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      <title>Kapinawá_8AG by Leonardo de Bittencourt Rodrigues Tanus</title>
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      <description>Leonardo Tanus e Igor Vert</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-03-11 18:33:41 UTC</pubDate>
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         <title>Educação</title>
         <author>leonardotanus</author>
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         <description><![CDATA[<div> </div><div>  O povo tem sete escolas com 50 professores, todos são indígenas. Contaram com o apoio da Comissão dos Professores Indígenas de Pernambuco.</div><div>    As escolas têm Ensino Infantil e, Fundamental. A educação indígena dos Kapinawá vem de suas tradições e o ensino é baseada na sabedoria dos mais velhos. A escola apresenta calendário, currículo intercultural e eles aprendem em diferentes lugares também, às vezes vão até a aldeia para aprender. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-11 18:43:00 UTC</pubDate>
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         <title>Estilo de Vida</title>
         <author>leonardotanus</author>
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         <description><![CDATA[<div>    Eles vivem na caatinga entre os municípios de Buíque, Tupanatinga e Ibimirim no Vale do Ipanema. Atualmente, vivem-se 147 famílias fora da tribo, das quais 45 habitam no Parque Nacional do Catimbau, vizinha da tribo Kapinawá. Sua população é de aproximadamente 3000 habitantes. Os Kapinawa falam português</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-11 18:43:42 UTC</pubDate>
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         <title>Religião</title>
         <author>leonardotanus</author>
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         <description><![CDATA[<div> </div><div>  Os Kapinawá costumam fazer rituais e festivais para o toré, que é uma religião ameríndia, onde as pessoas buscam remédios para doenças, procuram conselhos para o caboclo (mestiço de branco com índio). Nesses rituais eles costumam beber o vinho do jurema. Eles também recebem os seus antepassados mortos.</div><div>    Eles apoiam o catolicismo e fazem festivais e rituais a São Sebastião, fazem novenas, missas, tocam zabumba (espécie de tambor), pífanos (instrumento de sopro) e dançam o samba-de-coco. O festival a São Sebastião ocorre no final do mês de janeiro. </div><div>  O catolicismo que eles praticam, é o catolicismo popular, onde praticam muitas novenas e festivais, e não seguem a burocracia da Igreja, eles fazem promessas ao seu padroeiro e são muito privados no trato sagrado. Deus é tido como elemento do dia-a-dia, pois eles fazem com gosto, ou seja têm prazer de fazer isto. O samba-de-coco é uma brincadeira sagrada, ou seja eles praticam em qualquer lugar, até mesmo dentro de casa. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-11 18:45:37 UTC</pubDate>
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         <title>História</title>
         <author>leonardotanus</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotanus/9012s2nmod6f/wish/340123573</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div> No começo dos anos 80, os Kapinawá não eram reconhecidos como índios oficialmente, ocupando de forma livre, suas terras, que se estendem entre os municípios de Buíque, Tupanatinga e Ibimirin, entre Agreste e o Sertão de Pernambuco (no Vale do Ipanema). O reconhecimento do grupo foi longo e marcado por diversos conflitos, como, com posseiros, fazendeiros, e entre os próprios índios que vivenciaram um processo doloroso de faccionalismo (um aspecto da vida).</div><div><br></div><div><br></div><div> Esses conflitos resultaram da demarcação da área, que contemplou apenas uma parte do seu território tradicional.                                                   <br> </div><div>  Em 1998, os Kapinawa possuiam aproximadamente 12 mil habitantes. O maior contingente dessas famílias está, segundo os índios, na área do Parque Nacional do Catimbal. Relatórios produzidos por técnicos da FUNAI (Fundação Nacional do Índio) no ano de 2002, informavam-se a existência de 147 famílias Kapinawá “desaldeadas”, sendo que 45 encontravam-se no perímetro proposto para o Parque Nacional do Catimbau.    </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-11 18:47:51 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia
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         <author>leonardotanus</author>
         <link>https://padlet.com/leonardotanus/9012s2nmod6f/wish/340128992</link>
         <description><![CDATA[<div> A notícia fala de uma exposição com coisas feitas pelo povo Kapinawá, algumas coisas que estarão para exposição são, fotografias, vídeos, CDs, recortes de jornais do acervo digitalizado do Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Além disso a exposição contará com mais de  100 educadores indígenas, o projeto teve início em 2013 e só foi final de junho de 2015. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-11 19:00:07 UTC</pubDate>
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