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      <title>Grande Depressão- O antes e o depois by </title>
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      <description>Trabalho sobre a teoria filosófica de Thomas Kuhn da evolução da ciência.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-28 11:08:23 UTC</pubDate>
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         <title>Efeitos da Primeira Grande Guerra</title>
         <author>aluno_5084</author>
         <link>https://padlet.com/aluno_5084/8p7ksief8vqqaqgl/wish/3386580601</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o fim da Primeira Guerra Mundial, o Velho-Continente, por ter sido o teatro das operações, saiu enfraquecido e empobrecido: </p><ul><li><p><strong>a nível demográfico</strong>- os <strong>custos humanos</strong> provocaram a <strong>diminuição da natalidade e da população ativa</strong> (37 milhões de vítimas)</p></li><li><p><strong>a nível socioeconómico</strong>-a classe médias sofreu com o agravamento das <strong>condições de vida</strong> e a escassez de bens de primeira necessidade, devido à <strong>inflação e desvalorização da moeda </strong>(ver figura)</p></li><li><p><strong>a nível político</strong>- registou-se a emergência de regimes <strong>totalitaristas</strong> como modo de satisfazer a <strong>conflituosidade social</strong> instalada</p></li><li><p><strong>a nível financeiro</strong>- a reconstrução das estruturas destruídas e a revitalização da economia europeia envolveu a <strong>contração de empréstimos</strong></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 11:10:56 UTC</pubDate>
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         <title>2. Prenúncio de um desastre anunciado- acumulação de anomalias</title>
         <author>aluno_5084</author>
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         <description><![CDATA[<p>Antes do fatídico dia, surgiram os primeiros indícios de <strong>crise</strong>:</p><ul><li><p><strong>Especulação bolsista</strong>- o valor de ações subia artificialmente, acentuando-se a <strong>disparidade</strong> entre o seu valor real (lucro das empresas) e de mercado</p></li><li><p><strong>Superprodução</strong>- pela primeira vez na história, o <strong>excesso de produtos agrícolas e industriais</strong> levou a uma discrepância entre a produção e o consumo, devido à acumulação de <strong>stocks.</strong></p></li><li><p><strong>Deflação</strong>- o excesso de oferta para a capacidade de mercado levou à <strong>desvalorização da moeda</strong> e à redução de lucros auferidos pelas empresas</p></li></ul><p><br></p><p>No entanto, o otimismo em relação à contínua subida da valorização da Bolsa era generalizado: <strong>"Os preços das ações têm atingido uma cotação que é permanentemente alta."</strong><br>— (Fisher, 1929)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 11:38:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3. Crise de 1929- Crash da Bolsa</title>
         <author>aluno_5084</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Na "Quinta-Feira Negra" de 24 de outubro de 1929, <strong> 70 milhões de acionistas tentaram vender os seus títulos na Bolsa de Nova York</strong>, mas sem compradores interessados. A <strong>falta de confiança</strong> no mercado levou a uma <strong>desvalorização em espiral</strong>: quanto mais ações eram vendidas, mais os preços caíam, levando ao <strong>colapso total</strong>. </p><p><strong>Efeito dominó da crise:</strong><br>🔻 Empresas faliram e demitiram trabalhadores.<br>🔻 O desemprego disparou, reduzindo o consumo.<br>🔻 Sem vendas, as empresas perdiam mais recursos, agravando a recessão.</p><p>Foi a <strong>primeira grande crise gerada pelo excesso de produção</strong>, afetando toda a economia capitalista mundial. </p><p><br></p><p>⚠️ <strong>Exceção:</strong> Os países soviéticos <strong>não sofreram os impactos da crise</strong>, pois a economia era planificada e controlada, <strong>sem livre circulação de capitais</strong>. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 11:39:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4. New Deal- o combate à crise (ciência extraordinária)</title>
         <author>aluno_5084</author>
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         <description><![CDATA[<p>Como modo de combater a crise que se havia instalado, urgia a necessidade da <strong>intervenção do Estado</strong> na economia, criando <strong>mecanismos de controlo</strong> e de <strong>criação de emprego. </strong></p><p><br></p><p>Desta feita, em 1933, Franklin Roosevelt propôs o plano de revitalização económico denominado <strong>"New Deal"</strong></p><p>🛠️Principais medidas: </p><ul><li><p>Atribuição de <strong>indemnizações aos agricultores</strong>, de modo que estes reduzissem a sua produção, fomentando o <strong>decréscimo dos preços</strong> pela diminuição da oferta</p></li><li><p><strong>Fixação de limites</strong> à produção industrial, através do tabelamento dos preços</p></li><li><p>Estabelecimento de um <strong>salário mínimo</strong>, reduzindo-se para <strong>40 horas semanais</strong> o horário laboral </p></li><li><p>Lançamento de grandes <strong>obras públicas</strong></p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 11:42:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>6. Nova ciência normal</title>
         <author>aluno_5084</author>
         <link>https://padlet.com/aluno_5084/8p7ksief8vqqaqgl/wish/3386614654</link>
         <description><![CDATA[<p>No fim dos anos 1970 e início dos anos '80, os políticos conservadores <strong>Ronald Reagan e Margaret Thatcher</strong> protagonizaram o <strong>neoliberalismo</strong>, cujos principais intrumentos eram:</p><ul><li><p><strong>Redução da despesa pública</strong></p></li><li><p>Valorização da <strong>iniciativa privada</strong> em detrimento da pública</p></li><li><p><strong>Globalização do comércio livre</strong>, através da promoção do livre-cambismo</p></li></ul><p>No entanto, atualmente, ambas as teorias económicas <strong>coexistem</strong>: muitos países, nomeadamente os mais desenvolvidos, mantiveram políticas <strong>keynesianas</strong> em áreas como <strong>educação</strong>, <strong>saúde</strong>, <strong>segurança social</strong> para garantir o <strong>bem-estar social; </strong>enquanto, simultaneamente, alguns <strong>governos </strong>adotaram medidas<strong> neoliberais</strong> em áreas como <strong>privatização</strong>, <strong>desregulamentação do mercado financeiro</strong>, e <strong>abertura para o comércio global</strong> (sobretudo EUA).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 11:44:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sonho Americano</title>
         <author>aluno_5084</author>
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         <description><![CDATA[<p>Neste contexto, os Estados Unidos da América afirmaram-se como a grande <strong>superpotência mundial</strong></p><ol><li><p><strong>Financiamento da Europa</strong> : Os EUA lucraram ao apoiar a reconstrução europeia, através de cobrança de juros altíssimos. Notabilizou-se ainda os Planos Dawes (1924) e Young (1929), decorrentes do pagamento de indemnizações de guerra por parte da Alemanha aquando da celebração do humilhante Tratado de Versalhes</p></li><li><p><strong>Protecionismo</strong>: O protecionismo americano foi  marcado pela <strong>aplicação de tarifas</strong> sobre os produtos dos velhos países industriais europeus como medida de retaliação política</p></li><li><p><strong>Métodos de produção</strong>: A <strong>produção em massa</strong> e o <strong><em>fordismo</em></strong> foram essenciais para o crescimento industrial e o aumento do consumo interno, dinamizando a competitividade empresarial</p></li></ol><p><br/></p><p>Por conseguinte, o aumento do <strong>poder aquisitivo </strong>das famílias permitiu aumentar o <strong>consumo desenfreado com recurso ao crédito</strong>, acompanhado do crescimento dos investimentos na <strong>Bolsa de Valores</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-29 15:02:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Consequências</title>
         <author>aluno_5084</author>
         <link>https://padlet.com/aluno_5084/8p7ksief8vqqaqgl/wish/3387619164</link>
         <description><![CDATA[<p><strong> Impacto nos EUA: O Fim do Sonho Americano</strong></p><ul><li><p><strong>Desemprego recorde:</strong> Em 1933, <strong>cerca de 15 milhões de americanos estavam sem trabalho</strong>, representando <strong>25% da força de trabalho</strong>.</p></li><li><p><strong>Aumento da pobreza:</strong> O PIB dos EUA caiu <strong>30% entre 1929 e 1933</strong>, levando milhões à miséria.</p></li><li><p><strong>Falência bancária:</strong> <strong>Mais de 9.000 bancos fecharam</strong> entre 1930 e 1933, fazendo com que milhões de americanos perdessem as suas <strong>poupanças.</strong></p></li><li><p><strong>Aumento da criminalidade e suicídios:</strong> O número de suicídios nos EUA subiu de <strong>14 para 17 por 100.000 habitantes entre 1929 e 1932</strong>.</p></li></ul><p><br></p><p>Mundialização da crise: </p><p><strong>Comércio internacional reduzido pela metade:</strong> Entre 1929 e 1932, o valor das exportações mundiais caiu <strong>de 3 mil milhões para 1,2 mil milhões de dólares</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-29 16:38:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1. Paradigma inicial- Modelo Clássico</title>
         <author>aluno_5084</author>
         <link>https://padlet.com/aluno_5084/8p7ksief8vqqaqgl/wish/3387881096</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde meados do século XVIII até à crise de 1929, a economia seguia o <strong>paradigma clássico</strong>, que defendia um mercado <strong>autorregulado</strong>, onde a <strong>oferta e a procura</strong> chegariam sempre a um equilíbrio. A escola clássica era representada por economistas, como Adam Smith, David Ricardo, John Stuart Mill e Alfred Marshall. Princípios:</p><p><br></p><p><strong>"Mão Invisível"</strong>- <em>(</em>Adam Smith, "A Riqueza das Nações", 1776<em>)</em>: Ao procurar a maximização do lucro, os indivíduos, <strong>involuntariamente, beneficiam a sociedade</strong>.</p><p><strong>Lei de Say (1803)</strong>: "A oferta cria a sua própria procura" (Say, 1803, capítulo XV) – ou seja, <strong>tudo o que é produzido será consumido</strong>, garantindo emprego e crescimento.</p><p><strong><em>Laissez-Faire</em></strong>: O governo <strong>não deve interferir</strong> na economia, pois o mecanismo de mercado autocorrige-se. Essa ideia sustentava que qualquer intervenção estatal seria prejudicial ao crescimento económico.</p><p><br></p><p>Mas será este modelo <strong><mark>incondicional</mark></strong>?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 08:50:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>5. Rompimento de paradigma- revolução científica</title>
         <author>aluno_5084</author>
         <link>https://padlet.com/aluno_5084/8p7ksief8vqqaqgl/wish/3388021270</link>
         <description><![CDATA[<p>Em contraponto com as <strong>teorias económicas clássicas</strong>, verificou-se, com a crise de 1929, que o mercado não se <strong>conseguia autorregular</strong>. O colapso da economia revelou as limitações do modelo clássico e abriu c<strong>aminho para novas abordagens.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 14:05:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ascensão do keynesianismo</title>
         <author>aluno_5084</author>
         <link>https://padlet.com/aluno_5084/8p7ksief8vqqaqgl/wish/3388031780</link>
         <description><![CDATA[<p>Inspirado nesta <strong>nova teoria económica</strong>, em 1936, John Manyard Keynes <strong>consolidou</strong> os novos conceitos da política económica intervencionista (<em>keynesianismo</em>)- <strong>"Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda"</strong></p><p><br></p><p>Por oposição ao modelo clássico, o keynesianismo sustenta que: </p><p> 1. <strong>O mercado é instável</strong>: As crises podem levar ao desemprego prolongado.</p><p> 2. <strong>O Estado deve intervir</strong>: O investimento público estimula a economia.</p><p>  3. <strong>As crises podem prolongar-se</strong>: Sem ação governamental, a economia pode estagnar.</p><p>  4. <strong>Política fiscal ativa</strong>: O governo pode aumentar a despesa pública e reduzir impostos para estimular a procura.</p><p>      <strong>O consumo impulsiona o crescimento.</strong></p><p><strong>     </strong>  <strong>A procura gera produção</strong> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 14:24:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mudanças no keynesianismo</title>
         <author>aluno_5084</author>
         <link>https://padlet.com/aluno_5084/8p7ksief8vqqaqgl/wish/3388043038</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O que aconteceu?</strong><br><strong>Em 1973</strong>, em retaliação ao apoio americano a Israel na guerra de Yom Kippur, os países da <strong>OPEP</strong> (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) <strong>restringiram o acesso ao petróleo</strong>, fazendo com que os preços disparassem. Além disso, as empresas sofreram <strong>custos elevados</strong> e pararam de contratar pessoal especializado. </p><p><br></p><p><strong>Por que foi isto um problema para o keynesianismo?</strong><br>Até então, acreditava-se que o governo podia estimular a economia ao gastar mais dinheiro para criar empregos. No entanto, verificou-se um fenómeno de <strong>estagflação</strong> (inflação + desemprego), sendo que:</p><ul><li><p>Se o governo <strong>gastasse mais</strong> para criar empregos, então <strong>pioraria a inflação</strong>, por aumentar a <strong>massa monetária</strong> em circulação.</p></li><li><p>Se o governo <strong>cortasse os gastos,</strong> aumentaria o desemprego, por reduzir o <strong>financiamento a planos</strong> de combate a este problema.</p><p><br></p></li></ul><p>Portanto, as <strong>soluções tradicionais</strong> do keynesianismo não eram eficazes neste novo cenário, visto que a <strong>inflação e o desemprego</strong> coexistiam, de forma inesperada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 14:45:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Futuro e desafios</title>
         <author>aluno_5084</author>
         <link>https://padlet.com/aluno_5084/8p7ksief8vqqaqgl/wish/3388072469</link>
         <description><![CDATA[<p>Por exemplo, em tempos de <strong>crise</strong> (como em <strong>2008 e 2020</strong>), a <strong>intervenção estatal</strong> foi vital para estabilizar a economia e promover a procura. Por outro lado, em tempos de <strong>crescimento</strong>, o neoliberalismo pode ser a teoria de escolha para fomentar o <strong>tecido empresarial</strong> e a <strong>livre concorrência</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 15:39:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências bibliográficas</title>
         <author>aluno_5084</author>
         <link>https://padlet.com/aluno_5084/8p7ksief8vqqaqgl/wish/3388074654</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Neto, H.; Neto, J.; Santos, L.; Cruz,T.; Silva, T. (2015). <em>História 9</em>. Santillana</p></li><li><p>Rodrigues, A.; Pais, M.; Góis, M.; Cabrito, B. (2021). <em>Economia 10</em>. LEYA</p></li><li><p>Neves, J. (2023). <em>Introdução à Economia</em>. Principia</p></li><li><p>Caravan, B. (1983). <em>Economistas para principiantes</em>. Dom Quixote</p></li><li><p>Caryl, C. (2013). 1979- <em>Estranhos Rebeldes. </em>Editorial Presença</p></li><li><p>Federal reserve history (2025, 26 de março). <em>Crash da Bolsa em 1929. </em><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.federalreservehistory.org/essays/stock-market-crash-of-1929">https://www.federalreservehistory.org/essays/stock-market-crash-of-1929</a></p></li><li><p>Neoliberalismo (2025, 28 de março). <em>Conceito de neoliberalismo</em></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.investopedia.com/terms/n/neoliberalism.asp">https://www.investopedia.com/terms/n/neoliberalism.asp</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 15:44:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>aluno_5084</author>
         <link>https://padlet.com/aluno_5084/8p7ksief8vqqaqgl/wish/3388075295</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo da história, as teorias económicas evoluíram e adaptaram-se às circunstâncias. A Crise de 1929 representou um ponto de viragem, marcando a transição do modelo clássico para o <em>keynesiano</em>. No entanto, com o tempo, o <em>keynesianismo</em> sofreu ajustes e passou a coexistir com o neoliberalismo, moldando o <strong>paradigma económico atual.</strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 15:45:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>VÍDEO SOBRE A LEI DE SAY</title>
         <author>aluno_5084</author>
         <link>https://padlet.com/aluno_5084/8p7ksief8vqqaqgl/wish/3388080802</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 15:57:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>aluno_5084</author>
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         <pubDate>2025-03-30 16:21:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aluno_5084</author>
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         <description><![CDATA[<p>"A terra é a nossa mãe, a terra é o nosso pai, a terra é a nossa vida. A terra é a nossa força, a terra é a nossa morte." (Steinback, 1939)- Ver plano de fundo (pode tirar o zoom do ecrã)</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 16:34:52 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Charleston&quot; – James P. Johnson (1923)</title>
         <author>aluno_5084</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um exemplo dos "Loucos anos 20" decorrente do Sonho Americano e do clima do pós-guerra.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-31 21:12:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aluno_5084</author>
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         <title>Curva de Phillips</title>
         <author>aluno_5084</author>
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