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      <title>Casos clínicos tornozelo (22/04) by DENISE MARTINELI ROSSI</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-22 13:37:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Nome: Gabriel Souza</p><p>Idade: 17 anos</p><p>Profissão: Atleta de base de futebol (meia-atacante)</p><p>Avaliação fisioterapêutica: 3 semanas após a cirurgia </p><p>Histórico do caso:</p><p>Durante uma partida decisiva do campeonato estadual sub-18, Gabriel recebeu uma entrada lateral agressiva enquanto fazia um drible próximo à linha de fundo. O pé esquerdo ficou preso no gramado, e seu tornozelo sofreu uma torção abrupta em inversão forçada, seguida de uma queda imediata com sinais evidentes de dor intensa, edema e incapacidade de apoio.</p><p>Achados clínicos e exames:</p><p>	•	Edema volumoso no tornozelo esquerdo, hematoma difuso, dor à palpação no maléolo lateral.</p><p>	•	Teste de gaveta anterior e tilt talar sugerindo lesão ligamentar associada.</p><p>	•	Radiografia: fratura oblíqua do terço distal da fíbula (maléolo lateral), com leve deslocamento.</p><p>	•	Ressonância magnética: lesão parcial do ligamento talofibular anterior (LTFA) e estiramento do ligamento calcaneofibular.</p><p>Diagnóstico:</p><p>Fratura do maléolo lateral esquerdo associada à lesão ligamentar do complexo lateral do tornozelo (LTFA e LCF).</p><p><br></p><p>Abordagem médica:</p><p>Tratamento inicial:</p><p>	•	Imobilização imediata com tala suropodal.</p><p>	•	Gelo, elevação e analgesia (AINEs).</p><p>	•	Suspensão de carga com uso de muletas.</p><p>Conduta definitiva:</p><p>Diante da fratura levemente deslocada e da instabilidade ligamentar, optou-se por tratamento cirúrgico com fixação interna utilizando placa de compressão lateral em fíbula, associada a sutura do LTFA com âncoras reabsorvíveis.</p><p><br></p><p>Pós-operatório:</p><p>	•	Imobilização com bota ortopédica por 6 semanas.</p><p>	•	Protocolo de fisioterapia iniciado após 3 semanas com mobilização passiva e ativa leve, progredindo para treino de força, equilíbrio e propriocepção.</p><p>	•	Retorno gradual ao esporte previsto para 12-16 semanas, com acompanhamento em reabilitação esportiva.</p><p><br></p><p>Tipo de consolidação:</p><p>A fratura consolidou por ossificação primária (consolidação por contato), promovida pela fixação rígida com a placa e parafusos, favorecendo a regeneração óssea direta sem formação de calo visível. A cicatrização do ligamento ocorreu por segunda intenção, com formação de tecido colágeno remodelado ao longo da reabilitação.</p><p><br></p><p>Gabriel retomou os treinos com sua equipe após 4 meses, com fortalecimento adicional do tornozelo esquerdo e uso de tornozeleira funcional nas primeiras partidas. Em reavaliação de 6 meses, apresentava estabilidade articular, força preservada e sem queixas de dor ou instabilidade – um retorno de sucesso ao esporte competitivo.</p><p><br></p><p>Objetivos da 1ª semana de reabilitação pós-imobilização:</p><p>	1.	Reduzir edema e dor</p><p>	2.	Recuperar mobilidade articular (sem estressar o local da fratura ou o ligamento reparado)</p><p>	3.	Iniciar ativação muscular isométrica</p><p>	4.	Evitar rigidez e prevenir atrofia</p><p>	5.	Educar sobre descarga de peso parcial (se liberada pelo ortopedista)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 13:55:59 UTC</pubDate>
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         <title>Fratura de maléolo medial - grau II</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong>Caso Clínico – Fratura de Maléolo Medial com Lesão Ligamentar em Criança</strong></p><p><br></p><p><br></p><p>Identificação do Paciente:</p><p>Nome: Lucas Pereira</p><p>Idade: 8 anos</p><p>Sexo: Masculino</p><p>Escolaridade: Ensino Fundamental – 3º ano</p><p><br></p><p>Histórico do Acidente:</p><p>Durante uma brincadeira em um pula-pula, Lucas caiu de mau jeito, e outra criança caiu sobre sua perna direita, provocando torção com eversão forçada do tornozelo. A dor foi imediata e intensa, com choro constante, edema visível e incapacidade de apoiar o pé no chão.</p><p><br></p><p>Diagnóstico Médico:</p><p>Radiografia revelou fratura do maléolo medial (tíbia distal), com discreto desvio.</p><p>A ressonância magnética confirmou ruptura de grau II do ligamento tibiotalar anterior (porção profunda do ligamento deltoide), caracterizada por lesão parcial das fibras ligamentares, sem perda completa da continuidade.</p><p><br></p><p>Tratamento Médico:</p><p><br></p><ul><li><p>Imobilização com gesso curto por 4 semanas</p></li><li><p>Sem apoio nas duas primeiras semanas</p></li><li><p>Uso de tornozeleira funcional nas duas semanas seguintes, com carga gradual</p></li><li><p>Analgesia com paracetamol durante o período agudo</p></li><li><p>Encaminhamento para fisioterapia após retirada da imobilização</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p>Tipo e Fase de Consolidação Óssea:</p><p><br></p><ul><li><p>Tipo: Consolidação óssea secundária, com formação de calo ósseo</p></li><li><p>Fase atual: Início da fase de consolidação (remodelação inicial) – cerca de 5 semanas após o trauma, com formação óssea inicial visível e ganho progressivo de estabilidade.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Avaliação Fisioterapêutica (5ª semana pós-lesão):</strong></p><p><br></p><p><br></p><ul><li><p>Edema leve persistente na região medial do tornozelo</p></li><li><p>Dor leve à palpação medial (EVA: 2/10)</p></li><li><p>Amplitude de movimento reduzida (dorsiflexão e eversão principalmente)</p></li><li><p>Força muscular diminuída (grau 3 a 4 nos músculos da perna direita)</p></li><li><p>Marcha com descarga de peso incompleta, com insegurança</p></li><li><p>Déficit de equilíbrio unipodal e receio de retornar às atividades lúdicas</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p><strong>Diagnóstico Fisioterapêutico:</strong></p><p><br></p><p><br></p><p>Déficit funcional do tornozelo direito por fratura do maléolo medial associada a ruptura parcial (grau II) do ligamento tibiotalar anterior, com comprometimento de mobilidade, força, estabilidade articular e padrão de marcha, limitando a funcionalidade global e a participação nas atividades infantis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 13:59:45 UTC</pubDate>
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         <title>Fratura trimalelar (maleolo medial, lateral e posterior);  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Caso Clínico: Fratura Trimalelar com Lesão de Tecidos Moles, Ligamentos e Músculos</em>*</p><p>F. A. S., 29 anos, masculino, motoboy, sofreu um acidente de moto com impacto direto no tornozelo esquerdo em flexão plantar e rotação externa. Apresentava dor intensa, deformidade e exposição óssea na região lateral do tornozelo.  </p><p><strong>Diagnóstico Médico:</strong>  </p><p>- Fratura trimalelar (maleolo medial, lateral e posterior);  </p><p>- Ruptura do ligamento deltóide, talofibular anterior e posterior;  </p><p>- Laceração parcial do músculo tibial posterior e fibular longo;  </p><p>- Lesão de pele com exposição óssea lateral.</p><p>## Relação entre Fases da Cicatrização e Fases do Tratamento</p><p>1. Fase Inflamatória (0 a 5 dias): abordagem médica  e fisioterapêutica:</p><p>- Cirurgia de urgência (redução e fixação interna com placas e parafusos);  </p><p>- Sutura ligamentar e reparo muscular parcial;  </p><p>- Enxertia cutânea para cobertura da pele exposta;  </p><p>- Imobilização rígida com bota ortopédica;  </p><p><em>- Medidas fisioterapêuticas:</em> crioterapia, elevação do membro, analgesia, prevenção de complicações respiratórias e vasculares (ex: exercícios ativos em cadeia aberta nos membros superiores e contralaterais).</p><p> <strong>2. Fase Proliferativa (6 dias a 6 semanas): abordagem médica e fisioterapêutica:</strong>  </p><p>- Monitoramento do processo de cicatrização óssea e cutânea;  </p><p>- Início da fisioterapia com mobilizações passivas e ativas-assistidas, evitando carga;  </p><p>- Cinesioterapia para manutenção da força muscular proximal;  </p><p>- Eletroterapia para recrutamento do tibial posterior e fibulares;  </p><p>- Prevenção de aderências nos locais de enxertia cutânea.</p><p><em>3. Fase de Maturação/Remodelamento (6 semanas a 12 meses): abordagem médica e fisioterapêutica:</em>  </p><p>- Retirada progressiva da imobilização e início da carga parcial;  </p><p>- Fortalecimento muscular direcionado (panturrilha, tibial anterior, fibulares);  </p><p>- Treino de marcha com e sem auxílio de muletas;  </p><p>- Reeducação proprioceptiva com pranchas instáveis;  </p><p>- Terapias manuais para ganho de amplitude articular e liberação de fibroses;  </p><p>- Retreinamento funcional voltado para atividades ocupacionais.</p><p>- </p><p>**Evolução:*  </p><p>Aos 8 meses, Felipe apresentava recuperação funcional de aproximadamente 90%, com leve limitação em dorsiflexão e rigidez matinal. Retornou ao trabalho com restrições temporárias e manteve acompanhamento ambulatorial.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 14:03:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 14:05:35 UTC</pubDate>
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         <title>Julia e Thaís</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Identificação:</strong></p><ul><li><p>Nome: Mariana S.</p></li><li><p>Sexo: Feminino</p></li><li><p>Idade: 22 anos</p></li><li><p>Profissão: Estudante de Educação Física / Atleta amadora de futebol</p></li></ul><p><strong>Histórico do Caso:<br></strong>Mariana sofreu uma entorse grave de grau 3 no tornozelo direito durante um jogo de futebol. Ao tentar mudar rapidamente de direção, seu pé ficou preso no gramado, resultando em uma torção violenta em inversão. Ela sentiu dor intensa, ouviu um estalo e não conseguiu mais apoiar o pé no chão.</p><p>O diagnóstico médico revelou <strong>fratura estável do maléolo lateral (tipo B – Danis-Weber)</strong> e <strong>ruptura completa do ligamento talofibular anterior (LTFA)</strong>. Devido ao perfil atlético da paciente e ao risco de instabilidade crônica, optou-se por <strong>tratamento cirúrgico</strong> com as seguintes abordagens:</p><ul><li><p><strong>Osteossíntese</strong> do maléolo lateral com placa e parafusos (fixação interna)</p></li><li><p><strong>Reparo do ligamento talofibular anterior (LTFA)</strong> com sutura direta ou técnica de reforço ligamentar (possivelmente com âncoras)</p></li><li><p>Imobilização pós-operatória com bota ortopédica por 2 semanas, com elevação e repouso</p></li><li><p>Retirada progressiva da imobilização e início precoce de fisioterapia passiva (a partir da 2ª semana)</p></li><li><p>Restrição de apoio por 3 a 4 semanas, com uso de muletas</p></li><li><p>Reavaliação radiográfica e clínica periódica para controle da consolidação óssea e integridade ligamentar</p></li></ul><p>Na avaliação fisioterapêutica (2 semanas após cirurgia), observou-se: <strong>edema moderado</strong>, <strong>aderência cicatricial leve</strong>, <strong>dor e rigidez articular</strong>, <strong>fraqueza muscular</strong>, <strong>déficit de propriocepção</strong>, <strong>marcha antálgica</strong> e <strong>potencial kinesiophobia</strong>. Os principais problemas clínicos incluem: <strong>limitação funcional da marcha, mobilidade e força reduzidas, alterações de controle motor e cicatriz aderente</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 14:09:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <pubDate>2025-04-22 14:12:01 UTC</pubDate>
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         <title>Caso clínico: Alana e Luiza </title>
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         <pubDate>2025-04-22 14:13:51 UTC</pubDate>
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         <title>Caso clínico </title>
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         <pubDate>2025-04-22 14:13:56 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Paciente</strong></p><p>	•	Nome: João Carlos da Silva</p><p>	•	Idade: 32 anos</p><p>	•	Profissão: Pedreiro</p><p>	•	Data do trauma: 10/01/2025</p><p>⸻</p><p><strong>Mecanismo de Trauma</strong></p><p>	•	Queda de 2 metros com torção do tornozelo em rotação externa e eversão.</p><p>	•	Lesão de alta energia, indireta.</p><p>⸻</p><p><strong>Avaliação Médica</strong></p><p>	•	Dor intensa, edema, hematoma.</p><p>	•	Incapacidade de deambular.</p><p>	•	Integridade neurovascular preservada.</p><p>⸻</p><p><strong>Avaliação Fisioterapêutica Inicial</strong></p><p>	•	Dor à palpação e movimento.</p><p>	•	Edema acentuado.</p><p>	•	Redução da amplitude de movimento (ADM).</p><p>	•	Uso de muletas e ausência de marcha.</p><p>⸻</p><p><strong>Diagnóstico por Imagem</strong></p><p>	•	Radiografia: Fratura do maléolo medial (tíbia) e lateral (fíbula – tipo B).</p><p>	•	Ressonância: Subluxação talocrural, lesão parcial do ligamento deltóide e edema ósseo.</p><p>⸻</p><p><strong>Diagnóstico Médico</strong></p><p>	•	Fratura bimaleolar instável com lesão ligamentar parcial.</p><p>	•	Indicação de cirurgia.</p><p>⸻</p><p><strong>Tratamento Médico</strong></p><p>	•	Cirúrgico (RAFI): Fixação com placa/parafusos na fíbula e parafuso de compressão na tíbia.</p><p>	•	Pós-operatório: Imobilização com bota gessada por 6 semanas, analgesia, anticoagulante, início precoce da fisioterapia.</p><p>⸻</p><p><strong>Cicatrização</strong></p><p>	•	Óssea:</p><p>	•	Fase inflamatória (1–7 dias)</p><p>	•	Fase de reparo (1–6 semanas)</p><p>	•	Remodelamento (meses)</p><p>	•	Tecidos moles:</p><p>	•	Cura da pele em até 14 dias.</p><p>	•	Ligamentos: até 6 meses.</p><p>⸻</p><p><strong>Fisioterapia por Fases</strong></p><p>	1.	<strong>Fase 1</strong> (0–6 sem):</p><p>	•	Prevenção de complicações</p><p>	•	Mobilidade de segmentos proximais</p><p>	•	Marcha com muletas</p><p>	2.	<strong>Fase 2</strong> (6–12 sem):</p><p>	•	Ganho de ADM</p><p>	•	Fortalecimento progressivo</p><p>	•	Carga parcial e treino de marcha</p><p>	3.	<strong>Fase 3</strong> (12+ sem):</p><p>	•	Recuperar função completa</p><p>	•	Propriocepção, pliometria e reeducação da marcha</p><p>⸻</p><p><strong>Prognóstico</strong></p><p>	•	Reabilitação em 4 a 6 meses.</p><p>	•	Alta com ADM recuperada, força adequada, marcha independente e funcionalidade total.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 14:18:12 UTC</pubDate>
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         <title>Fratura trimaleolar</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2025-04-22 14:20:58 UTC</pubDate>
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