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      <title>Práticas de Educação Inclusiva by Carla Mendes</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-14 16:17:50 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>cmonteiromendes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Chamo-me Carla Mendes e sou educadora de infância.<br><br></div><div>Ao escolher a temática da inclusão como objeto de formação tive como objetivo desenvolver conhecimentos que me permitissem desenvolver uma prática educativa mais eficaz e adaptada às reais necessidades dos meus alunos.<br><br></div><div>A inclusão em contexto escolar e o seu sucesso depende em larga medida das práticas educativas e de ensino/aprendizagem desenvolvidas pelo educador/professor. Foi neste sentido, e atendendo à necessidade de saber mais, conhecer novas práticas e estratégias, partilhar experiências e conhecer recursos, que optei por realizar formação nesta área.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 15:38:29 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADE 1 -Módulo 1</title>
         <author>cmonteiromendes</author>
         <link>https://padlet.com/cmonteiromendes/8p81lpjrzn6sp7zj/wish/2618435634</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;1. Tendo em conta a vossa experiência, já viveram/experienciaram situações semelhantes?&nbsp;<br><br>Não. Geralmente na educação pré-escolar estas situações não se verificam porque o/a Educador(a) de infância é o único docente responsável pela turma e, desde há muito tempo, é comum desenvolverem-se práticas de educação inclusiva no pré-escolar. A diferenciação pedagógica, o respeito pelo ritmo, necessidades e características individuais de cada criança são premissas comuns a todas as orientações educativas deste ciclo escolar, desde o documento das “Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar” até aos diferentes Modelos Curriculares para a Educação de Infância. Além disso, o trabalho assente em projetos desenvolvidos “para” e “pelas” próprias crianças, muito comum na educação pré-escolar, permite que cada uma se envolva e progrida de acordo com as suas caraterísticas e necessidades individuais.<br><br><br>2. Que desafios e problemas identificam no relato “A boa escola” no que concerne à questão da inclusão?&nbsp;<br><br><br></div><div>&nbsp;Os principais problemas identificados no relato a “Boa Escola” no que concerne à inclusão são essencialmente:<br><br></div><div>a)&nbsp; &nbsp; A relutância da docente em desenvolver novas e diferentes estratégias de ensino;</div><div>b)&nbsp; &nbsp; Desrespeito pelas características e necessidades dos alunos e pelas suas distintas formas de aprender;</div><div>c)&nbsp; &nbsp; A responsabilização quase exclusiva do aluno pelos seus resultados escolares: “Se o aluno não tem melhores resultados, é porque não estuda”;</div><div>d)&nbsp; &nbsp; Pressão e expectativas sociais face a desempenhos escolares altos;</div><div>e)&nbsp; &nbsp; Desresponsabilização da DT (por ser o primeiro ano na escola).<br><br><br></div><div>3. Que desafios à inclusão reconhecem na cultura de escola aqui evidenciada?&nbsp;<br><br>Em muitos docentes e ambientes educativos reflete-se ainda a resistência à mudança nas práticas educativas. Por desconhecimento, medo ou outro fator, muitos docentes agarram-se a uma estratégia, que em algum momento funcionou com sucesso, e aplicam-na vezes sem conta, sem atenderem às especificidades educativas de cada aluno. Esquecem-se de olhar para o aluno e centram-se na transmissão da matéria. A cultura de escola transmissiva não é nova e, infelizmente, muitos são os contextos onde perdura.<br><br></div><div>Um dos maiores desafios à escola dos nossos dias é realmente “olhar e ver” os alunos como sujeitos ativos e implicados no seu processo de aprendizagem. Se o professor realmente conseguir “ver” o aluno irá perceber como cada um é um sujeito próprio, com diferentes características e formas de aprender.&nbsp;<br><br></div><div>A observação e reflexão sobre o “que” e “como” cada aluno aprendeu deveria assumir-se definitivamente como o suporte para a ação do docente e da sua planificação de cada aula.<br><br></div><div>O tipo de escola descrito no texto “A Boa Escola” tem uma filosofia centrada no sucesso individual e não no coletivo, porque o que parece ser importante para cada família é o êxito e notas altas dos seus filhos. Neste tipo de escola, não se estão a ensinar seres humanos capazes de tornar a sociedade mais rica e humanizada, mas sim seres humanos virados para a individualidade e competitividade.<br><br></div><div>É fundamental que as escolas se voltem para a sociedade e elas mesmas puxem para si a responsabilidade de criarem cidadãos capazes de desenvolver uma sociedade mais justa e capaz de aceitar a diferença nos outros.<br><br></div><div>Quanto aos professores é urgente a reflexão sobre as práticas e a sua adequação ao contexto de cada turma e cada aluno.<br><br><br>4. Que medidas ou soluções poderiam ser implementadas para resolver cada um dos problemas e/ou desafios que identificaram?&nbsp;<br><br>Para resolver este desafio as escolas devem aumentar os seus contactos com as famílias, de forma que estas percebam que o sucesso é muito mais do que a atribuição de uma mera nota escolar. Devem pautar por uma filosofia educativa onde cada aluno seja respeitado e valorizado e onde os docentes não percam de vista que é urgente redefinirem-se e melhorarem as práticas de modo que a escola se assuma efetivamente como uma escola para todos.<br><br></div><div>Aos professores deve ser dada mais formação nesta área e nas diferentes escolas devem ser incentivados momentos de partilha de práticas educativas inclusivas.<br><br>5. Que medidas poderiam ser concretizadas para evitar/resolver situações como esta?<br><br>Para evitar situações como as descritas no texto é fundamental que os Agrupamentos definam à priori nos seus Projetos Educativos e de Departamento qual a sua posição, estratégias e mecanismos de apoio à inclusão. Essa filosofia deverá ser discutida em cada departamento logo no início do ano letivo e os diferentes docentes devem ter oportunidade para partilhar e expor dúvidas, receios e partilhar práticas e estratégias que sejam favoráveis à aprendizagem de todos os alunos.&nbsp;<br><br></div><div>Mas, não é só importante que na Missão e Valores de um Agrupamento se salvaguardem as práticas inclusivas, é urgente que a cada ano, a cada momento que se revele necessário, estas práticas sejam partilhadas e discutidas por todos os docentes.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 15:46:28 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADE 1 -Módulo 2</title>
         <author>cmonteiromendes</author>
         <link>https://padlet.com/cmonteiromendes/8p81lpjrzn6sp7zj/wish/2618436649</link>
         <description><![CDATA[<div>Atendendo à crescente diversidade linguística nas escolas e ao crescente número de alunos que não têm o português como língua materna, à escola cabe dar respostas a este novo desafio para assegurar que todos os alunos tenham igualdade de oportunidades no acesso à aprendizagem.<br><br></div><div>De acordo com a minha experiência pessoal, a diversidade cultural e linguística ainda não tem sido alvo de reflexão em grande parte das escolas. Trabalhei durante um ano numa escola em que grande parte das crianças tinham nacionalidade marroquina e da parte do Agrupamento não existiam quaisquer orientações específicas de trabalho com este grupo de crianças. No entanto, como no pré-escolar quase todas as crianças estão ainda numa fase precoce de aprendizagem da linguagem formal não senti grandes dificuldades de trabalho com estes alunos. Contudo, apesar de se valorizar a cultura e a origem destas crianças, a maior parte do trabalho desenvolvido teve como suporte a língua portuguesa.<br><br></div><div>Noutros níveis de ensino, penso que teriam havido mais obstáculos à comunicação e que o impacto de não ser valorizada a língua de origem das crianças teria sido mais prejudicial.<br><br></div><div>Enquanto profissional, parece-me que os temas da diversidade cultural e linguística ainda são pouco abordados nas nossas escolas, mas creio que isso se prende com a homogeneidade dos contextos nos quais trabalhei.<br><br></div><div>Contudo, na minha opinião creio que esta diversidade deve ser alvo de uma abordagem específica quando os contextos são mais heterogéneos. De facto, em escolas onde a diversidade linguística e cultural tem vindo a ter maior expressão julgo ser de extrema importância que se tomem medidas para acomodar e valorizar a língua materna destas crianças e jovens e tomá-la como ponto de partida para o desenvolvimento de competências de aquisição na língua de ensino.<br><br></div><div>No vídeo abordado, o aluno não teve qualquer apoio e a própria professora apesar de tentar ajudar constitui-se como um entrave à aprendizagem, na medida em que o seu discurso não foi compreendido pelo aluno.<br><br></div><div>Situações como esta são de uma injustiça social tremenda e são exemplos do que não deve acontecer nas escolas.<br><br></div><div>À escola cabe combater o insucesso e o abandono escolar, portanto, é necessário que se tomem medidas para apoiar os alunos neste processo de transição. Neste sentido, é fundamental criarem-se apoios individualizados onde a língua materna dos alunos seja o suporte para o desenvolvimento da língua de ensino. Devem também ser criadas todas as medidas necessárias de suporte à inclusão escolar.<br><br></div><div>Não menos importante é a sensibilização de toda a comunidade escolar para a necessidade de promover a integração e fomentar a convivência entre todos os alunos, independentemente da sua proveniência. Seria interessante abordarem-se das mais diversas formas (em atividades letivas, não letivas e lúdicas) experiências que promovam a interculturalidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 15:47:44 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADE 1 - Módulo 3</title>
         <author>cmonteiromendes</author>
         <link>https://padlet.com/cmonteiromendes/8p81lpjrzn6sp7zj/wish/2618438195</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong>&nbsp; &nbsp; <strong>Na vossa opinião, o modelo apresentado na figura 1 e 2, potencia a aprendizagem dos alunos ou não? E a relação com os pares?</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>Não. Na minha opinião, esta organização de sala está centrada no professor e na transmissão direta de informação pelo mesmo, dificultando a interação entre os alunos. Para que haja uma efetiva partilha entre os alunos é fundamental que todos se posicionem na sala de modo que todos se possam ver e olhar enquanto falam e partilham opiniões e ideias.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>2.</strong>&nbsp; &nbsp; <strong>Hoje, qual é o modelo de organização da sala de aula, na vossa opinião, mais adequado para trabalhar a diferenciação curricular e pedagógica?&nbsp;<br></strong><br></div><div>Atendendo à faixa etária com a qual trabalho (pré-escolar) para trabalhar a diferenciação pedagógica e curricular a sala deve estar organizada em áreas com materiais de trabalho diversificados e variados e que vão de encontro aos interesses das crianças. As mesas devem estar agrupadas em forma circular e devem permitir o trabalho em pequenos grupos para que as crianças possam trabalhar em conjunto e possam desenvolver diferentes interações com os pares. A partilha de conhecimento entre crianças de diferentes faixas etárias é uma estratégia que tenho usado ao longo dos anos e tem-se revelado extremamente eficaz. As crianças mais novas beneficiam com o conhecimento que as mais velhas já construíram e as crianças mais velhas têm oportunidade de consolidar e alargar os seus saberes ao partilhá-los.<br><br><br></div><div><strong>3.</strong>&nbsp; &nbsp; <strong>Tal como no vídeo apresentado, os professores criam oportunidades de os alunos não seguirem as instruções dadas e tentarem adotar diferentes abordagens, consoante as suas capacidades, talentos e interesses?&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>De acordo com o vídeo apresentado não foram criadas oportunidades para os alunos diversificarem as abordagens porque lhes foi dado o mesmo material e instruções.<br><br></div><div>No entanto, dois alunos conseguiram contornar a situação e com as capacidades diferenciadas de cada um deles usarem os materiais de forma criativa.<br><br></div><div>Nas escolas portuguesas, atendendo ao tipo de currículo que tende a ser igual para todos, também é possível serem adotadas diferentes abordagens. Para isso, será necessária apenas abertura da parte dos docentes que ao colocarem as questões curriculares aos alunos podem fomentar diferentes tipos de resposta às questões. Podem incentivar a utilização de cartazes, de imagens, gráficos, vídeos, enfim abordagens que promovam o uso múltiplas linguagens.<br><br></div><div><strong>4.</strong>&nbsp; &nbsp; <strong>A escola cria oportunidades de os alunos trabalharem em conjunto, quer em colaboração, quer em cooperação?&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>A escola atual e as exigências curriculares sentidas em alguns ciclos parecem não dar aos alunos possibilidade de trabalhar em cooperação. No entanto, parece-me que esta forma de aprendizagem pode e deve sempre ser potenciada, basta que o professor assim o entenda e o valorize.&nbsp;<br><br></div><div>Qualquer conteúdo pode ser abordado e enriquecido através da aprendizagem colaborativa desde que o professor a incentive e promova. Todos os alunos possuem saberes, mesmo que estes sejam diferentes, e esta diversidade só poderá contribuir para o enriquecimento das aprendizagens do todo.<br><br></div><div>A escola pode e deve organizar o seu espaço de sala de aula de modo a promover a interação e a participação de todos os alunos.<br><br></div><div><strong>5. A escola cria oportunidades de aprendizagem que permitam aos alunos irem “acima e além”, preparando-os para enfrentar os desafios do século XXI?&nbsp;<br></strong><br></div><div>Cada vez mais urge facultar aos alunos estratégias ativas e dinâmicas de aprendizagem. Com todas as tecnologias a que hoje os alunos têm acesso a escola deve incentivá-los a participarem ativamente no seu processo de aprendizagem através da pesquisa e a construção ativa da aprendizagem. Só esta perspetiva de aprendizagem ativa permitirá mais e mais altos voos.<br><br></div><div><strong>5.</strong>&nbsp; &nbsp; <strong>Quais são os principais obstáculos que impedem a escola de criar oportunidades de aprendizagem que permitam aos alunos irem “acima e além”? - A irrelevância e/ ou extensão dos programas curriculares? - A existência de provas sumativas e/ou exames nacionais? -O elevado número de alunos por turma? - A abordagem excessivamente teórica e monodisciplinar do professor?<br></strong><br></div><div>Um dos principais obstáculos que sinto no dia-a-dia de há alguns anos para cá é a falta de recursos humanos nas escolas. As turmas são enormes e o que é pedido para os alunos fazerem é exagerado e desajustado para as suas faixas etárias. Todo o desenvolvimento humano tem um tempo e um processo e os ritmos das crianças e jovens deviam ser mais respeitados e valorizados. Atualmente, nos diferentes agrupamentos, trabalha-se muito para mostrar para o exterior e para as evidências e enquanto o docente está a fotografar está a perder o momento.<br><br></div><div>A extensão dos programas e a existência de exames criam barreiras para um ensino de qualidade. É urgente que sejam os professores do terreno a repensar e a construir a escola para que esta possa acolher e incluir todos os alunos e isso não passe apenas de um plano circunscrito a um papel.<br><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 15:49:45 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADE 2 - Módulo 3</title>
         <author>cmonteiromendes</author>
         <link>https://padlet.com/cmonteiromendes/8p81lpjrzn6sp7zj/wish/2618439742</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1-</strong>&nbsp; &nbsp; <strong>Qual é a vossa estratégia ou metodologia de ensino? Que metodologias mais utilizam?</strong></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Na educação pré-escolar as estratégias e metodologias de ensino são muito variadas e diversificadas, mas, qualquer uma delas, assenta na perspetiva e visão da criança como um ser único e capaz de participar e construir ativamente a sua aprendizagem. Ou seja, a forma como cada criança e cada aluno aprende, as suas características inatas, as suas capacidades e dificuldades e as suas formas distintas de aprender são o suporte para a construção do currículo e para a adoção de metodologias e estratégias de aprendizagem.<br><br></div><div>Na educação pré-escolar a criança é encarada como um ser único, com características e interesses diferenciados, com capacidades de desenvolvimento intrínsecas e distintas formas de aprender. Atendendo a este pressuposto, as metodologias são desenvolvidas de forma flexível e adaptadas às características individuais de cada criança e do grupo.<br><br></div><div>Todas as crianças independentemente das suas características cognitivas, da sua língua materna de origem, etnia ou religião têm um papel ativo na construção dos saberes do grupo, e a diferença é encarada como uma mais-valia para todos e não como uma dificuldade. A diferença de cada ser humano e a sua inclusão na dinâmica da sala são perspetivadas como meios de enriquecer a aprendizagem de todos.<br><br></div><div>A inclusão de todas as crianças e a igualdade de oportunidade para todas, exige uma metodologia e estratégias fundamentadas no respeito pelo outro, na solidariedade e, fundamentalmente, na interação. Todas as estratégias desenvolvidas implicam a cooperação entre pares, a partilha de saberes e a cooperação entre crianças.<br><br></div><div>A inclusão de todas as crianças implica a adoção de estratégias diferenciadas, adequadas a cada uma das crianças de forma a possibilitar que cada uma, independentemente das suas características individuais e ritmos de aprendizagem, encontre os estímulos e oportunidades necessárias para o seu desenvolvimento pessoal.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>2-</strong>&nbsp; &nbsp; <strong>Como costumam, nas vossas aulas, facilitar a compreensão dos conteúdos, das tarefas e atividades?</strong></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>Nas minhas aulas uso diferentes formas para facilitar a compreensão dos conteúdos, tarefas e atividades. Normalmente as atividades têm como ponto de partida uma história, na qual exploro o livro e, na maioria das vezes, o uso digital de imagens.<br><br></div><div>Além disso, utilizo a demonstração, explico como usar os materiais e os objetivos da tarefa. Se assim for possível, uso também tutoriais e a cooperação entre pares para facilitar a realização das tarefas.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>3-</strong>&nbsp; &nbsp; <strong>Costumam oferecer aos vossos alunos variedade e possibilidades de escolha? Em quê?<br></strong><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Sim.&nbsp; Na educação pré-escolar as crianças colaboram na elaboração de projetos e escolhem elas próprias as atividades que pretendem realizar. Organizam-se em pequenos grupos e cada um se responsabiliza pela execução das tarefas e posterior apresentação dos resultados, estratégias usadas, dificuldades sentidas e formas de as ultrapassar. As crianças partilham sempre com o grande grupo as suas atividades como meio de partilhar e reforçar aprendizagens.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>4 - Houve algumas estratégias enunciadas que nunca utilizaram? Em caso afirmativo, quais pensam passar a incluir no planeamento das vossas aulas? Porquê</strong>?<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Sim, há algumas que são demasiado complexas para esta faixa etária. Regra geral, as que mais utilizo e incentivo são o ensino através da pesquisa, os mapas concetuais, o Brainstorming, os fóruns de discussão, a avaliação em pares e a autoavaliação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 15:51:29 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADE 3 - Módulo 3</title>
         <author>cmonteiromendes</author>
         <link>https://padlet.com/cmonteiromendes/8p81lpjrzn6sp7zj/wish/2618441820</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1. No texto sobressai a ideia de que Inclusão não deve ser sinónimo de facilitismo. Quais são as vossas perspetivas sobre este assunto?&nbsp;<br><br></div><div>2. A ação da professora procurou minimizar o constrangimento do aluno e foi, seguramente, bem-intencionada. Como consciencializar os docentes de que a benevolência é uma forma de discriminação que retira oportunidades de aprendizagens aos alunos?&nbsp;<br><br></div><div>3. O que fez a diferença na curta-metragem “As cores das flores”, quando comparamos com o caso de Jordan?<br><br></div><div>&nbsp;4. Em que outras dimensões da “diversidade” este tipo de práticas pode estar presente?&nbsp;<br><br></div><div>5. Que medidas/propostas para combater essas práticas no âmbito do Desenho Universal para a Aprendizagem?<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>A inclusão não deve nunca estar associada ao facilitismo. A escola para atender às necessidades de todos e de cada um deve prever a diferenciação pedagógica inerente à inclusão de todos. O facilitismo não comporta a inclusão, pois ao facilitar o professor/educador não está a beneficiar a criança, pois sem desafios de aprendizagem esta não evolui. É necessário que ao planear o agente educativo tenha em conta as diferentes formas de aprender e necessidades de cada indivíduo por forma a prever o desenvolvimento de estratégias adequadas ao desenvolvimento individual de cada um.<br><br></div><div>A formação inicial e contínua de professores, a criação de grupos de debate e de partilha e a partilha de práticas entre docentes são estratégias que poderão consciencializar os docentes para a necessidade de se adaptarem as práticas pedagógicas aos alunos e consciencializá-los de que é fundamental definir estratégias que promovam a aprendizagem de cada um deles.&nbsp; O facilitismo e a benevolência são práticas pedagógicas que retiram a qualquer aluno a oportunidade de aprender.<br><br></div><div>A diferença na curta-metragem “As cores das flores” e o caso do Jordan foram aa possibilidades que foram dadas aos alunos. Tendo oportunidade de utilizar fontes como os pares e a família para discutir a temática foi dada oportunidade de incluir diferentes visões e perspetivas sobre o assunto e logo, de acordo com as necessidades específicas do aluno, construir múltiplas “visões” sobre o tópico a desenvolver.<br><br></div><div>4. Em que outras dimensões da “diversidade” este tipo de práticas pode estar presente?&nbsp;<br><br></div><div>5. Que medidas/propostas para combater essas práticas no âmbito do Desenho Universal para a Aprendizagem?<br><br></div><div>Estes tipos de práticas podem e devem ser usadas em todos os contextos e modelos de aprendizagem.<br>O DUA, na medida em que permite a planificação de estratégias e a reflexão sobre as características e dificuldades individuais de cada um, permite que se olhe para a forma de aprender de cada um e se adequem as estratégias para facilitar a aprendizagem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 15:53:40 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADE 4 - Módulo 3</title>
         <author>cmonteiromendes</author>
         <link>https://padlet.com/cmonteiromendes/8p81lpjrzn6sp7zj/wish/2618443511</link>
         <description><![CDATA[<div>Em tudo na vida são os pequenos detalhes que fazem a diferença. Na história do quadrado era necessária apenas uma pequena mudança estrutural para fazer a diferença. E o mesmo se passa no que respeita à inclusão. São as pequenas diferenças, para uns insignificantes, que para outros podem fazer grandes mudanças.<br><br></div><div>Na escola, basta moldarem-se pequenas arestas nos espaços para transformar o ambiente numa oportunidade.<br><br></div><div>O DUA permite que o foco do processo de ensino/ aprendizagem se centre em cada uma das necessidades e formas de aprender distintas de cada ser humano e se adequem as estratégias ao individuo.<br><br></div><div>Através do Dua é possível caracterizar e analisar o contexto para posteriormente se proceder à adoção das estratégias metodológicas que se revelem mais adequadas.<br><br></div><div>O isolamento que os docentes sentem ao gerir a diversidade em contexto de sala de aula pode ser atenuado a partir da partilha de experiências pedagógicas, e da planificação de metodologias e estratégias em conjunto.<br><br></div><div>Desta forma, o trabalho colaborativo revela-se tão importante para a prática docente como para o processo de aprendizagem dos alunos. O trabalho colaborativo permite que tanto docentes com diferentes níveis de experiência e percursos profissionais, como alunos com saberes distintos, construam colaborativamente os seus conhecimentos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 15:55:53 UTC</pubDate>
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         <title>Planificação DUA</title>
         <author>cmonteiromendes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 16:05:13 UTC</pubDate>
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         <title>Registo Fotográfico da Planificação DUA</title>
         <author>cmonteiromendes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 16:41:05 UTC</pubDate>
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         <title>Impacto da Formação nas práticas</title>
         <author>cmonteiromendes</author>
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         <description><![CDATA[<div>No que se refere ao impacto da formação na minha prática letiva devo referir que para mim a grande inovação diz respeito à planificação a partir do DUA.<br>Até então incluía na minha planificação atividades diferenciadas de acordo com as necessidades específicas dos meus alunos mas, confesso que a partir do DUA me é mais fácil determinar a intencionalidade&nbsp; atividades que planifico.&nbsp;<br>Os materiais disponibilizados durante a formação foram de uma importância extrema para mim porque haviam muitos aspetos que eu desconhecia e a partir deles já iniciei um trabalho com a família de uma aluna  no sentido de planearmos uma resposta educativa mais adequada às suas necessidades. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 20:11:09 UTC</pubDate>
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         <title>Auto-Avaliação</title>
         <author>cmonteiromendes</author>
         <link>https://padlet.com/cmonteiromendes/8p81lpjrzn6sp7zj/wish/2618601548</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a formação assisti à grande maioria das sessões, tendo participado nas discussões em grupo.<br>Ao nível do trabalho individual esforcei-me por responder pormenorizadamente às questões reflexivas colocadas, tendo como suporte os materiais disponibilizados pelo formador e a minha prática profissional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 20:18:48 UTC</pubDate>
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