa um lugar menor… E diminuiu consideravelmente minha capacidade de participação nas aulas. Embora esse relato não seja tão otimista, preciso reconhecer e exaltar o esforço de cada professor para fazer o possível!]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 00:29:55 UTC</pubDate>
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         <title>Como o ERE tem sido vivenciado por mim? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839442473</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Larine Avelino da Silva <br> A princípio, no início do Ensino Remoto Emergencial, eu me empolguei com a ideia de ter aula em casa. Eu não apoiava o ERE ao pensar de forma inclusiva, levando em consideração os alunos mais desfavorecidos economicamente. Mas quando a UFMG deu um parecer, garantindo que daria assistência à esses alunos, eu vi sentido em voltarmos às aulas. Eu, particularmente, estou estudando com o objetivo de ter uma formação superior para me ingressar no mercado de trabalho. Logo, este atraso na minha formação, em decorrência da quarentena, iria fazer uma grande diferença na minha trajetória. <br> Aproveitei para pegar uma disciplina na Psicologia e mais outras sete disciplina na FAE, pelo fato de que sou aluna regular do noturno, e não tenho oportunidade de pegar disciplinas além das cinco que atigem a carga horária da noite. Mas após um mês, eu me frente à um caos! A saudade da sala de aula e a necessidade de fazer trocas pessoalmente, ficou cada vez maior. Me senti vazia quando me via estudando sobre pessoas, mas sem poder viver isso com elas. Mas o que mais pesou foi o excesso de atividades que os professores passaram. Entendo que pelo fato de não estar presencialmente nas aulas, eles tenham que arrumar uma forma de cobrar a nossa dedicação à disciplina. Porém, não vejo como a maneira mais adequada de metodologia e avaliação, que os professores passem textos, façam uma aula sincrona e ainda dêem uma atividade, toda semana! É possível fazer uma divisão entre os três processos ao longo das aulas. <br>Acredito que na FAE nós somos muito privilegiadxs enquanto alunxs! Fui monitora de uma disciplina e ao mesmo tempo, aluna da mesma. Pude ver um pouco de como é o planejamento das aulas de um docente de nível superior. Felizmente, a professora que acompanhei é uma pedagoga brilhante, que procurou a todo momento estar em contato com os alunos, entender as suas especificidades e acima de tudo, com respeito. Percebi então, que apesar da dificuldade e do trabalho exaustivo que os professores também estão tendo, é possível que esta seja uma fase mais leve para ambos os lados se houver diálogo. Estou feliz que vencemos um semestre, e esperançosa em relação ao próximo! Pois agora, nós alunos e os professores já temos experiência com ERE, por isso, a tendência é que nós tenhamos uma melhor administração do nosso tempo e a forma de estudo. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 00:46:13 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre as experiências com o ERE</title>
         <author>isabelatholiveira</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839499184</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Isabela Thomaz de Oliveira<br>Disciplina: Estudos sobre a Infância <br><br>A notícia de que a UFMG voltaria às aulas por meio do Ensino Remoto Emergencial veio como um sopro de ânimo no tempo da pandemia. Quando as aulas iniciaram a sensação era de que meu time havia se classificado nos minutos finais pela primeira vez para os playoffs (jogos finais decisivos de um campeonato), um misto de euforia pela conquista e apreensão pelos desafios a serem trilhados. </div><div>A emoção e o entusiasmo foram diminuindo e o cansaço, o medo de não dar conta, a ansiedade e incerteza foram tomando conta. Aquilo que era o combustível de ânimo e esperança em um momento tão novo e estranho, pesou. </div><div>Senti que os conteúdos, os temas abordados eram/são super importantes e interessantes, mas que não foram atingidos em sua totalidade, faltou presença. Tudo ficou tão distante. As recomendações e instruções escritas eram claras, mas mesmo assim às vezes pareciam não fazer muito sentido. Parecia que faltava algo, acho que o olhar, a voz, um aceno de concordância ou não com a cabeça. E muito se tentou inovar, adaptar, usar um novo recurso, mas que pareciam não se encaixar tão bem. </div><div>Há que reconhecer que houve grande esforço e empenho dos professores que se mostraram solícitos e compreensivos, isso foi essencial para trilhar essa trajetória, pois muitas vezes parecia que o melhor era desistir, estava/está difícil passar por essa pandemia com todas as mudanças, com o novo “normal”, os medos, as expectativas, indefinição, confusão, não era só o Ensino Remoto que era novo, era a vida.</div><div>Hoje está mais evidente e incontestável a importância da empatia. Temos que pensar, considerar o lugar que o outro ocupa. Temos que olhar as situações de um lugar que não seja apenas da nossa perspectiva. Temos que considerar a diversidade e os vários modos de organização dos sujeitos, ressalto como articulação entre as discussões desenvolvidas nas disciplinas a multiplicidade, pluralidade e complexidade dos modos e organização de vida, dos sujeitos, suas várias formas de existir que precisamos levar sempre em conta. </div><div>Diante disso fica mais evidente que é preciso pensar uma Educação que tenha os sujeitos como sujeitos participantes, não apenas depósitos de sabres, ‘tábulas rasas’, considerar as particularidades de cada ambiente, e quando possível de cada sujeito, pois sabemos que cada indivíduo tem uma maneira para aprender e apreender, por isso deve-se ter o cuidado, a sensibilidade para saber avaliar essas demandas para uma melhor desenvolvimento do ensino. </div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 01:23:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexões sobre as experiências com o ERE</title>
         <author>isabelatholiveira</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839506391</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Isabela Thomaz de Oliveira<br>Disciplina: Escola e Diversidade: Interfaces Políticas<br><br>A notícia de que a UFMG voltaria às aulas por meio do Ensino Remoto Emergencial veio como um sopro de ânimo no tempo da pandemia. Quando as aulas iniciaram a sensação era de que meu time havia se classificado nos minutos finais pela primeira vez para os playoffs (jogos finais decisivos de um campeonato), um misto de euforia pela conquista e apreensão pelos desafios a serem trilhados. </div><div>A emoção e o entusiasmo foram diminuindo e o cansaço, o medo de não dar conta, a ansiedade e incerteza foram tomando conta. Aquilo que era o combustível de ânimo e esperança em um momento tão novo e estranho, pesou. </div><div>Senti que os conteúdos, os temas abordados eram/são super importantes e interessantes, mas que não foram atingidos em sua totalidade, faltou presença. Tudo ficou tão distante. As recomendações e instruções escritas eram claras, mas mesmo assim às vezes pareciam não fazer muito sentido. Parecia que faltava algo, acho que o olhar, a voz, um aceno de concordância ou não com a cabeça. E muito se tentou inovar, adaptar, usar um novo recurso, mas que pareciam não se encaixar tão bem. </div><div>Há que reconhecer que houve grande esforço e empenho dos professores que se mostraram solícitos e compreensivos, isso foi essencial para trilhar essa trajetória, pois muitas vezes parecia que o melhor era desistir, estava/está difícil passar por essa pandemia com todas as mudanças, com o novo “normal”, os medos, as expectativas, indefinição, confusão, não era só o Ensino Remoto que era novo, era a vida.</div><div>Hoje está mais evidente e incontestável a importância da empatia. Temos que pensar, considerar o lugar que o outro ocupa. Temos que olhar as situações de um lugar que não seja apenas da nossa perspectiva. Temos que considerar a diversidade e os vários modos de organização dos sujeitos, ressalto como articulação entre as discussões desenvolvidas nas disciplinas a multiplicidade, pluralidade e complexidade dos modos e organização de vida, dos sujeitos, suas várias formas de existir que precisamos levar sempre em conta. </div><div>Diante disso fica mais evidente que é preciso pensar uma Educação que tenha os sujeitos como sujeitos participantes, não apenas depósitos de sabres, ‘tábulas rasas’, considerar as particularidades de cada ambiente, e quando possível de cada sujeito, pois sabemos que cada indivíduo tem uma maneira para aprender e apreender, por isso deve-se ter o cuidado, a sensibilidade para saber avaliar essas demandas para uma melhor desenvolvimento do ensino. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-19 01:28:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexões e experiências. - Ariana Patrícia B Andrade - Turma J </title>
         <author>arianabatistabjj</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839509317</link>
         <description><![CDATA[<div>Fui criticada desde o início do curso por escolher essa profissão, pois dizem que não terei retorno financeiro. Sempre falam que não é algo bom para trabalhar e intitulam como a pior profissão do mundo. Após a pandemia, algumas pessoas conseguiram enxergar um pouco de valor no profissional da educação, pois estão vivendo na pele um pouco das dificuldades da profissão. Alguns dizem que querem, mais que depressa, o retorno das aulas. <br><br></div><div>Confesso que tive várias dificuldades, pois não tinha computador e não tinha internet em casa. Graças a ação democrática da FUMP não precisei trancar o semestre, pois me deu a possibilidade de ter um computador e internet em casa. Ainda não estou acostumada com o ERE, pois gosto de aula presencial e passo por dificuldades para manter a total atenção na sala virtual. Como estou em casa, acabam aparecendo várias coisas para fazer e minha mãe requer atenção. <br><br></div><div>A compreensão dos professores também foi fundamental. A professora Shirley foi bastante atenciosa e flexível nas aulas, na entrega das atividades, enfim em tudo. <br><br></div><div>Nesse período aprendemos a ter cuidado com o outro e estamos conseguindo vencer mais uma etapa do curso. A elaboração do ERE foi muito rápida e, graças a Deus, deu muito certo. Acredito que tivemos a oportunidade de aprender com os alunos de outras turmas e da pós. A troca de experiências foi muito valida. <br><br></div><div>Acredito que foi super importante discutirmos os problemas da BNCC, pois observei que na insistência de criar um vínculo entre educação e desenvolvimento econômico, a educação é vista como um ‘instrumento’ que irá salvar a economia. A educação é um dos fatores que causam o crescimento econômico, mas não é o único. Quando éramos uma sociedade autoritária, a educação não era prioritária, mas a economia era. Portanto, o currículo precisa ser criado afim de que os conteúdos atendam a diversidade do país e ampliando o acesso a diversos conhecimentos de forma igualitária, não criá-lo para atender os objetivos econômicos da nação, os quais pretende manter tal economia nas mãos de poucos.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 01:29:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Renan Cassavari - Pensamentos sobre o ERE</title>
         <author>renanlucas32</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839516328</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 01:34:39 UTC</pubDate>
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         <title>Minha experiência de aprendiz no ERE</title>
         <author>lulitachrys</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839545528</link>
         <description><![CDATA[<div>O meu processo de adaptação foi um pouco difícil. Ainda tenho dificuldade em conciliar o tempo para as aulas e as atividades, os afazeres da casa, a bolsa da faculdade, o cuidado com a minha filha. Estava em um alto nível de ansiedade, com insônias, e nas últimas semanas, percebo uma falta de concentração e atenção, além da memória (esquecimento). Ah, o cansaço nos olhos (uso óculos) devido à exposição nas telas. Quanto às plataformas a adaptação foi um pouquinho lenta, não tinha uma “boa” internet e tive que contratar outra empresa. Fiquei meio perdida com o Teams, mas, seguidamente vi que não era um ‘bicho-papão’. Apesar de não ser aluna do 4º período, vi que as disciplinas que eu me matriculei se articularam nas discussões propostas pelos docentes. Percebi a desenvoltura não apenas de nós educandos, mas, dos professores, também, neste ensino remoto. Além da empatia. Um assunto que tem me marcado, até neste exato momento, é sobre o corpo e(m) suas relações, ainda mais neste contexto de pandemia. O Prof. Claudio trouxe muitas reflexões/discussões sobre o corpo: o que ele representa; como ele está inserido nos diversos espaços; o corpo que foi sempre marcado desde o nascimento (Vigarello) e está sendo ainda mais marcado neste isolamento; o corpo de quem está trabalhando nesta pandemia; o corpo na cultura e o culto ao corpo, que estamos vivenciando nestes últimos tempos. Um apelo ao corpo “sarado”, magro, sem envelhecimento, em boa “forma”. Outrora, corpos que foram retidos em salas de aula, em parquinhos e em outros lugares e, que agora (muitos) se encontram retidos em suas casas. Nestes últimos tempos, a escola vê a necessidade de se reinventar, as suas práticas docentes. Ela tem que atentar para a comunidade em que está inserida, oferecendo potência de resistência. Ter a possibilidade de estudar no ERE é resistir, ainda com inúmeras dificuldades. Continuar sobrevivendo a vários percalços em meio a esta pandemia é resistir. Continuar tendo a esperança é resistir. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 01:53:34 UTC</pubDate>
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         <title>RESILIÊNCIA</title>
         <author>lulaninha</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839562674</link>
         <description><![CDATA[<div><br> Começo destacando que ser profissional e estudante é avassalador comparado ao privilégio de ter somente os estudos como responsabilidade. Nesse semestre, desempregada, eu tive a oportunidade de me dedicar exclusivamente a todos os textos e aulas que os professores oferecem, entre esses três anos de faculdade que devido a falta de tempo e cansaço, nunca pude aproveitar todo o material ofertado. Me paro pensando como é desigual o aproveitamento dos alunos pensando na sua situação socioecônomica. </div><div><br> Em contrapondo, esse privilégio só é proveitoso , quando não vem acompanhado de crises e problemas financeiros por parte do aluno. Sentimentos de fracasso, insegurança , ansiedade foram comum desde que fiquei desempregada , desde que não encontrei recursos para manter a minha casa. E no meu caso,psicologicamente frustrada e com vários problemas financeiros para resolver e controlar , me “desentendi” com a faculdade várias vezes. Esqueci trabalho , esqueci aulas , estive presente em aulas não estando presente , tive que ler várias vezes o mesmo parágrafo em um texto sugerido, entre outros.</div><div><br> Mesmo assim , ainda consigo ver essa experiência de forma positiva , pois os professores foram super flexíveis e compreensivos. Apesar dos meus “desentendimentos”, eu consegui me reorganizar várias vezes , e com ajuda dos professores e de em alguns cursos , monitores, me senti capaz de ir tentando novamente, assistindo as aulas gravadas que perdi, recebendo um prazo maior para entrega de trabalhos, compartilhando dificuldades com meus colegas que me mostraram que eu não estava sozinha , e que todos podíamos vencer. Talvez se eu estivesse com esses problemas no modo presencial não receberia tanto apoio e compreensão como recebi nesse semestre.</div><div><br> Eu concluo esse relato com melancolia e gratidão: por ter perdido tanto nesse ano, por ter ficado tão abalada psicologicamente mas também porque eu estou orgulhosa da minha resiliência, que não desisti e me reinventei e vou passar esse semestre com A e B em todas as disciplinas , confirmando para mim que nem tudo se perdeu nesse ano de 2020.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 02:06:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>vitoriapereiravli</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/839588252</link>
         <description><![CDATA[Quando tivemos a confirmação sobre o retorno das aulas de forma remota, fiquei, à princípio, animada! Até aquele momento eu tinha tido experiências positivas com ensino remoto, ou pelo menos o que eu achava que era ensino remoto. Na minha inocência, seria algo parecido com assistir vídeo aulas de alguma matéria que tinha dificuldade no ensino médio. Mal sabia eu, que não seria nem um pouco parecido com aquilo. Com o passar dos primeiros dias, ainda estava animada! As aulas estavam instigantes e nossas limitações com as novas tecnologias deixavam o momento mais leve, com um toque cômico. Porém, a experiência mudou. Pelo menos, para mim.

No meio do processo de adaptação às aulas, tive a benção de conseguir um emprego, na área da minha outra graduação e esse me tomou todo tempo e energia. Comecei a entender e admirar meus colegas que faziam jornada dupla! Como eles conseguiam? Enfim, mesmo com toda a dedicação dos professores, a compreensão das novas formas de ensinar, sinto que não absorvi nem metade do que poderia ter absorvido se estivéssemos presencial. O meu eu aluna, até agora, não conseguiu achar o equilíbrio, ou formato ideal para internalizar tudo que o ensino remoto pode nos beneficiar, não somente no campo didático, de aprendizado conceitual, mas nas novas experiências desse novo formato escolar. Acredito que toda novidade requer um tempo de adaptação, então ainda não me dei por vencida! Vejo todo o esforço dos professores em fazer dessa singularidade, a melhor possível, e isso me estimula a continuar dando um voto de fé para o sistema. 

Como uma nota de estímulo a mais, gostaria de destacar as pequenas conquistas que o ensino remoto me trouxe. Aprendi a ser mais organizada com meus prazos pessoais. Compreendi e aceitei os tropeços das jornadas duplas, triplas. Fui apresentada à novos formatos e plataformas de distribuição de aprendizados. E refleti ainda mais sobre a importância de nós, futuros professores, entendermos a necessidade de sermos versáteis e empáticos.
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         <pubDate>2020-10-19 02:23:44 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre o ER - primeiras impressões</title>
         <author>vitoriapereiravli</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando tivemos a confirmação sobre o retorno das aulas de forma remota, fiquei, à princípio, animada! Até aquele momento eu tinha tido experiências positivas com ensino remoto, ou pelo menos o que eu achava que era ensino remoto. Na minha inocência, seria algo parecido com assistir vídeo aulas de alguma matéria que tinha dificuldade no ensino médio. Mal sabia eu, que não seria nem um pouco parecido com aquilo. Com o passar dos primeiros dias, ainda estava animada! As aulas estavam instigantes e nossas limitações com as novas tecnologias deixavam o momento mais leve, com um toque cômico.</div><div><br></div><div>No meio do processo de adaptação às aulas, tive a benção de conseguir um emprego, na área da minha outra graduação e esse me tomou todo tempo e energia. Comecei a entender e admirar meus colegas que faziam jornada dupla! Como eles conseguiam? Enfim, mesmo com toda a dedicação dos professores, a compreensão das novas formas de ensinar, sinto que não absorvi nem metade do que poderia ter absorvido se estivéssemos presencial. O meu eu aluna, até agora, não conseguiu achar o equilíbrio, ou formato ideal para internalizar tudo que o ensino remoto pode nos beneficiar, não somente no campo didático, de aprendizado conceitual, mas nas novas experiências desse novo formato escolar. Acredito que toda novidade requer um tempo de adaptação, então ainda não me dei por vencida! Vejo todo o esforço dos professores em fazer dessa singularidade, a melhor possível, e isso me estimula a continuar dando um voto de fé para o sistema. </div><div><br></div><div>Como uma nota de estímulo a mais, gostaria de destacar as pequenas conquistas que o ensino remoto me trouxe. Aprendi a ser mais organizada com meus prazos pessoais. Compreendi e aceitei os tropeços das jornadas duplas, triplas. Fui apresentada à novos formatos e plataformas de distribuição de aprendizados. E refleti ainda mais sobre a importância de nós, futuros professores, entendermos a necessidade de sermos versáteis e empáticos. Estou positiva para novas conquistas!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 02:24:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>hillaryjanaina1</author>
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         <description><![CDATA[ A experiência como aprendiz a distância tem sido uma composição de novos acontecimentos. Acredito que com essa modalidade de ensino perdemos bastante detalhes que a vida acadêmica presencial proporciona, como contato social e interação, coletividade, estrutura para estudar e até mesmo um aprendizado melhor, pois não são todos que têm facilidade de estudos autônomos, por meio de vídeo aulas e textos acadêmicos. Por outro lado, vi uma ótima oportunidade de me dedicar mais aos estudos, pois todo o tempo gasto em trânsitos, nesse período de ERE está suspenso. Com um pouco mais de tempo e organização, consegui criar uma rotina de estudar um pouco a cada dia.
Creio que um problema grandioso no ERE foi a utilização das plataformas para as disciplinas. Por não ter uma plataforma única para todas as disciplinas cursadas as vezes me perco nas informações e não sei onde encontrar o que era necessário. Organização é um ponto alto para essa modalidade de ensino, e particularmente eu não tenho de sobra. Apesar disso, consegui me adaptar e entender bem as plataformas utilizadas e suas ferramentas. Todo o material disponibilizado tem sido de grande utilidade, como todo o ensino está de forma virtual, e por isso os documentos também, estou criando um grande acervo textual no meu computador. Um acervo diversificado com artigos e livros com fácil localização da informação. Sempre que possível tento unir os materiais disponibilizados e as discussões com a minha futura vida profissional, podendo assim entender melhor, antes da prática, a realidade acadêmica em que serei inserida.
Essa experiência mostra que, em mais um momento o a educação, infelizmente, sendo seletiva e não abrangente. Saindo do ambiente universitário e englobando toda a Educação, nota-se que ela, no atual momento, está diretamente ligada à parte financeira de cada sujeito. E o nosso papel como futuros educadores será continuar insistindo na luta diária para tornar a Educação um verdadeiro e cumprido direito de todos.
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         <pubDate>2020-10-19 02:28:51 UTC</pubDate>
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         <title>A convivência e as relações de ensino em tempos de ERE</title>
         <author>mgabriellarod</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 03:28:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/840414650</link>
         <description><![CDATA[Desde o inicio do EAD tenho tido problemas para me manter em dia com as tarefas das disciplinas, no inicio pensei que demandaria menos de nós como estudantes mas a experiencia me mostrou o contrário, tanto nós estudantes quanto os professores tem sofrido com a elevação na carga de trabalho, de um lado para os estudantes temos um volume igual ou maior de atividades com dificuldades adicionais de organização, familiares, entre outras, do lado dos professores existem infindáveis reuniões e readequações necessárias para que tudo corra bem, e dos dois lados a universidade e o trabalho invadiram nossas vidas e nossos espaços pessoais como nunca antes vimos. Não temos mais o tempo do indivíduo, tempo da família, tempo da casa, tempo do estudo, tudo se misturou e se confunde em meio ao turbilhão de demandas de toda ordem, o resultado disso, ao menos em minha experiencia pessoal -, é o de produtividade, aprendizado e oportunidades reduzidos se comparados ao período presencial.

A maior dificuldade que tenho enfrentado durante o período de EAD é a de organização para dar conta de todas as demandas que aparecem simultaneamente, esta sempre se apresentou ao longo de minha vida, mas se torna particularmente patente com o ensino remoto. Meu aprendizado era potencializado imensamente nas aulas presenciais, não só pelo fato de prenderem a minha atenção com imensa facilidade e terem presença no espaço e no tempo, mas também devido as conversas com os colegas e professores, tanto da pedagogia quanto de outros cursos que me proporcionavam experiências que o ensino remoto jamais poderá.

A “adaptação” aos recursos foi a parte mais tranquila da minha experiência, escrevo adaptação entre aspas inclusive pois desde criança estive acostumado a lidar com plataformas online, VOIP, vídeo, streaming, nuvem e tenho acesso fácil aos equipamentos necessários e conexão com a internet. A parte talvez mais desafiadora foi criar um calendário no Google Calendar para marcar as datas das aulas e de entrega dos trabalhos, provas e atividades, algo que não estava habituado a fazer.

Tenho acompanhado todo o material das disciplinas, desenvolvi a prática de tirar alguns dias para ler e colocar tudo em dia, ao invés de consultar o material imediatamente após a postagem tenho juntado os materiais das disciplinas e feito um estudo condensado gastando um dia inteiro para isso. Não tenho sentido mais ou menos articulação entre as discussões desenvolvidas nas disciplinas se comparado as aulas presenciais, tenho visto, contudo, uma crescente preocupação por parte dos professores de articular os conteúdos, penso que não senti diferença significativa por estar 5 disciplinas de turmas diferentes e períodos diferentes.
A experiencia do ensino a distancia terminou por me fazer valorizar ainda mais os momentos que temos presencialmente, me permitiu valorizar os “bons dias” que desejávamos uns aos outros, os salgados que comprávamos na cantina e as conversas que tínhamos nos corredores da FaE.

Obs: Extrapolei o limite de 2000 caracteres então irei parar por aqui, vou postar esse texto no mural da TJ e da TI.

Enzo Lavinsky – TI e TJ
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         <pubDate>2020-10-19 09:52:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/840415199</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde o inicio do EAD tenho tido problemas para me manter em dia com as tarefas das disciplinas, no inicio pensei que demandaria menos de nós como estudantes mas a experiencia me mostrou o contrário, tanto nós estudantes quanto os professores tem sofrido com a elevação na carga de trabalho, de um lado para os estudantes temos um volume igual ou maior de atividades com dificuldades adicionais de organização, familiares, entre outras, do lado dos professores existem infindáveis reuniões e readequações necessárias para que tudo corra bem, e dos dois lados a universidade e o trabalho invadiram nossas vidas e nossos espaços pessoais como nunca antes vimos. Não temos mais o tempo do indivíduo, tempo da família, tempo da casa, tempo do estudo, tudo se misturou e se confunde em meio ao turbilhão de demandas de toda ordem, o resultado disso, ao menos em minha experiencia pessoal -, é o de produtividade, aprendizado e oportunidades reduzidos se comparados ao período presencial.<br><br></div><div> <br><br></div><div>A maior dificuldade que tenho enfrentado durante o período de EAD é a de organização para dar conta de todas as demandas que aparecem simultaneamente, esta sempre se apresentou ao longo de minha vida, mas se torna particularmente patente com o ensino remoto. Meu aprendizado era potencializado imensamente nas aulas presenciais, não só pelo fato de prenderem a minha atenção com imensa facilidade e terem presença no espaço e no tempo, mas também devido as conversas com os colegas e professores, tanto da pedagogia quanto de outros cursos que me proporcionavam experiências que o ensino remoto jamais poderá.<br><br></div><div> <br><br></div><div>A “adaptação” aos recursos foi a parte mais tranquila da minha experiência, escrevo adaptação entre aspas inclusive pois desde criança estive acostumado a lidar com plataformas online, VOIP, vídeo, streaming, nuvem e tenho acesso fácil aos equipamentos necessários e conexão com a internet. A parte talvez mais desafiadora foi criar um calendário no Google Calendar para marcar as datas das aulas e de entrega dos trabalhos, provas e atividades, algo que não estava habituado a fazer.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Tenho acompanhado todo o material das disciplinas, desenvolvi a prática de tirar alguns dias para ler e colocar tudo em dia, ao invés de consultar o material imediatamente após a postagem tenho juntado os materiais das disciplinas e feito um estudo condensado gastando um dia inteiro para isso. Não tenho sentido mais ou menos articulação entre as discussões desenvolvidas nas disciplinas se comparado as aulas presenciais, tenho visto, contudo, uma crescente preocupação por parte dos professores de articular os conteúdos, penso que não senti diferença significativa por estar 5 disciplinas de turmas diferentes e períodos diferentes.<br><br></div><div>A experiencia do ensino a distancia terminou por me fazer valorizar ainda mais os momentos que temos presencialmente, me permitiu valorizar os “bons dias” que desejávamos uns aos outros, os salgados que comprávamos na cantina e as conversas que tínhamos nos corredores da FaE.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Obs: Extrapolei o limite de 2000 caracteres então irei parar por aqui, vou postar esse texto no mural da TJ e da TI.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Enzo Lavinsky – TI e TJ</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 09:52:40 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADE INTEGRADA 2</title>
         <author>carol00bento</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/840473311</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>O isolamento trouxe muita ansiedade e medo, e esses sentimentos refletiram diretamente na minha relação com o conhecimento e com a instituição universidade. Minha experiência como aprendiz à distância tem sido difícil porque entendo que uma aprendizagem significativa se dá articulando três dimensões: o conhecimento (domínio cognitivo) assim como as dimensões psicomotora e afetiva. O Ensino Remoto Emergencial possibilita o compartilhamento de informações, porém a mobilização do corpo e das emoções possíveis apenas nas aulas presenciais são, para mim, insubstituíveis, tornando a apropriação dos conteúdos menos eficaz e fruitiva e mais dispendiosa. Considero que consegui apreender satisfatoriamente os conteúdos apresentados, porém o esforço mental e psicológico necessário foi significativamente maior. Unido a isto, o prolongamento do tempo em frente às telas causou um aumento no sentimento de ansiedade. Felizmente a adaptação à plataforma Teams não foi tão desafiadora quanto a adaptação à rotina em geral. Com a ajuda de colegas e professores compreensivos e pacientes e minha familiaridade com a tecnologia, logo aprendi a utilizar vários dos inúmeros recursos disponíveis. </div><div>Algo em comum entre todas as disciplinas deste semestre foi como contribuíram para uma leitura da realidade mais próxima da infinita complexidade do real, dando, pois, sentido e valor à educação ao contextualizá-la. Pude compreender como é detrimental o apagamento da rica diversidade de vivências culturais com que irei me deparar como professora, e como é necessário pensar formas de construir uma educação múltipla e que inclua todos os sujeitos. Indo além, em MTE006 e em ADE044 vimos como alguns saberes são selecionados para serem transmitidos escolarmente tendo em vista um projeto hegemônico de sociedade, vi também em CAE147, ADE045, MTE214 e ADE046 como a corporeidade é significativa para a aprendizagem, para as crianças, para a educação não escolar, e até mesmo para o saber escolarizado.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 10:26:58 UTC</pubDate>
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         <title>Experiência com ERE - Kyara Botelho</title>
         <author>kyaarabotelho</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 15:30:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>kyaarabotelho</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/841647596</link>
         <description><![CDATA[Desde o ano passado estou ansiosa com relação às aulas de 2020, pois estou na reta final do curso. Preocupada se todas as matérias iam se encaixar na matrícula, se o SIGA ia aceitar todas as disciplinas sem impedimentos, se eu ia aguentar trabalhar, fazer as matérias e o estágio ao mesmo tempo, entre outros. As aulas iniciaram e eu tive que rever toda minha rotina, pois sairia de casa 6h da manhã e chegar em casa 23h, todos os dias. Quis enfrentar esse desafio e estava animada com tudo. 

No entanto, após duas semanas de aula, a quarentena iniciou e vi minha meta de formar em 2020 ir embora. Nos primeiros dois meses de quarentena, eu tinha uma rotina de estudos. Estava estudando para um concurso, colocando matéria em dia e adiantando trabalho de outras matérias. O tempo foi passando e eu fui desanimando dos estudos. Depois, veio a notícia de volta às aulas e tive que rever novamente toda minha rotina, estava muito feliz com a volta, mas com medo de não ser um ensino de qualidade ou não conseguir aprender a distância. 

As aulas remotas iniciaram e todos, estudantes e professores, pareciam perdidos sem saber o que fazer e sem saber usar as ferramentas virtuais disponíveis. O estágio era minha maior preocupação, no início ele não estava 100% aprovado ainda e eu precisava dele para poder formar. Além disso, eu estava trabalhando durante o dia, então estava com medo de não conciliar o horário da professora que eu acompanharia com minhas tarefas. 

Contudo, tudo se normalizou e cada professor decidiu sua metodologia, que acabou dando muito certo pra mim. Das 6 disciplinas que eu estava matriculada, 3 tinham aula síncrona e 3 não tinham. Como cada disciplina é diferente da outra, é difícil dizer que uma metodologia é melhor que outra, então posso dizer que dessas 6 disciplinas, somente uma não teve uma metodologia satisfatória para meu aprendizado, então tranquei ela e vou fazer novamente no próximo semestre. De resto, tudo se encaixou.  

Eu sempre tive facilidade com tecnologia, então mexer nas plataformas online foi tranquilo para mim. O que mais me impactou foi o estágio, pois tive que fazer vídeos-aula para a turma de estágio e para a os alunos do 3º ano do Ensino Médio do COLTEC. Para isso, tive que aprender a utilizar vários softwares e aplicativos de quadro branco e edição. Acho que isso me acrescentou muito, até dei aula particular usando os aplicativos que aprendi a mexer e o aluno elogiou meu trabalho. Acredito que muitos achariam que o estágio a distância teria um impacto negativo, porém aprendi muito mais do que imaginaria, e ainda nos ensina como lidar com um momento inesperado como a quarentena.  

E toda essa trajetória contribuiu muito com a reflexão sobre educação. A educação brasileira é precária e há muitas diferenças nas redes pública e privada. Isso sem contar com a desigualdade em que alguns alunos tem toda a tecnologia disponível e aqueles que mal tem um celular com internet para acompanhar as aulas. Há também o problema do interesse do aluno, que fica mais difícil no ensino remoto, ficando mais difícil um acompanhamento e muitas vezes os pais não cobram que ele aprenda também. No fim das contas, vemos os professores fazendo malabarismos para dar um ensino de qualidade.  ]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 16:02:13 UTC</pubDate>
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         <title>devaneio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/841702559</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a pandemia eu gostaria de ter forças para me levantar da cama... Gostaria de conseguir me alimentar e não ter crises de panico no qual meu corpo desliga e eu não consigo falar, me mexer ou ao menos ficar de olhos abertos. Não sei se a culpa é da pandemia ou se é só anos de  traumas não tratados ou se é os dois. O fato é que não aguento mais, não aguento ficar confundindo realidade com ilusão não aguento ver eu dispersando todo o conteúdo que meus professores passam por  não ter forças . Confesso que estou escrevendo esse texto atrasada e que só ele me demanda uma energia que eu não tenho. Não foi fácil dizer tudo isso não tá sendo fácil o ensino remoto, na verdade não tá sendo pois se levantar da cama é algo impossível de se fazer alguns dias, imagina só estudar! <br><br>Keila Almeida Rodrigues</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 16:13:36 UTC</pubDate>
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         <title> </title>
         <author>lethy</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 16:53:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Trabalho coletivo: Registros/Depoimentos ERE 4º períodoAluna Caroline Madureira MoreiraO ensino remoto emergencial tem sido uma experiencia muito boa para mim, pois como tenho uma filha que ia comigo a faculdade quase todos os dias, assistir aula dentro de casa com ela, onde tenho mais controle sobre o ambiente e consigo colocar outras distrações para ela enquanto estudo e assisto aula, consigo me concentrar muito melhor do que com ela em sala de aula presencial comigo. Aprender a distância, me exigiu muito mais de tempo do que o presencialmente e também me exigiu uma nova forma de me organizar que ainda estou lidando com meus erros e acerto nessa nova configuração, mas sem sombra de duvidas eu posso dizer que diante dos inúmeros e grandes desafios que a pandemia trouxe em minha rotina, seria impossível continuar estudando presencialmente, pois eu e minha família tivemos muitas perdas de amigos e familiares pelo corona vírus e muita coisa mudou depois que se o vírus chegou ao Brasil.Me adaptar as plataformas foi tranquilo, o que mais puxou mesmo foi a organização que tem que ser maior e mais detalhada para dar conta de fazer tantos trabalhos e assistir tantas aula, pois como tive dificuldade em me ajustar a nova configuração, fiquei bem perdida em saber qual ordem de prioridade dar a cada mateira que foi acumulando e ficando em atraso com o cronograma, foi muito difícil conciliar os tempos, mesmo ficando disponível só por conta da faculdade esse semestre, com a pandemia houve um acumulo de tarefas para mim que não me deixava sobrar tempo para me dedicar mais. Sobre os novos recursos e formas de avaliações proposta pelos professores, foi muito difícil deixar de lado um lado mais acadêmico de trabalhos escritos e me adaptar as novas produções de vídeos, podcast, prezzi, mapa mental, editor de vídeo, de áudio e etc. Sobre os materiais mobilizados e produzidos por mim na disciplina estão sendo apropriados sim, necessitando de um esforço maior para aprender a usar novas ferramentas para produzir novo materiais como forma de avaliação de conteúdo pelos professores. E as conexões e articulações entre os conteúdos das disciplinas teve uma grande mudança, pois os momentos debates em sala de aula presencial, ficaram bem mais difíceis de acontecerem no modo online e bem menores, fazendo com que essas articulações ainda acontecem mais ficam no ambiento pessoal do que coletivo. Acho que todas essas mudanças foram muito positivas e trouxe muito crescimento pessoal a todos, inclusive no sentindo de sairmos da nossa zona de conforto e descobrirmos novas habilidades e novas formas de trabalhar. Sair da nossa zona de conforto abre portas para entender outros pontos de vista e nos colocarmos nos lugares de outros sujeitos no sentindo de compreender melhor a realidade e a dificuldade de cada um. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/842047209</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 17:24:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Experiencia no ensino remoto</title>
         <author>tamilla1</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/843254716</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha experiencia posso dizer que ao mesmo tempo que complicada e de difícil adaptação, está sendo boa. A dificuldade começou quando cheguei no começo do ano na UFMG de transferência, para mim já era tudo novo, com a pandemia, as coisas se complicaram mais pelo fato de ao voltar com EAD não havia colegas que conheço para que possa conversar e tirar duvidas, com os trabalhos em grupos as organizações de tarefas e divisão dos grupos piora também pelo fato de não conhecer ninguém. E além de tudo isso, preciso assistir às aulas e realizar todas as tarefas/trabalhos pelo celular, por não possuir computador ou notebook, que para mim que sou um pouco leiga com plataformas online, se tornou tudo muito confuso. Apesar de tudo isso, considero o ensino remoto algo bom, não ficamos estagnados e conseguimos permanecer estudando nossos conteúdos e sem atrasar tanto o tempo de curso, que foi algo que realmente me preocupou.Percebo que otimizo muito mais o tempo estudando de casa do que realmente comparecendo na faculdade, por não perder tempo com ida e volta e nem com intervalos. Após tais colocações acredito que o ensino remoto, como tudo em nossas vidas possui o lado bom e ruim e cada dia aprendo mais como lidar e viver nesta nova rotina.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-10-20 01:28:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desafios do ERE</title>
         <author>nicolleribeiro7</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/846860511</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma pandemia do Covid-19 trouxe consigo muitos desafios. Dentre eles, os desafios de se fazer educação de modo remoto. Alunos, professores, children, young, children and seniorative terá que se adaptar repentinamente a uma nova realidade. <br>Confesso que as aulas online tem sido muito desgastantes para mim. Ficar 1 ou 2 horas em frente à tela do computador tem se o mais cansativo do que fazer o trajeto até a UFMG e permanecerá por mais 4 horas. Além disso, quanta falta tenho sentido do calor humano! <br>O sentimento de encontrar através da tela àqueles a quem antes eu abraçava todos os dias é angustiante. <br>Passei pouco mais de 3 anos, do primeiro ao sétimo período do curso, me encontrando diariamente com os meus colegas. E agora, saber que irei me formar sem ter uma oportunidade de me encontrar com os meus colegas nos últimos dias de aula e juntos comemorarmos essa conquista, traz muita tristeza ao meu coração. <br>Apesar de tudo isso, quando esse tempo passar, acredito que nos lembraremos dele como um período que, através das dores, nos tornou mais fortes!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-20 22:41:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desafios e reflexões sobre o ERE</title>
         <author>claraoldack369</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/848697695</link>
         <description><![CDATA[<div>Estar inserida no contexto do ERE, pega de surpresa como todos do corpo docente e discente, foi um desafio. Esse modelo de ensino transformou algumas dificuldades minhas em gigantes, como a dificuldade em me concentrar e me organizar. </div><div>A experiência de estudar remotamente tem sido solitária pra mim, pois além de estarmos todos distantes, faço disciplinas em turmas em que não tenho um vínculo mais próximo com ninguém, salvo a disciplina de Corpo e Educação. </div><div>Fora as questões pessoais que o ERE trouxe, tive algumas dificuldades técnicas, que afetaram a minha adaptação a esse novo modo de ensino, pois o único meio que eu possuía, até o início do mês de outubro, para acessar as aulas e realizar as atividades era meu celular, o que dificultou muito o meu acesso e rendimento.</div><div>Em relação ao meu aproveitamento nas discussões e materiais indicados nas disciplinas, pude usufruir de forma bem superficial. Em parte pela rotina de trabalho que demanda muito tempo fora de casa e parte pelo semestre mais curto mas com um grande número de atividades, que acabam atropelando as coisas e não permitindo que de fato aproveitemos aquilo que tem sido indicado/produzido no decorrer da disciplina. </div><div>Essa experiência do ensino remoto me fez refletir sobre como é tênue a linha entre a nossa vida acadêmica e a vida pessoal, e de forma mais intensa nesse contexto que vivemos, pois agora não podemos mais ocupar aquele lugar que é institucionalizado para o fim da educação; esse lugar agora é o nosso quarto, a sala de casa, o ônibus no trajeto pro trabalho, etc. É surpreendente como as responsabilidades acadêmicas interferem no nosso bem estar psicológico e nas nossas relações, assim também como a vida pessoal invade, sem pedir licença, a nossa relação com a academia e o conhecimento.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-21 13:54:46 UTC</pubDate>
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         <title>MINHA EXPERIÊNCIA NO ERE E NA VIDA </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Érica C. S. Barbosa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-22 05:08:56 UTC</pubDate>
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         <title>O que minha experiência com o ERE me ensinou 💕❤💕</title>
         <author>adnalaura</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando entramos no modelo do Ensino Remoto Emergencial eu achei que eu iria me dar super bem, já que não teria que me deslocar para a faculdade, que é distante da minha casa, logo imaginei que eu ficaria menos cansada e teria mais tempo para estudar. </div><div>No início do ERE planejei um método de organização que teoricamente tinha tudo para dar certo, mas… Não deu. 🤦‍♀️</div><div>Eu amo estudar! É muito bom ter acesso a tanto conhecimento e através do aprendizado deste ser capaz de produzir conhecimento também, mas a correria necessária para o cumprimento dos prazos me tira o prazer de vivenciar, com qualidade, esse processo de aprendizagem e produção de conhecimento. Naturalmente eu preciso um tempo maior do que a média para me apropriar de algo e conseguir produzir a partir disso, porém, durante o ERE eu tive uma dificuldade maior do que no presencial em conseguir me organizar, me concentrar, acompanhar as aulas e consequentemente de cumprir os prazos. Eu tive alguns imprevistos  e depois deles não consegui mais me organizar de forma satisfatória quanto ao cumprimento dos prazos para a realização das atividades e leitura dos textos, tudo virou uma bola de neve!  Muitas vezes eu precisei contar com a compreensão dos professores para que eu pudesse entregar as atividades fora do prazo, é uma situação muito ruim, mas a grande maioria dos professores da FaE são muito sensíveis à nossas demandas e procuram ser flexíveis quando é possível, e isso é muito gratificante, é um uma atitude que com certeza levarei para a minha vida docente, e que eu acredito que deve ser praticada por todos aqueles que escolhem essa profissão.</div><div>Apesar de tudo isso, eu me adaptei muito bem ao uso das plataformas e demais recursos utilizados pelos professores, porque não costumo ter dificuldades com os usos básicos dessas tecnologias, e em alguns momentos até achei que esse modelo de ensino trouxe uma riqueza para determinadas aulas e atividades que não seria possível caso fossem feitas presencialmente. Achei muito lindo a forma como a maioria dos professores buscou explorar esses recursos que somente são possíveis durante ERE  e os usaram para enriquecer a nossa formação. Houve muito empenho por parte desses professores em explorar recursos e também em entender as nossas particularidades, isso sem dúvidas contribuiu muito para que eu pudesse aprender melhor, embora, no meu tempo. </div><div>Essa experiência que tenho vivenciado durante o ERE e todas as minhas dificuldades me fizeram enxergar como é importante que eu, como futura professora ao exercer a minha profissão procure enxergar as realidades vividas por cada aluno e planeje formas de melhoria e quando necessário de adequar os meus métodos de ensino a essas realidades. Porém como isso pode ser feito é um verdadeiro desafio, porque enquanto o aluno tem as suas necessidades particulares os sistemas de ensino têm regras para seguir e prazos para cumprir, na prática, flexibilizar o currículo para atender as demandas pessoais dos alunos é um desafio nem sempre possível. Acredito que devemos ter um olhar sensível e aliar essa sensibilidade com nosso conhecimento para  planejar ações que de fato atendam as demandas dos alunos, mesmo dentro de um sistema, muitas vezes inflexível e quando as demandas fogem do nosso alcance podemos pensar formas viáveis para que possam ser contempladas pela legislação ou pelo currículo, e quais as formas de lutar por isso. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-22 16:45:01 UTC</pubDate>
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         <title>No início do semestre eu estava conciliando a faculdade com trabalho de vendedor ambulante, vendendo chup-chup nas ruas da minha cidade. No início de toda esta loucura eu ainda insisti saindo pra vender, mas também com toda desconfiança [mais que necessária] com a contaminação pela COVID-19 as vendas caíram bastante, até que decidi por ficar em casa. Na verdade nunca fiquei realmente só em casa, durante os 4 primeiros meses participei intensamente de um projeto ao qual fundei junto a um coletivo de pessoas aqui de Pedro Leopoldo chamado “Cidade Viva”, onde conseguimos fazer a distribuição de mais de mil cestas básicas, mais de 800 máscaras reutilizáveis, cerca de 500 kits de higiene, centenas de cobertores, colchões e bastante roupa, assistindo mais de 250 famílias aqui do vetor norte da região metropolitana de Belo Horizonte nesses tempos tão difíceis. No meio desse tempo também, com os 600 reais do auxílio governamental não sendo suficientes, juntei com minha sogra e começamos com uma micro-negócio vendendo salgados e pizzas por delivery, e estou nessa desde então. Aqui na Regina Salgados, eu e a Regina fazemos sozinhos todo o trabalho de empreender, atender, cuidar das mídias sociais, estoque, produção e entrega dos pedidos, que é feita de bicicleta por mim pedalando os quatro cantos da cidade (de segunda-feira ao sábado). É no meio desse trampo todo, das articulações sociais que faço parte, das obrigações de casa (fazer comida, faxinar, etc.) e da cabeça “pra lá de bagdá” com toda essa pandemia, que recebo a notícia que “as aulas vão voltar”. Imagina o desespero?! E acho que esse substantivo talvez defina o sentimento geral de mim e muitas colegas durante o ERE. Aqui na Pedagogia ainda temos a sorte de ter professoras e professores que individualmente se desembolaram para tornar essa “volta as aulas” o mais respeitosa e atenta às problemáticas vivenciadas pelas diversas estudantes, como ocorreu nesta matéria, mas não só algumas professoras como a institucionalidade em si muitas vezes simplesmente atropelou todos esses detalhes que não poderiam de forma alguma terem sido ignorados num espaço onde dizem que ocorre educação. Eu pessoalmente tenho uma relação boa com as plataformas digitais, sem contar que o privilégio de ter um notebook (coisa que muitas das minhas colegas não tem), porém assistir e acompanhar as aulas se tornou um grande desafio. Trabalhando muitas vezes até mais de 8 horas por dia, num cenário de país e cidade que você fica completamente desacreditado de qualquer melhora, ficou difícil até ter o mínimo de ânimo dentro das disciplinas. Eu consegui aproveitar melhor das atividades que propuseram discussões em grupos, pois consegui um apoio junto aos grupos que estive presente. Também, atividades que pretendiam se articular com as vivências que estávamos tendo durante esse momento me impulsionaram muito mais a uma reflexão crítica e prática do que era estudado. Me atrasei em grande parte dos trabalhos, mas agradeço o bom senso da maioria das professoras e dos professores que entenderam e aceitaram que eu fizesse as atividades no meu tempo. Mas fica a questão: fiz as atividades, mas o que realmente estamos aprendendo com tudo isso sendo feito da forma que está sendo feito?Eu as vezes me pego pensando: e se fosse eu no lugar da professora ou do professor, o que eu faria? E viajo! Afinal, pelo menos na teoria a gente deve ter o direito de viajar (pra na prática colocar os pés no chão e saber “empinar esse papagaio”). Eu com certeza não queria ser o professor que começou o ERE sem nem se importar em como estava nossa situação (e se estávamos vivos e vivas), tampouco o que mandou diversos áudios no grupo da turma que chegaram a ter mais de 20 minutos de duração (pocast que fala, né?). Também não queria ser o que passa atividades pra avaliar ou comprovar o conhecimento apreendido pelos estudantes, como se só isso realmente comprovasse que aprendemos algo. Mas queria ser a professora que esteve presente de todas as formas possíveis se importando pelo que passávamos, aberta a todas as dificuldades presentes. Aquela que reinventou suas práticas constantemente, buscando inclusive aprender com todo esse processo. Por fim, aquela que até à distância ainda quis saber mais de nós, integrando nosso conhecimento ao que era trabalhado na disciplina.É muito difícil pensar educação e pensar uma pandemia global acontecendo ao mesmo tempo. Tanto sofrimento, sendo que amor e afeto são essenciais para educação ocorrer realmente. Mas em tante peleja, a gente tenta, a gente sempre tenta, o importante é todas as partes estarem dispostas a se colocarem nesse lugar do aprendizado aberto e constante.</title>
         <author>otavioplus</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/868284163</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 03:49:22 UTC</pubDate>
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         <title>Experiência ERE</title>
         <author>jasminreis2</author>
         <link>https://padlet.com/brunadogoncalves/902iql0e9zdmgnn9/wish/875455041</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos últimos meses o desafio de conciliar um cotidiano intenso dentro de casa com o ensino a distância adaptado sugou muito de minha energia. Exatamente por isso escrevo aqui somente agora, uma semana após o prazo. A princípio pensei que poderia ser uma boa maneira de adiantar matérias da faculdade e fazê-las de forma mais leve, contudo, foi exatamente o contrário disso. Conviver com crianças, ficar por conta da casa, trabalhar online, e conciliar isso tudo com a faculdade e um mundo cheio de medo e tensões me fez vivenciar meu pior semestre até agora em termos de rendimento. Contudo, ainda foi possível, em meio a toda essa bagunça, absorver elementos importantes que transcendem o rendimento formal. Estudar as infâncias num contexto em que as mesmas se sentem saturadas nos possibilitou sensibilizar esse olhar para tentar compreendê-las para além dos muros acadêmicos. Os problemas de educação, de convivência com criança, de famílias sobrecarregadas, de gênero e classe social estiveram latentes, e pudemos, com nossas discussões e leituras tentar diminuir um pouco o abismo de realidade do antes da pandemia vs depois da pandemia. Isso tudo implica em no sentirmos acolhidas pelas temáticas escolhidas nos encontros online para poder pensar nossas próprias vidas isoladas com maior tranquilidade.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-30 02:30:38 UTC</pubDate>
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         <title>Minha experiência e reflexões</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluna: Larissa Nepomuceno Lopes Cunha<br>No início desse percurso com o ERE criai muitas expectativas. Já não tinha mais ideias sobre o que fazer em casa para preencher o ócio e, além disso, ficar sem prosseguir com os estudos estava me deixando aflita.  Porém, confesso que ao começarmos o semestre online tive dificuldades para me organizar. Era uma novidade pela qual ainda não havia me adaptado, os trabalhos e tarefas foram surgindo e junto a isso, voltei a trabalhar e ter mais afazeres para conciliar com a faculdade. <br><br></div><div>As experiências positivas foram os momentos de troca, abertura e escuta dos professores. A flexibilidade com os prazos de entrega das atividades foi muito importante, por em algumas disciplinas nas quais não vi muita clareza nas propostas e os trabalhos se acumulavam tive problemas para gerir os afazeres sem deixar perder a qualidade das produções. <br><br></div><div>Chegou um momento em que o cansaço bateu. Não conseguia mais me concentrar nas aulas síncronas, sobretudo as que não propunham muita interação ou que eram ofertadas de forma monótona, facilmente substituíveis por uma vídeo-aula.  <br><br></div><div>Tive o privilégio de ser acompanhada por uma psicóloga, o que foi muito importante para me ajudar a manter o controle e estabilidade emocional. Notei muitos amigos tendo crises de ansiedade e pânico, isso foi preocupante, principalmente na reta final do semestre com os trabalhos finais acumulados. Passar muitas horas frente ao computador não tem sido saudável, não só eu como algumas colegas, tivemos problemas na postura e a vista fadigada. Sugiro propostas de bibliografia mais curtas, uma vez que estaremos lendo os textos através de uma tela, já que muitos não têm condições de imprimir os textos em casa e já passam muito tempo diante das telas para as demais atividades como vídeos indicados (que em sua maioria são longos), aulas síncronas e elaboração de trabalhos. <br><br></div><div>Apesar dos apesares, reconheço que os recursos remotos são essenciais para o bom funcionamento da sociedade. No âmbito geral, muitas ferramentas online podem ser usadas para substituir ações que geram desgastes com deslocamento, filas, gastos com estruturas e outros.  A tecnologia da internet é um grande facilitador, inclusive na educação antes e durante a pandemia. Quantos cursos livres online, <em>lives</em>, simpósios e congressos tivemos a oportunidade de vivenciar? Com ela temos acesso à pessoas e informações de qualquer parte do mundo. O alcance a esses recursos sem sair de casa representa avanços e se tornou ainda mais essencial nesse tempo. Porém, vale lembrar, que existem experiências do ensino presencial que são insubstituíveis. Em nosso caso, com o semestre ofertado a distância, vivenciamos a tentativa de adaptar o ensino presencial para o remoto, por situação de emergência. Contudo, vimos que o intuito inicial não é ofertar um ensino a distância (EAD), e sim, seguir com as práticas estudantis provisoriamente online devido ao decreto de isolamento social. Desta forma, percebo que não se pode substituir as trocas, o calor humano, a presença e os recursos que o ambiente das instituições de ensino trazem. É preciso entender o valor e a intenção de cada proposta e reconhecer que cada um deles implicam em diferentes realidades, podendo ao mesmo tempo gerar perdas e ganhos, inclusões e exclusões. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-02 04:56:03 UTC</pubDate>
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         <title>MEU ERE</title>
         <author>jessicaccarneiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Meu ERE tem sido marcado por diversas crises pessoais. Mas ver a leveza com que os professores deste semestre conseguiram levar tudo me inspirou a querer mais e a ser mais. Obrigada a todos os envolvidos!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 18:22:07 UTC</pubDate>
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