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      <title> 8 DE MARÇO - DIA INTERNACIOANAL DA MULHER. by ANA PAULA DE SOUZA MATOS</title>
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      <description>MULHERES INSPIRADORAS</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-06 14:09:44 UTC</pubDate>
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         <title>Por que 8 de março é o Dia Internacional da Mulher?</title>
         <author>paulamatos5</author>
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         <description><![CDATA[<div>As histórias que remetem à criação do <strong>Dia Internacional da Mulher</strong> alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.<br>Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.<br>O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.<br><br></div><div>Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.<br><br>Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra - em um protesto conhecido como "Pão e Paz" - que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.<br><br></div><div><strong>LEIA MAIS</strong>&nbsp; &nbsp;<a href="https://novaescola.org.br/conteudo/10272/mulheres-na-educacao"><strong>Mulheres são maioria na sala de aula, mas não no alto escalão</strong></a><br><br><br></div><div>Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o "8 de março" foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.<br><br>"O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países", explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 19:18:28 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres que fizeram história.</title>
         <author>paulamatos5</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div><div>Por Estela Aguiar<br><br></div><div>Antes de nós, vieram outras mulheres. Outras que às marchas, conquistaram seus direitos, sua voz, sua própria perspectiva de vida. Antes de nós, veio Dandara, que lutou pela liberdade de homens e mulheres escravizados no Brasil colonial. Esposa de Zumbi do Palmares, Dandara dominava técnicas da capoeira e teria lutado ao lado de homens e mulheres nas muitas batalhas consequentes a ataques a Palmares, quilombo que protegia escravos que conseguiam fugir e almejavam uma vida liberta.<br><br></div><div>Antes de nós, veio a Simone de Beauvoir, que deu base para a luta feminista ocidental, questionando o casamento e a submissão da mulher quanto ao seu parceiro. Escritora, filósofa, intelectual, ativista e professora, Simone foi também questão do ENEM de 2015.<br><br></div><div>Antes de nós, veio Maria Quitéria de Jesus, que entrou para o exército brasileiro disfarçada de homem para lutar contra os portugueses na Guerra da Independência. Nascida na Bahia, ela foi a primeira mulher a integrar uma unidade militar no Brasil.<br><br></div><div>Antes de nós, veio Coco Chanel que revolucionou a moda na década de 20, na produção de roupas confortáveis para representar a liberdade feminina, como por exemplo, a própria calça para mulheres.<br><br></div><div>Durante à marcha, Angela Davis, que lutou nas Panteras Negras contra a segregação racial que aconteceu no Estados Unidos na década de 60. Negra, mulher, ativista, feminista e, acima de tudo, lutadora, a educadora e professora americana, com 75 anos, continua lutando por uma sociedade mais igualitária.<br><br></div><div>Durante à marcha, a paquistanesa e ativista Malala Yousafzai ficou famosa mundialmente ao ser baleada na cabeça por grupo de talibãs na saída da escola em 2012, quando tinha apenas 15 anos. O motivo torpe foi seu questionamento contra a proibição de estudos para mulheres em seu país. Em 2014, a ativista se tornou a pessoa mais jovem a ganhar o Prêmio Nobel da Paz pela sua luta ao direito de estudar para as mulheres de seu país.<br><br></div><div>Durante à marcha, tivemos a companhia iluminada e meteórica da ex-vereadora, Marielle Franco. Socióloga, feminista e defensora dos direitos humanos brasileira, a mulher de fibra que lutou por Brasil com justiça, amor e igualdade. A cria da maré, como gostava de ser chamada, foi assinada em 14 de março de 2018.<br><br></div><div>No dia Internacional das Mulheres é necessário relembrar o quanto é preciso reafirmas as conquistas, reafirmar os espaços que ouçam nossa voz.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 14:03:09 UTC</pubDate>
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         <title>Obras literárias escrita por mulheres que mudam perspectivas.</title>
         <author>paulamatos5</author>
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         <pubDate>2022-02-23 14:17:00 UTC</pubDate>
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         <author>paulamatos5</author>
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         <pubDate>2022-02-23 14:21:44 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2022-02-23 14:25:11 UTC</pubDate>
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         <author>paulamatos5</author>
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         <pubDate>2022-02-23 14:26:26 UTC</pubDate>
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         <title>O protagonismo das mulheres em nossa história.</title>
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         <title>Mulheres protagonistas da história do Brasil.</title>
         <author>paulamatos5</author>
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         <pubDate>2022-02-23 14:36:17 UTC</pubDate>
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