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      <title>TRILHAS  by Amanda Hyun Ji Lee</title>
      <link>https://padlet.com/amanda00lee/8wdutue7nfryftb8</link>
      <description>meus pensamentos e sentimentos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-21 00:19:39 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-07-24 02:43:28 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Trilha 1 – questão norteadora: como construímos emoções, sentimentos e valores e os integramos em nossa identidade. </title>
         <author>amanda00lee</author>
         <link>https://padlet.com/amanda00lee/8wdutue7nfryftb8/wish/1656401226</link>
         <description><![CDATA[<div>As aulas e o tema em si da trilha 1 foram de grande aprendizado para mim, no final do ano passado, enfrentei alguns problemas pessoais muito impactantes e no decorrer dessa primeira trilha, me lembrei muito de tudo o que vivenciei, por sempre me “culpar” ou enxergar a minha&nbsp; maior vulnerabilidade emocional como uma fraqueza, desejando ser mais “racional”. Pude compreender melhor também que a interpretação que eu tenho da realidade na verdade é outra interpretação com base em dados e em quem eu sou, não só a Amanda emocional ou a Amanda racional, mas ambas, pois eu sou tanto o meu racional, quanto o meu emocional e os meus sentimentos também.<br><br></div><div>Assim como não podemos enxergar os alunos como caixinhas, esperando que eles separem em uma o seu emocional, na outra o seu racional e no melhor momento em que convém pedir para que eles usem o que está dentro da caixinha, entendo que nós, professores, precisamos também investir tempo e conhecimento para o nosso próprio autoconhecimento emocional. A importância em tudo isso está no fato de que a linguagem emocional é corporal antes de verbal e comecei a pensar nas consequências que isso pode trazer nos meus relacionamentos e nas minhas atitudes como pedagoga.<br><br></div><div>Pensei muito sobre a questão norteadora da trilha e o que me vêm à cabeça sobre ela é que ao longo da vida e de nossas experiências, conforme investimos tempo em nos conhecer, precisamos também atrelar os nossos valores à nossa identidade, precisamos abrir espaço para os nossos sentimentos e emoções, tentar lidar com elas, mas isso não pode ser um motivo para infringirmos as leis ou cometermos atos que não são morais.<br><br></div><div>Durante a trilha 1, tivemos o início da formação dos nossos grupos, ao longo de nossas&nbsp; reuniões senti muito um aconchego nas nossas conversas, por não me sentir sozinha em relação às dificuldades que enfrentamos em nossos trabalhos com a situação atual de pandemia. Compartilhamos muitos sentimentos de frustração e preocupação com o nosso presente momento e o que esperar do futuro da educação, mas em tudo isso nos apoiou uns aos outros e também tentamos encontrar esperança em uma luz no fim do túnel. A partir da proposta da professora, pude também conversar com outras colegas sobre seus projetos de vida, compartilhar dos meus e parar para me organizar melhor sobre o que eu quero para o meu futuro.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-21 00:20:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/amanda00lee/8wdutue7nfryftb8/wish/1656401226</guid>
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         <title>Trilha 2 - Questão norteadora: Como construímos projetos de vida e como podemos fomentá-los na escola?</title>
         <author>amanda00lee</author>
         <link>https://padlet.com/amanda00lee/8wdutue7nfryftb8/wish/1656404520</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao longo da trilha 2 foi muito discutido e também proposto leituras que pudessem nos levar a uma resposta do que se trata um projeto de vida. No texto “O que o jovem quer da vida?” é definido como um projeto vital uma razão profunda para os objetivos e motivações do cotidiano, um fim em si mesmo; dito isso, compreendo que ter um projeto de vida é realmente dar sentido para tudo o que você faz no seu dia a dia, onde até mesmo a rotina corriqueira e cansativa é superada pela certeza de que tudo aquilo há um propósito significativo para você, seus princípios, valores e emoções.&nbsp;<br><br></div><div>A razão profunda só é “descoberta” quando trabalhamos o autoconhecimento, o texto diz sobre a importância de gastar um tempo para se conhecer, ainda mais na transição de adolescente para a fase adulta (saída do ensino Médio para a faculdade), o que não impede de que o autoconhecimento ocorra antes ou depois dessa faixa etária, sempre tendo em mente de que se conhecer é um processo para toda a vida. É enfatizado o autoconhecimento pelas consequências que a falta disso podem trazer, muitos jovens que caminham sem rumo, entram na faculdade sem perspectiva e vivem sem nenhum tipo compromisso com algo. A aula com a professora Viviane ressaltou pontos para observar em um projeto de vida e são eles a estabilidade, ter um objetivo que seja em longo prazo e que seja motivador, outra coisa importante que foi falado por ela é que os projetos de vida são construídos de acordo com o nosso contexto.<br><br></div><div>Com base na última afirmação, fiquei pensando qual é o contexto de um adolescente de 17/18 anos que busca iniciar a sua jornada com algum projeto em sua vida, seu contexto está majoritariamente focado na escola, com seus colegas e professores. Pensar isso mostra o quanto que o professor tem impacto nessa fase tão importante na vida de seus alunos, pois muitos deles podem não ser encorajados em seus ambientes familiares ou muito menos ser pauta de conversa entre os colegas, então por isso que o professor tem de buscar a ser fonte de encorajamento a eles para sonharem, mostrando também quais as ferramentas e por onde iniciar para que os seus sonhos se tornem algo mais concreto e efetivo. Eu entendo também que o professor não dará todo o manual certinho ao aluno do passo a passo que ele tem que realizar, pois como um projeto de vida é um processo, o professor auxiliará nos passos iniciais e ao longo da vida, o aluno vai elaborando e concretizando ainda mais.&nbsp;<br><br></div><div>Sabemos que a maior parte do tempo os alunos passam na escola e é por essa razão que eu vejo a importância de usar a BNCC como forma de dar sentido aos estudos, ligar as matérias aprendidas com os seus objetivos para o futuro e é aqui que entra o papel fundamental do professor ao se relacionar com os seus alunos. No texto sobre como aproveitar a BNCC, menciona que dar um sentido maior para os estudos dos alunos, diminui a evasão escolar e abre caminhos para ele perceber que faz parte de um contexto. Esse fato me lembrou de um episódio da série “The Office”, onde o protagonista, Michael Scott, promete aos alunos de uma escola que pagaria para todas as mensalidades de suas faculdades, isso no Ensino Fundamental II. Passaram-se os anos e chegou a hora de eles ingressarem nas faculdades, porém Michael não conseguiu cumprir a sua promessa, apesar disso, um dos alunos fala que se não fosse pela “promessa” que ele fizera a eles, muitos teriam abandonado os estudos. Não quero resumir os projetos de vida em simplesmente entrar na faculdade, pois eu sei que se trata de algo muito maior do que isso, mas esse episódio me fez refletir sobre a importância de impulsionar os alunos a se conhecerem e construírem os seus projetos de vida.&nbsp;<br><br></div><div>Por último, quero falar que ao longo da trilha 2, o nosso trabalho em grupo foi tomando maior estrutura, nossa proposta é de criar um site que dialogue com os professores em questão ao seu aproveitamento do tempo que eles têm ou como lidar com o tempo que parecem não ter. Dentro deste site, tem a aba sobre o autoconhecimento e foi a qual eu fiquei responsável de trazer o conteúdo e para mim foi perceber o quanto é precioso impulsionar os alunos a terem projetos de vida, assim como os professores.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-21 00:22:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/amanda00lee/8wdutue7nfryftb8/wish/1656404520</guid>
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         <title>Trilha 3- questão norteadora: Questão norteadora: Quais práticas educacionais podem favorecer a formação integral do ser humano para viver e conviver na atualidade?</title>
         <author>amanda00lee</author>
         <link>https://padlet.com/amanda00lee/8wdutue7nfryftb8/wish/1658767681</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto “Os quatro pilares da educação”, diz que um dos pilares da educação é o viver junto/ conviver e eles consiste em descobrir progressivamente o outro e futuramente, aos poucos, conseguir participar de algum projeto em comum, mas o aprender a conviver é consequência de outros dois pilares iniciais: o conhecer e o fazer. O início da trilha 3 com este texto, tive o pensamento de que as práticas educacionais que podem favorecer a formação integral do ser humano para viver e conviver na atualidade precisam ter os enfoques iniciais nos mesmo dois pilares citados acima: conhecer, quando aumentamos os nossos saberes, mas não somente no que está além de nós, mas um conhecimento que faça nos enxergar para dentro de nós e o fazer, não ligado restritamente ao trabalho, mas um fazer que contemple os nossos projetos de vida.&nbsp;<br><br></div><div>Na aula do dia 26 de junho, a professora mostrou um vídeo que contém uma pequena parte de uma entrevista que fala sobre as tendências futuras e como se preparar para elas, muito do vídeo focava somente em aperfeiçoar o lado profissional das pessoas que correspondem a todas as demandas que o mercado exige, também foi trazido à discussão no vídeo de que a tendência para o futuro é que as pessoas tenham o mínimo de conhecimento em quase todas as áreas e aos poucos, ir se aprofundando mais em cada uma delas ou adquirindo mais conhecimento em outras áreas. Um colega comentou que a necessidade do futuro não tem que ser uma demanda do mercado, e sim, uma demanda particular nossa que irá refletir em nossos projetos de vida que consequentemente irão afetar todo o nosso entorno, ligando muito com a fala da professora Viviane que mencionou a necessidade de uma nova educação que consiga entender o contexto em que estamos inseridos.&nbsp;<br><br></div><div>Reli o que eu escrevi no último parágrafo e me achei muito confusa, tentarei explicar melhor a minha reflexão acerca dos dois comentários. Não somente o vídeo da entrevista, mas podemos perceber que a sociedade em si espera que o futuro das pessoas “brilhe” de acordo com as demandas de trabalho e do capital e muitas escolas vem querendo preparar os seus alunos nesse quesito para não ficarem fora da “tendência”, deixando para trás outras áreas que compõe a vida de seus alunos, o autoconhecimento que envolve suas emoções, opiniões, valores e pensamentos. Precisamos de uma nova educação que tenha em mente e entenda o contexto em que estamos inseridos, mas acima disso, consiga passar aos alunos a importância de primeiramente eles focarem em se conhecerem, entenderem que isso é um processo para toda a vida e que os saberes acadêmicos que lhes darão grandes chances nos mercado de trabalho é uma consequência do tempo investido neles mesmo e quem sabe também, parte de seus próprios projetos de vida.&nbsp;<br><br>Acredito muito que o papel do professor em todo esse processo é essencial, em guiar os alunos a entenderem a importância do autoconhecimento e quais passos iniciais tomarem para este processo. Li um conteúdo para auxiliar projeto final em grupo, que consiste em um artigo contando a experiência de uma escola que decidiu investir em um projeto anual de formação para os próprios professores, em como dialogar e ensinar melhor os seus alunos, mas o projeto também contava com temas que levavam os próprios professores a focarem em si, seus projetos e resgatar até mesmo alguns de seus sonhos antigos.<br><br></div><div>&nbsp;A leitura deste projeto me fez cair a ficha do quão importante é os professores compreenderem e experienciarem esta questão de conhecimento próprios, investir tempo em seus projetos de vida, para assim, com muito mais naturalidade e domínio, abrirem espaço para ajudar os seus alunos, não lhe dar uma manual com um passo a passo definitivo e certeiro, mas compartilhar de suas experiência para que isso sirva de inspiração para eles. Algo muito interessante do projeto é que no final dele, foi feito um teste para avaliar de o projeto estava sendo efetivos na escola e como parte do teste, os alunos precisavam dar sua opinião a respeito do comportamento de seus professores em suas aulas e dinâmicas, muitos alunos perceberam uma mudança positiva no comportamento e até mesmo a confiança em dar a aula.&nbsp;<br><br></div><div>Finalizado agradecendo muito a professora pelas suas aulas maravilhosas e incríveis, o início para a minha própria jornada em querer me conhecer e investir tempo para isso e nos meus projetos de vida, posso não ter tido um projeto anual de formação em uma escola, como citado no parágrafo acima, mas tive um contato didático semestral que me abriu muito os olhos em relação a este assunto. Agradeço também pelos monitores, por sua dedicação conosco e toda a organização de matérias, informações e por sempre nos relembrar que poderíamos tirar qualquer dúvida que fosse com vocês.<br><br></div><div>Foi um imenso prazer participar desta disciplina!<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-23 00:24:42 UTC</pubDate>
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