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      <title>Consequências da insuficiência renal by Loris Dias</title>
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      <description>• Professor: Moacir Carretta Junior. • Alunas: Loris Dias, Maria Eduarda Zanotelli, Izabella Soares, Laís Gomes, Milla Farias, Adriana Santos e Beatriz Saib. • Curso: Medicina Veterinária (MV4M). • Data de entrega: 07.12.2022</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-12-04 23:29:51 UTC</pubDate>
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         <title>Insuficiência Renal - Introdução </title>
         <author>lorisdias2000</author>
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         <description><![CDATA[<div>Insuficiência renal é a condição na qual os rins perdem a capacidade de efetuar suas funções básicas. A insuficiência renal pode ser aguda (IRA), quando ocorre súbita e rápida perda da função renal, ou crônica (IRC), quando esta perda é lenta, progressiva e irreversível.<br><br></div><div>Além de eliminar resíduos e líquidos do organismo, os rins executam outras funções importantes:<br>– regulam a água do organismo e outros elementos químicos do sangue como o sódio, o potássio, o fósforo e o cálcio;<br>– eliminam medicamentos e toxinas introduzidos no organismo;<br>– liberam hormônios no sangue.<br><br></div><div>Esses hormônios:<br><br></div><div>– regulam a pressão sanguínea;<br>– fabricam células vermelhas do sangue;<br>– fortalecem os ossos.<br><br></div><div><strong>Insuficiência renal crônica:</strong> ocorre a perda parcial da função renal, de forma lenta, progressiva e irreversível.<br><br></div><div><strong>Insuficiência renal crônica terminal:</strong> perda da função renal maior do que 85 a 90%, que leva ao aumento de toxinas e água no organismo mais do que ele consegue suportar, sendo necessário, então, iniciar um tratamento que substitua a função dos rins.<br><br></div><div><strong>Sintomas:</strong> a maioria não apresentam sintomas graves até que a insuficiência renal esteja avançada. Porém, o paciente pode observar que:<br><br></div><div>– sente-se mais cansado e com menos energia, está com o apetite reduzido, pés e tornozelos inchados, pele seca e irritada e urina com mais frequência.<br><br></div><div><strong>Tratamento conservador:</strong> é o tratamento realizado por meio de orientações importantes, medicamentos e dieta, visando conservar a função dos rins que já têm perda crônica e irreversível, tentando evitar, o máximo possível, o início da diálise – tratamento realizado para substituir algumas das funções dos rins, ou seja, retirar as toxinas e o excesso de água e sais minerais do organismo.<br><br></div><div><strong>Transplante renal:</strong> é a forma de tratamento em que, por meio de uma cirurgia, o paciente recebe um rim de um doador. Neste tratamento o paciente tem que fazer uso de medicações que inibem a reação do organismo contra organismos estranhos, neste caso, o rim de outro animal, para evitar a rejeição do “novo rim”. Necessita de acompanhamento médico contínuo.<br><br></div><div><strong>Tipos de diálise:<br></strong><br></div><div><em>Hemodiálise:</em> diálise realizada por meio da filtração do sangue. O sangue é retirado pouco a pouco do organismo através de uma agulha especial para punção de fístula arteriovenosa<strong>*</strong> ou cateter (tubo) localizado numa veia central do pescoço, bombeado por uma máquina e passa por um filtro onde vão ser retiradas as toxinas e a água que estão em excesso no organismo. Depois de “limpo”, o sangue volta para o corpo através da fístula ou do cateter. A hemodiálise é realizada em clínicas especializadas, no mínimo 3 vezes por semana e tem uma duração de aproximadamente 3-4 horas.<br><br></div><div><em>Diálise peritoneal:</em> diálise realizada através de uma membrana (fina camada de tecido) chamada peritônio. O peritônio está localizado dentro da barriga e reveste todos os órgãos dentro dela. Ele deixa passar, através de seus pequenos furos, as toxinas e a água que estão em excesso no organismo. A diálise peritoneal é feita com a colocação de um líquido extremamente limpo dentro da barriga através de um cateter. O líquido deve permanecer dentro da barriga por um período determinado pelo médico e, quando ele for retirado, vai trazer junto com ele as toxinas e o excesso de água e sais minerais.<br><br></div><div><strong>*</strong>Fístula arteriovenosa: ligação entre uma pequena artéria e uma pequena veia, com a intenção de tornar a veia mais grossa e resistente, para que as punções com as agulhas de hemodiálise possam ocorrer sem complicações. A cirurgia é feita por um cirurgião vascular e com anestesia local.<br><br></div><div><strong>Prevenção:<br></strong><br></div><div>– fazer exames periódicos, seguir o tratamento prescrito, e perder excesso de peso seguindo uma dieta saudável e um programa de exercícios periódicos.<br><br><sub><br>• Disponível em:&nbsp;<br>https://bvsms.saude.gov.br/insuficiencia-renal-cronica/#:~:text=A%20insufici%C3%AAncia%20renal%20pode%20ser,%C3%A9%20lenta%2C%20progressiva%20e%20irrevers%C3%ADvel.<br>Acesso em: 04.12.2022</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 01:41:38 UTC</pubDate>
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         <title>Consequências </title>
         <author>lorisdias2000</author>
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         <description><![CDATA[<div>A perda da função renal causa muitos problemas no corpo, tais como:<br><br></div><div>• Quando a diminuição da função renal é leve ou pouco grave, os rins não são capazes de absorver a água da urina para reduzir seu volume;<br>• A capacidade dos rins de excretar os ácidos produzidos pelo corpo diminui e o sangue fica mais ácido. Esse quadro clínico é chamado de acidose;<br>• A produção de glóbulos vermelhos diminui, causando anemia;<br>• Níveis altos de resíduos metabólicos no sangue podem danificar as células nervosas no cérebro, tronco, braços e pernas;<br>• A concentração de ácido úrico pode aumentar, causando gota;<br>• Os rins danificados produzem hormônios que aumentam a pressão arterial. Além disso, eles não conseguem excretar o excesso de sal e água. Dessa forma, pode-se desenvolver pressão arterial alta e insuficiência cardíaca;<br>• A membrana que envolve o coração (pericárdio) pode ficar inflamada (pericardite);<br>• O nível de triglicerídeos no sangue fica elevado com frequência. Assim, junto com a hipertensão arterial, isso eleva o risco de aterosclerose;<br>• Por fim, a formação e a conservação do tecido ósseo podem ser prejudicadas se certos problemas que acompanham a doença renal crônica durarem muito tempo.</div><div><br><br><strong>Insuficiência renal aguda: <br></strong><br>Sem a excreção correta dos compostos nitrogenados (ureia e creatinina), eles permanecem em níveis elevados na circulação sanguínea, provocando a chamada azotemia que pode acontecer de três formas diferentes: azotemia pré-renal, renal e pós-renal. Quanto maior a disfunção renal, maior o comprometimento da capacidade funcional dos outros órgãos do organismo, que resulta no aparecimento da síndrome urêmica.<br><br><br></div><div>- A azotemia pré-renal acontece a partir de qualquer alteração que diminua a perfusão renal (quantidade de líquidos que chega até os rins), seja por desidratação, disfunções cardíacas, hemorragias gastrintestinais ou excesso de proteína na alimentação. A azotemia renal acontece por um dano ou lesão no parênquima renal. E a azotemia pós-renal ocorre quando há diminuição da excreção da urina devido a obstrução uretral, ruptura de bexiga ou outras doenças inflamatórias do trato urinário. Reconhecer o tipo de azotemia é importante para estabelecer as possíveis intervenções e medidas curativas.<br><br></div><div><br><br><strong>Insuficiência renal crônica:</strong><br><br>Com sintomas de insuficiência renal crônica, o animal perde a capacidade de poupar água no corpo e filtrar o sangue, tendo a saúde comprometida. As consequências são diversas, e as causas também podem ter diferentes origens.<br><br></div><div>O desenvolvimento desse desequilíbrio pode ocorrer devido à herança genética,&nbsp; estar relacionado à idade do pet ou ser uma consequência de outras doenças já presentes no organismo. De maneira geral, as principais<strong> causas da insuficiência renal </strong>são as seguintes:<br><br></div><ul><li>degeneração por idade avançada;</li><li>doenças genéticas;</li><li>consequência de infecções, como leptospirose, por exemplo;</li><li>problemas no coração;</li><li>presença de parasitas;</li><li>ingestão de produtos tóxicos.</li></ul><div><br><strong>O comprometimento estrutural do rim leva também a distúrbios hormonais</strong> como a deficiência de eritropoietina e calcitriol e o aumento da concentração de gastrina e de paratormônio.<br><br></div><div>Quando o animal é acometido por doença renal crônica, encontramos como consequências a anemia arregenerativa normocítica normocrômica, a osteodistrofia relacionada ao hiperparatireoidismo secundário renal e a gastrite.<br><br></div><div><br><br><strong>De modo geral, os sintomas são:&nbsp;</strong></div><div><br>Os sinais clínicos mais comuns de insuficiência renal crônica são, polidipsia, aumento do consumo de água, e poliúria, ou micções mais frequentes. Outros sinais são, letargia, anorexia, perda de peso, vômitos, diarréia, úlcera gástrica e/ou intestinal, mau hálito, fraqueza e intolerância ao exercício, ou inabilidade de se exercitar normalmente sem se cansar. Se associada à hipertensão (pressão alta), a insuficiência renal crônica pode levar à cegueira<br><br>Sobre a insuficiência renal aguda, temos os sinais inespecíficos (isolados ou em conjunto), que incluem:</div><div>- Arritmias, hipertensão, vasculite, hipervolemia, retenção do fluido intersticial, sangramento gastrointestinal, letargia, apatia, anorexia, êmese, halitose, diarreia, desidratação, dor, inapetência, oligúria e anúria.</div><div><br><br><sub>• Disponível em:&nbsp;<br>-https://portalvet.royalcanin.com.br/saude-e-nutricao/trato-renal-e-urinario/consequencias-da-doenca-renal/<br>- https://urocentro.com/perda-da-funcao-renal-quais-sao-as-suas-consequencias/#:~:text=Os%20rins%20danificados%20produzem%20horm%C3%B4nios,arterial%20alta%20e%20insufici%C3%AAncia%20card%C3%ADaca%3B&amp;text=A%20membrana%20que%20envolve%20o,pode%20ficar%20inflamada%20(pericardite)%3B<br>-https://www.petlove.com.br/conteudo/saude/doencas/insuficiencia-renal-aguda#:~:text=Destacam%2Dse%3A%20choque%20grave%2C,hipotermia%2C%20queimaduras%20e%20exposi%C3%A7%C3%A3o%20a<br>-https://portalvet.royalcanin.com.br/saude-e-nutricao/trato-renal-e-urinario/doenca-renal-cronica-em-caes/<br>-https://www.vetprofissional.com.br/artigos/doenca-renal-cronica-em-animais-domesticos-saiba-mais-sobre-essa-doenca<br>-https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/67/o/2013_Nathalia_Bragato_Seminario1corrig.pdf<br>Acesso em: 04.12.2022<br><br></sub><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 02:21:55 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico e prognóstico </title>
         <author>lorisdias2000</author>
         <link>https://padlet.com/lorisdias2000/8u1zgnxzcsn37cwd/wish/2408477308</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Diagnóstico<br></strong><br></div><div>O veterinário vai primeiro identificar e corrigir qualquer doença renal pré-existente que possa exacerbar ou mascarar a insuficiência crônica, assim como todo e qualquer fator que esteja originando novos insultos renais. Um diagnóstico de insuficiência renal crônica necessita de exame físico e diversos testes laboratoriais. O exame físico do animal afetado geralmente revela desidratação, rins pequenos ou irregulares, caquexia ou grande perda de peso, membranas mucosas ou gengivas descoradas, úlceras orais e mau hálito ( hálito urêmico ). Os testes de laboratório devem incluir hemograma completo e análise bioquímica de sangue e exame de urina. Outros exames, como cultura de urina, radiografias, ultra-som, tomada da pressão sanguínea e biópsia, podem ser indicados para se obter um diagnóstico completo da causa da doença. Alguns destes exames requerem consulta a um especialista em nefrologia veterinária.<br><br></div><div><strong>Prognóstico<br></strong><br></div><div>O prognóstico de um cão afetado pela insuficiência renal crônica depende da gravidade da doença. Em alguns casos, os sintomas já são muito graves a ponto da enfermidade ser irreversível e não reagir a tratamento algum. Independentemente da gravidade, devido à insuficiência renal crônica ser progressiva e irreversível, os cães afetados têm um prognóstico ruim e podem sobreviver por meses ou alguns anos.<br><br><br><sub>• Disponível em: https://renalvet.com.br/especialidades-veterinarias/nefrologia/insuficiencia-renal-cronica-em-caes/#:~:text=Outros%20sinais%20s%C3%A3o%2C%20letargia%2C%20anorexia,cr%C3%B4nica%20pode%20levar%20%C3%A0%20cegueira<br>Acesso em: 04.12.2022</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 02:23:29 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento e prevenção</title>
         <author>lorisdias2000</author>
         <link>https://padlet.com/lorisdias2000/8u1zgnxzcsn37cwd/wish/2408481326</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tratamento:<br></strong><br></div><div>Associação de sinais clínicos, epidemiologia e exames laboratoriais. Exames que o(a) médico(a) veterinário(a) pode solicitar:<br><br></div><div>- Hemograma Completo</div><div>- Urinálise simples</div><div>- Ureia</div><div>- Creatinina</div><div>- Fósforo</div><div>- Sódio</div><div>- Potássio</div><div>- Ultrassonografia abdominal<br><br></div><div><br><br><br><strong>Prevenção:<br></strong><br></div><div>Sabendo que a insuficiência renal aguda pode acontecer a partir de uma infinidade de causas, o(a) tutor(a) deve se apegar a medidas que diminuam os riscos de lesão renal, a princípio com o fornecimento de uma alimentação equilibrada, balanceada e de boa qualidade para que não haja excessos ou faltas para o animal. Em segundo lugar, manter sempre as consultas veterinárias, vacinas e vermífugos em dia. O acompanhamento periódico com o(a) médico(a) veterinário(a) garante que seu animal esteja amparado e facilita o diagnóstico precoce caso aconteça algum distúrbio.<br><br></div><div>Jamais medicar o animal por conta própria, principalmente com medicamentos de uso humano, pois muitos são potencialmente tóxicos tanto para cães quanto para gatos. Evitar expor os animais a situações extremas (muito frio ou muito calor) ou a produtos químicos (limpeza, automotivos, venenos etc).<br><br></div><div>E por último, ao observar qualquer mudança de comportamento ou aparecimento de sinais clínicos, o(a) tutor(a) deve procurar atendimento médico o mais rápido possível. Tratando-se de função renal, quanto maior a demora no diagnóstico e intervenção, maiores as chances de danos graves ao organismo.<br><br><br><sub>• Disponível em: https://www.petlove.com.br/conteudo/saude/doencas/insuficiencia-renal-aguda#:~:text=Destacam%2Dse%3A%20choque%20grave%2C,hipotermia%2C%20queimaduras%20e%20exposi%C3%A7%C3%A3o%20a<br>Acesso em: 04.12.2022</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 02:27:23 UTC</pubDate>
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         <title>Fatores envolvidos e pré-disposição</title>
         <author>lorisdias2000</author>
         <link>https://padlet.com/lorisdias2000/8u1zgnxzcsn37cwd/wish/2408486210</link>
         <description><![CDATA[<div>Quais fatores estão envolvidos no aparecimento da DRC?</div><div>Várias são as causas de DRC em gatos e cães, e o envelhecimento é um dos seus principais fatores predisponentes. A DRC é caracterizada por ser progressiva, silenciosa e incurável, uma vez que o acúmulo de lesões nesse órgão ocorre diariamente por diferentes motivos. Alguns dos causadores de deterioração da função renal são medicamentos, doenças infecciosas, estresse oxidativo, desidratação, etc. Em animais jovens a origem da DRC é normalmente congênita ou genética e algumas raças possuem predisposições específicas. Já a injúria renal aguda (IRA) ocorre, em sua maioria, por consequência de intoxicações.<br><br><br><br><br></div><div>Muitas raças de gatos e cães já foram documentadas por serem predispostas às doenças renais:<br><br></div><ul><li>Shar Pei</li><li>Bull Terrier</li><li>Cocker Spaniel Inglês</li><li>Bullmastife</li><li>Rottweiler</li><li>West Highland White Terrier</li><li>Golden Retriever</li><li>Lhasa Apso</li><li>Schnauzer Miniatura</li><li>Shih Tzu</li><li>Poodle</li><li>Persa</li><li>Exótico</li><li>Abissínio</li></ul><div><br><br></div><div><sub>• Disponível em: https://portalvet.royalcanin.com.br/saude-e-nutricao/trato-renal-e-urinario/consequencias-da-doenca-renal/<br>Acesso em: 04.12.2022</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 02:32:47 UTC</pubDate>
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         <title>Insuficiência renal crônica em cão - relato de caso </title>
         <author>lorisdias2000</author>
         <link>https://padlet.com/lorisdias2000/8u1zgnxzcsn37cwd/wish/2408495617</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi atendido no Hospital Veterinário da Universidade de Cruz Alta, um canino, da raça Poodle, macho, com aproximadamente 10 anos de idade e pesando 7,8 kg. O proprietário queixou-se que o animal apresentava vômito há três dias, dor abdominal, apatia e anorexia (Figura 1). Ao exame clínico as mucosas estavam normocoradas, temperatura retal de 39 ºC e abdômen tenso à palpação. <br>O paciente foi encaminhado para internação. Foram coletadas amostras de sangue para hemograma e bioquímico (alanina aminotransferase (ALT), fosfatase alcalina (FA), uréia e creatinina). Também foi realizada urinálise. No hemograma observou- se linfopenia e na série vermelha anemia normocítica normocrômica. No perfil bioquímico FA apresentava valor de 164,69 U/L sendo que os valores de referência são de 20 a 156 U/L, creatinina 5,42 mg/L sendo que os valores de referência são 0,5 a 1,5 mg/L e uréia apresentava o valor de 181,04 g/L sendo que o normal seria 21,4 a 59,92 g/L. Deste modo, observa-se claramente que todos os valores bioquímicos do referido paciente estavam alterados, em especial os parâmetros de função renal. Foi coletada urina para realização de EQU. A avaliação apresentou os seguintes resultados: densidade baixa (1014), proteinúria (+) e sedimento inativo. O paciente foi tratado com amoxicilina, 1ml/20kg, cloridrato de metoclopramida 0,5 mg/kg, cloridrato de ranitidina 2mg/kg e brometo de N- butilescopolamina associado com dipirona sódica, além de fluidoterapia. No dia seguinte foi coletada nova amostra para realização de um novo exame para avaliação do perfil renal onde os dados estavam mais elevados quando comparados ao dia anterior, uréia (197,57 g/L) e creatinina (8,54 mg/L). Após os resultados dos exames serem avaliados chegou-se ao diagnóstico de IRC. No quinto dia de internação o animal veio a óbito, sendo então encaminhado para necropsia. Nos rins encontraram-se acentuada degeneração e necrose tubular com proliferação de tecido conjuntivo e nefrite intersticial mononuclear multifocal, sendo então lesões compatíveis com IRC. <br><br><br><sub>• Disponível em: file:///D:/Dados/Downloads/INSUFICI%C3%83%C5%A0NCIA%20RENAL%20CR%C3%83%E2%80%9DNICA%20EM%20C%C3%83%C6%92O%20%C3%A2%E2%82%AC%E2%80%9C%20RELATO%20DE%20CASO.pdf<br>Acesso em: 04.12.2022</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 02:42:09 UTC</pubDate>
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         <title>Insuficiência renal e cistite associados à rabdomiólise em um equino – Relato de caso</title>
         <author>lorisdias2000</author>
         <link>https://padlet.com/lorisdias2000/8u1zgnxzcsn37cwd/wish/2408505810</link>
         <description><![CDATA[<div>Um equino, da raça Quarto de Milha, com seis anos de idade, do sexo feminino e utilizado em provas de laço, foi encaminhado ao Hospital Veterinário (HVU) da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Campus Avançado de Umuarama (CAU), apresentando sinais clínicos de dor. O animal deitava, rolava e olhava o flanco. Apresentava dor e rigidez na musculatura lombar e glútea. No exame físico o animal apresentou parâmetros vitais normais e leve desidratação. Na anamnese o proprietário relatou que o animal permanecia durante a semana sem treinamento e nos finais de semana era submetido a muitas provas de esforço físico, e que, em algumas dessas provas, o animal já havia sido tratado para rabdomiólise. Foi realizada coleta de sangue por punção venosa para avaliação da função renal, onde os valores de ureia e creatinina apresentavam-se em 1,9 mg/dL e 50 mg/dL respectivamente, tendo por valores de referência de 1,2 a 1,9 mg/dL e 21,4 a 51,36 mg/dL. Também foi realizada a coleta da urina através de sondagem vesicular para análise. Onde foram coletados 20 ml de urina, apresentando coloração amarelo claro a ouro, de aspecto turvo, densidade 1,040 e odor herbáceo a ácido. O pH urinário aferido foi de 8, com presença de sangue oculto e 30mg/dL de proteínas. Quanto aos sedimentos, havia de 20 a 30 hemácias e 5 a 10 leucócitos por campo, presença de bactérias, cristais de fosfato amorfo (++), células tubulares renais raras, cilindros céreos e células epiteliais de transição também raros. O animal foi internado no HVU-UEM e permaneceu sob tratamento com antibioticoterapia, analgésicos, infusões de NaCl 0,9% com antibiótico para lavagens da bexiga, e fluidoterapia com NaCl 0,9%, para reestabelecer o equilíbrio hidroeletrolítico. Os sinais apresentados pelo animal, em conjunto com o resultado dos exames realizados foi compatível com o diagnóstico de insuficiência renal associada à cistite, decorrentes do quadro de rabdomiólise. Após o tratamento, e devido repouso, o animal apresentou evolução positiva e recebeu alta do HVU-UEM.<br><br><br><sub>• Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevCiVet/article/download/33182/pdf/<br>Acesso em: 04.12.2022</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 02:53:26 UTC</pubDate>
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         <title>Manejo nutricional </title>
         <author>lorisdias2000</author>
         <link>https://padlet.com/lorisdias2000/8u1zgnxzcsn37cwd/wish/2408520457</link>
         <description><![CDATA[<div>Os alimentos ricos em fósforo não são recomendados para um cão com insuficiência renal. Neste sentido, uma alimentação natural será sempre mais baixa em fósforo do que qualquer ração ou bolas.<br><br></div><div>O <strong>fósforo </strong>é um mineral essencial para a saúde do seu cão. Juntamente com o cálcio, contribui para o desenvolvimento de ossos fortes. Mas <strong>se os rins não estiverem a funcionar corretamente, o fósforo extra não será removido</strong> e acumular-se-á no sangue. Esta é uma causa de risco cardiovascular, para além de formar depósitos. Portanto, em caso de insuficiência renal, o seu consumo deve ser reduzido e controlado. Os <strong>alimentos com baixo teor de fósforo demonstraram retardar a progressão da doença renal </strong>em cães. O <strong>sódio </strong>também é prejudicial. É aconselhável <strong>reduzir a ingestão de sal </strong>do seu cão.<br><br></div><div>Mas deve o fósforo ser completamente eliminado da alimentação de um cão com insuficiência renal?&nbsp;<br><br></div><div>Não, porque o fósforo é essencial para a estrutura celular e óssea do seu cão. Contudo, <strong>temos de controlar a quantidade de fósforo consumido pelo cão</strong>, porque se os rins não funcionarem corretamente, não serão capazes de metabolizá-lo e este irá acumular-se, causando depósitos e aumentando o risco cardiovascular.<br><br><sub>• Disponível em: https://www.altudog.com/blog/pt/alimentacao-natural-para-caes-com-insuficiencia-renal/#:~:text=Os%20alimentos%20ricos%20em%20f%C3%B3sforo,a%20sa%C3%BAde%20do%20seu%20c%C3%A3o.<br>Acesso em: 04.12.2022<br></sub><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 03:07:05 UTC</pubDate>
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         <title>Doença renal crônica em felino - relato de caso</title>
         <author>lorisdias2000</author>
         <link>https://padlet.com/lorisdias2000/8u1zgnxzcsn37cwd/wish/2408536868</link>
         <description><![CDATA[<div>A doença renal crônica (DRC) é definida quando ocorre dano renal funcional e irreversível há pelo menos três meses, cuja causa primária dificilmente é conhecida, sendo uma enfermidade comum na espécie felina, acometendo, principalmente, os idosos. A DRC recebe um estadiamento de acordo com alguns aspectos clínicos, laboratoriais, de imagem e de pressão arterial, a fim de padronizar o diagnóstico, tratamento e prognóstico e permitir um melhor acompanhamento da progressão da doença. Sendo assim, objetivou-se relatar um caso de uma gata, Siamesa, com 19 anos, castrada, atendida na Clínica de Assistência Veterinária 24 horas (Recife-PE), com o diagnóstico de DRC há mais de dois anos, e que se apresentava com apatia, hiporexia, poliúria, polidipsia, disquezia, constipação, emese episódica e cegueira progressiva. No exame físico, determinou-se desidratação (7%), mucosas pálidas, escore corporal 3/9 e doença periodontal. Os exames complementares revelaram azotemia, hipocalemia, hiponatremia, hipoproteinemia, hipoglobulinemia, isostenúria, proteinúria, leucocitúria, hematúria, bacteriúria, células transicionais, hipertensão arterial sistêmica e uveíte bilateral. A ultrassonografia revelou nefropatia crônica, policistose, pielectasia bilateral e hepatomegalia com nódulo no parênquima. Com base nestas alterações, a DRC foi caracterizada como estágio 2. A terapêutica incluiu fluidoterapia, suplementação de potássio, metoclopramida, mirtazapina, anlodipino, antibióticos, anti-inflamatórios, laxantes, nutracêuticos (ômega 3, cetoanálogos) e dieta para nefropata. Entretanto, a despeito do tratamento, após períodos de melhora e piora, a paciente acabou evoluindo para óbito. Portanto, concluiu-se que o diagnóstico precoce da DRC é muito importante para que o tratamento seja realizado o mais rapidamente possível, retardando a progressão da doença, minimizando suas complicaçõese melhorando a qualidade de vida do paciente. Da mesma forma, a colaboração do tutor e o empenho do Médico Veterinário são fundamentais para o sucesso da terapia.<br><br><br><sub>• Disponível em: https://repository.ufrpe.br/handle/123456789/1547<br>Acesso em: 04.12.2022</sub></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 03:24:40 UTC</pubDate>
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         <title>Insuficiência renal crônica em leão africano (Panthera leo) - relato de caso</title>
         <author>lorisdias2000</author>
         <link>https://padlet.com/lorisdias2000/8u1zgnxzcsn37cwd/wish/2409796451</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-12-05 21:32:13 UTC</pubDate>
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