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      <title>Linha do Tempo by </title>
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      <description>Trabalho de portfólio apresentado para o
curso de Letras da UNINTER
Aluno: Sydna Carla Menezes Souza
RU: 3675285</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-05 17:53:59 UTC</pubDate>
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         <title>1891</title>
         <author>sydnaspecter</author>
         <link>https://padlet.com/sydnaspecter/8mjjlx5uaizsq1rd/wish/2171892427</link>
         <description><![CDATA[<div>Na Constituinte de 1891, o direito ao voto feminino foi reivindicado, tendo o apoio de futuros presidentes como Nilo Peçanha, Epitácio Pessoa e Hermes da Fonseca. Tal projeto não foi aprovado pela Constituinte.&nbsp;Não havia exclusão expressa à mulher do voto porque não havia a ideia da mulher como um indivíduo dotado de direitos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-05 18:21:11 UTC</pubDate>
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         <title>Século XVIII</title>
         <author>sydnaspecter</author>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil, a mulher tinha&nbsp; graves obstáculos à sua inserção no cenário literário, sob a perspectiva de uma colonização cultural e econômica. Prevalecia a exclusão das mulheres, até mesmo no cenário constitucional, pois tinha-se o pensamento de que as mulheres eram intelectualmente inferiores aos homens,&nbsp; logo seus<br>pensamentos e sua escrita não era levada a sério, nem mesmo em consideração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 14:35:24 UTC</pubDate>
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         <title>1934</title>
         <author>sydnaspecter</author>
         <link>https://padlet.com/sydnaspecter/8mjjlx5uaizsq1rd/wish/2183892942</link>
         <description><![CDATA[<div>Na Constituição de 1934 a questão do voto estava resolvida pelo Código Eleitoral, que entrou em vigor ainda no regime constitucional anterior, e foi confirmado pelo artigo 108 da nova Constituição: concessão de direito ao voto às mulheres. Outra mudança foi que o voto passou a ser obrigatório às mulheres que ocupavam função pública. Como o texto constitucional trazia como condição de elegibilidade ser alistado como eleitor, era viável às mulheres concorrerem a cargos de deputado federal, ministro de Estado e Presidente da República.&nbsp;<br>Através do Decreto nº 21.417-A, foi inaugurando alguns princípios de proteção ao trabalho da mulher que foram incorporados pelo texto de 1934, como a igualdade de salário, proibição de trabalho da mulher em local insalubre e concessão de descanso no período anterior e pós parto. O texto constitucional apresentou expressamente que as mulheres ficariam excetuadas do serviço militar. Também se preocupou o Constituinte em estabelecer expressamente a igualdade de gênero no acesso aos cargos públicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 14:35:39 UTC</pubDate>
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         <title>Século XIX</title>
         <author>sydnaspecter</author>
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         <description><![CDATA[<div>O movimento feminista, na segunda metade do século XIX, ajudou a disseminar a escrita da mulher no Brasil. Sob a influência do pensamento cientificista, as mulheres começaram a publicar mais intensamente; surgiu uma imprensa feminina onde circulava jornais e revistas voltados<br>para os seus interesses. Por meio de artigos, contos, poemas e crônicas, era retratada a vida da mulher<br>burguesa em seu espaço privado e familiar.<br>ESCRITORA: Júlia Lopes de Almeida - (1862-1934): foi uma das poucas citadas nos compêndios de literatura brasileira, encerra em 1934, com a publicação do romance Pássaro tonto, a série de romances iniciada no século XIX.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 14:36:23 UTC</pubDate>
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         <title>1937</title>
         <author>sydnaspecter</author>
         <link>https://padlet.com/sydnaspecter/8mjjlx5uaizsq1rd/wish/2183893686</link>
         <description><![CDATA[<div>A Constituição de 1937 é fruto de golpe de Estado de 10 de novembro. Quanto ao tema a que se dedica este trabalho, não houve substanciais alterações da Constituição anterior, entretanto, os direitos garantidos às mulheres foram externados de modo diverso.<br>Agora, foi acrescentado o direito a voto para as mulheres, e, por fim, quanto ao serviço militar obrigatório, deixou a Constituição, em seu artigo 164, de excluir expressamente as mulheres, assim, a mulher também tinha o dever de prestar os serviços militares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 14:36:46 UTC</pubDate>
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         <title>Século XX</title>
         <author>sydnaspecter</author>
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         <description><![CDATA[<div>As primeiras décadas do século XX apresentam aparições isoladas da produção ficcional de mulheres brasileiras, e nessa produção os questionamentos acerca dos padrões vigentes da sociedade também eram momentos isolados. Em geral, as escritoras eram tratadas com total descrédito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 14:37:53 UTC</pubDate>
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         <title>1946</title>
         <author>sydnaspecter</author>
         <link>https://padlet.com/sydnaspecter/8mjjlx5uaizsq1rd/wish/2183894847</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto de 1946, no que se refere ao direito ao voto, manteve-se sua extensão às mulheres e, agora, há previsão de sua obrigatoriedade tanto para os homens como para as mulheres, salvo exceções previstas em lei.<br>Há previsão expressa também no sentido de igualdade salarial, no desempenho de um mesmo trabalho, sem distinção de idade, sexo, nacionalidade ou estado civil. Manteve-se, então, a disposição que já era prevista nas Constituições de 1934 e 1937, de proibir o trabalho da mulher em locais insalubres.<br>A Constituição de 1946 retomou a posição do texto de 1934 para estabelecer o direito da gestante a descanso antes e depois do parto sem prejuízo de seu emprego, e nem do salário, assim como trouxe previsão expressa acerca da assistência e previdência em favor da maternidade.<br>Por fim, quanto à prestação de serviço militar obrigatório, voltou a excluir expressamente as mulheres, assim todos os brasileiros seriam obrigados ao serviço militar ou a outros encargos necessários à defesa da Pátria, nos termos e sob as penas da lei, porém as mulheres ficaram isentadas do serviço militar, mas também sujeitas aos encargos que a lei estabelecesse.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 14:38:21 UTC</pubDate>
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         <title>Ano 1970</title>
         <author>sydnaspecter</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nas décadas de 1970 e 1980, o corpo representativo da literatura de autoria feminina no Brasil é caudatário de uma ampla gama de reivindicações e conquistas produzida pela revolução cultural dos anos de 1960. É uma literatura que traz, agora de modo mais efetivo, características da reconstrução identitária da mulher, que sente a urgência de recriar a própria história. Contudo, sem condições de libertar-se da ideologia centralizadora do patriarcado.<br>ESCRITORA: Clarice Lispector (Chaya Pinkhasivna Lispector) - (1920-1977): foi uma escritora e jornalista brasileira nascida na Ucrânia. Autora de romances, contos, e ensaios, é considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX. Sua obra está repleta de cenas cotidianas simples e tramas psicológicas, reputando-se como uma de suas principais características a epifania de personagens comuns em momentos do cotidiano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 14:45:34 UTC</pubDate>
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         <title>1967</title>
         <author>sydnaspecter</author>
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         <description><![CDATA[<div>No que tange à igualdade de gênero, a Constituição de 1967 não trouxe muitas alterações, mantendo o posicionamento que havia tomado no texto anterior, como a não obrigatoriedade de prestação de serviço militar pela mulher, e proibição do trabalho da mulher em locais insalubres.<br>A mudança que mais se destaca é que o tempo de serviço da mulher, para fins de aposentadoria, deixou de ser trinta e cinco anos e passou a ser trinta anos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 14:45:49 UTC</pubDate>
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         <title>Anos de 1977/1993</title>
         <author>sydnaspecter</author>
         <link>https://padlet.com/sydnaspecter/8mjjlx5uaizsq1rd/wish/2183902489</link>
         <description><![CDATA[<div>O Prêmio Camões é um prémio literário instituído pelos Governos de Portugal e do Brasil em 1988 com vista a estreitar os laços culturais entre os vários países lusófonos e enriquecer o património literário e cultural da Língua Portuguesa. Atribuído anualmente desde 1989, é o maior galardão outorgado no âmbito da Literatura em Língua Portuguesa. E a primeira mulher a ganhar o Prêmio Camões foi Rachel de Queiroz. Ela também concorreu contra o jurista Pontes de Miranda para a vaga de Cândido Mota Filho da cadeira 5 da Academia Brasileira de Letras. Venceu o pleito por 23 votos, contra 15 dados ao opositor e um em branco. Foi empossada em 4 de novembro de 1977. Foi a primeira mulher a ingressar na ABL.<br>ESCRITORA: Rachel de Queiroz - (1910-2003): foi uma escritora brasileira. A primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras e a primeira mulher a receber o Prêmio Camões. Foi também jornalista, tradutora e teatróloga.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 14:50:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1988</title>
         <author>sydnaspecter</author>
         <link>https://padlet.com/sydnaspecter/8mjjlx5uaizsq1rd/wish/2183902596</link>
         <description><![CDATA[<div>A Constituição de 1988 simboliza o marco jurídico da redemocratização do Brasil, após o período de ditadura militar, bem como da institucionalização dos direitos humanos em nosso país. Além de representar uma transição democrática, a Constituição Cidadã também trouxe um aprimoramento da democracia, introduzindo instrumentos de participação direta do cidadão, como o plebiscito, o referendo e a iniciativa popular. No que tange à participação feminina, destaca-se a Carta das Mulheres Brasileiras aos Constituintes, que compilava as principais reivindicações dos movimentos de mulheres.<br>Assim, são diversos os dispositivos da Constituição vigente que demonstram os avanços normativos no que tange à igualdade de gênero.<br>Em primeiro, destaca-se o artigo 5º, inciso I, que&nbsp; estabelece expressamente a igualdade entre homens e mulheres em geral: "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade."<br>Outro ponto de alterações significativas é a família. Assim, quanto a este aspecto, destacam-se os seguintes dispositivos constitucionais:<br>Art. 226: "A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado."<br>● "Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento."<br>● "Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher."<br>Dessa forma, dos primeiros parágrafos acima transcritos, observa-se que a Constituição de 1988 trouxe o reconhecimento da união estável e a participação igualitária da mulher e do homem na família.<br>Mais uma questão de suma importância, como já se destacou, refere-se à normas relacionadas ao trabalho da mulher. O Texto de 1998 se preocupou em expressamente trazer a proibição da discriminação no mercado de trabalho por motivo de gênero (sob a rubrica sexo, todavia) ou estado civil.<br>Outro tema relevante na Constituição de 1988, e que também se relaciona com o contexto histórico, foi a abertura do ordenamento jurídico à ordem internacional, em especial no que se refere aos Tratados Internacionais de Direitos Humanos. No que tange à polêmica da obrigatoriedade de prestação de serviço militar obrigatório, a Constituição de 1988 manteve o posicionamento de que as mulheres não se encontram obrigadas a servir à pátria.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 14:50:59 UTC</pubDate>
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         <title>Ano 1990</title>
         <author>sydnaspecter</author>
         <link>https://padlet.com/sydnaspecter/8mjjlx5uaizsq1rd/wish/2183905219</link>
         <description><![CDATA[<div>A&nbsp;literatura de autoria feminina compõe, a partir dos anos 90, um corpo expressivo e multifacetado, que reflete o resultado de décadas de elaborações teóricas e práticas reivindicatórias, no sentido de atualizar a queda de conceitos e valores tradicionais/patriarcais de nossa cultura. O impacto dos primeiros movimentos de ruptura com a tradição já foi absorvido. O trabalho de desconstrução dos cânones sociais já percorreu um considerável caminho e as novas indagações que a literatura propõe refletem as perplexidades que despontam no limiar do terceiro milênio. Muitas escritoras surgidas nas décadas anteriores prosseguem publicando na atualidade, assim como despontam novos e promissores talentos que tendem a representar e discutir criticamente as novas configurações socioculturais da pósmodernidade. Verifica-se, enfim, uma atitude positiva, por parte das mulheres, de exploração de possibilidades literárias mais integradas com as demandas do mundo contemporâneo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 14:55:18 UTC</pubDate>
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