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      <title>Plantas Tóxicas by Vinícius Morais</title>
      <link>https://padlet.com/viniciusmrs_/plantas_toxicas</link>
      <description>A melhor prevenção é o conhecimento.
(Alessandra Farias, Maria Letícia, Paulo Henrique e Vinícius Morais)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-30 20:43:42 UTC</pubDate>
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         <title>Morte na certa?</title>
         <author>viniciusmrs_</author>
         <link>https://padlet.com/viniciusmrs_/plantas_toxicas/wish/1921420200</link>
         <description><![CDATA[<div>Conheça o Alnwick Garden, que abriga cerca de 100 plantas tóxicas e é considerado o jardim mais mortal do mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 21:10:03 UTC</pubDate>
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         <title>Euphorbia ou Mandacaru?</title>
         <author>viniciusmrs_</author>
         <link>https://padlet.com/viniciusmrs_/plantas_toxicas/wish/1924053298</link>
         <description><![CDATA[<div>Por muitas vezes, plantas da família Euphorbiaceae são vendidas como cactos e isso pode acarretar alguns problemas. Quando não devidamente identificadas, essas plantas são vendidas em supermercados como exemplares de Mandacaru (cacto), porém, ao contrário dos cactos, eufórbias apresentam toxicidade em todas as partes da planta. Euphorbias produzem uma seiva leitosa (cactos não produzem látex) que em contato com a pele e mucosas causa lesões, se ingerida causa náuseas, diarreias e vômitos; em contato com os olhos provoca edema nas pálpebras, irritação e lacrimejamento. A principal diferença entre as famílias é a presença de acúleos, espinhos e laticíferos, Euphorbiaceae possui acúleos (projeções da epiderme) e laticíferos, Cactaceae possui espinhos (folhas modificadas) e laticíferos não presentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 01:02:51 UTC</pubDate>
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         <title>Planta de vó e experimento nazista!</title>
         <author>viniciusmrs_</author>
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         <description><![CDATA[<div>É comum encontrarmos belos exemplares de Comigo-Ninguém-Pode em quintais de pessoas mais velhas, nos remetendo a uma forte memória afetiva e direcionando nossas memórias para quando éramos crianças e brincávamos sem preocupação alguma. Pois bem, não tínhamos a noção exata do risco que podíamos correr em caso de acidentes com ela.&nbsp;<br>Ao longo da história da humanidade a Dieffenbachia sp. é aproveitada de diversas maneiras e em diferentes contextos, sua potencial letalidade provoca temor e admiração. Em algumas tribos de indígenas amazônicos sua seiva é utilizada nas pontas de flechas para auxiliar na caça; também foi usada como forma de punição para os escravos, espalhando partes da planta sobre a boca dos escravos, impossibilitando-os e falar por alguns dias (sintomas: inchaço da região da boca e garganta). A partir de&nbsp;<br>documentos obtidos do julgamento do Tribunal de Nuremberg, foi comprovado que o extrato da planta era utilizado por nazistas, em pessoas presas nos campos de concentração, com o objetivo de torná-las estéreis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 01:05:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marialeticiamoura10</author>
         <link>https://padlet.com/viniciusmrs_/plantas_toxicas/wish/1925007706</link>
         <description><![CDATA[<div>É bastante comum encontrarmos plantas tóxicas em jardins, quintais, parques, praças, vasos e terrenos baldios.&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>Muitas dessas plantas são usadas de forma ornamental, sendo muito conhecidas e bonitas, porém, por trás da beleza há uma toxicidade por vezes grave.<br><br>Acompanha a sequência e conheça algumas dessas plantas! </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 12:38:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comigo-ninguém-pode                                                                                                                                                                                                                                                                                      </title>
         <author>marialeticiamoura10</author>
         <link>https://padlet.com/viniciusmrs_/plantas_toxicas/wish/1925053028</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Família: Araceae&nbsp;<br>Princípio ativo: oxalato de cálcio&nbsp;<br>Nome popular: aninga-do-Pará<br><br>Comigo-ninguém-pode é uma planta muito popular nos lares brasileiros, sendo muito utilizada como ornamento, e sua popularidade também se deve a fácil manutenção.</div><div>A planta possui folhas largas, pode ter manchas brancas ou amarelas e possui um caule grosso.</div><div><br>As substâncias tóxicas/venenosas da planta estão localizadas nas folhas, caule e seiva.<br><br>A comigo-ninguém-pode possui oxalato de cálcio, substância que causa irritações na pele e nas mucosas dos animais, apenas a ingestão de sua folha pode provocar edemas, irritação, asfixia e no pior dos casos, a morte do animal.<br><br></div><pre>Principais compostos químicos: Oxalato de Cálcio (em forma de ráfide) em associação com enzima dumbcaína e saponinas. As ráfides de oxalato de cálcio são encontrados em células especializadas produzidas no parênquima da planta, no colênquima caulinar e nos meristemas da raiz, e estão presentes em todas as partes da planta, chamadas de idioblastos (encontrados principalmente ao redor dos feixes vasculares). A dumbcaína é encontrada na seiva da planta.</pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 13:04:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Saia-branca</title>
         <author>marialeticiamoura10</author>
         <link>https://padlet.com/viniciusmrs_/plantas_toxicas/wish/1925108737</link>
         <description><![CDATA[<div>Família: Solanaceae</div><div>Princípio Ativo: Alcaloides tropânicos&nbsp;<br>Nomes populares: trombeta, trombeta-de-anjo, trombeteira, cartucheira, zabumba</div><div><br></div><div>As folhas, flores, frutos, caule e sementes são as partes tóxicas/venenosas da saia-branca. É uma espécie considerada perigosa e que pode causar diversos efeitos se ingerida. Alguns a utilizam como planta ornamental devido sua beleza de flores brancas.</div><div><br></div><div>Os sintomas mais comuns relatados são: febre, boca seca, rubor na face, agitação, pupila dilatada, alucinações e delírios, taquicardia, dificuldade de locomoção, paralisia e diarreia.<br>Por possuir substâncias que agem no sistema nervoso e que podem causar alguns dos sintomas já mencionados, a saia-branca se torna uma planta tóxica também para animais que possam vir a ingeri-la, como gatos e cães.<br><br><br></div><pre>Principais compostos químicos: Atropina, hioscina e escopolamina (alcaloides tropânicos). Encontrados em toda a planta e produzidos por metabolismos secundários.    </pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 13:29:34 UTC</pubDate>
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         <title>Copo-de-leite</title>
         <author>marialeticiamoura10</author>
         <link>https://padlet.com/viniciusmrs_/plantas_toxicas/wish/1925177313</link>
         <description><![CDATA[<div>Família: Araceae<br>Princípio Ativo: oxalato de cálcio<br>Nome popular: copo-de-leite&nbsp;<br><br>A planta copo-de-leite é também bastante popular, e o seu nome se deve ao formato e cor de sua flor, sendo comum em vasos e jardins.<br><br>Assim como as plantas já listadas, a planta copo-de-leite possui um grau de toxicidade consideravelmente alto, e contém oxalato de cálcio, o que pode causar irritações e inflamações se ingerida. Por possuir a mesma substância que a comigo-ninguém-pode, a planta copo-de-leite pode gerar os mesmos sintomas nos animais.&nbsp;<br><br>Além disso, todas as partes da planta são tóxicas!<br><br></div><pre>Principais compostos químicos: Oxalato de Cálcio (em forma de ráfide) em associação com saponinas. As ráfides de oxalato de cálcio são encontrados em células especializadas produzidas no parênquima da planta, no colênquima caulinar e nos meristemas da raiz, e estão presentes em todas as partes da planta, chamadas de idioblastos (encontrados principalmente ao redor dos feixes vasculares). </pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 13:56:57 UTC</pubDate>
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         <title>Mamona</title>
         <author>marialeticiamoura10</author>
         <link>https://padlet.com/viniciusmrs_/plantas_toxicas/wish/1925311492</link>
         <description><![CDATA[<div>Família: Euphorbiaceae&nbsp;<br>Princípio Ativo: Toxalbumina / Ricina<br>Nomes populares: carrapateira, rícino, mamoeira, palma-de-cristo, carrapato&nbsp;<br><br>A mamona é uma planta bastante popular em várias regiões, e é utilizada para extrair o óleo de rícino, utilizado em diversos produtos e para diversos fins.</div><div><br></div><div>A planta possui folhas grandes e um porte médio, o seu fruto é bem característico, pois possui espinhos flexíveis, semelhantes a um tipo de brinquedo. Devido sua aparência, a mamona acaba se tornando chamativa para crianças e animais.<br>Entretanto, é uma planta perigosa devido o grau de toxicidade presente, sendo a ricina a principal substância. O consumo exagerado de ricina pode provocar a morte de animais e pessoas.</div><div><br></div><div>Nos animais os sintomas da intoxicação variam entre sensibilidade abdominal, desidratação, sangramento nas fezes e outros. Além disso, suas folhas são pouco tóxicas, a&nbsp; toxina está nas sementes.<br><br></div><pre>Principais compostos químicos: Ricina (toxalbumina). Encontrada em toda a planta, mas produzida em maior quantidade no endosperma da semente da mamona; totalizando cerca de 2% do peso de cada semente.</pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 14:44:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Espirradeira</title>
         <author>marialeticiamoura10</author>
         <link>https://padlet.com/viniciusmrs_/plantas_toxicas/wish/1925351695</link>
         <description><![CDATA[<div>Família: Apocynaceae<br>Princípio ativo: glicosídeos cardiotóxicos<br>Nomes populares: espirradeira, oleandro, louro rosa<br><br>Todas as partes da espirradeira são tóxicas, sendo uma planta muito comum em praças e parques devido à beleza e fácil manutenção.<br><br></div><div>A espirradeira contém oleandrina e neriantina, duas substâncias altamente tóxicas, e que podem causar, se consumidas: vômitos, diarreia, irritação, aceleramento cardíaco e morte, e por ser comum nos canteiros dos parques, é possível ocorrer casos de intoxicação após contato mais intenso com animais e pessoas.<br><br></div><pre>Principais compostos químicos: Glicosídeos Cardiotóxicos, principalmente a oleandrina. Encontrados no látex da planta e produzidos por células ou um conjunto delas, denominado laticífero; e também presente em varias partes da planta. </pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 14:59:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/viniciusmrs_/plantas_toxicas/wish/1926024657</link>
         <description><![CDATA[<div>As plantas tóxicas podem provocar diversos sintomas quando ingeridas, que vão desde leves irritações gástricas até danos ao sistema nervoso central.&nbsp;<br>O ideal é que fiquem longe do alcance de animais e crianças, porém, quando se há suspeita de mastigação de hastes ou folhas, o atendimento médico veterinário é indispensável, o responsável também deve levar uma parte da planta que foi ingerida para que o diagnóstico e tratamento sejam passados com mais precisão. Caso você se encontre longe de um profissional, carvão ativado vai amenizar a intoxicação, basta sua ingestão diluído em água.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 20:12:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conheça 15 plantas tóxicas para animais</title>
         <author>marialeticiamoura10</author>
         <link>https://padlet.com/viniciusmrs_/plantas_toxicas/wish/1926399919</link>
         <description><![CDATA[<div>Vídeo um pouco mais longo, com quase sete minutos, porém bastante útil, sobretudo para os donos de pets! :)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:30:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PLANTAS TÓXICAS: IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO PARA REALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO EM SAÚDE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/viniciusmrs_/plantas_toxicas/wish/1927643204</link>
         <description><![CDATA[<div>- Quais os riscos oferecidos pelas plantas tóxicas e porque essas plantas devem ser evitadas?<br><br>Um hospital universitário identificou que as plantas tóxicas foram responsáveis por 20 casos de intoxicações, sendo a planta "comigoninguém-pode" (Dieffenbachia picta) a principal causadora, por incível que pareça, essa planta está presente na casa de muitos brasileiros!<br>Sobre os principais efeitos das plantas tóxicas, testes farmacológicos pré-clínicos e clínicos registraram que em pequenas doses há o aumento da pressão arterial e da atividade da muscosa do estômago, e em doses altas, a diminuição da pressão arterial, diminuição do tônus dos músculos do aparelho digestivo, estímulo da respiração e do sistema nervoso central, deixando a pessoa mais alerta. Um outro fator que está associado com a ingestão de plantas e a toxicidade, é a conservação. Dessa forma, um estudo realizado que avaliou a conservação de plantas mostrou que um grande número estava contaminado com insetos e fungos, ou seja, com seu uso, são grandes os riscos de intoxicação. <br><br><a href="https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/download/9725/9814#:~:text=O%20uso%20de%20plantas%20t%C3%B3xicas,mas%20tamb%C3%A9m%20o%20uso%20medicinal">Link de acesso</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 15:52:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Intoxicação por plantas no Brasil: uma abordagem cienciométrica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/viniciusmrs_/plantas_toxicas/wish/1927764542</link>
         <description><![CDATA[<div><br>- Ciente de que, mesmo as plantas medicinais, quando empregadas com a posologia ou finalidade incorretas representam risco de toxicidade, qual a situação atual do Brasil frente a quadros de intoxicação por plantas comumente utilizadas e suas características?<br><br>Percebe-se que as síndromes tóxicas (que são os conjuntos de sintomas produzidos por doses tóxicas de substâncias químicas das plantas) são semelhantes, o que dificulta a equipe médica descobrir a espécie exata que culminou nos sinais e sintomas, colocando em risco a vida do paciente. Sendo assim, qualquer informação dada pelo próprio paciente, quando possível, ou por alguma testemunha, auxiliam os profissionais da área a darem um diagnóstico mais preciso às vítimas, bem como facilita práticas preventivas de educação em saúde que ajudam a reduzir desperdícios financeiros com antídotos, medicamentos e internações hospitalares, elevando ainda as chances de sobrevivência das vítimas de intoxicação.<br><br><a href="https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/download/28600/22737">Link de acesso</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 16:51:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Em caso de intoxicação, busque ajuda!</title>
         <author>viniciusmrs_</author>
         <link>https://padlet.com/viniciusmrs_/plantas_toxicas/wish/1927804859</link>
         <description><![CDATA[<div>A Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (Renaciat), composta por 36 Centros de Informação e Assistência Toxicológica (Ciats), é coordenada pela Anvisa e disponibiliza o Disque-intoxicação; a ligação é gratuita e o atendimento 24 horas.&nbsp;<br><br>Para quem ligar:&nbsp;</div><pre>Disque-Intoxicação - 0800-722-6001</pre><div><br></div><pre><em>Centro de Informação Toxicológica de Natal </em><br>Responsável: Dra. Maria Margareth Teixeira Gomes<br>End: Hospital Giselda Trigueiro<br>Rua Cônego Montes, Nº 110 - Quintas<br>CEP: 59.035-000 - Natal/RN<br>Telefone: (84) 3232-9284<br>Fax: (84) 3232-7909<br>E-mail: <a href="mailto:cithgt@rn.gov.br">cithgt@rn.gov.br</a></pre><div><br></div><pre> Centro de Informação Toxicológica do Rio Grande do Norte – CEATOX RN 
Emergência: 0800 281 7005 / (84) 981251247 / (84) 988034140 (WhatsApp) 
Av. Deodoro da Fonseca, 730, Cidade Alta, Natal – RN CEP 59 025-145 
Telefone administrativo: (84) 3232-4295 
E-mail: ceatoxrn@yahoo.com Atendimento 24 horas </pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 17:12:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>viniciusmrs_</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/24851<br><br>http://dx.doi.org/10.21577/0100-4042.20170746<br><br>http://dx.doi.org/10.1590/0103-8478cr20140885<br><br>http://dx.doi.org/10.5935/2446-4775.20170022 <br><br>https://www.researchgate.net/publication/257944311<br><br><a href="http://www.famep.com.br/repositorio/2016.2/monografias/biologia/casos_de_intoxicacao_de_Dieffenbachia_picha_shott.pdf">casos_de_intoxicacao_de_Dieffenbachia_picha_shott.pdf (famep.com.br)</a><br><br><a href="https://sinitox.icict.fiocruz.br/">Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas - Sinitox (fiocruz.br)</a><br><br><a href="http://www.ccs.saude.gov.br/visa/publicacoes/arquivos/plantas.pdf">plantas (saude.gov.br)</a><br><br><a href="https://herbaria.plants.ox.ac.uk/bol/plants400/profiles/CD/Dieffenbachia">Plantas da Universidade de Oxford 400: Dieffenbachia seguine</a><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <author>viniciusmrs_</author>
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