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      <title>Ética e atuação do profissional da agronomia  by Otávio gomes</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-29 22:40:26 UTC</pubDate>
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         <title>Principais pontos da ética e atuação do profissional da agronomia </title>
         <author>Otaviogmsr</author>
         <link>https://padlet.com/Otaviogmsr/8x41k1pc7rk614dr/wish/3430567316</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>1. Responsabilidade técnica e compromisso com a sociedade</strong></p><ul><li><p>Atuar com competência, zelo e responsabilidade no planejamento e execução de atividades agrícolas, pecuárias, ambientais e agroindustriais.</p></li><li><p>Garantir a qualidade dos produtos e processos, protegendo a saúde humana, animal e ambiental.</p></li></ul><p><strong>2. Sustentabilidade ambiental</strong></p><ul><li><p>Promover o uso racional dos recursos naturais.</p></li><li><p>Incentivar práticas agrícolas sustentáveis, com respeito à biodiversidade e ao meio ambiente.</p></li></ul><p><strong>3. Respeito aos direitos humanos e sociais</strong></p><ul><li><p>Atuar com justiça social, promovendo o bem-estar das comunidades rurais e urbanas.</p></li><li><p>Combater o trabalho escravo ou degradante e respeitar os direitos dos trabalhadores rurais.</p></li></ul><p><strong>4. Integridade e honestidade</strong></p><ul><li><p>Não aceitar ou participar de práticas fraudulentas, corrupção, ou que causem dano à coletividade.</p></li><li><p>Recusar a execução de serviços para os quais não esteja habilitado legal ou tecnicamente.</p></li></ul><p><strong>5. Sigilo profissional</strong></p><ul><li><p>Manter confidencialidade sobre informações técnicas e estratégicas obtidas no exercício da profissão, salvo em casos exigidos por lei.</p></li></ul><p><strong>6. Atualização constante</strong></p><ul><li><p>Buscar o aperfeiçoamento contínuo, acompanhando avanços científicos, tecnológicos e legais.</p></li></ul><p><strong>7. Respeito às normas do Código de Ética Profissional</strong></p><ul><li><p>Seguir as diretrizes estabelecidas pelo <strong>Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA)</strong> e pelos <strong>CREAs</strong> (Conselhos Regionais</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 22:51:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fernandooliveirinha2000</author>
         <link>https://padlet.com/Otaviogmsr/8x41k1pc7rk614dr/wish/3430567556</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que é um agrônomo?</strong></p><p>O<strong> agrônomo ou engenheiro agrônomo</strong> é o profissional diplomado pelo curso de Agronomia ou Engenharia Agronômica. Ele é responsável por estudar, definir e aplicar as melhores técnicas e métodos para melhorar a produtividade do setor agropecuário, sempre de forma a respeitar e conservar o meio ambiente.</p><p>A profissão foi regulada pela primeira vez no Brasil por meio do <a rel="noopener noreferrer" href="http://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=2"><strong>Decreto nº 23.196</strong></a>, publicado em 1933. Posteriormente, foi publicada a <a rel="noopener noreferrer" href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=B8017E53C1724BD370243EEA4056121F.node2?codteor=562146&amp;filename=LegislacaoCitada+-PL+3352/2008"><strong>Lei nº 5.194/66</strong></a> pelo Congresso Nacional, que regulariza o exercício das profissões de engenheiro, arquiteto e engenheiro agrônomo.</p><p><strong>Qual é a função de um agrônomo?</strong></p><p>Segundo a <strong>Lei nº 5.194/66, </strong>o trabalho do agrônomo ou do engenheiro agrônomo consiste em:</p><ul><li><p>Desempenho de cargos, funções e comissões em entidades estatais, paraestatais, autárquicas, de economia mista e privada;</p></li><li><p>Planejamento ou projeto, em geral, de regiões, zonas, cidades, obras, estruturas, transportes, explorações de recursos naturais e desenvolvimento da produção industrial e agropecuária;</p></li><li><p>Estudos, projetos, análises, avaliações, vistorias, perícias, pareceres e divulgação técnica;</p></li><li><p>Ensino, pesquisas, experimentação e ensaios;</p></li><li><p>Fiscalização de obras e serviços técnicos;</p></li><li><p>Direção de obras e serviços técnicos;</p></li><li><p>Execução de obras e serviços técnicos;</p></li><li><p>Produção técnica especializada, industrial ou agropecuária.</p></li></ul><p>O A<strong>rt. 6º</strong> do <strong>Decreto nº 23.196/33,</strong>traz atribuições mais específicas. Algumas das que são listadas pela lei são:</p><ul><li><p>Experimentações racionais e científicas referentes à agricultura;</p></li><li><p>Difusão de mecânica agrícola, de processos de adubação, de métodos aperfeiçoados de colheita e de beneficiamento dos produtos agrícolas, bem como de métodos de aproveitamento industrial da produção vegetal;</p></li><li><p>Estudos econômicos relativos à agricultura e indústrias correlatas;</p></li><li><p>Genética agrícola, produção de sementes, melhoramento das plantas cultivadas e fiscalização do comércio de sementes, plantas vivas e partes vivas de plantas;</p></li><li><p>Fitopatologia (estudo das doenças de plantas), entomologia (estudo dos insetos) e microbiologia (estudo dos microrganismos patogênicos responsáveis por doenças infecciosas) agrícolas;</p></li><li><p>Aplicação de medidas de defesa e de vigilância sanitária vegetal;</p></li><li><p>Irrigação e drenagem para fins agrícolas;</p></li><li><p>Agrologia (estudo dos <a rel="noopener" href="https://agriq.com.br/solo/">solos</a>);</p></li><li><p>Peritagem e identificação de instrumentos, utensílios e máquinas agrícolas, sementes, plantas ou partes vivas de plantas, adubos, inseticidas, fungicidas, maquinismos e acessórios e, bem assim, outros artigos utilizados na agricultura ou na instalação de indústrias rurais e derivadas;</p></li><li><p>Avaliação e peritagem das propriedades rurais, suas instalações, rebanhos e colheitas pendentes, para fins administrativos, judiciais ou de crédito;</p></li></ul><p><strong>O que é preciso para ser um agrônomo?</strong></p><p>De acordo com o&nbsp;<a rel="noopener" href="http://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=2"><strong>Decreto nº 23.196</strong></a><strong>/33</strong>, para exercer a profissão de agrônomo e engenheiro agrônomo, é preciso que os profissionais sejam <strong>diplomados</strong> por escolas ou institutos de ensino agronômicos oficialmente reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC).</p><p>Caso a formação em agronomia tenha sido feito em uma <strong>escola superior estrangeira</strong>, é preciso que o diploma seja revalidado no Brasil, de acordo com a legislação federal.</p><p>Atualmente, o diploma de graduação só pode ser <a rel="noopener noreferrer" href="http://portal.mec.gov.br/revalidacao-de-diplomas">revalidado por uma universidade pública brasileira</a>. Ela deve ter um curso reconhecido ou equivalente ao mesmo nível e área cursado pelo profissional no exterior.</p><p>Além disso, também é preciso se registrar no <strong>Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA</strong>), órgão fiscalizador da profissão, do seu estado.</p><p><strong>Qual a diferença de um engenheiro agrônomo para um agrônomo?</strong></p><p>Uma das maiores dúvidas é saber como se referir ao profissional diplomado em agronomia: devemos chamá-lo de agrônomo ou de engenheiro agrônomo?</p><p>Quando a profissão foi regulamentada em 1933, eram utilizadas as duas nomenclaturas. No entanto, a partir de 1946, com o <a rel="noopener noreferrer" href="http://normativos.confea.org.br/downloads/9585-46.pdf"><strong>Decreto nº 9.585,</strong></a> foi definido que todos os diplomados em agronomia iriam receber, a partir do vigor da legislação, o título de <strong>engenheiro agrônomo</strong>.</p><p>Ainda assim, apesar do decreto, a questão ainda não chegou a um consenso.</p><p>O <strong>Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA)</strong> e o <strong>CREA</strong>, órgãos que regularizam e fiscalizam a profissão, reconhecem o título <strong>engenheiro</strong> <strong>agrônomo</strong>.</p><p>No entanto, o MEC, na <a rel="noopener noreferrer" href="http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rces01_06.pdf"><strong>Resolução CNE nº1</strong></a>, de 2006, que institui as diretrizes curriculares nacionais para o curso, trata Agronomia e Engenharia Agronômica como sinônimos, o que traz ainda mais incerteza quanto a qual é o termo correto.</p><p>Ao fim, como os órgãos reguladores da profissão adotam o termo engenheiro agrônomo, este, no final, acaba sendo o preferível.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 22:51:59 UTC</pubDate>
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         <title>Perfil é atuação e Ética do profissional da agronomia </title>
         <author>Otaviogmsr</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>O engenheiro agrônomo possui formação sólida em ciências agrárias e é essencial para a eficiência e sustentabilidade do setor agrícola. Suas funções incluem o planejamento e execução de projetos agrícolas, manejo de culturas e desenvolvimento de práticas sustentáveis. Ele também atua na pesquisa, na extensão rural e na consultoria para melhorar a produtividade e a preservação dos recursos naturais.</p><p>A ética profissional é fundamental para garantir a confiança e a eficácia do trabalho. O Código de Ética exige que o agrônomo atue com integridade, transparência e responsabilidade, respeitando a legislação e promovendo práticas que minimizem impactos ambientais. O compromisso com esses princípios é crucial para assegurar a qualidade dos serviços e a sustentabilidade no campo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 23:02:14 UTC</pubDate>
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         <title>Atuação e ética do profissional da Agronomia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/Otaviogmsr/8x41k1pc7rk614dr/wish/3430573576</link>
         <description><![CDATA[<p>O profissional da Agronomia tem um papel fundamental na produção de alimentos, preservação ambiental e desenvolvimento sustentável. Sua atuação vai além do campo: envolve responsabilidade técnica, pesquisa, inovação e compromisso social.</p><p>Principais pontos:</p><p><br/></p><p>1. Áreas de Atuação:</p><p><br/></p><p>Produção vegetal e animal</p><p><br/></p><p>Irrigação e drenagem</p><p><br/></p><p>Mecanização agrícola</p><p><br/></p><p>Gestão ambiental e rural</p><p><br/></p><p>Agroindústria e extensão rural</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>2. Ética Profissional:</p><p><br/></p><p>Seguir o Código de Ética Profissional do Engenheiro Agrônomo</p><p><br/></p><p>Atuar com responsabilidade técnica e ambiental</p><p><br/></p><p>Evitar conflitos de interesse e corrupção</p><p><br/></p><p>Promover o bem-estar social e a sustentabilidade</p><p><br/></p><p>Atualizar-se continuamente com boas práticas e conhecimento científico</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>3. Responsabilidade Social e Ambiental:</p><p><br/></p><p>Utilização racional dos recursos naturais</p><p><br/></p><p>Preservação da biodiversidade</p><p><br/></p><p>Respeito às comunidades rurais e indígenas</p><p><br/></p><p>Participação </p><p>em políticas públicas e educativas</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Vídeo (YouTube):</p><p><br/></p><p>"O que faz um engenheiro agrônomo?" Canal Me Salva!</p><p><br/></p><p>"Ética na Engenharia Agronômica" - Vídeo educativo da CONFEA/CREA</p><p><br/></p><p>Música sugestiva de fundo (instrumental leve para estudo):</p><p><br/></p><p>"Weightless" - Marconi Union (reconhecida por ajudar na concentração)</p><p><br/></p><p>Ou música instrumental rural/sertaneja para ambientação leve.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 23:02:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fernandooliveirinha2000</author>
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         <description><![CDATA[<p>A população do planeta crescia por volta de 2% ao ano na década de 1960; hoje, o ritmo não chega a 1%, <a rel="noopener, noreferrer" href="https://data.worldbank.org/indicator/SP.POP.GROW?view=chart">segundo a Divisão de População da ONU</a>. Ainda assim, o mundo atingiu a marca de 8 bilhões de pessoas em 2023 e deve chegar a 10 bilhões em 2050. É uma alta expressiva, de 25%. No entanto, para quem trabalha com agricultura não é esse o número que mais chama atenção. “O aumento da demanda por alimentos deve ser de 45%. Será um desafio para a humanidade”, resume o vice-presidente para Agricultura Inteligente da <strong>Bosch</strong> América Latina, Mathias Schelp.</p><p>A diferença entre os 25% e os 45% se explica pelas mudanças nos hábitos alimentares. Entre elas, uma que embute ótima notícia: a queda do número de pessoas que passam fome. Em 2000, 13% da população mundial era subnutrida, <a rel="noopener, noreferrer" href="https://www.fao.org/faostat/en/#data/FS">de acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO)</a>. O percentual recuou nos anos posteriores e chegou a 7% em 2017. Voltou a subir depois e recentemente estabilizou-se em torno de 9%. Mas deve declinar para 6,8% até 2030, prevê o órgão da ONU.</p><p>O consumo médio diário no mundo deve alcançar 3.050 quilocalorias em 2030, segundo a FAO — um quarto a mais do que em meados da década de 1960.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 23:04:10 UTC</pubDate>
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         <title>Ética e atuação do engenheiro agrônomo </title>
         <author>Otaviogmsr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 23:05:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Otaviogmsr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 23:06:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fernandooliveirinha2000</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>1ª regra: decisão de colheita<br></strong></p><p>A decisão de colheita de uma silagem passa por duas avaliações.</p><p>• A primeira é que a matéria seca esteja com teor entre 32 a 38% MS (considerado o melhor intervalo para preservar a digestibilidade de fibra x acúmulo de amido).&nbsp;</p><p>• A segunda é verificar o acúmulo de amido através do corte longitudinal dos grãos no meio da espiga e observar o acúmulo de amido (parte farinácea) acima de 50% nos grãos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 23:07:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fernandooliveirinha2000</author>
         <link>https://padlet.com/Otaviogmsr/8x41k1pc7rk614dr/wish/3430579246</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Dados da produção mundial de milho</strong></p><p>Da safra 2000/01 para a de 2017/18, <strong>a produção mundial de milho passou de 591 milhões de toneladas para 1,076 bilhão de toneladas</strong>, com aumento de 82%, principalmente por causa do uso como ração animal para a produção de frangos e suínos.</p><p>Segundo dados da USDA (2018a, 2018b) apenas dois países representam 58,9% da produção mundial de milho, sendo representado pelos Estados Unidos, com 34,5% (371 milhões de toneladas) da produção mundial, seguido da China, com 24,5% (263 milhões de toneladas).</p><p>Ao se agregarem Brasil e União Europeia aos dois maiores produtores mundiais, os 4 maiores produtores são responsáveis por 72,3% da produção mundial.</p><p>Alguns países destacam-se com aumento da produção bem acima da média mundial:</p><ol><li><p>Argentina;</p></li><li><p>Índia;</p></li><li><p>México;</p></li><li><p>Ucrânia;</p></li><li><p>Canadá.</p></li></ol><p>A Ucrânia merece destaque por ter apresentado um crescimento da produção em menos de duas décadas superior a 500%, passando a ser um dos principais <em>players </em>no comércio mundial de milho, e com a vantagem logística de estar mais próximo dos mercados consumidores do que os Estados Unidos, o Brasil e a Argentina.</p><p><br/></p><p><strong>Comercialização do milho</strong></p><p>A importância do milho como <strong>maior cultura agrícola mundial</strong> e de sua comercialização, apresenta uma taxa de crescimento de 3,34% a.a., bem superior ao crescimento populacional, uma indicação do dinamismo do produto (USDA, 2018b).</p><p>Sua comercialização como <em>commodity</em>, no comércio internacional desse cereal, possui um percentual baixo em relação à produção, apenas de 14% em 2017/18.</p><p>A <strong>produção de milho no mundo tem aumentado a cada ano</strong>. É possível observar pelo aumento de produção e de produtividade ao longo dos últimos anos.</p><p>Os principais fatores que contribuíram com esse aumento de produção foram:</p><ul><li><p>Desenvolvimento de novos cultivares adaptados às diversas regiões produtoras de milho no mundo;</p></li><li><p>Manejo integrado no controle de pragas, <a rel="noopener" href="https://rehagro.com.br/blog/identificacao-de-doencas-em-milho/"><strong>doenças</strong></a> e plantas daninhas;</p></li><li><p>Melhoria no manejo do solo, principalmente, por meio da adoção de sistemas de produção conservacionistas sem o revolvimento do solo e com a manutenção da palhada das culturas anteriores no solo.</p></li></ul><p><br/></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 23:10:17 UTC</pubDate>
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