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      <title>Diário de 65/44 by José Machado</title>
      <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m</link>
      <description>Para balanço de ilusões</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-01-23 09:52:02 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-10 15:37:11 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Génese</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/323363275</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideia começou a germinar depois de um convite para intervir no NESTT com uma acção de animação cultural. A piada esteve depois em criar dois momentos e andou por si, com exposição de outras dimensões. A participação e o conhecimento de alguns intervenientes, um dos quais o americano Marc Prensky, fizeram o resto com a conivência de algumas colegas da escola. Aqui estou agora a fazer o primeiro MOOK <a href="https://www.europeanschoolnetacademy.eu/web/yes-i-can-empowering-student-learning">Yes I Can - Empowering Student Learning </a><br>Já preenchi as formalidades de identidade, já respondi a um inquérito e já andei pelo café virtual. A foto tem menos anos, mas ainda respeita o essencial da figura.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-23 10:00:04 UTC</pubDate>
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         <title>1º Módulo: as questões de sempre: entre a rua e a escola</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/327248281</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre o formal e o informal e o quase formal, a escola puxa sempre para o seu lado que é o formal, o método, a cognição integral, com socialização, emoção, interior e exterior de cada um. A escola teve sempre a preocupação de construir o conhecimento, proporcionando aos seus usuários os instrumentos necessários para essa construção. Por isso a escola se organiza por patamares e acompanha toda a vida dos sujeitos que a pretendem e dela precisam. Os domínios do conhecimento informal, as áreas da informalidade cognitiva, entraram sempre na escola como ponto de partida, como motivação, como áreas de investigação e de estudo. E saíram outras entretanto da escola, para se misturarem no quotidiano e para se abrirem a novos desafios, a novas configurações e a novas representações. Vou dar um exemplo: a construção popular de instrumentos musicais. Quem estudar o assunto, à primeira vista o mesmo parecer-lhe-á um domínio da informalidade, um território onde cada um faz como sabe e como pode; todavia essa aparente informalidade é uma quase formalidade de aprendizagens anteriores, com mestres ou conhecedores; mas numa camada mais profunda, tudo quanto os construtores sabem foi já sistematizado por mestres anteriores , está até documentado. De modo que vemos os construtores a seguirem novamente um caminho de formalidades, de métodos de construção com base em novos equipamentos, na procura de melhor sonoridade, na busca de mecanismos de afinação mais rigorosos, no cuidado persistente com o rigor das medidas, dos materiais, das colas, dos processos de fabrico... Assistir à fabricação de um instrumento musical por robots é uma realidade já... o que significa um estádio de formalidade extrema muito apurada tecnologicamente... E todavia, em termso de inventividade instrumental, estamos num tempo que apela à informalidade e a deseja como antídoto à produção por máquinas, à extrema formalidade da indústria de linha... Deixo link para curiosidade:<br><a href="https://www.google.com/search?q=guitarras+de+lata&amp;tbm=isch&amp;source=univ&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj9nunSiKLgAhUmzYUKHZZqBmsQsAR6BAgFEAE&amp;biw=1366&amp;bih=625">https://www.google.com/search?q=guitarras+de+lata&amp;tbm=isch&amp;source=univ&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj9nunSiKLgAhUmzYUKHZZqBmsQsAR6BAgFEAE&amp;biw=1366&amp;bih=625</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-04 12:08:15 UTC</pubDate>
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         <title>Actividades: 1.2 Os interesses dos alunos</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/330752146</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Os interesses e preferências dos meus alunos são muitos e variados e variáveis, consoante o tempo escolar, o tempo climatérico e o tempo festivo, mas atrevo-me a enunciar: - Desporto: os resultados dos clubes, as equipas, as tricas e polémicas - A música - O youtube e os youtubers - Os animais de estimação - As actividades escolares: as disciplinas e as actividades que estas promovem em torno de conteúdos, como visitas de estudo - Os casos e problemas familiares, conversas de desabafo e de manutenção da relação afectiva com os professores - As discussões intermináveis entre eles sobre comportamentos e invasões de privacidade 2) Julgo conhecer os meus alunos pela rama, por esta superfície escolar que consiste em saber deles o que eles escrevem em documentos oficiais, tipo profissões dos pais, idades, número de irmãos, resultados escolares, preferências, doenças ou cuidados de saúde, habitação ou localidade dela. Com o decorrer da escolarização aprofundo os meus conhecimentos deles para um nível de confiança em termos de motivações pessoais… 3) Os alunos conhecem-se melhor em situação de trabalho ou de projecto escolar, em situação de stress avaliativo, em situação de conflitualidade, em situação de verbalização argumentativa…<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 11:42:19 UTC</pubDate>
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         <title>Actividades: 1.3. Aprendizagens formais, informais e não formais</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/330752550</link>
         <description><![CDATA[<div>Aprendi de modo formal tudo quanto sei sobre música, quer em termos de expressão, quer em termos de compreensão: estudei a linguagem musical, treinei um instrumento e pratiquei numa escola… · Aprendi de modo não formal ou informal tudo quanto sei sobre política, cultura portuguesa contemporânea, culinária, moda, gestão agrícola de propriedades familiares…<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 11:44:14 UTC</pubDate>
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         <title>Actividades: 1.4. Vincular as diferentes configurações de aprendizagem</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/330752809</link>
         <description><![CDATA[<div>· Em situação de projecto de trabalho é possível articular bem estas configurações de aprendizagem, as formais e as não formais ou informais, por exemplo: Imagine-se um trabalho sobre histórias de vida de pessoas idosas presentes num determinado Lar: os alunos têm conhecimentos informais sobre as pessoas idosas, têm experiências pessoais na família, conhecem casos. Quando vão entrevistar as pessoas ao lar os alunos têm de formalizar um questionário, ordenar questões por ordem de conhecimento: identidades, idades, família de pertença, tempo no lar, actividades, gostos, preferência, reparos, etc. Quando estão em sala de aula, os alunos precisam de aprender a tratar os dados recolhidos nas entrevistas, precisam de criar uma base de dados e até registá-los em computador para depois elaborarem hipóteses de compreensão ou de tratamento dos mesmos…<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 11:45:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Actividades: 1.5. Capacitar os alunos com aprendizagens formais, informais e não formais: consumo, produção e capacitação</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/330753068</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma ou duas ideias concretas para implementar a capacitação de os alunos aprenderem a aprender em Português, língua materna: Partir de questões colocadas por eles ou por projectos deles. Exemplo 1: os alunos desafiaram-me a ajudá-los a escrever uma peça de teatro sobre os animais e a nossa relação com eles e determinaram que nessa peça entrassem 4 apresentadores e dois grupos de alunos, um dos bons e outro dos maus. Vamos ver como implementar isto. Vou desafiá-los a criarem texto e a determinarem a entrada e a saída de personagens em cena, mas estarei receptivo a outras propostas durante a escrita e os ensaios. Exemplo 2: Desafiei um aluno chinês a mostrar-me costumes e tradições do seu país: como procedem com os mortos? Foi o problema que mais o motivou a usar a internet chinesa para me mostrar como procedem, utilizei este procedimento para aumentar o seu vocabulário e para lhe mostrar também os usos com os mortos no meu país.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 11:46:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Actividades: 1.5. A história de um aluno</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/330753602</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 11:48:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Actividades: 2.2. Aprendizagem personalizada</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/330753883</link>
         <description><![CDATA[<div>Imaginemos uma unidade narrativa: a leitura e compreensão das acções das personagens. Temos dois grupos de alunos: um, com elevada literacia de leitura e de compreensão e outro com baixa literacia. Para o primeiro grupo privilegio as actividades autónomas: leitura, identificação das personagens por retrato físico e por retrato psicológico ou psicossocial; registo das acções narrativas relevantes, interacções entre as personagens, sentido final de cada intervenção. Para o segundo grupo proponho: narratividade oral por parte do professor, o chamado reconto da história, com desafio aos alunos para que completem, preencham lacunas, quer sobre as marcas de identidade das personagens, quer sobre as acções narradas, com uma relação visual, no quadro, das interacções entre as personagens. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 11:49:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Actividades: 2.3. Avaliação formativa</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/330754183</link>
         <description><![CDATA[<div>Recolho as informações: · Por questionário oral, observando e registando as preferências, as dúvidas, as orientações d e cada aluno · Registo o perfil do aluno que me parece resultar da observação anterior: se é autónomo em termos de leitura, escrita e compreensão, ou se é dependente de estímulos e orientações: Avalio os alunos ao longo de todo o processo: · Através das suas intervenções orais, que registo como autónomas ou dependentes · Elabora testes específicos sobre as aprendizagens · Proponho trabalhos de desenvolvimento, orais e escritos · Realizo actividades de expansão de conhecimentos e registo as reacções · Sugiro leituras e trabalhos específicos<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 11:51:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Actividades: 2.4. A lista do Tricider</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/330754413</link>
         <description><![CDATA[<div>Conheço o trabalho de projecto, Conheço algumas aplicações: o Google, o facebook, o padlet, o kahoot, o youtube, Mas pelo que vi esta aplicação TRICIDER pode ter alguma piada, na medida em que os alunos podem colocar questões, mas tudo vai depender depois de quem participa; mas no caso de ser o professor a desafiar os alunos com um projecto, já os alunos podem participar, dentro de prazo, com sugestões e já se pode tirar partido do instrumento tecnológico. Coloquei a sugestão do trabalho para língua portuguesa (vocabulário, sintaxe, argumentação, etc.): esvazia a caixa do correio de publicidade e faz uma análise dela, vamos estudá-la, como quereis fazer? Actividade 2: para garantir a eficácia da actividade personalizada o professor tem de desenvolver actividades com o aluno individualmente: questionário, conversação, acompanhamento de tarefas, sugestão de caminhos… Fiz isto quando criei com os alunos um jornal de escola e quando criei com eles peças de teatro ou músicas…<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 11:52:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Actividades: 2.6. Ferramentas para a aprendizagem personalizada</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/330754774</link>
         <description><![CDATA[<div>Experimentei numa formação este aplicativo Mentimeter para obter avaliação de respostas em tempo real, mas não o achei interessante para as aulas de Português; o questionamento oral em sala de aula tem alguma aproximação e o feedback é sempre feito pelo professor quando percebe que há alunos que não respondem ou não estão a colaborar… A escrita de texto em Word, o padlet ou mural já me parecem de maior eficiência com os alunos… Experimentei com uma turma um blog, mas o resultado ficou aquém, porque os alunos tinham pouca iniciativa, não gostavam de se expor e não sabiam fazê-lo de forma colaborativa com a frequência desejada…</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 11:53:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Actividades: 2.7. Sala de aula: flexível e interactiva?</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/330755022</link>
         <description><![CDATA[<div>Fiquem à vontade! Eu tentei todos os espaços e sinto-me bem em todos eles, (sala em linha, sala em U, sala em grupos, ao ar livre, nos auditórios, nos museus…), mas reconheço que o espaço interior das escolas é quase sempre organizado de acordo com a mesa ou a mesa onde o professor está instalado. Mas nas salas de aula é possível reorganizar o espaço, em grupos, em quadrado, em círculo, em linha, dois a dois, quatro a quatro ... </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 11:54:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Actividades: 3.2. Aprendizagem colaborativa</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/330755557</link>
         <description><![CDATA[<div>Em grupo há mais interacção, mais socialização, mais intervenção positiva e há mais hipóteses de os alunos se compensarem quer em termos de conhecimento, quer em termos de tarefas, quer ainda em termos de optarem por estratégias de visibilidade diferenciadas, porque há os que gostam de liderar, há os que gostam de ficar na retaguarda, há os que estão sempre prontos a colaborar e a gerir os recursos. Em grupo também há mais conflitos, mais distracções, mas a responsabilidade comum acaba por se impor. Já implementei trabalho de grupo para todos os objectivos e conteúdos da disciplina: língua materna: · Escrita colaborativa · Exercícios de aplicação de conhecimentos · Jogos de interacção verbal · Produção e materiais editáveis: poemas, jornais, teatro, canções · Leituras dialogadas Com o trabalho de grupo gostaríamos de alcançar a maior integração de saberes e de competências ou habilitações ou capacidades literácicas, de modo a ter orgulho no trabalho de grupo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 11:56:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Actividades: 3.3. Trabalho de Projecto</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/330755854</link>
         <description><![CDATA[<div>Uso o trabalho colaborativo em grupo e em turma; em grupo, procuro centrá-los na tarefa, nos problemas a resolver ou questões a responder, apelando a que as respostas tenham o acordo de todos; em turma, procuro ajudá-los a participar na conversa, estimulando os pares que não conversam ou motivando-os a discordar quando dão sinais de estarem em conflito. A leitura e compreensão ou interpretação de narrativas é a prática lectiva em que procuro mais o trabalho colaborativo. Preparei o seguinte projecto: conhecer os arredores da escola, o bairro em que a escola está implantada; os alunos começaram por fazer o mapa da implantação, a partir do google maps, ficando com uma planta de todo o espaço urbano; depois saímos para o terreno três vezes para registar as casas, os serviços, os monumentos, os passeios, os jardins, as obras de arte, as indústrias; visitámos os monumentos e as fábricas; fizemos registos ou esboços de desenho do que víamos, entrevistámos pessoas para saber os nomes dos lugares e conhecer algumas particularidades dos arredores…<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 11:58:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Actividades: 3.5. Aprendizagem colaborativa em espaços flexíveis</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/330756623</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha escola, a maioria dos espaços lectivos está formatada, embora possa haver três tipos de variação: mesas em linha, carteiras em grupo, carteiras em forma de u ou quadrado aberto. Mas a escola tem salas de aula configuradas de outra maneira, com possibilidade de haver alunos sentados em cadeiras ou em pufs; a biblioteca está organizada de forma diferente, com mesas singulares, mesas de grupo e espaços com sofás. Temos também a chamada sala de aula do futuro com cadeiras e mesas especiais, amovíveis, com quadros interactivos e com paredes que se usam como recursos pedagógicos. Em todas as aulas é sempre possível o professor gerar formas de trabalho colaborativo, em pares ou em grupos de proximidade ou em grupos de organização livre; assim como é sempre possível estimular alunos que não estão tão motivados ou propor a alguns alunos tarefas personalizadas ou marcar até trabalhos suplementares de consolidação. Em trabalho de grupo, o professor pode desenvolver tarefas por graus de dificuldade ou propor atarefas de desafio aos alunos menos avançados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 12:01:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Actividades: 3.6. Aprendizagens colaborativas e personalizadas</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/330756683</link>
         <description><![CDATA[<div>A primeira estratégia que uso para criar grupos colaborativos é pedir-lhes que se associem em número de cinco por afinidades pessoais ou interesses comuns; numa segunda fase procuro estimular a mudança daqueles que são mais activos, pedindo-lhe para mudarem de grupo e obtendo o seu consenso; a diversidade de recursos humanos é o que funciona melhor. Há sempre um ou outro que nunca está bem; nesses casos converso com eles e tento ganhar a confiança deles para se integrarem e colaborarem. Vejo a articulação entre aprendizagem colaborativa e personalizada na dinâmica do próprio trabalho de grupo: a motivação dos alunos mais avançados é diferente e tento solicitar-lhes que ajudem e colaborem com os menos avançados, mas procuro estimulá-los a desenvolverem mais conhecimentos; os interesses dos alunos são a mola real das aprendizagens e há sempre alunos que querem fazer mais, ler mais, entregar mais trabalhos, ao mesmo tempo que se dispõem a colaborar com os outros e a sugerir-lhes meios de avançarem. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 12:01:48 UTC</pubDate>
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         <title>4.1.Elementos do trabalho colaborativo eficaz</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/333571253</link>
         <description><![CDATA[<div>I agree with Phil, in fact collaborative work makes sense if the results are better than the individual work, if they allow to verify that all partners are involved and allows themselves to verify what their practitioners actually think. What often happens is that one or another subject rests in the shadow of the work of others and only gives the trouble to agree with what others say. It is up to the teacher to play the role of supervising collaborator or to wait for the group to become aware of its operational processes and of who actually does them.<br>Concordo com Phil, de facto o trabalho colaborativo faz sentido se os resultados forem melhores que o trabalho individual, se permitirem verificar que todos os parceiros estão envolvidos e se permite verificar o que efectivamente pensam os seus praticantes. O que muitas vezes se passa é que um ou outro sujeito descansa à sombra do trabalho de outros e apenas se dá ao trabalho de concordar com o que os outros dizem. Cabe ao professor o papel de colaborador supervisor ou esperar que o próprio grupo se torne consciente dos seus processos operativos e de quem os faz na verdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-21 11:20:52 UTC</pubDate>
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         <title>4.2.1Avaliação da aprendizagem colaborativa</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/333571567</link>
         <description><![CDATA[<div>I use lists to evaluate collaborative work, but I also use an individualized questionnaire and then check for o points of agreement or disagreement and return the differences to the group<br>Uso listas para avaliar o trabalho colaborativo, mas uso também um questionário individualizado e depois verifico os pontos de acordo ou de desacordo e devolvo as diferenças ao grupo<br>Exemplo de Checklists:<br>Partilha a informação de modo autónomo: fala, ouve, lê, colabora.<br>Reúne informação, aumenta a curiosidade e procura respostas.<br>Aceita outros pontos de vista e debate-os.<br>Revê as conclusões e chama a atenção para aspectos menos conseguidos.<br>Favorece o bom clima de relação entre os pares.<br>Para avaliar isto uso uma escala de 1 a 5, sendo o cinco a autonomia e o nível 1 a dependência ou necessidade de recursos pessoais (informação, métodos, operações cognitivas, cálculo, literacia)<br>The students Share information autonomously: speak, listen, read, collaborate.<br>They gathe information, increase curiosity and seek answers.<br>They Accept other points of view and debate them.<br>They review the conclusions and draw attention to less achieved aspects.<br>They favor the good atmosphere of relationship between the pairs.<br>To evaluate this use a scale of 1 to 5, the five being autonomy and level 1 the dependence or need of personal resources (information, methods, cognitive operations, calculation, literacy)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-21 11:22:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4.2.2. Avaliação da aprendizagem colaborativa</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/333571978</link>
         <description><![CDATA[<div>O video apresentado faz-me lembrar os fenómenos de praxes académicas e os de jogos interactivos entre pares ou grupos para desinibição, hetero-conhecimento e autonomia. A avaliação deste tipo de práticas requer a conversação, a escrita ou narratividade e a reflexão partilhada.<br>As actividades informais e não formais de tipo jogo interactivo, ou jogo relacional, teatro ou desempenho de papel, ou projecto de trabalho prático, tipo construção, corrida, rally paper, são sempre proveitosos mas requerem um consenso entre os participantes;<br>The video presented reminds me of the phenomena of academic praxes and interactive games between peers or groups for disinhibition, hetero-knowledge and autonomy. The evaluation of this type of practice requires conversation, writing or narrativity and shared reflection.<br>Informal and non-formal activities such as interactive gaming, relational play, theater or role playing, or practical work, such as construction, running, rally paper, are always helpful but require a consensus among participants;<br>José Machado</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-02-21 11:23:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4.2.3. Colaboração de alunos fora da sala de aula</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/333572183</link>
         <description><![CDATA[<div>This reminds me of the time of the raly papers and the time when we built a map of images and the students went out with him through the city to carry out a questionnaire integrated in each image; now with the applications of technology everything becomes easier and any day will just focus on any object or sign or monument or number and the application begins to make us talk and think. New times of greater integration of technological applications, better learning conditions. The cities will be integrated by this facility into the school contents and the school contents will always be expanding. All this will facilitate the socialization, collaboration and integration of students and their abilities. I have not yet applied these applications, but I recognize their potential. Today there are centers of technology, museums of science, technologically equipped spaces.<br>Isto faz-me lembrar o tempo dos raly papers e o tempo em que construíamos um mapa de imagens e os alunos saíam com ele pela cidade para realizarem um questionário integrado em cada imagem; agora com as aplicações da tecnologia tudo se torna mais fácil e qualquer dia bastará focar qualquer objecto ou sinal ou monumento ou número e a aplicação começa a fazer-nos falar e pensar. Novos tempos de maior integração das aplicações tecnológicas, melhores condições de aprendizagem. As cidades estarão por esta facilidade integradas nos conteúdos escolares e os conteúdos escolares estarão sempre em expansão. Tudo isto facilitará a socialização, a colaboração e a integração de alunos e de suas capacidades. Ainda não apliquei estas aplicações, mas reconheço as suas potencialidades. Hoje existem centros de tecnologia, museus da ciência, espaços tecnologicamente apetrechados.<br>José Machado</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-21 11:24:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/333572183</guid>
      </item>
      <item>
         <title>4.3.3. Colaboração de alunos fora da sala de aula</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/333572333</link>
         <description><![CDATA[<div>I have not used this application yet, I know colleagues who use mobile phones with similar applications and have satisfactory results; at any given time, access to virtual information is becoming more and more widespread and will become viral to enhance learning.<br>Eu ainda nunca usei essa aplicação, conheço colegas que usam os telemóveis com aplicações semelhantes e têm resultados satisfatórios; de qualquer modo hoje o acesso à informação virtual está cada vez mais generalizado e vai tornar-se viral para potenciar as aprendizagens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-21 11:25:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/333572333</guid>
      </item>
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         <title>4.5. Resultados dos alunos</title>
         <author>zecostamachado</author>
         <link>https://padlet.com/zecostamachado/8uuqkzkd3k5m/wish/333572503</link>
         <description><![CDATA[<div>The results of the students' survey confirm: the sustainability of the school as a place of learning, dominant school subjects as contents of civilization, school and home as privileged places of study, individual study as a preferred way that neither hinders nor harms any of the other paths, learning strategies are secondary because they are contextual, they are always open. The surprise for me is that sports are not mentioned ...<br>Os resultados do inquérito aos alunos confirmam: a sustentabilidade da escola como lugar de aprendizagem, as matérias escolares dominantes como conteúdos de civilização, a escola e a casa como lugares privilegiados de estudo, o estudo individual como caminho preferido que não impede nem prejudica nenhum dos outros caminhos, as estratégias de aprendizagem são secundárias porque são contextuais, estão sempre em aberto. A surpresa para mim está em os desportos não serem referidos...<br>José Ma</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-21 11:25:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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