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      <title>Biblioteca Escolar - Literacias - Sala de Aula by Elísio Jorge Vaz e Gala</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-27 17:46:19 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-09 14:33:35 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Diário de Bordo - Sessão 1 / Dia 27 de Fevereiro</title>
         <author>vazegala</author>
         <link>https://padlet.com/vazegala/8us3ld4fmu0auhwe/wish/2898072517</link>
         <description><![CDATA[<p>Nova viagem hoje iniciada em demanda de "O papel determinante da Biblioteca Escolar no desenvolvimento das literacias em articulação com a sala de aula."</p><p><br></p><p>Conhecemos as capitãs da armada - Lucinda Simões, Maria do Carmo Pato e Maria José Alves.</p><p><br></p><p>Como sempre apontando horizontes, tranquilizando em momentos de turbulência, informando com clareza e rigor.</p><p><br></p><p>Nas rotas a seguir, nas descobertas a fazer, muitos são os companheiros e companheiras de viagem com que aprender.</p><p><br></p><p>Vamos à viagem... boa viagem para todos...</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-27 19:11:23 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de Bordo - Dia 29 de Fevereiro</title>
         <author>vazegala</author>
         <link>https://padlet.com/vazegala/8us3ld4fmu0auhwe/wish/2901009108</link>
         <description><![CDATA[<p>Agora que a turbulência da criação do Padlet cessou, lancei mão de quantos instrumentos de viagem me foram apresentados e aos quais não havia prestado a devida atenção.</p><p>&nbsp;</p><p>Nesta primeira sessão síncrona ocorrida no dia vinte e sete de Fevereiro de 2024, com a duração de três horas foi-nos dado a conhecer, além da calendarização da formação, os critérios de avaliação (em termos de parâmetros e de ponderações) a que a mesma está sujeita. E são eles: 40 % para a participação e realização das tarefas; e 60 % para o projecto/ trabalho final individual.</p><p>&nbsp;</p><p>Foram-nos também apresentados os conteúdos e os objectivos da formação.</p><p>&nbsp;</p><p>Quanto aos conteúdos visa-se: - A educação para as literacias no contexto da sociedade do século XXI; - e Oportunidades da gestão do currículo na articulação com a biblioteca escolar.</p><p><br/></p><p>No que respeita aos objectivos pretende-se: - Reconhecer o papel da biblioteca escolar no desenvolvimento das literacias em contexto educativo; - e Identificar novos modos de aprendizagem e de integração curricular associados à formação para as literacias.</p><p>&nbsp;</p><p>Como tarefa foi-nos apresentada a criação de um Padlet que servirá como DIÁRIO de BORDO para registo das tarefas realizadas durante esta ação de formação.</p><p>&nbsp;</p><p>Além da informação atrás referida, foi-nos sugerida a leitura de um excerto da obra <em>Literacies</em> (KALANTZIS, Mary; COPE, Bill. Literacies. Cambridge University Press. 2016 (2ª ed.) <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://newlearningonline.com/literacies">https://newlearningonline.com/literacies</a> )</p><p>&nbsp;</p><p>No referido texto o tema central parece ser o de como transformar a abundância de informação em conhecimento novo e crítico. Para tal não basta estarem as escolas apetrechadas tecnologicamente. Exige-se o desenvolvimento de competências quer a nível cognitivo (com maior rapidez e proficiência de leitura da informação), quer a nível de atitudes (no que respeita a questões éticas e de responsabilidade intelectual). E exige-se também que tais competências se desenvolvam de modo gradual, sistemático e estruturado, o que só a escola parece conseguir proporcionar pela articulação da biblioteca escolar com o currículo e seu referencial de competências visando o desenvolvimento de múltiplas literacias.</p><p>&nbsp;</p><p>Para Kalanzis e Cope, a construção de sentido crítico tem de ser cada vez mais multimodal, isto é, cruzar o modo linguístico verbal escrito com as múltiplas valências dos novos media digitais imprescindíveis segundo os autores na formação dos alunos para os desafios do futuro.</p><p><br/></p><p>Foram de seguida apresentados três pequenos filmes:</p><p>- A Biblioteca Escolar e o Desenvolvimento das Literacias 1 (Manifesta-se aqui a abordagem desenvolvida no texto lido. Sugere-se a reflexão sobre o que significa educar no século XXI e qual o papel das Bibliotecas escolares para essa dinâmica).</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=lLxXZnRJles">https://www.youtube.com/watch?v=lLxXZnRJles</a></p><p>- <em>A Biblioteca Escolar e o Desenvolvimento das Literacias 2</em> (Centra-se na análise do conceito de <em>literacias</em>, como a capacidade de utilizar competências como a capacidade de ler, escrever e calcular, para aquisições de outras competências, sociais, profissionais e pessoais. É manifestada a relevância da Biblioteca Escolar para tal efeito, na relação com a sala de aula com recurso ao referencial Aprender com a Biblioteca Escolar).</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=6-QkXFeOUFA">https://www.youtube.com/watch?v=6-QkXFeOUFA</a></p><p><br/></p><p>- <em>LITERACIAS - Exemplo de uma boa prática – Literacias na Pintor</em> (projecto que visa desenvolver competências de literacia da informação, utilizando o referencial Aprender com a Biblioteca Escolar).</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rbe.mec.pt/np4/228.html">https://www.rbe.mec.pt/np4/228.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>E assim se deu por concluída esta primeira sessão / viagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-29 18:19:09 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de Bordo - Sessão 2 / Dia 6 de Março</title>
         <author>vazegala</author>
         <link>https://padlet.com/vazegala/8us3ld4fmu0auhwe/wish/2912704701</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira vez que ganhei familiaridade com o nome Cristina Taquelim foi na <em>Casa da Leitura</em> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.casadaleitura.org/">http://www.casadaleitura.org/</a> onde ela era uma das moradoras. Não sei quantos anos já lá vão, talvez tenha sido no início das minhas andanças como professor bibliotecário em busca de atividades das quais pudesse lançar mão para aplicar em quanto pretendia realizar com os jovens e crianças que tinha diante de mim.</p><p><br></p><p>É certo que quando a descobri já me iniciara nas leituras com crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo, os meus públicos por excelência por força de várias circunstâncias. No dia anterior à primeira sessão com crianças do pré-escolar não pude deixar de sentir uma certa ansiedade… logo vencida, ou pelo menos esbatida, na memória de que desde o primeiro dia do nascimento dos meus filhos os havia embalado com canções, rimas, histórias inventadas no meio da exaustão de um dia de trabalho e que suscitavam dos meus atentos ouvintes a reprimenda corretiva quando, no dia seguinte me afastava da história original porque já não me lembrava da história criada na fronteira do sono.</p><p><br></p><p>Do que se tratava agora e perante aquelas crianças, aquele público exigentíssimo, era de novo, olhando para cada um daqueles olhos cheios de universos, procurar animar e “nutrir o seu imaginário” criando aquela “forma particular de confiança” que nasce do “respirar junto” que permite às crianças que “contem e se contem”.</p><p><br></p><p>Algumas, muitas das atividades da <em>Casa da Leitura</em> cumpridas integralmente ou com adaptações – “as práticas contaminam-se” – permitiram-me chegar… ou pelo menos tentar chegar a crianças com distintas faixas etárias e, de modo mais fino, à diversidade e complexidade dos seus problemas e dificuldades… às vezes… nem sempre…</p><p><br></p><p>O que me seduzia na diversidade destas abordagens era o método da sua apresentação e o carácter operativo das práticas orientadas para a “criação do desejo e do espanto” tão fundamentais na criação de “referências no desenvolvimento subjetivo das crianças.”</p><p><br></p><p>Cada prática aparecia nomeada e enquadrada numa área temática e numa faixa etária sendo apresentada num PDF no qual, além do título constavam outras informações: - <em>Participantes</em> (o público a que se destina a atividade); - <em>Palavras-chave</em> (quais bússolas receptoras dos “elementos principais da narrativa” e dos movimentos anímicos a despertar com a atividade); - <em>Material</em> (com particular recurso aos providenciados pelas artes); - <em>Descrição da Atividade</em> (com uma clara e exaustiva indicação das fases, tempos e ritmos da atividade, dos equilíbrios e harmonias a criar ou a procurar de modo corpóreo com o imaginário. Não faltando a atenção às fórmulas de abertura e de fecho das atividades); - <em>Tempo</em> (da atividade, com explicações detalhadas resultantes da reflexão sobre a prática); - <em>Observações</em> (reflexão sobre a aplicação das atividades, em “busca do auto conhecimento”, com indicação de quanto se manifestara “superficial e acessório ou profundo e central”).</p><p><br></p><p>De quanto ouvi – não estive nesta sessão de princípio, e o princípio é sempre essencial – da lúcida deambulação de Cristina Taquelim retive o possível:</p><p><br></p><p>- as referências a: Margarida Alves Martins, psicóloga portuguesa conhecida por seus trabalhos sobre aprendizagem de leitura e escrita; Fernanda Leopoldina Viana doutorada em Psicologia da Educação e coordenadora de vários projetos de investigação nas áreas do desenvolvimento da linguagem e da aprendizagem e promoção da leitura: e a Manuela Castro Neves, notável escritora com inúmeras obras para crianças e de reflexão sobre educação literária e escrita pertencendo ao Movimento da Escola Moderna;</p><p><br></p><p>- bibliografia – muita de temas tradicionais – a perseguir assim que possa (<em>O Fio da Memória - Do Conto Popular ao Conto para Crianças)</em>, de Maria Emília Traça; <em>A Espécie Fabuladora - Um Breve Estudo sobre a Humanidade</em>, de Nancy Huston; <em>Sobre el Arte de Leer - 10 Tesis sobre la Educación y la Lectura</em>, de Gregório Luri; <em>Ler o Mundo - Experiências de Transmissão Cultural na Actualidade</em>, de Michéle Petit; <em>Catálogo dos Contos Tradicionais Portugueses</em> - Com as versões análogas dos países lusófonos - 2 vols, de Isabel David Cardigos e Paulo Jorge Correia; <em>Elementos e Entes Sobrenaturais nos Contos</em> <em>e Lendas</em> e <em>Contos e Lendas, Abordagem e Reflexão</em>, de Maria Teresa Meireles;</p><p><br></p><p>- a descoberta de António Fontinha, um dos pioneiros da narração oral em Portugal, que serviu a Cristina Taquelim de ilustração de alguém que sendo um contador de excelência, revela a plenitude da mesma, na consciência de ser não o centro do conto, mas o mediador do mesmo;</p><p><br></p><p>- contos a descobrir – <em>A História do Toirinho Azul</em> e <em>A História do Linguado e de Nossa Senhora</em>;</p><p><br></p><p>- a rejeição do politicamente correto nos contos, da “eugenização da literatura para crianças”;</p><p><br></p><p>- a necessidade de os professores lerem – porque muitos não o fazem – e que as instituições se pensem – porque também muitas o evitam;</p><p><br></p><p>- não reduzir a promoção da leitura à comemoração de datas. Dar substância à promoção da leitura com projetos que tenham cabeça, tronco e membros, que tenham princípio meio e fim. Projetos pensados e que sempre se pensem.</p><p><br></p><p>Tanto nos deu Cristina Taquelim. Retive por fim a coerência das suas práticas com o seu verbo alado de entusiasmo. Sei que mais importa o amor da verdade do que o amor da coerência. Nas palavras entre aspas espalhadas no que atrás escrevi, identifico a sua coerência. Mas o mais luminoso da sua comunicação foi presenciar o seu amor da verdade que vive no seio do “lugar onde moram as palavras”. “Construir um mundo habitável humano é o que está em jogo na literatura”.</p><p><br></p><p>Há que “formar um coração inteligente” esse coração que vê por dentro, que lê o dentro… fechando os olhos para o fora. Mais do que contar histórias para mudar o mundo, “há que contar histórias de olhos fechados para que o mundo não me mude a mim.”</p><p><br></p><p>É quanto para mim desejo… é quanto para os meus colegas desejo… e não é pouco.</p><p><br></p><p>Grato Cristina Taquelim.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-10 14:07:07 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de Bordo - Sessão 3 - Assíncrona / De 12 a 18 de Março</title>
         <author>vazegala</author>
         <link>https://padlet.com/vazegala/8us3ld4fmu0auhwe/wish/2925866532</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresenta-se aqui uma atividade muito recentemente desenvolvida com os jovens do Centro de Apoio às Aprendizagens do Agrupamento de Escolas de Redondo.</p><p><br></p><p>Os jovens envolveram-se com ânimo dada a novidade da proposta que lhes foi apresentada. </p><p><br></p><p>Os encarregados de educação manifestaram ânimo similar e ativamente participaram no "treino" dos poemas em casa, dando conta das dificuldades sentidas que eram de seguida trabalhadas pelas docentes do CAA.</p><p><br></p><p>As fragilidades existentes decorrem das distintas problemáticas de cada um dos jovens.</p><p><br></p><p>O trabalho colaborativo e de apoio entre eles é notável e uma das causas para o sucesso desta atividade, a continuar e consolidar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 23:59:05 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de Bordo - Sessão 4 / Dia 19 de Março</title>
         <author>vazegala</author>
         <link>https://padlet.com/vazegala/8us3ld4fmu0auhwe/wish/2926755552</link>
         <description><![CDATA[<p>Só pude estar presente nesta sessão a partir das 18h30 por ter estado na sessão distrital do Parlamento dos Jovens acompanhando os meus alunos.</p><p><br></p><p>Desconhecendo o tema e convidado da sessão foi com alguma alegria que verifiquei tratar-se de um orador que discorreu sobre a importância do debate o que para mim suscita o máximo apreço.</p><p><br></p><p>A quando da elaboração de um projeto - felizmente bem sucedido em termos de apoio financeiro - para a criação de uma Sala de Aula do Futuro, uma das vertentes a desenvolver era a do debate. </p><p><br></p><p>Com o propósito de sustentar tal vertente pesquisei muita informação, criando um acervo algo dispersivo, pelo desejo de encontrar a melhor síntese dos muitos caminhos.</p><p><br></p><p>O que o Doutor Nuno Archer de Carvalho veio apresentar foi um precioso e testado modelo, que com outras referências que podemos retirar de uma breve pesquisa do seu trabalho, constituem bases para fazer um caminho seguro no mundo do debate.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 12:13:53 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de Bordo - Sessão 5 / Assíncrona - De 8 a 22 de Abril</title>
         <author>vazegala</author>
         <link>https://padlet.com/vazegala/8us3ld4fmu0auhwe/wish/2964938000</link>
         <description><![CDATA[<p>Aprender a debater é uma atividade cada vez mais urgente, num tempo onde tantos atropelos ocorrem ao respeito pela opinião e reflexão alheia, quando não e de princípio a uma correta organização do pensamento e a uma não menor necessidade de clareza na apresentação do referido pensamento.</p><p><br></p><p>Não destacaria pois uma "ferramenta" em particular como promotora do espírito de colaboração&nbsp; numa atividade a desenvolver pela Biblioteca escolar.</p><p>Procuraria sim, atender às propostas que já nesta formação nos foram indicadas e não deixaria de considerar algumas outras como as que aqui apresento - de entre outras que pesquisei - e que gostaria um dia de pôr em prática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-22 15:52:32 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de Bordo - Sessão 6 / Dia 22 de Abril; e Sessão 7 / Assíncrona - De 24 a 30 de Abril</title>
         <author>vazegala</author>
         <link>https://padlet.com/vazegala/8us3ld4fmu0auhwe/wish/2966201749</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 22 de Abril tivemos a oportunidade de assistir à comunicação "A Inteligência Artificial: Desafios para as Bibliotecas Escolares" feita pelo Dr. Carlos Pinheiro.</p><p><br></p><p>A comunicação foi muito rica em termos de conteúdo, tocando-me em particular e desde logo, o início da abordagem pela referência a um filósofo - Platão - com a referência por este feita aos "autómatos", vogando de seguida por referências fílmicas como "Imitation Game" (O Jogo da Imitação) e "Her" (Uma História de Amor) e pelo perturbador (e perturbado) conceito e prática de "eternidade aumentada" denominado Project December: Simulate de Dead ( <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://projectdecember.net">projectdecember.net</a> ).</p><p><br></p><p>Entre os receios existentes (aumento da fraude académica e a substituição de empregos, entre outros) e os motivos de entusiasmo pela IA (resolução de problemas na educação e fim de tarefas rotineiras, entre outros), o Dr. Carlos Pinheiro apresentou com maior pormenor o vasto campo de impacto da IA nas Bibliotecas. </p><p><br></p><p>Apresento aqui alguns dos aspectos positivos desse impacto:</p><ul><li><p>melhoria nos processos de classificação e de catalogação;</p></li><li><p>automatização da indexação;</p></li><li><p>automatização de tarefas (por exemplo a gestão de empréstimos); </p></li><li><p>pesquisa e recomendação de livros;</p></li><li><p>preservação e digitalização de documentos;</p></li><li><p>análise de conteúdo de textos;</p></li><li><p>criação e sumarização automática de conteúdos;</p></li><li><p>tradução automática;</p></li><li><p>criação de chatbots de atendimento ao utilizador;</p></li><li><p>análise de grande conjunto de dados.</p></li></ul><p><br></p><p>Quanto aos aspectos considerados como ameaças resultantes da IA, eis alguns dos referidos:</p><ul><li><p>a substituição e/ou eliminação de empregos;</p></li><li><p>a dependência tecnológica;</p></li><li><p>a desigualdade no acesso à informação;</p></li><li><p>a falta de contacto humano;</p></li><li><p>a desvalorização das capacidades de pesquisa.</p></li></ul><p><br></p><p>Apresentou de seguida alguns - muitos - exemplos práticos de aplicações de IA em uso em distintas Bibliotecas, dando também conta de ferramentas de IA de carácter generalista, bem como de ferramentas de IA de produção de conteúdo mais específico: geradoras de imagens, criadoras de vídeo ou de áudio, todas acompanhadas de exemplos ilustrativos da capacidade de sedução e fascinação destas tecnologias.</p><p><br></p><p>Relevante foi verificar como o Dr. Carlos Pinheiro, aceitando o que há de incontestadamente positivo na IA, não se deixa seduzir pelos "cantos de sereia" da mesma. </p><p><br></p><p>A ferramenta não pode ser entendida como um fim, deve sim ser entendida como um meio. Não podemos cair na ilusão de que a ferramenta melhorará as nossas aprendizagens, pois como referiu, na educação não há atalhos. A educação exige memória, aprendizagem, esforço, construção de significado com o que se aprende, usando a máquina para aprender melhor, sem cair na ilusão de que sabemos.</p><p><br></p><p>Muito há a pensar. A tecnologia e o seu uso carecem de pensamento quantos às suas consequências e fins últimos.</p><p><br></p><p>Saber é sempre mais do que saber falar sobre. Conhecer é saber com, que na etimologia de algumas tradições culturais remete inclusive para a dimensão de uma relação sexual, íntima, nela se vertendo o que cada um dos amantes transporta em si de problemas humanos, de segredos naturais e de mistérios divinos.</p><p><br></p><p>Resolvi juntar a esta entrada neste Diário de Bordo, duas referências - uma fílmica, outra escrita - que me parecem apontar para a importância de um saber feito experiência:</p><ul><li><p>um excerto de um filme "Good Will Hunting" (O Bom Rebelde) sobre a incompletude um saber a que falta a experiência da contemplação, do olfato, do acordar feliz com alguém ao lado, da perda e da dor... tudo o que nos faz dar sentido ao que é sermos um eu, conhecermo-nos...</p></li><li><p>um texto do blog de Maria Popova, "The Marginalian",   ( <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.themarginalian.org/2019/01/24/nick-cave-music-ai/">https://www.themarginalian.org/2019/01/24/nick-cave-music-ai/</a> ) que nos dá a conhecer o texto "Música, sentimento e transcendência: Nick Cave sobre IA, admiração e o esplendor de nossas limitações humanas". É também um muito belo e profundo texto que nos faz refletir sobre os limites da IA e a nossa ilimitada capacidade de pensar e de sentir para melhor viver.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/VtJqgm34Ifg" />
         <pubDate>2024-04-23 09:49:42 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de Bordo - Sessão 8 - Assíncrona / De 2 a 6 de Maio</title>
         <author>vazegala</author>
         <link>https://padlet.com/vazegala/8us3ld4fmu0auhwe/wish/2981845505</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi-nos solicitado que recorrendo ao Referencial Aprender com a Biblioteca Escolar, apresentássemos uma</p><p>planificação de uma atividade/projeto no âmbito da Escrita relacionado com temáticas associadas à Cidadania ou Cultura/Património.</p><p><br/></p><p>A atividade que aqui apresento - atividade que já pus em prática em ano letivo anterior e que espero vir de novo a operacionalizar - penso que cumpre os propósitos sugeridos, no âmbito da escrita - e não só - e claramente em termos de cultura e de cidadania.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-06 15:42:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Diário de Bordo - Sessão 9 / Dia 7 de Maio</title>
         <author>vazegala</author>
         <link>https://padlet.com/vazegala/8us3ld4fmu0auhwe/wish/2983816244</link>
         <description><![CDATA[<p>Considero que a ação de formação cumpriu os objetivos que se tinha proposto: - Promover dinâmicas de reflexão através de análises críticas de práticas educacionais e desenho de ações educativas inovadoras e inclusivas; - Reconhecer e avaliar o papel da Biblioteca Escolar no desenvolvimento das literacias no contexto educativo.</p><p><br></p><p>Foi inegável a pertinência dos conteúdos apresentados pelos intervenientes convidados (Cristina Taquelim, Nuno Archer de Carvalho e Carlos Pinheiro). Temas abrangentes e atuais, pela valorização de quanto há de lúdico e imaginativo, de socialmente estruturante e desafiante, assim como de conceptual e interrogativamente denso em dinâmicas que podem e devem ser operacionalizadas em contexto das Bibliotecas Escolares. Aprendi muito com cada um deles. Agora é tempo de preparar viagens e explorar caminhos…</p><p><br></p><p>As apresentações feitas, complementadas com os “materiais” indicados e disponibilizados pelos convidados muito contribuíram para uma mais facilitada reflexão pedida pelas formadoras. O equilíbrio entre sessões síncronas e sessões assíncronas permitiu também uma “respiração” na formação, muito adequada ao tempo necessário de maturação das ideias, propostas e inquietações apresentadas.</p><p><br></p><p>Esta foi uma viagem. Agora há que por em prática as aprendizagens e esperar pela próxima chamada a embarcar...</p><p><br></p><p><br></p><p>Remeto-vos por fim para a página de FB das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Redondo.</p><p><br></p><p>Como poderão ver, a página é também um local de divulgação de quanto se vai fazendo no Agrupamento e também em Redondo. E assim continuará, pois sempre nos dispusemos a divulgar quanto se ia realizando em redor de nós e nos era solicitado divulgar. Essa continua pois a ser uma matriz da nossa página.</p><p><br></p><p>Chamo a atenção para os filmes publicados a partir de dia 27 de Março. </p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100064145800679">https://www.facebook.com/profile.php?id=100064145800679</a></p><p><br></p><p>A Professora Lucinda Ramalho, nossa colaboradora na Biblioteca, nosso elo com o Centro de Apoio à Aprendizagem fez-nos chegar vários vídeos que resultam da dinâmica criada em torno da leitura de alguns poemas e que implicou o envolvimento de outros recursos como a criação de pastas com os poemas e pintura e criação de desenhos alusivos aos poemas.</p><p><br></p><p>Quisemos chegar a estes jovens em particular e continuamos a trabalhar com eles... como... sobretudo através da leitura de poesia e da expressão plástica dos poemas lidos...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-07 18:37:51 UTC</pubDate>
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