<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>INS.pira.ÇÕES by Rafaela Maester</title>
      <link>https://padlet.com/rafaelamaester/8v4zy494edijfeb9</link>
      <description>Para olhar, ler e ouvir!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-08 01:26:02 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-10 03:23:07 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f31f.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Atravesso! Não sem medo. Pouco sei sobre o que me espera do outro lado. Ainda assim caminho. Não me contentaria em estar sempre do lado de cá. Deixo parte de mim e abro espaço para outras. Outras de mim. Outras travessias!!!</title>
         <author>rafaelamaester</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamaester/8v4zy494edijfeb9/wish/1814734673</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1393080194/2f1f5516fb5429f5175dc574f18e0881/WhatsApp_Image_2021_10_13_at_14_40_26.jpeg" />
         <pubDate>2021-10-13 17:42:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelamaester/8v4zy494edijfeb9/wish/1814734673</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diz o ditado que quando uma porta se fecha uma janela se abre. E com sorte pode ser que se abra mesmo. A questão é que nem sempre se quer abrir mão da porta, ainda que fechada. Se leva tempo olhando para ela, se acomodando na soleira, tentando abrir mesmo sem ter a chave. Em algum momento pode ser que se abra ou que o sujeito decida por deixar de lado, apostando que encontrará outras portas abertas. Fica a dúvida se valeria a pena entrar por alguma dessas janelas que se abrem.</title>
         <author>rafaelamaester</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamaester/8v4zy494edijfeb9/wish/1814747931</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1393080194/be375c0227493a9486f623434e111ec2/WhatsApp_Image_2021_10_13_at_14_46_37.jpeg" />
         <pubDate>2021-10-13 17:47:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelamaester/8v4zy494edijfeb9/wish/1814747931</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rafaelamaester</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamaester/8v4zy494edijfeb9/wish/1825044345</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1393080194/75ade591baacdc9e19680a281d782311/WhatsApp_Image_2021_10_18_at_15_44_44.jpeg" />
         <pubDate>2021-10-18 18:45:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelamaester/8v4zy494edijfeb9/wish/1825044345</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rafaelamaester</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelamaester/8v4zy494edijfeb9/wish/1906093978</link>
         <description><![CDATA[<div>Concordo com Guimarães Rosa quando diz que viver é um rasgar-se e remendar-se.<br><br>O que talvez mude seja a intensidade de cada uma dessas ações.<br><br>Em alguns trechos caminhamos, inevitavelmente tão rasgados que remendar-se&nbsp; parece pouco provável.<br><br>É possível que um percurso de análise nos dê a chance de um saber fazer com a parte rasgada de nós mesmos.<br><br>E assim seguimos, sobrevivendo a nossas pequenas mortes, nos dando a chance de viver novas pequenas vidas.<br><br>Com remendos entrelaçados, prova viva da vida que pulsa em cada um de nós.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1393080194/9f3959a5043916cd942589c71f671f1b/WhatsApp_Image_2021_11_22_at_10_33_10.jpeg" />
         <pubDate>2021-11-22 13:35:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelamaester/8v4zy494edijfeb9/wish/1906093978</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
