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      <title>Pré-Modernismo by Thaís Dalapicola</title>
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      <description>SEMANA 04: Língua Portuguesa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-08 02:16:41 UTC</pubDate>
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         <title>INTRODUÇÃO</title>
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         <description><![CDATA[<div>PRÉ MODERNISMO<br>ALUNAS: Yasmin, Hemilly, Kamylla e Eduarda 3LOG1<br>Professora: Thaís Dalapicola</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-22 18:10:19 UTC</pubDate>
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         <title>Características sobre o Pré Modernismo. </title>
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         <description><![CDATA[<div>O movimento começou na segunda metade do século XIX.<br>Os autores do pré-modernismo brasileiro, apesar de apresentarem, em seus romances, <strong>traços característicos do realismo e do naturalismo</strong> e, em suas poesias, elementos do simbolismo, fizeram sobressaírem-se dois aspectos como marcas típicas do movimento em questão: a abordagem da realidade brasileira e o uso da linguagem.<br><br></div><ul><li><strong>Abordagem da realidade brasileira: </strong>os escritores do pré-modernismo preocupavam-se com assuntos ligados ao cotidiano dos brasileiros, ou seja, interessava a eles o dia a dia da população, o que resultava em obras de caráter social. Há que se ressaltar que no realismo e no naturalismo também interessava a seus autores a realidade, porém a que era almejada no século XIX dizia respeito ao real universal intimamente ligado ao homem, ou seja, à realidade inerente a todo ser humano.</li><li><strong>O uso da linguagem: </strong>os autores pré-modernistas buscaram a construção de uma linguagem simples e coloquial, o que será a principal bandeira estética do modernismo de 1922. Dos autores pré-modernistas, Lima Barreto (1881-1922) foi o que mais se destacou nessa tentativa de escrever obras em uma linguagem acessível, próxima à oralidade corrente no país. Essa tentativa do autor de <em>Triste fim de Policarpo Quaresma</em> (1915) de escrever em uma linguagem simples, muitas vezes alheia às normas do português padrão, resultou em críticas no período em que ele escreveu, principalmente vindas de intelectuais e autores parnasianos.</li><li>Autores do Pré Modernismo:</li></ul><div>-Euclides Da Cunha(1866-1909)<br>- Lima Barreto (1881-1922)<br>-Monteiro Lobato (1882-1948)<br>-Augusto Dos Anjos (1884-1914)<br>-Graça Aranha (1868-1931)</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-22 18:14:55 UTC</pubDate>
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         <title>CARATCERÍSTICAS DOS AUTORES. </title>
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         <description><![CDATA[<div><em><mark>Euclides Da Cunha</mark></em> ( 1866-1909)<br>&nbsp; Nascido no Rio de Janeiro, esse autor notabilizou-se pela publicação, em 1902, da <strong>obra </strong><strong><em>Os sertões</em></strong>, livro em que narra as experiências vivenciadas por ele na <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/canudos.htm">Guerra de Canudos</a>, ocorrida no interior da Bahia entre 1896 e 1897, onde atuou como correspondente do jornal <em>O Estado de S. Paulo.<br></em><br></div><div>Em <em>Os sertões, </em>o autor, embasado em teorias científicas vigentes na época, como o <a href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/determinismo.htm">determinismo</a>, o <a href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/positivismo.htm">positivismo</a>, além de seus conhecimentos de sociologia e de geografia, procurava não só descrever o que via na Guerra de Canudos mas também explicar, com o auxílio dessas áreas do conhecimento, o que ocorria no interior baiano.<br><br></div><div>Nessa obra, expressando <strong>forte preocupação com o lado social do cotidiano do homem comum</strong>, uma das principais características do pré-modernismo, Euclides da Cunha <strong>analisa a Guerra de Canudos</strong> como um fato decorrente do isolamento político e econômico vivenciado pelo sertão nordestino. O autor, portanto, contesta a versão oficial, segundo a qual os moradores de Canudos tinham o intuito de destruir a República.<br><br></div><div>Observe um trecho de <em>Os sertões</em> em que se nota a preocupação do autor com a dimensão humana:<br><br></div><blockquote>“O sertanejo é, antes de tudo, um forte. Não tem o raquitismo exaustivo dos mestiços neurastênicos do litoral.<br><br>A sua aparência, entretanto, ao primeiro lance de vista, revela o contrário. Falta-lhe a plástica impecável, o desempenho, a estrutura corretíssima das organizações atléticas.<br><br>É desgracioso, desengonçado, torto. Hércules-Quasímodo, reflete no aspecto a fealdade típica dos fracos. O andar sem firmeza, sem aprumo, quase gigante e sinuoso, aparenta a translação de membros desarticulados.”</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 17:47:08 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em><mark>Monteiro Lobato(1882-1948)</mark></em><br>&nbsp; Paulista da cidade de Taubaté, Monteiro Lobato é<strong> considerado um dos mais importantes escritores brasileiros</strong>, principalmente no que se refere à literatura infantil juvenil. Apesar do grande destaque advindo de sua literatura feita para crianças, sobretudo com a publicação da sequência de <strong>livros do </strong><strong><em>Sítio do Pica-pau Amarelo</em></strong><em>, </em>o autor também ficou marcado na história da literatura brasileira pela publicação de <strong>obras com forte teor regional</strong>, como o livro de contos <strong><em>Cidades mortas,</em></strong><em> </em>publicado em 1919.<br><br></div><div>Nessa obra, <a href="https://brasilescola.uol.com.br/biografia/jose-bento-monteiro-lobato.htm">Monteiro Lobato</a> apresenta uma série de contos em que<strong> os enredos desenrolam-se no Vale do Paraíba</strong>, região paulista entre São Paulo e Rio de Janeiro. Nesse cenário interiorano, o autor reflete sobre a <strong>decadência da vida no campo</strong>, sendo o ápice dessa reflexão o conto “Urupês”, protagonizado pelo famoso personagem Jeca Tatu, o qual foi visto por muitos críticos como um símbolo caricato criado pelo autor para ridicularizar o homem do campo. No entanto, Monteiro Lobato criticava não o personagem em si, mas o contexto que o colocava em tamanha miséria.<br><br></div><div>Sempre muito polêmico, chamou atenção do mundo das letras e das artes pelo seu <strong>posicionamento conservador</strong>, em artigo de opinião intitulado “Paranoia ou mistificação”, publicado, em 1917, no jornal <em>O Estado de S. Paulo. </em>Nesse artigo ele apresenta uma crítica em relação à exposição da artista modernista Anita Malfatti, uma das principais figuras da Semana de Arte Moderna de 1922. Segundo Lobato, a criação dessa importante pintora modernista seria fruto de uma “deformação mental”.<br><br></div><div>Crítico de certos comportamentos que percebia nos artistas e na população brasileira das primeiras décadas do século XX, como a <strong>obediência a modelos estrangeiros e o nacionalismo fanático</strong>, Monteiro Lobato não pretendeu inovar esteticamente sua literatura, muito menos aprofundar as dimensões psicológicas de seus personagens, mas procurou, antes de tudo, ser um cativante contador de histórias, as quais transcorriam preferencialmente no interior do país, utilizando-se, para isso, de uma linguagem simples.&nbsp;<br> Leia o trecho do conto “Urupês”, no qual Jeca Tatu é apresentado:<br><br></div><blockquote>“Pobre Jeca Tatu! Como és bonito no romance e feio na realidade!<br><br>Jeca mercador, Jeca Lavrador, Jeca Filósofo…<br><br>Quando comparece às feiras, todo mundo logo advinha o que ele traz: sempre coisas que a natureza derrama pelo mato e ao homem só custa o gesto de espichar a mão e colher — cocos de tucum ou jissara, guabirobas, bacuparis, maracujás, jataís, pinhões, orquídeas; […]<br><br>Seu grande cuidado é espremer todas as consequências da lei do menor esforço — e nisto vai longe.<br><br>Começa na morada. Sua casa de sapé e lama faz sorrir aos bichos que moram em toca e gargalhar ao joão-de-barro. Pura biboca de bosquímano. Mobília nenhuma. A cama é uma espipada estreita de peri posta sobre chão batido.”</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 17:55:10 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><em><mark>Augusto Dos Anjos (1884-1914)</mark></em><br>&nbsp; Nascido na Paraíba, <a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/augusto-dos-anjos-1.htm">Augusto dos Anjos</a> é um dos principais poetas da literatura brasileira. Sua poesia tem a peculiaridade de apresentar <strong>traços típicos do </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/simbolismo.htm"><strong>simbolismo</strong></a><strong> e do cientificismo naturalista</strong>, inovação que faz com que seja situado como um poeta pré-modernista.<br><br></div><div>Escreveu uma única obra, o livro de poemas <strong><em>Eu</em></strong>, publicado em 1912. Os <a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/o-poema-caracteristicas-especificas.htm">poemas</a> que constituem esse livro têm como característica principal o uso de uma <strong>linguagem tida como antilírica</strong>, marcada por expressões como “escarro”, “verme”, “larva” etc. No plano temático, observa-se a ocorrência de assuntos ligados à morte, à decomposição cadavérica, aos excrementos do corpo humano (pus, sêmen etc.), o que resulta em um <strong>constante cenário de pessimismo</strong>, em que o eu lírico vê-se ansioso, angustiado, despido de sonho e esperança. O mais famoso de seus poemas intitula-se “Versos íntimos”. Nele, nota-se as principais características da escrita de Augusto dos Anjos, leia-o:<br><br></div><div><strong>Versos íntimos<br></strong><br></div><div>Vê?! Ninguém assistiu ao formidável<br>Enterro de tua última quimera.<br>Somente a Ingratidão — esta pantera<br>Foi uma companheira inseparável!<br><br></div><div>Acostuma-te à lama que te espera!<br>O Homem, que, nesta terra miserável,<br>Mora, entre feras, sente inevitável<br>Necessidade de também ser fera.<br><br></div><div>Toma um fósforo. Acende teu cigarro!<br>O beijo, amigo, é a véspera do escarro.<br>A mão que afaga é a mesma que apedreja.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 18:12:03 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><em><mark>Lima Barreto(1881-1922)</mark></em><br>&nbsp; Nascido no Rio de Janeiro, Lima Barreto, escritor de <strong>origem humilde e descendente de negros escravizados</strong>, é considerado um dos principais autores pré-modernistas brasileiros. Autor de uma vasta obra, constituída por <a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/o-conto.htm"><strong>contos</strong></a><strong>, </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/redacao/cronica.htm"><strong>crônicas</strong></a><strong> e romances</strong>, não teve seu nome aprovado para ingresso na Academia Brasileira de Letras. Sua principal obra, o romance <em>Triste fim de Policarpo Quaresma</em>, publicado em 1915, assim como as outras obras do autor, expressa as características fundamentais do pré-modernismo, como o<strong> uso de uma linguagem mais popula</strong>r e a representação de<strong> enredos centrados no cotidiano de homens comuns</strong>.<br><br></div><div>Observa-se, assim, nas obras de Lima Barreto, um olhar crítico em relação à realidade brasileira. Em <strong><em>Triste fim de Policarpo Quaresma</em></strong>, por exemplo, observa-se a <a href="https://brasilescola.uol.com.br/redacao/narracao.htm">narração</a> em torno da vida de Policarpo Quaresma, um<strong> funcionário público extremamente nacionalista</strong> que vê seus sonhos frustrados. Seu triste fim, ocasião em que o protagonista é assassinado a mando de <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/governo-de-floriano-peixoto.htm">Floriano Peixoto</a>, expressa a visão crítica de Lima Barreto diante daqueles que exercem o poder econômico e político.<br><br></div><div>Observe um trecho dessa obra, momento em que o protagonista encontra-se preso pelo governo ditatorial da época, que caracteriza o uso de uma linguagem simples, sem rebuscamentos formais, próxima à coloquialidade, e o teor crítico, marcado pelo pessimismo de um personagem que sucumbe pelas mãos do governo que antes, patrioticamente, apoiara:<br><br></div><blockquote>“Iria morrer, quem sabe se naquela noite mesmo? E que tinha ele feito de sua vida? Nada. Levara toda ela atrás da miragem de estudar a pátria, por amá-la e querê-la muito, no intuito de contribuir para a sua felicidade e prosperidade. Gastara sua mocidade nisso, a sua virilidade também; e, agora que estava na velhice, como ela o recompensava, como ela o premiava, como ela o condecorava? Matando-o. E o que não deixara de ver, de gozar, de frui, na sua vida? Tudo. Não brincara, não pandegara, não amara — todo esse lado da existência que parece fugir um pouco à sua tristeza necessária, ele não vira, ele não provara, ele não experimentara.”</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 18:18:31 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><em><mark>Graça Aranha(1868-1931)</mark></em><br>&nbsp; Nascido em São Luís, no Maranhão, <a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/graca-aranha.htm">Graça Aranha</a> estreou na literatura com o<strong> romance </strong><strong><em>Canaã</em></strong>, publicado em 1902. É situado como um escritor pré-modernista, pois nessa obra expressa tendências<strong> naturalistas e simbolistas</strong>, que, somadas, resultaram em uma literatura singular, a qual apontava indícios do que viria a ser problematizado com mais ênfase no século XX e início do século XXI: a <strong>questão racial</strong>.<br><br></div><div>Em <em>Canaã, </em>narra-se o enredo em torno de dois imigrantes alemães no estado do Espírito Santo. Um desses personagens, de nome Milkau, assume uma postura favorável à <strong>miscigenação</strong> entre os alemães e outros povos, ao passo que o outro personagem, chamado Lentz, mostra-se contrário a esse processo, que, segundo sua ótica, resultaria no enfraquecimento da raça ariana. Observe um trecho dessa obra em que os dois protagonistas debatem a questão racial:<br><br></div><blockquote>“— As raças civilizam-se pela fusão; é no encontro das raças adiantadas com as raças virgens, selvagens, que está o repouso conservador, o milagre do rejuvenescimento da civilização.<br><br>— Será sempre uma cultura inferior, civilização de mulatos, eternos escravos em revoltas e quedas. Enquanto não se eliminar a raça que é o produto de tal fusão, a civilização será sempre um misterioso artifício, todos os minutos rotos pelo sensualismo, pela bestialidade e pelo servilismo do negro.”</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 18:30:28 UTC</pubDate>
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         <title>Pré-modernismo e modernismo</title>
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         <description><![CDATA[<div>O pré-modernismo foi uma espécie de ensaio para o <a href="https://www.portugues.com.br/literatura/modernismo-brasileiro.html"><strong>modernismo brasileiro</strong></a>. Durante os anos de 1902 a 1922, o modernismo foi sendo forjado até fixar as suas bases. Nesse período, <strong>os problemas sociais, econômicos e políticos</strong> tornaram-se mais evidentes, e falar sobre eles era inevitável. Não havia mais espaço para idealizações, o novo Brasil que se descortinava no início do século XX precisava ser discutido.<br><br></div><div>Era um Brasil republicano, em que a economia não dependia mais do trabalho escravo, e o ambiente urbano, com suas indústrias, passava a ter protagonismo na história econômica e cultural do país, que entrava, enfim, na <strong>modernidade</strong>. Assim, o pré-modernismo fez a ponte entre o passado rural, escravocrata e imperial e o futuro urbano, republicano e dependente da força de trabalho do operariado.<br><br>Quando, em 1922, durante a <a href="https://www.portugues.com.br/literatura/semana-arte-moderna.html"><strong>Semana de Arte Moderna</strong></a>, o modernismo foi inaugurado no Brasil, suas bases já estavam fixadas. O novo estilo mostrava uma atitude<strong> antipassadista</strong>, realista e nacionalista, além de apresentar um caráter <strong>revolucionário</strong>, questionador e experimental. Em busca de uma <strong>identidade brasileira</strong>, os autores do período recorreram ao regionalismo, à crítica social, econômica e política, e à valorização da diversidade étnica e cultural.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 20:11:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluno(a): GABRIELLA CATALUNHA PEDRO<br>Turma: 3MAN2<br>Professor(a): Thaís Dalapicola</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-24 23:22:01 UTC</pubDate>
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         <title>PRÉ-MODERNISMO </title>
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         <description><![CDATA[<div><br>O <strong>PRÉ MODERNISMO</strong> é como ficou conhecido o <strong>PERÍODO LITERÁRIO BRASILEIRO</strong> que vai de 1902 a 1922. Na Europa o período que antecedeu ao modernismo e foi marcado pela política entre os países imperialista e pelo surgimento&nbsp; dos<strong> MOVIMENTOS DE VANGUARDA</strong>. Já no Brasil, a proclamação da república, o surgimento das favelas e a <strong>GUERRA DE CANUDOS</strong> são alguns fatos históricos que levaram os autores desse período a realizarem críticas sociais, econômicas e políticas em suas obras. <br>Por ser um <strong>PERÍODO DE TRANSIÇÃO</strong>, o pré-modernismo apresenta traços e estilos do século XX como: Realismo, Naturalismo, Parnasianismo e Simbolismo. Além disso, é marcado por um <strong>NACIONALISMO</strong> <strong>CRÍTICO</strong>, ou seja, sem idealizações românticas. Desse modo, autores como: Lima Barreto, Graça Aranha e Monteiro Lobato mostraram, em prosa, um Brasil sem retoques, enquanto o Poeta Augusto revela sua descrença na espécie humana. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 00:17:26 UTC</pubDate>
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         <title>CONTEXTO  HISTÓRICO E CARACTERÍSTICAS DO PRÉ-MODERNISMO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O Pré-Modernismo (1900 – 1922) foi marcado, principalmente, pela mistura de tendências, visões e estilos. Como consequência, há uma dificuldade em apresentá-lo como uma escola literária em si, de forma didática. A produção literária nas duas primeiras décadas do século XX no Brasil foi marcada pelos antecedentes culturais do século XIX e um desejo de renovação que culminaria na Semana de Arte Moderna de 1922. Nesse período, quatro grupos distintos de autores estavam produzindo: os parnasianos; os simbolistas; os realistas; e os intérpretes do Brasil. Em maior ou menor grau, os escritores do Pré-Modernismo marcaram em suas obras as contradições da época em que viveram.<br>O contexto de produção desses autores foi marcado pela Belle Époque, pelo início do neocolonialismo e pela Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918). Além disso, diversas vanguardas europeias consolidavam-se, entre elas, o Futurismo, o Cubismo, o Dadaísmo e o Surrealismo. Já no Brasil, a política do café com leite, a ascensão de São Paulo como centro econômico do país e o surto urbanístico marcaram a época. Entretanto, esse processo modernizante nacional não escondia a insatisfação popular e a crescente desigualdade. É nesse período que ocorrem a Guerra dos Canudos (1896 – 1897), a Revolta da Vacina (1904) e a Revolta da Chibata (1910), por exemplo.<br><br></div><div><br></div><blockquote><strong>CARACTERÍSTICAS DO&nbsp;<br>PRÉ-MODERNISMO</strong></blockquote><div><br></div><ul><li>Obras com a temática voltada à investigação e à denúncia de problemas sociais, como a miséria, as desigualdades sociais e os conflitos;</li><li>Literatura com viés crítico, já que as obras se aproximaram do contexto social e político vivido à época;</li><li>Tendência à marginalização dos protagonistas das histórias, apresentando como peças centrais, o caipira, o mulato, o sertanejo etc.</li><li>Predominância de linguagem informal;</li><li>Presença de sincretismo estético, resquício de características das escolas realista e simbolista;</li><li>Presença de descrições minuciosas das personagens e dos cenários, algo advindo do naturalismo;</li><li>Forte valorização da cultura popular brasileira e dos regionalismos.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 00:49:44 UTC</pubDate>
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         <title>EUCLIDES DA CUNHA (1886-1909)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Euclides da Cunha foi escritor, poeta, ensaísta, jornalista, historiador, sociólogo, geógrafo, poeta e engenheiro. Ocupou a cadeira 7 da Academia Brasileira de Letras de 1903 a 1906.<br><br></div><div>Como jornalista, foi convidado para cobrir a Guerra de Canudos. A Guerra de Canudos (1896 – 1897) foi um movimento popular de cunho religioso, na Bahia, que inspirou um dos mais importantes livros desse período: <strong>“Os Sertões”</strong>.<br><br></div><div>A obra “Os Sertões” narra a luta do povo sertanejo contra os desmandos da elite. Euclides da Cunha testemunhou o evento durante três semanas e conseguiu mesclar estilos da prosa artística e da prosa científica.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 15:30:14 UTC</pubDate>
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         <title>LIMA BARRETO (1881-1922)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Lima Barreto foi escritor e jornalista. Foi um grande crítico do ufanismo e do positivismo em suas obras, nas quais fazia críticas às mazelas sociais. Boa parte de suas obras foram descobertas e publicadas após sua morte.<br><br></div><div>Sua principal obra foi <strong>“Triste Fim de Policarpo Quaresma”</strong>, escrito em tom coloquial. O livro narra a história de um funcionário público, Policarpo Quaresma, que em uma de suas ações reconhece o tupi como idioma principal do Brasil em sinal de valorização da cultura brasileira.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 16:02:47 UTC</pubDate>
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         <title>MONTEIRO LOBATO        (1882-1948)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Foi um escritor e editor brasileiro pré-modernista. Considerado um dos maiores autores de histórias infantis, sua obra mais conhecida é <em>O Sítio do Picapau Amarelo</em>, composta de 23 volumes.<br>Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, São Paulo, no dia 18 de abril de 1882. Desde menino já mostrava seu temperamento irrequieto.<br>Com 13 anos foi estudar em São Paulo. Registrado JOSÉ RENATO MONTEIRO LOBATO, resolveu mudar de nome, pois queria usar a bengala de seu pai, que havia falecido em 1898.<br>A bengala tinha as iniciais J B M L gravadas no topo do castão. Assim, mudou de nome e passou a se chamar José Bento, para que suas iniciais ficassem iguais às do pai.<br>Em 1904 formou-se em Direito pela Faculdade de São Paulo. Nesse mesmo ano voltou para Taubaté onde conheceu Maria Pureza Natividade, com quem se casou um ano depois de ser nomeado promotor público na cidade de Areias, em 1907.<br>Nessa época pintava e escrevia artigos para os jornais do Rio, Santos e São Paulo. Mais Tarde escreveu “<em>Cidades Mortas</em>”, livro que retrata a agonia da cidade quase abandonada.<br>Permaneceu em Areias até 1911, quando morreu seu avô o Visconde de Tremembé, deixando-lhe de herança uma fazenda em Taubaté, para onde se mudou.<br>Em 1917, vende a fazenda e muda-se para Caçapava. Nessa época, dedica-se definitivamente à literatura e funda a revista <em>Paraíba</em>, fechada em seguida.<br>Muda-se para São Paulo, colabora com a <em>Revista do Brasil</em>, transformando-a em um núcleo de defesa da cultura nacional.<br>Funda a gráfica Monteiro Lobato que foi encerrada em 1924. A Companhia Editora Nacional vende sua parte em 1927 e funda a <em>Editora Brasiliense</em>, em sociedade com amigos.<br>Nesse mesmo ano foi nomeado adido comercial do Brasil em Nova Iorque, no governo de Washington Luís.<br>Em 1946 vai morar na Argentina, onde estabelece também uma editora: <em>Editorial Acteón</em>. Em 1947 volta para São Paulo, vindo a falecer no dia 5 de julho de 1948.<br><br></div><blockquote><strong>PRINCIPAIS OBRAS DE MONTEIRO LOBATO</strong>&nbsp;</blockquote><div><br></div><ul><li>Urupês, 1918</li><li>O Saci, 1921</li><li>Narizinho Arrebitado,1921</li><li>Fábulas, 1922</li><li>O Marquês de Rabicó, 1922</li><li>As Aventuras de Hans Staden, 1927</li><li>Peter Pan,1930</li><li>Reinações de Narizinho,1931</li><li>Caçadas de Pedrinho, 1933</li><li>Emília no País da Gramática, 1934</li><li>Geografia de Dona Benta, 1935</li><li>Dom Quixote das Crianças, 1936</li><li>Histórias de Tia Nastácia, 1937</li><li>O Poço do Visconde, 1937</li><li>O Picapau Amarelo, 1939</li></ul><div><br></div><blockquote><strong>FRASES CONHECIDAS DE MONTEIRO LOBATO</strong></blockquote><div><br></div><ul><li>&nbsp;<em>Um país se faz com homens e livros</em>.”</li><li>“<em>Tudo tem origem nos sonhos. Primeiro sonhamos, depois fazemos</em>.”</li><li>“<em>Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê</em>.”</li><li>“<em>Ainda acabo fazendo livros onde as nossas crianças possam morar</em>.”</li><li>“<em>A mim me salvaram as crianças. De tanto escrever para elas, simplifiquei-me</em>.”</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 16:15:04 UTC</pubDate>
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         <title>GRAÇA ARANHA (1869-1931)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><blockquote><strong>GRAÇA ARANHA E SUAS PRINCIPÁIS OBRAS</strong></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 17:17:53 UTC</pubDate>
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         <title>AUGUSTO DOS ANJOS              (1884-1914)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos nasceu em 20 de abril de 1884 no Engenho no município Pau d'Arco (atual Sapé), no estado da Paraíba. Desde cedo, foi educado por seu pai.<br><br></div><div>Estudou no Liceu Paraibano e embora tenha cursado Direito na Universidade do Recife, foi na literatura que ele revelou seu grande talento. Sendo assim, não chegou a exercer sua profissão de advogado.<br>Augusto dos anjos escrevia e publicava diversos poemas com forte teor de subjetividade no jornal local “<em>O Comércio</em>”. Suas poesias eram carregadas de subjetividade e de temas mórbidos e sombrios.<br><br></div><div>Casou-se com Ester Fialho, com quem tem três filhos. No entanto, seu primeiro filho morreu prematuramente.<br><br></div><div>Além de poeta e advogado, foi professor na Paraíba, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Mudou-se do Recife com o intuito de trabalhar e cuidar da sua família. No entanto, quando foi morar em Minas Gerais foi acometido por uma pneumonia.<br><br></div><div>Augusto dos Anjos faleceu em Leopoldina, Minas Gerais, dia 12 de novembro de 1914, com apenas 30 anos.<br><br></div><blockquote><strong>OBRA DE AUGUSTO DOS ANJOS</strong></blockquote><div><br>Augusto dos Anjos publicou vários poemas numa <strong>única obra</strong> intitulada “<em>Eu</em>” (1912).<br>Embora sua obra esteja incluída no movimento simbolista, é notória a presença de características do parnasianismo e do pré-modernismo.<br>Sua poesia é carregada de temas sombrios e, por isso, ficou conhecido com poeta da morte. Nota-se, portanto, um forte subjetivismo e pessimismo em seus poemas.<br><br></div><blockquote><strong>UM DOS POEMAS DE AUGUSTO DOS ANJOS</strong></blockquote><div><br><strong><br>O Pântano<br></strong><br></div><div>Podem vê-lo, sem dor, meus semelhantes!<br>Mas, para mim que a Natureza escuto,<br>Este pântano é o túmulo absoluto,<br>De todas as grandezas começantes!<br>Larvas desconhecidas de gigantes<br>Sobre o seu leito de peçonha e luto<br>Dormem tranquilamente o sono bruto<br>Dos superorganismos ainda infantes!<br>Em sua estagnação arde uma raça,<br>Tragicamente, à espera de quem passa<br>Para abrir-lhe, às escâncaras, a porta...<br>E eu sinto a angústia dessa raça ardente<br>Condenada a esperar perpetuamente<br>No universo esmagado da água morta!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 17:28:51 UTC</pubDate>
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         <title>PRÉ MODERNISMO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O Pré-Modernismo foi um <strong>período de mudanças</strong> na literatura, marcando a transição entre o simbolismo e o modernismo<strong>, caracterizado por distintas produções artísticas</strong>, começando no início do século XX e terminando na Semana de Arte Moderna, em 1922.<br>Em outras palavras, ele reúne um sincretismo estético, com presença de características neo-realistas, neo-parnasianas e neo-simbolistas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 01:57:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>danielsaturnino</author>
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         <description><![CDATA[<div>aluno: Daniel da silva saturnino&nbsp;<br>Turma: 3MAN1<br>prof: Thais Dalapicola</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-04-27 16:21:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PRÉ-MODERNISMO</title>
         <author>danielsaturnino</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O <strong>Pré-Modernismo</strong> foi um período de intensa movimentação literária que marcou a transição entre o simbolismo e o modernismo.<br><br></div><div>Caracteriza-se pelas produções desde início do século até a Semana de Arte Moderna, em 1922.<br><br></div><div>Para muitos estudiosos, esse período não deve ser considerado uma escola literária, uma vez que apresenta inúmeras produções artísticas e literárias distintas.<br><br></div><div>Em outras palavras, ele reúne um <strong>sincretismo estético</strong>, com presença de características neo-realistas, neo-parnasianas e neo-simbolistas.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-27 16:30:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RESUMO DE UM VIDEO EXPLICANDO UM POUCO O QUE FOI O PRE-MODERNISMO</title>
         <author>danielsaturnino</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/-clpmkjFJyc" />
         <pubDate>2021-04-27 16:49:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CONTEXTO HISTÓRICO DO PRÉ-MODERNISMO</title>
         <author>danielsaturnino</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1465361091</link>
         <description><![CDATA[<div>No início do século XX, o Brasil e o mundo estavam passando por uma fase de muitas mudanças. Podemos destacar a transição da República da Espada para a República Velha, cuja política do café com leite concentrou o poder nas mãos das oligarquias paulistas e mineiras.<br><br></div><div><br></div><div><br>Foi nesse panorama que o regionalismo brasileiro começa a se expandir na virada do século, sendo enfatizado por diversos conflitos que surgiram entre a classe dominante e a classe dominada.<br><br></div><div>Assim, além da política do café com leite, inúmeras revoltas iam surgindo, tais como: revolta da vacina, revolta da chibata, revolta da armada, revolta de Canudos, etc.<br><br></div><div>Diante disso, os artistas do momento, gradualmente foram se voltando para a realidade brasileira, e assim, buscando uma linguagem mais simples e coloquial, o que resultou na produção de diversas obras de caráter social.<br><br></div><div>Na Europa, os movimentos artísticos de vanguardas (expressionismo, cubismo, futurismo, dadaísmo e surrealismo) já começavam a mostrar uma postura inovadora. Eles anunciavam esse novo mundo em transição e que se consolidaria aqui no Brasil com o movimento modernista, em 1922.<br><br></div><div>Por fim, nesse momento, diversos conflitos foram se espalhando pelo mundo, os quais terminariam na Primeira Guerra Mundial, em 1914.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-04-27 16:54:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CARACTERISTICAS DO PRE-MODERNISMO</title>
         <author>danielsaturnino</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1465397990</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Ruptura com o academicismo;</li><li>Ruptura com o passado e a linguagem parnasiana;</li><li>Linguagem coloquial, simples;</li><li>Exposição da realidade social brasileira;</li><li>Regionalismo e nacionalismo;</li><li>Marginalidade das personagens: o sertanejo, o caipira, o mulato;</li><li>Temas: fatos históricos, políticos, econômicos e sociais.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 17:01:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PRINCIPAIS AUTORES DO PRÉ-MODERNISMO</title>
         <author>danielsaturnino</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1465429281</link>
         <description><![CDATA[<div>EUCLIDES DA CUNHA (1866-1909)<br><br><a href="https://www.todamateria.com.br/euclides-da-cunha/">Euclides Rodrigues da Cunha</a> foi um escritor, poeta, ensaísta, jornalista, historiador, sociólogo, geógrafo, poeta e engenheiro brasileiro. Ocupou a cadeira 7 na Academia Brasileira de Letras de 1903 a 1906.<br><br></div><div>Publicou <em>Os Sertões: Campanha de Canudos</em>, em 1902, a qual é dividida em três partes: A Terra, o Homem, A Luta. Essa obra regionalista retrata a vida do sertanejo. Publicou também a <em>Guerra de Canudos</em> (1896-1897) no interior da Bahia<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 17:07:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PRINCIPAIS OBRAS DE EUCLIDES DA CUNHA</title>
         <author>danielsaturnino</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1465526733</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A guerra no sertão (1899)</li><li>As secas do Norte (1900)</li><li>O Brasil no século XIX (1901)</li><li>Os Sertões (1902)</li><li>Civilização (1904)</li><li>Contrastes e Confrontos (1906)</li><li>Peru Versus Bolívia (1907)</li><li>Castro Alves e o Seu Tempo (1908)</li><li>A Margem da História (1909)</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 17:25:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>danielsaturnino</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1465545620</link>
         <description><![CDATA[<div>GRAÇA ARANHA (1868-1931)&nbsp; &nbsp;<br><br>José Pereira da <a href="https://www.todamateria.com.br/graca-aranha/">Graça Aranha</a> foi um escritor, diplomata maranhense e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras e organizador da Semana de Arte Moderna de 1922.<br><br></div><div>Sua obra que merece destaque é <em>Canaã</em>, publicada em 1902. Ela aborda sobre a migração alemã no estado do Espírito Santo. Outras obras que merecem destaque são: <em>Malazarte</em> (1914), <em>A Estética da Vida</em> (1921) e <em>Espírito Moderno</em> (1925).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 17:28:37 UTC</pubDate>
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         <title>PRINCIPAIS OBRAS DE GRAÇA ARANHA</title>
         <author>danielsaturnino</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Canaã (1902)</li><li>Malazarte (1914)</li><li>A Estética da Vida (1921)</li><li>Correspondência de Machado de Assis e Joaquim Nabuco (1923)</li><li>Espírito Moderno (1925)</li><li>A Viagem Maravilhosa (1929)</li><li>O Meu Próprio Romance (1931)</li><li>O Manifesto dos Mundos Sociais (1935)</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 17:32:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>danielsaturnino</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1465616101</link>
         <description><![CDATA[<div>MONTEIRO LOBATO (1882-1948)<br><br>José Bento Renato Monteiro Lobato foi um escritor, editor, ensaísta e tradutor brasileiro.</div><div><br>Um dos mais influentes escritores do século XX, <a href="https://www.todamateria.com.br/monteiro-lobato/">Monteiro Lobato</a> ficou muito conhecido por suas obras infantis de caráter educativo, como, por exemplo, a série de livros do <em>Sítio do Picapau Amarelo</em>.<br><br></div><div>Em 1918 publica <em>Urupês</em>, uma coletânea regionalista de contos e crônicas. Já em 1919 publica <em>Cidades Mortas</em>, livro de contos que retrata a queda do Ciclo do Café.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 17:42:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PRINCIPAIS OBRAS DE MONTEIRO LOBATO</title>
         <author>danielsaturnino</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Urupês, 1918</li><li>O Saci, 1921</li><li>Narizinho Arrebitado,1921</li><li>Fábulas, 1922</li><li>O Marquês de Rabicó, 1922</li><li>As Aventuras de Hans Staden, 1927</li><li>Peter Pan,1930</li><li>Reinações de Narizinho,1931</li><li>Caçadas de Pedrinho, 1933</li><li>Emília no País da Gramática, 1934</li><li>Geografia de Dona Benta, 1935</li><li>Dom Quixote das Crianças, 1936</li><li>Histórias de Tia Nastácia, 1937</li><li>O Poço do Visconde, 1937</li><li>O Picapau Amarelo, 1939</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 17:51:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>danielsaturnino</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1465688393</link>
         <description><![CDATA[<div>LIMA BARRETO (1881-1922)<br><br>Afonso Henriques de Lima Barreto, conhecido como <a href="https://www.todamateria.com.br/lima-barreto/">Lima Barreto</a>, foi um escritor e jornalista brasileiro.<br><br></div><div>Autor de uma obra critica veiculada aos temas sociais, o escritor rompe com o nacionalista ufanista e faz críticas ao positivismo.<br><br></div><div>Sua obra que merece destaque é o <a href="https://www.todamateria.com.br/triste-fim-de-policarpo-quaresma/"><em>Triste Fim de Policarpo Quaresma</em></a> escrito numa linguagem coloquial. Nela, o autor faz crítica à sociedade urbana da época.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 17:55:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PRINCIPAIS OBRAS DE LIMA BARRETO</title>
         <author>danielsaturnino</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Recordações do escrivão Isaías Caminha (1909)</li><li>Triste fim de Policarpo Quaresma (1911)</li><li>Numa e ninfa (1915)</li><li>Vida e Morte de M. J. Gonzaga de Sá (1919)</li><li>Os bruzundangas (1923)</li><li>Clara dos Anjos (1948)</li><li>Diário Íntimo (1953)</li><li>Cemitério dos Vivos (1956)</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 17:58:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>danielsaturnino</author>
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         <description><![CDATA[<div>AUGUSTO DOS ANJOS (1884- 1914)<br><br>Apesar de ser considerado simbolista, o poeta <a href="https://www.todamateria.com.br/augusto-dos-anjos/">Augusto dos Anjos</a> teve grande destaque no período pré-moderno.<br><br></div><div>Conhecido como o "poeta da morte" pelos temas inquietantes e sombrios explorados, ele ocupou a cadeira n° 1 da Academia Paraibana de Letras.<br><br></div><div>Sua única obra publicada em vida, <em>Eu </em>(1912), reúne diversos poemas que chocam pelos temas, pela agressividade, pelo uso de uma linguagem coloquial e cotidiana, bem como o de palavras consideradas antipoéticas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 18:03:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PRINCIPAIS OBRAS DE AUSTO DOS ANJOS</title>
         <author>danielsaturnino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Augusto dos Anjos publicou vários poemas numa <strong>única obra</strong> intitulada “<em>Eu</em>” (1912).<br><br></div><div><br></div><div><br>Embora sua obra esteja incluída no movimento simbolista, é notória a presença de características do parnasianismo e do pré-modernismo.<br><br></div><div>Sua poesia é carregada de temas sombrios e, por isso, ficou conhecido com poeta da morte. Nota-se, portanto, um forte subjetivismo e pessimismo em seus poemas.<br><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 18:09:27 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome: Adriely Pianca Santos&nbsp;<br>Turma:3man1</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 16:35:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 16:36:24 UTC</pubDate>
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         <title>Pré-modernismo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O pré-modernismo foi uma fase literária, que marca a TRANSIÇÃO entre o simbolismo e o movimento modernista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 16:37:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Principais características do pré-modernismo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>• Denúncia dos problemas sociais enfrentados, como fome, miséria, abismos sociais, conflitos,&nbsp;<br>entre outros.<br>&nbsp;• Aproximação da obra literária ao contexto social, político e econômico.<br>&nbsp;• Regionalismo, ou seja, passou-se a valorizar a própria cultura.<br>&nbsp;• Marginalização dos personagens principais.<br>&nbsp;• Linguagem informal, como oposição ao Arcadismo que possuía linguagem bastante formal.<br>&nbsp;• Naturalismo, ou seja, ocorria descrição minuciosa dos personagens e dos cenários.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 16:41:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os principais autores do pré-modernismo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>• Lima Barreto (1881-1922)<br>&nbsp;<br>&nbsp;• Euclides da Cunha (1866-1909)<br>&nbsp;<br>&nbsp;• Graça Aranha (1869-1931)<br>&nbsp;<br>&nbsp;• Monteiro Lobato (1882-1948)<br><br>• Augusto dos Anjos (1884-1914)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 16:43:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rostinho dos principais autores .</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 16:43:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Obras dos 2 autores q eu mais gostei.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As obras de Lobato que mais se destacaram foram:<br>&nbsp;<br>&nbsp;Urupês<br>&nbsp;O Saci<br>&nbsp;Narizinho Arrebitado<br>&nbsp;Fábulas<br>&nbsp;O Marquês de Rabicó<br>&nbsp;As Aventuras de Hans Staden<br>&nbsp;Peter Pan<br>&nbsp;Reinações de Narizinho<br>&nbsp;Caçadas de Pedrinho<br>&nbsp;Emília no País da Gramática<br>&nbsp;Geografia de Dona Benta<br>&nbsp;Dom Quixote das Crianças<br>&nbsp;Histórias de Tia Nastácia<br>&nbsp;O Poço do Visconde<br>&nbsp;O Picapau Amarelo<br>&nbsp;<br>Obras de Augustos:<br>&nbsp;Psicologia de um vencido<br>&nbsp;Soneto&nbsp;<br>&nbsp;Solitário&nbsp;<br>&nbsp;Versos Íntimos&nbsp;<br>&nbsp;Vandalismo<br>&nbsp;Vozes da morte<br>&nbsp;A esperança&nbsp;<br>&nbsp;Amor e crença&nbsp;<br>&nbsp;O morcego<br>&nbsp;Saudade<br>&nbsp;Idealismo...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 16:46:24 UTC</pubDate>
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         <title>Quer que eu desenhe?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Um videozinho, para melhor explicar o conteúdo!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 16:47:24 UTC</pubDate>
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         <title>         PRÉ-MODERNISMO</title>
         <author>kaylanesantostorres43</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Aluno(a):</mark> Kaylane Santos Torres&nbsp; &nbsp; &nbsp; <mark>Série:</mark> 3LOG1&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <mark>Professor(a):</mark> Thaís Dalapicola&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 18:57:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>kaylanesantostorres43</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 20:27:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>               INTRODUÇÃO</title>
         <author>kaylanesantostorres43</author>
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         <description><![CDATA[<div>O modernismo brasileiro foi iniciado de <mark>(1902 a 1922)</mark>, por um movimento artístico.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O Pré-modernismo não é uma "escola literária", foi uma fase de transição para agrupar autores que não se fundiram com outros movimentos da época.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 20:28:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CARACTERÍSTICAS DO  PRÉ- MODERNISMO    </title>
         <author>kaylanesantostorres43</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Ruptura com o academicismo;</li><li>Ruptura com o passado e a linguagem parnasiana;</li><li>Linguagem coloquial, simples;</li><li>Exposição da realidade social brasileira;</li><li>Regionalismo e nacionalismo;</li><li>Marginalidade das personagens: o sertanejo, o caipira, o mulato;</li><li>Temas: fatos históricos, políticos, econômicos e sociais. </li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 20:30:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AUTORES BRASILEIROS PRÉ-MODERNISTA</title>
         <author>kaylanesantostorres43</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Os escritores pré-modernos assumem uma posição mais crítica em relação à sociedade e aos modelos literários anteriores.<br>&nbsp; Muitos deles rompem com a linguagem formal do arcadismo e, além disso, exploram temas históricos, políticos e econômicos.</div><blockquote>&nbsp; Os pré-modernistas que se destacaram foram:&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Euclides da Cunha, Graça Aranha, Monteiro Lobato e Lima Barreto. Já na poesia,&nbsp; destacasse o poeta paraibano Augusto dos Anjos.</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 20:41:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ALGUMAS OBRAS</title>
         <author>kaylanesantostorres43</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1471091204</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Moça Linda Bem Tratada</em></strong><br><br><em>Moça linda bem tratada,<br>Três séculos de família,<br>Burra como uma porta:<br>Um amor.<br><br>Grã-fino do despudor,<br>Esporte, ignorância e sexo,<br>Burro como uma porta:<br>Um coió.<br><br>Mulher gordaça, filó,<br>De ouro por todos os poros<br>Burra como uma porta:<br>Paciência...<br><br>Plutocrata sem consciência,<br>Nada porta, terremoto<br>Que a porta do pobre arromba:<br>Uma bomba. &nbsp; MANUEL BANDEIRA&nbsp; &nbsp; &nbsp;                                                                 &nbsp;</em><strong><em>Canto de regresso à pátria<br></em></strong><br></div><div><em>Minha terra tem palmares<br>Onde gorjeia o mar<br>Os passarinhos daqui<br>Não cantam como os de lá<br>Minha terra tem mais rosas<br>E quase que mais amores<br>Minha terra tem mais ouro<br>Minha terra tem mais terra<br>Ouro terra amor e rosas<br>Eu quero tudo de lá<br>Não permita Deus que eu morra<br>Sem que volte para lá<br>Não permita Deus que eu morra<br>Sem que volte pra São Paulo<br>Sem que veja a Rua 15<br>E o progresso de São Paulo.  CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 20:52:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O contexto histórico do Pré-Modernismo</title>
         <author>gabrielraraujo3</author>
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         <description><![CDATA[<div>A competição entre as grandes potências em relação à expansão imperialista, no caso, a exploração econômica de países subdesenvolvidos, marcou o final do século XIX e início do século XX na Europa.<br>Isso fez com que o crescimento de discursos nacionalistas que causavam essa rivalidade crescessem e criou um clima de tensão entre as nações dominantes, com isso, desencadeou-se a 1° guerra mundial que rolou entre 1914 à 1918.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 23:54:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quando começou o pré-modernismo  no Brasil?</title>
         <author>agathamsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Em <strong>1902</strong> começou o pré-modernismo no Brasil que divulgou na época de transição da República da Espada ( <strong>ditadura militar</strong> ) para a República das Oligarquias ou República do café com leite, onde o Brasil foi governado ou por donos de fazendas cafeeiras de São Paulo, ora pelos fazendeiros mineiros, os dois estados mais ricos do país. <br>No entanto, nas cidades surgia uma classe média reformista e, nos quartéis, uma geração de militares, entusiasmados por ideias positivistas, que exigiam mudanças. Ao mesmo tempo, surgia pela primeira vez no país uma massa popular, insatisfeita e propensa à Revoltas, Como Por Exemplo: <strong>Revolta da Vacina,<br>Revolta da chibata, Revolta Armada,Guerra de Canudos etc.</strong><br>Diante disso, os artistas do momento, gradualmente foram se voltando para a realidade brasileira, e assim, buscando uma linguagem mais simples e coloquial, o que resultou na produção de diversas obras de caráter social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 00:11:43 UTC</pubDate>
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         <title>Aluno</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Aluno(a):</mark> Iago Fonseca Coelho da Silva<br><mark>Turma:</mark> 3ªI02-EMI-MSI (ou 3MAN2)<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 13:23:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pré-Modernismo</title>
         <author>iagofsilva2</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1473708263</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>pré-modernismo</strong> foi um <strong>período de transição</strong> no meio artístico. Principalmente entre os anos de 1902 e 1922, houve uma produção literária que não correspondia às escolas do <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/realismo.htm"><strong>realismo</strong></a>, do <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/naturalismo.htm"><strong>naturalismo</strong></a>, do <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/o-simbolismo.htm"><strong>simbolismo</strong></a> ou do <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/parnasianismo.htm"><strong>parnasianismo</strong></a>, tendências estéticas ainda correntes na época.<br><br></div><div>Essa produção foi chamada pré-moderna e recuperou algumas características dos movimentos artísticos da época, ao mesmo tempo em que delineou aquilo que depois seria conhecido como modernismo. Assim, o que se entende por pré-modernismo é uma <strong>confluência de diversas produções que misturam tendências literárias diferentes</strong>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 13:37:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contexto histórico do pré-modernismo</title>
         <author>iagofsilva2</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1473880090</link>
         <description><![CDATA[<div>A<strong> virada do século XIX para o século XX</strong> correspondeu, no Brasil, a uma<strong> transição do regime monárquico para o republicano</strong>. É o chamado período da República Velha, e também conhecido como: “<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/politica-cafe-com-leite.htm"><strong>República do Café com Leite</strong></a>”, graças à oligarquia (regime político em que o poder é exercido por um pequeno grupo de pessoas) promovida pelos grandes latifundiários dos estados de São Paulo e Minas Gerais. Eram eles os responsáveis por decidir os rumos da política e da economia brasileiras.<br><br></div><div>Também eram influentes outras camadas da classe dominante, como o Exército e a burguesia industrial, que ganhava força especialmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. O <strong>surgimento do modo de produção industrial brasileiro</strong> trouxe consigo o <strong>aumento da </strong><a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/urbanizacao.htm"><strong>urbanização</strong></a> e criou novos estratos sociais, como o proletariado e o subproletariado. Além disso, com a <strong>consolidação da economia cafeeira</strong>, declinava cada vez mais a cultura de cana-de-açúcar no Nordeste brasileiro.<br><br></div><div>A <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/abolicao-escravatura.htm"><strong>escravatura, recém-abolida</strong></a>, deixo aberta as fronteiras do país para a <strong>chegada</strong> <strong>de imigrantes europeus e asiáticos</strong>, com vistas a substituir a mão de obra escrava nas lavouras. Os negros recém libertos, por sua vez, não tiveram qualquer direito à integração cidadã: três séculos de escravatura naturalizaram socialmente essa condição foi o começo básico para o surgimento do<strong> </strong><a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/racismo.htm"><strong>racismo</strong></a><strong> estrutural</strong> como um dos componentes da fundação da república. Uma nova massa de desempregados e desvalidos formava-se e agravavam-se as <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/desigualdade-social.htm"><strong>desigualdades sociais</strong></a>.<br><br>Criando-se um <strong>abismo cada vez maior entre o povo e os dirigentes da República</strong>, que também, por sua vez, viam-se em um conflito de interesses: de um lado, o grupo de latifundiários representantes do tradicionalismo agrário brasileiro, até pouco tempo escravocrata; de outro, a burguesia industrial que estava no começo, influenciável pelos fluxos financeiros e interesses do capital europeu e estadunidense. Os primeiros anos do Brasil republicano ficaram também conhecidos como período da <strong>República da Espada</strong>, marcado pelo autoritarismo do Exército e por&nbsp; rebeldias como a <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/a-revolta-armada.htm"><strong>Revolta da Armada</strong></a>, a <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/guerra-canudos.htm"><strong>Guerra de Canudos</strong></a> e a <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/revolucao-federalista.htm"><strong>Revolução Federalista</strong></a>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 14:07:30 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>nelsonlsantos</author>
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         <description><![CDATA[<div><mark>Aluno:</mark> Nelson Luis dos Santos<br><mark>Turma:</mark> 3LOG1<br><br><strong>Pré-Modernismo</strong><br><br><strong>O que foi?<br></strong>Período de intensa movimentação literária que marcou a transição entre o simbolismo e o modernismo.<br><br>os autores pré-modernistas buscaram a construção de uma linguagem simples e coloquial, o que será a principal bandeira estética do modernismo de 1922.<br>Os pré-modernistas que se destacaram na prosa foram: <mark>Euclides da Cunha, Graça Aranha, Monteiro Lobato e Lima Barreto.</mark> Já na poesia, merece destaque o poeta paraibano <mark>Augusto dos Anjos</mark>.<br><br><strong>Características:<br></strong><br></div><ul><li>Ruptura com o academicismo;</li><li>Ruptura com o passado e a linguagem parnasiana;</li><li>Linguagem coloquial, simples;</li><li>Exposição da realidade social brasileira;</li><li>Regionalismo e nacionalismo;</li><li>Marginalidade das personagens: o sertanejo, o caipira, o mulato;</li><li>Temas: fatos históricos, políticos, econômicos e sociais.<br><br><strong>Falando da</strong> <strong>obra de um dos autores:</strong></li></ul><div><br></div><ul><li><strong>C</strong><strong><em>anaã</em></strong><em> </em>é a melhor obra de <a href="https://www.coladaweb.com/biografias/graca-aranha">Graça Aranha</a>. Tem como palco Porto do Cachoeiro, no Espírito Santo, onde o autor fora juiz.</li></ul><div>Resumo:<br>Canaã conta a história de <strong>Milkau</strong> e <strong>Lentz</strong>, dois jovens imigrantes alemães que se estabelecem em Porto do Cachoeiro, ES. Amigos e antagônicos ao mesmo tempo, Milkau é a integração e a paz, admirando o Novo Mundo, Lentz é a conquista e a guerra, pensando no dia que a Alemanha invadirá e conquistará aquela terra.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 14:33:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características do Pré-Modernismo </title>
         <author>iagofsilva2</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1474033088</link>
         <description><![CDATA[<h1>• Ruptura com o academicismo;&nbsp;<br>• Ruptura com o passado e a linguagem parnasiana;<br>• Linguagem coloquial, simples;<br>• Exposição da realidade social brasileira;<br>• Regionalismo e nacionalismo;<br>• Marginalidade das personagens: o sertanejo, o caipira, o mulato,<br>• Temas: fatos históricos, políticos, econômicos e sociais.&nbsp;<br>Principais autores: Euclides da Cunha, Graça Aranha, Monteiro Lobato e Lima Barreto.&nbsp;</h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 14:34:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Autores brasileiros pré-modernistas</title>
         <author>iagofsilva2</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1474113391</link>
         <description><![CDATA[<div>Os escritores pré-modernos assumem uma posição mais crítica em relação à sociedade e aos modelos literários anteriores.</div><div>Muitos deles rompem com a linguagem formal do arcadismo e, além disso, exploram temas históricos, políticos e econômicos.</div><div>Os pré-modernistas que se destacaram na prosa foram: <mark>Euclides da Cunha</mark>, <mark>Graça Aranha</mark>, <mark>Monteiro Lobato</mark> e <mark>Lima Barreto</mark>. Já na poesia, merece destaque o poeta paraibano <mark>Augusto dos Anjos</mark>.<br><br><strong><em>Euclides da Cunha (1866-1909)</em></strong></div><div><a href="https://www.todamateria.com.br/euclides-da-cunha/">Euclides Rodrigues da Cunha</a> foi um escritor, poeta, ensaísta, jornalista, historiador, sociólogo, geógrafo, poeta e engenheiro brasileiro. Ocupou a cadeira 7 na Academia Brasileira de Letras de 1903 a 1906.</div><div>Publicou <em>Os Sertões: Campanha de Canudos</em>, em 1902, a qual é dividida em três partes: A Terra, o Homem, A Luta. Essa obra regionalista retrata a vida do sertanejo. Publicou também a <em>Guerra de Canudos</em> (1896-1897) no interior da Bahia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 14:49:11 UTC</pubDate>
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         <title>Graça Aranha (1868-1931)</title>
         <author>iagofsilva2</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1474174469</link>
         <description><![CDATA[<div>José Pereira da <a href="https://www.todamateria.com.br/graca-aranha/">Graça Aranha</a> foi um escritor, diplomata maranhense e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras e organizador da Semana de Arte Moderna de 1922.</div><div>Sua obra que merece destaque é <em>Canaã</em>, publicada em 1902. Ela aborda sobre a migração alemã no estado do Espírito Santo. Outras obras que merecem destaque são: <em>Malazarte</em> (1914), <em>A Estética da Vida</em> (1921) e <em>Espírito Moderno</em> (1925).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 15:00:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Monteiro Lobato (1882-1948)</title>
         <author>iagofsilva2</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1474179883</link>
         <description><![CDATA[<div>José Bento Renato Monteiro Lobato foi um escritor, editor, ensaísta e tradutor brasileiro.</div><div>Um dos mais influentes escritores do século XX, <a href="https://www.todamateria.com.br/monteiro-lobato/">Monteiro Lobato</a> ficou muito conhecido por suas obras infantis de caráter educativo, como, por exemplo, a série de livros do <em>Sítio do Picapau Amarelo</em>.</div><div>Em 1918 publica <em>Urupês</em>, uma coletânea regionalista de contos e crônicas. Já em 1919 publica <em>Cidades Mortas</em>, livro de contos que retrata a queda do Ciclo do Café.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 15:01:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lima Barreto (1881-1922)</title>
         <author>iagofsilva2</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1474199018</link>
         <description><![CDATA[<div>Afonso Henriques de Lima Barreto, conhecido como <a href="https://www.todamateria.com.br/lima-barreto/">Lima Barreto</a>, foi um escritor e jornalista brasileiro.</div><div>Autor de uma obra critica veiculada aos temas sociais, o escritor rompe com o nacionalista ufanista e faz críticas ao positivismo.</div><div>Sua obra que merece destaque é o <a href="https://www.todamateria.com.br/triste-fim-de-policarpo-quaresma/"><em>Triste Fim de Policarpo Quaresma</em></a> escrito numa linguagem coloquial. Nela, o autor faz crítica à sociedade urbana da época.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 15:04:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Augusto do Anjos (1884-1914)</title>
         <author>iagofsilva2</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1474210787</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de ser considerado simbolista, o poeta <a href="https://www.todamateria.com.br/augusto-dos-anjos/">Augusto dos Anjos</a> teve grande destaque no período pré-moderno.</div><div>Conhecido como o "poeta da morte" pelos temas inquietantes e sombrios explorados, ele ocupou a cadeira n° 1 da Academia Paraibana de Letras.</div><div>Sua única obra publicada em vida, <em>Eu </em>(1912), reúne diversos poemas que chocam pelos temas, pela agressividade, pelo uso de uma linguagem coloquial e cotidiana, bem como o de palavras consideradas antipoéticas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 15:07:03 UTC</pubDate>
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         <title>CARACTERÍSTICAS DO PRÉ-MODERNISMO</title>
         <author>yessicaferreiestevao</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1474930315</link>
         <description><![CDATA[<div>-Pesquisa e denúncia dos problemas sociais (miséria, abismos sociais, conflitos);<br>-Aproximação do trabalho literário com contexto sociopolítico e econômico;<br>-Marginalização dos personagens principais (caipira, mulato, sertanejo);<br>-Linguagem informal em frente à linguagem formal do arcadismo;<br>-Sincretismo estético de escolas literárias, como realismo e simbolismo;<br>-Naturalismo (descrição da ata de personagens e cenários);<br>-Regionalismo (valorização da cultura popular brasileira);<br>-Uso de verbos de forma simples ao escrever. <br><br><strong><em>CARACTERÍSTICAS DO <br>PRÉ-MODERNISMO BRASILEIRO</em></strong><br><br> Os autores do pré-modernismo brasileiro, apesar de apresentarem, em seus romances, traços característicos do realismo e do<br>naturalismo e, em suas poesias, elementos do simbolismo, fizeram sobressaírem-se dois aspectos como marcas <br>típicas do movimento em questão: a abordagem da realidade brasileira e o uso da linguagem.<br><br><br>-<strong><em>Abordagem da realidade brasileira: </em></strong>os escritores do pré-modernismo preocupavam-se com assuntos ligados ao cotidiano<br>&nbsp;dos brasileiros, ou seja, interessava a eles o dia a dia da população, o que resultava em obras de caráter social. <br><br>-<strong><em> O uso da linguagem:</em></strong> os autores pré-modernistas buscaram a construção de uma linguagem simples e coloquial, o que será a principal bandeira estética do modernismo de 1922. Dos autores pré-modernistas, Lima Barreto (1881-1922) foi o que mais se destacou nessa tentativa de escrever obras em uma linguagem acessível, próxima à oralidade corrente no país.<br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-29 17:15:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Autores  e obras do pré-modernismo </title>
         <author>leidislayne31</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1475873949</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Euclides da Cunha: Os Sertões; Contrastes e Confrontos; À Margem da História.</div><div>Monteiro Lobato: Urupês; Idéias de Jeca Tatu; A Menina do Narizinho Arrebitado; O Pica-Pau Amarelo.</div><div>Lima Barreto: Recordações do Escrivão Isaías Caminha; Triste Fim de Policarpo Quaresma; Numa e Ninfa; Morte e M. J. Gonzaga de Sá; Os Bruzundangas; Clara dos Anjos.</div><div>Augusto dos Anjos: Saudade; Eu e Outras Poesias (único livro de poemas); Psicologia de um Vencido; Versos íntimos.</div><div>Graça Aranha: Canaã; A Estética da Vida; Espírito Moderno; A Viagem Maravilhosa; Malazarte (Teatro).</div><div>Raul de Leôni: Ode a um Poeta Morto; Luz Mediterrânea.</div><div>Simões Lopes Neto: Cancioneiro Guasca; Contos Gauchescos; Lendas do Sul; Casos do Romualdo.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 20:51:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>apresentação</title>
         <author>rayssahandrade</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1475903390</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Rayssa&nbsp; Helena &nbsp;<br>Turma&nbsp; : 3 LOG 1<br>Prof.ª : Thaís Dalapicola&nbsp;ff</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 21:02:17 UTC</pubDate>
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         <title>     PRÉ - MODERNISMO</title>
         <author>rayssahandrade</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1475915401</link>
         <description><![CDATA[<div>O Pré-Modernismo foi uma fase literária brasileira que marcou a transição entre o Simbolismo e o movimento<br>Modernista, que se iniciou com a Semana da Arte Moderna em 1922.<br>O <strong>pré-modernismo</strong> representa, na literatura brasileira, um <strong>período de transição</strong>, já que, de um lado, ainda se faziam fortes as tendências artísticas do realismo, do naturalismo, do simbolismo e do <a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/parnasianismo.htm">parnasianismo</a>, movimentos iniciados na segunda metade do século XIX, e, de outro lado, já se faziam presentes escritores e artistas que apresentavam em suas obras os indícios do que viria a resultar na <a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/semana-arte-moderna-1922.htm">Semana de Arte Moderna de 1922</a>.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 21:07:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>  GRAÇA   ARANHA (1868-1931)</title>
         <author>rayssahandrade</author>
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         <description><![CDATA[<div>José pereira&nbsp; da Graça Aranha&nbsp; foi um escritor brasileiro. Seu romance "Canaã" abriu o período Pré-Modernista, compreendido entre 1902 e 1922. Proferiu o discurso inaugural da Semana de Arte Moderna.<br><br></div><div><br>Graça Aranha nasceu em São Luís, Maranhão, no dia 21 de junho de 1868. Filho de família abastada e culta o que favoreceu e seu desenvolvimento cultural. Estudou na Faculdade de Direito do Recife, numa época agitada pelas ideias de Tobias Barreto.<br><br></div><div><br>Graça Aranha formou-se em Direito em1886 e mudou-se para o Rio de Janeiro, exercendo por algum tempo a magistratura, em Campos, no Rio de Janeiro e em seguida, em Porto Cachoeiro, no Espirito Santo.<br><br></div><div><br>A amizade com Joaquim Nabuco o levou a ser nomeado membro fundador da Academia Brasileira de Letras, em 1896, sem ter ainda publicado nenhum livro. Ocupou a cadeira n.º 38, cujo patrono foi Tobias Barreto.<br><br></div><div><br>Em seguida, Graça Aranha entrou para o Itamaraty. Como diplomata, desempenhou várias missões em Londres, Oslo, Haia e Paris, entre os anos de 1900 e 1920.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 21:13:41 UTC</pubDate>
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         <title>OBRA  :  A ESTÉTICA  DA VIDA </title>
         <author>rayssahandrade</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 21:22:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>        O UNIVERO UNIVERSO E A CONSCIÊNCIA Como definir o Ser ? Restrinjamos a nossa impossibilidade a este axioma: o Ser é o Ser. E&#39; a substancia com os phenomenos e só nós o conhecemos pelos phenomenos. Para o espirito humano só ha realidade no que é phenomenal; fora d&#39;ahi o Universo, a unidade infinita, é uma pura idealidade. Nem a Substancia, nem a Vontade, nem o Inconsciente, nem as Idéas são o principio causai da existência.</title>
         <author>rayssahandrade</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1475981088</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 21:34:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pré-modernismo como escola literária?</title>
         <author>yessicaferreiestevao</author>
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         <description><![CDATA[<div>O pré-modernismo não chega a ser caracterizado como uma escola literária, visto que se trata de apenas uma fase de mudança entre o Simbolismo e Parnasianismo para o Modernismo.<br>Além disso, ele não possui muitas obras artísticas que caracterizem a época, isto é, as obras não possuem traços em comum umas com as outras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 23:30:41 UTC</pubDate>
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         <title>Pré-Modernismo e Modernismo</title>
         <author>yessicaferreiestevao</author>
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         <description><![CDATA[<div>O pré-modernismo foi uma espécie de ensaio para o <em>modernismo brasileiro.</em> Durante os anos de 1902 a 1922, o modernismo foi sendo forjado até fixar as suas bases. Nesse período, os problemas<strong> </strong><strong><em>sociais</em></strong><strong>, </strong><strong><em>econômicos</em></strong><strong> </strong><strong><em>e políticos</em></strong> tornaram-se mais evidentes, e falar sobre eles era inevitável. Não havia mais espaço para idealizações, o novo Brasil que se descortinava no início do século XX precisava ser discutido.<br><br></div><div>Era um Brasil republicano, em que a economia não dependia mais do trabalho escravo, e o ambiente urbano, com suas indústrias, passava a ter protagonismo na história econômica e cultural do país, que entrava, enfim, na <strong><em>modernidade</em></strong>. Assim, o pré-modernismo fez a ponte entre o passado rural, escravocrata e imperial e o futuro urbano, republicano e dependente da força de trabalho do operariado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 23:38:24 UTC</pubDate>
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         <title>PRÉ MODERNISMO EM CINCO MINUTOS ⏰</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 23:56:52 UTC</pubDate>
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         <title>INTEGRANTES DO GRUPO:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>-Agatha Meira.<br>-Evelly Barros.<br>-Gabriel Ramos.<br>-Jessica Ferreira.<br>-Leidislayne Borges.<br>-Renan Portela.<br><br><strong>TURMA</strong>: 3MAN2</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 00:02:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>melassis</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alunos: Fernando Jorge da Silvia e Mel Monfor de Assis<br>Turma: 3MAN2<br><br><strong>Introdução</strong>&nbsp;<br>O Pré-Modernismo foi um período de intensa movimentação literária que marcou a transição entre o simbolismo e o modernismo.</div><div>Caracteriza-se pelas produções desde início do século até a Semana de Arte Moderna, em 1922.<br><br><strong>Características do pré-modernismo</strong></div><div>* Ruptura com o academicismo;</div><div>* Ruptura com o passado e a linguagem parnasiana;</div><div>* Linguagem coloquial, simples;</div><div>* Exposição da realidade social brasileira;</div><div>* Regionalismo e nacionalismo;</div><div>* Marginalidade das personagens: o sertanejo, o caipira, o mulato;</div><div>* Temas: fatos históricos, políticos, econômicos e sociais.</div><div><br></div><div>No início do século XX, o Brasil e o mundo estavam passando por uma fase de muitas mudanças. Podemos destacar a transição da República da Espada para a República Velha, cuja política do café com leite concentrou o poder nas mãos das oligarquias paulistas e mineiras.</div><div>Foi nesse panorama que o regionalismo brasileiro começa a se expandir na virada do século, sendo enfatizado por diversos conflitos que surgiram entre a classe dominante e a classe dominada.</div><div>Assim, além da política do café com leite, inúmeras revoltas iam surgindo, tais como: revolta da vacina, revolta da chibata, revolta da armada, revolta de Canudos, entre outros.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 01:47:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>melassis</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1476548063</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Características do pré-modernismo brasileiro</strong></div><div><br>Os autores do pré-modernismo brasileiro, apesar de apresentarem, em seus romances, traços característicos do realismo e do naturalismo e, em suas poesias, elementos do simbolismo, fizeram sobressaírem-se dois aspectos como marcas típicas do movimento em questão: a abordagem da realidade brasileira e o uso da linguagem.</div><div><br><strong>* Abordagem da realidade brasileira:</strong> os escritores do pré-modernismo preocupavam-se com assuntos ligados ao cotidiano dos brasileiros, ou seja, interessava a eles o dia a dia da população, o que resultava em obras de caráter social.</div><div><br><strong>* O uso da linguagem:</strong> os autores pré-modernistas buscaram a construção de uma linguagem simples e coloquial, o que será a principal bandeira estética do modernismo de 1922. Dos autores pré-modernistas, Lima Barreto (1881-1922) foi o que mais se destacou nessa tentativa de escrever obras em uma linguagem acessível, próxima à oralidade corrente no país. Essa tentativa do autor de Triste fim de Policarpo Quaresma (1915) de escrever em uma linguagem simples, muitas vezes alheia às normas do português padrão, resultou em críticas no período em que ele escreveu, principalmente vindas de intelectuais e autores parnasianos.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 01:49:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>melassis</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1476553240</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autores do pré-modernismo</strong></div><div><br><strong>* Euclides da Cunha (1866-1909)</strong></div><div>Nascido no Rio de Janeiro, esse autor notabilizou-se pela publicação, em 1902, da obra Os sertões, livro em que narra as experiências vivenciadas por ele na Guerra de Canudos, ocorrida no interior da Bahia entre 1896 e 1897, onde atuou como correspondente do jornal O Estado de S. Paulo.</div><div>Em Os sertões, o autor, embasado em teorias científicas vigentes na época, como o determinismo, o positivismo, além de seus conhecimentos de sociologia e de geografia, procurava não só descrever o que via na Guerra de Canudos mas também explicar, com o auxílio dessas áreas do conhecimento, o que ocorria no interior baiano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 01:51:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>melassis</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>* Lima Barreto (1881-1922)</strong></div><div>Nascido no Rio de Janeiro, Lima Barreto, escritor de origem humilde e descendente de negros escravizados, é considerado um dos principais autores pré-modernistas brasileiros. Autor de uma vasta obra, constituída por contos, crônicas e romances, não teve seu nome aprovado para ingresso na Academia Brasileira de Letras. Sua principal obra, o romance Triste fim de Policarpo Quaresma, publicado em 1915, assim como as outras obras do autor, expressa as características fundamentais do pré-modernismo, como o uso de uma linguagem mais popular e a representação de enredos centrados no cotidiano de homens comuns.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 01:53:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>melassis</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1476559455</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>* Monteiro Lobato (1882-1948)</strong></div><div>Paulista da cidade de Taubaté, Monteiro Lobato é considerado um dos mais importantes escritores brasileiros, principalmente no que se refere à literatura infantil juvenil. Apesar do grande destaque advindo de sua literatura feita para crianças, sobretudo com a publicação da sequência de livros do Sítio do Pica-pau Amarelo, o autor também ficou marcado na história da literatura brasileira pela publicação de obras com forte teor regional, como o livro de contos Cidades mortas, publicado em 1919.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 01:54:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>melassis</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>* Augusto dos Anjos (1884-1914)</strong></div><div>Nascido na Paraíba, Augusto dos Anjos é um dos principais poetas da literatura brasileira. Sua poesia tem a peculiaridade de apresentar traços típicos do simbolismo e do cientificismo naturalista, inovação que faz com que seja situado como um poeta pré-modernista.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 01:55:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>melassis</author>
         <link>https://padlet.com/thaisdalapicola/8o7wbcz8n4242zxy/wish/1476565712</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>* Graça Aranha (1868-1931)</strong></div><div>Nascido em São Luís, no Maranhão, Graça Aranha estreou na literatura com o romance Canaã, publicado em 1902. É situado como um escritor pré-modernista, pois nessa obra expressa tendências naturalistas e simbolistas, que, somadas, resultaram em uma literatura singular, a qual apontava indícios do que viria a ser problematizado com mais ênfase no século XX e início do século XXI: a questão racial.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 01:56:21 UTC</pubDate>
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         <title>Pré-Modernismo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Alunos:</strong> <em>Wanderson Dos Santos Ramos Filho, Kaique Vieira;</em> <br><strong>Turma:</strong> <em>3LOG1</em><br><strong>Prof.ª :</strong> <em>Thaís Dalapicola ff</em><br><br><br><strong>O que foi o Pré-Modernismo?<br></strong><br>O <strong>Pré-Modernismo</strong> foi um período de intensa movimentação literária que marcou a transição entre o simbolismo e o modernismo.</div><div>Caracteriza-se pelas produções desde início do século até a Semana de Arte Moderna, em 1922. Para muitos estudiosos, esse período não deve ser considerado uma escola literária, uma vez que apresenta inúmeras produções artísticas e literárias distintas.</div><div>Em outras palavras, ele reúne um <strong>sincretismo estético</strong>, com presença de características neo-realistas, neo-parnasianas e neo-simbolistas.<br><br><strong>Contexto histórico do pré-modernismo:</strong></div><div>No início do século XX, o Brasil e o mundo estavam passando por uma fase de muitas mudanças. Podemos destacar a transição da República da Espada para a República Velha, cuja política do café com leite concentrou o poder nas mãos das oligarquias paulistas e mineiras.<br>Foi nesse panorama que o regionalismo brasileiro começa a se expandir na virada do século, sendo enfatizado por diversos conflitos que surgiram entre a classe dominante e a classe dominada.</div><div>Assim, além da política do café com leite, inúmeras revoltas iam surgindo, tais como: revolta da vacina, revolta da chibata, revolta da armada, revolta de Canudos, etc.</div><div>Diante disso, os artistas do momento, gradualmente foram se voltando para a realidade brasileira, e assim, buscando uma linguagem mais simples e coloquial, o que resultou na produção de diversas obras de caráter social.</div><div>Na Europa, os movimentos artísticos de vanguardas (expressionismo, cubismo, futurismo, dadaísmo e surrealismo) já começavam a mostrar uma postura inovadora. Eles anunciavam esse novo mundo em transição e que se consolidaria aqui no Brasil com o movimento modernista, em 1922.</div><div>Por fim, nesse momento, diversos conflitos foram se espalhando pelo mundo, os quais culminariam na Primeira Guerra Mundial, em 1914.<br><br><strong>Características do pré-modernismo</strong></div><ul><li>Ruptura com o academicismo;</li><li>Ruptura com o passado e a linguagem parnasiana;</li><li>Linguagem coloquial, simples;</li><li>Exposição da realidade social brasileira;</li><li>Regionalismo e nacionalismo;</li><li>Marginalidade das personagens: o sertanejo, o caipira, o mulato;</li><li>Temas: fatos históricos, políticos, econômicos e sociais.</li></ul><div><br><strong>Autores brasileiros pré-modernistas</strong></div><div>Os escritores pré-modernos assumem uma posição mais crítica em relação à sociedade e aos modelos literários anteriores.</div><div>Muitos deles rompem com a linguagem formal do arcadismo e, além disso, exploram temas históricos, políticos e econômicos.<br>Os pré-modernistas que se destacaram na prosa foram: Euclides da Cunha, Graça Aranha, Monteiro Lobato e Lima Barreto. Já na poesia, merece destaque o poeta paraibano Augusto dos Anjos.<br><br></div><div><strong>1. Euclides da Cunha (1866-1909)</strong></div><div><a href="https://www.todamateria.com.br/euclides-da-cunha/">Euclides Rodrigues da Cunha</a> foi um escritor, poeta, ensaísta, jornalista, historiador, sociólogo, geógrafo, poeta e engenheiro brasileiro. Ocupou a cadeira 7 na Academia Brasileira de Letras de 1903 a 1906.</div><div>Publicou <em>Os Sertões: Campanha de Canudos</em>, em 1902, a qual é dividida em três partes: A Terra, o Homem, A Luta. Essa obra regionalista retrata a vida do sertanejo. Publicou também a <em>Guerra de Canudos</em> (1896-1897) no interior da Bahia.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 02:30:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pré-Modernismo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluno: Patrick J. Q. Xavier.<br>Turma: 3MAN1<br>Professora: Thaís Dalapicola.<br><br>O Pré-Modernismo teve seu início em 1902, estabelecendo como limite as obras <em>Os Sertões</em>, de Euclides da Cunha, e <em>Canaã</em>, de Graça Aranha. Terminou em 1922, com a Semana de Arte Moderna.</div><div>O movimento representou o momento de transição e de preparação para a fase de emancipação da literatura brasileira, o Modernismo.</div><div>O Pré-Modernismo, que coexistiu com o Simbolismo e o Parnasianismo, apontou os problemas de nossa realidade cultural e social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 02:39:12 UTC</pubDate>
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         <title>CONTEXTO HISTÓRICO</title>
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         <description><![CDATA[<div>O início do século XX foi marcado pelo confronto das rivalidades internacionais, que teve como resultado a Primeira Guerra Mundial (1914 – 18) e que teve como resultado o surgimento de uma nova potência: os Estados Unidos da América. Em 1917, com a Revolução Russa, o proletariado toma o poder. Começaram, então, a tomar forma dois regimes opostos: o comunismo e o capitalismo.</div><div>No Brasil, o Pré-Modernismo desenvolveu-se na época de transição da República da Espada (ditadura militar) para a República das Oligarquias ou República do café com leite, onde o Brasil foi governado ora por donos de fazendas cafeeiras de São Paulo, ora por fazendeiros de Minas, os dois estados mais ricos do país.</div><div>No entanto, nas cidades surgia uma classe média reformista e, nos quartéis, uma geração de militares, entusiasmados por ideias positivistas, que exigiam mudanças. Ao mesmo tempo, surgia pela primeira vez no país uma massa popular insatisfeita e propensa à revoltas sem sentido, como por exemplo a rebelião contra a vacina obrigatória (Revolta da Vacina), em 1904.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 02:41:04 UTC</pubDate>
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         <title>CARACTERÍSTICAS</title>
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         <description><![CDATA[<div>Para diversos estudiosos, o Pré-Modernismo no Brasil <strong>não deve ser considerado uma escola literária</strong>, uma vez que apresenta produções artísticas e literárias com características neorrealistas, neoparnasianas e neossimbolistas.</div><div>É possível compreender a fase como um termo genérico para designar a produção de alguns autores que, embora ainda não sejam considerados modernos, já promoviam rupturas com o passado.</div><div>Entre as principais características do movimento pré-modernista estão a <strong>ruptura com a linguagem acadêmica</strong> e artificial dos parnasianos, a problematização e denúncia da realidade sócio-cultural brasileira, o regionalismo e o nacionalismo, e a exposição de personagens como o operário suburbano, o mulato, o caipira interiorano e o imigrante.</div><div>Ao retratarem as figuras desses tipos humanos, os escritores buscavam mostrar um <strong>novo regionalismo</strong>, mostrando uma terra diferente da revelada durante os períodos do <a href="https://www.estudopratico.com.br/romantismo/">Romantismo</a> e Realismo-Naturalismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 02:43:53 UTC</pubDate>
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         <title>PRINCIPAIS AUTORES E SUAS OBRAS</title>
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         <description><![CDATA[<div>“Os Sertões”, publicado em 1902,<strong> trata da </strong><a href="https://www.estudopratico.com.br/resumo-sobre-a-guerra-dos-canudos/"><strong>Guerra de Canudos</strong></a> (1896-1897), no interior da Bahia. Dividida em três partes (A Terra, O Homem e A Luta), a obra de Euclides da Cunha faz uma análise completa da terra e do sertanejo nordestino.</div><div>O escritor presenciou parte da guerra como correspondente do jornal O Estado de S. Paulo, e a obra pertence, ao mesmo tempo, à prosa científica e à prosa artística.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 02:44:41 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em “Canaã”, também publicado no ano de 1902, o escritor Graça Aranha documenta a <strong>imigração alemã no estado do Espírito Santo,</strong> por meio do conflito entre dois personagens principais, Milkau e Lentz, representantes de distintas linhas filosóficas.<br>O romance aborda temas como<strong> opressão feminina, militarismo</strong>, imperialismo germânico, ostracismo, dentre outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 02:49:17 UTC</pubDate>
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         <title>CURIOSIDADE</title>
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         <description><![CDATA[<div><em>Avenida Central, Rio de Janeiro. A grande reforma urbana ocorrida no início do século revelou um Brasil moderno e com características europeias. No entanto, por trás dessa fachada, persistiam o atraso e a pobreza. Os escritores das primeiras décadas do século conseguiram explorar, em suas obras, as contradições do país.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 02:49:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>2. Graça Aranha (1868-1931)</strong></div><div>José Pereira da <a href="https://www.todamateria.com.br/graca-aranha/">Graça Aranha</a> foi um escritor, diplomata maranhense e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras e organizador da Semana de Arte Moderna de 1922.<br><br></div><div>Sua obra que merece destaque é <em>Canaã</em>, publicada em 1902. Ela aborda sobre a migração alemã no estado do Espírito Santo. Outras obras que merecem destaque são: <em>Malazarte</em> (1914), <em>A Estética da Vida</em> (1921) e <em>Espírito Moderno</em> (1925).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 02:55:46 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><strong>3. Monteiro Lobato (1882-1948)</strong></div><div>José Bento Renato Monteiro Lobato foi um escritor, editor, ensaísta e tradutor brasileiro.<br>Um dos mais influentes escritores do século XX, <a href="https://www.todamateria.com.br/monteiro-lobato/">Monteiro Lobato</a> ficou muito conhecido por suas obras infantis de caráter educativo, como, por exemplo, a série de livros do <em>Sítio do Picapau Amarelo</em>.</div><div>Em 1918 publica <em>Urupês</em>, uma coletânea regionalista de contos e crônicas. Já em 1919 publica <em>Cidades Mortas</em>, livro de contos que retrata a queda do Ciclo do Café.<br><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 02:56:54 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><strong>4. Lima Barreto (1881-1922)</strong></div><div>Afonso Henriques de Lima Barreto, conhecido como <a href="https://www.todamateria.com.br/lima-barreto/">Lima Barreto</a>, foi um escritor e jornalista brasileiro.</div><div>Autor de uma obra critica veiculada aos temas sociais, o escritor rompe com o nacionalista ufanista e faz críticas ao positivismo.</div><div>Sua obra que merece destaque é o <a href="https://www.todamateria.com.br/triste-fim-de-policarpo-quaresma/"><em>Triste Fim de Policarpo Quaresma</em></a> escrito numa linguagem coloquial. Nela, o autor faz crítica à sociedade urbana da época.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 02:58:04 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><strong>5. Augusto do Anjos (1884-1914)</strong></div><div>Apesar de ser considerado simbolista, o poeta <a href="https://www.todamateria.com.br/augusto-dos-anjos/">Augusto dos Anjos</a> teve grande destaque no período pré-moderno.</div><div>Conhecido como o "poeta da morte" pelos temas inquietantes e sombrios explorados, ele ocupou a cadeira n° 1 da Academia Paraibana de Letras.</div><div>Sua única obra publicada em vida, <em>Eu </em>(1912), reúne diversos poemas que chocam pelos temas, pela agressividade, pelo uso de uma linguagem coloquial e cotidiana, bem como o de palavras consideradas antipoéticas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-30 02:58:28 UTC</pubDate>
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