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      <title>Poemarte_9º B by BE 9BPoemarte</title>
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      <description>Blogue de Poesia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-19 09:52:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 14:44:23 UTC</pubDate>
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         <title>Quasi </title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[<div> Um pouco mais de sol – eu era brasa, <br>Um pouco mais de azul – eu era além. <br>Para atingir, faltou-me um golpe d’asa… <br>Se ao menos eu permanecesse aquém... <br> <br><br></div><div>Assombro ou paz? Em vão... Tudo esvaído <br>Num baixo mar enganador d’espuma; <br>E o grande sonho despertado em bruma, <br>O grande sonho – ó dor! – quasi vivido... <br><br></div><div>Quasi o amor, quasi o triunfo e a chama, <br>Quasi o princípio e o fim – quasi a expansão... <br>Mas na minh’alma tudo se derrama... <br>Entanto nada foi só ilusão! <br><br></div><div>De tudo houve um começo... e tudo errou... <br>– Ai a dor de ser-quasi, dor sem fim... – <br>Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim, <br>Asa que se elançou mas não voou... <br><br></div><div>Momentos d’alma que desbaratei... <br>Templos aonde nunca pus um altar... <br>Rios que perdi sem os levar ao mar... <br>Ânsias que foram mas que não fixei... <br><br></div><div>Se me vagueio, encontro só indícios… <br>Ogivas para o sol – vejo-as cerradas; <br>E mãos d’herói, sem fé, acobardadas, <br>Puseram grades sobre os precipícios... <br><br></div><div>Num ímpeto difuso de quebranto, <br>Tudo encetei e nada possuí... <br>Hoje, de mim, só resta o desencanto <br>Das coisas que beijei mas não vivi… <br><br></div><div>………………………………………………… <br><br></div><div>………………………………………………… <br><br></div><div>Um pouco mais de sol – e fora brasa, <br>Um pouco mais de azul – e fora além. <br>Para atingir, faltou-me um golpe d’asa… <br>Se ao menos eu permanecesse aquém… <br><br> Mário de Sá Carneiro, <em>Dispersão </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 14:45:18 UTC</pubDate>
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         <title>Quasi</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/841296258</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div>·        O sujeito poético caracteriza-se como alguém incompleto; </div><div>·        O título do poema, retomado ao longo do poema, serve como linha condutora do pensamento do “eu”; </div><div>·        A repetição anafórica do advérbio “quasi” (3ª est.) serve a uma síntese dos sentimentos predominantes no texto: frustração, incapacidade de lutar pelo sonho, sofrimento. </div><div>·        Na quarta estrofe, “tudo” encerra uma verdade assumida. </div><div>·        O discurso no passado é interrompido pelo presente uma só vez, mas não há uma quebra do tom de desalento do “eu”. </div><div>·        O poema tem uma estrutura circular: começa e termina de forma igual, o que produz uma diferença de sentido pela alteração de tempos verbais usados, conferindo ao poema um tom pessimista. </div><div>·        Para amenizar a amargura, o sujeito poético formula um desejo que, no entanto, sabe que é irrealizável. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 14:46:32 UTC</pubDate>
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         <title>Aquela nuvem parece um cavalo</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[<div>  (Na praia. O menino aprende a linguagem das nuvens.) <br><br></div><div>Aquela nuvem <br>parece um cavalo... <br>Ah! se eu pudesse montá-lo! <br><br></div><div> Aquela? <br>Mas já não é um cavalo, <br>é uma barca à vela. <br><br></div><div> Não faz mal. <br>Queria embarcar nela. <br>Aquela? <br><br></div><div> Mas já não é um navio, <br>é uma Torre Amarela <br>a vogar no frio <br>onde encerraram uma donzela. <br><br></div><div> Não faz mal. <br>Quero ter asas <br>para a espreitar da janela. <br><br></div><div> Vá, lancem-me no mar <br>donde voam as nuvens <br>para ir numa delas <br>tomar mil formas <br>com sabor a sal <br>– labirinto de sombras e de cisnes <br>no céu de água-sol-vento-luz concreto e irreal... <br><br></div><div> <br><br></div><div> José Gomes Ferreira , Poeta Militante </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 14:48:55 UTC</pubDate>
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         <title>As pessoas sensíveis </title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[<div> </div><div>As pessoas sensíveis não são capazes <br>De matar galinhas <br>Porém são capazes <br>De comer galinhas <br><br></div><div> <br>O dinheiro cheira a pobre e cheira <br>À roupa do seu corpo <br>Aquela roupa <br>Que depois da chuva secou sobre o corpo <br>Porque não tinham outra <br>Porque cheira a pobre e cheira <br>A roupa <br>Que depois do suor não foi lavada <br>Porque não tinham outra <br><br><br></div><div>“Ganharás o pão com o suor do teu rosto” <br>Assim nos foi imposto <br>E não: <br>“Com o suor dos outros ganharás o pão” <br><br></div><div>Ó vendilhões do templo <br>Ó construtores <br>Das grandes estátuas balofas e pesadas <br>Ó cheios de devoção e de proveito <br><br></div><div>Perdoai-lhes Senhor <br>Porque eles sabem o que fazem <br><br></div><div>Sophia de M. B. Andresen, <em>Obra Poética </em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 14:53:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/841333181</link>
         <description><![CDATA[<div> Hieronymus Bosch, <em>A morte e o avarento, </em>1450-1516 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 14:54:30 UTC</pubDate>
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         <title>Contas</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma noite, quando a noite não acabava, <br>contei cada estrela no céu dos teus olhos; <br>e nessa noite em que nenhum astro brilhava <br>deste-me sóis e planetas aos molhos. <br><br></div><div> </div><div>Nessa noite, que nenhum cometa incendiou, <br>fizemos a mais longa viagem do amor; <br>no teu corpo, onde o meu encalhou, <br>fiz caminho de náufrago e navegador. <br><br></div><div> <br>Tu és a ilha que todos desejaram, <br>a lagoa negra onde sonhei mergulhar, <br>e as lentas contas que os dedos contaram <br><br></div><div> </div><div>por entre cabelos suspensos do ar – <br>nessa noite em que não houve madrugada, <br>desfiando um terço sem deus nem tabuada.<br><br></div><div> Nuno Júdice, <em>Rimas e Contas</em> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 14:56:59 UTC</pubDate>
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         <title>Gustav Klimt, O Beijo, c. 1907</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/841347021</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 14:57:27 UTC</pubDate>
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         <title>E tudo era possível _ síntese</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/841349702</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. </strong>Tema<br><br></div><div>O tema deste poema é a infância perdida e o sonho, pois o sujeito poético descreve a sua juventude como sonhadora: usa expressões como “e era só ouvir o sonhador falar” ou “e tudo era possível era só querer”. O sonho era o motor da sua vida.<br><br>2. Assunto<br><br></div><div>O sujeito poético fala da sua juventude, do momento antes de ter saído de casa, transmitindo os seus sentimentos e mostrando a sua maneira de ver e interpretar o mundo através das páginas dos livros que leu ao longo da sua juventude.<br><br></div><div>3. Desenvolvimento<br><br>3.1 Divisão do Poema em momentos ou partes lógicas<br><br></div><div>O poema está dividido em duas partes: um antes, que é a sua juventude, e um agora, a sua vida depois de ter saído da casa dos pais. <br><br></div><div>3.2. Processos de desenvolvimento <br><br></div><div>3.2.1. Quem fala?<br>Quem fala e tem o poder de voz neste poema é o escritor.<br><br></div><div>3.2.2. De que fala? <br>Fala de dois momentos distintos na sua vida: o antes e o depois. O antes corresponde à sua infância e o depois à fase atual, ou seja, a fase adulta.<br><br></div><div>3.2.3. Como fala?<br>O poeta fala utilizando alguns recursos expressivos, tais como a comparação: “e era só ouvir o sonhador falar/da vida como se ela houvesse acontecido” e a hipérbole: “eu conhecia já o rebentar do mar/das páginas dos livros que já tinha lido”.<br><br></div><div>3.2.4. De que forma?<br>O sujeito poético fala usando o pretérito imperfeito para dar uma ideia de continuidade das ações passadas, para dar uma ideia mais prolongada dos seus sonhos.<br><br></div><div> <br><br></div><div>4. Síntese pessoal da leitura do poema<br><br>Através da leitura deste poema conseguimos perceber que o sujeito poético situa o tempo para que remete o poema no período da juventude usando como fronteira o momento de saída da casa dos pais. Há assim um antes e um agora. O antes corresponde à sua infância e juventude. Nesta fase ele conhecia a vida através da leitura e do ato de sonhar. O agora corresponde à sua fase adulta em que mostra saudade da sua época de infância.<br><br></div><div>Neste poema, o sentimento dominante é a nostalgia, a tristeza e a felicidade ao recordar a infância.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>IV. Relaciona a pintura com o poema<br></strong><br></div><div>Ao olhar para esta pintura de Chelin Sanjuan as palavras que nos vêm à cabeça são paz, viajar e juventude. Parece-me uma pintura surreal em que o artista quer destacar as viagens associadas à juventude obtendo uma paz de espírito e felicidade.<br><br></div><div>Na nossa opinião esta pintura podia perfeitamente ser a ilustração do poema que estivemos a trabalhar pois o poeta também atravessou o mundo, durante a sua juventude, através da sua imaginação e da leitura dos livros. Através dos seus sonhos ficou a conhecer muitos lugares.<br><br></div><div>A parte da pintura em que está uma jovem poder-se-ia relacionar com a fase do antes do poema, ou seja, a infância do autor. Relativamente aos barcos e ao mar relacionamos claramente com as descobertas de novos lugares. Quanto aos pombos presentes na pintura relacionamo-los com a paz que o poeta sentia no tempo da sua infância em que conseguia sonhar e viajar.<br><br></div><div>Para ele tudo era possível. Bastava querer.<br>João Farropas, Maria Tomé, Maria Clara</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 14:58:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Chelin Sanjuan, S/Título, 199-?</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/841352760</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 14:58:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Floriram por engano as rosas bravas</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/841360993</link>
         <description><![CDATA[<div>Floriram por engano as rosas bravas <br>No inverno: veio o vento desfolhá-las... <br>Em que cismas, meu bem? Porque me calas <br>As vozes com que há pouco me enganavas? <br><br></div><div>Castelos doidos! Tão cedo caístes!... <br>Onde vamos, alheio o pensamento, <br>De mãos dadas? Teus olhos, que um momento <br>Perscrutaram nos meus, como vão tristes! <br><br></div><div>E sobre nós cai nupcial a neve, <br>Surda, em triunfo, pétalas, de leve <br>Juncando o chão, na acrópole de gelos... <br><br></div><div>Em redor do teu vulto é como um véu! <br>Quem as esparze – quanta flor! – do céu, <br>Sobre nós dois, sobre os nossos cabelos?<br><br><br></div><div>Camilo Pessanha, <em>Clepsidra</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 15:00:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Salvador Dali, L’ importante c’est la rose</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/841364397</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 15:01:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MAR PORTUGUÊS</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/841371029</link>
         <description><![CDATA[<div>Ó mar salgado, quanto do teu sal <br>São lágrimas de Portugal!<br>Por te cruzarmos, quantas mães choraram,<br>Quantos filhos em vão rezaram!<br><br></div><div>Quantas noivas ficaram por casar<br>Para que fosses nosso, ó mar!<br>Valeu a pena? Tudo vale a pena<br>Se a alma não é pequena.<br><br></div><div>Quem quer passar além do Bojador<br>Tem que passar além da dor.<br>Deus ao mar o perigo e o abismo deu,<br>Mas nele é que espelhou o céu.<br><br></div><div>Fernando Pessoa, <em>Mensagem<br><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 15:02:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vieira da Silva, História Trágico-Marítima, 1944 </title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/841374341</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Tema<br>Mar Português<br><br>2. Assunto<br>Expansão marítima portuguesa, os obstáculos e os sacrifícios para a gloriai dos portugueses <br><br>3. Desenvolvimento<br><br>3.1. Divisão do poema em partes logicas <br>A primeira parte é formada pelos 2 primeiros versos, no quais o poeta faz referencia ao sofrimento causado pelo mar ao povo português.<br>A segunda parte corresponde aos próximos 4 versos e o poeta refere os sacrifícios vividos para que pudéssemos dizer que o mar era nosso.<br>A ultima parte é constituída pelos últimos 6 versos do poema, aqui o poeta questiona se terá valido a pena perder tanto, o próprio poeta responde que tudo vale a pena quando a alma aspira mais alto. Para se ser vitorioso é preciso ultrapassar os perigos, os medos e a dor e conclui que só conquistando os perigos que o mar encerra assim é possível alcançar a gloria.<br><br>3.2. Processos de desenvolvimento<br><br>3.2.1. Quem fala?<br>Quem fala é o sujeito poético<br><br>3.2.2. Do que fala?<br>Do sofrimento e da gloria do povo português<br><br>3.2.3. Como fala?<br>Fala de forma nostálgica e das perdas mas também com orgulho pelos feitos da pátria<br><br>3.2.4. De que forma? <br>O poema encontrasse estruturado em 3 quadras o esquema rimático é aabb/ccdd/eeff, ou seja rima emparelhada. Na primeira estrofe a rima é pobre e na outras 2 estrofes a rima é rica.<br>  <br>4. Síntese pessoal da leitura do  poema <br>Neste poema o sujeito poético nacionaliza o mar, considerando-o nosso e justifica essa posse com o sofrimento vivido pelo povo português e as lagrimas derramadas durante a época dos descobrimentos. Conclui que tudo valeu a pena uma vês que a dor foi necessária para alcançar a gloria e elevar Portugal<br><br>IV. Relaciona a pintura com o poema<br>Nesta pintura podemos verificar um duplo significado. Por um lado conseguimos ver os contornos de um barco cheio de marinheiros  que lutam contra a tempestade, tentando sobreviver a um naufrágio. Também vemos alguns marinheiros no mar, neste sentido existe uma relação com o sofrimento do povo português nos primeiros seis versos do poema.<br>Por outo lado ,podemos considerar que os marinheiros que se encontram na onda podem estar a ajudar os que estão no barco, sacrificando-se para que outros pudessem chegar ao seu destino e por isso tudo valeu a pena <br>Síntese feita por Tiago Pena , Manuel Dionísio  e Guilherme Serão<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 15:03:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O MOSTRENGO</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[<div>O mostrengo que está no fim do mar <br>Na noite de breu ergueu-se a voar;<br>À roda da nau voou três vezes,<br>Voou três vezes a chiar,<br>E disse: «Quem é que ousou entrar<br>Nas minhas cavernas que não desvendo,<br>Meus tectos negros do fim do mundo?»<br>E o homem do leme disse, tremendo:<br>«El-Rei D. João Segundo!»<br><br></div><div> </div><div>«De quem são as velas onde me roço? <br>De quem as quilhas que vejo e ouço?»<br>Disse o mostrengo, e rodou três vezes, <br>Três vezes rodou imundo e grosso,<br>«Quem vem poder o que só eu posso,<br>Que moro onde nunca ninguém me visse<br>E escorro os medos do mar sem fundo?»<br>E o homem do leme tremeu, e disse:<br>«El-Rei D. João Segundo!»<br><br></div><div> <br>Três vezes do leme as mãos ergueu,<br>Três vezes ao leme as reprendeu,<br>E disse no fim de tremer três vezes:<br>«Aqui ao leme sou mais do que eu:<br>Sou um Povo que quer o mar que é teu;<br>E mais que o mostrengo, que me a alma teme<br>E roda nas trevas do fim do mundo;<br>Manda a vontade, que me ata ao leme,<br>De El-Rei D. João Segundo!»<br><br></div><div>Fernando Pessoa, <em>Mensagem</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 15:09:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Norberto Nunes, O mostrengo que está no fim do mar...</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 15:10:26 UTC</pubDate>
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         <title>Porque</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[<div>Porque os outros se mascaram mas tu não<br>Porque os outros usam a virtude<br>Para comprar o que não tem perdão<br>Porque os outros têm medo mas tu não<br><br></div><div> <br>Porque os outros são os túmulos caiados<br>Onde germina calada a podridão.<br>Porque os outros se calam mas tu não.<br><br></div><div>Porque os outros se compram e se vendem<br>E os seus gestos dão sempre dividendo.<br>Porque os outros são hábeis mas tu não.<br><br></div><div>Porque os outros vão à sombra dos abrigos<br>E tu vais de mãos dadas com os perigos.<br>Porque os outros calculam mas tu não.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Sophia de M. B. Andresen, <em>Obra Poética </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 15:12:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hieronymus Bosch, Tríptico do carro de feno, 1512 - 1515</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 15:12:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Quando voltei encontrei os meus passos </title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[<div> (A Aires de Castro e Almeida) <br><br></div><div>Quando voltei encontrei os meus passos <br>Ainda frescos sobre a húmida areia. <br>A fugitiva hora, reevoquei-a, <br>– Tão rediviva! nos meus olhos baços... <br><br></div><div> <br>Olhos turvos de lágrimas contidas. <br>– Mesquinhos passos, porque doidejastes <br>Assim transviados, e depois tornastes <br>Ao ponto das primeiras despedidas? <br><br></div><div>Onde fostes sem tino, ao vento vário, <br>Em redor, como as aves n’um aviário, <br>Até que a asita fofa lhes faleça... <br><br></div><div> Toda esta extensa pista – para quê? <br>Se há-de vir apagar-vos a maré, <br>Com as do novo rasto que começa...<br><br></div><div> <br><br></div><div>Camilo Pessanha, <em>Clepsidra</em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 15:13:35 UTC</pubDate>
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         <title>João Vaz, A praia, 1900</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 15:21:22 UTC</pubDate>
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         <title>Quasi</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 15:31:15 UTC</pubDate>
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         <title>Quando voltei encontrei os meus passos</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/923229699</link>
         <description><![CDATA[<div><br>(A Aires de Castro e Almeida)<br>Quando voltei encontrei os meus passos<br>Ainda frescos sobre a húmida areia.<br>A fugitiva hora, reevoquei-a, <br>- Tão rediviva! nos meus olhos baços...<br><br>Olhos turvos de lágrimas contidas.<br>- Mesquinhos passos, porque doidejastes<br>Assim transviados, e depois tornastes<br>Ao ponto das primeiras despedidas?<br><br>Onde fostes sem tino, ao vento vário,<br>Em redor, como as aves n'um aviário<br>Até que lhes faleça...<br><br>Toda esta extensa pista - para quê?<br>Se há-de vir apagar-vos a maré,<br>Com as do novo rasto que começa...<br><br>Camilo Pessanha, Clepsidra<br><br>Síntese pessoal do poema:<br>Na nossa opinião achámos o poema um pouco confuso mas até gostámos, uma das coisas que gostámos foi da forma de escrever do poeta e da forma como ele expressa os seus sentimentos.<br><br>A imagem tem cores quentes relacionadas com o mar. Lá estão três pessoas, dois adultos e uma crianças, algo que se parece com uma família.<br><br>Constituição do poema:<br>Na primeira e na segunda estrofe temos duas quadras e as rimas são interpoladas. <br>Na terceira e na quarta estrofe temos dois tercetos. Na terceira estrofe é uma rima emparelhada. Na quarta não há rima.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-14 19:24:43 UTC</pubDate>
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         <title>Pessoas Sensíveis - Síntese</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/928609723</link>
         <description><![CDATA[<div><br><em>Este poema retrata as injustiças sociais que existem deste sempre na nossa sociedade e que ainda permanecem nos dias de hoje;<br><br>1.Tema:<br>-O tema deste poema refere-se à hipocrisia, pois "as pessoas sensíveis não são capazes de matar galinhas, porém são capazes de comer galinhas". Esta duplicidade das pessoas é apresentada através da ironia.<br>-</em>As classes socias com grande poder económico, e por isso social, acreditam que é deveras importante a igualdade perante todos, como é defendido na religião que praticam: o Cristianismo.<br>-Mas no entanto, essa igualdade que aparentemente defendem, não é praticada. Exploram os mais desfavorecidos, para proveito próprio, desvalorizando-os , apenas pela sua classe social. No texto esta exploração é demonstrada através da metáfora.<br>-Esta afirmação pode ser confirmada nas seguintes estrofes. Nestas estofes é apontada a contradição desse comportamento com o que está escrito na bíblia . As citações sagradas “ganharas o pão com o suor do teu rosto”, “ ó vendilhões do templo” e “ Perdoai-lhes Senhor”, dão mais força expressiva ao poema.<br><br>2.Assunto:<br>-O assunto refere-se aos sentimentos que o sujeito poético defende ao longo do poema que são a justiça, a igualdade de direitos e o respeito.<br>-O apelo final relembra a afirmação de Jesus  no momento da crucificação, “ Perdoai-lhes Senhor, porque não sabem o que fazem”, o sujeito poético procede a uma distorção destas palavras no último dístico do poema.<br>-Ao contrário da referência bíblica estas “pessoas sensíveis” estão a ser julgadas por algo que fizeram conscientemente e por isso não há perdão para a sua falta de escrúpulos. <br><br>3.Desenvolvimento.<br> 3.1.Divisão do poema em momentos/ partes lógicas:<br>-O poema divide-se em cinco partes, cada uma pertencente a uma estrofe.<br>-Na primeira estrofe estamos perante a denúncia da hipocrisia das pessoas ditas sensíveis que dizem cumprir os preceitos cristãos, mas que exploram o próximo.<br>-Na segunda estrofe, o sujeito poético denuncia as condições precárias e miseráveis em que algumas pessoas vivem.<br>-Na terceira estrofe temos o confronto entre o confronto entre o comportamento das pessoas com os preceitos que implicam a não exploração do próximo.<br>-Na quarta estrofe são identificados e responsabilizados aqueles que apregoam os valores defendidos pela religião, mas que vivem em função dos bens materiais.<br>-Por último, na quinta estrofe, o sujeito poético diz que estas pessoas, de facto, não têm perdão.<br><br>3.2Processos de desenvolvimento:<br>-O poema termina sem ser feita justiça  e mostra-nos uma moral inexistente.<br>-O sujeito poético faz uma crítica social à injustiça e ao poder dos mais ricos sobre os mais pobres que é expressa através do poema.<br>-Este poema retrata uma sociedade em que o poder económico vale mais do que a própria pessoa e os seus valores.<br><br>4. Relacionamento da pintura com o poema:<br>-Como é possível observar nesta imagem, a mulher que está sentada recebe dinheiro mesmo sem fazer qualquer esforço, enquanto que os escravos que para ela trabalham vivem miseravelmente.<br>-Nesta imagem há uma cor que sobressai de entre todas: a cor vermelha. O vermelho é uma cor quente <br>e está associada ao poder, à guerra, ao perigo e à violência.<br>-No contexto religioso, esta  é a cor da carne, do pecado e do diabo.<br>-Num segundo plano está a cor castanha. Esta cor está associada ao conservadorismo e ao comodismo, bem como a um carácter materialista. <br>-Simboliza também a maturidade, a consciência, a responsabilidade e a estabilidade.<br>-Assim, as cores desta pintura estão diretamente ligadas às causas que o poema defende: a hipocrisia, a injustiça e o poder.<br>-Este poema pretende mostrar a crueldade que existe no mundo e a hipocrisia dos mais ricos. <br>-Por mais palavras que digamos nada é comparável à injustiça que essas pessoas vivem diariamente. Porque uma imagem vale mais que mil palavras!<br>Madalena Martins, Madalena  Beja, Rita Borba</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-16 18:30:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>E tudo era possível</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/965410456</link>
         <description><![CDATA[<div>João Farropas, Maria Tomé, Maria Clara</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 10:41:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>E tudo era possível...</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/965411742</link>
         <description><![CDATA[<div>Leitura de João Farropas, Maria Tomé, Maria Clara</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 10:42:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Floriram por engano as rosas bravas</title>
         <author>9bprofissoes2020</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/975237790</link>
         <description><![CDATA[<div>Tópicos do trabalho<br> TEMA- O Amor breve e<br>             ilusório, relacionado<br>             com a Natureza<br> <br> ASSUNTO- A Vida e o Amor, feitos de sonhos e ilusões, são efémeros. Tudo se desfaz, ficando a tristeza e a desilusão. A Vida é frágil, enganadora e ilusória<br> <br> DESENVOLVIMENTO<br> DIVISÃO EM PARTES<br> - Duas quadras-parte1<br>   Desilusão e desencanto do sujeito poético/brevidade do Amor e dos sonhos<br>   Presença do”eu” e do “tu”/elementos da relação amorosa<br>   ~questões dirigidas ao”tu”silencioso<br>   Desilusão da perda dos sonhos e dos desejos<br> <br> Dois tercetos- Parte 2<br>   Sujeito plural(nós)<br>   Desilusão e Tristeza<br>   Ambiente frio, silencioso e gelado<br>   Ausência de esperança<br>   Palavras de carga negativa=tristeza, desilusão e fim<br> <br> PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO<br> <br> -Quem fala?<br> O sujeito poético/Eu”<br>  O”TU”/ destinatário<br>     •Vocativo<br>     •Segunda Pessoa<br>     •Determinantes posses-<br>       vos<br> <br> -De que fala?<br> A impossibilidade do Amor<br>   •Frases Interrogativas<br>   •Frases exclamativas<br>   •Reticências<br>   •Palavras negativas<br> <br> -Como fala?<br> Tom melancólico e reflexivo<br> Pessimismo e dor<br> Exclamações, interrogações, metáforas comparação, personificação<br>                         ¥<br>    •Sugerem o fim, a morte<br>    do Amor, o desmoronar<br>    dos sonhos;<br>    •Revelam que está mulher<br>    é indefinida e distante;<br>    •Remetem para o silêncio<br>      e para a morte<br> <br> -De que forma?<br> Estrofes-2 quadras e 2<br>                tercetos(SONETO)<br> Esquema Rimático<br>  abba/cdcd/eef/gif<br> ~Rima emparelhada e interpolada<br> Rima rica e pobre<br> ~Métrica- Versos Decassílabicos<br> <br> SÍNTESE PESSOAL DA LEITURA DO POEMA<br> -Tema do Amor associado<br>   ao tema da Morte<br> - Morte como responsável<br>   pela brevidade do Amor<br> -Questões dirigidas ao TU<br> -Imagem da Morte, associada à figura feminina<br> -A Morte/separadora dos<br>   amados<br> -Morte triunfadora<br> -Amor marcado por um destino</div><div> <br>Madalena Matos<br>Joana Pedro<br>Mariana Galvão</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 12:22:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Floriram por engano as rosas bravas</title>
         <author>9bprofissoes2020</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/975253386</link>
         <description><![CDATA[<div>Mariana Galvão<br>Joana Pedro <br>Madalena Matos</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 12:29:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aquela nuvem parece um cavalo</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/975517746</link>
         <description><![CDATA[<div>TEMA - Infância perdida<br><br>ASSUNTO - O autor refere os tempos na infância, quando olhava para as nuvens e imaginava uma nova realidade. Como referido pelo autor, o sujeito poético imaginava um cavalo, um barco à vela e uma torre amarela. Sendo estes mais comuns nas histórias para crianças e nas suas fantasias medievais de acordo com as fábulas e os contos que lhes são lidos nestas idades.<br><br>DESENVOLVIMENTO<br>DIVISÃO EM PARTES<br>- Este poema divide-se no 3º verso, pois passa de monólogo a diálogo.<br><br>QUEM FALA?<br>- O sujeito poético<br><br>DE QUE FALA? <br>- Fala sobre as nuvens e os seus aspetos<br><br>COMO FALA?<br> - Fala de uma maneira irrealista, desejando uma nova realidade<br><br>DE QUE FORMA?<br>- Numa forma em que o desejo vai progredindo a par da imaginação. Quando a nuvem parece um cavalo, este deseja montá-lo; quando lhe parece um barco este deseja navegá-lo e quando lhe parece uma torre, este deseja ter asas para espreitar a donzela<br><br>SÍNTESE PESSOAL DA LEITURA DO POEMA<br>-Creio que este poema ressalta os tempos da infância e os seus benefícios, como a inocência, a criatividade e a imaginação. Todos estes são mais abundantes na altura da infância e com o passar do tempo criam-se saudades, fazendo com que a maioria das pessoas que já passaram por essa altura a prezem como a melhor fase das suas vidas.<br><br>RELAÇÃO DA PINTURA E DO POEMA<br>Esta pintura relaciona-se com o poema considerando os 3 elementos referidos:<br>-Uma pessoa montada num cavalo<br>-Barcos de papel, assemelhando-se com o barco à vela<br>-Uma parede de tons amarelados, relembrando a torre amarela.<br><br>Guilherme Santos, Luís Raposo e José Mata </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 13:50:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Mostrengo - síntese</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/975617223</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Vamos analisar o poema Mostrengo.<br>Este poema tem por base a coragem do povo português diante das adversidades do mar.<br>Fala-nos de um dos obstáculos que os marinheiros portugueses tiveram de ultrapassar na altura dos descobrimentos. Chegados ao Cabo das Tormentas, os portugueses encontram o mostrengo destinado a aterrorizá-los para que desistam da sua viagem. Porém, o homem do leme faz-lhe frente, neutralizando-o pela imposição da vontade de um povo não abdica da sua missão.<br>Este poema divide-se em 2 partes logicas: a primeira e a segunda estrofes correspondem à primeira parte e a terceira estrofe corresponde à segunda parte.<br>Neste poema intervêm duas personagens: o mostrengo e o homem do leme. Mostrengo provem da palavra monstro+sufixo -engo que tem como intenção aumentar o medo e o respeito dos navegadores portugueses. Simboliza ainda o desconhecido, as lendas do Mar e os obstáculos que tinham de atravessar. Por sua vez, o homem do leme simboliza a alegoria do povo português que quer conquistar o mar por vontade de El-Rei D.João II e o leme representa a resposabilidade.<br>O Mostrengo dirige-se ao homem do leme de forma emotiva, fática e imperativaperguntando como é que eles tinham ousado invadir o seu mar. De seguida, o homem do leme responde com algum medo, embora com muita coragem, que está a representar o povo português que quer conquistar o mar que é dele. E diz-lhe que não irá falhar às ordens de D.João II nem à vontade do povo.<br>Com a leitura deste poema concluímos, que nesta época os medos dos marinheiros era causados pelo medo que tinham do mar e eplo desconhecido o que fazia com que eles criassem monstros na sua imaginação. Mas mostra-nos que acima de tudo conseguiam ultrapassar todos esses medos e obstáculos.<br><br>Na imagem presente no guião de leitura (que se encontra na parte de cima da pagina), podemos observar o mostrengo, uma barco, e o «fim do mar». Também é percetível a diminuição da intensidade das cores, da esquerda para a direita, o que mostra a perda do medo por parte do homem do leme e dos marinheiros.<br><br>Trabalho plástico: <br><br>Joana Aleixo<br>Leonor Jorge<br>Miguel Rosário<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-01 14:12:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mostrengo</title>
         <author>leonorjorge2006</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/979115328</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho plástico<br>Joana Aleixo<br>Leonor Jorge<br>Miguel Rosário</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 09:46:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mostrengo</title>
         <author>leonorjorge2006</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/979134099</link>
         <description><![CDATA[<div>Leitura expressiva do poema.<br>Leonor Jorge<br>Joana Aleixo<br>Miguel Rosário</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 09:55:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Primeira estrofe - mar salgado</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/984066716</link>
         <description><![CDATA[<div>Tiago Pena</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 15:16:54 UTC</pubDate>
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         <title>Chelin Sanjuan, S/título, 1994</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 15:00:04 UTC</pubDate>
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         <title>E tudo era possível</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na minha juventude antes de ter saído <br>da casa de meus pais disposto a viajar <br>eu conhecia já o rebentar do mar <br>das páginas dos livros que já tinha lido<br><br></div><div>Chegava o mês de maio era tudo florido <br>o rolo das manhãs punha-se a circular <br>e era só ouvir o sonhador falar <br>da vida como se ela houvesse acontecido<br><br>E tudo se passava numa outra vida <br>e havia para as coisas sempre uma saída <br>Quando foi isso? Eu próprio não o sei dizer<br><br></div><div>Só sei que tinha o poder de uma criança <br>entre as coisas e mim havia vizinhança <br>e tudo era possível era só querer<br><br></div><div> </div><div>           Ruy Belo, <em>Obra Poética</em> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-14 15:04:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/1025336020</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho plástico Mar Português<br>Tiago Pena</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-16 19:01:43 UTC</pubDate>
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         <title>As pessoas Sensíveis - ilustração</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Madalena Martins</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-16 21:05:00 UTC</pubDate>
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         <title>As Pessoas Sensíveis - leitura</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[<div>Madalena Martins, Madalena  Beja, Rita Borba</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-18 11:37:15 UTC</pubDate>
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         <title>Aquela nuvem parece um cavalo_ leitura expressiva</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[<div>Guilherme Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-21 10:58:28 UTC</pubDate>
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         <title>Aquela nuvem - leitura expressiva</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[<div> Luís Raposo </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-21 11:11:17 UTC</pubDate>
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         <title>Quando voltei encontrei meus passos - leitura expressiva </title>
         <author>9bbepoemarte</author>
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         <description><![CDATA[<div>Marta Santos, Beatriz Monteiro e João Magalhães </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-21 11:22:34 UTC</pubDate>
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         <title>Quando voltei encontrei meus passos - leitura expressiva</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/1035750392</link>
         <description><![CDATA[<div>Marta Santos, Beatriz Monteiro e João Magalhães </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-21 11:24:32 UTC</pubDate>
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         <title>Quando voltei encontrei os meus passos - leitura expressiva</title>
         <author>9bbepoemarte</author>
         <link>https://padlet.com/9bbepoemarte/Bookmarks/wish/1035752157</link>
         <description><![CDATA[<div>Marta Santos, Beatriz Monteiro e João Magalhães </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-21 11:25:56 UTC</pubDate>
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