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      <title>Psicologia 12°B by Inês Filipa</title>
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      <description>Eu com os outros: As relações precoces</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-03-14 12:11:06 UTC</pubDate>
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         <title>Aula do dia 14 de Março </title>
         <author>ines_filipa64</author>
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         <description><![CDATA[<div>Considero este tipo de aula interessante </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 12:22:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ines_filipa64</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 12:25:50 UTC</pubDate>
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         <title>Relações Precoces e Prematuritade</title>
         <author>ines_filipa64</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Todos nós nascemos prematuros e inacabadosfísica e psicologicamente.&nbsp;<br>- Desenvolvemo-nos através de relações precoces seguras e de qualidade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 12:28:10 UTC</pubDate>
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         <title>Vinculação </title>
         <author>ines_filipa64</author>
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         <description><![CDATA[<div> <br>- Decorre da relação precoce. </div><div>- É uma necessidade básica e inata do ser humano. </div><div>- É o laço afetivo recíproco que se estabelece entre o bebé/criança e outra pessoa (figura de vinculação) em direção à qual se dirige em busca de sustento, apoio e proteção. <br>- Tem um papel crucial no desenvolvimento físico, psicológico e social de bebé/criança. <br>- Expressa-se através de comportamentos de vinculação - reações que procuram manter a proximidade face às pessoas significativas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 12:28:23 UTC</pubDate>
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         <title>Características da Relação de Vinculação </title>
         <author>ines_filipa64</author>
         <link>https://padlet.com/ines_filipa64/8nqefk8vy53u/wish/241826370</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>- A procura de proximidade;</div><div>- A noção de base de segurança;</div><div>- O comportamento de refúgio;</div><div>- A angústia e o pretexto face à separação involuntária.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 12:29:03 UTC</pubDate>
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         <title>Spitz </title>
         <author>ines_filipa64</author>
         <link>https://padlet.com/ines_filipa64/8nqefk8vy53u/wish/241827839</link>
         <description><![CDATA[<div>- Depressão anaclitica<br>- Consequência de privação afetiva parcial<br>- Atonia afetiva, inércia motora, pobreza interativa, desorganização psicossomática<br><br>- Síndrome de hospitalismo<br>- Consequência de privação afetiva total e duradoura<br>- Atraso global do desenvolvimento, sentimentos de abandono, desamparo e medo<br>- Tem efeitos devastadores</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 12:32:03 UTC</pubDate>
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         <title>Bowlby</title>
         <author>ines_filipa64</author>
         <link>https://padlet.com/ines_filipa64/8nqefk8vy53u/wish/241828623</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Importância da vinculação precoce</strong><br><br>- A personalidade do adulto é connstruída a partir das ligações socioafetivas precoces.<br>- Os vínculos precoces derivam de necessidades inatas e fundamentos biológicos.<br>- A necessidade de vinculação é independente de outras necessidades básicas, como a alimentação<br><br><strong>Consequências da privação</strong><br><br>- Relações afetivas futuras superficias.<br>- Fraca concentração intelectual.<br>- Incapacidade de se relacionar socialmente com os outros. <br>- Inexistência de reações emocionais.<br>- Comportamentos desviantes.<br>- Deliquência. <br><br><strong>Ansiedade da separação </strong><br><br>1. Protesto: choro e chamamento.<br><br>2: Dor e luto derivados da perda/afastamento da figura de vinculação.<br><br>3. Desvinculação: evitamento da relação com outras pessoas; é uma necessidade de defesa.<br><br><strong>Conclusão<br><br></strong>- As investigações de Bowlby confirmaram as teses de Spitz.<br>- As investigações de Bowlby confirmaram as teses de Spitz.<br>- A teoria da vinculação de Bowlby contribuiu para a alteração profunda na forma de entender a primeira infância.<br>- À semelhança de Spitz, as teses de Bowlby ajudaram à remodelação das instituições de acolhimento de crianças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 12:33:47 UTC</pubDate>
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         <title>Ainsworth </title>
         <author>ines_filipa64</author>
         <link>https://padlet.com/ines_filipa64/8nqefk8vy53u/wish/241829516</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Experiência "Situação Estranha"</strong><br><br><br>A experiência foi realizada nos EUA em 26 famílias com crianças entre os 12 e os 18 meses e engloba diversos elementos geradores de ansiedade: <br>- Separação da figura de vinculação<br>- Exploração de um local estranho<br>- Interação com uma pessoa desconhecida<br><br>A experiência permitiu observae os seguintes aspetos:<br>- Comportamento exploratório da criança;<br>- Reação à separação da figura de vinculação;<br>- Reação ao estranho;<br>- Reunião com a figura de vinculação.<br><br><strong>Tipos de vinculação</strong></div><div><br>1. <strong>VINCULAÇÃO SEGURA </strong><br>- A criança brinca e é amistosa com o estranho na presença da figura de vinculação.<br>- Protesta com a saída da figura de vinculação.<br>- No momento da reunião, procura conforto na figura de vinculação e é rapidamente consolada.<br><br>&nbsp;2. <strong>VINCULAÇÃO INSEGURA </strong><br>- A criança revela ansiedade durante todo o teste.<br>- Fica inconsolável no momento da separação.<br>- Mostra comportamentos de aproximação/hostilidade do momento da reunião.<br><br>&nbsp;3. <strong>VINCULAÇÃO EVITANTE</strong>&nbsp;<br>- O comportamento da criança não se altera com a partida nem com a chegada da figura de vinculação.<br>- Reprime os sentimentos e a necessidade de vinculação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 12:35:37 UTC</pubDate>
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         <title>Harlow</title>
         <author>ines_filipa64</author>
         <link>https://padlet.com/ines_filipa64/8nqefk8vy53u/wish/241830846</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Isolamento total durante os 3 primeiros meses de vida</strong> - Reações de medo e de fuga ao serem colocados em conjunto com os outros indivíduos criados normalmente. Alguns macaco morreram de anorexia, mas a maioria sobreviveu, aprendendo e adaptando-se à nova situação. <br><br><strong>Isolamento total durante os 6 primeiros meses de vida</strong> - Os jovens isolam-se, são incapazes de interagir, abraçam-se e embalam-se e si mesmos, mostram reações de terror e, ao contrário dos primeiros, revelam-se inábeis para aprender e para se adaptarem à nova situação. Ao chegarem à adolescência, estes animais tornam-se extremamente violentos em relação aos indivíduos da sua espécie, inclusivamente em relação às suas próprias crias, que chegam a agredir até à morte. <br><br><strong>Isolamento total durante os 12 primeiros meses de vida</strong> - O isolamento por um período equivalente a cerca de 5 anos de vida de uma criança humana resulta em apatia e indiferença completa em relação aos outros indivíduos, ou seja, em ausência de qualquer comportamento de interacção social, positivo ou negativo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 12:38:22 UTC</pubDate>
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         <title>Harlow - Experiências Com Primatas</title>
         <author>ines_filipa64</author>
         <link>https://padlet.com/ines_filipa64/8nqefk8vy53u/wish/251459431</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1° </strong>O macaco prefere a "mãe" de pano, que não fornece nada para além de conforto, à "mãe" de arame, apesar de esta o alimentar. <strong><br>2° </strong>Quando exposto a um susto e sente medo, o macaco corre para a "mãe" de pano em busca de conforto e confiança. Uma vez que se sente seguro, começa a ameaçar e a "responder" ao boneco mecânico que lhe provocou o susto. <strong><br>3° </strong>Quando colocado numa sala desconhecida, com objetos igualmente desconhecidos, na presença da "mãe" de arame, o macaco age de forma insegura. Quando entra na sala, encontra um pedaço de pano e aconhega-se nele em busca de conforto. Nas mesmas circunstâncias, mas com a "mãe" de pano, o macaco conforta-se na "mãe e passado um bocado sente-se seguro e começa a explorar o espaço em que se insere e os objetos que o rodeiam. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-13 08:27:10 UTC</pubDate>
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