<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Samira Moura by SAMIRA DE OLIVEIRA MOURA</title>
      <link>https://padlet.com/samiramoura15/8zvzpqauj4m3dg8t</link>
      <description>Novo padlet</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-11 05:25:14 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-24 19:17:06 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f469-1f4bb.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Programas para Educação e Tecnologias nos séculos XX e XXI.</title>
         <author>samiramoura15</author>
         <link>https://padlet.com/samiramoura15/8zvzpqauj4m3dg8t/wish/2057890647</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ao decorrer dos séculos XX e XXI a universalização do acesso às tecnologias da informação e comunicação no Brasil teve como objetivo primordial garantir que a economia brasileira pudesse competir no mercado mundial. No ano de 1981, em Brasília, o I seminário da informática na Educação foi feito para tratar da criação de laboratórios de informática com o interesse de que pessoas à frente teriam condições de serem professores de informática no futuro nas escolas. No II Seminário, em Salvador, começaram a pensar em diretrizes para o uso de tecnologias na escola e o computador para auxiliar o professor. O projeto brasileiro de Informática na Educação(Educom), começou em 1983 ligado a cinco universidades pilotos. Essas universidades tendo os laboratórios de informática começaram a realizar pesquisas para a informática educativa(CIED).&nbsp; Para a capacitação de professores foi criado em 1989 o Proninfe. Aconteceram cursos na UNICAMP, com professores de todo o Brasil para a capacitação e aprimoramento.</div><div>Em 1996 a TV escola é fundada ganhando grande visibilidade na mídia e podia ser sintonizada via antena parabólica em todo o país e os programas eram feitos sem considerar a racionalidade e hoje pode ser acessado hoje por um aplicativo.</div><div>O Programa Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo),&nbsp; foi criado em abril de 1997, e foi dividido em dois: Proinfo Urbano e Proinfo Rural. E tem como objetivo proporcionar uma evolução no processo de ensino aprendizagem nas escolas públicas de educação básica, que usa como estratégia a implantação de laboratórios de informática para a utilização pedagógica das tecnologias.O GESAC era uma conexão via satélite para as regiões de difícil acesso, principalmente para as escolas rurais e com bandas muito estreitas. Um computador por aluno(UCA), vem sendo desenvolvido desde 2007, mas sofreu vários cancelamentos durante seu processo de desenvolvimento. Foi fundado em 2009 o Projeto de Banda Larga nas Escolas(PBLE), através de um acordo entre as empresas de comunicação para levar internet para as escolas urbanas, nesse plano o acordo foi substituir os orelhões&nbsp; por pontos de acesso nas escolas. O Programa Um Computador por Aluno(PROUCA), em 2010, realizava a compra de laptops pelas prefeituras e estados.&nbsp; Em 2012, o governo Dilma assume a compra de laptops para as escolas rurais com o Programa Nacional de Educação no Campo( PRONACAMPO).&nbsp; A formação docente passa a ser disponibilizada por uma empresa privada com o Programa Educação Conecta. Em 2021, com o programa educação conectada, no governo de Jair Bolsonaro. Desenvolvido em parceria com a Telebrás e tem o objetivo de levar conexão de alta velocidade a todas as localidades do país, o programa Wi-FI Brasil.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1577035734/458ddd5d96a182755f3e62e2f513e863/padlet_image_picker_file_561fcff7_012a_4dfb_9774_0a2afb392065.jpg" />
         <pubDate>2022-02-21 02:14:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/samiramoura15/8zvzpqauj4m3dg8t/wish/2057890647</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Desafios para inclusão digital na Pandemia</title>
         <author>samiramoura15</author>
         <link>https://padlet.com/samiramoura15/8zvzpqauj4m3dg8t/wish/2073918018</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Inclusão digital na pandemia a pandemia do Covid-19 impôs dificuldades que abalou a educação no Brasil. Mas o que se pode observar é a falta de preparo e investimentos significativos em tecnologias na escola  e bem como fora dela. Um dos maiores vilões são as tarifas cobradas pelo uso de dados, que são superiores ao comparar com outros pauses onde a inclusão digital é maior. Para estudar online de maneira efetiva é preciso ter o acesso, estabilidade familiar para garantir uma infraestrutura adequada, aparelhos digitais e outros mais.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://lunetas.com.br/wp-content/uploads/2021/01/vinculo-escola-familia-na-pandemia-portal-lunetas.jpg" />
         <pubDate>2022-03-02 16:24:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/samiramoura15/8zvzpqauj4m3dg8t/wish/2073918018</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inclusão digital e o direito á comunicação</title>
         <author>samiramoura15</author>
         <link>https://padlet.com/samiramoura15/8zvzpqauj4m3dg8t/wish/2073923399</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O movimento entorno do tema inclusão começa na década de 70, seguindo pelo viés do social. Robert Castel vai discutir a inclusão como um problema de integração relacionado à vulnerabilidade ou desintegração.&nbsp;<br><br></div><div>A inclusão digital no Brasil, começa a chegar no país por falta desse direito, que é o direito à comunicação e à informação. Se inicia uma discussão sociopolítica, à vista disso, alguns programas são criados para favorecer o acesso para classes sociais em desvantagem ao meio digital, então, este discurso é elaborado com a finalidade de convencer no viés da ideologia.&nbsp;<br><br></div><div>Segundo a pesquisa do Cetic.br, compartilhado por Sérgio Amadeu no canal Tecnopolítica, se olharmos pela classe social é nítido que o acesso à internet no Brasil está vinculado principalmente a questão de classes sociais e de renda. Enquanto a classe A tem 98% que já acessaram à internet, a classe DE ainda possui um percentual de 28% que nunca acessaram à internet.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://2.bp.blogspot.com/_IWJrMasDcYg/TDct2ycFwfI/AAAAAAAAAHg/-O0ZE0goBAs/w1200-h630-p-k-no-nu/classe_C_inclusao_digital.jpg" />
         <pubDate>2022-03-02 16:26:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/samiramoura15/8zvzpqauj4m3dg8t/wish/2073923399</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
