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      <title>Derramamento de Óleo na Baía de Guanabara by HBB</title>
      <link>https://padlet.com/higorbernardo32/8v8701f44m5a</link>
      <description>Em 18 de janeiro de 2000, um vazamento de óleo em grandes proporções foi responsável por mudar o cenário da Baía da Guanabara. Em virtude de um problema originado em uma das tubulações da Refinaria Duque de Caxias, em torno de 1,3 milhões de litros de óleo cru foram lançados na baía de Guanabara. A mancha de óleo se estendeu por uma faixa superior a 50 quilômetros quadrados, atingindo o manguezal da área de proteção ambiental de Guapimirim e diversas praias que são banhadas pela baía de Guanabara. Inúmeras espécies da fauna e flora foram afetadas, além de provocar graves prejuízos de ordem social e econômica à população, que tirava o seu sustento das atividades ligadas aos recursos hídricos da Baía. O presidente da Petrobrás daquele ano, Sr. Henri Phillipe Reichstul, admitiu a existência de falha na instalação do oleoduto PE-2, resultando no acidente. Responsável pela Refinaria Duque de Caxias, a Petrobrás foi multada em R$94 mil. Metade do valor aplicado pela FEEMA e o restante pelo instituto Estadual de Florestas. O valor da multa do Ibama, por sua vez alcançou R$50 milhões. A Petrobrás foi beneficiada com um desconto de cerca de 30% pelo pagamento antecipado da multa. A pesca está em extinção na Baía de Guanabara, lamentou o ambientalista Sergio Ricardo Lima, que foi uma das primeiras pessoas a saber do acidente ecológico. &quot;Na época do vazamento, nós ecologistas falávamos que não bastava apenas pagar a multa. Haveria um impacto social enorme que duraria, pelo menos, 10 anos e o resultado seria o empobrecimento dos pescadores. Isso infelizmente aconteceu&quot;, disse. Sergio argumenta ainda que, além do impacto ambiental, o drama humano tem sensibilizado os ambientalistas, pois muitos pescadores faleceram ao longo dos 14 anos, e as famílias que sobreviviam da renda da pesca têm passado por dificuldades. Muitas viúvas de pescadores são marisqueiras. A ação na Justiça começou com 21 mil pescadores, porém após questionamentos da Petrobras, o número se reduziu à metade.&quot;A ação está em segredo de Justiça, mesmo os impactados não têm acesso à informação. Só um grupo de 120 pescadores da região de Tubiacanga foram indenizados&quot;.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-10-15 02:06:05 UTC</pubDate>
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         <title>...</title>
         <author>sayurisantos2001</author>
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         <description><![CDATA[<div>Comentem</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-15 02:25:12 UTC</pubDate>
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