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      <title>Congresso UFBA 2023 by Ana Verena Madeira</title>
      <link>https://padlet.com/madeira1/8wmr0rmmyouqlnrb</link>
      <description>Mesas e discussões interessantes!!!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-07 19:21:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Mesa: Musealização e arquivamento de arte contemporânea em museus públicos brasileiros.</title>
         <author>heldertolentino</author>
         <link>https://padlet.com/madeira1/8wmr0rmmyouqlnrb/wish/2521292306</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 15/03/2023 participei de uma mesa que abordava as problemáticas e protocolos para o processo de "musealização" de artes contemporâneas, com ênfase na performance, apesar da mesa ter como foco o processo de documentação e a difícil relação imposta entre: a em geral efêmera arte contemporânea e o museu como espaço estático e eterno que costuma se relacionar com a arte de maneira material, gerando assim uma nova problemática: Como trazer aos museus a arte contemporânea e manter sua essência?<br>Com isso, consegui correlacionar o que foi abordado durante a mesa ao processo denominado: "fenômeno museu", entendendo o museu não só como espaço vazio e estático onde lá ficam expostos objetos. Mas sim, a ideia de museu tendo um grande papel social, onde ocorrem pesquisas e também ações socioeducativas e integrativas. Então, consegui perceber que para além do ensino de Biologia onde o museu é um forte aliado em práticas pedagógicas e para o fim de pesquisas. O museu também permeia e permeará as mais diversas áreas do conhecimento e deve ser utilizado de maneira mais ativa nas práticas educacionais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-17 19:16:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>biancabzaballa</author>
         <link>https://padlet.com/madeira1/8wmr0rmmyouqlnrb/wish/2521881627</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div><div>No dia 15/03 na sala 209 do PAF III foram apresentados alguns vídeos-pôsteres entre eles: Investigação de Temáticas que conectam a Biologia à Educação em Direitos Humanos no Ensino Médio, trabalho de Jadine Bomfim e Yanka Cristina Rolemberg&nbsp; (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=g3-RDrqRbgE">https://www.youtube.com/watch?v=g3-RDrqRbgE</a>) e Aplicação de Sequência Didática que Conecta Biologia aos Direitos Humanos, trabalho também de Jadine Bomfim. (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=GwgNtWFGAMA&amp;t=1s">https://www.youtube.com/watch?v=GwgNtWFGAMA&amp;t=1s</a>).&nbsp;<br><br></div><div>Esses vídeos foram bastante interessantes por se relacionarem muito com a proposta do PIBID 2022-24, já que iremos trabalhar com sequências didáticas e foi pedido que durante o desenvolvimento das atividades nas escolas pensássemos como ampliar o conteúdo básico para incluir questões de direitos humanos no intuito de entender a biologia de maneira contextualizada e interligada com as questões da vida e da sociedade contemporânea, sendo essas as temáticas presentes nos trabalhos citados.&nbsp;<br><br></div><div>Em um deles “Investigação de Temáticas que conectam a Biologia à Educação em Direitos Humanos no Ensino Médio” foi feita inicialmente uma apresentação aos alunos, de temáticas no âmbito dos Direitos Humanos (questões gênero, raça e sexualidade) e em seguida socio ambiental, após isso foram feitas provocações para saber com qual desses temas os estudantes se identificavam mais com a finalidade de seguir para aplicação da sequência didática. Nessa atividade, foi observado que os alunos tiveram mais interesse em questões raciais, visto que a maioria deles eram negros e pardos. Com isso, percebeu-se que temas que refletiam a realidade da maioria dos alunos intensificavam a participação deles nas aulas. Nesse sentido, a escola tornou-se um espaço onde o conteúdo foi conectado às experiências individuais dos estudantes, o que favoreceu o desejo de frequentar o ambiente escolar.<br><br></div><div>Sendo essa uma questão também trabalhada por nós durante nossos primeiros meses de PIBID com a leitura e discussão sobre o texto “A Escola como espaço sociocultural” de Dayrell 2001, no qual é discutida a importância de se compreender as vivências e as experiencias vividas pelos alunos e o contexto em que estão inseridos, já que o processo de aprendizagem se torna mais efetivo quando essas questões são levadas em consideração. Algo que para mim foi bastante explicitado com esses trabalhos do projeto de Extensão “Conteúdos Cordiais: Ensino de Biologia e Educação em Direitos Humanos na Escola Básica” expostos no congresso UFBA.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-18 21:06:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apresentação de trabalhos: “ A percepção de professores especialista sobre o ensino por investigação a partir de uma formação continuada em ciências” / “ Conteúdos cordiais: Ensino de biologia e educação em direitos humanos na escola básica”</title>
         <author>serenacostae</author>
         <link>https://padlet.com/madeira1/8wmr0rmmyouqlnrb/wish/2521912059</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 16/03/2023 sala 109 (PAF III) foram apresentados dois trabalhos relacionados a docência, sendo o primeiro focado na experiência e projeto de uma professora <strong>(Tatiane Vieira Assunção)</strong> que forma professores já experientes na área e os seus desafios. E o segundo se tratou da apresentação de um trabalho/projeto realizado por integrantes do PIBIEX <strong>(Brenda Monteiro e Eduarda Rosário)</strong> em uma escola de ensino público.</div><div>&nbsp; O primeiro trabalho,<strong> “A percepção de professores especialista sobre o ensino por investigação a partir de uma formação continuada em ciências”,</strong> apesar de não estar tão ligado ao que é trabalhado no PIBID foi muito interessante para perceber como difere ensinar professores já formados, partindo de uma perspectiva de que já carregam consigo uma bagagem e por isso a importância de variar os conteúdos. Algo desse trabalho que posso agregar à minha experiência no PIBID, é como devo ser dinâmica e flexível ao planejar projetos e aulas, e também na observação, porque a aprendizagem sempre irá variar conforme as pessoas para quem estou ensinando. &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;No segundo trabalho." <strong>Conteúdos cordiais: ensino de biologia e educação em direitos humanos na escola básica”</strong> foram apresentadas coisas que se relacionam mais ao PIBID, dessa forma diversas coisas puderam ser acrescentadas a experiência, como a importância da vivência pessoal do professor no ambiente e como ouvir o aluno ajuda nisso, uma reflexão sobre os limites dos professores em relação a acontecimentos experienciado pelos alunos dentro e fora das salas, que também me levou a pensar nos diversos contextos que o professor vai estar inserido e nem em todos poderá reagir, tudo isso após ouvir experiências das bolsistas do PIBIEX em uma sala onde abordaram o tema violência contra mulher e diversos relatos foram trazidos pelas próprias alunas e as bolsistas relataram por muitas das vezes não saber agir nesses momentos ou a quem recorrer.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-18 22:59:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Formação de professores/as para a educação das relações étnico-raciais (ERER).</title>
         <author>yasmimsantos2324</author>
         <link>https://padlet.com/madeira1/8wmr0rmmyouqlnrb/wish/2522572636</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 17/03 no auditório A do PAF I, ocorreu relatos de pesquisas que foram desenvolvidas no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da UFBA, no Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Infantil, Crianças e Infâncias (GEPEICI) e no Grupo de Estudos ERÊ (relações raciais na educação infantil).<br><br>Nessa mesa foi tratado como a formação de professores e relações raciais devem estar interligados, para que esses futuro docentes possam lidar da melhor forma diante a diversidade dos sujeitos em sala de aula. Tal mesa foi direcionada explicando como o professor deve tratar um aluno diante uma autoimagem afetada pelo racismo estrutural, como muito acontece com crianças, onde essas acabam internalizando isso para sua vida.<br><br>&nbsp;Em dado momento, foi apresentado um vídeo onde mostram duas crianças negras e que é possível ver o racismo ainda está enraizado na sociedade brasileira. Nesse, uma delas fala que gosta mais da palma da mão e dos pés por serem partes brancas, porém a cor negra não a agradava pois era feia e escura, "Essa cor não gosto, Deus me livre!" foi o que ela falou. Porém uma outra menina falou que não tinha tanto problemas com ser negra, mas que prefere seu cabelo longo e liso, e que gostava mais ou menos do seu cabelo natural (crespo). Outros alunos foram entrevistados e em alguns momentos é nítido como uma criança negra se sente perto de uma outra branca. Há relatos em que algumas diziam que se sente feio, pois é preto, se acha chato e de cabelo crespo e que gostaria de ser branco.<br><br>Ou seja, um professor vai lidar com essas situações onde vai encontrar pessoas negras no ambiente escolar com problemas de autoestima e de inferioridade. Esse docente terá que saber preparar esse sujeito para enfrentar uma sociedade que ainda é racista e desigual, a fim de não deixar esse indivíduo em desenvolvimento normalizar um racismo estrutural que faz com que esse se sinta mau em ser negro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-19 23:31:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reforma do ensino médio: e eu com isso?</title>
         <author>oliveiraeliane</author>
         <link>https://padlet.com/madeira1/8wmr0rmmyouqlnrb/wish/2527462382</link>
         <description><![CDATA[<div>Estamos vivendo uma transformação no âmbito educacional, especialmente no ensino médio. Diante disso, a palestra ocorreu no dia 15/03/2023, no auditório 1 de arquitetura.<br>Inicialmente a professora Raquel Neta trouxe muitas informações pertinentes em relação ao que está acontecendo com o Ensino Médio diante das modificações. Entre os principais problemas, foram citados:<br><br>- <strong>Aumento</strong> do <strong>número de turmas</strong><br>- <strong>Falta de material didático</strong><br>- <strong>Dúvidas</strong> por parte dos estudantes<br>- <strong>Desilusão</strong> em quem acreditou nesse "conto de fadas" <br><br>Separei esses 4 itens citados pelas professoras, pois tais fatores também foram observados por mim na visita ao Costa e Silva, colégio em que estou atuando no PIBID.<br>As turmas da escola realmente estão com um número alto de alunos;<br>Os livros muito reduzidos e resumidos, tanto que os professores precisam investir em material extra;<br>Enfim, achei muito pertinente essa fala da professora elencando <strong>os problemas reais da reforma.</strong><br><br>Na sequência, o professor de história Virgílio Sena trouxe uma perspectiva social e histórica, <em>afirmando que a reforma educacional também está associada a outras duas reformas: previdenciária e trabalhista.</em> Um trecho que considerei muito pertinente em sua fala: [...]<em> "evidenciando o interesse dos grupos dominantes, a educação é vista como mercadoria"</em><br>Citou um caso de uma escola onde os professores recebiam um prêmio em dinheiro baseado nos resultados que os estudantes obtiveram ao longo do ano, como uma prática de "bater a meta".<br>Esse relato me fez refletir sobre. Mas que meta? Baseada em que métrica? Apenas em notas?<br><br>Outra problemática que o convidado trouxe para a mesa é bastante comentado entre educadores o tempo inteiro: <em>o estudante de 14 anos deve escolher, ainda na escola, o que vai fazer no resto da vida?</em><br>De acordo com meu ponto de vista, a resposta para isso é um grande e redondo não.<br>E os professores, são capacitados e remunerados o suficiente para ministrar essa diversidade de intermináveis&nbsp; componentes e itinerários novos?&nbsp;<br><br>Diante disso, em minha opinião, não há outra saída a não ser lutar para que esse "projeto" seja revogado.&nbsp;<br>Sabemos que a educação tem enfrentado muitas dificuldades e que está ultrapassada em diversos aspectos, mas não acho que a reforma, da maneira em que está sendo aplicada, seria a solução.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-22 16:31:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Anelídeos marinhos associados a afloramentos rochosos do litoral de Salvador, Bahia.</title>
         <author>Rainei</author>
         <link>https://padlet.com/madeira1/8wmr0rmmyouqlnrb/wish/2527464688</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresentação no PAF III, da bolsista de IC Ana Júlia sobre anelídeos marinhos associados a afloramentos rochosos.<br><br>O estudo tem como objetivo o conhecimento da fauna de anelídeos marinhos no litoral de Salvador, assim como, Identificar espécies de anelídeos marinhos presentes nos afloramentos rochosos de praias do litoral da cidade de Salvador, também tem a importância de compreender as diferenças entre as comunidades de anelídeos associadas ao afloramento rochoso do litoral de Salvador.<br><br>O estudo realizou coletas em 7 praias, como: Barra, Farol da Barra, Ondina, Surfista, Iemanjá, Pituba e Farol de Itapuã.<br><br>Foi informado sobre os métodos de coletas, e as famílias de anelídeos encontradas que foram 3 famílias: Nereididae, Sabellidae e Syllidae.<br><br>Ana Júlia, disse também que todos os espécimes serão identificados em gênero e espécie.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-22 16:32:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mesa Redonda – A BNCC como projeto da classe dominante: revogar é preciso, mas será possível?</title>
         <author>rioscarolina</author>
         <link>https://padlet.com/madeira1/8wmr0rmmyouqlnrb/wish/2527973044</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>&nbsp;</div><div>No dia 15 de março, pela tarde, na sala 021 do PAF I ocorreu a mesa redonda com o seguinte título: “A BNCC como projeto da classe dominante: revogar é preciso, mas será possível?”, ministrada pela Marize Carvalho, com a participação de Celi Taffarel e Cláudia Cristina P. Santos, com o propósito de abordar a reforma da BNCC, com foco na Reforma do Ensino Médio, trazendo contextos sociais e históricos, tal como suas consequências e o que é possível fazer para sua revogação.</div><div>A palestrante Celi Taffarel, professora da FACED, Doutora em Educação e Dirigente da CUT-BA trouxe a posição do grupo político quanto a reforma do Ensino Médio, apresentando um manifesto datado do mesmo dia do evento com argumentos para salientar a necessidade da revogação da reforma atual (que pode ser lido no link a seguir: &lt; <a href="https://ba.cut.org.br/noticias/cut-bahia-reivindica-revogacao-do-novo-ensino-medio-e434">CUT Bahia reivindica revogação do novo ensino médio - CUT-BA</a>&gt;). A doutora trouxe argumentos muito interessantes quanto a necessidade da formação dos professores em estar atrelada com a luta de classes, a consciência trabalhista e os movimentos sociais para a manutenção do senso crítico no movimento educacional. Em segundo momento, Celi nos trouxe uma tese de doutorado no âmbito da biologia, sobre a necessidade de desenvolvimento do aparato conceitual para evolução do pensamento/desenvolvimento teórico, desde a primeira infância. A tese da palestrante é, em resumo, que a BNCC teve como objetivo a destruição do processo de desenvolvimento do pensamento sincrético, do pensamento revolucionário. Com esse novo molde de aprendizado, a formação pública no Brasil busca enfatizar a formação de estudantes em meras ferramentas para o trabalho industrial, “de terceiro mundo”, sustentando o papel do Brasil geopoliticamente como membro de mão-de-obra exportadora de insumos e consumidora de produtos finais de países desenvolvidos, e evitando formação de cientistas, acadêmicos, profissionais mais capacitados para grandes locais no meio econômico. De forma simples, prejudicando a inserção do pobre em classes mais altas através da precarização da educação.</div><div>&nbsp;</div><div>A segunda palestrante, Cláudia Cristina P. Santos, doutoranda da UFBA e articuladora do Comitê Territorial Baiano de Educação Integral Integrada, nos trouxe uma visão histórica sobre a construção da BNCC, com todo o movimento desde o governo Temer de modificações ativas em toda a reconstrução da educação do Brasil, do ensino infantil ao médio, com separação mais massiva dos ensinos. Trouxe a criação do originalmente chamado Currículo Bahia, implantado já causando modificações no PPP das escolas do Estado para readequação a esse modelo. A luta inicial do comitê foi retirar o título de Currículo para Documento Curricular Referencial da Bahia, que possibilitou que cada região, cada cidade, tenha maior autonomia em sua grade, de modo a abraçar sua diversidade estadual. Uma cartilha obrigatória, que seria a ideia inicial do governo. Ela explicou a intenção de foco em competências e habilidades, deixando de primeiro plano o foco em promover o conhecimento. Aqui, ela reforça a ideia da palestrante anterior de que o projeto base traz uma ideia de foco em “fazer a roda financeira girar”, se distanciando da construção de pensamento histórico-crítico, de seres sociais pensantes e detendores do conhecimento que a Escola deveria promover. Ela informa que a reforma da base em si não pode ser revogada, pois essa reforma está atrelada intimamente a disponibilidade de recursos para as escolas. Se as escolas não seguirem um documento atualizado a partir dessa reforma, as cidades não recebem recursos, então nada acontece. Ela conta uma história sobre o que ocorreu com a educação em Sobral-CE, que se tornou referência nacional após uma reforma estrutural no ensino público, e a intenção do atual governo em “Sobralizar” o Brasil, replicando os resultados dessa cidade. Ela traz a necessidade de continuar a luta dos professores para que isso realmente aconteça, pois a banca empresarial do país não tem o menor interesse nisso. Em igualizar o ensino, trazer educação e cultura para o mais pobre. Quando ela informa sobre a impossibilidade de revogar a base do ensino infantil e fundamental, pois através da pressão financeira essa base já está muito inclusa nas cidades. Mas há a possibilidade (além da necessidade, claro) de revogar a Reforma do Ensino Médio. Mas não podemos simplesmente pedir a revogação e voltar ao modelo anterior, pois também não é efetivo. Ela cita um modelo excelente de ensino médio para utilizar, que é o modelo dos Institutos Federais. Um modelo excelente de educação, mas muito inacessível. A ideia é reorganizar financeiramente os recursos para que os estados e as cidades tenham recursos para implantar modelo dos IF’s em suas escolas. Mas, enquanto isso ocorre, os professores precisam seguir a base que está sendo passada, seguindo os moldes de competências e habilidades, para que a nota IDEB não caia e as escolas não percam recursos financeiros. E, enquanto isso, trazer ativamente a realidade para os estudantes, que não têm a mesma visão que os professores estão tendo sobre os riscos que a Reforma do Ensino Médio está trazendo, trazer o senso crítico quanto a tudo, sobre a necessidade de não se entregar a esse caminho de se tornar mão-de-obra barata e desistir da capacitação intelectual de promoção do conhecimento. É preciso lutar, mas com expertise para não comprometer os resultados de desempenho educacional e perder ainda mais verba pública. E que os grandes comunicadores, como os próprios Comitê Baiano e CUT, tomem a frente da pressão que precisa ser feita nas instâncias federais para que essa estrutura de ensino saia da realidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 00:35:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reforma do Ensino médio, e eu com isso?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/madeira1/8wmr0rmmyouqlnrb/wish/2529051268</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos assuntos mais polêmicos e atuais vivenciados na área da educação,&nbsp; atualmente, se refere a mudança do novo ensino médio, quais as consequências que ela traz tanto para o corpo estudantil, quanto o docente e de modo mais abrangente, quais são as modificações que ela afeta na instituição escolar.&nbsp;</div><div>Dessa forma, discussões a respeito desta reforma se tornaram urgentes, e foi uma das pautas a serem debatidas no Congresso UFBA no dia 15/03/2023, onde inicialmente foram apresentados as principais alterações, como:&nbsp;<br><br>_ A "falsa" escolha de intinerários formativos pelo discente.<br>_ O aumento da carga horária e números de turmas.<br>_ Diminuição da carga horária de disciplinas tradicionais como Ciências da natureza, etc.<br><br>Estes só são alguns dos temas citados inserido nesta grande problemática que é esta reforma, onde, ao que se parece de primeira vista, ser uma reforma do ministério da educação onde não se tem uma conversa e conhecimento de como o corpo estudantil, administrativo e docente&nbsp; em geral funcionam.&nbsp;<br>Temos uma diminuição de disciplinas tradicionais, como ciencias da natureza, onde matérias como biologia, quimica e física são compactadas num único material didático, onde os temas propostos a serem ensinados por séries não se "conversam", o que aumenta ainda mais a dificuldade do docente em ministrar as aulas e os assuntos programáticps, tendo em vista que ocorre esse desarranjo de contéudos atrelado ainda a outro grande desafio que é lidar com turmas extremamentes lotadas,o que afeta diretamente no desempenho e desenvolvimento tanto dos alunos, quanto dos professores.<br>De modo geral, por mais que tal mudança no âmbito educacional seja recente, ela requere um olhar mais crítico e atuante no que se refere a sua influência e alterações, apartir do momento que inúmeros professores, alunos e instituições são afetados e obrigados a demandarem e entregarem resultados, onde nem se quer há estrutura funcional e pedagógica suficente para tal, pensar na revogação e luta pela mudança desse sistema pedagógico se torna a única solução para uma posterior melhoria e igualdade na área da educação.&nbsp;<br><br>Rafaella Rayne Luz Guimarães.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 15:28:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reforma do ensino médio, e eu com isso?</title>
         <author>rayneluzz</author>
         <link>https://padlet.com/madeira1/8wmr0rmmyouqlnrb/wish/2529060985</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Um dos assuntos mais polêmicos e atuais vivenciados na área da educação,&nbsp; atualmente, se refere a mudança do novo ensino médio, quais as consequências que ela traz tanto para o corpo estudantil, quanto o docente e de modo mais abrangente, quais são as modificações que ela afeta na instituição escolar.&nbsp;</div><div>Dessa forma, discussões a respeito desta reforma se tornaram urgentes, e foi uma das pautas a serem debatidas no Congresso UFBA no dia 15/03/2023, onde inicialmente foram apresentados as principais alterações, como:&nbsp;<br><br>_ A "falsa" escolha de intinerários formativos pelo discente.<br>_ O aumento da carga horária e números de turmas.<br>_ Diminuição da carga horária de disciplinas tradicionais como Ciências da natureza, etc.<br><br>Estes só são alguns dos temas citados inserido nesta grande problemática que é esta reforma, onde, ao que se parece de primeira vista, ser uma reforma do ministério da educação onde não se tem uma conversa e conhecimento de como o corpo estudantil, administrativo e docente&nbsp; em geral funcionam.&nbsp;<br>Temos uma diminuição de disciplinas tradicionais, como ciencias da natureza, onde matérias como biologia, quimica e física são compactadas num único material didático, onde os temas propostos a serem ensinados por séries não se "conversam", o que aumenta ainda mais a dificuldade do docente em ministrar as aulas e os assuntos programáticps, tendo em vista que ocorre esse desarranjo de contéudos atrelado ainda a outro grande desafio que é lidar com turmas extremamentes lotadas,o que afeta diretamente no desempenho e desenvolvimento tanto dos alunos, quanto dos professores.<br>De modo geral, por mais que tal mudança no âmbito educacional seja recente, ela requere um olhar mais crítico e atuante no que se refere a sua influência e alterações, apartir do momento que inúmeros professores, alunos e instituições são afetados e obrigados a demandarem e entregarem resultados, onde nem se quer há estrutura funcional e pedagógica suficente para tal, pensar na revogação e luta pela mudança desse sistema pedagógico se torna a única solução para uma posterior melhoria e igualdade na área da educação.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 15:34:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title> mesa ppg microbiologia sobre vigilância genômica de patógenos </title>
         <author>vmoreno55</author>
         <link>https://padlet.com/madeira1/8wmr0rmmyouqlnrb/wish/2529170342</link>
         <description><![CDATA[<div>participei da mesa ppg microbiologia sobre vigilância genômica de patógenos&nbsp;<br><br>foi muito gratificante ver de primeira mão esse guia fantástico que os alunos da pós produziram. Principalmente pois sou fã do ppg micro e ainda mais quando posso presenciar grandes discussões sobre resistência à virus e bactérias baseados na vigilância genomica que foi, inclusive, muito importante no desenvolvimento da vacina contra a covid 19. Ou seja, foram expostas perspectivas do passado, presente e futuro sobre o assunto e apesar de muitos termos e conceitos serem novos pra mim como a própria vigilância genômica, o guia ajudou demais a destrinchar cada termo, como ocorre o processo e os diferentes mecanismos utilizados. Inclusive, isso pode ser bastante útil na prática educativa para explicar termos complexos da Biologia e promover uma melhor compreensão da biologia para os alunos do ensino médio.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 16:45:59 UTC</pubDate>
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         <title>Interdisciplinaridade</title>
         <author>karooline</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oi pessoal, durante o Congresso UFBA 2023 eu assisti algumas apresentações, como uma voltada ao uso de óleo e seu descarte e outra com o tema direcionado a reforma do ensino médio e como os professores estão lidando com essa situação. Mas irei destacar, por gostar bastante, a apresentação do nosso colega Lucas Cruz Santos do Residência Pedagógica de Biologia, com o tema Interdisciplinaridade: perfis de estudos e contextos de grupos de pesquisas no Brasil, a sua orientadora foi Luiza Olivia Lacerda Ramos. Foi um momento bem proveitoso, ainda mais para nós que estamos no caminho para a docência, consegui o vídeo e irei disponibilizar o link a seguir, para quem tiver interesse na temática.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 20:30:11 UTC</pubDate>
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