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      <title>A lei de Terras de 1850 e seus desdobramentos no tempo presente by Felipe Adamo</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-26 18:10:18 UTC</pubDate>
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         <title>O que é </title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <description><![CDATA[<div>A grilagem de terras é a prática de invadir terras públicas e fraudar documentos para simular a posse do terreno. Os grileiros são pessoas que se apropriam de terras que não são suas por direito, utilizando meios ilícitos para se dizerem donos dessas terras. O termo "grilagem" vem do antigo método de envelhecer documentos forjados em uma gaveta cheia de grilos, dando a aparência de autenticidade, por parecerem ser antigos. Atualmente, as pessoas encontram maneiras mais sofisticadas de falsificar documentos.<br><br>No Brasil, a grilagem de terras está associada a atividades ilegais como o extrativismo e a queima de florestas. Muitas vezes, a população local é expulsa das terras invadidas, e há relatos de trabalho escravo e assassinatos. A Amazônia é uma região especialmente afetada pela grilagem, devido à sua vasta extensão e à dificuldade de fiscalização das propriedades de terra.<br><br>É importante destacar que a grilagem de terras é uma das principais causas do desmatamento, uma vez que os grileiros desmatam as áreas invadidas para dar a entender que existe uma atividade produtiva nelas, como a pecuária. A regularização dessas terras no futuro também é uma preocupação, uma vez que pode incentivar ainda mais o desmatamento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-26 18:28:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <pubDate>2023-09-26 18:32:40 UTC</pubDate>
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         <title>Documento Lei de terras de 1850</title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <pubDate>2023-09-26 18:36:54 UTC</pubDate>
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         <title>O que foi? </title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>Lei de Terras</strong> (Lei nº 601 de 18 de setembro de 1850) foi a primeira iniciativa no sentido de organizar a propriedade privada no Brasil. A lei estabelecia a compra como a única forma de acesso à terra e abolia o regime de sesmarias. A Lei de Terras foi aprovada no mesmo ano da lei Eusébio de Queirós, que previa o fim do tráfico negreiro e sinalizava a abolição da escravatura no Brasil. A lei determinou parâmetros e normas sobre a posse, manutenção, uso e comercialização de terras no período do Segundo Reinado. A Lei de Terras não gerou os efeitos esperados, e sim, concentração de terras e insegurança jurídica, cenário que favoreceu a grilagem de terras públicas .</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 14:02:54 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivo </title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <description><![CDATA[<div>O objetivo da Lei era estabelecer a compra como única forma de obtenção de terras públicas. Desta forma, inviabilizou os sistemas de posse ou doação para transformar uma terra em propriedade privada. O governo imperial pretendia arrecadar mais impostos e taxas com a criação da necessidade de registro e demarcação de terras. Esses recursos tinham como destino o financiamento da imigração estrangeira, voltada para a geração de mão-de-obra, principalmente, para as lavouras de café. Vale lembrar que o tráfico de escravos já era uma realidade que diminuía cada vez mais a disponibilidade de mão-de-obra escrava. Também se buscou dificultar a compra ou posse de terras por pessoas pobres, favorecendo o uso destas para fins de produção agrícola voltada para a exportação. Este objetivo foi alcançado pelo governo, pois esta lei provocou o aumento significativo nos preços das terras no Brasil. A lei também favoreceu os grandes proprietários rurais, que passavam a ser os únicos detentores dos meios de produção agrícola, principalmente a terra, no Brasil. É evidente a tentativa de tornar as terras um bem comercial, uma mercadoria (fonte de lucro), tirando delas o caráter de status social derivado da simples posse.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 15:02:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Há 170 anos, Lei de Terras oficializou opção do Brasil pelos latifúndios</title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <pubDate>2023-09-28 15:03:39 UTC</pubDate>
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         <title>Consequências que se permaneceram até os dias atuais </title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>As consequências principais</strong> da Lei de Terras para época que escoram atualmente, foram possibilitar a manutenção da concentração de terras no Brasil, deixando uma parcela pequena da população, com a maior parte das terras do país. Além de regulamentar a propriedade privada, principalmente na área agrícola do Brasil. Aumentaram o poder oligárquico e suas ligações políticas com o governo imperial. Dificultaram o acesso de pessoas de baixa renda às terras. Muitas perderam suas terras e sua fonte de subsistência. Restou a estas apenas o trabalho como empregadas nas grandes propriedades rurais, aumentando assim a disponibilidade de mão-de-obra. Também se aumentaram os investimentos do governo imperial na política de estímulo à entrada de mão-de-obra estrangeira, principalmente europeia, no Brasil. E ocorreu o favorecimento a expansão da economia cafeeira no Brasil, na medida em que a Lei de Terras favoreceu a elite agrária brasileira, principalmente da região Sudeste.&nbsp;<br><br>Ao analisar todas essas consequências e realidades do Brasil do século XIX, percebe-se que a relação da sociedade da sociedade brasileira com a terra não se alterou nesse quase 200 anos. Atualmente ainda uma parcela muito pequena da população, que é a parcela mais rica, está ligada com o poder agrário, poder politico, enquanto a população mais pobre está presa a condições de mão-de-obra e está afastada do campo político propositalmente, assim como debatido na viagem a Brasília.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 15:16:15 UTC</pubDate>
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         <title>Propagandas para atraírem europeus e asiáticos para servirem de mão-de-obra no Brasil </title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <pubDate>2023-09-28 15:20:00 UTC</pubDate>
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         <title>Grandes propriedades rurais em São Paulo e Pernambuco no fim do Império.</title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <pubDate>2023-09-28 15:23:50 UTC</pubDate>
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         <title>O que foi? </title>
         <author>felipeadamo</author>
         <link>https://padlet.com/felipeadamo/8v7hievwteiigoox/wish/2725296391</link>
         <description><![CDATA[<div>O Segundo Reinado começa, em 1840, com o Golpe da Maioridade. É o momento em que o Brasil se consolida como nação.<br><br></div><div>O regime político do país era a monarquia parlamentarista, onde o Imperador escolhia o Presidente do Conselho (equivalente ao cargo de primeiro-ministro) através de uma lista com três nomes.<br><br></div><div>No plano econômico, o café adquire importância fundamental, sendo o produto mais exportado pelo Brasil. Chegam as primeiras ferrovias e barcos a vapor com o objetivo de melhorar a circulação do chamado "ouro negro".<br><br></div><div>Em meio à prosperidade cafeeira, o Brasil se encontrou em um dilema, pois quem trabalhava nas plantações de café eram pessoas escravizadas. Desde o governo de Dom João VI, o país havia se comprometido a abolir a escravidão. No entanto, a elite cafeeira se opunha, pois isso acarretaria perdas econômicas. A solução é terminar com o trabalho servil de forma gradual, dessa forma, diferente de muitos lugares da América Latina, que foi indenizado pela abolição não foram os escravos e sim os senhores de terra que teriam perdia sua mão-de-obra.<br><br></div><div>Será no Segundo Reinado que o Brasil se vê às voltas com o maior conflito armado da América do Sul: a Guerra do Paraguai. Por fim, sem apoio das elites rurais e do exército, a monarquia é derrubada através de um golpe militar. A Família Imperial é obrigada a deixar o país e se instala a república.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 21:08:54 UTC</pubDate>
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         <title>Aprofundando na política </title>
         <author>felipeadamo</author>
         <link>https://padlet.com/felipeadamo/8v7hievwteiigoox/wish/2725302945</link>
         <description><![CDATA[<div>No caso da política durante o Segundo Reinado, o primeiro destaque a ser feito se dá pela atuação dos partidos políticos existentes. Os dois partidos que atuaram na política brasileira nesse período formaram-se durante o Período Regencial e eram conhecidos como Partido Conservador e Partido Liberal.<br><br></div><div>· &nbsp; o <strong>Partido Liberal</strong>, cujos membros eram conhecidos como os “luzia”;<br><br></div><div>· &nbsp; o <strong>Partido Conservador</strong>, cujos membros eram conhecidos como os “saquarema”.<br><br></div><div>A princípio, ambos os partidos defendiam as ideias de elite, como a manutenção da escravidão. Somente se diferenciavam em relação ao poder central, com os liberais lutando por mais autonomia provincial e os conservadores por mais centralização.<br><br></div><div>Por causa da abdicação do seu pai, <a href="https://www.todamateria.com.br/dom-pedro-ii/">D. Pedro II</a> sentiu a necessidade de mudar forma de governo. Por isso, em 1847, implanta o parlamentarismo no Brasil.<br><br></div><div>A distribuição do poder durante o Segundo Reinado acontecia de forma que o imperador tivesse amplos poderes na política. O imperador representava pessoalmente o Poder Moderador e estava à frente do Executivo. No Executivo também constava o Conselho de Estado. No caso do Legislativo, destacam-se os cargos de senador e deputado.</div><div>Por fim, da política brasileira, um último e importante destaque a ser mencionado é o que ficou conhecido como parlamentarismo às avessas.<br><br>&nbsp;O Brasil funcionava como uma monarquia parlamentarista na qual o imperador interferia na política sempre que fosse necessário para garantir seus interesses. Assim, se fosse eleito um primeiro-ministro que não lhe agradasse, ele o destituía, e se a Câmara tomasse medidas que não lhe agradassem, ela era dissolvida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 21:19:30 UTC</pubDate>
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         <title>Aprofundando na economia </title>
         <author>felipeadamo</author>
         <link>https://padlet.com/felipeadamo/8v7hievwteiigoox/wish/2725307260</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil começou a exportar mais do que a importar e a procura pelo café era tão grande que havia necessidade de aumentar a mão de obra.<br><br></div><div>Contudo, a fim de proteger seus negócios, os fazendeiros de café viam com maus olhos as tentativas de qualquer lei que favorecesse a abolição da escravidão. Por isso, os latifundiários apoiam a vinda de imigrantes, especialmente italianos, para trabalharem nos cafezais.<br><br></div><div>Em decorrência do crescimento da exportação de café são construídas as primeiras ferrovias e nasceram cidades. As duas regiões de maior desenvolvimento da cultura do café foram: Vale do Paraíba (entre as províncias do Rio de Janeiro e São Paulo) e o Oeste Paulista.&nbsp;<br><br></div><div>Nessa época começam a ser montadas as primeiras fábricas no Brasil, ainda que de forma isolada e em grande parte devido ao trabalho do <a href="https://www.todamateria.com.br/barao-de-maua/">Barão de Mauá</a>.<br><br></div><div>Coube ao Estado a consolidação do comando nacional e do protecionismo econômico, mantendo-se como uma sociedade de base econômica agrária, baseada na presença de latifúndios (grandes propriedades monocultoras) e grande parte da mão de obra era escrava. Esse cenário só começou a mudar no final do <a href="https://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/segundo_reinado.htm">Segundo Reinado</a>, quando se intensificou a entrada de mão de obra imigrante (europeia). Muitos imigrantes europeus, principalmente italianos, chegaram para aumentar a mão de obra nos cafezais de São Paulo, a partir de 1850, como visto no tópico da Lei de terras, de mesmo ano. Vieram para, aos poucos, substituírem a mão-de-obra escrava que, devido às pressões da Inglaterra, começava a entrar em crise. Além de buscarem trabalho nos cafezais do interior paulista, também foram para as grandes cidades do Sudeste que começavam a abrir muitas indústrias.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;Os grandes proprietários rurais, que eram muito ricos, tinham grande influência e participação na política brasileira, assim como é atualmente. Entre 1850 e 1870, houve a chamada Era Mauá. <br><br>A economia cafeicultora, monocultora e exportadora continuou sendo a base econômica do país, porém ocorreu uma tentativa de desenvolvimento industrial e de infraestrutura. O principal responsável pelos investimentos nesses setores foi Irineu Evangelista de Sousa (<a href="https://www.suapesquisa.com/quemfoi/barao_de_maua.htm">Barão de Mauá</a>). Ele investiu em ferrovias, indústrias, navios a vapor, empresas de navegação, bondes no Rio de Janeiro, bancos e sistema telegráfico (rede de telégrafos). Além do café, o Brasil também produzia, nesse período, outros produtos secundários. Entre eles, os principais foram: açúcar (principalmente no Nordeste), algodão (no Maranhão) e borracha (na região amazônica).</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 21:26:08 UTC</pubDate>
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         <title>Abolicionismo no segundo Reinado</title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa época é crucial para o processo de abolição das pessoas escravizadas, pois surgem diversas sociedades e jornais contra esta prática. Os escravos se mobilizam através dos quilombos e irmandades religiosas, mas também solicitam sua liberdade na Justiça.<br><br></div><div>A abolição da escravidão não era desejada pelos fazendeiros. Estes perderiam o investimento da compra das pessoas escravizadas e teriam que começar a pagar salário, diminuindo assim sua margem de lucro.<br><br></div><div>Desta maneira, o governo indenizou pelos escravos libertos e&nbsp;promulgou leis que visam abolir o trabalho servil de forma gradual. São elas:<br><br></div><div>- Lei Eusébio de Queiróz (1850): extinguiu oficialmente o tráfico de escravos no Brasil.<br><br></div><div>- Lei do Ventre Livre (1871): tornou livre os filhos de escravos nascidos após a promulgação da lei.</div><div>&nbsp;</div><div>-Lei dos Sexagenários (1885): dava liberdade aos escravos ao completarem 65 anos de idade.<br><br></div><div>- Lei Áurea (1888): assinada pela Princesa Isabel, aboliu a escravidão no Brasil.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 21:31:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <pubDate>2023-09-28 21:33:15 UTC</pubDate>
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         <title>Dom Pedro II aos 20 anos</title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <pubDate>2023-09-28 21:34:17 UTC</pubDate>
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         <title>Café: principal produto da economia brasileira durante o Segundo Reinado (obra Café de Cândido Portinari). </title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na imagem já é possível ver até mesmo asiáticos, demonstrando o novo cenário da mão-de-obra estimulada durante o Segundo Reinado quem investiu muito na atração de estrangeiros europeus e asiáticos para trabalharem em solo brasileiro. </div>]]></description>
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         <title>LEI No 601, DE 18 DE SETEMBRO DE 1850. (Lei de Terras) </title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <pubDate>2023-09-28 21:42:00 UTC</pubDate>
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         <title>Bancada Ruralista Atual</title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante o período do Segundo Reinando os ruralista obtinham muito poder frente as decisões do país e atualmente esse cenário se mostra inalterado, servindo para demonstrar como o Brasil segue preso a um mesmo sistema político a séculos. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), também conhecida como bancada ruralista ou bancada do boi, é composta por 251 deputados federais e 31 senadores, o que representa praticamente metade dos parlamentares com cadeiras no Congresso Nacional.&nbsp;<br><br>A bancada ruralista tem demonstrado sua força ao derrubar medidas provisórias e aprovar textos substitutivos, como ocorreu recentemente com a Medida Provisória do governo Lula que reformula a estrutura da Esplanada, com a criação de novos ministérios.</div><div><br>Essa bancada tem como objetivo principal defender os interesses do setor agropecuário e rural, e suas pautas costumam estar relacionadas a questões agrárias, ambientais e indígenas. A bancada ruralista é considerada a segunda maior do Congresso Nacional em números, ficando atrás apenas da bancada evangélica.<br><br>Em função de uma pauta comum conservadora, a bancada ruralista brasileira tem frequentemente se associado à bancada evangélica e à bancada armamentista, que juntas são chamadas pejorativamente "bancada BBB", em referência a "Bíblia, Boi e Bala".&nbsp;<br><br>Estes são atrelados aos movimentos de extrema direita do Brasil, movimento que reivindicam o passado imperial, como se fosse um período maior e de glória da história brasileira, que deveria voltar. E muitos que fazem parte desse movimento, correspondem a parte da parcela ruralista, que obviamente reivindicam por um momento histórico em que tinham ainda mais poder do que na atualidade e as disputas políticas eram rapidamente silenciadas pela imposição do império. </div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 22:23:59 UTC</pubDate>
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         <title>Agricultura Familiar vs. Agronegócio</title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Atualmente, dois modelos de uso da terra, então em disputa no brasil, o da agricultura familiar e a do agronegócio. A agricultura familiar e o agronegócio são dois modelos agrícolas distintos e até opostos entre si.<br><br>&nbsp;A agricultura familiar é caracterizada pelo cultivo da terra realizado por famílias de agricultores e agricultoras, que priorizam a diversidade da produção e repassam conhecimentos entre as gerações. Seu foco é na produção de alimentos. Por outro lado, o agronegócio se refere à produção agropecuária em larga escala, caracterizada pela produção de apenas uma cultura em grandes propriedades de terra. Seu foco é na produção de mercadorias para o mercado internacional.</div><div><br>Existem várias diferenças fundamentais entre esses dois modelos. que passam entre <strong>Equilíbrio x Descontrole</strong>: A agricultura familiar preserva rios, solo, flora e fauna, sem esquecer de proteger os insetos polinizadores. Além disso, as famílias que trabalham na agricultura familiar protagonizam um movimento crescente de transição para a agroecologia, sendo responsáveis por produzir alimentos saudáveis para o povo. Por outro lado, o agronegócio trabalha com monoculturas em imensos latifúndios, desmatando florestas, empobrecendo o solo e utilizando altas quantidades de agrotóxicos.<br><br><strong>Justiça Social x Concentração de Renda</strong>: A agricultura familiar incentiva a economia solidária e gera mais de 70% dos empregos no campo, chegando a 90% em municípios de pequeno porte. Já o agronegócio trabalha com plantio e colheita mecanizados, reduzindo a demanda por contratações. <br><br><strong>Sustentabilidade x Impacto Ambiental</strong>: A agricultura familiar preserva o meio ambiente ao não desmatar extensões territoriais grandes e ao utilizar menos água e energia. Além disso, ela contribui para a segurança alimentar local e para a diversidade cultural. Por outro lado, o agronegócio consome água e energia em excesso, desmata florestas e utiliza altas quantidades de agrotóxicos.<br><br></div><div>Essas são apenas algumas das diferenças entre a agricultura familiar e o agronegócio. É importante ressaltar que ambos os modelos têm seu lugar na economia agrícola. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 22:36:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atualmente a agricultura Familiar produz cerca de 70% dos produtos que são consumidos pelos brasileiros e obtém somente 24% das terras, enquanto o agronegócio só produz 30%, mas possui 76% das terras</title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 22:37:09 UTC</pubDate>
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         <title>Linha do tempo da Grilagem </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A prática de grilagem tem raízes históricas no Brasil, remontando ao período colonial e ao processo de ocupação das terras brasileiras. Aqui estão alguns pontos importantes sobre a grilagem no passado do Brasil:<br><br>Período Colonial: Durante o período colonial, as terras no Brasil eram propriedade da Coroa Portuguesa. No entanto, muitos colonos e fazendeiros buscaram apropriação ilegal de terras, falsificando documentos para reivindicar propriedades que não lhes pertenciam.<br>Lei de Terras de 1850: A Lei de Terras de 1850 estabeleceu um sistema de regularização fundiária no Brasil. No entanto, a aplicação dessa lei muitas vezes foi ineficaz, e a grilagem persistiu, especialmente em áreas remotas do país.<br>Ocupação do Oeste Brasileiro: Durante o século XX, houve uma expansão significativa da fronteira agrícola brasileira para o oeste, na região da Amazônia e do Cerrado. Isso levou a um aumento nas práticas de grilagem, à medida que terras públicas e áreas de floresta foram alvo de invasões e falsificação de documentos.<br>Conflitos Fundiários: A grilagem histórica de terras contribuiu para conflitos fundiários no Brasil, com disputas entre posseiros, agricultores, comunidades indígenas e grandes proprietários de terras.<br>Legislação e Combate: Ao longo do tempo, o governo brasileiro promulgou leis e políticas para combater a grilagem, como a criação de reservas indígenas e unidades de conservação. No entanto, o problema persiste em algumas regiões, alimentado pelo desmatamento ilegal, expansão agrícola e interesses econômicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 22:49:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <pubDate>2023-09-28 22:50:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <pubDate>2023-09-28 22:52:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 22:53:24 UTC</pubDate>
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         <title>O que é</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Latifúndios são grandes extensões de terra, que podem ser produtivas ou improdutivas. Latifúndio corresponde a uma extensa propriedade agrícola privada, geralmente não exploradas economicamente, portanto improdutivas.<br><br>“O latifúndio, mais do que uma extensão de terra, era um sistema de dominação que estava na base do poder dos proprietários, como um mecanismo de controle social, principalmente sobre aqueles que se encontravam no interior dos grandes domínios”,<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 22:53:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contexto</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No Segundo Reinado, o Brasil tomou uma medida que seria determinante para a sua histórica concentração fundiária. Em 18 de setembro de 1850, o imperador dom Pedro II assinou a Lei de Terras, por meio da qual o país oficialmente optou por ter a zona rural dividida em latifúndios, e não em pequenas propriedades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 22:53:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é e contexto </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>No Brasil, a questão da terra como mercadoria está ligada historicamente à Lei de Terras de 1850, também conhecida como Lei de Terras. Esta lei desempenhou um papel fundamental na forma como a terra foi tratada como propriedade e como recurso comercial no país. Aqui estão alguns aspectos importantes:<br><br>Lei de Terras de 1850: A Lei de Terras de 1850 foi promulgada durante o Império Brasileiro, com o objetivo de regularizar a propriedade da terra no país. Ela introduziu a ideia de compra de terras, permitindo que as pessoas adquirissem terras públicas mediante pagamento.<br><br>Propriedade Privada: A Lei de Terras estabeleceu o princípio de que a propriedade privada da terra poderia ser obtida mediante a compra ou concessão do governo. Isso efetivamente transformou a terra em uma mercadoria que poderia ser adquirida, vendida e explorada com fins lucrativos.<br><br>Concentração de Terras: A aplicação da Lei de Terras, ao longo do tempo, resultou em uma concentração significativa de terras nas mãos de grandes proprietários. Muitas áreas rurais do Brasil viram a formação de latifúndios, onde vastas extensões de terra eram controladas por poucas pessoas ou empresas.<br><br>Questões Sociais e Fundiárias: A concentração de terras e a mercantilização da terra no Brasil historicamente levaram a conflitos fundiários, desigualdade social e questões relacionadas à reforma agrária. Isso ocorreu porque muitas pessoas, especialmente comunidades tradicionais e povos indígenas, foram despojadas de suas terras.<br><br>Reforma Agrária: A questão da reforma agrária tem sido debatida no Brasil há décadas como uma tentativa de abordar a desigualdade na distribuição de terras. Governos ao longo do tempo adotaram políticas e programas para redistribuir terras para agricultores sem terra ou com pouca terra.</div><div><br>A Lei de Terras de 1850 moldou o cenário fundiário do Brasil e teve impactos profundos na história do país. A questão da terra como mercadoria e sua distribuição ainda são temas de relevância na sociedade brasileira atual, com debates contínuos sobre políticas agrárias, direitos de propriedade e justiça social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-29 00:42:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>79594</author>
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         <pubDate>2023-09-29 01:51:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>79594</author>
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         <pubDate>2023-09-29 01:51:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>79594</author>
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         <pubDate>2023-09-29 01:52:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>79594</author>
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         <pubDate>2023-09-29 01:53:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-09-29 02:28:50 UTC</pubDate>
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         <title>Índice de Gini</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Gini é uma medida internacional que vai de 0 a 1, quanto mais próximo de 1 maior a desigualdade pontuada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-29 02:29:22 UTC</pubDate>
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         <title>Exemplo de agricultura familiar</title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <description><![CDATA[<div>No início da década de 1980, assistimos a um ressurgimento dos movimentos de massa no Brasil. O fim da ditadura estava à vista e uma onda de entusiasmo contagiava grande parte da esquerda brasileira. Foi nessa década que se moldaram setores fundamentais da esquerda nacional, como o Partido dos Trabalhadores (PT) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Ao mesmo pace, diversos agentes pastorais intensificavam os esforços para conscientizar o público, à luz da Teologia da Libertação.<br><br>Foi nesse cenário, influenciado pelo trabalho da Comissão Pastoral da Terra e em colaboração com sindicatos de trabalhadores rurais do Sul do país, que surgiu o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST). O seu propósito era organizar um movimento de massa de alcance nacional, com o objetivo de despertar a consciência dos camponeses para a luta pela terra e por uma sociedade mais justa. Assim, nasceu o maior movimento camponês que o Brasil já testemunhou. Sobre esse assunto, Stédile (2009, p. 2) ressalta: "Queríamos, enfim, combater a pobreza e a desigualdade social. A causa primordial dessa situação no campo era a concentração da propriedade da terra, conhecida como latifúndio".<br><br>Nesse contexto, a relação do MST com a agricultura familiar se torna evidente ao analisar os dados estatísticos de suas atividades:<br><br>"Nos 16 anos de sua existência, até a virada dos anos 2000 [...] O MST já registra em sua história áreas conquistadas do latifúndio que se transformaram em locais de residência e trabalho para inúmeras famílias, bem como em fontes de produção de alimentos para muitas outras. Hoje, contamos com 81 cooperativas de trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra, 45 unidades agroindustriais e, o mais importante, a erradicação da fome e uma drástica redução nos índices de mortalidade infantil nos assentamentos espalhados por todo o Brasil" (CALDART, 2001).<br><br>Os atores sociais envolvidos na agricultura familiar incluem agricultores, trabalhadores rurais ainda vinculados ao meio rural, agricultores de assentamentos ligados ou não ao MST, bem como pequenos e médios agricultores com estabilidade econômica, que estão associados ou não a complexos agroindustriais ou ao cooperativismo tradicional (GROFF et al., 2009). Estes desempenham um papel crucial na base da economia brasileira de agroexportação e têm um impacto direto no abastecimento de alimentos para o mercado interno. Portanto, a discussão dialética sobre a exclusão que esses atores enfrentam, juntamente com os esforços de inclusão, é uma parte essential dos debates contemporâneos.<br><br>Assim sendo, a inserção do MST na luta pela terra e pela Reforma Agrária abre novas perspectivas para um desenvolvimento rural fundamentado em práticas e experiências sociais que enfatizam a identidade coletiva e a resistência do movimento. Além disso, ele incorpora estruturas organizacionais para a produção de alimentos ecológicos, promove a soberania alimentar, busca uma distribuição equitativa de terras e melhorias nas condições de vida nas áreas rurais. Em última análise, o movimento representa a luta histórica das classes e camadas sociais que habitam o campo, muitas vezes em condições de vulnerabilidade e subordinação, e que almejam transformações substanciais por meio do campesinato e da ação popular.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-29 03:10:35 UTC</pubDate>
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         <title>DAS LIGAS AO MST: LUTA PELA TERRA E A TERRITORIALIDADE CAMPONESA</title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-09-29 03:12:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipeadamo</author>
         <link>https://padlet.com/felipeadamo/8v7hievwteiigoox/wish/2725533023</link>
         <description><![CDATA[<div>Tirinha que exemplifica a questão das altas concentrações de terras no país. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-29 03:17:09 UTC</pubDate>
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         <title>Concentração de terras e reforma agraria</title>
         <author>felipeadamo</author>
         <link>https://padlet.com/felipeadamo/8v7hievwteiigoox/wish/2725536254</link>
         <description><![CDATA[<div>A reforma agrária é uma política de governo que visa a transferência de grandes latifúndios, principalmente os improdutivos, para famílias que não possuem terras. Essa transferência pode ocorrer com ou sem indenização. A concentração de terras no Brasil é um problema histórico e complexo. A reforma agrária é uma das estratégias adotadas para diminuir a predominância dos latifúndios no país e alcançar as famílias que precisam de um pedaço de terra para cultivar seu alimento .<br><br></div><div>A reforma agrária consiste em medidas para garantir uma redistribuição da terra, a partir de alterações no regime de posse e uso da terra, com o intuito de promover os princípios de justiça social, desenvolvimento rural sustentável e aumento da produtividade. Ela busca uma distribuição fundiária mais justa que contemple os agricultores menores e menos poderosos, que, em geral, praticam a agricultura e a pecuária familiar.<br><br></div><div>A história da reforma agrária no Brasil é marcada por lutas e debates. A concentração de terras nas mãos de poucos proprietários tem sido um dos principais desafios enfrentados pelo país. A reforma agrária tem como objetivo principal promover a democratização do acesso à terra e o reconhecimento do valor social da terra.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-29 03:22:24 UTC</pubDate>
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         <title>Concentração de terras </title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <description><![CDATA[<div>A concentração de terras no Brasil é um dos fatores que alimentam a desigualdade social no país. A característica principal é a monocultura de exportação que deu origem e reforçou a propriedade latifundiária. Em 2017, 1% dos estabelecimentos rurais concentravam 48% de todas as terras cultivadas no país. Menos de 1% das propriedades rurais concentram quase metade de toda a área rural do Brasil. Enfrentar a crescente concentração de terras é fundamental para reduzir as desigualdades sociais, a concentração de riquezas, os desmatamentos e desertificações.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-29 03:25:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-09-29 03:27:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <pubDate>2023-09-29 03:27:56 UTC</pubDate>
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         <title>AS 4 fontes obrigatórias estão de roxo</title>
         <author>felipeadamo</author>
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         <pubDate>2023-09-29 03:31:18 UTC</pubDate>
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