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      <title>Os Lusíadas by BE 10C</title>
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      <description>10ºC Agrupamento de Escolas nº 2 de Beja</description>
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      <pubDate>2020-05-15 16:26:12 UTC</pubDate>
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         <title>Os Lusíadas, uma viagem literária</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Iniciar sessão no Google Earth, abri o ficheiro e começar a viagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-15 16:29:06 UTC</pubDate>
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         <title>Canto IX, Estância 95</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>E fareis claro o Rei que tanto amais,<br>Agora cos conselhos bem cuidados,<br>Agora co as espadas, que imortais<br>Vos farão, como os vossos já passados.<br>Impossibilidades não façais,<br>Que quem quis, sempre pôde; e numerados<br>Sereis entre os Heróis esclarecidos<br>E nesta "Ilha de Vênus" recebidos.<br><br>Na estrofe 95 do canto IX, o poeta refere-nos que o Rei que o povo lusitano tanto ama, agora tem melhores conselhos, e o seu povo a partir das suas lutas escapará à lei da morte, tornando o impossível em possível e como se diz no provérbio popular, “Quem acredita, alcança”. Ainda nos informa que os novos Heróis serão recebidos na “Ilha de Vénus” para descansar.</div><div>Nesta estrofe existem dois recursos expressivos: a Hipérbole e a Anáfora.</div><div>Hipérbole: “(…) Impossibilidades não façais,/ Que quem quis, sempre pôde;(…)” Isto mostra, exageradamente, que não existe impossível no dicionário de Portugal, tudo para eles era possível, apenas bastava acreditar que sim.</div><div>Anáfora: “(…) Agora cos conselhos bem cuidados,/ Agora co as espadas, que imortais(…)” Este recurso expressivo intensifica os feitos portugueses, perante o Rei que tanto amam.<br>Paulo Abade 10C<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 15:54:53 UTC</pubDate>
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         <title>Canto VIII, Estância 97</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A Polidoro mata o Rei Treício,<br>Só por ficar senhor do grão tesouro;<br>Entra, pelo fortíssimo edifício,<br>Com a filha de Acriso a chuva d'ouro;<br>Pode tanto em Tarpeia avaro vício<br>Que, a troco do metal luzente e louro,<br>Entrega aos inimigos a alta torre,<br>Do qual quási afogada em pago morre." <br><br>O PODER DO DINHEIRO<br>Camões, através das reflexões do poeta, fez referir a estância 97 do Canto VIII ao poder do dinheiro, recorrendo a personagens mitológicas. Quando Camões cita "A Polidoro mata o Rei Treício/ Só para ficar senhor do grão tesouro", refere uma mitologia que conta que o Rei de Trácia assassinou Polidoro com o objetivo de lhe roubar o ouro que este transportava. Na mesma estância ainda cita duas outras mitologias, uma delas refere Tarpeia, que tinha a esperança de obter anéis de ouro mas, devido à sua ambição foi morta pelo inimigo. <br>A origem da análise do poeta aparece no surgimento de uma cilada sofrida por Vasco da Gama em Calecute. Vasco da Gama é detido pelo Catual de Calecute quando regressa às naus, e este não permite a troca das fazendas portuguesas por especiarias da Índia. Os Portugueses apenas puderam partir quando entregaram as fazendas.<br><br>Na análise da mesma, é possível encontrar recursos expressivos, tais como, por exemplo, o Hipérbato, caracterizado pela inversão da ordem direta dos termos de uma oração, e a Personificação, caracterizado por personificar uma ideia, objeto ou animal, neste caso, personificar mitologias.<br><br>Laura Caturra, 10ºC</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 15:56:30 UTC</pubDate>
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         <title>Canto IX, Estância 92</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Mas a Fama, trombeta de obras tais,<br>Lhe deu o Mundo nomes tão estranhos<br>De Deuses, Semideuses, Imortais,<br>Indígetes, Heroicos e de Magnos.<br>Por isso, ó vós que as famas estimais,<br>Se quiserdes no mundo ser tamanhos,<br>Despertai já do sono do ócio ignavo,<br>Que o ânimo, de livre, faz escravo."<br><br>  Nesta estância, narrada por Luís de Camões, nos primeiros quatro versos, este refere-se à estância anterior, dizendo que mesmo os outros heróis sendo de “fraca carne humana”, a Fama lhe deu vários nomes, e tornou-os famosos.</div><div>  Nos quatro versos seguintes, o narrador começa a explicar o que é necessário fazer, se um dia quisermos “no mundo ser tamanhos”.</div><div>  Dois recursos expressivos usados nesta estância são a enumeração (vv.3-4), que serve para realçar a grande quantidade de nomes que a Fama deu aos que fizeram grandes feitos, e a antítese (v.8), que pretende mostrar que a liberdade total para uma pessoa, leva a que esta ceda perante os instintos de ócio, gerados por essa mesma liberdade.<br><br>Maria Gião, 10ºC</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 15:57:42 UTC</pubDate>
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         <title>Canto VII, Estância 82</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Vede, Ninfas, que engenhos de senhores<br> O vosso Tejo cria valerosos,<br> Que assi sabem prezar, com tais favores,<br> A quem os faz, cantando, gloriosos!<br> Que exemplos a futuros escritores,<br> Pera espertar engenhos curiosos,<br> Pera porem as cousas em memória<br> Que merecerem ter eterna glória!”<br><br><em>DESILUSÕES E IRONIAS</em> </div><div>A estrofe por mim explorada (82, presente no canto VII) insere-se no Plano das Reflexões do Poeta, sendo, portanto, narrada por Camões.  </div><div>Esta inicia ironizando a valentia Lusitana, união nobre (“senhores”) que desilude o poeta. Camões dedicara tanto tempo a elevar o seu país, para agora não receber a resposta devida deste. Portugal ouviu, mas não replicou… </div><div>Por fim, amargurado, admite que nem futuros escritores quererão contar a aventura Lusitana, que merece permanecer eterna, dado a atitude de quem habita tal união para com o poeta. </div><div>Refletindo sobre o conteúdo desta estrofe, compreendo a amargura de Camões - homem desprezado pelo próprio país, por quem tanto fez. No entanto, reconheço também que tal revolta possa ter provido de expectativas anteriormente criadas, daí o seu tamanho desmedido. </div><div>Assim sendo, um dos recursos expressivos presentes nesta estrofe é, obviamente, a ironia. Os primeiros quatro versos desta demonstram tal, de um modo bastante direto. Camões expõe a bravura e lealdade portuguesa de forma a demonstrar o contrário, evidenciando a traição Lusitana, que desprezara o poeta. </div><div>A apóstrofe é outro recurso estilístico importante. Através desta percebemos a quem se dirige Camões, homem revoltado e desiludido que se sente enfraquecido, procurando por forças, portanto, nas Ninfas. </div><div><br> </div><div>Joana Serafim, </div><div>10ºC. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 16:17:41 UTC</pubDate>
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         <title>Canto X, estância 145</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>"Nô mais, Musa, nô mais, que a Lira tenho                                    Destemperada e a voz erouquecida, E não do canto, mas de ver que venho                  Cantar a gente surda e endurecida.                                      O favor com que mais se acende o engenho                                       Não no dá a pátria, não, que está metida                                     No gosto da cobiça e na rudeza Dûa austera, apagada e vil tristeza."                                            <br>Nesta estância é narrada o assunto que perturbava Luís de Camões e muitos outros artistas do renascimento, a desvalorização das artes, segundo Luís de Camões, isto acontecia devido ao interesse na "cobiça" que os membros da nobreza tinham.                                  Portugal nesta época, estava a passar por uma era de ouro devido aos descobrimentos , isto proporcionou a nobreza a valorizar muito mais os bens materiais do que as artes, esta situação influenciou a forma como Luís de Camões escrevia.     É possível também observar que nesta estância Camões não escreve mais com tanto orgulho, mas sim com uma certa desilusão, estâncias como esta seriam um "desabafo" do poeta.    É possível também encontrar um recurso estilístico, com a função de dar suporte à ideia de desilusão e frustração do poeta, a hipérbole, do verso 2 ao verso 4, "...voz enrouquecida, e não do canto, mas de ver que venho cantar a gente surda e endurecida."<br><br><br>A notícia que escolhi está presente no link: <br><br></div><div><a href="https://sol.sapo.pt/artigo/580069/a-cultura-da-ignor-ncia">https://sol.sapo.pt/artigo/580069/a-cultura-da-ignor-ncia<br></a><br></div><div> <br>Nesta notícia é abordado mesmo problema que atingira a idade do renascimento, na altura em que Luís de Camões teria escrito “Os Lusíadas”, o que acontecia era quase igual ao descrito na notícia, a nobreza ignorava as artes, não lhe dava o devido valor, e valorizava antes os bens materiais e coisas fúteis, tal como está descrito na notícia, que é o que acontece também na atualidade, uma grande parte da sociedade esquece os valores morais e culturais, desvaloriza a cultura e tal como descreve o autor, “desvaloriza o silêncio e dá valor ao ruído”.</div><div><br>                                                   <br><br>Sérgio Damião, 10ºC</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 16:22:57 UTC</pubDate>
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         <title>Canto IX, Estância 93</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>"E ponde na cobiça um freio duro,<br>E na ambição também, que indignamente<br>Tomais mil vezes, e no torpe e escuro<br>Vício da tirania infame e urgente;<br>Porque essas honras vãs, esse ouro puro<br>Verdadeiro valor não dão à gente:<br>Melhor é, merecê-los sem os ter,<br>Que possuí-los sem os merecer."</div><div><br>Neste canto, Camões refere que para se ser herói tem que se despertar o ócio, ser justo em tempo de paz, ser valente na guerra contra os Mouros mas em especial, nesta estância, refere que refreando a ambição e a cobiça e recusando o «torpe e escuro vício da tirania» é que se atinge esta suprema honra e plenitude. Nos últimos quatro versos da estância, Camões explica que na maioria das vezes não se dá valor a estas honras e às pessoas que as têm e diz também que é melhor merecer sem as ter do que possuí-las sem as merecer. Nos dois primeiros versos desta estância, está presente uma anáfora que consiste na repetição da palavra "E" no início de cada verso com o objetivo de reforçar ideia da quantidade de condições para se ser um herói. No verso 4 está também presente uma adjetivação, "infame e urgente", que está a caracterizar o imenso vício da tirania.<br><br>Mariana Nobre, 10ºC<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 16:29:35 UTC</pubDate>
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         <title>Canto VII, Estância 78</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Um ramo na mão tinha… Mas, ó<br>cego, Eu que cometo, insano e temerário,<br>Sem vós, Ninfas do Tejo e do Mondengo,<br>Por caminho tão árduo, longo e vário!<br>Vosso favor invoco, que navego <br>Por alto mar, com vento tão contrário<br>Que, se não me ajudais, hei grande medo <br>Que o meu fraco batel se alague cedo."<br><br>Invocação das Ninfas<br>Nesta estrofe, Camões 🤬 ajuda às Ninfas do Tejo para lhe darem inspiração, pois o poeta acha que não conseguirá acabar o canto sem a ajuda delas. Fazendo também a Luso, para o ajudar. Camões 🤬 até aterrorizado com a ideia de não conseguir acabar o canto.<br>Hugo Conceição<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 17:17:40 UTC</pubDate>
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         <title>Canto X, Estância 78</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em estâncias anteriores, o sujeito poético informa o leitor que Tétis, deusa do Mar, levou Vasco da Gama ao cume de um monte para lhe mostrar a Máquina do Mundo.<br>Na estância 78, o sujeito poético descreve a informação que Tétis dá a Vasco da Gama acerca do globo, que nada se vê, mas que se consegue entender que está repleto de "esferas" e criações de Deus. Tétis dá assim uma visão única a Vasco da Gama, como se este fosse um deus ("Divina 🤬"), onde toda esta informação diz respeito à vida terrena. Tétis ainda afirma que o globo, embora sempre girando (ora se ergue, ora se abaixa) tem, por todo o lado, a mesma curvatura e que este é semelhante à virtude divina: sem princípio e sem fim. <br><br>Dois recursos expressivos utilizados nesta estância são, por exemplo, a antítese (vv.5-6), com a qual o sujeito poético pretende mostrar o contraste entre os movimentos do globo (ora se ergue, ora se abaixa; nunca se ergue, ou se abaixa) mostrando que no final este tem por todo o lado a mesma curvatura; e ainda a anástrofe (v.1) que é utilizada pelo sujeito poético para conferir um ritmo de leitura ao texto e também para realçar a palavra "matéria", que trocou de ordem lógica com a palavra "seja", mostrando que tudo no globo (a matéria) "não se enxerga".<br><br>Rodrigo Caetano, 10ºC<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 17:37:57 UTC</pubDate>
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         <title>Canto I- Estância 106</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>"No mar tanta tormenta, e tanto dano,<br>Tantas vezes a morte apercebida!<br>Na terra tanta guerra, tanto engano,<br>Tanta necessidade avorrecida!<br>Onde pode acolher-se um fraco humano,<br>Onde terá segura a curta vida,<br>Que não se arme, e se indigne o Céu sereno<br>Contra um bicho da terra tão pequeno?"<br>Esta estância é uma reflexção do poeta onde este fala sobre a vida humana e os perigos que lhe estão sujeitos. <br>Do v.1-4 o sujeito poético fala do mar e da terra, o mar simboliza a morte e os perigos e a terra simboliza a guerra e o engano.<br>Do v.5-8 o sujeito poético fala do ser humano como um ser fraco diante da natureza e por ele ser fraco e pequeno nunca vai encontrar segurança. Os portugueses são considerados "bichos da terra" mas eles conseguiram vencer batalhas e fazer feitos históricos e por este motivo são considerados heróis. <br>Nesta estância estão presentes os seguintes recursos expressivos: Anáfora; Enumeração; Personificação; Metáfora.<br>Beatriz Dias 10ºC<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 17:44:55 UTC</pubDate>
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         <title>Canto V, Estância 97</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>O sujeito poético  pretende, através desta estância, criticar o povo português por dar valor às armas e não às letras, ou seja, o povo português não atribuía a devida importância à cultura e à arte portuguesa, enquanto que na antiguidade clássica, os outros povos interessavam-se pela cultura e pela arte.<br>Nesta estância o sujeito poético utiliza a ironia, "Sem vergonha o não digo" e a enumeração, " Da Lácia, Grega ou Bárbara nação ,/senão da portuguesa tão somente", para mostrar quão grande é a sua vergonha, pois os povos da antiguidade não poderiam ser comparados ao povo português, uma vez que eram cultos e os nossos antepassados mostravam ignorância relativamente à cultura e à arte.<br><br>Bruna Galaio, 10ºC </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 18:35:58 UTC</pubDate>
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         <title>Canto IX,Estância 94 </title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>A estrofe 94, situa-se no canto IX (93-95/ - Reflexão sobre o modo a atingir a imortalidade (condenando a cobiça, e ambição e a tirania) “Ilha dos Amores”, composto por 8 estâncias (88-95). Em relação à estrofe 94 é constituída por oito versos decassilábicos com rima cruzada e emparelhada (Ab/ab/ab/cc) e ainda podemos considerar estas estâncias como as reflexões/considerações do poeta.</div><div>Este canto mostra as dificuldades na Índia que são ultrapassadas, o início da viagem de regresso à pátria e a oferta de Vénus (“Ilha dos Amores”). Em toda a estância 94 mostra-se que só assim haverá “Reinos grandes e possantes” e o usufruto de “riquezas merecidas com as honras que ilustram tanto as vidas”.</div><div>Na opinião do poeta o verdadeiro valor é merecer a honra e a fama, dando justiça e igualdade para todos, combatendo os infiéis (os mouros), aconselhando o rei e evitando injustiças sociais (“Ou dai na paz as leis iguais, constantes” verso 1 , “Que aos grandes não deem o dos pequenos,” verso 2 , “Contra a lei dos inimigos Sarracenos” verso 4 ).</div><div>Os versos de 1 a 4 mostram-nos como é ser justo em tempo de paz, aprender a não dar aos grandes o que é dos pequenos e ser valente na guerra contra os Mouros. Os versos 4 a 5 mostram que se todos os reinos forem fortes, todos ganharão sem nenhum perder. Os versos 7 e 8 mostram que quando as ações são corretas é possível atingir a glória e o reconhecimento. <br>Mariana Lampreia </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 18:47:08 UTC</pubDate>
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         <title>Canto IX  Estância 91</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Não eram senão prémios que reparte,<br>Por feitos imortais e soberanos,<br>O mundo cos varões que esforço e arte<br>Divinos os fizeram, sendo humanos.<br>Que Júpiter, Mercúrio, Febo e Marte,<br>Eneas e Quirino e os dous Tebanos,<br>Ceres, Palas e Juno com Diana,<br>Todos foram de fraca carne humana."<br><br>Nesta estância, com toda a viagem, através de uma hipérbole, “Por feitos imortais e soberanos”, verso 2, Vénus, com a maior parte do apoio dos deuses, decide compensar os portugueses, criando uma ilha e oferecendo-lhes ninfas. Através de uma comparação, “divinos os fizeram, sendo humanos”, verso 4, coloca-os num nível superior àquele em que estão, mostrando que merecem mais que o nível humano, que devem ser sobrevalorizados. <br><br>Maria Leonor, 10ºC</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 18:50:11 UTC</pubDate>
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         <title>Canto VII, Estância 83</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>«Pois logo, em tantos males, é forçado<br>Que só vosso favor não faleça, <br>Principalmente aqui, que sou chegado <br>Onde feitos diversos engrandeça:<br>Dai-mos vós sós, que eu tenho já jurado<br>Que não no empregue em quem o não mereça, <br>Nem por lisonja louve algum subido,<br>Sob pena de não ser agradecido.»<br><br>Na estância 83 (após a chegada dos portugueses a India) o poeta reflete sobre o seu passado ( de vários perigos, de guerras, desterro, pobreza, incompreensão pelos seus contemporâneos, …), assim como apresenta um caracter critico sobre aqueles que devem ou não ser cantados. <br>Nesta estância são utilizados metáfora (associação entre duas ou mais entidades que, embora diferentes, apresentam aspetos em comum) e aliteração (repetição intencional do mesmo som consonântico, conferindo ao texto harmonia musical).<br><br>João Aniceto<br>10-C </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 19:56:18 UTC</pubDate>
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         <title>Canto X, Estância 77</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Não andam muito que no erguido cume</div><div>Se acharam, onde um campo se esmaltava<br>De esmeraldas, rubis, tais que presume<br>A vista que divino chão pisava.<br>Aqui um globo vêm no ar, que o lume <br>Claríssimo por ele penetrava,<br>De modo que o seu centro está evidente,<br>Como a superfícia, claramente"<br>   Esta estância surge enquadrada na mitificação do herói, pois é ao longo de algumas estrofes do Canto X que as Ninfas recebem Vasco Da Gama e a sua tripulação e onde estas lhes fazem profecias sobre as futuras vitórias dos portugueses. </div><div>   Na estância 77 do Canto X Vasco Da Gama acompanhado da ninfa Tétis chega finalmente ao cume do monte, onde Vasco Da Gama avista a máquina do mundo, que iria indicar os lugares onde chegaria o império português. </div><div>    Ao longo desta estância é caracterizada a máquina do mundo e o campo onde esta se avista, estas caracterizações são feitas de um modo enaltecido de forma a atribuir ainda mais grandiosidade aos portugueses, reforçando a ideia de que estes chegam a locais inalcançáveis por outros seres humanos. </div><div>Nesta estância estão presentes alguns recursos expressivos tais como: </div><ul><li>A hipérbole presente nos versos: “ Se acharam, onde um campo se esmaltava/ De esmeraldas, rubis, tais que presume/ A vista que divino chão pisava”; a hipérbole é um recurso expressivo muito recorrente ao longo de toda a obra, neste caso esta é utilizada de modo a embelezar o campo onde a tão enaltecida máquina do mundo se avistava. </li><li>A comparação presente nos versos: “De modo que o seu centro está evidente,/ Como a sua superfícia, claramente.”; esta comparação é utilizada de modo a mostrar o carácter homogéneo da máquina do mundo e de modo a mostrar a sua beleza completa e integra. <br>Renato Pirocas 10C</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 20:45:11 UTC</pubDate>
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         <title>Canto IX, Estância 53</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta estância faz parte de uma reflexão do Poeta, onde este reflete sobre a chegada dos navegadores portugueses à illha dos Amores. Na estrofe 53, Vénus movimentou a ilha dos amores para perto dos navegadores e imobilizou-a ali como forma de não lhes passar despercebida. Os navegadores ao a avistarem associaram-na à ilha Delos, local do nascimento de Apolo e Diana. <br> As caravelas rumaram até à costa, onde os portugueses puderam desfrutar da maravilhosa ilha que os acolhia.<br> <br> recurssos expressivos:<br> "onde a costa fazia ua enseada curva e quieta" - adjetivação, que serve para caracterizar a costa.<br> "Qual ficou delos, tanto que pariu Latona Febo e a Deusa á caça usada" - personificação, utilizada para mostrar que Apolo e Diana nasceram na ilha Delos.<br><br>Margarida Serra</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 23:40:12 UTC</pubDate>
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         <title>Canto VIII, Estância 96 </title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/621504682</link>
         <description><![CDATA[<div>“Nas naus estar se deixa, vagaroso,</div><div>Até ver o que o tempo lhe descobre;</div><div>Que não se fia já o cobiçoso</div><div>Regedor, corrompido e pouco nobre.</div><div>Veja agora o juízo curioso</div><div>Quanto no rico, assi como no pobre,</div><div>Pode o vil interesse e sede imiga</div><div>Do dinheiro, que a tudo nos obriga”</div><div> <br>Nesta estância Vasco da Gama é visto como uma personagem prudente, pois permanece nas naus “vagaroso” decidindo não tornar a desembarcar, pois não confiava no catual, sendo que este era caracterizado como uma pessoa cobiçosa, corrompido e pouco nobre.</div><div>Ainda nesta estrofe, Camões faz um aviso no que diz respeito ao poder do dinheiro, referindo que este pode ser fatal, tanto para os ricos como para os pobres.</div><div> </div><div>Nesta estância estão presentes os seguintes recursos expressivos tais como:</div><div> </div><div>→Tripla adjetivação presente no verso: “Regedor, corrompido e pouco nobre”; este recurso expressivo tem o objetivo de caracterizar o catual de Calcute e mostrar o seu carácter malicioso</div><div> <br>→ comparação presente nos versos: “Quanto no rico, assi como no pobre,/Pode o vil interesse e sede imiga /Do dinheiro, que a tudo nos obriga”; esta comparação é utilizada de modo a mostrar as consequências do poder do dinheiro nos ricos e nos pobres <br><br><br>Juliana Fernandes 10C </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-10 21:57:37 UTC</pubDate>
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         <title>Canto VIII, Estância 99 </title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/624389084</link>
         <description><![CDATA[<div>" Este interpreta mais que sutilmente.</div><div>Os textos; este faz e desfaz leis;</div><div>Este causa os perjúrios entre a gente,</div><div>E mil vezes tiranos torna os Reis.</div><div>Até os que só a Deus Onipotente</div><div>Se dedicam, mil vezes ouvireis</div><div>Que corrompe este encantador, e ilude;</div><div>Mas não sem cor, contudo, de virtude. " Reflexões do poeta. O dinheiro enquanto fonte de corrupção. Estas estrofes constituem um comentario sobre o poder perverso do dinheiro, indicando o poeta que a avidez deprava quer os ricos quer os pobres. Origens da reflexao: Esta análise do poéta surge no seguimento das cíladas sofridas por Vasco da Gama em Calecute. O nauta é detido pelo catual de Calecute quando regressa as naus. o Catual, corrompido pelos muçulmanos, nao permite que a troca das fazendas portuguesas por especiarias da Índias seja efetuada. Os Portugueses apenas podem partir quando entram as fazendas. Tripla adjetivação - caracterização do catual de Calecute, traidor " ambicioso " "corrompido e pouco nobre". Vasco da Gama a figura da prudência permanece nas naus " vagaroso" decide não tornar a desembarcar. Desconfia do Catual. O poder do dinheiro: consequencias negativas. Enumeração- faz entregar fortalezas bem guardadas. transforma os amigos em falsos e traidores etc...<br><br><br>Diogo Felisberto  </div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 17:23:31 UTC</pubDate>
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         <title>Canto VII, estâncias 78</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Hugo Conceição<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 19:33:16 UTC</pubDate>
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         <title>Canto I, est. 105: A falsidade que nos leva às inseguranças </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Na estância 105 do canto I de "Os Lusíadas" narrado por Luís Vaz de Camões fala-nos das promessas feitas por amigos cobertos de mentiras, como reflexão temos a insegurança da vida humana e temos ainda uma metáfora no verbo 6 e uma hipérbole no verso 5.<br><br>André Martins 10.C</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-14 23:42:13 UTC</pubDate>
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         <title>Canto V, Estância 100</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Porque o amor fraterno e puro gosto<br>De dar a todo o Lusitano feito<br>Seu louvor, é somente o pressuposto<br>Das Tágides gentis, e seu respeito.<br>Porém não deixe, enfim, de ter disposto<br>Ninguém a grandes obras sempre o peito:<br>Que, por esta ou por outra qualquer via,<br>Não perderá seu preço, e sua valia."<br>Vasco da Gama agradece às musas por terem dado a inspiração necessária para Camões escrever a epopeia, só o amor das Tágides pelo povo Lusitano as faz continuar a cantar a história portuguesa. Camões apela ao povo para mesmo assim não desistir de praticar grandes feitos, visto que serão recompensados de uma maneira ou de outra.<br>Filipa Caixinha </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 10:47:12 UTC</pubDate>
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         <title>Canto Vlll, estância 99</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/627340951</link>
         <description><![CDATA[<div>“Este interpreta mais que sutilmente.<br>Os textos; este faz e desfaz leis;<br>Este causa os perjúrios entre a gente,<br>E mil vezes tiranos torna os Reis.<br>Até os que só a Deus Onipotente<br>Se dedicam mil vezes ouvireis<br>Que corrompe este encantador, e ilude;<br>Mas não tem cor, contudo de virtude.”<br><br>Esta estância é composta por oito versos decassílabicos. A rima é abababcd, logo, é cruzada.<br>Reflexões do poeta: Camões realiza uma crítica aos “poderes” malignos do ouro: a corrupção, tirania e traição.<br>Nota-se nestas estrofes que Camões interrompe o tom épico e crítica severamente a sociedade. O poeta lamenta-se e queixa-se pois sente a ingratidão do descontentamento do mundo.<br>Recursos expressivos: enumeração e uma tripla adjetivação. <br><br>Madalena Camacho 10C</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 13:27:04 UTC</pubDate>
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         <title>Canto X, Estância 76</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>«Faz-te mercê, barão, a Sapiência<br>Suprema de, cos olhos corporais,<br>Veres o que não pode a vã ciência<br>Dos errados e míseros mortais.<br>Sigue-me firme e forte, com prudência,<br>Por este monte espesso, tu cos mais.»<br>Assi lhe diz e o guia por um mato<br>Árduo, difícil, duro a humano trato.<br><br>Nesta estância Vasco da Gama é guiado por Tétis através de um caminho árduo e difícil que simboliza a ignorância que este tem de vencer para alcançar o Saber.<br>Paulo Barata 10ºC</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 13:38:44 UTC</pubDate>
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         <title>Canto VIII, estância 99</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Madalena 10C</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 14:12:37 UTC</pubDate>
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         <title>Canto VII, est. 79</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/628670515</link>
         <description><![CDATA[<div>Áudio Iara Rodrigues</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 09:47:33 UTC</pubDate>
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         <title>Canto VII, est. 79</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Síntese Iara Rodrigues<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 09:49:49 UTC</pubDate>
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         <title>Canto IX, est.90</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/628686114</link>
         <description><![CDATA[<div>Áudio Maria Isabel Martins</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 09:59:41 UTC</pubDate>
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         <title>Canto X - estância 146</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>"E não sei por que influxo de Destino<br>Não tem um ledo orgulho e geral gosto,<br>Que os ânimos levanta de contino<br>A ter pera trabalhos ledo o rosto.<br>Por isso vós, ó Rei, que por divino<br>Conselho estais no régio sólio posto,<br>Olhai que sois (e vede as outras gentes)<br>Senhor só de vassalos excelentes."<br><br>Após um momento de desalento quanto ao estado da nação, Camões dirige-se a D. Sebastião recomendando-lhe que olhe para o povo, pois é só rei “de vassalos excelentes”.<br><br>“E não sei por que influxo de Destino<br>Não tem um ledo orgulho e geral gosto” - Desabafo por verificar que a pátria não tem orgulho nem rosto.<br><br>“Por isso vós, ó Rei, que por divino<br>Conselho estais no régio sólio posto,<br>Olhai que sois (e vede as outras gentes)<br>Senhor só de vassalos excelentes.” - O poeta apela ao rei D. Sebastião para que olhe para estes vassalos excelentes, pois representam a glória, a coragem e o espírito patriótico, dispondo-se a enfrentar os maiores perigos e os maiores sacrifícios somente para engrandecerem o Rei e a Pátria.<br><br>“ó Rei” - Apóstrofe - Permite indicar o interlocutor do poeta, de quem ele se dirige a cada momento.<br><br>“olhai” - Imperativo - Marca a exortação feita pelo poeta ao rei D. Sebastião.</blockquote><div><br>Tomaz Sobral, 10ºC<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 13:24:57 UTC</pubDate>
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         <title>Canto V- Estância 98</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Por isso, e não por falta de natura,<br>Não há também Virgílios nem Homeros;<br>Nem haverá, se este costume dura,<br>Pios Eneias, nem Aquiles feros.<br>Mas o pior de tudo é que a ventura<br>Tão ásperos os fez e tão austeros,<br>Tão rudos, e de engenho tão remisso,<br>Que a muitos lhe dá pouco, ou nada disso."<br><br>Nesta estância Camões tenta alertar o povo para que se não houver mudanças na sua atitude face à literatura, nunca serão cantadas as histórias dos heróis Portugueses. As consequências da ignorância, do menosprezo pela cultura e da falta de incentivos à poesia são várias: não haverá poetas épicos como Virgílio e Homero, não serão cantados heróis, como Eneias e Aquiles, nem os seus feitos, perder-se-ão exemplos virtuosos da História de Portugal e perder-se-á a identidade nacional. Mas pior do que a ignorância é o desprezo por ela, os heróis nacionais não se importam de ser ignorantes. Os heróis portugueses contemporâneos de Camões são rudes, toscos, incultos e pouco inteligentes. Porém, “o pior de tudo” é que não percebem que são ignorantes.</div><div>Existem pelo menos dois recursos expressivos nesta estância. A repetição anafórica que consiste na repetição do advérbio “tão” para fazer sobressair a ignorância dos portugueses naquela altura e existe também a adjetivação que atribui vários adjetivos para qualificar os portugueses devido à sua ignorância "Tão ásperos os fez e tão austeros,/<br>Tão rudos, e de engenho tão remisso,"<br><br>Carolina Tavares 10ºC</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-16 15:09:13 UTC</pubDate>
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         <title>Canto VIII, Estância 98</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste canto, Camões tece considerações sobre o poder do ouro, que corrompe tudo e todos, mesmo os eclesiásticos.</div><div>  O Poeta utiliza o pronome "Este" nos versos ímpares para substituir a palavra ouro, onde enumera os efeitos negativos deste: corrompe o pobre e o rico e as ciências , transforma o mais nobre em vilão, distorce a interpretação dos textos, manipula as leis e a justiça, fomenta a tirania nos reis e corrompe ainda os membros do clero, ainda que sob  uma capa de virtude.</div><div>  Assim como Camões critica a mentalidade do Homem renascentista, também na atualidade o dinheiro faz sobressair o lado cobiçado e avarento do ser humano, ou seja, a crítica também pode ser aplicada aos nossos dias. Pois tal como antigamente a sociedade é orientada por valores materialistas.</div><div>  Em toda a estância está presente uma hipérbole, pois Camões exagera dizendo que as pessoas só se importam com o dinheiro e também está presente uma anáfora que consiste na repetição da palavra "Este" no início dos versos ímpares.</div><div><br></div><div>Leonor Carvalho, 10ºC</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-17 10:02:00 UTC</pubDate>
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         <title>Canto IX Estância 89</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Inês Caetano  10ºC</div><div>Estância 89    Canto IX</div><div><br></div><div>Começa nesta estância e vai até ao quarto verso da estância 92 uma explicação toda espiritual do significado da Ilha dos Amores. Mas esta continua a ser a “ilha alegre” quando a verdade é que desde a estância 89 do Canto IX ela passou a ser a “ilha Angélica das honras deleitosas”. E isto apesar de as Ninfas “já conformes e contentes” subirem para os paços com os amantes, para o grande banquete presidido por Tétis.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-17 10:04:09 UTC</pubDate>
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         <title>Canto X Estância 79</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rui Azinheirinha</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-17 10:12:55 UTC</pubDate>
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         <title>Canto X, estância 80</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sara Lima</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-18 09:15:10 UTC</pubDate>
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         <title>Canto IX estância 52</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Síntese Lusíadas - Canto 9°, estrofe 52</em></div><div><em><br></em><br></div><div><em>Os navegadores avistaram a ilha, à qual chegavam com a ajuda de Vénus, como se estes fossem um barco a ser levado pelo vento. Vénus então, como para si nada é impossível leva os navegadores até à ilha, a qual não poderiam passar sem desembarcar.</em></div><div><em><br></em><br></div><div><em>Recursos expressivos - Nesta estrofe podemos verificar a presença de dois recursos expressivos, um no primeiro verso ("De longe a ilha viram fresca e bela"), uma sinestesia que no​s transmite sensações de tato e visão. O outro é uma comparação no verso 3 ("Bem como o vento leva branca vela") que compara a ajuda de Vénus com o auxílio do vento quando empurra uma embarcação.<br><br>Manuel Margarido</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-18 09:16:39 UTC</pubDate>
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         <title>Canto X. estância 80</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/631931849</link>
         <description><![CDATA[<div>Sara Lima</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-18 10:21:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-18 18:33:23 UTC</pubDate>
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         <title>Corrupção</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>A corrupção é um tema abordado “N’Os Lusíadas”, sendo que o autor, mostra várias vezes como o dinheiro traz corrupção, quando este nos diz no canto VIII, estância 98: “Este rende rende munidas fortalezas;/Faz trédoros e falsos amigos;/ Este a mais nobres faz fazer vilezas,/E entrega Capitães aos inimigos;/ Este corrompe virginais purezas,/ Sem temer de honra ou fama alguns perigos; (…)” Hoje em dia ainda existe corrupção pelo mesmo motivo, o dinheiro. O exemplo mais notável que temos disto é por parte de Governadores, neste caso, do Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. Este é acusado de desviar cerca de 137 milhões de euros que seriam utilizados para a construção de hospitais de campanha que ajudariam na luta contra a Covid-19, e utilizando-os para próprio consumo, não se importando com a população. Podemos até igualar com a expressão de Luiz Vaz de Camões “E entrega Capitães aos inimigos”, sendo que este entregou o povo ao vírus.<br><br>Fonte: <a href="https://www.noticiasaominuto.com/mundo/1495387/propagacao-do-novo-coronavirus-alimenta-corrupcao-na-america-latina">https://www.noticiasaominuto.com/mundo/1495387/propagacao-do-novo-coronavirus-alimenta-corrupcao-na-america-latina</a><br>Paulo Abade 10ºC</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 14:55:37 UTC</pubDate>
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         <title>Fragilidade da Vida</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/634442232</link>
         <description><![CDATA[<div>Em pleno ano do futuro acontece uma pandemia que, inicialmente, parecia controlável, mas, rapidamente, abraçou o globo - “a fragilidade perante o vírus está patente na grande incapacidade de travar a sua propagação” - não escapando ninguém. Em pleno ano do futuro compreende-se o quão desenvolvido está e não está o conhecimento do homem – “tanta modernidade, tanta tecnologia, tanta inovação e afinal o impensável acontece de um modo tão prosaico.” Em pleno ano do futuro percebe-se quão incerto é o tempo e a vida tão pouco segura.  </div><div>O mundo parou, assustado e, agora mais que nunca, confuso… “A grande incógnita é perceber, com consistência argumentativa, se o que está a acontecer é um pesadelo transitório, um tormento duradouro ou uma mudança profunda de vivência social.”  </div><div>Tal acontecimento remete-me para o canto I, estância 105, da inigualável obra “Os Lusíadas”. Nesta, tal como nos dias que correm, vive-se e aborda-se a fragilidade da vida, refletindo-se sobre a confusão entre a verdade e a mentira – “O recado que trazem é de amigos, (…) os pensamentos eram e inimigos”, (versos 1 e 3) – sobre os perigos – “Ó grandes e gravíssimos perigos”, (verso 5) – que chegam sem aviso, sobre a incerteza do destino – “Ó caminho de vida nunca certo”, (verso 6) – bem como sobre a insegurança da vivência de todos – “Tenha a vida tão pouca segurança!”, (verso 8). Nada se garante! </div><div>Assim, relacionam-se experiências e pensamentos antigos com outros modernos, percebendo-se um padrão. O tempo evolui, mas algo sempre prevalece. A fragilidade da vida, bem como a insegurança desta e o imprevisível destino permanecem, provando que desenvolvimento nem sempre é sinónimo de mudança! </div><div> </div><div> <br>Todos os excertos presentes no primeiro e segundo parágrafo encontram-se na notícia indicada pelo seguinte link: </div><div><a href="https://www.esquerda.net/opiniao/equacionar-pandemia/68163">https://www.esquerda.net/opiniao/equacionar-pandemia/68163</a> </div><div>Relativamente ao posterior parágrafo, as transcrições aí achadas provém, obviamente, da obra “Os Lusíadas”, pertencentes, então, ao Canto e estrofe identificadas neste primeiro. </div><div> </div><div> <br>Joana Serafim, </div><div>10ºC  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 15:41:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/634472970</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>1 / 2</div><div>• <strong><em>A fragilidade da vida</em></strong> •<br><br></div><div>“ Quando o perigo andava longe, pensávamos que o mal só atingia os outros; agora obriga-nos a ser mais solidários e a abrir os olhos para a miséria do mundo, a pensar que estamos todos no mesmo barco”, como se expressou Papa Francisco.<br><br></div><div>Direcionando a fragilidade em que o mundo inteiro se encontra para o COVID-19, um vírus que perturba e mata grande parte da população mundial. Tivemos de nos adaptar a ele, mesmo levando meses e meses. Nós, Seres Humanos, a quem nos foi concedido viver uma vida e originar descendentes, que não a aproveitamos sempre como deveríamos, ficando sempre a roer a consciência pelo que não fizemos, que pode passar um evento extraordinário ao nosso redor que não nos apercebemos pelo vício das novas tecnologias. Antes deste vírus tínhamos sempre a agenda cheia e sem tempo para conviver, damos por nós agora, confinados a uns metros quadrados de casa sem saber o que fazer ao tempo, sentindo saudades de quando tínhamos uma vida dita normal, fartos das tecnologias e a desejar o desconfinamento e que este vírus se extinga.  <br><br></div><div>Tal pode acontecer no quotidiano, como o COVID-19, como no passado, como aconteceu no Canto I, estrofe 106 d’Os Lusíadas que escolhi para relacionar.<br><br></div><div><strong>“ No mar tanta tormenta, e tanto dano,<br>Tantas vezes a morte apercebida!<br>Na terra tanta guerra, tanto engano,<br>Tanta necessidade avorrecida!<br>Onde pode acolher-se um fraco humano,<br>Onde terá segura e curta vida,<br>Que não se arme, e se indigne o Céu sereno<br>Contra um bicho da Terra tão pequeno? “</strong><br><br></div><div>Como escreveu Luís de Camões, há sempre fragilidades e inseguranças em qualquer parte que nos encontremos, como refere nos primeiros quatro versos da estrofe acima transcrita. Pode, então, fazer relação com a situação da atualidade, em que estamos confinados nas nossas próprias casas e mesmo assim correndo riscos quando saímos de casa para nos fornecer de bens essenciais à sobrevivência e saúde da pessoa em questão, ignorando todas as situações de desobediência ao Estado que acabam por ficar infetados. Na segunda parte desta estrofe, Camões elucida que a Terra e o Espaço são grandiosos demais para um frágil e fraco Ser Humano que tem uma vida curta demais e mesmo assim insegura. Voltando agora à situação da atualidade, também este problema nos faz frente. Perdemos demasiado tempo da vida desatentos ao nosso redor, não nos apercebendo do tempo passar, ignorando o facto de a vida ser curta e de a estarmos a “desperdiçar”.  <br><br></div><div>Talvez este vírus possa vir mudar a mente humana em relação à dependência de si mesmos e passar a gerir melhor o tempo e a aproveitar melhor os momentos que lhes forem proporcionados. Ou talvez continuemos a cair nos mesmos erros, porque é extremamente difícil mudar um pensamento formado há milhões de anos atrás.  <br><br></div><div><br></div><div>2 / 2</div><div>Os tempos podem ser diferentes, mas as fragilidades da vida sempre existirão enquanto seres vivos habitarem a Terra.<br><br></div><div><strong>Bibliografia:</strong> Os dados recolhidos para a composição deste documento acerca da COVID-19, foram retirados e relacionados através da notícia: Coronavírus grande mestre, da revista e editora Sol que consta no link: <a href="https://sol.sapo.pt/artigo/695446/coronavirus-grande-mestre">https://sol.sapo.pt/artigo/695446/coronavirus-grande-mestre</a><strong><br></strong><br></div><div><br><br></div><div>Laura, 10C</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 16:41:57 UTC</pubDate>
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         <title>Desprezo artes e cultura</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/634653574</link>
         <description><![CDATA[<div>“N’Os Lusíadas” o povo português despreza as artes e a cultura, tal como a maior parte do mundo atualmente, pois desprezam a arte e cultura dos povos de raça negra, ao que chamamos de racismo.<br>Uma das notícias mais faladas ultimamente é a morte de George Floyd, um homem de raça negra que foi morto pela ignorância de um polícia relativamente à cultura dos povos de pessoas de raça negra.<br>Ninguém deve ser julgado ou morto pelo tom de pele ou, por exemplo, por acessórios que são característicos de alguns povos, pois todos somos iguais, todos temos direito à vida e direito a sermos respeitados.<br>Em “Os Lusíadas” o povo português dava valor às armas e não às letras, pois como grande parte do mundo, as pessoas dão valor aos tons de pele e não ao que as pessoas realmente são, porque não é um tom de pele que mostra se somos “boas” ou “más” pessoas.<br>O sujeito poético tinha vergonha por ser português e ver a ignorância do povo português relativamente à cultura e às artes, tal como muitas pessoas que lutam pela igualdade sentem ao ver as atitudes de ignorância e racismo de outras.<br>Todos somos iguais (por dentro) e todos somos diferentes (por fora), há culturas diferentes, línguas e gastronomias, porém isso até é bom e devíamos ter interesse em conhecer, aprender e experimentar novidades, porque somos mais cultos e felizes pois respeitamo-nos uns aos outros, tendo os mesmos direitos.<br>O racismo infelizmente não existe apenas em Portugal, mas sim em todo o mundo, enquanto que “N’Os lusíadas” o povo português não era culto, já os povos da antiguidade interessavam-se pelas culturas e pelas artes.<br>Escolhi esta notícia porque o racismo é bastante falado ultimamente e devemos tentar minimizar atitudes racistas todos os dias, porque por vezes o que é diferente é bom, como por exemplo, as pessoas, a cultura e as artes.<br>Notícia:  https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2020/06/15/novo-video-george-floyd-policial.htm<br><br>Bruna Galaio, 10º C</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 22:59:42 UTC</pubDate>
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         <title>A corrupção e o poder do dinheiro </title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>A corrupção e o poder do dinheiro estão presentes como tema principal “N’Os Lusíadas”.<br><br>Podemos relacionar estes dois temas, visto que com a pandemia que estamos a atravessar, os países sem riqueza não conseguem lidar assim muito bem com esta situação, nem tomar as mesmas medidas que os outros países tiveram oportunidade de tomar. Parecendo que não, o dinheiro tem um grande poder na vida da população e dos países, se os países não tivessem tanta pobreza, tinham conseguido salvar mais pessoas e não estaríamos como podemos ver.<br><br>Dizemos que a corrupção é também um vírus na sociedade atualmente, tão comum e tão difícil de combater. Com a situação do covid muitos assuntos como a corrupção em Portugal estão a passar ao lado. A corrupção em Portugal é uma espécie de vírus do comportamento muito contagioso. Podemos encontrar corrupção nos banqueiros, empresários, no futebol, escritórios de advogados, sociedades de consultadoria e auditoria, no governo, autarquias.<br><br>“N’Os Lusíadas” no canto VIII, da estância 96-99, podemos perceber onde este tema é mais abordado.<br>Mariana Lampreia <br>10ºC</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 09:06:02 UTC</pubDate>
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         <title>Lusíadas no século XXI</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/636026397</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Lusíadas, obra de Luís Vaz De Camões, escrita no século XVI é um clássico da literatura portuguesa. Esta obra consegue abordar uma variedade de temas atuais, tais como o desejo de poder, a fragilidade da vida, a corrupção, o desprezo pelas artes, a ganância, o nacionalismo, entre outros.</div><div>Camões tinha vários objetivos ao escrever esta obra grandiosa, sendo um dos principais abordar a fragilidade da vida humana, (Canto I estâncias 105-106), o poeta reflete acerca da fragilidade e insegurança da vida humana e os perigos aos quais está sujeito, existe também uma consciencialização do carácter terreno/mortal/efémero da vida humana e da pequenez e fraqueza do ser humano( em oposição à força dos perigos envolventes). Em pleno século XXI esta fragilidade e insegurança sentidas pelo poeta mantêm-se, pois o ser humano está constantemente exposto a grandes perigos, adversidades e fragilidades, sem qualquer abrigo ou refúgio.</div><div>Atualmente o mundo está a atravessar um período de tristeza e medo, pois a pandemia COVID-19 continua a crescer diariamente por todo o globo. Este vírus, para além de perturbar e matar, também dá grandes lições. Esta pandemia tem fragilizado bastantes pessoas e colocado-as numa situação de insegurança.</div><div>Tal como Luís Vaz de Camões, D. Francisco Senra Coelho reflete acerca da fragilidade e insegurança da vida humana, não acerca das forças poderosas da natureza, mas sim da pandemia COVID-19. O arcebispo de Évora elogia e enaltece também os portugueses “Heróis entre Heróis!”, tal como fez Luís Vaz de Camões. Fonte: https://rr.sapo.pt/2020/05/11/religiao/pandemia-valorizou-valor-supremo-da-vida-diz-arcebispo-de-evora/noticia/192438/<br>Carolina Tavares 10ºC</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 11:54:03 UTC</pubDate>
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         <title>Lusíadas em 2020</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Luís de Camões, nas estâncias 105-106 do canto I, reflete acerca da vida humana e os perigos que lhe estão sujeitos. O sujeito poético fala sobre a fragilidade do homem e da fraqueza deste.<br>Em pleno século XXI esta insegurança e fraqueza do homem continuam a ser muito sentidas, uma vez que o ser humano está constantemente exposto a perigos sem ter algo para se proteger. <br>Nos tempos de hoje, o mundo está a atravessar um período de medo e insegurança devido à pandemia mundial que estamos a passar, o COVID-19, que a cada dia que passa aumenta cada vez mais. Esta pandemia trouxe muitos problemas a nível de saúde, economia entre outros, mas também nos trouxe muitos ensinamentos, tais como dar valor a coisas, ditas, banais da vida, como por exemplo o simples convívio entre amigos ou um abraço.<br>Tal como Luís de Camões, o presidente da República do país fala sobre a insegurança, a fragilidade, e o medo do homem perante a situação que estamos a passar, declarando o estado de emergência.<br>http://www.presidencia.pt/?idc=22&amp;idi=176060<br>Beatriz Dias 10c </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 13:26:36 UTC</pubDate>
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         <title>A Corrupção</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tema: corrupção<br><br></div><div><a href="https://www.noticiasaominuto.com/politica/1428734/a-corrupcao-tambem-e-um-virus-que-corroi-a-nossa-sociedade">https://www.noticiasaominuto.com/politica/1428734/a-corrupcao-tambem-e-um-virus-que-corroi-a-nossa-sociedade<br></a><br></div><div>Bem, eu escolhi esta notícia pois é exatamente o que se passou até há bem pouco tempo no nosso país.<br><br></div><div>Sim falar do vírus é muito importante, estar a par da evolução: se melhorou, se piorou, se há desenvolvimento na cura, fazer um agradecimento aos profissionais de saúde, saber como nos proteger e protegermos os outros… mas não se falava de outra coisa. Estão muito mais coisas a acontecer no país, certamente não mais importantes, mas também importante, tal como a corrupção que é um assunto que devíamos estar mais a par, no entanto mal se fala nisso, pois o vírus é praticamente o assunto principal. Eu acho que há tempo para tudo e que se devia falar mais do resto das coisas que se passam e estar informados de tudo pois tudo irá ter mais tarde consequências para as nossas vidas. <br><br></div><div>Sara Lima <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 13:51:11 UTC</pubDate>
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         <title>O poder e a corrupção</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/636163723</link>
         <description><![CDATA[<div>Madalena Camacho 10C<br><br></div><div> <br><br></div><div>Ao abordar e analisar “Os Lusíadas” chega-se à conclusão de que há vários temas que, mesmo passados vários anos, continuam atuais. O tema que escolhi foi a corrupção. Camões aborda este tema criticando severamente a sociedade do século XVI. Acredito que se a obra tivesse sido escrita no século em que estamos, Camões teria criticado este tema de forma quase idêntica, apontado os poderes sociais e a sede de poder.<br><br></div><div>Tentei encontrar um tema atual para conseguir estabelecer uma comparação com a obra, e nada melhor do que falar sobre a pandemia e tudo o que envolveu esse assunto, porque se há tema atual é este. Como exemplo temos o caso do Brasil, onde assistimos à morte da classe média, dando lugar a uma maior diferença entre o Muito rico e o Muito pobre. Mais uma vez e de forma recorrente na história assistimos, igual à sociedade que Camões descreve, o poder do dinheiro a ser causa e a possibilidade do acesso aos direitos. Direitos básicos como a saúde (que neste momento com a crise pandémica é fator vital) são cada vez mais um negócio e, tal como na época de Camões, o direito à vida e às possibilidades de “viver bem” são quase que exclusivamente um direito dos ricos.<br><br></div><div>O tema da corrupção está associado à pandemia, porque o poder do dinheiro dá acesso a meios (fraudes em compras e contratos assinados) para enfrentar a doença. Camões crítica a sociedade e nos dias de hoje a sociedade (em certos países) também deve ser criticada, pois todos (ricos ou pobres), devem ter os mesmos direitos e não têm.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Link da notícia que encontrei sobre o assunto:<br><br></div><div><a href="https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2020/06/11/interna_politica,1155732/corrupcao-ataca-r-1-48-bilhao-destinados-ao-combate-a-covid-19.shtml">https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2020/06/11/interna_politica,1155732/corrupcao-ataca-r-1-48-bilhao-destinados-ao-combate-a-covid-19.shtml<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 13:53:53 UTC</pubDate>
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         <title>Valor das artes </title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/636164847</link>
         <description><![CDATA[<div>Portugal hoje em dia tal e qual como antigamente, sempre foi um país que desprezou<br>bastante as artes e a sua cultura, contudo com o que aconteceu devido a pandemia,<br>Mariya Gabriel foi questionada acerca dos muitos trabalhadores do setor criativo e<br>cultural, se sentirem abandonados, pois tal e qual como na altura de Camões, sempre<br>foi umas das áreas a que se deu menos importância. Além de ser um setor que damos<br>pouca importância, é um setor com bastante importância nas nossas vidas, pois sem<br>ele não existiria metade das coisas que existem hoje em dia ao nosso redor. Na altura<br>de Camões, o poeta já censurava que os portugueses desprezavam a poesia e admitia<br>que os portugueses pareciam ter esquecido o valor da arte e da cultura, criticando<br>assim os políticos que governavam o país e apelava assim, convidando os portugueses<br>a seguir aqueles que defendiam a arte e as letras.<br><a href="https://observador.pt/2020/05/19/__trashed-720/">https://observador.pt/2020/05/19/__trashed-720/</a><br><br>Filipa Caixinha </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 13:54:41 UTC</pubDate>
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         <title>Os heróis portugueses</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/637231379</link>
         <description><![CDATA[<div>Portugueses portaram-se bem na primeira fase do estado de emergência, com reduzidas exceções<br><br></div><div> <a href="https://theworldnews.net/pt-news/portugueses-portaram-se-bem-na-primeira-fase-do-estado-de-emergencia-mas-108-foram-detidos-por-desobediencia">https://theworldnews.net/pt-news/portugueses-portaram-se-bem-na-primeira-fase-do-estado-de-emergencia-mas-108-foram-detidos-por-desobediencia<br></a><br></div><div> <br><br></div><div>Tal como na época dos descobrimentos (retratada em «Os Lusíadas»), o mundo atualmente está a passar por um acontecimento que afetará o mundo para sempre (sendo este ao contrário dos descobrimentos, um acontecimento negativo), no entanto independentemente do que acontece, o povo português continua a ser na sua maioria um exemplo a seguir para o mundo.<br><br></div><div> João Aniceto<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 09:21:34 UTC</pubDate>
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         <title>O heroísmo do povo português</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/637292141</link>
         <description><![CDATA[<div>Os heróis portugueses na linha da frente na luta contra o COVID-19: Visão. Lisboa: 26-03-2020. [consult. 16-06-2020]. Disponivel em Url: &lt;<a href="https://visao.sapo.pt/visaosaude/2020-03-26-os-herois-portugueses-na-linha-da-frente-na-luta-contra-o-covid-19/">https://visao.sapo.pt/visaosaude/2020-03-26-os-herois-portugueses-na-linha-da-frente-na-luta-contra-o-covid-19/</a>&gt;<br><br></div><div>“Os heróis portugueses na linha da frente na luta contra o COVID-19", é este o título da notícia publicada pela Visão Saúde, que eu considero que pode ser relacionada com a obra de Camões, “Os Lusíadas” e com a estância por mim abordada (77 do Canto X), que passa um pouco pelo processo da mitificação do herói.</div><div>Nesta notícia é reportado o intenso trabalho numa enfermaria da Unidade de Internamento de Contingência de Infeção Viral Emergente, em tempos que a pandemia de COVID-19 começa, cada vez mais, a infetar pessoas.</div><div>Nesta altura os médicos, enfermeiros e todos os profissionais de saúde sentem-se com imenso medo, pois estão a lidar com uma situação cuja maior parte dos profissionais nunca antes viveu, nesta altura todos estes são considerados os verdadeiros heróis de Portugal, pois lutam dia após dia por doentes que estão infetados, deixando muitas vezes a sua família para trás.</div><div>Considero que esta notícia se relacione com a epopeia “Os Lusíadas” no que diz respeito ao tema “O heroísmo do povo português”, nesta obra abordado, uma vez que, também muitos portugueses que embarcaram com Vasco Da Gama e em outras viagens de descobrimentos, deixaram famílias para trás para ajudar o seu país, neste caso a expandir o seu território. O medo sentido pelos profissionais de saúde pode ser, também, assemelhado ao medo que vários portugueses sentiram ao enfrentarem caminhos desconhecidos e nunca dantes navegados, uma vez que tanto os profissionais de saúde como a tripulação de Vasco Da Gama não sabem o que têm pela frente.</div><div>Por fim, a atribuição do nome heróis aos profissionais de saúde é outra das relações existentes entre a notícia e a epopeia “Os Lusíadas”, sendo que em ambos os casos se atribui o nome “heróis” àqueles que lutam para a elevação e progresso do país, os profissionais de saúde de modo a combater a pandemia e a tripulação de Vasco Da Gama de modo a expandir o território português.<br><br>Renato Pirocas 10C</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 10:30:14 UTC</pubDate>
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         <title>A cultura</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/637313756</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje em dia tudo é expresso nas redes sociais, nesta pandemia essa situação acentuou-se. Os artistas não puderam expressar a sua insatisfação nas ruas devido ao Covid-19 então decidiram criar um perfil no Instagram: @unidospelaculturaemportugal Este perfil retrata o descontentamento dos artistas perante a crise artística pela qual estão a passar. Falta de reconhecimento é um dos muitos problemas que aborrecem este pequeno grupo de pessoas talentosas, podemos comparar esta adversidade a Camões. Na obra “Os Lusiadas” podemos ver esse descontentamento e comparar a este prefil. Por exemplo no Canto I, estancia 74 Camões cita: “Com tantas qualidades generosas, Hei de sofrer que o fado favoreça” Estes versos podem ser comprados á insatisfação deste grupo de artistas pois são pessoas tão talentosas com um futuro promissor que estão em casa sem nada para fazer e sem qualquer apoio do estado.<br><a href="https://www.instagram.com/unidospelaculturaemportugal/">https://www.instagram.com/unidospelaculturaemportugal/</a><br>Paulo Barata 10ºC</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 10:54:47 UTC</pubDate>
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         <title>Ingratidão com artistas</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/637347830</link>
         <description><![CDATA[<div>O tema da ingratidão dos artistas é apresentado várias vezes nas reflexões do poeta, este indica que ninguém o recompensa e ninguém lhe dá o devido valor. O mesmo acontece com os artistas da atualidade em que vivemos, estão esquecidos sem ninguém a valorizá-los. <br><br></div><div>A capa da revista Ípsilon, publicada a 22 de Maio, protesta a favor da cultura, que está agora parada pelo momento que vivemos, juntos estão a lutar pelo presente e futuro da cultura que depende dos artistas.<br><br></div><div><a href="https://www.instagram.com/p/CAaAZTIA43g/?utm_source=ig_web_copy_link">https://www.instagram.com/p/CAaAZTIA43g/?utm_source=ig_web_copy_link<br></a><br></div><div>Para mim, esta escolha foi feita a pensar na nossa atualidade, e pelo que estamos a passar, devemos lutar por todos, sem esquecer ninguém, nem mesmo os artistas e a cultura, devemos fazer diferença, tal como Camões lutava para que lhe dessem a devida atenção e o devido mérito. <br><br>Maria Leonor, 10ºC</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 11:38:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/637363325</link>
         <description><![CDATA[<div>Comentário sobre a relação entre as estâncias 96-99 do canto VIII e a seguinte notícia: https://www.jn.pt/justica/mulheres-matam-e-decapitam-amigo-para-roubar-75-mil-euros--12027155.html<br><br> Luís de Camões, nas estâncias 96-99 do canto VIII, apela ao poder do dinheiro e à mentalidade materialista da sociedade, algo que perdura ainda na atualidade. Nas estâncias 98 e 99, o poeta intensifica o poder do ouro através da repetição anafórica da palavra “este”, que a “nobres faz fazer vilezas”, que transforma a honestidade e a fidelidade em impiedade e deslealdade e até àqueles que a Deus prometeram devoção, os faz cair em desonra. Nestas estâncias Camões demonstra, através do plano das considerações do poeta, a sua insatisfação perante a depravação dos valores morais da sociedade.<br> Na notícia acima referida temos a prova que aquilo que desagradava Camões em relação ao dinheiro, ainda se mantém ativo hoje em dia. Temos o relato de um acontecimento desumano, onde a confiança e amizade não tiveram qualquer tipo de influência, só o “sabor” do dinheiro se evidenciou, tal como aconteceu com Polidoro e o Rei Treício, em que este matou Polidoro para ficar com o “grão tesouro” (estância 97). <br>É chocante saber que há quem se aproveite de determinadas situações para conseguir aquilo que quer, sem qualquer tipo de escrúpulos. Saber que o ser humano é capaz de cometer as maiores atrocidades por dinheiro, tudo isto porque “este” fá-lo esquecer todos os valores e sentimentos, acaba mesmo por cegar, tornando-o num ser irracional, sem qualquer consciência da realidade. <br><br>Margarida Serra 10C</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 11:57:28 UTC</pubDate>
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         <title>O poder do dinheiro</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/637438298</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div><div>“A corrupção também é um vírus que corrói a nossa sociedade”. Lisboa:09-03-2020. [consult.17-06-2020]. Disponível em URL <a href="https://www.noticiasaominuto.com/politica/1428734/a-corrupcao-tambem-e-um-virus-que-corroi-a-nossa-sociedade">https://www.noticiasaominuto.com/politica/1428734/a-corrupcao-tambem-e-um-virus-que-corroi-a-nossa-sociedade</a></div><div><br><br></div><div>Nesta notícia alerta-se para o facto de estar a existir, para além de uma vaga de COVID-19, uma grande vaga de corrupção em Portugal, de acordo com a notícia a maioria dos banqueiros, clubes, empresários, entre tantos que tenham posses e uma relativa superioridade em relação aos estão a favorecer, dia após dia, o crescimento da corrupção. Nesta reportagem faz-se ainda o apelo ao facto de os políticos também serem uns dos que favorecem a corrupção, em vez de tomarem medidas para que tal deixe de existir, referindo, o entrevistado nesta notícia que a corrupção é mais “contagiosa” que o próprio vírus.</div><div><br><br></div><div>Esta é uma notícia que está relacionada com “Os Lusíadas” no que diz respeito ao tema “O poder do dinheiro”, pois tanto na obra como na notícia, são relatados acontecimentos de corrupção e cobiça, o que nos leva a acreditar que a corrupção sempre existiu no mundo.</div><div>O “apelo” que é feito na notícia ao dizer que a corrupção também é um vírus que se propaga rapidamente, pode ser relacionado com o apelo que é feito por Camões quando refere que o tremendo poder do dinheiro afeta todos do mesmo modo, tanto ricos como pobres, daí, o facto de na notícia se fazer referência à corrupção como um vírus incontrolável.</div><div><br><br></div><div>Finalizando, a enumeração de várias profissões ou grupos profissionais que são corruptos, pode ser relacionada com a reflexão de Camões, quando este na sua grandiosa obra, tenta apelar aos portugueses que o poder do dinheiro está constantemente a degradar a sociedade e o ser humano, pois este poder fala mais alto que qualquer amizade ou fidelidade, estando presente em todas as classes sociais, como refere a notícia, até mesmo os representantes do nosso país.<br><br>Juliana Fernandes 10C</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 13:08:53 UTC</pubDate>
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         <title>Glorificação do povo português</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/637508280</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta notícia sobre os profissionais de saúde que estão na linha da frente na luta contra a COVID – 19, está bastante relacionada com o Canto IX d’ <em>Os Lusíadas. </em>Tal como<em> </em>Vasco da Gama e os seus companheiros foram recompensados pela coragem manifestada, estes médicos e enfermeiros que estão a dar tudo para que se salvem vidas, serão igualmente recompensados pelo esforço e trabalho.<br><br></div><div>No caso dos portugueses, ao regressarem à sua Pátria, Vénus apercebe – se que estes heróis têm que ser recompensados. Com a ajuda do seu filho Cupido, esta prepara <em>a Ilha dos Amores</em>, uma ilha no meio do Oceano, cheia de coisas belas para os sentidos, onde os marinheiros poderão descansar e saciar – se. Estes ficam totalmente satisfeitos e maravilhados com a recompensa e criam então ligações amorosas com as ninfas, divindades do mar.<br><br></div><div>Já no caso dos médicos e enfermeiros, a recompensa pelos dias passados nos hospitais a cuidar de doentes e pela garra que levam dentro de si, será uma paz interior e um sentimento totalmente gratificante. É graças a estes seres humanos que muitas vidas estão a ser salvas e pessoas estão a recuperar desta doença que está a aterrorizar o mundo inteiro. Todos temos a agradecer, pois sem eles a situação estaria bastante pior.<br><br></div><div>Complementando, tanto Vasco da Gama e os seus marinheiros e os profissionais de saúde são uns heróis e no final de contas, todos as pessoas que realizam feitos brilhantes merecem ser glorificadas.<br><br>Fonte: <a href="https://visao.sapo.pt/visaosaude/2020-03-26-os-herois-portugueses-na-linha-da-frente-na-luta-contra-o-covid-19/">https://visao.sapo.pt/visaosaude/2020-03-26-os-herois-portugueses-na-linha-da-frente-na-luta-contra-o-covid-19/<br></a><br>Mariana Nobre, 10ºC<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 14:03:09 UTC</pubDate>
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         <title>Glorificação dos portugueses</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Perante o clima caótico que se vive durante a pandemia​, existem heróis capazes de fazer a diferença, neste caso esses heróis são os médicos que olham p​ela população, um dos seus grandes pilares. Médicos estes que se esforçam para curar os doentes fazendo assim o melhor trabalho possível. No caso desta estância​, durante um momento de desalento quanto ao estado da nação, Camões dirige-se a D. Sebastião​, recomendando-lhe que olhe para o povo, assim como os médicos olham para a população.     O poeta apela ao rei D. Sebastião para que olhe para o povo​, pois representa a glória, a coragem e o espírito patriótico, dispondo-se a enfrentar os maiores perigos e os maiores sacrifícios somente para engrandecerem o Rei e a Pátria.Neste caso​, as entidades que representam a glória, a coragem, o espírito patriótico e enfrentam os maiores medos são estes mesmos médicos que combatem o vírus e fazem o melhor para o neutralizarem, sendo um grande sacrifício não só por o ato de estarem a lidar diretamente com o vírus, como também não podendo ver as suas famílias​, nem abraçar os seus filhos e os seus entes mais queridos.<br><br>Fonte: <a href="https://visao.sapo.pt/visaosaude/2020-03-26-os-herois-portugueses-na-linha-da-frente-na-luta-contra-o-covid-19/">https://visao.sapo.pt/visaosaude/2020-03-26-os-herois-portugueses-na-linha-da-frente-na-luta-contra-o-covid-19/<br></a><br>Tomaz Sobral. 10ºC</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 14:06:40 UTC</pubDate>
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         <title>As temáticas de Camões na Atualidade</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong><em> </em></strong></div><div><strong><em> </em></strong></div><div>https://rr.sapo.pt/2020/05/11/religiao/pandemia-valorizou-valor-supremo-da-vida-diz-arcebispo-de-evora/noticia/192438/</div><div><strong><em> </em></strong></div><div>“Desde o inicio da pandemia, andamos todos a celebrar a vida, com gestos de dádiva e de sacrifício. Obrigado, Heróis entre Heróis!”, escreve D. Francisco Senra Coelho, numa mensagem por ocasião da celebração da Semana da Vida.</div><div> </div><div>Escolhi esta noticia pois acho que é aquela que mais se identifica com o fim dos Lusíadas.</div><div>Neste momento estamos a viver uma coisa que nós, Portugueses, nunca imaginaríamos que fosse acontecer.</div><div>Nunca pensamos que fossemos afetados por este vírus “🤬”, mas temos conseguido, até agora, ultrapassa-lo com bastante sacrifício.</div><div>E esta noticia identifica-se muito com o final dos Lusíadas, os Portugueses chegaram à Índia. Estes tiveram que passar por bastantes barreiras, tiveram muitas dificuldades para isso acontecer, mas eles nunca desistiram.</div><div>E foi por isso que eles chegaram onde queriam.</div><div>Nós Portugueses temos que ter muita força, para conseguirmos trespassar este vírus.    </div><div> </div><div><br>                                                              Maria Inês Caetano<br><br></div><div><strong><em>                                                                             10ºC</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 15:32:01 UTC</pubDate>
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         <title>Corrupção</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Relacionando o tema da corrupção, em Portugal atualmente, em que Ricardo Salgado( ex-Presidente do BES) foi condenado a pagar 3.7 milhões de euros por corrupção, com "o poder de dinheiro" de Camões. Estas corrupções normalmente acontecem devido ao poder que o dinheiro tem principalmente sobre as pessoas. E podemos observar nas estâncias de 96-99, que é onde se localiza "o poder do dinheiro", que existe pessoas gananciosas, como ainda há atualmente, preferindo o dinheiro acima das outras coisas todas.<br><br>Hugo Conceição<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 21:49:43 UTC</pubDate>
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         <title>A Ingratidão</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Mesmo tendo sido publicado em 1532, a epopeia “Os Lusíadas” menciona vários temas que ainda são tratados atualmente. Um desses temas é a ingratidão para com os artistas.<br>Na sua obra, Luís de Camões indigna-se com o desprezo mostrado para com os artistas, criticando a falta de cultura do povo português, que faz com que a arte seja desvalorizada. Relembra que se não houver quem cante os grandes feitos dos heróis, estes deixarão de existir, ou seja, se não valorizarem os artistas estes vão deixar de existir, e consigo, as suas obras.<br>Atualmente, e principalmente nestes tempos em que estamos confinados às nossas casas, a arte é muito importante, todas as suas “categorias”, pois é aquilo que nos entretém. Como nos aguentaríamos nestes tempos sem, por exemplo, a música, os filmes e livros? Quer sejamos nós a criar ou a consumir, a arte é muito importante nas nossas vidas, mesmo que não reparemos. Mas mesmo sendo tão importante, continuamos a não lhe dar o devido valor, como se menciona nesta notícia. Todos aqueles que viviam dos vários tipos de arte,desde músicos, atores e atrizes, dançarinos, até aqueles que ajudam a que os trabalhos destes se concretizem (técnicos de som, figurinistas, etc) ficaram sem fontes de rendimento. Sem meios para sobreviver, teriam de contar com a ajuda do estado, mas receberam “apoios vergonhosos” que não são suficientes para tal.<br>Esta notícia mostra-nos a realidade atual dos artistas do nosso país, que não são devidamente apoiados pelo estado. Sendo um problema que se mantém desde o tempo de Luís de Camões, deveríamos começar a pensarem soluções para o terminar, para além de refletirmos acerca da importância deste setor nas nossas vidas.<br>https://www.regiaodeleiria.pt/2020/05/agentes-culturais-fazem-vigilia-em-leiria-contra-apoios-vergonhosos-e-pelo-futuro-do-setor/<br>Maria Gião 10ºC<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-24 19:01:24 UTC</pubDate>
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         <title>A atualidade d’Os Lusíadas</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/639956676</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Os Lusíadas, obra de Luís Vaz de Camões, pode ter sido escrita há cerca de quatrocentos e cinquenta anos, mas esta obra foi tão bem idealizada, que consegue abordar temas bastante atuais, tais como a ganância, o desejo de poder, o medo do desconhecido, a corrupção, o desprezo pelas artes e ainda o nacionalismo, entre outros.</div><div>Luís Vaz de Camões tinha vários objetivos ao escrever esta obra grandiosa, sendo um dos principais (se não o principal) louvar e enaltecer um herói coletivo: o povo português. O poeta pretendia assim mostrar ao mundo a grandiosidade da sua nação, o quão importantes e heroicos eram os portugueses, apelando assim ao nacionalismo, algo que tem prevalecido desde sempre até aos dias de hoje.</div><div>Atualmente o mundo está a atravessar um período marcado pela tristeza e pelo medo, a pandemia COVID-19 continua a crescer diariamente por todo o globo, sendo muitos eventos e ocasiões adiados ou mesmo cancelados, para proteção da população contra este vírus. Este foi o caso da edição 2019/20 da Liga dos Campeões (campeonato europeu de futebol), que foi adiada e a localização da final deste campeonato, passou a ser em Lisboa e não na Turquia, como previsto. Este acontecimento gerou inúmeros elogios, a nível mundial, ao povo português, sendo o país visto como uma nação “que reforça uma imagem positiva ao Mundo, durante um período que tem sido particularmente difícil e exigente para todos” e o povo português enaltecido pelo seu comportamento face a “este cenário de combate sem tréguas à pandemia COVID-19", possibilitando assim, que a final deste campeonato ocorra em Lisboa.</div><div>Tal como Camões fez no século XVI, Marcos Celso (autor desta notícia), enaltece e elogia o comportamento e os feitos do povo português, tal como o resto do mundo, desta vez não no que toca à expansão da nação e à bravura face ao desconhecido, mas sim face a um acontecimento internacional no qual Portugal se tem revelado um exemplo a seguir, sendo por isso preciso, pelas palavras de Fernando Gomes, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, saber “honrar Portugal”. Fonte: https://www.rtp.pt/noticias/futebol-internacional/fernando-gomes-comportamento-dos-portugueses-possibilitou-opcao-da-uefa_d1237769<br>Rodrigo Caetano</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-25 13:01:24 UTC</pubDate>
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         <title>As artes em Portugal</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/639958318</link>
         <description><![CDATA[<div>Para mim, a notícia https://www.esquerda.net/opiniao/equacionar-pandemia/68163 que nos fala sobre o coronavírus, relaciona-se com a “fragilidade da vida” descrita pelo poeta, mais concretamente nas estâncias 105 e 106 do canto I, dos “Lusíadas”. Estas estâncias falam dos perigos da vida e do tamanho e insignificância do ser humano face ao tamanho do universo.</div><div>Esta notícia fala-nos das consequências e das regras que temos que cumprir devido ao coronavírus e como independentemente da nossa “tecnologia” da nossa “inovação” e da nossa “modernidade” atualmente, o nosso quotidiano e a nossa vida podem mudar drasticamente, desde “o futebol, o cinema, o espetáculo artístico, entraram em quarentena”, até “socializar de máscara”, demonstrando assim, tal como nos “Lusíadas”, a “fragilidade da vida”.</div><div>Posso concluir que não interessa quem somos, como somos ou o que temos, porque no final todos estamos expostos a todo o tipo de perigo, tal como é dito nas estâncias 105 e Ol106 do canto I dos “Lusíadas”.<br><br>André Martins</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-25 13:03:07 UTC</pubDate>
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         <title>Ignorar as artes</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/639960846</link>
         <description><![CDATA[<div>A notícia que escolhi está presente no link: <br><br></div><div><a href="https://sol.sapo.pt/artigo/580069/a-cultura-da-ignor-ncia">https://sol.sapo.pt/artigo/580069/a-cultura-da-ignor-ncia<br></a><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div>Nesta notícia é abordado o mesmo problema que atingira a idade do Renascimento, na altura em que Luís de Camões teria escrito “Os Lusíadas”, o que acontecia era quase igual ao descrito na notícia, a nobreza ignorava as artes, não lhe dava o devido valor, e valorizava antes os bens materiais e coisas fúteis, tal como está descrito na notícia, que é o que acontece também na atualidade, uma grande parte da sociedade esquece os valores morais e culturais, desvaloriza a cultura e tal como descreve o autor, “desvaloriza o silêncio e dá valor ao ruído”.<br><br>Sérgio Damião<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-25 13:05:55 UTC</pubDate>
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         <title>A corrupção</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/639964815</link>
         <description><![CDATA[<div>A corrupção, como a conhecemos, não é nenhum assunto da atualidade, muito pelo contrário, pois este fenómeno já ocorre há milhares de anos, como nos é apresentado no canto oitavo, nas estâncias 96 a 99, onde o poeta nos abre os olhos para certos atos de ganância e corrupção que ocorriam nesses tempos. Tais atos, como a vida luxuosa que os membros da igreja, que não eram humildes como prometeram e também não cumpriam o celibato. A maior parte dessas pessoas era capaz de fazer qualquer coisa para benefício próprio. E o que é que motivava esta gente “de bem” a fazer tudo isto?  O mesmo motivo que move os políticos a desviar dinheiro e a aumentar os impostos (muitas vezes) para seu prazer, o dinheiro. Como podemos ver o caso de Ricardo Salgado, que se apresenta corrupto e se havia recusado a pagar uma dívida do seu “falecido” banco que depois de ir à falência, ficou a dever dinheiro à população portuguesa, mesmo este valor sendo pequeno, quando comparado com o valor nele investido. Podemos assim concluir que, os anos passam, a cultura muda, mas a ganância e o sentido de corrupção vão estar sempre presentes dentro de muitos de nós, seres humanos.<br>Manuel Margarido </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-25 13:09:51 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde</title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/639975728</link>
         <description><![CDATA[<div>De várias notícias sobre o covid-19, a maior consequência da atualidade, escolhi uma notícia referente a uma médica que combate este vírus diariamente, comparando assim Margarida Tavares aos heróis portugueses que mesmo com dificuldades lutavam. Eu escolhi esta notícia inspirada na estância 106 “D’Os Lusíadas”, onde o sujeito poético fala do ser humano como um ser fraco diante da natureza e por ele ser fraco e pequeno nunca vai encontrar segurança, mas os mesmos seres humanos medíocres conseguiram vencer batalhas e fazer feitos históricos, então são considerados heróis.<br><br></div><div>Margarida Tavares, médica infecciologista no Centro Hospitalar de São João no Porto coloca-se em perigo todos os dias para ajudar vários infetados. O trabalho que ela exerge é exaustivo, uma vez que os hospitais não estavam preparados para uma catástrofe tão grande, ainda assim, o que Margarida Tavares transporta no rosto e na voz é o entusiamo de “uma experiência inesquecível, marcante”. <br><br></div><div><a href="https://rr.sapo.pt/2020/04/08/pais/historias-de-uma-medica-a-combater-a-covid-19-e-magnifico-quando-os-doentes-acordam/especial/188275/">https://rr.sapo.pt/2020/04/08/pais/historias-de-uma-medica-a-combater-a-covid-19-e-magnifico-quando-os-doentes-acordam/especial/188275/<br></a><br>Iara Rodrigues</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-25 13:20:00 UTC</pubDate>
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         <title>A Fragilidade da Vida </title>
         <author>lusiadas10c2020</author>
         <link>https://padlet.com/lusiadas10c2020/8mebb6axxjr28nh3/wish/640022360</link>
         <description><![CDATA[<div>Para mim, a notícia https://www.esquerda.net/opiniao/equacionar-pandemia/68163 que nos fala sobre o coronavírus, relaciona-se com a “fragilidade da vida” descrita pelo poeta, mais concretamente nas estâncias 105 e 106 do canto I, dos “Lusíadas”. Estas estâncias falam dos perigos da vida e do tamanho e insignificância do ser humano face ao tamanho do universo.</div><div>Esta notícia fala-nos das consequências e das regras que temos que cumprir devido ao coronavírus e como independentemente da nossa “tecnologia” da nossa “inovação” e da nossa “modernidade” atualmente, o nosso quotidiano e a nossa vida podem mudar drasticamente, desde “o futebol, o cinema, o espetáculo artístico, entraram em quarentena”, até “socializar de máscara”, demonstrando assim, tal como nos “Lusíadas”, a “fragilidade da vida”.</div><div>Posso concluir que não interessa quem somos, como somos ou o que temos, porque no final todos estamos expostos a todo o tipo de perigo, tal como é dito nas estâncias 105 e 106 do canto I dos “Lusíadas”.<br><br>André Martins 10ºc                                                      </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-25 14:02:57 UTC</pubDate>
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