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      <title>O meu mural  🌍 by Bia Correia :)</title>
      <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr</link>
      <description>Neste mural vou sintetizar os conhecimentos adquiridos na aula.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-04 18:25:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Causas do aquecimento global</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/289337315</link>
         <description><![CDATA[<div>· <strong>Aumento da emissão de gases com efeito estufa </strong>(causado, principalmente, pelo aumento do uso de combustíveis fósseis).<br>· <strong>Queimadas de matas e florestas</strong> (além de reduzir a quantidade de árvores, que servem para regular a temperatura, as queimadas libertam gases poluentes na atmosfera).</div><div>· <strong>Desertific</strong>ação (as queimadas e a desflorestação podem ajudar no processo de desertificação, formação de desertos, em várias regiões do mundo).</div><div>· <strong>Desenvolvimento urbano (</strong>diminuição das áreas verdes nas cidades e utilização dos meios de transporte privados no dia-a-dia).</div><div>· Acumulo, em grande quantidade, de gases poluentes na atmosfera.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-04 18:44:34 UTC</pubDate>
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         <title>Soluções</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/289347739</link>
         <description><![CDATA[<div>· Poupar água.</div><div>· Reciclar, reduzir, reutilizar.</div><div>· Usar mais veículos ecológicos. </div><div>· Andar mais de transportes públicos.</div><div>· Evitar o uso de ar condicionados.</div><div>· Apostar nas energias renováveis. </div><div>· Diminuir o uso de combustíveis fosseis.</div><div>· Usar técnicas limpas e avançadas na agricultura para evitar a emissão de carbono.</div><div>· Instalações de sistemas de controlo de emissão de gases nas indústrias. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-04 19:04:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Consequências do aquecimento global</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/289379908</link>
         <description><![CDATA[<div>· Degelo, aumento do nível dos oceanos.</div><div>· Crescimento e surgimento de desertos (desertificação).</div><div>· Aumento de furacões, tufões, ciclones e tempestades.</div><div>· Aumento das ondas de calor. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-04 20:19:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O aquecimento global traz muitas consequências para o mundo, algumas já começaram a ser notadas, por isso, é importante que ajudemos a prevenir isso.</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/289380491</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-10-04 20:21:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/289989324</link>
         <description><![CDATA[<div>Escolhi esta imagem porque me sensibilizou e alertou a problemas futuros causados pelo aquecimento global. <br>Nela podemos verificar o que irá acontecer a espaços verdes se não conseguirmos diminuir este problema (a natureza vai ser substituída por deserto). <br>Com isto percebi que o aquecimento global é uma ameaça para a biodiversidade e para o mundo e pode trazer consequências assustadoras, por isso, temos de tentar diminuir e arranjar soluções para combater o aquecimento global. <br><strong>"O futuro só depende do que fazemos no presente"</strong>- <em>Mahatma Gandhi</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-07 07:19:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bibliografia/webgrafia</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/289991090</link>
         <description><![CDATA[<div>·<a href="https://www.todamateria.com.br/aquecimento-global/">https://www.todamateria.com.br/aquecimento-global/</a></div><div>·<a href="https://www.coladaweb.com/geografia/aquecimento-global">https://www.coladaweb.com/geografia/aquecimento-global</a></div><div>·<a href="http://www.explicatorium.com/sociedade/aquecimento-global.html">http://www.explicatorium.com/sociedade/aquecimento-global.html</a> </div><div>·Google<em> </em>imagens<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-07 07:44:45 UTC</pubDate>
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         <title>Aquecimento global  ☀️</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/299966893</link>
         <description><![CDATA[<div>O aquecimento global é um fenómeno climático que consiste no aumento das temperaturas do planeta e das águas do oceano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 19:33:05 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo das rochas 🌋⛰🏜</title>
         <author>biacorreia1904</author>
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         <description><![CDATA[<div>A evolução da vida é um dos capítulos mais interessantes da história da Terra que pode ser decifrado através do estudo dos fósseis preservados nas rochas. <br>A história da Terra encontra-se escrita nas rochas, é uma história feita de acontecimentos, ora rápidos e de extraordinária violência, ora lentos e extremamente calmos.<br>Na verdade, a Terra, ao contrário do que se possa julgar, é um planeta "vivo", pois encontra-se em constantes formações, quer internas quer externas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 19:50:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/299974989</link>
         <description><![CDATA[<div>É no ciclo das rochas que se aplica um dos princípios básicos da termodinâmica. Conhecido por Lei de Lavoisier <strong>"na Natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma".</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 19:58:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/299976086</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a formação de rochas sedimentares durante o processo de afundamento acontece o  aumento da temperatura e pressão que leva à formação de rochas metamórficas, que pode atingir valores tão elevados que esses materiais entram em fusão dando origem ao magma. Inicia-se assim o processo de formação das rochas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 20:02:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/299977571</link>
         <description><![CDATA[<div>O ciclo das rochas tem o seu ponto de partida no magma, formado em profundidade, que é capaz de solidificar no interior da crusta terrestre dando origem a rochas magmáticas plutónicas ou solidificar à superfície ou perto dela dando origem a rochas magmáticas vulcânicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 20:08:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/299978787</link>
         <description><![CDATA[<div>À superfície, as rochas magmáticas vulcânicas são sujeitas a condições físicas e químicas, provocando a sua meteorização e originando sedimentos que que são transportados e depositados nas bacias sedimentares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 20:12:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/299979984</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando uma rocha magmática plutónicas ascende à superfície, por ação de movimentos tectónicos ou por erosão dos materiais que as recobrem, acabam por ficar em contacto com a atmosfera tal como as rochas magmáticas vulcânicas e ficam sujeitas à meteorização e à erosão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-02 20:17:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
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         <description><![CDATA[<div>Podemos concluir que diferentes fenómenos podem afetar de forma indiferenciada os três tipos de rochas considerados. <br>A meteorização e a erosão afetam qualquer tipo de rocha pré-existente. O aumento da pressão e da temperatura também pode afetar todo o tipo de rocha. Os magmas podem tem na sua origem qualquer tipo de rocha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 10:00:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/300048368</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 10:38:17 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade prática </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/300049353</link>
         <description><![CDATA[<div>A- Calcário;<br>B- Granito;<br>C- Gnaisse;<br>D- Mármore;<br>E- Arenito;<br>F- Basalto. <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 10:47:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/300049871</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Rochas sedimentares- </strong>arenito e calcário.<br><strong>Rochas magmáticas- </strong>basalto e granito.<br><strong>Rochas metamórficas- </strong>mármore e gnaisse.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 10:54:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/300050074</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao deitarmos cuidadosamente duas gotas de ácido sobre as amostras de calcário e de mármore reparamos que estas começaram a fazer efervescência com o ácido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 10:58:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>História destas rochas:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/300054105</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Granito</strong>- Ao material rochoso que se encontra total ou parcialmente fundido em locais profundos da Terra dá-se o nome de <strong>magma</strong>. Este ao solidificar no interior da no interior da crusta terrestre origina uma rocha magmática plutónica. Como o processo é muito calmo e o arrefecimento é lento a rocha tem tempo para organizar os seus minerais e tornar-nos visíveis a olho nu. Mais tarde, aos poucos, ascende à superfície.  <br><br></div><div><strong>Basalto- </strong>Ao material rochoso que se encontra total ou parcialmente fundido em locais profundos da Terra dá-se o nome de <strong>magma</strong>. Este ao solidificar na superfície terrestre ou perto dela origina uma rocha magmática vulcânica. Como o processo é muito violento e o arrefecimento é rápido a rocha não tem tempo para organizar os seus minerais ficando apenas visíveis ao microscópio.<br><br></div><div><strong>Calcário- </strong>Os calcários, na maioria das vezes, são formados pela acumulação de organismos ou pela precipitação de carbonato de cálcio na forma de bicarbonato, principalmente em meio marinho. Também podem ser encontrados em rios, lagos e no subsolo (grutas).<br><br></div><div><strong>Arenito- </strong>o arenito é uma rocha sedimentar que resulta da compactação e litificação de areias. São rochas que sofrem meteorização, erosão, transporte, deposição e acabam com a diagénese (transformação de sedimentos numa rocha sedimentar). <br><br></div><div><strong>Mármore- </strong>o mármore é uma rocha metamórfica originada do calcário exposto a altas temperaturas e pressão elevadas.<br><br></div><div><strong>Gnaisse- </strong>o gnaisse é uma rocha de origem metamórfica, resultante da deformação de sedimentos do granito<strong>.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 11:51:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bibliografia/ webgrafia </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/300056469</link>
         <description><![CDATA[<div>. Google imagens <br>. Manual Geologia 10 ensino secundário <br>A.Guerner Dias | Paula Guimarães | Paulo Rocha | José Tomás Oliveira <br>. <a href="https://www.wikipedia.org/">https://www.wikipedia.org/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 12:19:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As placas tectónicas e os seus movimentos 🌍  </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312633623</link>
         <description><![CDATA[<div>Tudo começou quando Wegener, que recuperava no hospital de um ferimento obtido em combate durante a primeira guerra mundial, observou a complementaridade existente entre a costa ocidental de África e a costa oriental da América do Sul e admitiu que os dois continentes pudessem, no passado ter estado unidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 13:59:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312633955</link>
         <description><![CDATA[<div>A Teoria da Tectónica de Placas defende que a litosfera (parte superior da Terra que engloba a crusta e parte do manto superior) se encontra fragmentada em diferentes porções. Estas porções, que encaixam umas nas outras como se fossem um puzzle, são as placas litosféricas (fragmentos constituídos por rocha sólida).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 14:02:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312635991</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos então observar que a litosfera se encontra fragmentada por diferentes placas que estão em constante movimento, segundo direcções bem definidas. Para que este modelo funcione na perfeição, existem zonas onde se forma uma nova litosfera (zonas onde a placa litosférica está a crescer fazendo com que as placas se movimentem). Por outro lado, se apenas existissem zonas de formação de litosfera, a Terra estaria constantemente a aumentar de tamanho. Por isso, também existem zonas onde a litosfera vai ser lentamente destruída (zonas onde a placa litosférica vai desaparecendo). <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 14:19:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312636672</link>
         <description><![CDATA[<div>As fronteiras de placas são locais onde o movimento relativo entre as diferentes placas faz com que haja grandes quantidades de energia envolvida neste processo, pelo que, são locais onde se gera actividade vulcânica e também sísmica com relativa abundância.<br><br></div><div> <br>É possível então definir diferentes limites ou fronteiras para as placas tectónicas ou litosféricas, em resultado do seu comportamento.<br>      </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 14:24:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limites transformantes ou conservativos</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312639137</link>
         <description><![CDATA[<div>O movimento lateral entre duas placas ao longo de uma falha transformante pode produzir efeitos facilmente observáveis á superfície. Devido a fricção, as placas não podem pura e simplesmente deslizar uma pela outra. Em vez disso, a tensão acumula-se em ambas as placas e quando atinge um nível tal, em qualquer um dos lados da falha, que excede a força de atrito entre as placas, a energia potencial acumulada é libertada sob a forma de movimento ao longo da falha. As quantidades de energia libertadas neste processo são causa de terramotos (fenómeno comum ao longo de limites transformantes).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 14:42:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312640113</link>
         <description><![CDATA[<div>    Um bom exemplo deste tipo de limite de placas é o complexo da falha de Santo André, localizado na costa oeste da América do Norte. Neste local, as placas do Pacifico e norte-americanas movem-se relativamente uma a outra, com a placa do Pacifico a mover-se na direção noroeste relativamente a América do Norte. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 14:48:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Limites divergentes ou construtivos</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312641355</link>
         <description><![CDATA[<div>    Nos limites divergentes, duas placas afastam-se uma da outra sendo o espaço produzido por este afastamento preenchido com novo material crustal, de origem magmática. A origem de novos limites divergentes está associada com os chamados pontos quentes e forma uma nova litosfera. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 14:55:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312641450</link>
         <description><![CDATA[<div>Na litosfera oceânica, os limites divergentes são típicos da dorsal oceânica, incluindo a dorsal médio-atlântica e a dorsal do Pacífico oriental; na litosfera continental estão tipificados pelas zonas de vale de rífte como o Grande Vale do Rifte da África Oriental. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 14:55:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limites convergentes ou destrutivos</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312819462</link>
         <description><![CDATA[<div> A natureza de um limite convergente depende do tipo de litosfera que constitui as placas em presença. O sentido do movimento relativo entre duas placas litosféricas faz com que elas se aproximem uma da outra e assim esse local vai sendo destruído. Pode ocorrer colisão entre duas placas oceânicas, uma placa oceânica e outra continental ou entre duas placas continentais. Á superfície, a expressão topográfica deste tipo de colisão é muitas vezes uma fossa, no lado oceânico e uma cadeia montanhosa do lado continental.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 09:11:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312826998</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando duas placas oceânicas colidem, a placa mais densa, mais antiga, mais fria e mais espessa mergulha sob a outra placa, em direção ao manto. À medida que a placa fria desce, a pressão aumenta, a água aprisionada nas rochas da crosta oceânica subductada é “espremida” e ascende à superfície terrestre. Existe fusão do manto, produzindo uma cadeia de vulcões.<br>Ilhas Japonesas: Convergência entre placas oceânicas:</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 09:42:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312827226</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando duas placas continentais colidem, ambas resistem à subducção. Pensa-se que isto sucede devido à maior densidade das rochas continentais formando assim cadeias montanhosas na Terra.<br>Himalaias: Convergência entre placas continentais:</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 09:43:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312827293</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando a colisão ocorre entre uma densa placa oceânica e uma placa continental de menor densidade, geralmente a placa oceânica mergulha sob a placa continental, formando uma zona de subducção. Mais tarde o material subductado vai ser fundido devido a pressão e às altas temperaturas.<br>Cordilheira dos Andes: convergência entre placa oceânica e continental: </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 09:43:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bibliografia/ Webgrafia</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312838845</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://placastectonicas.webnode.com.br/news/os-limites-entre-as-placas/">https://placastectonicas.webnode.com.br/news/os-limites-entre-as-placas/</a><br><a href="http://entendendoageologiaufba.blogspot.com/2012/02/limites-convergentes_29.html">http://entendendoageologiaufba.blogspot.com/2012/02/limites-convergentes_29.html</a><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tect%C3%B3nica_de_placas">https://pt.wikipedia.org/wiki/Tect%C3%B3nica_de_placas</a><br>Google imagens;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:21:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcanismo- Fluxos de lava 🌋 </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312840606</link>
         <description><![CDATA[<div>O vulcanismo é o conjunto de atividades de movimentação e liberação de materiais magmáticos do interior para a superfície da Terra. São todas as atividades relacionadas com a dinâmica de vulcões e do material por eles liberado. Os elementos liberados com o magma são: rochas, cinzas e gases que são chamados de materiais piroclásticos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:27:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lava- Fluxos de lava</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312843636</link>
         <description><![CDATA[<div>Lava é um conceito com origem na língua italiana que se utiliza para denominar a matéria em fusão ou derretida que é expulsa do vulcão em plena erupção. Quando a lava se encontra no interior da Terra dá-se-lhe o nome de magma, ao passo que uma vez expulsada e solidificada recebe o nome de rocha vulcânica.<br><br></div><div>Pode-se dizer que a lava é um magma que ascende pela crusta terrestre e que alcança a superfície. A pressão atmosférica faz com que ela perca os gases contidos no interior da Terra. A lava pode alcançar uma temperatura que oscila entre os 700ºC e os 1.200ºC.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:37:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Erupções Explosivas:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312846816</link>
         <description><![CDATA[<div>As lavas são muito viscosas, fluem com dificuldade e impedem a libertação de gases, ocorrendo por isso, violentas explosões. Devido à sua viscosidade, a lava, por vezes, não chega a derramar constituindo estruturas arredondadas, chamadas domas ou cúpulas. Noutras situações a lava solidifica mesmo dentro da chaminé, formando agulhas vulcânicas, que podem mais tarde ficar a descoberto devido à erosão do cone.<br><br></div><div>  Nas erupções explosivas os cones são essencialmente formados pela acumulação de piroclastros.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:47:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Erupções Efusivas:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312847505</link>
         <description><![CDATA[<div>O magma é fluído, a libertação de gases é fácil e a erupção é calma, com derramamento de lava abundante a altíssima temperatura.<br>A lava desliza rapidamente, espalhando-se por grandes distâncias. Se os terrenos forem planos, a lava pode cobrir grandes áreas, constituindo os mantos de lava, se houver declive acentuado, pode formar "rios" de lava, denominados correntes de lava ou também escoadas lávicas. Os vulcões predominantemente efusivos, quando formam cones, são baixos, pois a lava espalha-se por grandes superfícies. O vulcanismo dos fundos oceânicos é do tipo efusivo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:49:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Erupções Mistas:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312847963</link>
         <description><![CDATA[<div>Assumem aspectos intermédios entre os descritos, observando-se fases explosivas que alternam com fases efusivas.<br><br></div><div> Nas erupções intermédias formam-se cones mistos, em que alternam camadas de lava com camadas de piroclastros.<br><br></div><div>As explosões são explicadas pela entrada de água na chaminé ou na câmara  magmática, que devido às altas temperaturas, se vaporizou, originando uma grande quantidade de água. Por essa razão, deu-se um aumento da pressão interior, tornando a erupção periodicamente explosiva.<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:50:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de lava:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312848366</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Lava fluida ou lava básica </strong>– tem uma temperatura muito elevada, pobre em sílica e em gases. São lavas que se movem muito rapidamente e são características de erupções vulcânicas do tipo efusivo.<br><br></div><div><strong>Lava intermédia ou mista </strong>– é um tipo de lava com características intermédias entre as lavas ácidas e básicas.<br><br></div><div><strong>Lava Viscosa ou Ácida </strong>– lava de baixas temperaturas, rica em sílica e em gases. É uma lava que se move com muita dificuldade e característica de erupções vulcânicas do tipo explosivo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:52:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fluxos de Lava (atividade prática)</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312849666</link>
         <description><![CDATA[<div>Na atividade prática que foi sulicitada pelo professor o meu grupo ficou com a mistura de 50% de água e 50% de mel. Repartimos a mistura por três tubos de ensaio que foram colocados a diferentes temperaturas (um a temperatura ambiente, outro foi colocado no gelo e por fim um foi aquecido) seguidamente, fizemos uma rampa onde iamos comparar a viscosidade e a velocidade das lavas (que eram representadas pelo mel).<br>A conclusão retirada dessa atividade foi que quanto mais fria fosse a lava maior era a sua viscosidade. <br>Entretanto existiam outros grupos com diferentes porções de água e mel; o mais viscoso (100% mel/ 0% água) o intermédio (70% mel/ 30% água) e o que continha lava efusiva (50% mel/ 50% água). A (suposta) lava mais viscosa e lenta foi a 100% água/100% mel fria e a menos viscosa e mais rápida foi a 50% mel/ 50% água. <br>Após esta atividade temos a capacidade de identificar e comparar os diferentes tipos de lava.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:56:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Padlet’s dos meus amigos: </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312856491</link>
         <description><![CDATA[<div>Ariana Carvalho: <a href="https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss">https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss</a><br>Rosa Pereira: <a href="http://padlet.com/Rosa_Oliveira">http://padlet.com/Rosa_Oliveira</a><br>Dinis Gonçalves: <a href="https://padlet.com/dinismg12/degelo24cidades">https://padlet.com/dinismg12/degelo24cidades</a><br>João Oliveira:<br><a href="https://padlet.com/joaoliveirafafe/teop93fmxizc">https://padlet.com/joaoliveirafafe/teop93fmxizc</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 11:20:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bibliografia/ Webgrafia</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/312856665</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.alunos.esffl.pt/vulcanismo/tipos_d_erp_vulc.htm">http://www.alunos.esffl.pt/vulcanismo/tipos_d_erp_vulc.htm<br></a><a href="https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/geografia/o-que-e-vulcanismo.htm">https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/geografia/o-que-e-vulcanismo.htm<br></a>Google imagens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 11:20:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Notícia:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/313140537</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/redetvnews/videos/giro-internacional/vulcao-entra-em-erupcao-pela-5-vez-na-guatemala">https://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/redetvnews/videos/giro-internacional/vulcao-entra-em-erupcao-pela-5-vez-na-guatemala</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 19:48:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Biologia é a ciência que se dedica ao estudo da vida e dos fenómenos que com ela estão intimamente relacionados.</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344488371</link>
         <description><![CDATA[<div>Os diversos ramos da Biologia dedicam-se a assuntos tão distintos que vão desde as causas da origem da vida, passando pela catalogação da biodiversidade, dos processos que regulam os sistemas biológicos, dos mecanismos de adaptação e evolução, das interações que estabelecem, até às causas do seu fim. A escala de estudo parte de “simples moléculas” até chegar ao “ecossistema global”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 19:48:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Geologia é o ramo das Ciências Naturais que se ocupa do estudo da Terra.</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344490503</link>
         <description><![CDATA[<div>Estuda a sua origem e evolução, a sua estrutura e composição, e ainda processos variados que ocorrem quer no seu interior quer no exterior, os quais conduzem, entre outros, à génese de sismos e vulcões, à formação de montanhas ou mesmo ao desaparecimento de espécies animais e vegetais. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 20:15:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344495021</link>
         <description><![CDATA[<div>Vou abordar o tema número 1 que é... “Caracterizar o lince ibérico e o seu posicionamento hierárquico biológico e na estrutura do ecossistema”.</div><div> O lince-ibérico possui um pelo castanho-avermelhada coberta de manchas pretas que podem ser desde pequenos pontos ou riscas, uma cauda pequena, pincéis nas pontas das orelhas e barbas. O peso médio de um macho adulto é de cerca de 12 Kg enquanto as fêmeas pesam em média cerca de 9 Kg.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 21:12:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344495053</link>
         <description><![CDATA[<div>O lince ibérico é uma espécie predominantemente florestal e, portanto, evita espaços abertos e sem cobertura. O lince é capaz de usar qualquer tipo de vegetação que se encontre à superfície, nomeadamente arvoredos, bosques e pastagens. No entanto, a espécie é muito seletiva quando se trata em fixar-se numa determinada área e dominar um território. Para isso, o lince ibérico, seleciona preferencialmente áreas de floresta mediterrânea com refúgio abundante e um mínimo de um coelho por hectare. Este felino prefere um ambiente com arbustos densos como o medronheiro, a aroeira e zimbros, e árvores como a azinheira e o sobreiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 21:13:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344495109</link>
         <description><![CDATA[<div>Come essencialmente coelhos europeus, embora ás vezes coma também veados jovens, aves, peixes, raposas, cobras e repteis. Sabe-se que às vezes mata os seus predadores só por prazer. O lince-ibérico é especialista na caça de coelhos, os quais representam a maioria da sua alimentação. Este aparece abundantemente por toda a região, e basta a captura de um coelho por dia para satisfazer as necessidades energéticas do lince. Apesar de ser uma presa fácil e vantajosa em termos energéticos, ao alimentar-se quase exclusivamente de coelhos-bravos, o lince-ibérico, enquanto espécie, tornou-se muito dependente do número de coelhos. De facto, o desaparecimento dos coelhos, devido à caça e a doenças, é uma das principais causas do desaparecimento dos linces-ibéricos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 21:14:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344495174</link>
         <description><![CDATA[<div>O lince ibérico (Lynx pardinus, Temmick, 1827) tem origem na linha evolutiva dos grandes carnívoros (tigres, leões, jaguares e leopardos) dos quais se separou há cerca de três ou quatro milhões de anos. Pela sua aparência física, de uma forma intuitiva frequentemente associa-se a qualquer das outras linhas de felinos existentes, o lince ibério está mais próximo de um tigre do que de um gato na sua escala de evolução.</div><div>A linhagem dos linces divergiu da dos outros felídeos há cerca de 7,2 milhões de anos.[4] O género Lynx começou a diversificar-se há cerca de 3,24 milhões de anos, e o lince-ibérico separou-se do lince-euroasiático há cerca de 1,18 milhão de anos.[4]</div><div>Actualmente, a distribuição do lince pode estar restrita a duas áreas na Península Ibérica onde existem populações reprodutoras – Doñana e Andújar-Cardeña. Poderá também existir presença residual de indivíduos nas regiões dos Montes Toledo Oriental, Sistema central OcideEstima-se que houve uma regressão de cerca de 80% na área de distribuição entre 1960 e 1990, tendência que se manteve até à actualidade.ntal e algumas áreas da Serra Morena.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 21:15:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344495202</link>
         <description><![CDATA[<div>A época de acasalamento ocorre entre Janeiro e Fevereiro, e é na época do cio que os machos demonstram entre si uma atitude territorial mais intensa. Atraídos pelos sons e pelo odor das marcações, os dois indivíduos, macho e fêmea, formam um casal e permanecem juntos durante alguns dias, inclusive nas actividades de caça.</div><div>           </div><div>No período que se segue ao acasalamento, o macho abandona a fêmea, e não toma parte no desenvolvimento das crias. Após um período de gestação que varia entre 2 meses e meio nascem entre 1 e 4 crias (sobrevivendo apenas 1/2 crias) no mês de Março.</div><div> </div><div>            </div><div>As crias seguindo e observando a mãe, aprendem a caçar e a defender-se, adquirindo muitos dos conhecimentos que utilizarão ao longo da sua vida.</div><div>            </div><div>Este pequeno aumento populacional por cada ninhada de crias é um dos factores responsáveis pelo baixíssimo número de linces existentes actualmente.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 21:15:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344496183</link>
         <description><![CDATA[<div>O microscópio ótico é um instrumento indispensável aos trabalhos laboratoriais que envolvam o estudo da célula. Ao fornecer imagens ampliadas de grande precisão, torna possível a observação de estruturas invisíveis à vista desarmada. Para uma rentabilização das suas potencialidades torna-se essencial conhecer a sua constituição e funcionamento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 21:30:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O microscópio é constituído por duas partes:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344496662</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>parte mecânica </strong>é constituída por:<br><br> • <strong>Pé ou base</strong>– suporta o microscópio, assegurando a sua estabilidade.<br> • <strong>Braço ou coluna- </strong>peça fixa à base, na qual estão aplicadas todas as<br>outras partes constituintes do microscópio.<br>• <strong>Tubo ou canhão- </strong>cilindro que suporta os sistemas de lentes, localizando-se na extremidade superior a ocular e na inferior o revólver com objectivas.<br>• <strong>Platina- </strong>peça circular, quadrada ou rectangular, paralela à base, onde<br>se coloca a preparação a observar, possuindo no centro um orifício circular ou alongado que possibilita a passagem dos raios luminosos concentrados pelo condensador. Apresenta geralmente 2 pinças destinadas a imobilizar as preparações.<br>• <strong>Parafuso macrométrico- </strong>engrenagem cuja rotação é responsável por movimentos verticais da platina, rápidos e de grande amplitude. Permite<br>afastar ou aproximar a platina das objectivas rapidamente. É indispensável para fazer a focagem.<br>• <strong>Parafuso micrométrico</strong>– Afasta ou aproxima a platina das objectivas ao imprimir-lhe movimentos de amplitude muito reduzida, completando a focagem. Permite explorar a profundidade de campo do microscópio.<br>• <strong>Revólver</strong>– disco adaptado à zona inferior do tubo, que suporta duas a quatro objectivas de diferentes ampliações: por rotação é possível trocar rápida e comodamente de objectiva.<br>•<strong>Charriot- </strong>Movimenta a lâmina de um lado para o outro, permitindo uma análise da lâmina como um todo.<br><br>A <strong>parte ótica </strong> é constituída por:<br><br>• <strong>Sistema de oculares e sistema de objetivas</strong> – o conjunto de lentes que permitem a ampliação do objeto. A ampliação total dada pelo microscópio é igual ao produto da ampliação da objetiva pela ampliação da ocular.              <br>           • <strong>Ocular- </strong> capta a imagem ampliada pela objetiva, ampliando- a, através do seu sistema de lentes e permite a sua observação pelo olho humano. As oculares mais usadas são as de ampliação 10X. <br>           • <strong>Objetivas </strong>- Ampliam a imagem do  objeto a ser observado, através do sistema de e lentes que a compõem.<br>• <strong>Fonte Luminosa</strong> – existem vários tipos de fontes luminosas, podendo ser uma lâmpada (iluminação artificial), ou um espelho que reflicta a luz solar (iluminação natural). Os dois tipos de iluminação tem virtudes e defeitos, mas destinam-se os dois à iluminação da preparação, possibilitando assim a sua visualização.<br>• <strong>Diafragma</strong> – regula a intensidade luminosa no campo visual do microscópio.<br>• <strong>Condensador</strong> – distribui regularmente, no campo visual do microscópio, a luz que atravessa o diafragma.<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 21:37:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344499116</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a realização desta actividade prática foi necessário o seguinte material:</div><div>· Microscópio ótico;</div><div>· Tesoura;</div><div>· Um jornal;</div><div>· Pinça;</div><div>· Garrafa de esguicho;</div><div>· Lâmina;</div><div>· Agulha;</div><div>· Lamela.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 22:11:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Procedimento:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344499384</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1ª fase:</strong> Numa primeira fase pegamos no jornal e procuramos a letra “F” e recortamos.<br><br></div><div><strong>2ª fase:</strong> Inserimos uma gota de água na lâmina com a garrafa de esguicho e em seguida mergulhamos a letra  na água com a ajuda da pinça.<br><br></div><div><strong>3ª fase:</strong> Colocamos a lamela a 45º graus e com o auxílio da agulha deixamos que ela caísse de modo a não deixar a preparação com bolhas de ar.<br><br></div><div><strong>4ª fase:</strong> Colocamos a preparação na platina virada para a ocular, ou seja, para a pessoa que observa e focamos a solução com a assistência dos parafusos macro e micrométricos.<br><br></div><div><strong>5ª fase: </strong>Depois de focado, com muito cuidado observamos e tiramos as conclusões desta experiência.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 22:13:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão: </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344499434</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta experiência podemos concluir que a letra “F” vista no microscópio encontra-se invertida, da direita para a esquerda e de baixo para cima.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 22:14:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344501064</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a realização desta actividade prática foi necessário o seguinte material:<br><br></div><div>· Microscópio ótico;</div><div>· Garrafa de esguicho;</div><div>· Lâmina;</div><div>· Lamela;</div><div>· Um cabelo louro;</div><div>· Um cabelo preto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 22:31:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Procedimento:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344501098</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1ª fase:</strong> Numa primeira fase pegamos em dois cabelos de pessoas diferentes para realizar a experiência.<br><br></div><div><strong>2ª fase:</strong> Inserimos uma gota de água na lâmina com a garrafa de esguicho, cortamos os cabelos para melhor manutenção e em seguida cruzamos-os e mergulhamos na água.<br><br></div><div><strong>3ª fase:</strong> Colocamos a lamela a 45º graus e com o auxílio da agulha deixamos que ela caísse de modo a não deixar a preparação com bolhas de ar.<br><br></div><div><strong>4ª fase:</strong> Colocamos a preparação na platina e tentamos focar os cabelos com a assistência dos parafusos macro e micrométricos.<br><br></div><div><strong>5ª fase: </strong>Depois de focado, com muito cuidado observamos e tiramos as conclusões desta experiência.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 22:32:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344501138</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta atividade posso então concluir que é possível observar nitidamente nas lentes de ampliação 4x e 10x. Na de 40x é apenas possível focar um fio de cabelo de cada vez e não ambos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 22:32:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Epitélio da cebola </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344501952</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a realização desta actividade prática foi necessário o seguinte material:<br><br></div><div>· Microscópio ótico;</div><div>· Garrafa de esguicho;</div><div>· Lâmina;</div><div>· Lamela;</div><div>·  Bisturi;</div><div>·  Pinça ;</div><div>·  Corantes (vermelho-neutro, azul de metileno, amarelo (água iodada));</div><div>·  Cebola.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 22:49:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Procedimento:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344502661</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1ª fase-</strong> Numa primeira fase corta-mos a cebola, com o auxílio do bisturi e retiramos uma das suas túnicas.<br><br></div><div><strong>2ª fase-</strong> Retiramos a epiderme da parte côncava da túnica, com uma pinça.<br><br></div><div><strong>3ª fase-</strong> Cortamos 3 pequenos pedaços da epiderme.<br><br></div><div><strong>4ªfase-</strong> Colocamos sobre 4 lâminas (A, B, C e D), respectivamente:<br><br></div><div>         - uma gota de água destilada;<br><br></div><div>        -uma gota de solução de vermelho neutro;<br><br></div><div>        -uma gota de água iodada;<br><br></div><div>        -uma gota de azul-de-metileno.<br><br></div><div><strong>5ª fase-</strong> Colocamos um pedaço da epiderme em cada lâmina.<br><br></div><div><strong>6ª fase -</strong> Colocamos a lamela a 45º graus e com o auxílio da agulha deixamos que ela caísse de modo a não deixar a preparação com bolhas de ar.<br><br></div><div><strong>7ª fase -</strong> Colocamos a preparação na platina e tentamos focar as preparações com a assistência dos parafusos macro e micrométricos.<br><br></div><div><strong>8ª fase-</strong>  Observamos, de cada vez, as preparações ao microscópio nas diversas ampliações.<br><br></div><div><strong>9ª fase-</strong> Tiramos as conclusões desta experiência.<br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 23:03:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344502787</link>
         <description><![CDATA[<div><br> Com esta experiência observaram-se as paredes celulares, o núcleo, vacúolos, o citoplasma, organitos citoplasmáticos, membrana nuclear. <br><br></div><div>Os corantes actuaram de modos diferentes: <br><br></div><div>·  O azul-de-metileno corou principalmente o núcleo; </div><div>·  o vermelho neutro corou preferencialmente os vacúolos, além do núcleo e paredes celulares; </div><div>·  a água iodada corou as membranas celulares o núcleo, as paredes celulares. </div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 23:06:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Epitélio bucal</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344503530</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a realização desta actividade prática foi necessário o seguinte material:<br><br></div><div>· Microscópio ótico;</div><div>· Garrafa de esguicho;</div><div>·  Lâmina;</div><div>·  Lamela;</div><div>·  Palito;</div><div>·  Agulha;</div><div>·  Corantes (azul de metileno);</div><div>·  Epitélio bucal.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 23:20:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Procedimento:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344503570</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1ª fase:</strong> Numa primeira fase inserimos uma gota de corante na lâmina.<br><strong>2ª fase-</strong> pedimos permissão a um colega para lhe rasparmos a língua com um palito.</div><div><strong>3ª fase-</strong> Colocamos o produto obtido sobre a gota do corante.</div><div><strong>4ª fase-</strong> Colocamos a lamela a 45º graus e com o auxílio da agulha deixamos que ela caísse de modo a não deixar a preparação com bolhas de ar.</div><div><strong>5ª fase –</strong> Colocamos a preparação na platina e tentamos focar os cabelos com a assistência dos parafusos macro e micrométricos.</div><div> <strong>6ª fase-</strong> Observamos a preparação ao microscópio óptico, nas diferentes ampliações.</div><div><strong>7ª fase-</strong> Tiramos as nossas conclusões .<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 23:20:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão: </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/344503626</link>
         <description><![CDATA[<div>As células estão separadas umas das outras ou então um pouco</div><div>sobrepostas. Observou-se a membrana celular, o citoplasma e o núcleo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-23 23:21:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Para realização desta atividade foi necessário o seguinte material:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/345887902</link>
         <description><![CDATA[<div>· Microscópio óptico;</div><div>· Lâminas;</div><div>· Lamelas;</div><div>· Pinça;</div><div>· Bisturi;</div><div>· Marcador;</div><div>· Água destilada;</div><div>· Sal; </div><div>· Balança;</div><div>· Solução de Cloreto de Sódio (preparada na aula);</div><div>· Pétalas de Camélia (Japoneira).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-27 20:07:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Procedimento:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/345888156</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1ªfase:</strong>  Para preparar a solução de cloreto de Sódio colocamos 12 gramas (pesados na aula) numa proveta seca e adicionamos água destilada até aos 100 mililitros.<br><br></div><div><strong>2ªfase:</strong> Enchemos uma proveta com 100 mililitros de água destilada.<br><br></div><div><strong>3ª fase:</strong> Marcamos os tubos para não existirem falhas.  <br><br></div><div><strong>4ª fase:</strong> Com a pinça retirou-se dois fragmentos da epiderme superior das pétalas.<br><br></div><div><strong>5ª fase:</strong> Distinguiu-se a lâmina A e a B.<br><br></div><div><strong>6ª fase:</strong> Na lâmina A, colocou-se um dos fragmentos da epiderme da pétala em água destilada.<br><br></div><div><strong>7ª fase:</strong> Colocamos a lamela a 45º graus e com o auxílio da agulha deixamos que ela caísse de modo a não deixar a preparação com bolhas de ar.<br><br></div><div><strong>8ª fase:</strong> Na lâmina B, colocou-se o outro fragmento da epiderme da pétala em cloreto de sódio. <br><br></div><div><strong>9ª fase:</strong> Colocamos a lamela a 45º graus e com o auxílio da agulha deixamos que ela caísse de modo a não deixar a preparação com bolhas de ar.<br><br></div><div><strong>10ª fase:</strong> Observaram-se as preparações ao microscópio.<br><br></div><div><strong>11ª fase:</strong> Fizemos um esboço do que observávamos ao microscópio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-27 20:08:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão: </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/345888374</link>
         <description><![CDATA[<div>· Na preparação A, as células da epiderme da Camélia foram colocadas num meio hipotónico, daí o vacúolo encher, tornando-se um meio hipertónico o que provoca o estado de turgescência. A lise celular não é possível acontecer pois trata-se duma célula vegetal e estas têm parede celular o que impossibilita exceder o volume celular.<br><br></div><div> <br><br></div><div>· Na preparação B, as células da epiderme da Camélia encontravam-se num meio hipertónico, o que obrigou a água que se encontrava no meio intracelular a passar para o meio extracelular, encontrando-se num estado de plasmólise (célula plasmolisada, isto é, o vacúolo diminui portanto á saída de água deixando uma maior concentração de pigmentos).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-27 20:09:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Com a realização desta actividade foi possível a comprovação do gradiente de concentração, isto é, a passagem das substâncias do meio menos concentrado (hipotónico) para o mais concentrado (hipertónico), tentando tornar o meio intra/extracelular com iguais concentrações (isotónicas).</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/345896310</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-27 20:39:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A costa de Peniche está localizada na parte ocidental da costa portuguesa, no distrito de Leiria. O litoral de Peniche insere-se numa paisagem geológica de elevado interesse científico e testemunha parte importante do passado histórico da Terra. Além disso, os seus sítios, estruturas e objetos geológicos encontram-se bem delimitados geograficamente e são facilmente acessíveis. </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/346759638</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 10:10:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/346759657</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora a enorme geodiversidade da costa de Peniche, destacam-se alguns locais de interesse geológico. Assim, consideram-se seis locais de estudo com grande proximidade geográfica entre si:<br><br></div><div>· Praia da Consolação;</div><div>· Cabo Carvoeiro;</div><div>· Remédios;</div><div>· Ponta do Trovão e Praia do Abalo;</div><div>· Papôa;</div><div>· Baleal;</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 10:11:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O lugar que eu vou analisar vai ser a Papôa:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/346759703</link>
         <description><![CDATA[<div>Na costa norte de Peniche surge uma pequena península com calcário e brecha vulcânica, conhecida por ilhéu da Papoa. Esta formação rochosa apresenta um modelado cársico, sendo um local de pesca bastante procurado, proporcionando, também, belas vistas para o mar. O ilhéu da Papoa marca o início da praia do Baleal, é refúgio dos surfistas e é também um excelente local para observação de aves marinhas.<br><br></div><div>A Papoa está rodeada de mar por três lados: norte, oeste e sul. Isto faz deste local um dos mais frescos da costa portuguesa durante o Verão. Nas regiões costeiras, como é o caso da península da Papoa, a precipitação ocorre sob a forma de chuva, de chuvisco, de aguaceiros, de granizo e muito raramente de neve. <br><br></div><div>Na Papoa o vento é forte e como esta se situa à beira-mar normalmente a temperatura desce com o vento marítimo que as ondas produzem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 10:11:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/346759748</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste local consegui identificar rochas magmáticas, sedimentares e metamórficas:<br><br></div><div>· Magmáticas: granito e basalto.</div><div>· Sedimentares: arenito, calcário, brecha.</div><div>·  Metamórficas: gnaisse.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 10:12:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/346759788</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 8 de março de 2019 a Papôa não apresentava pluviosidade, apresentava pouca nebulosidade, um vento moderado e a maré estava a subir.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 10:12:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/346759922</link>
         <description><![CDATA[<div>A Papôa é um pequeno cabo rochoso onde surge um afloramento que evidencia a ocorrência de atividade vulcânica no passado. Os estudos geológicos já realizados indicam uma atividade fortemente explosiva, dada a grande dimensão de alguns blocos lançados para o exterior.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 10:14:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lâmina A observada ao microscópio:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/346772261</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 13:12:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lâmina B observada ao microscópio:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/346772292</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 13:13:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lâmina A representada em papel: </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/346775747</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 13:39:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lâmina B representada em papel: </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/346775764</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 13:39:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 8 de março de 2019, os alunos da Escola Secundária de Fafe do curso ciência e tecnologias tiveram uma visita de estudo a Peniche.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 16:04:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/346802431</link>
         <description><![CDATA[<div>As <strong>células</strong> são as unidades estruturais e funcionais dos organismos vivos. Alguns organismos, tais como as bactérias, são unicelulares (consistem em uma única célula). Outros, tais como os seres humanos, são pluricelular  (várias células).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 17:46:31 UTC</pubDate>
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         <title>Células Procarióticas</title>
         <author>biacorreia1904</author>
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         <description><![CDATA[<div>Células que apresentam uma constituição muito simples, sem organelos nem núcleo individualizado. Nestas células o material genético não está envolvido pela membrana nuclear. Não apresentam por isso, um verdadeiro núcleo, mas uma estrutura designada por nucleóide.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 18:01:05 UTC</pubDate>
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         <title>Células Eucarióticas </title>
         <author>biacorreia1904</author>
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         <description><![CDATA[<div>Células mais complexas e geralmente de maiores dimensões que as procarióticas. O núcleo está bem definido e organizado pois existe uma membrana nuclear a envolver o material genético/ nuclear. Possui inúmeros orgânicos celulares dispersos pelo citoplasma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 18:04:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/346804554</link>
         <description><![CDATA[<div>As células eucarióticas podem ser distinguidas por animais e vegetais:<br><br><strong>Célula Eucariótica Animal- </strong>As células eucarióticas animais têm uma forma arredondada e possuem mitocôndrias e vácuolos de pequenas dimensões. São as células dos animais e dos seres humanos.<br><br><strong>Célula Eucariótica Vegetal- </strong>As células eucarióticas vegetais têm uma forma retangular e possuem cloroplastos, vácuolos de grandes dimensões, mitocôndrias e parede celular. São células das plantas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 18:09:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Célula Eucariótica Animal</title>
         <author>biacorreia1904</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 18:09:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Célula Eucariótica Vegetal </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/346805881</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 18:21:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/346809988</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha opinião a visita de estudo foi muito produtiva e escolhi este lugar porque foi o que mais me deu interesse em conhecer melhor. Gostei muito da visita de estudo</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 19:05:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Objetivos da atividade prática:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/366419303</link>
         <description><![CDATA[<div>Observar os estomas de uma folha, como são constituídos e de que modos reagem às diferenças de concentração de sais no meio envolvente. Observar também a influência da luz na abertura e fecho dos mesmos. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-07 19:05:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trocas gasosas nas plantas:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/366419377</link>
         <description><![CDATA[<div>As plantas são seres vivos que necessitam de realizar trocas gasosas nomeadamente na realização da fotossíntese. <br><br></div><div>Deste modo, as plantas necessitam de possuir nas suas folhas e/ou nos caules estruturas que possibilitem a entrada de dióxido de carbono e a saída de oxigénio. Possuem os estomas com o objetivo da realização das trocas gasosas entre si e o meio envolvente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-07 19:06:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/366419511</link>
         <description><![CDATA[<div>Os <strong>estomas</strong> são pequenas aberturas ou poros localizados na epiderme da maioria dos órgãos aéreos das plantas, sendo mais abundantes nas folhas e caules.<br> São formados por uma abertura, o ostíolo, que contacta com a câmara estomática, delimitada por duas células-guarda.<br> O estoma funciona como via principal para as trocas gasosas (dióxido de carbono, oxigénio e vapor de água).<br> O movimento de abertura e fecho do estoma é regulado ao nível das células-guarda. Variações na pressão de turgescência destas células, devidas ao movimento osmótico da água e ao fluxo de iões, determinam a abertura ou fecho dos estomas. Quando a turgescência das células-guarda aumenta, o estoma abre, e quando a turgescência destas células diminui, ocorre o movimento de fecho do estoma.<br> O movimento de fecho dos estomas é estimulado pelo aumento acentuado da concentração de ácido, que pode estar associado a situações de stress hídrico. <br> Em algumas espécies vegetais, a abertura dos estomas é estimulada pela presença de luz, encontrando-se estes fechados em condições de obscuridade.<br> O aumento da concentração de dióxido de carbono na câmara estomática conduz ao fecho dos estomas.<br> O movimento de fecho dos estomas pode também ser acionado por um grande aumento da temperatura.<br> Em situações de carência hídrica, os estomas fecham, reduzindo a perda de água por transpiração.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-07 19:07:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Processo de abertura e fecho dos estomas:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/366419960</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O estoma fecha</strong> quando há saída de água do interior das células-guarda para o meio envolvente devido a este ser hipertónico em relação ao meio interior.<br><br></div><div><strong>O estoma abre</strong> quando há entrada de água para o interior das células-guarda devido a concentração de sais ser maior no seu interior, assim o meio interior é hipertónico em relação ao meio envolvente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-07 19:11:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/366420161</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nota</strong>: É importante referir que o movimento da água se efetua a favor do gradiente de concentração por osmose e que a entrada de sais se realiza por transporte ativo. Os estomas possuem uma parte interior com características mais rígidas o que origina o ostíolo quando as células-guarda ficam túrgidas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-07 19:13:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Procedimento:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/366434922</link>
         <description><![CDATA[<div>1ª fase-  Preparou-se a bancada de trabalho de forma organizada;<br><br></div><div><br>2ª fase- Numa lâmina colocou-se uma gota de cloreto de sódio aquoso;<br><br></div><div><br>3ª fase- Com uma pinça e o bisturi retirou-se um fragmento da epiderme da folha da tradescância que estava ao escuro. (Preparação A);<br><br></div><div><br>4ª fase- Com a pinça colocou-se essa amostra sobre a solução aquosa de cloreto de sódio;<br><br></div><div><br>5ª fase- Cobriu-se a preparação com a lamela (colocamos a lamela a 45º graus e com o auxílio da agulha deixamos que ela caísse de modo a não deixar a preparação com bolhas de ar).<br><br></div><div><br>6ª fase- Levou-se a observação no microscópio.<br><br></div><div><br>7ª fase - O mesmo processo foi repetido mas desta vez com água destilada mas também com uma folha exposta ao escuro. (Preparação B).<br><br></div><div><br><strong>Depois de controlarmos a abertura dos estomas em diferentes concentrações de sais no meio envolvente controlamos a sua abertura em função da luz.</strong><br><br></div><div><br>8ª fase- Numa lâmina colocou-se uma gota de cloreto de sódio aquoso;<br><br></div><div><br>9ª fase- Com uma pinça e o bisturi retirou-se um fragmento da epiderme da folha da tradescância que estava à luz. (Preparação C);<br><br></div><div><br>10ª fase- Com a pinça colocou-se essa amostra sobre a solução aquosa de cloreto de sódio;<br><br></div><div><br>11ª fase- Cobriu-se a preparação com a lamela (colocamos a lamela a 45º graus e com o auxílio da agulha deixamos que ela caísse de modo a não deixar a preparação com bolhas de ar).<br><br></div><div><br>12ª fase- Levou-se a observação no microscópio.<br><br></div><div><br>13ª fase - O mesmo processo foi repetido mas com água destilada e com uma folha exposta à luz. (Preparação D).<br><br></div><div><br> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-07 21:46:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/366435156</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta atividade laboratorial foi possível verificar que o ostíolo tem um papel importante ao nível das trocas gasosas da planta e na realização da fotossíntese. Verifiquei que quando o interior das células-guarda é hipertónico em relação ao meio envolvente a água entra para o seu interior fazendo com que estas células fiquem turgidas provocando a abertura do ostíolo. Pelo contrário, quando o interior das células guarda é hipotónico em relação ao meio envolvente a água saí do seu interior para se deslocar para as proximidades fazendo com que a pressão de turgescência diminua o que provoca o fecho dos estomas.<br>Assim posso concluir que a abertura dos ostíolos depende das diferenças de concentração de sais no interior e no exterior as células guarda. Desta forma quando uma planta necessita de abrir o ostíolo para realizar as trocas gasosas, tem de introduzir sais no interior das células-guarda para que estas fiquem com maior concentração que o meio envolvente, o que provoca a entrada de água. Pelo contrário, quando a planta necessita de fechar o ostíolo tem que retirar os sais do interior das células guarda para que a água saia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-07 21:49:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Material</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/366436484</link>
         <description><![CDATA[<div>· Lâmina;</div><div>· Lamela;</div><div>· Pinça;</div><div>· Bisturi;</div><div>· Tesoura;</div><div>· Pipeta;</div><div>· Agulha;</div><div>·Vidro de relógio;</div><div>·Água destilada;</div><div>·Água com cloreto de sódio; </div><div>. Microscópio ótico;<br>. Lâmpada;</div><div>. Bata;</div><div>·Folhas de tradescância (erva da fortuna).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-07 22:07:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nota: </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/366574054</link>
         <description><![CDATA[<div> Se existir luz ocorre fotossíntese, que vai consumir dióxido de carbono, pelo que a sua concentração nas células-guarda baixa, não se formando ácido carbónico, o que permite a ativação da enzima fosforilase, que ao transformar o amido em glicose vai aumentar a concentração do meio. Entra água para estas células provocando-lhes a turgescência, abrindo o estoma e, deste modo, aumentando a taxa de transpiração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 17:31:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Preparação A:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/366576074</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação: 40x </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 17:58:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Preparação B:</title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/366576120</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação 40x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 17:59:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Preparação C: </title>
         <author>biacorreia1904</author>
         <link>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr/wish/366576186</link>
         <description><![CDATA[<div>Ampliação: 40x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 18:00:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Preparação D: </title>
         <author>biacorreia1904</author>
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         <pubDate>2019-06-09 18:01:02 UTC</pubDate>
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