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      <title>Evolução da questão ambiental e desenvolvimento sustentável by GrupoH</title>
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      <description>Criado com uma mente aberta</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-25 13:09:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tópico 1:  O homem e a natureza pré-histórico</title>
         <author>rodrigolebrao13</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O ser humano, dentre todas as espécies animais existentes, é a que apresenta a maior capacidade de adaptação ao ambiente natural, e pode ser encontrado no deserto mais causticante. Sendo assim, na pré-história a primeira grande modificação feita pelo homem foi nas suas próprias condições biológicas, pois o equipamento humano de sobrevivência não lhe daria boas condições de superação dos predadores naturais. Entretanto a multiplicação da capacidade humana de intervir no meio ambiente&nbsp; não afetou de maneira significativa a natureza durante a pré-história, embora haja registros de caça a grandes animais na América Do Norte. Portanto, tudo isso&nbsp; mostra a diferença caça do ser humano e os outros animais.<br></strong><br></div><div><strong>Sendo desse modo, tanto os animais como os seres humanos realizam trabalho diferentes, e com uma profunda diferença entre eles pois “ o trabalho humano é consciente e proposital, ao passo que o trabalho de outros animais é instintivo.”- Podemos afirmar que há muitos tempo que as sociedades humanas viviam em constante movimento, caçando os animais selvagens que se deslocavam em rebanhos, e mudando de um lugar para outro em funções das estações do ano&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:38:03 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 2:  Revolução industrial</title>
         <author>rodrigolebrao13</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A Revolução industrial, que teve seu inicio na Inglaterra no século XVII e rapidamente se espalhou por outros recantos do planeta, promoveu o crescimento econômico e abriu as perspectivas de maior geração de riqueza, e por sua vez traria propriedade e melhor qualidade de vida. A industrialização trouxe varias problemas ambientais, como: alta concentração populacional, devido a urbanização acelerada, consumo excessivo de ser recuso naturais, sendo que alguns não renováveis (petróleo e carvão mineral).<br></strong><br></div><div><strong>Entretanto, a urbanização foi um dos mais importantes subprodutos da revolução industrial e criou um ambiente sem precedentes nas cidade, o fenômeno de urbanização na Inglaterra da primeira metade do século XIX agravava as mortes&nbsp; por doenças infecciosas, responsáveis por mais da metade delas.&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:41:39 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 3:  Big Smoke em Londres</title>
         <author>rodrigolebrao13</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Um dos fatores que aconteceu o Big Smoke em Londres foi a poluição atmosférica mais conhecido em maiores consequências ocorreu em Londres&nbsp; no inverso de 1952. Portanto esse período aconteceu entre em dias 5 e 9 de dezembro que ficou conhecida como big Smoke, sendo assim o inverno rigoroso e a chegada de uma nova fonte fria em Londres fizeram que aumentasse o uso do carvão para o uso do aquecimento residencial.<br></strong><br></div><div><strong>Consequentemente, o carvão era utilizado para o aquecimento das residências que baixa qualidade e com altos teores de enxofre, e que agravou ainda mais o problema. Deste modo a maioria das vitimas não morre durante o episodio critico, mas o obtido ocorre em funções respiratória ou sintomas associados, sendo normalmente mortes associadas pneumonia, ataques cardíacos, ou falência de órgãos&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:42:16 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 4:  Contaminação na Baía de Minamata	</title>
         <author>rodrigolebrao13</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigolebrao13/8uxoo5734h4oox8u/wish/2133124587</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 21 de abril de 1956, uma criança com disfunções do sistema nervoso deu entrada no Hospital Shin Nihon Chisso, no Japão. Logo em seguida, no dia 1º de maio, quatro outros pacientes com sintomas similares apareceram no centro de saúde pública de Kumamoto. Esta última acabou sendo a data oficial da descoberta do "mal de minamata". Naquele ano, um comitê especialmente designado para investigar a doença – de causas até então desconhecidas – reconheceu o mal em 56 pessoas. A investigação apontou pacientes das vizinhanças da Baía de Minamata, cuja dieta era centrada em peixes e frutos do mar. Foram encontrados cristais de mercúrio orgânico nos dejetos da indústria química Chisso.<br>O mercúrio era despejado em um rio que desaguava no mar, o principal fornecedor de alimentos às comunidades da região. A fauna marinha foi intoxicada e, através da comida, o metal altamente tóxico chegou aos organismos humanos. As mortes e doenças resultantes da contaminação por mercúrio em Minamata são exemplos do grau de toxicidade dos elementos químicos conhecidos como metais pesados.<br>A doença de Minamata afeta o sistema nervoso e o cérebro, causando dormência nos membros, fraqueza muscular, deficiência visual, dificuldades de fala, paralisia, deformidades e morte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:43:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tópico 5: Lançamento do Livro Primavera Silenciosa</title>
         <author>rodrigolebrao13</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigolebrao13/8uxoo5734h4oox8u/wish/2133137776</link>
         <description><![CDATA[<div>É um livro escrito por Rachel Carson e publicado pela editora Houghton Mifflin em Setembro de 1962. O livro é amplamente creditado como tendo ajudado no lançamento do movimento ambientalista.[1] O livro documentou o efeitos deletérios dos pesticidas no ambiente, particularmente em aves. Carson disse que tinha sido descoberto que o DDT causava a diminuição da espessura das cascas de ovos, resultando em problemas reprodutivos e em morte. Também acusou a indústria química de disseminar desinformação e de se aceitar as argumentações dessa indústria de maneira pouco crítica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:49:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tópico 6:  Conferência de Estocolmo e Postura dos países desenvolvidos e em desenvolvimento na citada Conferência</title>
         <author>rodrigolebrao13</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigolebrao13/8uxoo5734h4oox8u/wish/2133140599</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Na segunda metade do século XX, com a intensificação do crescimento econômico mundial, os problemas ambientais se agravaram e começaram a aparecer com maior visibilidade para amplos setores da população, particularmente dos países desenvolvidos, os primeiros a serem afetados pelos impactos provocados pela Revolução Industrial. Até o ano de 1962, os problemas derivados da relação do homem com o meio ambiente foram abordados de forma muito superficial. Nesse ano, Rachel Carson publicou o livro Silent Spring (Primavera Silenciosa),1 que teve enorme repercussão na opinião pública e que expunha os perigos de um inseticida, o DDT.<br></strong><br></div><div>&nbsp;<strong>No início da década de 1970, tornaram-se mais consistentes os questionamentos sobre o modelo de crescimento e desenvolvimento econômico que perdurava desde a Revolução Industrial, que teve início no século XVIII. O que se questionava era que, embora tivessem ocorrido profundas mudanças na economia, os níveis de subdesenvolvimento e pobreza não abaixavam, e em muitos casos aumentavam; além disso, a desigualdade social entre os países desenvolvidos e subdesenvolvidos se tornava cada vez maior, no ponto de vista ambiental, questionava-se cada vez mais o mito da abundância do capital natural, e constatava-se que o modelo de crescimento econômico até então adotado provocou agravamento da deterioração ambiental, com o aumento da contaminação e a possibilidade do esgotamento dos recursos naturais.<br></strong><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:51:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tópico 7:   Relatório de Brundtland (ou Relatório “Nosso Futuro Comum”) e Conceito de desenvolvimento sustentável</title>
         <author>rodrigolebrao13</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigolebrao13/8uxoo5734h4oox8u/wish/2133141600</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Como citado anteriormente, o programa MAB foi lançado em Conferência patrocinada pela UNESCO e realizada em Paris, entre os dias 9 e 19 de novembro de 1971. O encontro contou com a participação de representantes e observadores de diversos países e de vários organismos internacionais, tais como a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), a Organização Mundial da Saúde (OMS), a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (UICN), entre outros, que reconheceram a necessidade de se estabelecer uma cooperação científica internacional para se conceber e aperfeiçoar um plano de utilização racional e conservação dos recursos naturais da biosfera.<br></strong><br></div><div><strong>Como previsto e em função da crescente preocupação com o problema ambiental, a ONU realiza em 1972, na capital da Suécia, Estocolmo, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, que teve como resultado uma Declaração e um Plano de Ação para o Meio Ambiente Humano que contém 109 recomendações,&nbsp; Conferência de Estocolmo, por outro lado, embora não tenha sido convocada explicitamente para discutir o desenvolvimento, tornou-se um fórum de debates entre diferentes posições dos países do Norte e do Sul. Os países desenvolvidos compareceram com propostas de limitação do desenvolvimento econômico para os países subdesenvolvidos, justificadas em função da necessidade de preservar os recursos naturais existentes. os países do Terceiro Mundo adotaram uma postura defensiva, argumentando que a questão ambiental encobria na verdade uma ação das “grandes potências para conter a expansão do parque industrial dos países em vias de desenvolvimento”.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Refletindo a importância das discussões que ocorreram em Estocolmo, nos anos seguintes proliferaram acordos e conferências temáticas internacionais, como: Convenção sobre o Comércio Internacional de espécies ameaçadas da fauna e flora silvestres (1973), Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição pelos Navios (1973), Conferência Alimentar Mundial (1974), Convenção sobre a Proteção da Natureza no Pacífico Sul (1976), Conferência das Nações Unidas sobre a Água (1977), Conferência das Nações Unidas sobre a Desertificação (1977), Conferência Mundial sobre o Clima (1978), Convenção sobre a Conservação das espécies migrantes pertencentes à fauna selvagem (1979), Convenção sobre a conservação da fauna e da flora marítimas da Antártida (1980) e muitos outros documentos que foram normatizando procedimentos que deveriam ser adotados pelas pessoas e organizações em relação ao meio ambiente natural.<br></strong><br></div><div><strong>No ano de 1983, a Assembleia Geral da ONU, como reflexo do aumento crescente das preocupações ambientais, criou a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CMMAD), presidida pela primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland, com o objetivo de examinar as relações entre meio ambiente e o desenvolvimento e apresentar propostas viáveis.<br></strong><br></div><div><strong>O informe Brundtland, da Comissão Mundial para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CMMAD), denominado “Nosso Futuro Comum”,14 divulgado em 1987, pode ser considerado um dos mais importantes documentos sobre a questão ambiental e o desenvolvimento dos últimos anos. Vincula estreitamente economia e ecologia e estabelece com muita precisão o eixo em torno do qual se deve discutir o desenvolvimento, formalizando o conceito de desenvolvimento sustentável e estabelecendo os parâmetros a que os Estados, independentemente da forma de governo, deveriam se pautar, assumindo a responsabilidade não só pelos danos ambientais, como também pelas políticas que causam esses danos.<br></strong><br></div><div><strong>O documento “Nosso Futuro Comum” foi referência e base importante para os debates que aconteceram na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD), realizada no Rio de Janeiro em 1992, onde se popularizou o conceito de desenvolvimento sustentável, tornando as questões ambientais e de desenvolvimento indissoluvelmente ligadas.<br></strong><br></div><div><strong>De acordo com Maurice Strong, em prefácio de livro de SACHS, o conceito normativo básico de desenvolvimento sustentável emergiu na Conferência de Estocolmo de 1972, e foi designado à época como “abordagem do ecodesenvolvimento” e, posteriormente, renomeado com a denominação atual. Segundo ele, que foi Secretário Geral da Conferência, o desenvolvimento sustentável será alcançado se três critérios fundamentais forem obedecidos simultaneamente: equidade social, prudência ecológica e eficiência econômica.<br></strong><br></div><div><strong>Foi o relatório produzido pela Comissão Brundtland (Nosso Futuro Comum) que apresentou pela primeira vez uma definição mais elaborada do conceito de “Desenvolvimento Sustentável”.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Procura estabelecer uma relação harmônica do homem com a natureza, como centro de um processo de desenvolvimento que deve satisfazer às necessidades e às aspirações humanas. Enfatiza que a pobreza é incompatível com o desenvolvimento sustentável e indica a necessidade de que a política ambiental deve ser parte integrante do processo de desenvolvimento e não mais uma responsabilidade setorial fragmentada.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:51:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tópico 8:   ECO 92, Agenda 21 e Convenção do Clima (Convênio sobre as Mudanças Climáticas)</title>
         <author>rodrigolebrao13</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigolebrao13/8uxoo5734h4oox8u/wish/2133142680</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>No final do século XX, no início da década de 1990, o meio ambiente ocupava um patamar privilegiado na agenda global, tendo se tornado assunto quase obrigatório nos inúmeros encontros internacionais. Foi um período de intensos debates, atividades, fóruns e encontros que resultaram em um consenso mundial dos perigos que corria o planeta caso se mantivesse o modelo de crescimento insustentável até então em vigor.<br></strong><br></div><div><strong>A CNUMAD ocorreu 20 anos após a conferência de Estocolmo e concentrou-se em identificar as políticas que geram os efeitos ambientais negativos. Concluiu ela, de forma eloquente, que “a proteção ambiental constitui parte integrante do processo de desenvolvimento, e não pode ser considerada isoladamente deste”. O meio ambiente e o desenvolvimento são duas faces da mesma moeda com nome próprio, desenvolvimento sustentável, o qual “não se constitui num problema técnico, mas social e político”.15<br></strong><br></div><div><strong>Como produto desse encontro foram assinados cinco documentos que direcionariam as discussões sobre o meio ambiente nos anos subsequentes, quais sejam:<br></strong><br></div><div><strong>■Agenda 21;<br></strong><br></div><div><strong>■Convênio sobre a Diversidade Biológica (CDB);<br></strong><br></div><div><strong>■Convênio sobre as mudanças climáticas;<br></strong><br></div><div><strong>■Princípios para a Gestão Sustentável das Florestas;<br></strong><br></div><div><strong>■Declaração do Rio de Janeiro sobre meio ambiente e desenvolvimento.<br></strong><br></div><div><strong>década de 1990 inicia-se com uma nova realidade entre as nações: a queda do muro de Berlim assinala a substituição definitiva do confronto Leste-Oeste pelo embate Norte-Sul, colocando a questão ambiental como um dos itens fundamentais da agenda internacional.<br></strong><br></div><div><strong>Essa mudança no eixo pelo qual se articulam os interesses no sistema mundial provoca na década de 1990, particularmente após a Eco-92, um aumento da assinatura de tratados e acordos multilaterais internacionais, ao mesmo tempo em que aumentam as medidas normatizadoras27 tomadas pelos organismos financeiros internacionais que contribuem para desenhar um quadro em que se configura a construção de uma nova ordem ambiental mundial.<br></strong><br></div><div><strong>A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD), também conhecida como Cúpula da Terra, ou Eco-92, foi realizada no Rio de Janeiro em 1992, com representantes de 179 países que discutiram durante 14 dias os problemas ambientais globais e estabeleceram o desenvolvimento sustentável como uma das metas a serem alcançadas pelos governos e sociedades em todo o mundo.<br></strong><br></div><div><strong>Como vimos no Capítulo 2, da Conferência resultaram cinco documentos básicos:<br></strong><br></div><div><strong>■a declaração do Rio de Janeiro sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento;<br></strong><br></div><div><strong>■a Declaração de princípios para a gestão sustentável das florestas;<br></strong><br></div><div><strong>■o Convênio sobre a Diversidade Biológica;<br></strong><br></div><div><strong>■o Convênio sobre as Mudanças Climáticas; e<br></strong><br></div><div><strong>■o Programa das Nações Unidas para o século XXI, mais conhecido como Agenda 21.<br></strong><br></div><div><strong>De todos, a Agenda 21 é o mais abrangente, e constitui um programa internacional que estabelece parâmetros para que se obtenha o desenvolvimento sustentável nas suas vertentes econômica, social e ambiental. No que diz respeito às empres<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:52:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 9:  ODM</title>
         <author>rodrigolebrao13</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigolebrao13/8uxoo5734h4oox8u/wish/2133143830</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Os <strong>Objetivos de Desenvolvimento do Milênio</strong> (<strong>ODMs</strong>) foram os oito objetivos internacionais de desenvolvimento para o ano de 2015 que foram estabelecidos após a Cúpula do Milênio das <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Na%C3%A7%C3%B5es_Unidas">Nações Unidas</a> em 2000, após a Declaração do Milênio das Nações Unidas. Todos os 191 Estados membros da ONU na época e pelo menos 22 <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%B5es_internacionais">organizações internacionais</a>, comprometeram-se a ajudar a alcançar os seguintes topicos para o Milênio até 2015:<br><br></div><ol><li>Erradicar a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pobreza_extrema">pobreza extrema</a> e a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Fome">fome</a>;</li><li>Alcançar o <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ensino_prim%C3%A1rio">ensino primário</a> universal;</li><li>Promover a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Igualdade_de_g%C3%AAnero">igualdade de gênero</a> e empoderar as mulheres;</li><li>Reduzir a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mortalidade_infantil">mortalidade infantil</a>;</li><li>Melhorar a saúde materna;</li><li>Combater o <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/HIV">HIV</a>/<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/AIDS">AIDS</a>, a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mal%C3%A1ria">malária</a> e outras doenças;</li><li>Garantir a sustentabilidade ambiental;</li><li>Desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento.<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Objetivos_de_Desenvolvimento_do_Mil%C3%AAnio#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a></li></ol><div><br>Os objetivos do milênio procuraram formas de inserir esses Objetivos com <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Estrat%C3%A9gia">estratégias</a>, promoveram o esforço no sentido de incluir vários desses Objetivos do Milênio em agendas internacionais, nacionais e locais de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Direitos_Humanos">Direitos Humanos</a>, forma criativa e inovadora de valorizar a iniciativa.<br>Concretos e mensuráveis, os 8 Objetivos – com suas 22 metas (24 no Brasil) e 48 indicadores – puderam ser acompanhados por todos em cada país; os avanços puderam ser comparados e avaliados em escalas nacional, regional e global; e os resultados puderam ser cobrados pelos povos de seus <a href="https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Representatividade&amp;action=edit&amp;redlink=1">representantes</a>, sendo que ambos deviam colaborar para alcançar os compromissos assumidos em 2000. Também serviram de exemplo e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Alavanca">alavanca</a> para a elaboração de formas complementares, mais amplas e até <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Sistema">sistêmicas</a>, para a busca de soluções adaptadas às condições e potencialidades de cada sociedade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:53:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tópico 10:  Rio +20	</title>
         <author>rodrigolebrao13</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigolebrao13/8uxoo5734h4oox8u/wish/2133145691</link>
         <description><![CDATA[<div>A Rio + 20 é um evento onde governantes e membros da sociedade civil se reunirão para discutir como podemos transformar o planeta em um lugar melhor para viver. A Rio + 20 é a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, Uma das grandes discussões da conferência será sobre o papel de uma instância global que seja capaz de unir as metas de preservação do meio ambiente com as necessidades contínuas de progresso econômico</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:54:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tópico 11: Agenda 2030 e ODS	</title>
         <author>rodrigolebrao13</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><div>Esta Agenda é um plano de ação para as pessoas, o planeta e a prosperidade. Também intensificar a paz universal com mais liberdade. Reconhecemos que a erradicação da pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, é o maior desafio global e um requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável. Todos os países e todos os grupos de trabalho, pretendem em parceria colaborativa, implementação este plano. Estamos determinados a libertar a raça humana da tirania da pobreza e privação e a sanar e proteger o nosso planeta. Estamos determinados a tomar medidas ousadas e transformadoras que se aproximam urgentemente para pôr o mundo em um mundo sustentável e resiliente. Ao embarcarmos nessa jornada coletiva, comprometendomo-nos a não deixar ninguém para trás. Os objetivos de desenvolvimento sustentável e os objetivos169 metas169 metas anunciando hoje a 1 Objetivos e escalas de desenvolvimento da nova Agenda universal. Levam em conta o legado dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e recuperam avanços nas metas não alcançadas. Buscam assegurar os direitos humanos de todos e alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres e gênero. São integrados e indivisíveis, e mesclam, de forma equilibrada, como três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e ambiental. Os Objetivos e estimularão a ação em áreas de importância crucial para a humanidade e para o planeta nos próximos 15 anos: Levam em conta o legado dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e recuperam avanços nas metas não alcançadas. Buscam assegurar os direitos humanos de todos e alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres e gênero. São integrados e indivisíveis, e mesclam, de forma equilibrada, como três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e ambiental. Os Objetivos e estimularão a ação em áreas de importância crucial para a humanidade e para o planeta nos próximos 15 anos: Levam em conta o legado dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e recuperam avanços nas metas não alcançadas. Buscam assegurar os direitos humanos de todos e alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres e gênero. São integrados e indivisíveis, e mesclam, de forma equilibrada, como três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e ambiental. Os Objetivos e estimularão a ação em áreas de importância crucial para a humanidade e para o planeta nos próximos 15 anos:</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:56:00 UTC</pubDate>
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         <title>Tópico 12: Acordo de Paris</title>
         <author>rodrigolebrao13</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Acordo de Paris é um compromisso mundial sobre as alterações climáticas e prevê metas para a redução da emissão de gases do efeito estufa, como o dióxido de carbono, isso se torna principal objetivo do Acordo de Paris.Essa emissão de gases contribui de maneira significativa para o aumento da temperatura do planeta. A meta do Acordo de Paris é manter o aumento da temperatura do planeta abaixo dos 2 ºC. Uma das metas do Acordo de Paris é estimular os países desenvolvidos a dar suporte financeiro e tecnológico aos países subdesenvolvidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:56:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tópico 13: Proposta para reflexão	Organização/estrutura do painel colaborativo	Transferência do conteúdo e imagens para o Padlet</title>
         <author>rodrigolebrao13</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigolebrao13/8uxoo5734h4oox8u/wish/2133150717</link>
         <description><![CDATA[<div>O presente trabalho visa apresentar a evolução histórica das ações ambientais, especificamente do ponto de vista da gestão ambiental no Brasil e no mundo. Realizando para isso uma pesquisa bibliográfica descritiva e periódicos, livros e arquivos referentes à temáticas estudada. Observaram-se avanços na implantação de ações de preservação ambiental principalmente na década de 90. Incluso o Brasil, principalmente depois da ECO 92, gerando uma pressão no sentido de minimizar as ações de impacto negativo sobre o ambiente. Como a criação da norma ISO 14000 em 1996, os de gestão ambiental passaram a ter uma referência internacional, ganhando adesão crescente de degradação ambiental em detrimento do desenvolvimento sustentando, levando à falência do meio ambiente e da sociedade Mundial e brasileira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 17:57:00 UTC</pubDate>
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