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      <title>Meu mural encantador by artemisa</title>
      <link>https://padlet.com/artemisa/8zhjs35xh7u7</link>
      <description>Feito com orgulho</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-06-24 23:49:43 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2018-06-28 22:40:39 UTC</lastBuildDate>
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         <title>A RELAÇAO DO FILME COM O TEXTO 8 E 9. ATIVIDADE 01</title>
         <author>artemisa</author>
         <link>https://padlet.com/artemisa/8zhjs35xh7u7/wish/268905193</link>
         <description><![CDATA[<div>FILME "'Quanto vale ou é por quilo'' É uma analogia entre o antigo comércio de escravos e a atual exploração da miséria pelo marketing social, que forma uma solidariedade de fachada. No século XVII um capitão do-mato captura uma escrava fugitiva, que está grávida. Após entregá-la ao seu dono e receber sua recompensa, a escrava aborta o filho que espera. Nos dias atuais uma ONG implanta o projeto Informática na Periferia em uma comunidade carente. Arminda, que trabalha no projeto, descobre que os computadores comprados foram superfaturados e, por causa disto, precisa agora ser eliminada. Candinho, um jovem desempregado cuja esposa está grávida, torna-se matador de aluguel para conseguir dinheiro para sobreviver."</div><div>De maneira crítica, o filme “Quanto Vale Ou É Por Quilo?” retrata a realidade brasileira desde o período Colonial até os dias atuais. Com cenas chocantes, ele mostra as bases em que o Brasil foi construído e suas repercussões na atualidade. Dentre muitos outros, dois problemas sociais mostrados são: a desigualdade social e o racismo; e a corrupção. Dentro da desigualdade social, podemos incluir a desigualdade econômica, racial e de gêneros. A desigualdade social pode ser facilmente vista na sociedade escravocrata e a na sociedade atual, pois somos capazes de enxergar diferentes classes sociais, dadas por critérios econômicos (ricos x pobres), raciais (brancos x negros) e de gênero (homens x mulheres). Em todas essas formas de desigualdade citadas, há sempre um grupo opressor e um grupo oprimido:<br><strong>Forma de desigualdade<br>Período colonial<br></strong><em> Desigualdade econômica<br></em>o Classe dominante: Senhores de Engenho; grandes fazendeiros; donos de terra e de escravos; herdeiros. Classe dominada: Escravos (meramente mercadoria, não uma classe reconhecida).</div><div><strong>Atualmente<br></strong><em> Desigualdade econômica<br></em> Classe dominante: Ricos e filhos de pais ricos; grandes empresários; burgueses; herdeiros.<br> Classe dominada: Pobres e filhos de pais pobres; trabalhadores; proletariado.<br>Ao analisarmos as comparações acima, somos capazes de enxergar que, apesar da economia ter sido alterada (antes mercantilismo, hoje capitalismo), as classes dominantes e dominadas permanecem as mesmas, mudando apenas os termos classificatórios no que diz respeito à economia. No Brasil, são muito visíveis as repercussões dos séculos XV ao XVIII nos dias atuais. Por ter sido construído com base no poder econômico, desde o Período Colonial vê-se a classe com mais ouro/dinheiro/capital dominando a classe mais pobre. Por ter sido construído com base na cor da pele, desde o Período Colonial vê-se a classe com menos melanina dominando a classe com mais melanina e fazendo-a acreditar ser destinada ao trabalho escravo por sua cor. Por ter sido construído com base no machismo, desde o Período Colonial vê-se a classe masculina dominando a classe feminina e fazendo-a acreditar ser mais “fraca”, “dependente” e “frágil”. Ainda hoje, infelizmente, as classes dominadas acreditam ser inferiores, subordinadas, tão somente pelo fato de que, em determinado momento da História, as fizeram crer nisso. Outro problema tratado no filme é a corrupção. O problema da corrupção, nos dias atuais, em meio às eleições e às indústrias midiáticas brasileiras acaba tomando outro rumo. O que acaba ocorrendo é que um grupo, apontado pela mídia como corrupto, é taxado pela população como tal e julgado no judiciário. Já o outro grupo, apoiado e protegido pela mídia, acaba tendo seu caso de corrupção abafado e é aclamado pela parcela da população que crê nessas mídias. Quem detém a posse dessas grandes indústrias midiáticas é a mesma classe dominante que, construída desde o Período Colonial nesses modelos, possui ferramentas para manipular e dominar a classe dominada.<br>Com tudo o que foi discutido, o filme deixa a mensagem de que para podermos discutir os problemas sociais que encontramos nos dias atuais, precisamos entender a História do Brasil, e seus desdobramentos. Para discutirmos ações afirmativas, precisamos nos remeter ao passado. Para submeter-se a alguém, precisamos entender em que momento da História tal grupo subordinou-se a outro. Mas, acima de tudo, o filme traz a mensagem de que não podemos ser “analfabetos políticos”. Vivemos numa democracia representativa e somos animais políticos, portanto, não há maneira de “fugir” da política. Devemos estar cada dia mais engajados, para que possamos entender cada problema social e sua relação com nós mesmos, pois vivemos em sociedade, e todos os problemas que dizem respeito a ela, também dizem respeito a cada indivíduo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-28 21:06:48 UTC</pubDate>
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         <title>Sítense do vídeo &#39;&#39;Ecovilas Brasil-Caminhado para a sustentabilidade do ser&#39;&#39; Atividade 02</title>
         <author>artemisa</author>
         <link>https://padlet.com/artemisa/8zhjs35xh7u7/wish/268906130</link>
         <description><![CDATA[<div>Ecovilas são inovadoras em múltiplas dimensões. Elas surgem no início da década de 1990 como novos arranjos organizacionais das antigas comunidades alternativas. Um dos principais movimentos que influenciou o nascimento das ecovilas foi o ambientalismo das décadas de 1970 e 80, que contestou duramente o conceito de desenvolvimento como sinônimo de crescimento econômico (SIQUEIRA, 2012).&nbsp; As comunidades verdes pioneiras seriam aquelas comunidades sustentáveis e ecovilas que, além de encarar a crise socioambiental pela qual estamos passando, ainda optam por criar novos modelos que possam servir de modelo para o redesenho da sociedade, fazendo experiências práticas nas mais diversas áreas, como administração, economia, urbanismo, arquitetura, agricultura, tecnologia, etc.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-28 21:24:25 UTC</pubDate>
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         <title>&#39;lixo extraordinário&#39;&#39; síntese. Atividade 03</title>
         <author>artemisa</author>
         <link>https://padlet.com/artemisa/8zhjs35xh7u7/wish/268909084</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário Lixo Extraordinário acompanha durante dois anos o desdobramento do trabalho do artista plástico Vik Muniz no maior aterro sanitário do mundo, no Jardim Gramacho, município de Duque de Caxias, Rio de Janeiro. A proposta inicial do artista era produzir retratos dos catadores que trabalham no aterro, mas acaba ganhando outra dimensão devido à maneira profunda e sensível com que Vik Muniz se relaciona com seus retratados.<br>O lixo sempre será um interesse para psicologia social e comunitária, pois a psicologia vem investigando como o lixo pode influenciar no cotidiano dos catadores. Relacionando o compromisso dos habitantes de uma cidade quanto à responsabilidade compartilhada, torna-se necessário tratar sobre a ausência de compreensão social sobre o ciclo de vida dos produtos consumidos e a responsabilidade que todos têm sobre eles até as diversas ações que podem ser feitas para contribuir com o trabalho de quem os manipula a saber, a coleta seletiva, práticas educativas ambientais e sanitárias no tocante ao que é reciclado em cada cidade e o encaminhamento adequado ou o menor uso de materiais que não são reciclados, a reutilização de materiais e o gerenciamento consciente do que é consumido. Mais necessário ainda se faz o exame da relação dos catadores com seu objeto de trabalho e os decorrentes encadeamentos desse encontro, encontros que muitas vezes perpassam a vulnerabilidade social, econômica, familiar, envoltos por políticas sociais que tentam atender e entender suas necessidades e demandas, mas que muitas vezes os impedem dentro de suas próprias leis, como quererem trabalhar, tirando do lixo seu meio de subsistência, mas são travados por questões sanitárias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-28 22:18:29 UTC</pubDate>
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