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      <title>Isabel Fernandes E1T3036 by Isabel Fernandes</title>
      <link>https://padlet.com/isabelmfernandes/IsabelFernandesE1T3036</link>
      <description>Professora de Física e Química na Escola Secundária Filipa de Vilhena, no Porto</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-10 07:43:11 UTC</pubDate>
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         <title>Isabel Fernandes</title>
         <author>isabelmfernandes</author>
         <link>https://padlet.com/isabelmfernandes/IsabelFernandesE1T3036/wish/129424736</link>
         <description><![CDATA[<div>E1T3036<br><br>Sou professora de Física e Química na Escola Secundária Filipa de Vilhena, no Porto<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-10 07:44:42 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo um</title>
         <author>isabelmfernandes</author>
         <link>https://padlet.com/isabelmfernandes/IsabelFernandesE1T3036/wish/130072825</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 1.6</strong><br><strong>Opção C<br></strong><br></div><div>"Disseram-me para ser tutor, mas não sei exatamente o que significa a tutoria ..."</div><div><br></div><div>Precisas acima de tudo "ajudar" os alunos a potenciar as suas capacidades. Incentivar e apoiar as suas aprendizagens.  Retificando sempre as estratégias adoptadas de modo a que estas se revelem eficazes. Apoiar um aluno em tutoria requer atividades planificadas e muito estruturadas e adequadas a cada aluno. As atividades devem ser dirigidas ao aluno em questão. Personalizadas.É um processo em constante construção e motivador. Acredita que sim!</div><div><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-12 10:21:00 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo um</title>
         <author>isabelmfernandes</author>
         <link>https://padlet.com/isabelmfernandes/IsabelFernandesE1T3036/wish/130155002</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 2.3</strong><br><strong>Opção B</strong> - Compreensão e envolvimento do tutorando<br><br>Penso que este será dos três objectivos o mais complicado  de executar pois depende em muito da predisposição interior do tutorando. A função do tutor é estimular e induzir um aprofundamento dos problemas mas estes só podem ser perfeitamente resolvidos se o tutorando tiver um compromisso verdadeiro consigo. Aceitar que é preciso mudar. Têm que querer por eles. Têm que ser "eles" a promover a verdadeira mudança. O tutor funciona apenas como o meio para atingir o fim. Tem que existir o um comprometimento sério por parte dos tutorandos e por vezes isso pode não acontecer. Mudar mentalidades é difícil<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-12 15:02:00 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo dois</title>
         <author>isabelmfernandes</author>
         <link>https://padlet.com/isabelmfernandes/IsabelFernandesE1T3036/wish/132815237</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 1.7<br>Opção A<br></strong><br>"Importância de construir um projecto de vida. Como introduzir os 3 tipos de conhecimento na conversa a propósito deste tema"<br><br><br>O conhecimento declarativo é introduzido quando se questiona o tutorando sobre a construção do seu&nbsp; projeto de vida, sobre aquilo que ele entende&nbsp; o que é e se "fornece" as informações necessárias para que ele perceba, interiorize e compreenda o que é afinal um projecto de vida e como construir um - Saber o que é e como construir o seu. O conhecimento procedimental surge quando o tutorando operacionaliza esse mesmo projecto de vida que traçou. Consegue realizar as tarefas a que se propôs e há um dar a conhecer, pela parte do tutor,&nbsp; da forma de melhorar as diferentes estratégias traçadas. O tutor discute com o tutorando a explicação das estratégias usadas por este último para ultrapassar os pequenos problemas que vão surgindo. O conhecimento condicional é conseguido e introduzido quando o tutorando é capaz de ele sozinho escolher e aplicar as estratégias em novas questões/problemas que surgem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-24 18:28:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedrodandre</author>
         <link>https://padlet.com/isabelmfernandes/IsabelFernandesE1T3036/wish/132864705</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-24 22:05:38 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação dia 31 outubro - A minha experiência ou a ausência em tutorias</title>
         <author>isabelmfernandes</author>
         <link>https://padlet.com/isabelmfernandes/IsabelFernandesE1T3036/wish/134153139</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Até à data nunca desempenhei funções como tutora e a experiência mais próxima que tenho de tutorias é como membro de uma direção. Há uns anos atrás integrei uma direção e uma das minhas colegas era responsável pela atribuição dos apoios e tutorias. Semanalmente, em reunião de direção, eram "discutidos" quais os "casos" mais urgentes de atribuição de tutoria. As tutorias eram atribuídas a docentes previamente escolhidos, atendendo ao perfil do aluno e do professor. Tentava-se, sempre e de modo possível, adequar um ao outro. A atribuição das tutorias não passava tanto por alunos com retenções repetidas mas sim a alunos que demonstravam dificuldades de integração na escola/turma, e/ou atitudes menos adequadas em contexto de escola mas que já se sabia, previamente, que existia uma situação familiar mais complicada podendo implicar ou não um risco de abandono escolar. Grande maioria dos alunos estavam referenciados na CPCJ. Os alunos inseriam-se em três grandes grupos, apresentando dificuldades:</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - ao nível das aprendizagens (falta de hábitos de trabalho, organização do estudo e dificuldades de concentração);<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- ao nível emocional (desmotivação, instabilidade emocional, agressividade, baixa auto-estima);<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - ao nível social (dificuldades de integração, problemas familiares, lacunas ao nível dos valores, indisciplina);<br>As atividades desenvolvidas ficavam um pouco ao critério do professor tutor e podiam englobar atividades do tipo:<br>&nbsp; &nbsp; - os tradicionais métodos de trabalho e estudo, técnicas;<br>&nbsp; &nbsp; - o tentar "chegar" ao aluno, promovendo a sua integração de forma positiva , estabelecendo metas e compromissos a curto e longo prazo;<br>Existia um plano individual de ação tutorial e uma plena articulação com os DT, na tentativa de resolver problemas. Tentou-se sempre de alguma forma promover a cooperação com a família e a sua responsabilização.<br>Com esta forma de actuar pretendia-se essencialmente conhecer melhor os interesses do aluno, orientar nas tarefas escolares e pessoais. O professor tutor, mais adequado a cada caso, selecionava atividades atrativas, informais e diferentes da de sala de aula, incutindo se possível a motivação e o gosto.<br><br></div><ul><li>Atualmente não desemprenho nenhuma função como tutora, neste ano estou numa escola com uma realidade um pouco distinta. Claro que existem questões de indisciplina e penso que existem alguns alunos (um grupo que nem chega a dez) com retenções repetidas. Não sei qual a sensibilidade da direção da escola no que se refere às tutorias e penso que só devem ser atribuídas após reuniões intercalares. Não sei, igualmente, como vão ser organizadas e a única informação prestada, e aquando da minha inscrição neste mesmo curso, é que existia esse tal grupo reduzido mas que ainda estavam a fazer uma espécie de "levantamento". Há sensibilidade em formar pequenos grupos de modo a facilitar o trabalho e os resultados positivos.</li><li>Da leitura que fiz do despacho 4-A, nomeadamente no que se refere ao seu artigo 12º não consigo salientar grandes diferenças, em relação às tutorias que já se faziam. A única ressalva é o apoio tutorial específico alunos do 2º e 3º ciclo com duas ou mais retenções ao longo do percurso escolar e que as "horas" de tutoria surgem como "horas de redução da componente letiva". O mesmo artigo 12º, no seu ponto 5 elenca uma série de atividades que são da competência do professor tutor, ao qual podem ser acrescidas outras atendendo à especificidade de cada escola e/ou caso. Na minha opinião tudo isto já há muito é feito nas escolas de um modo, possivelmente autodidata e apenas com o bom senso de cada tutor ou equipas de tutores/professores da turma/direções de escola.</li><li>Esta ação vem colmatar as lacunas que existiam na implementação destas "ajudas" no campo das tutorias. Tudo que se fazia de uma forma empírica e apenas com o bom senso de cada um é agora sustentado (ou não) com um suporte teórico servindo de apoio para a resolução de problemas/conflitos que vão surgindo durante as sessões de tutoria. Permite refletir sobre estas temáticas que muitas vezes são (ou não) distantes da nossa prática habitual. Um tutor é essencialmente um veículo para a promoção do sucesso, quer seja ao nível das aprendizagens, ao nível emocional quer social, e a tutoria ao ser planeada, estrutura e convenientemente pensada e estando o professor tutor munido de uma série de ferramentas para o seu trabalho, fornecidas por uma formação adequada, torna a tutoria mais eficaz. Toda a informação teórica do módulo um, assenta nestes pressupostos. Salienta a importância que as atividades desenvolvidas em tutoria devem ser convenientemente monotorizadas de forma a serem retificadas, reajustadas ou até equacionadas de um outro modo&nbsp; para produzirem os resultados "ideias". Neste processo mais ou menos longo de apoio tutorial , deve o tutor criar uma atmosfera de segurança e confiança promovendo a autoexploração do tutorando , aprofundando problemas e levando a uma mudança comportamental. Toda a base teórica do módulo assenta na compreensão e envolvimento que deve existir entre tutor e tutorando e além de mais refere o compromisso que o tutorando deve evidenciar e deve ter com o plano individual de modo a ultrapassar lacunas (quer sejam de aprendizagens, emocionais ou sociais).</li><li>As bases sólidas teóricas que o tutor deve "aprender" para conseguir uma maior eficácia no plano individual comportam os três tipos de conhecimento, uma vez que a aprendizagem conceptual é um aspecto chave do processo de aprendizagem - módulo dois. A "ajuda" do tutor deve ter início nas crenças, opiniões e naquilo que o tutorando conhece de si próprio. O começar por transmitir ao tutorando concretamente "o que é" partindo da base que se tem e da base que o tutorando tem - conhecimento declarativo. Só depois tratar da operacionalização de todo o processo , levando o tutorando a realizar/aplicar diferentes estratégias, discutindo todos os passos seguidos na resolução de problemas, como problemas específicos da sua vida que lhe parecem à partida sem resolução possível - conhecimento procedimental. O saber "o como" realizar determinada tarefa implica possuir um conhecimento declarativo prévio. Por fim, para que o tutorando utilize o "saber" com flexibilidade&nbsp; é essencial que esteja presente uma prática guiada com feedback. O tutorando é capaz de realizar tarefas diferentes evocando conhecimento adquirido, quando surgem outras adversidades não previstas, situações novas - conhecimento condicional. Cabe ao tutor conhecer estes processos de aprendizagens e os evocar&nbsp; de modo que os tutorandos questionem a sua forma de pensar. Os tutores devem construir cuidadosamente&nbsp; uma base de bom relacionamento e de interação com os os seus tutorandos assegurando etapas futuras, quando todo o processo se tornar mais exigente e envolvente. O tutor surge como um facilitador da autoexploração apenas coloca questões tentando levar a uma mudança interior . É essencial que o tutorando interiorize o seu problema e assuma a responsabilidade da mudança. Da sua mudança. O papel do tutor surge assim como facilitador na transição da responsabilidade. O tutorando assume a responsabilidade na condução ativa do seu projecto de vida. O tutor pode como exemplo realizar ações que visam resolver problemas já identificados, assume assim um papel de estimulador e confronta o tutorando com os seus problemas. É expectável que os tutorandos compreendam com profundidade as suas preocupações e que comprometam na mudança pois só assim há sucesso na ação a realizar. Assim sendo deve-se realizar sempre uma autoexploração, uma autocompreensão e autocomprometimento com a mudança e por fim ações adequadas e eficazes. Só assim se conduz o tutorando ao sucesso.</li></ul><div><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-31 08:31:25 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo três</title>
         <author>isabelmfernandes</author>
         <link>https://padlet.com/isabelmfernandes/IsabelFernandesE1T3036/wish/134625655</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 1.7<br>Opção A<br><br>5 exemplos de expressões e respectivas atribuições causais<br><br>"Eu também não gosto nada desta disciplina, nunca percebi nada de nada"</strong> - constância/estabilidade<br>O aluno muitas vezes desiste pois acha que o esforço para o sucesso é inútil. O "recuperar" matéria atrasadas aumenta a dificuldade da tarefa e há uma justificação aceitável para ele para o insucesso. Este quadro tem tendência a se prolongar no tempo.<br><br><strong>"Passei o fim de semana todo a estudar, estou tão contente" - </strong>locus da causalidade<br>O sucesso alcançado através do esforço causa resultados positivos e o aluno percebe que se se esforçar e se empenhar tem sucesso. Há uma atribuição causal interna para o sucesso que promove expectativas de sucesso.<br><br><strong>"O professor explica mal e há muito barulho na sala"</strong> - controlabilidade<br>O aluno atribui a terceiros a causa do seu insucesso. A causa é incontrolável e serve de desculpa muitas vezes para a sua falta de esforço e empenho. <br><br><strong>"É muito difícil, nem vale a pena tentar"</strong> - locus da causalidade<br>O aluno desiste pois acha que por muito que se esforce nunca alcançará o sucesso. Atribuição a causas externas e há uma redução da  autoestima cada vez que é confrontado com o insucesso.<br><br><strong>"Isto também não me vai servir para nada, nem perdi tempo a estudar " </strong>- constância/estabilidade<br>As expectativas são baixas e afectam a motivação do aluno. Atribui o insucesso a causas instáveis e externas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-01 20:38:43 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 4</title>
         <author>isabelmfernandes</author>
         <link>https://padlet.com/isabelmfernandes/IsabelFernandesE1T3036/wish/136018604</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 1.4</strong><br><strong>Opção B<br><br>Atividade outdoor - </strong>Aula de campo no lagar da quinta de Serralves<br><br></div><ul><li><strong>Planificação&nbsp;</strong></li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp;Onde</strong> - Lagar, Quinta de Serralves;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>O que fazer?</strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Identificar os anfíbios que habitam no Lagar;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Identificar outras formas de vida presentes no Lagar;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Procurar répteis na proximidade do Lagar;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- Caracterizar as plantas aquáticas presentes no lagar;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Quando<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>Durante a visita/aula informal a Serralves, a presença junto ao Lagar durante aproximadamente 45 min;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>De que preciso?</strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Preciso de material de escrita e do guião da visita para os registos, nesse guião há sugestões do que é expectável encontrar no Lagar, esboços da vida animal e várias etapas da vida de um anfíbio;</div><ul><li><strong>Monitorizar</strong></li></ul><div>A cada passo é questionado ao grupo/turma o ponto de situação na realização das atividades propostas. Devem apresentar ao grupo as respostas que registaram no guião.<br>Se a estratégia de lhes dar autonomia, na pesquisa de anbífios no Lagar, não se mostrar adequado pode o professor/tutor&nbsp; pesquisar juntamente com eles e os incentivar a encontrar mais.&nbsp;</div><ul><li><strong>Avaliar</strong></li></ul><div>A avaliação deve contemplar a realização de todas as tarefas propostas no guião, dentro do tempo estipulado para o efeito. </div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-08 08:46:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Módulo 5</title>
         <author>isabelmfernandes</author>
         <link>https://padlet.com/isabelmfernandes/IsabelFernandesE1T3036/wish/137638818</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 1.3<br>Opção B</strong><br><br><em>"Não percebo o meu filho&nbsp; ... tem os melhores resumos da turma seguramente. Fiz-lhe a papinha toda e mesmo assim não chega à positiva"</em><br><br>Neste caso a estratégia de aprendizagem não passou por um adequado processo de autorregulação. Há um objectivo a longo prazo - ter sucesso no teste de avaliação - contudo toda a estratégia aplicada surge de forma bastante distorcida. Na estratégia adoptada, durante a fase da planificação, não há um planeamento de forma a atingir o objetivo (o sucesso no teste), como por exemplo a construção de um horário de estudo, no qual são elencados os tópicos a estudar por dia até à realização do teste, nem tão pouco se percebe como foram esses momentos de estudo (se ocorreram com a tranquilidade necessária). Apenas de sabe que foram produzidos uns resumos elaborados pelo próprio pai. Ainda no campo da planificação o "pedido de ajuda" deverá ser tomado como uma "ajuda" e não como o "resolver" da tarefa. Deve-se sobretudo "ensinar a pescar" e não "pescar" pelo próprio. No discurso do pai entende-se que não existiu uma fase da "execução", ou seja, não ocorreu o registo de apontamentos, uma organização dos mesmos e a pesquisa de informação extra pelo próprio para completar os seus materiais de estudo, verificando se todos os conteúdos a estudar estariam presentes. O pequeno texto sugere que quem elaborou os apontamentos foi o pai e não se sabe se mesmo esses foram ou não objeto de estudo por parte do aluno. Sendo uma estratégia de autorregulação de aprendizagem é fundamental uma "avaliação" de todo o processo de "estudo". O pai ajudava mais o filho se após o "estudo", o questionasse sobre a matéria, fazendo-lhe pequenas perguntas de modo este inferir quais os conteúdos que ainda precisavam de ser alvo de um estudo mais pormenorizado (revisão de dados). Este pequeno questionário levaria o filho a realizar uma "autoavaliação" sobre o seu estudo. Penso que de modo geral estão em falta as várias estratégias de aprendizagem autorregulatórias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-15 08:49:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Módulo 6</title>
         <author>isabelmfernandes</author>
         <link>https://padlet.com/isabelmfernandes/IsabelFernandesE1T3036/wish/139041616</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tarefa 1.7<br>Opção A</strong><br><br>A comunidade cigana apresenta um baixo envolvimento escolar, apresentando níveis, um pouco elevados, de abandono escolar. Apresenta níveis baixos de envolvimento nas suas três vertentes: o cognitivo, o comportamental e  emocional. A ausência de um sentimento de pertença em relação à Escola e a todo o contexto escolar, leva à reduzida participação destes alunos nas atividades, não existindo qualquer esforço da parte destes para alcançar o sucesso académico. Não existe ou é reduzida a ligação à Escola. Há a prevalência de factores de índole cultural que associados ao meio social, onde estão integrados, influência a concepção que o aluno tem sobre o seu futuro e sobre o que "pretende" para o seu futuro. O aluno pouco espera da Escola, pois é isso que vê e vivência com a família e com os amigos próximos. A possível solução passaria por uma mudança a nível do envolvimento comportamental promovendo uma participação mais ativa na sala de aula e principalmente em atividades extracurriculares de forma a fortalecer um envolvimento emocional e o sentimento de pertença em relação à Escola. Por exemplo, participação em clubes ou no desporto escolar. Paralelamente, o professor, promover as "amizades" entre colegas da mesma turma e incentivar positivamente as tarefas realizadas de modo a construir "emoções positivas". <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-21 10:49:19 UTC</pubDate>
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