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      <title>Favoritos by Catharine Pereira Santana Barbosa</title>
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      <description>Criado com boas vibrações</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-17 20:25:29 UTC</pubDate>
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         <title>Diversidade: literatura infantil fortalece identidade de crianças afro-brasileiras</title>
         <author>catharinepsb</author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Flor e Maria Alice, são duas crianças que foram entrevistadas pela repórter, Katarina Flor, ambas foram imersas a literatura desde muito novas, e com acesso a literaturas que trazem personagens negros como protagonistas, e já tem os seus preferidos, e se apresentam contando</div><div><br><em><mark>&nbsp;- Meu Nome é Maria Flor. Eu tenho 10 anos. Eu gosto de culinária, de princesa e eu também gosto de livros que falam sobre biografia, livros como Zumbi e Bucala, que são livros africanos.</mark></em><br><br><em><mark>- Maria Alice, quatro. Eu gosto de livro de culinária... Eu gosto do livro da Iara!</mark></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-10 00:20:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>catharinepsb</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das publicações preferidas de Maria Flor é "Zumbi, o pequeno guerreiro", da editora Quilombhoje. Ela conta a história do líder do Quilombo dos Palmares. O autor Kayodê recria a infância do herói brasileiro, que Maria Flor já conhece extremamente bem, e conta<br><br><em><mark>- Uma pessoa negra, que lutou a favor das pessoas. E ele queria contar essa história. E o desenho [mostra] como ele era quando criança.</mark></em><br><br>Outro texto recomendado por ela é "Bucala - a pequena princesa do Quilombo do Cabula", do escritor Davi Nunes, da editora Uirapuru. E Flor nos conta o que pensa a respeito<br><br><em><mark>- O da Bucala, eu acho que foi uma pessoa boa e gentil que fez.</mark></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-10 00:22:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>catharinepsb</author>
         <link>https://padlet.com/catharinepsb/Bookmarks/wish/1982841003</link>
         <description><![CDATA[<div>Diferente de Maria Flor e Maria Alice, a nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, em sua infância, só teve acesso a literatura estadunidense e inglesa. Ela conta que também teve uma leitura precoce, como também foi escritora bem cedo.<br><br><em><mark>- Quando comecei a escrever aos sete anos - contos a lápis com ilustrações de crayon - eu escrevia o mesmo tipo de história que eu lia. Todos os meus personagens eram brancos de olhos azuis, que brincavam na neve, comiam maçãs e falavam muito do clima, que lindo era quando o sol saia. </mark></em><br><br>Os hábitos alimentares, culturais e a aparência física dos personagens ilustrados, lidos e escritos pela pequena menina africana, eram bastante diferentes das pessoas e do local onde ela vivia.<br><br><em><mark>- Não tínhamos neve, comíamos mangas e nunca falávamos do clima porque não era necessário.</mark></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-10 01:31:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>catharinepsb</author>
         <link>https://padlet.com/catharinepsb/Bookmarks/wish/1982919339</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Ela conta que por sempre ter contato com esse tipo de material, ela estava convencida de que as histórias, por sua natureza, deveriam ter personagens estrangeiros e coisas com a qual ela não se identificava.<br><br></em><em><mark>- Eu amava os livros ingleses e estadunidenses que lia. Despertaram minha imaginação e me abriram para novos mundos. As consequências involuntárias foram que eu não sabia que personagens como eu podiam existir na literatura.</mark></em><a href="https://www.taglivros.com/blog/7-coisas-que-voce-nao-sabia-sobre-chimamanda-adichie/"><strong><em><mark>&nbsp;</mark></em></strong><mark>Descobrir escritores africanos me salvou de conhecer uma só história.&nbsp;</mark><strong><em><mark><br></mark></em></strong></a><br></div><div>A partir dessas histórias, Chimamanda, conta como sua percepção sobre a literatura se transformou.<br><br><em><mark>- Me dei conta que meninas como eu, com cor de chocolate, cujo cabelo crespo não se podia prender em rabos de cavalo, também podiam existir na literatura. Comecei a escrever sobre coisas que eu reconhecia.</mark></em><br><br>Hoje, Chimamanda Adichie, é uma das principais escritoras de literatura africana da atualidade. Os livros dela já foram traduzidos para mais de 30 idiomas. Em 2007, ela venceu o prêmio de ficção do Baileys Women’s Prize e o de “melhor dos melhores” da década do mesmo prêmio.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-10 02:38:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>catharinepsb</author>
         <link>https://padlet.com/catharinepsb/Bookmarks/wish/1982926984</link>
         <description><![CDATA[<div>Assim como Chimamanda, a educadora brasileira Odara Dèlé, fala sobre a importância das crianças negras se reconhecerem positivamente nos personagens dos livros que leem. <br><br><em><mark>- Para a menina ou menino negro se ver em uma obra é extremamente importante, ainda mais com atributos positivos. Muitas vezes, nos ambientes escolares, se ressaltam aspectos negativos da população africana e afro-brasileira. <br><br></mark></em>Odara Dèlé, é autora de "Lukenya e seu poder poderoso". O livro é escrito em português e em kimbundu, língua originária do território africano nas regiões da República do Congo e de Angola. <br><br><em><mark>- Os leitores têm essa possibilidade de fazer esse fluxo transatlântico entre o continente africano e o americano através de um livro infanto-juvenil.&nbsp;<br><br></mark></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-10 02:45:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>catharinepsb</author>
         <link>https://padlet.com/catharinepsb/Bookmarks/wish/1982966747</link>
         <description><![CDATA[<div>O livro traz referências da cultura africana como a ancestralidade, oralidade, a música e a filosofia. A ideia, segundo Dèlé, é fortalecer as identidades negras, ainda na infância. Ela conta que muitas das palavras que usamos aqui no Brasil tiveram origem no Kimbundu, e agora fazem parte da nossa herança cultural.<br><br><em><mark>- As palavras mais usuais que nós usamos no nosso dia-a-dia é dengo, cafuné, caçula, moleque, quitanda… São palavras que usamos em nosso cotidiano e não temos essa percepção de que houve essa herança africana.</mark></em><br><br>A escritora brasileira Odara Dèlé, explica que a existência de livro infantis com protagonistas afro-brasileiros é importante não só para a construção e fortalecimento da identidade da criança negra como também para que as crianças brancas desenvolvam o sentimento de empatia e na noção de respeito às diferenças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-10 03:20:42 UTC</pubDate>
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         <title>Bonecas negras representam apenas 6% dos modelos fabricados no Brasil</title>
         <author>catharinepsb</author>
         <link>https://padlet.com/catharinepsb/Bookmarks/wish/1983012329</link>
         <description><![CDATA[<div>As bonecas negras representam apenas 6% dos modelos fabricados pelas principais marcas no Brasil. O percentual é ainda menor do que o registrado há dois anos, apesar de mais de 56,1% da população brasileira ser formada por pessoas negras, segundo o IBGE.<br><br>Essas informações são do projeto "Cadê nossa Boneca" realizado pela organização "Avante-Educação e Mobilização Social". Foram coletadas no mês de agosto, em sites de comércio virtual de 14 dos 22 fabricantes ligados à Abrinq-Associação Brasileira de Fabricantes de Brinquedos. Dentre as empresas analisadas, apenas oito possuíam bonecas negras em seus catálogos. Em todas elas, a proporção de bonecas negras em relação às brancas é inferior a 20%.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-10 04:00:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>catharinepsb</author>
         <link>https://padlet.com/catharinepsb/Bookmarks/wish/1983071525</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=FBrRiICWutQ"><strong>A organização lançou também um vídeo que está disponível no Youtube</strong></a>, sobre a realidade encontrada na pesquisa com depoimentos das pesquisadoras, lojistas e crianças negras.&nbsp;</div><div>No vídeo, uma das idealizadoras do projeto, Mylene Alves, destaca a falta de visibilidade desses brinquedos nas estantes das lojas.<br><br><em><mark>- Por que não mobilizar as pessoas, a sociedade a comprar, doar, vender bonecas negras? Porque hoje, por mais que existam empresas que produzem bonecas negras, a gente sabe que isso acontece, mas quando vamos nas lojas não conseguimos achar</mark></em><br><br>Mylene aponta como a ausência desses modelos se reflete na construção do imaginário e do preconceito.<br><br><mark>- </mark><em><mark>Hoje não há escolha. Quando você fala sobre a boneca que remete a enfermeira, noiva, médica, são todas brancas. Você não tem nessa possibilidade de dar oportunidade para as crianças brincarem com aqueles jogos de papéis sendo negras</mark></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-10 04:52:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>catharinepsb</author>
         <link>https://padlet.com/catharinepsb/Bookmarks/wish/1983084478</link>
         <description><![CDATA[<div>O levantamento foi feito em 2016, 2018 e 2020 e mostra que a situação mudou pouco. Na primeira pesquisa, a porcentagem de bonecas negras era de 6,3%, passando para 7% e, agora, para 6%.<br><br>Uma alternativa são as fabricantes independentes e artesanais. Geórgia Nunes, idealizadora da marca Amora, que fabrica brinquedos focados na representatividade, aponta como a demanda é alta e a necessidade urgente de rever esses conceitos.<br><em><mark><br>- Essa demanda aumentou muito. Agora em Salvador, onde mais de 80% da população é negra. Estamos no Brasil, onde 56% por cento da população se autodeclara negra. Então como é que temos 6% de bonecas produzidas? A pesquisa mostra isso. Não tem algo que justifique isso a não ser o racismo nessa discrepância entre os números. Porque o que a gente questiona, e aí é importante ficar claro, não é que a criança negra só pode brincar com boneca negra ou vice-versa. Na verdade queremos que todas as crianças acessebilizem todos as brinquedos.</mark></em></div><div><br>O presidente da Abrinq, Synesio Batista da Costa, concorda que a demanda é crescente, mas defende que tem havido aumento da produção. Ele afirma que o percentual chega hoje a 12% e assegura que todas as fabricantes têm pelo menos um modelo negro. Segundo a Abrinq, nem todos os modelos estão disponíveis nos sites, por isso não foram contabilizados no levantamento feito pela organização Avante e alguns ainda serão lançados neste ano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-10 05:05:44 UTC</pubDate>
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