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      <title>Curadoria de textos by lpgepaf LP</title>
      <link>https://padlet.com/lpgepaflp/8wpdjjp0ljx7s2u2</link>
      <description>Poste aqui a curadoria dos textos selecionados de acordo com o tema mais indicado na enquete, depois vote no tema que mais acredita ser pertinente. O tema mais votado será utilizado para a próxima etapa. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-20 13:31:31 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-23 20:43:26 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Terra sem lei? Não é bem assim: a internet e as redes sociais precisam de fiscalizaçãoDebate do evento A Era do Diálogo ressalta a importância do Marco Civil da Internet e da LGPD</title>
         <author>lpgepaflp</author>
         <link>https://padlet.com/lpgepaflp/8wpdjjp0ljx7s2u2/wish/2212583604</link>
         <description><![CDATA[<div>Se tem algo frequente na mão de quase todos os brasileiros, esse item, sem dúvidas, é um <strong>smartphone</strong>. Ao todo, mais de 95% das pessoas em todo o País possuem um dispositivo ativo, que tem ao menos alguns <strong>aplicativos</strong> instalados: entre eles, na maioria esmagadora das vezes, as <strong>redes sociais</strong>.<br><br></div><div>Com grande adesão dos brasileiros, é de se esperar que esses espaços digitais sejam, ao mínimo, <strong>regulados</strong>. Mas essa não é exatamente a realidade: ainda que existam marcos regulatórios à internet — a ver pelo <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l12965.htm"><strong>Marco Civil da Internet</strong></a> —, nem sempre a fiscalização nesses locais <strong>funciona</strong>, de fato.<br><br></div><div>Essa foi uma das discussões que fez boa parte dos executivos do evento <strong>A Era do Diálogo</strong>, realizado na última quinta-feira (31), refletirem. O debate “<strong>Regulação das redes sociais: por que essa ideia é mais urgente e necessária do que nunca?</strong>” contou com a presença de <strong>Edney Souza</strong>, diretor Acadêmico da <strong>Digital House Brasil;</strong> <strong>Juliano Kimura</strong>, CEO da <strong>Trianons,</strong> e <strong>Bruno Bioni</strong>, fundador e diretor-executivo da <strong>Data Privacy Brasil</strong>, com mediação de <strong>Marcel Leonardi</strong>, sócio da <strong>Leonardi Advogados</strong>.<br> Durante o debate, algumas das principais falas dos executivos esclareceram que, ainda que o cenário das <strong>redes</strong> não seja o ideal perante a <strong>Justiça</strong>, já há uma série de ações que procuram regular a <strong>internet</strong> e as <strong>redes sociais</strong> também.<br><br></div><div>“Não estamos num cenário de terras sem leis. Tão importante quanto pensar em novas regulações, precisamos também efetivar o <strong>Marco Civil da Internet</strong> e a <strong>Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)</strong>. O código da lei é tão importante quanto o código da tecnologia”, alerta <strong>Bruno Bioni</strong>. <br><br>Na mesma linha, <strong>Edney Souza</strong> completa que é preciso pensar em <strong>responsabilização</strong>. E tudo isso, evidentemente, direcionado às pessoas certas. “Temos as leis, falta o cumprimento delas. Não vejo os grandes provedores de internet se responsabilizando pelo conteúdo que está ali, e não dá para simplesmente dizer que isso não é responsabilidade deles, sobretudo se há uma empresa por trás daquele espaço”, complementa o executivo.<br><br></div><div>Mesmo assim, é importante lembrar, ressalta <strong>Bioni</strong>, do quanto o Brasil pode ser um caso bem-sucedido. “Pelo menos olhando ao caso brasileiro, somos relativamente bem-sucedidos. O Brasil exporta um modelo muito interessante de governança da Internet. Não é uma terra arrasada. O Brasil tem ótimos exemplos de regulação, mas é necessário dar tempo ao tempo, sobretudo para a atuação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (<strong>ANPD</strong>) e a <strong>LGPD</strong>. Temos que efetivar aquilo que já temos, fazer a lei ‘pegar’. Isso é a prioridade zero”.<br><br></div><div><strong><br>O caso Snowden e a procura mais insistente por privacidade de dados<br><br>Bioni</strong> também provocou o público, durante o debate, a pensar na importância do caso de <strong>Edward Snowden</strong> para pensar ainda mais em <strong>cibersegurança</strong>, sigilo e privacidade das <strong>relações digitais</strong> nas <strong>redes sociais</strong> e de <strong>mensageria</strong>.<br><br></div><div>“Sempre existiu o direito ao <strong>sigilo</strong> das comunicações. Mas qual foi o episódio mais marcante na materialização desse direito? Foi com o efeito <strong>Snowden</strong>. A <strong>criptografia</strong> mudou muito a partir dali, para deixar acesso apenas às pontas. Hoje, se a gente quiser aqui subir um aplicativo de mensageria, a gente não consegue nem passar da porta para uma rodada de investimento se não tiver <strong>criptografia de ponta a ponta</strong>”, argumenta o executivo.<br><br></div><div>Neste momento, <strong>Juliano Kimura</strong> destacou a importância de entender o quanto a <strong>privacidade</strong> é fundamental ao debate. E que <strong>regular não é exatamente coibir</strong>, da mesma forma que esse também é um grande desafio, posto o tamanho da <strong>internet</strong> e a quantidade de pessoas atingidas. <br>“Gosto de pensar no seguinte: a rede social é como uma casa noturna, ou seja, já é difícil de controlar. Mas aí você olha a internet, e a internet é o oceano. Como que você regula o oceano?”, questiona ele. “Para resolver isso, duas palavras são muito importantes: <strong>monitoramento</strong> e <strong>sigilo</strong>. A<strong> tecnologia</strong> é meio fria, o lado humano é mais quente nesses processos. E regular o humano é entender que ele é livre para falar e postar o que ele quiser, mas é necessário ter uma observação atenta sobre limites e respeitar o sigilo de todas as relações”, reflete.<br><br></div><div>Por fim, <strong>Edney</strong> completa que o momento pede questionamento, seja para regulação, seja pelo próprio conteúdo e seu engajamento. “Precisamos questionar essas empresas, esse ecossistema. As <strong>redes sociais</strong> precisam transmitir segurança para as pessoas que estão ali. Denúncias nas redes, muitas vezes, não são nem exploradas em sua diversidade”, explica. “A ver pelos exemplos de assédios, esses casos específicos precisam ser encaminhados para alguma entidade jurídica. Recentemente, foi notícia de que a raiva no<strong> Facebook</strong> gerava mais engajamento. É preciso a menos regulamentar a ação dos usuários”, finaliza.&nbsp;<br><br>https://www.consumidormoderno.com.br/2022/04/01/terra-sem-lei-nao-e-bem-assim-a-internet-e-as-redes-sociais-precisam-de-fiscalizacao/ <br><br></div><div><br><br></div><div><strong><br></strong><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 18:59:59 UTC</pubDate>
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         <title>Refugiados ucranianos chegam em situação crítica, diz diretor de ONG na Polônia</title>
         <author>lpgepaflp</author>
         <link>https://padlet.com/lpgepaflp/8wpdjjp0ljx7s2u2/wish/2212585259</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais de 4,5 milhões de pessoas deixaram a Ucrânia desde o início da guerra, segundo a agência das Nações Unidas para refugiados (Acnur)&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Mais de 4,5 milhões de pessoas deixaram a Ucrânia desde o início da guerra, em 24 de fevereiro, segundo a agência das Nações Unidas para refugiados (Acnur). Profissionais de saúde de Israel mobilizaram uma clínica na Polônia para o atendimento dessa população. Em entrevista à CNN nesta segunda-feira (11), o diretor da Hadassah International, Jorge Diener, explicou como funciona o apoio aos refugiados.<br><br>Segundo Diener, a maior parte da população atendida na clínica é de mulheres e crianças. “Agora, estamos recebendo gente em situação mais difícil, que chega em situação mais ruim, com mais problemas e mais doentes, que passou por muita tragédia. Gente que saiu sem remédios, que não tem drogas para atender os problemas para salvar a vida”, diz.<br><br>A equipe também realiza cuidados de problemas de saúde físicos decorrentes dos impactos de bombardeios, como cortes e queimaduras, e decorrentes das condições precárias no momento da fuga. O especialista destaca que o acolhimento também se faz essencial para minimizar os impactos para a saúde mental dos refugiados.<br><br>“O perfil é de gente que chega à fronteira com a vida destroçada. […] Todo esse trabalho que estamos fazendo tem esse aspecto emocional muito importante. O abraço que o médico, que a enfermeira dá a cada um dos doentes que chegam à clínica é tão importante quanto as drogas, como o tratamento e a terapia que eles dão”, destaca.<br><br>Além do atendimento presencial, a equipe presta consultas por telefone, com médicos de diferentes especialidades, diretamente de Israel. O trabalho permite a continuidade do acompanhamento de doenças prévias, como pessoas com câncer ou doenças cardíacas.<br><br>“Em um dia normal, ligam três a quatro vezes especialistas em câncer e especialistas para problemas de coração, que têm de Israel uma atenção direta para os refugiados que estão chegando todos os dias aqui na fronteira”, afirma.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/refugiados-ucranianos-chegam-em-situacao-critica-diz-diretor-de-ong-na-polonia/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-06 19:01:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/lpgepaflp/8wpdjjp0ljx7s2u2/wish/2212585259</guid>
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         <title>Desigualdade Social no Brasil  ( LÉA MARIA DE MELO LIMA)</title>
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         <description><![CDATA[<div>A Desigualdade Social no Brasil é um problema que afeta grande parte da população brasileira, embora nos últimos anos ela tem diminuído.</div><div><br></div><div>As regiões mais afetadas pelos problemas sociais são o Norte e o Nordeste do país, os quais apresentam os piores IDH's (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil.<br><br>Resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD-2011) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apontam a diminuição da pobreza e, consequentemente, da desigualdade social.Assim, nos últimos anos 28 milhões de brasileiros saíram da pobreza absoluta e 36 milhões entraram na classe média.</div><div><br></div><div>Entretanto, estima-se que 16 milhões de pessoas ainda permanecem na pobreza extrema.<br><br></div><div>Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), as transferências do Programa Bolsa Família são responsáveis por 13% da redução da desigualdade no país.<br><br></div><div><strong>Causas e Consequências</strong></div><div>Embora o Brasil esteja entre os dez países com o PIB mais alto, é o oitavo país com o maior índice de desigualdade social e econômica do mundo.<br><br></div><div>Segundo relatório de ONU (2010) as principais <strong>causas </strong>da desigualdade social são:<br><br></div><ul><li>Falta de acesso à educação de qualidade;</li><li>Política fiscal injusta;</li><li>Baixos salários;</li><li>Dificuldade de acesso aos serviços básicos: saúde, transporte público e saneamento básico.&nbsp;</li></ul><div>REFERÊNCIA: https://www.todamateria.com.br/desigualdade-social-no-brasil/</div><div>https://www.todamateria.com.br/desigualdade-social-no-brasil/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 13:22:37 UTC</pubDate>
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         <title>Tema bastante relevante, pois a internet/ redes sociais atuam como importante instrumento de interação na sociedade moderna, estabelecendo conexões, fortalecendo vínculos, entre outros, sendo necessário senso crítico para o seu uso de forma consciente.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lpgepaflp/8wpdjjp0ljx7s2u2/wish/2216366100</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 14:07:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lpgepaflp/8wpdjjp0ljx7s2u2/wish/2216494410</link>
         <description><![CDATA[<div>Redes sociais não são só o “mar de rosas” que parecem ser, aquele mundo perfeito, muito pelo contrário, assim como existem pessoas que a utilizam “para fazer o bem”, também existem aquelas que a utilizam para fazer o mal as outras pessoas, criando muitas vezes perfis (um conjunto de fotos e experiências que contam a sua história nas redes sociais) falsos chamados de “fakes” (no Facebook e outras redes) para insultar as pessoas de todas as formas possíveis, criando um “atalho” para o cometimento de diversos crimes.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>https://priscillatgmoura.jusbrasil.com.br/artigos/657547847/os-maleficios-e-beneficios-das-redes-sociais</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 16:03:05 UTC</pubDate>
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