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      <title>E meu e-Portefólio by Pedro Jose Alves Campos Ferreira</title>
      <link>https://padlet.com/pedroferreira5/8ssrpg8ma97ad9kw</link>
      <description>Pedro Ferreira</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-05 18:15:12 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-07-01 13:03:11 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>pedroferreira5</author>
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         <description><![CDATA[<p>A escola é por excelência o lugar de transmissão de conhecimento e de valores, num processo de aprendizagem ativo, com vista a uma educação integral e inclusiva. A inserção do aluno no espaço de sala de aula, permite estabelecer relações e promover o seu bem-estar. Daí a importância da organização da sala de aula, em relação às distâncias que se estabelecem entre aluno e professor, entre alunos e até com os equipamentos. Procurar uma otimização dos espaços é uma preocupação, que começa antes dos alunos entrarem na sala de aula (tendo em conta o seu contexto familiar e a realidade social em que a escola se insere) e que se vai ajustando/alterando, de modo a facilitar o processo de ensino/aprendizagem. O professor deve estar atento e ter a sensibilidade para despertar ou descobrir em cada aluno as potencialidades que este encerra de modo a que seja motivado, não receando a diversidade e promovendo a inclusão. Ao longo dos anos fui construindo a minha sala de aula, TO1, (pensar a sala de aula e a sua organização) criando espaços diferenciados, permitindo que os alunos se apropriem do “seu” espaço e se sintam confortáveis. Existem espaços para trabalho individualizado, assim como espaços para trabalho em pequeno grupo, colaborativo e cooperativo. Especificamente em relação à minha disciplina, recorrendo à metodologia de projeto, a motivação dos alunos é essencial de modo a usufruírem de experiências artísticas e do contacto com a Arte. Permitir que os alunos participem na planificação das atividades e desenvolvam os seus projetos, sempre orientados por mim (em relação aos materiais e técnicas a explorar) e possibilitar trabalhar a interdisciplinaridade, de modo a serem alunos criativos, autónomos e melhor preparados para o seu “projeto de vida”, é o objetivo final.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-20 09:44:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedroferreira5</author>
         <link>https://padlet.com/pedroferreira5/8ssrpg8ma97ad9kw/wish/3472791798</link>
         <description><![CDATA[<p>Tanto Maria João Roldão como António da Nóvoa analisam o paradigma da escola do séc. XXI, centrado numa escola inclusiva.</p><p>Pela legislação em vigor, a escola já por si deverá ser inclusiva, sendo uma redundância, como refere Maria João Roldão.</p><p>Hoje assistimos a uma escola de todos para todos, em que o papel do professor é fundamental, com uma ação direta no processo de ensino aprendizagem.</p><p>Várias são as etapas que o professor deve percorrer de modo a +promover uma aprendizagem intencional.&nbsp; Deverá analisar para conhecer em profundidade os seus alunos e as suas condições, de modo a definir o ponto de partida de cada um. Os conhecimentos a adquirir deverão encaixar, ou vir na sequência dos conhecimentos anteriores. Deverá pensar como estruturar o seu trabalho, de modo a que os conteúdos curriculares (o que queremos que se aprenda) corresponda o mais possível às características dos alunos, planeando tarefas, tendo em conta a sua finalidade, de modo eficaz e diferenciado. As dinâmicas propostas pelo professor (trabalhar a pares ou em grupo…), deverão permitir a assimilação dos conhecimentos, orientando e fazendo a gestão das atividades, sendo o agente dinamizador. O trabalhar em colaboração ou parceria com outros professores, seria o ideal.</p><p>No decorrer das atividades o professor deverá apoiar e acompanhar o trabalho que vai sendo realizado, fornecendo pistas, dando sugestões e fornecendo materiais diversos.</p><p>Por fim, mais que avaliar será regular as aprendizagens. Perceber onde residem as dificuldades, se as tarefas foram ajustadas a cada aluno, dando feedback, implementando momentos de avaliação de modo a antever ações diferenciadas e de apoio de melhoria.</p><p>António da Nóvoa enfatiza os desafios que a escola tem de enfrentar no séc. XXI, tornando-se uma escola transformadora, de caráter global, como compromisso de um novo contrato social de educação. O conhecimento é um património comum, cabendo a cada um de nós, professores, o papel de transformadores, através de trabalho em conjunto, refletindo com os outros o que sabemos e o que fazemos, de modo a que a escola seja um local de aprendizagem em conjunto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 17:01:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedroferreira5</author>
         <link>https://padlet.com/pedroferreira5/8ssrpg8ma97ad9kw/wish/3472813043</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou Pedro Ferreira, professor de Educação Visual e Educação Tecnológica de 2.º e 3.º ciclo, na EB Patrício Prazeres.</p><p>Estou nesta escola há 20 anos, sempre em constante mudança. Somos um agrupamento que trabalha a inclusão, com alunos de diferentes nacionalidades, diferentes estratos socioeconômicos, diferentes problemáticas e ritmos de aprendizagens.</p><p>A inscrição nesta formação pareceu-me oportuna, de modo a adquirir uma base teórica mais sólida, partilhar experiências e modos de atuar e refletir em conjunto sobre os desafios que a escola hoje  nos coloca.</p><p>Também para poder repensar a minha forma de atuar na escola e ficar motivado para o trabalho colaborativo com professores do meu grupo, como através da interdisciplinaridade e com os professores de educação especial.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 17:25:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedroferreira5</author>
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         <description><![CDATA[<p>Patrícia, Cátia e Pedro</p><p>O que mais nos impressionou neste vídeo?</p><p>O mobiliário, o ambiente positivo, e confortável, a liberdade de movimentos, os comportamentos e recetividades dos alunos.</p><p>&nbsp;</p><p>Que mais valia poderá ter esta forma de trabalhar com os nossos estudantes na escola?</p><p>É uma forma muito motivadora de trabalhar com os alunos, de grande flexibilidade, permitindo explorar metodologias e estratégias diferentes e em simultâneo. Os alunos denotam uma grande apropriação dos espaços, permitindo grandes dinâmicas.</p><p>&nbsp;</p><p>Porque razão (ou razões) continua a ser difícil encontrar escolas de aula com esta organização?</p><p>O custo deste tipo de equipamentos, que leva a uma cultura de escola de compromisso ,entre os diferentes agentes&nbsp; (professores, alunos, auxiliares, pais e encarregados de educação…), assim como a sequência entre os diferentes ciclos de ensino, dando continuidade a um projeto comum e global.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 17:52:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedroferreira5</author>
         <link>https://padlet.com/pedroferreira5/8ssrpg8ma97ad9kw/wish/3473745709</link>
         <description><![CDATA[<p>As turmas dos 5.º anos são pequenas, mas heterogéneas.</p><p>O 5.º A tem 12 alunos, sendo 9 raparigas e 3 rapazes. Destes, 3 têm PLNM (asiáticos) e 1 aluno com necessidades educativas especiais, estando mais tempo no CAA.</p><p>O 5.º B tem 13 alunos, sendo 7 raparigas e 6 rapazes. Destes, 2 são de PLNM (asiáticos).</p><p>O 5.º C tem 12 alunos, sendo 7 raparigas e 5 rapazes. Destes, 1 tem PLNM (asiático), 3 alunos com necessidades educativas especiais e 1 aluno com adaptações curriculares.</p><p>Leciono as disciplinas  de Educação Visual e Educação Tecnológica a estas turmas.</p><p>Apesar de só ter lecionado durante os meses de janeiro e fevereiro, consegui perceber quais as dificuldades dos alunos e a sua integração no grupo turma e na escola, assim como me apercebi das dificuldades e capacidades/potencialidades de cada um deles. Contando com a ajuda e as informações da colega que se encontra a substituir-me. Penso que nas turmas do 5.ºano a integração num novo ciclo de ensino terá sido a principal dificuldade, tendo os alunos que se adaptar a diferentes salas, diferentes professores e disciplinas, assim como à descoberta de uma “liberdade” que por vezes é mal direcionada.</p><p>Existiu a necessidade de criar empatia com os alunos e alguma afetividade, tendo em conta as circunstâncias e o ponto de partida de cada um, de modo a perceber os diferentes ritmos de trabalho, capacidades e recetividade ao professor, à sala de aula, às atividades e aos colegas, com a finalidade de criar um sentido de pertença e de grupo. Perceber, também, como trabalham melhor, se individualmente, em pares ou em pequeno grupo e que tipo de trabalho gostam de desenvolver, de modo a chegar a cada um e envolve-los no seu processo de aprendizagem, procurando que ganhem autonomia e autorregulem o seu comportamento.</p><p>A falta de materiais e pouca valorização da disciplina por parte dos pais e encarregado de educação é, por vezes, uma batalha que tenho de travar.</p><p>Com os alunos estrangeiros a comunicação por vezes é lenta e complicada, demorando mais tempo a interagir com os alunos e estes com o que os rodeia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 08:56:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedroferreira5</author>
         <link>https://padlet.com/pedroferreira5/8ssrpg8ma97ad9kw/wish/3473780444</link>
         <description><![CDATA[<p>A turma do 9.º ano é constituída por 22 alunos, sendo 13 raparigas e 9 rapazes. Destes, 9 têm PLNM (5 asiáticos, 2 africanos e 1 aluna ucraniana). Dois alunos asiáticos foram integrados na escola e nesta turma este ano letivo, sendo o grau de comunicação bastante difícil, assim como com as duas alunas africanas, não havendo problemas de comunicação com os 5 alunos restantes.. 1 Aluno tem adaptações &nbsp;curriculares significativas e 3 têm adaptações curriculares não significativas</p><p> Leciono Educação Visual e CEA (Complemento à Educação Artística) a esta turma.</p><p>Nesta turma as barreiras à aprendizagem têm a ver sobretudo com o ritmo lento de trabalho, as especificidades dos alunos com adaptações curriculares e por vezes a necessidade de motivação e este ano letivo com a integração de mais dois alunos estrangeiros. Já conhecia os alunos, à exceção dos dois alunos referidos, pelo que planifiquei as aulas (planificação que a minha colega seguiu assim como partilhei toda a informação sobre os alunos) sabendo o que cada um conseguia fazer e como, nas atividades propostas. Na sua maioria, os alunos gostam de trabalhar a pares, auxiliando-se mutuamente e colaborando com outros grupos. Já têm como rotina partilhar materiais e juntarem-se quando exploram uma mesma técnica de expressão plástica. Também já adquiriram autonomia para a criação de projetos interdisciplinares, expondo a suas ideias, discutindo suportes e materiais e concretizando o produto final, apresentando-o à turma e expondo-o ou na sala de aula da turma ou nos diferentes espaços da escola. As diferentes culturas num mesmo espaço, tem-se revelado motivador e uma descoberta de tradições e património cultural e artístico, nunca sendo a origem impeditiva da realização das atividades propostas. Tem sido possível cumprir ao longo do ano letivo (e de ciclo) as AE’s nos seus diferentes domínios em articulação com o PASEO, sentindo que os alunos, na sua quase totalidade, evoluíram e despertaram para a Arte.</p><p>Em relação aos alunos estrangeiros existem já glossários preparados referentes às disciplinas, assim como suportes e materiais disponíveis, procurando que se sintam integrados na turma e desenvolvem alguns conteúdos programáticos, explorando técnicas de expressão plástica, num percurso paralelo ao dos colegas. Sobretudo que se sintam bem nas aulas, acolhidos e realizem atividades com gosto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 09:56:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedroferreira5</author>
         <link>https://padlet.com/pedroferreira5/8ssrpg8ma97ad9kw/wish/3474948548</link>
         <description><![CDATA[<p>As diferentes metodologias ativas deverão procurar uma aprendizagem facilitadora e mais agradável para alunos e professores, levando os alunos a pensar criticamente e sobretudo ser favorável ao desenvolvimento do potencial criativo.</p><p>Dependendo de cada momento de aprendizagem, tenho de decidir qual o método de que me vou recorrer. Alguns conteúdos podem ser apresentados com recurso ao ensino expositivo, ou recorrer a recolha de informação ou imagens pelos alunos (indicadas pelo professor) antes de iniciar uma nova unidade de trabalho, tomando forma e significado depois de explicada aos alunos e estes apliquem o que aprenderam e (sendo o ideal) reflitam sobre o que estão a fazer e sobre o produto final.</p><p>Será de todo conveniente criar um ambiente de aprendizagem agradável e motivador, em que os alunos se sintam à vontade para exporem as suas dúvidas e comunicarem as suas ideias livremente, trabalhando segundo o método que mais se adapte a cada um. Poderão trabalhar isoladamente (alunos repetentes cuja idade se encontra desfasada do grande grupo, alunos com grande timidez ou com alguma particularidade própria), a pares (permitindo aos alunos que socializem e partilhem ideias, soluções e materiais) ou em pequeno grupo (alunos interessados, ativos, partilhando ideias, soluções, críticas, &nbsp;desenvolvendo as diferentes etapas do trabalho a realizar ou trabalho coletivo, através de um pensamento criativo e crítico), distribuindo-se pelo espaço da sala de aula, onde se sentirem mais confortáveis. Também alunos com necessidades educativas especiais, acompanhados por um professor ou auxiliar, podem escolher onde se sentar e a atividade a realizar. Geralmente, de modo a acompanhar os conteúdos dos demais colegas, são construídos materiais que os alunos utilizam.</p><p>Os conteúdos curriculares referem-se, sobretudo nas minhas disciplinas, ao conjunto de conhecimentos a adquirir, a par do desenvolvimento de capacidades de observação, escolha e decisão, do desenvolvimento da destreza motora, em especial a motricidade fina, a exploração de técnicas de expressão plástica. Não podendo esquecer os valores e atitudes a apreender, num processo global e humanista, de interação entre os intervenientes, tendo em conta o ponto de partida de cada aluno, as suas especificidades e a heterogeneidade do grupo turma.</p><p>Além do conhecimento em si procura-se o desenvolvimento da criatividade, da destreza motora e da abstração, o desenvolvimento do sentido artístico e crítico e a postura do aluno face ao conhecimento, aos colegas, professores e à escola, como preparação de vida para as etapas que posteriormente enfrentará.</p><p>Para desenvolver as aprendizagens e as atividades em sala de aula, utilizo diferentes métodos. Geralmente o início de uma unidade de trabalho começa por ser uma aula expositiva, explicitando o que se quer de modo a interiorizar determinado conteúdo. No decorrer do ciclo, uma vez que vamos aprofundando os mesmos conteúdos, passará a ser uma descoberta guiada, em que assumo o papel de questionar e orientar e regulador das competências sócio afetivas, procurando que os produtos finais dos alunos sejam mais complexos, elaborados e desafiantes. Com os alunos, cujas capacidades são evidentes na área das Artes, há uma preocupação e intenção redobrada, em que desenvolvem até ao final do 3.º ciclo competências que lhe permitam decidir com toda a certeza a área a escolher no ensino secundário, ou curso profissional.</p><p>Neste processo os alunos podem trabalhar cooperativamente, alcançando um objetivo comum, avaliando de desempenho individual, a sua contribuição para o grupo e a sua interação com os outros elementos.</p><p>Sobretudo recorro à metodologia de projeto, como processo de aquisição de conhecimento e concretização de um produto final. A metodologia de projeto permite que as aprendizagens se realizem em contextos de exploração e investigação (manuais escolares, livros, digitalmente), solucionando um problema, seguindo determinadas etapas e tempos propostos para cada uma, realizando as atividades cooperativamente, elaborando produtos finais, apresentando-os ao grupo turma e intervindo em contexto escolar, contribuindo para as exposições que se realizam ao longo do ano letivo. Permite a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade, pois a partir de qualquer tema se podem construir narrativas visuais.</p><p>De modo a valorizar os alunos com retenções, procuro motivá-los deixando que expliquem a unidade de trabalho a desenvolver aos colegas, o conceito teórico associado, as etapas a seguir, as técnicas de expressão plástica que podem ser exploradas e (caso ainda tenham) apresentem os produtos que realizaram.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 12:21:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedroferreira5</author>
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         <description><![CDATA[<p>Exploração de mapa mental</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 23:54:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedroferreira5</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>RACISMO:</strong> crença na distinção natural entre os grupos. Envolve uma crença natural das diferenças entre os grupos, os grupos são diferentes porque possuem elementos essenciais que os fazem diferentes. Existe a necessidade de analisar as novas formas de expressão do preconceito e do racismo que se manifestam em sociedades formalmente democráticas. O racismo é uma relação de poder: parte da relação que retira privilégios e a outra parte fica subalternizada. Historicamente o racismo era expresso de maneira aberta, depois da 2.ª guerra mundial, e da Declaração dos Direitos Humanos, e com os movimentos civis nos EUA e em muitos outros países, esta situação reverteu-se . O racismo constitui-se num processo de hierarquização, exclusão e discriminação contra um indivíduo ou toda uma categoria social que é definida como diferente com base em alguma marca física externa (real ou imaginária), a qual é "resignificada" em termos de uma marca cultural interna que define padrões de comportamento.</p><p><strong>Racismo estrutural e institucional</strong>. Desde o período colonial que criamos imagem e estereótipos:  "Branquitude".</p><p>No entanto ainda se verifica pouca representatividade das minorias em órgãos de poder ou Instituições, com algumas exceções no desporto e na música, …</p><p><strong>Estatuto do indigenato</strong>: legado colonialismo.</p><p><strong>Lusotropicalismo:</strong> narrativa criada nos anos 60 do séc. XX.</p><p>O racismo engloba os processos de discriminação e de exclusão social, enquanto o preconceito permanece como uma atitude.</p><p><strong>Racismo simbólico</strong>: as atitudes decorrem pela perceção por parte do grupo dominante em relação a outro grupo, como uma ameaça aos valores e à cultura do grupo dominante. Abstração moral e enfatizando sentimentos e crenças adquiridas ao longo da socialização e não através da competição direta com os negros, por exemplo.</p><p><strong>Racismo moderno</strong>: mede as atitudes raciais públicas dos indivíduos, quando as normas sociais inibem expressões abertas de racismo (em questões de igualdade e  liberdade).</p><p>Baseia-se em crenças e avaliações: negros americanos ou aborígenes australianos: a discriminação é uma coisa do passado, estão a competir por cargos e ganham mais em sectores em que não são bem-vindos, tratamento injusto, as instituições dão-lhes mais atenção que a devida.</p><p><strong>Racistas dominantes</strong>, que quase não existem e os racistas aversivos que se distinguem pela força com que adotam os valores do igualitarismo e tentam se auto apresentarem como pessoas igualitárias e sem preconceito racial, os que parecem ter aversão ao racismo.</p><p><strong>Racistas aversivos</strong>: atitude racial que se caracteriza por possuírem valores igualitários, mas experienciam um tipo particular de ambivalência, resultante do conflito entre sentimentos e crenças associados a valores igualitários e sentimentos negativos face aos negros.</p><p>Este sentimento ou emoções motivam mais a evitação do contacto próximo do que comportamentos destrutivos e violentos.</p><p><strong>Racismo ambivalente</strong>: ambivalência de sentimentos e atitudes é uma característica fundamental das interações socais e os seus efeitos têm consequências sobre as mais variadas esferas sociais. A ambivalência de sentimentos e atitudes geralmente gera uma tensão e um desconforto psicológico. Para reduzir esta tensão e desconforto o indivíduo tende a polarizar ou radicalizar as suas atitudes raciais.</p><p><strong>Racismo cordial</strong>: sociedades inter-raciais: é definido como uma forma de discriminação contra os cidadãos não brancos, que se caracteriza por uma polidez superficial que reveste atitudes e comportamentos discriminatórios, que se expressam ao nível das relações interpessoais através de piadas, ditos populares e brincadeiras de cunho “racial”. Trata-se de um racismo sem intenções, às vezes de brincadeira, mas sempre com consequências sobre os direitos e as oportunidades de vida dos atingidos.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Racismo biológico</strong>: hierarquização biológica dos grupos humanos</p><p><strong>Racismo cultural</strong>: hierarquização das culturas</p><p><strong>Racismo sistémico</strong>: sistema em que as políticas públicas, práticas institucionais e representações culturais reforçam modelos que perpetuam a desigualdade entre grupos étnico culturais</p><p><strong>Preconceito:</strong> atitude hostil para com um indivíduo simplesmente por pertencer a um grupo desvalorizado socialmente.</p><p><strong>Preconceito étnico </strong>como antipatia baseada numa generalização falha e inflexível, que pode ser sentida ou expressa e que pode ser dirigida a um grupo como um todo ou a um indivíduo porque faz parte daquele grupo. Temos tantos tipos de preconceitos quantas pertenças a grupo minoritários na estrutura do poder: sexismo, homofobia, ageismo, pessoas gordas, pessoas com deficiências físicas ou mentais, características físicas ou fenotípicas supostamente herdadas.</p><p>Por exemplo a cor da pele negra (marca física externa) pode implicar na perceção do sujeito (indivíduo do grupo) como preguiçoso, agressivo, alegre (marca cultural interna).</p><p>Preconceito será mais a nível individual e racismo é a nível individual, mas também a nível institucional e cultural.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>&nbsp;Preconceito subtil</strong> (Europa e indivíduos das ex-colónias ou imigrantes): expressão do preconceito contra grupos exógenos ou externos.</p><p>A globalização da economia intensifica os contactos interétnicos e os fluxos migratórios.</p><p><strong>Preconceito flagrante</strong>: a dimensão da ameaça e rejeição do exogrupo , que se baseia na perceção de que os exogrupos constituem uma ameaça, sobretudo económica.</p><p>E a dimensão da rejeição da intimidade definida como uma rejeição emocional ao contacto intimo (contacto sexual e casamento).&nbsp; Exogrupo versus endogrupo</p><p><strong>Preconceito subtil</strong>: Defesa dos valores tradicionais, exagero das diferenças culturais, negação de emoções positivas.</p><p><strong>Xenofobia</strong>: aversão aos estrangeiros</p><p><strong>Exclusão</strong>: afastamento, marginalização impedimento de acesso a um território ou serviços de certos indivíduos ou grupos minoritários</p><p><strong>Segregação</strong>: separação física e social forçada da minoria em relação à maioria.</p><p><strong>Micro agressões</strong>: pequenas atitudes ou frases que incomodam os outros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 16:34:44 UTC</pubDate>
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         <author>pedroferreira5</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Racismo na educação</strong>: interpessoal, intencional, afetos, ignorância…</p><p>Na escola assistimos a formas de violência racista, não intervir e denunciar é uma forma de legitimar e de deixar que continue impunemente. Combate-se com reconhecimento do problema em primeiro lugar, assegurando a representatividade destes grupos, falando do que sentem (combater o racismo sem ter quem o sofre, envolvido na frente desta luta não é eficaz). Socialmente pretende-se uma conceção de uma igualdade mais abrangente, que passe pela responsabilidade histórica, pela reparação, e que passe pela noção de distribuição mais equitativa daquilo que são os bens e privilégios da sociedade, contando com a força de todos nós.</p><p>Quais os Referenciais baseados na prática e experiência:</p><p>- A plena realização dos Direitos Humanos e dos Direitos da Crianças e Adolescentes</p><p>-&nbsp; O desenvolvimento integral de todas as crianças e jovens.</p><p>- O desenvolvimento de sociedades coesas, justas, sustentáveis, promotoras de bem-estar e de sentido de realização individual e coletiva.</p><p>- Se assumirmos que com a ação e a intervenção estes princípios não se desenvolvem naturalmente, nas pessoas e nas organizações, teremos de promover ações concertadas e intencionais.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>EFEITO PIGMALIÃO</strong>: é um fenómeno em que expectativas mais altas levam a melhores performances. Pode ser entendido como um ciclo em que as nossas crenças sobre as capacidades de outra pessoa influenciam ações relativas a outra pessoa. Essa ação tem impacto nas crenças da pessoa sobre ela mesma. Quando esperamos certos comportamentos de alguém temos tendência a agir de modo que o comportamento esperado seja mais propenso a ocorrer.</p><p><strong>Guia de Estratégias para a promoção da Inclusão Intercultural</strong></p><p>Dimensões da exclusão: Nacionalidade, género, idade (idadismo), forma corporal, etnia, estatuto socioeconómico, orientação sexual, …</p><p>Princípios: aprendizagem, inclusão, estabilidade, adaptabilidade e ousadia, coerência e flexibilidade, sustentabilidade, base humanista, saber.</p><p>Áreas de competências: consciência e domínio do corpo, linguagens e textos, informação e comunicação, pensamento crítico e pensamento criativo, raciocínio e resolução de problemas, saber científico e tecnológico, relacionamento interpessoal, desenvolvimento pessoal e autonomia, bem-estar saúde e ambiente, sensibilidade estética e artística.</p><p>Valores: liberdade, responsabilidade e integridade, cidadania e participação, excelência e exigência, curiosidade reflexão e inovação.</p><p>Questões:</p><p>-Sucesso educativo e diversidade social e cultural.</p><p>-Conhecer a perspetiva dos outros.</p><p>-Princípios e níveis da intervenção.</p><p><strong>Cultura:</strong> conjunto de características distintas: espirituais, materiais, intelectuais, e emocionais da sociedade ou grupo social, que abrange não apenas a arte e a literatura, mas estilos de vida, formas de se viver em conjunto, sistemas de valor, tradições e crenças. Conjunto de aspetos materiais, sociais e subjetivos.</p><p><strong>Aculturação</strong>: processo intergrupal dinâmico através do qual a sociedade de acolhimento e os imigrantes se adaptam mutuamente.</p><p><strong>Preferências de aculturação</strong>: forma como os indivíduos avaliam e se posicionam face às várias possibilidades de relação com as suas origens culturais e com a sociedade de acolhimento. Desejo de manutenção, ou não, da cultura de origem e em que medida existe o desejo de contacto com a sociedade de acolhimento (assimilação, integração, separação, marginalização, imigrantes descendentes).</p><p><strong>Interculturalidade:</strong> existência e interação equitativa de diversas culturas, assim como a possibilidade de gerar expressões culturais partilhadas, pelo diálogo e pelo respeito mútuo.</p><p><strong>Assimilação</strong>: adaptação de um grupo étnico ou social geralmente uma minoria, a outro grupo social maioritário</p><p><strong>Integração</strong>: processo através do qual o imigrante é aceite na sociedade, quer na qualidade de indivíduo, quer como membro de um grupo</p><p><strong>Inclusão</strong>: é o processo social de aceitação da diferença de um indivíduo ou um grupo numa dada sociedade, através da concessão das mesmas oportunidades laborais, económicas, políticas e culturais que a maioria dos indivíduos</p><p><strong>Multiculturalismos:</strong> diversidade de culturas, etnias, religiões, visões do mundo e outras dimensões das identidades</p><p><strong>Interculturalidade:</strong> Processo dinâmico que implica o envolvimento de todos os grupos, não apenas os minoritários, e que pressupõe uma disponibilidade para conhecer não apenas as suas diferenças, mas também enaltecer as suas semelhanças. enquanto processo educativo convida à interação e ao diálogo sobre o que é diverso e similar.</p><p><strong>Competência intercultural</strong>: atitudes, conhecimentos, compreensão e capacidades aplicados através da ação, que permitem a cada um individualmente ou em grupo:</p><p><strong>Migrações:</strong> movimento populacional que compreende qualquer deslocação de pessoas, independentemente da extensão, da composição ou das causas.</p><p>Migrante. Pessoas migrantes por reagrupamento familiar. Pessoas migrantes forçadas. Pessoas requerentes de asilo. Pessoas deslocadas internamente. Menor não acompanhado. Refugiado/ acolhido/por mandato. Globalização.</p><p>&nbsp;<strong>Eurocentrismo</strong>: conhecimento do mundo através de uma visão histórica europeísta e parcial,  não tendo um conhecimento mais aprofundado dos outros continentes.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR)</strong></p><p><strong>Discriminação racial</strong>: a discriminação racial existe sempre que de uma ação ou de uma omissão resulte um tratamento diferenciado a uma pessoa ou grupo de pessoas, motivado pela pertença a uma determinada origem racial e étnica, cor, nacionalidade, ascendência, território de origem.</p><p>Exemplos: abuso verbal, ameaças, agressões físicas, posse/distribuição de distintivos/insígnias cokm conteúdos racistas e discriminatórios; cyberbullying ou assédio virtual, recusa em cooperar/trabalhar com outras pessoas por terem uma determinada característica, ridicularização das diferenças culturais, comentários racistas ou piadas racistas.</p><p>Os profissionais deverão estar atentos a estes fenómenos, estar comprometidos com os valores democráticos, como a defesa e o respeito pelos direitos humanos e com a promoção de uma cidadania plena e ativa.</p><p>Casos graves contar com outras instituições: CICDR, PSP, GNR, Ministério Público.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 18:00:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedroferreira5</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Preditores do Sucesso escolar:</strong></p><p>-<strong>Família: </strong>(estatuto socioeconómico, ambiente familiar, envolvimento dos pais) aluno (expetativas do aluno em relação ao seu resultado escolar, ajudar o aluno perspetivar no futuro melhores resultados), perspetiva positiva sobre a etnia, autoconceito positivo, educação pré-escolar.</p><p>-<strong>Professor</strong>: abordagens de ensino, curriculum, escola (organização). Relação que o professor estabelece com os alunos, clareza no ensino, não etiquetar os alunos (processos de estigmatização), ter conta as expectativas de alunos e professores e como se orientam essas expetativas dos alunos; responder de maneira adequada, eficaz e respeitosa ao interagir e comunicar com os alunos, estabelecendo relações positivas e construtivas.</p><p>-<strong>Escola:</strong> estratégias de dessegregação, estratégias de gestão de heterogeneidade em sala de aula, o trabalho em pequenos grupos é uma estratégia poderosa, homogeneidade relativa em pequenos grupos.</p><p>- <strong>Estratégias de ensino</strong>: abordagens cooperativas em contraste com as abordagens competitivas e individualistas. Organização e gestão do currículo (flexibilidade). Definição das estratégias, metodologias e procedimentos pedagógicos e didáticos a utilizar na prática letiva.</p><p>- Desenvolvimento de metodologias e práticas pedagógicas indutoras de experiências reais de participação e de vivência da cidadania.</p><p>- &nbsp;Aprendizagens Essenciais e o Perfil dos alunos (PASEO): princípios, valores, áreas de competência; implica práticas e alteração das práticas pedagógicas e didáticas</p><p>- DL 55/2018: trabalho interdisciplinar e de articulação disciplinar, adequação e complementaridade das estratégias de ensino e aprendizagem; envolvimento dos alunos com enfoque na intervenção cívica.</p><p>- Educação Inclusiva, DL 54/2018.</p><p>- Promover uma prática de avaliação pedagógica de cariz formativo (diagnóstico à partida e monitorização da sua evolução detetando problemas e dificuldades, para uma ação interventiva em tempo útil, tendo em conta a inclusão e à realidade dos alunos migrantes:</p><p>- Promoção do bem-estar social, emocional e mental dos alunos, numa visão holística.</p><p>- Conhecer as perspetivas dos outros: auscultação das necessidades da comunidade, realidade subjetiva de cada um.</p><p>- &nbsp;Valorizar as heranças culturais e origens nacionais, estatuto legal e situação socioeconómica.</p><p>- Desenvolver o respeito pelas diferenças e o estabelecimento de relações seguras, saudáveis, pacíficas e democráticas, de interação e aproximação entre aluno e outros membros da comunidade educativa.</p><p>-Promover a participação e ativa de todas as crianças e jovens no próprio percurso de aprendizagem.</p><p>- Promover a inclusão e o sucesso educativo de todas as crianças e jovens, tendo em conta a sua identidade e condição pessoal, social e cultural, dada a globalização a que assistimos.</p><p>- Promover a integração e inclusão dos alunos, pelo contacto intergrupal, através de atitudes positivas, reduzindo o preconceito, os estereótipos e prevenir a discriminação.</p><p>- Acolhimento dos alunos e &nbsp;Pais e EE dos alunos migrantes, com programas de mentoria e glossários de sobrevivência e por disciplina.</p><p>- Estratégias de monitorização e avaliação das práticas de educação.</p><p>&nbsp;</p><p>- <strong>Diretor: </strong>papel relevante na implementação das suas políticas e orientações para a escola, promovendo uma abordagem escolar integrada que seja sensível às necessidades holísticas dos alunos de origem migrante, providenciando um apoio multidimensional prestado por diferentes profissionais assim como intervenção e apoio por parte dos restantes agentes da escola dotados de uma perspetiva, visão e práticas mais inclusivas, devendo o Diretor exercer uma liderança forte e possuir capacidades organizacionais, mobilizadoras de todas as estruturas e agentes, para além de fortes competências comunicacionais.</p><p>- <strong>Equipas em parceria</strong>: EMAEI; SPO; GAAF; CAF; Mediadores Culturais; Coordenadores; Representantes de Grupo/Disciplina; Conselhos de Turma; professores; Clubes; Tutorias.</p><p>- Auxiliares Operacionais e Técnicos.</p><p>- Parcerias: Técnicos de Terapias; CML; Juntas de Freguesia; NIALP; Renovar a Mouraria.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>&nbsp;- Educação intercultural, EI:</strong> incentivar os alunos a conhecerem os conceitos de identidade e pertença, culturas, pluralismo e diversidade cultural de modo a compreender as causas da discriminação, racismo e xenofobia, de modo a identificar e ultrapassar alguma situação que possa surgir.</p><p><strong>- Educação para o Desenvolvimento e a Cidadania Global, EDCG</strong>: processo de aprendizagem e transformação através da ação individual ou colaborativa, orientada para a justiça social e o bem comum.</p><p><strong>. Estratégia Nacional de Educação para a CIDADANIA</strong>: desenvolvimento de competências para uma cultura de democracia; implementação de metodologias ativas implicando oportunidade de desenvolvimento de competências pessoais e sociais. Aprendizagens com impacto na atitude cívica individual, no relacionamento interpessoal, social e intercultural. </p><p><strong> -Abordagem multinível</strong>: modelo compreensivo de ação a nível da escola; organização de um conjunto integrado de medidas de suporte à aprendizagem, de modo que todos os alunos atinjam o sucesso.</p><p><strong>- Desenho Universal da Aprendizagem</strong>: apresenta-se como uma opção que corresponde à necessidade de organização de medidas universais orientadas para todos os alunos, modelo estruturante e orientador na construção de ambientes de aprendizagem acessíveis e efetivos para todos os alunos, constitui uma ferramenta essencial no planeamento e ação em sala de aula.</p><p>Conjunto de princípios e estratégias relacionados como o desenvolvimento curricular que procura reduzir as barreiras ao ensino e à aprendizagem, permitindo ao docente definir objetivos de ensino, e criar materiais e formas de avaliação que se adequem a todos os alunos, permitindo o acesso, participação e sucesso de todos os alunos.</p><p>Princípios básicos (organização de níveis de intervenção que variam em termos de tipo, intensidade, e frequência das intervenções em função da resposta dos alunos às mesmas):</p><p>1-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Meios de envolvimento dos alunos de modo a que se sintam motivados para aprender, fazer algo que tenha importância para eles e se sintam valorizados.</p><p>2-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como apresentamos a informação (tanto simbolicamente, números da matemática, como através da manipulação).</p><p>3-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Fornecer múltiplos meios de ação e expressão (os alunos variam na forma como expressam o que sabem, como podem agir com as suas competência, podendo comunicar por desenhos, textos… ). Ser flexível, permitir escolhas, diferentes caminhos, de modo a que todos os alunos estejam representados.</p><p>&nbsp;</p><p>Tendo em conta:</p><p>1-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quais os objetivos: identificar a relação entre as aprendizagens prévias e as esperadas.</p><p>2-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Meios para que os alunos se sintam motivados para aprender e realizar as atividades a desenvolver.</p><p>3-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Que recursos e materiais terão na sala de aula (quadro, manuais, livros, materiais nas paredes, …) importantes para a aprendizagem, que motivem e facilitem a compreensão e promovam a participação.</p><p>4-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estratégias a desenvolver, modalidades de trabalho a privilegiar, formas de comunicação, modos de apresentação dos conteúdos, natureza das atividades.</p><p>5-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os métodos: grupos colaborativos,</p><p>6-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Avaliação da aula: a realizar com os alunos, definir os critérios de avaliação das aprendizagens.</p><p>7-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Abordagem multinível: modelo de ação que exige o envolvimento de toda a escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 19:57:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedroferreira5</author>
         <link>https://padlet.com/pedroferreira5/8ssrpg8ma97ad9kw/wish/3490856620</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Educação Especial e Educação Artística</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Na expressão plástica, que inclui neste caso o desenho, a pintura e a colagem, as crianças têm  prazer em explorar, manipular, transformar, criar, observar e comunicar, de modo a proporcionar experiências e oportunidades de aprendizagem diversificadas que ampliam e expressão espontânea e garantem o acesso de todos  à arte e à cultura artística. Isto implica um processo educativo, que incentive um gradual conhecimento a apropriação de instrumentos e técnicas, o que pressupõe não só a expressão espontânea das crianças, como a intervenção do educador/professor.</p><p>Na educação artística, intencionalidade do educador/professor é essencial para o desenvolvimento da criatividade das crianças, alargando e enriquecendo a sua representação simbólica e o seu sentido estético, através do contacto com diversas manifestações artísticas de diversas épocas, culturas e estilos, de modo a incentivar o seu espírito crítico perante diferentes visões do mundo, contribuindo para a sua construção da identidade pessoal, social e cultural. Este domínio proporciona ainda oportunidade de desenvolvimento da curiosidade, da expressão verbal e não verbal, facilitando a sua articulação na área da expressão e da comunicação.</p><p>As crianças aprendem a explorar e utilizar diferentes materiais que lhes são disponibilizados para desenhar e pintar, cabendo ao educador/professor alargar as suas experiências. É importante que as crianças tenham acesso a uma multiplicidade de materiais e instrumentos (papel de diferentes dimensões e texturas, tintas de várias cores, diferentes tipos de lápis e marcadores, barro plasticina e outros materiais moldáveis e materiais recicláveis). As multiplicidades de diversidade de todos estes possíveis materiais, exigem uma organização cuidada, que facilite o acesso e utilização autónoma por parte das crianças, incentivando o desenvolvimento da capacidade expressiva e social de cada criança e do grupo. Se nesta fase da criação artística se coloca a ênfase no fazer, é fundamental que, para além de experimentar, executar e criar, as crianças tenham oportunidade de apreciar e de transmitir o que sentiram e fizeram.</p><p>&nbsp;A organização do espaço e dos materiais da sala de aula, a sua diversidade, qualidade e diversidade são também determinantes para as oportunidades de exploração e criação dos alunos, no domínio da educação artística. De igual o modo, o espaço exterior à sala de aula, podem ser utilizados para a realização de atividades, bem como para a recolha de elementos naturais a integrar nas atividades. As potencialidades artísticas e culturais do meio social próximo serão também rentabilizadas na educação artística e complementadas pelo contacto com outras fontes de informação, tais como contextos virtuais, consultados online.</p><p><strong>A abordagem à Educação artística envolve o desenvolvimento articulado de estratégias que permitam à criança:</strong></p><p>1-&nbsp;&nbsp;&nbsp; Apropriar-se progressivamente de diferentes técnicas e conhecimentos através da exploração e observação, utilizando-as de modo “intencional” nas suas produções.</p><p>2-&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ensaiar formas de expressividade e soluções próprias, integrando e relacionado técnicas, materiais e meios de expressão para criar, recriar e reinventar.</p><p>3-&nbsp;&nbsp;&nbsp; Contactar com obras de outros colegas, de modo a desenvolver a capacidade de observação e reflexão, comunicando os seus sentimentos pessoais e visão crítica, de modo a compreender a possibilidade de múltiplas leituras.</p><p>4-&nbsp;&nbsp;&nbsp; Explorar elementos da comunicação visual como a cor, a textura, as formas geométricas, as tonalidades, a figura humana e a desproporção e proporção naturais</p><p><br></p><p><strong>Aprendizagens a promover:</strong></p><p>1-&nbsp; Desenvolver capacidades expressivas e criativas através de experimentações e produções plásticas.</p><p>2-&nbsp; Reconhecer e mobilizar elementos da comunicação visual, tanto na produção e apreciação das suas produções, como em imagens que observa.</p><p>3-&nbsp; Apreciar diferentes manifestações de artes visuais, a partir da observação de várias modalidades expressivas (pintura, desenho, escultura, fotografia, arquitetura, vídeo, etc.), expressando a sua opinião e leitura crítica.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Estas aprendizagens podem ser observadas, por exemplo, quando a criança:</strong></p><p>1-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tem prazer em explorar e utilizar, nas suas produções, modalidades diversificadas de expressão visual (pintura, desenho, colagens, modelagem, etc.), recorrendo a diferentes elementos da linguagem plástica (cores, linhas, manchas, formas).&nbsp;</p><p>2-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Representa e recria plasticamente vivências individuais, temas, histórias, pessoas, animais, etc., utilizando diferentes materiais (lápis de pastel, carvão, tintas, esponjas, matérias moldáveis, material reciclado, etc.) e diversos meios de expressão (pintura, colagem, desenho, moldagem, etc.).&nbsp;</p><p>3-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Introduz, nas suas produções plásticas, elementos visuais (cores, formas, texturas, etc.) de modo espontâneo ou intencional, para representar temáticas, ilustrar histórias, etc.</p><p>4-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dialoga sobre as diferentes imagens e/ou objetos que aprecia/contacta em diferentes contextos (museus, galerias, outras instituições culturais, natureza, livros online, etc.).</p><p>5-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Emite opiniões sobre os seus trabalhos, os das outras crianças e sobre diferentes manifestações de artes visuais com que contacta, indicando algumas razões dessa apreciação.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>O/A educador/professor/a promove estas aprendizagens quando, por exemplo:</strong></p><ul><li><p>Organiza o ambiente educativo de forma a promover a exploração e conhecimento das artes visuais:</p></li></ul><ul><li><p>Disponibiliza diversos materiais de elevada qualidade, organizados e acessíveis às crianças e promove situações que permitam a utilização de diferentes modalidades expressivas.</p></li><li><p>Organiza o tempo de modo flexível, permitindo que a criança desenvolva o processo expressivo ao seu ritmo, incluindo retomar o trabalho em diverso(s) momento(s), até que o considere terminado.</p></li><li><p>Seleciona criteriosamente obras de arte e locais a visitar, associados a diferentes manifestações das artes visuais, procurando ter na sala imagens dessas e de outras obras de arte, que permitam a sua exploração pelas crianças.&nbsp;</p></li><li><p>Expõe os trabalhos das crianças, envolvendo-as na sua escolha e na definição de critérios estéticos da sua apresentação.</p></li><li><p>Dialoga com as crianças durante a realização dos seus trabalhos, procurando perceber as suas opções e ajudando-as e dando sugestões que as ajudem a concretizar e a melhorar o que pretendem fazer.&nbsp;</p></li><li><p>Comenta com as crianças os seus trabalhos, envolvendo-as numa apreciação global do que foi realizado, realçando a mobilização de elementos de comunicação visual.</p></li><li><p>Proporciona a observação de diversas formas visuais, de diferentes culturas e tradições (natureza, obras de arte, arquitetura, design, artefatos, etc.) e o contacto com diversas modalidades expressivas (pintura, escultura, fotografia, cartaz, banda desenhada, etc.) em diferentes contextos físicos (museus, galerias, catálogos, monumentos, outros centros de cultura, etc.) e digitais (internet, gravações, etc.).&nbsp;</p></li><li><p>Usa naturalmente termos ligados às artes visuais, promovendo a sua utilização por parte das crianças.</p></li><li><p>Promove a articulação de saberes das artes visuais com as diferentes áreas ou domínios, como, por exemplo, através da exploração de elementos da comunicação visual (formas geométricas, linhas, figura humana, etc.).</p></li><li><p>…</p></li></ul>]]></description>
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         <author>pedroferreira5</author>
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         <description><![CDATA[<p>Comemoração dos 70 anos da EB Patrício Prazeres</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-21 22:07:32 UTC</pubDate>
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         <author>pedroferreira5</author>
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         <author>pedroferreira5</author>
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