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      <title>Metalotioneína by </title>
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      <description>Criado com ♥</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-06 00:32:16 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução </title>
         <author>larimanes20</author>
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         <description><![CDATA[<div>A metalotioneína contribui com o equilíbrio das funções do organismo (homeostase), ao regular as concentrações de metais existentes no corpo humano. Quando estão livres no corpo, os metais – até mesmo os naturais e essenciais – podem se tornar tóxicos, causando reações danosas. No entanto, alguns metais que desempenham funções importantes, como o ferro e o zinco, precisam ser utilizados por outras proteínas. Sendo assim, as ligações são frágeis: para que a metalotioneína possa transportar e liberar os metais no momento certo para exercerem as suas atividades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 03:22:24 UTC</pubDate>
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         <title>Metalotioneína - estrutura </title>
         <author>larimanes20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os cientistas constataram que a metalotioneína é altamente dinâmica, quase “líquida”: não apresenta uma estrutura fixa e muda constantemente de acordo com as ligações químicas com os metais, que são de baixa estabilidade, quebram e reformam facilmente. “Materiais contendo metais são duros e estáveis do ponto de vista macroscópico, mas microscopicamente mostramos que podem ser extremamente flexíveis”, afirma <a href="https://twitter.com/ArantesLab">Guilherme Menegon Arantes</a>, professor do IQ e um dos coordenadores do estudo. “Essa mobilidade faz com que a estrutura da proteína possa ser comparada, por exemplo, com a de um líquido.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 03:25:02 UTC</pubDate>
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         <title>Funções</title>
         <author>larimanes20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Metais livres como zinco, cobre e ferro já foram associados a doenças neurodegenerativas. Isso porque os metais livres nos neurônios podem induzir algumas proteínas a se complexarem, impedindo-as de realizarem as suas funções corretamente. “Essa complexação leva à produção de placas amiloides – depósitos de fragmentos de proteínas beta-amiloides, que são tóxicas para os neurônios. Essas placas são assinaturas de várias doenças neurológicas, como Alzheimer e Parkinson”, explica o pesquisador. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 03:28:17 UTC</pubDate>
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         <title>Funções</title>
         <author>larimanes20</author>
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         <description><![CDATA[<div>Outro problema decorrente de metais livres envolve o metabolismo energético. Os metais pesados podem atrapalhar o funcionamento da mitocôndria, organela responsável por gerar energia para os processos metabólicos. “A presença desses metais aumenta a produção de radicais livres, que podem fazer reações em cadeia, não controladas, e lesar as células”. Essa proteína possui características que estão associadas a detoxificação de substâncias genotóxicas, ao estoque e regulação dos níveis de zinco, e por uma provavel função relacionada à apoptose. *Apesar de seu papel protetor, a sua presença em células neoplasicas confere resistência ao tratamento anti-neoplásico, o que caracteriza-a como um indicador de maior agressividade tumoral.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 03:34:07 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura</title>
         <author>larimanes20</author>
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         <description><![CDATA[<div>E<em>strutura flexível da metalotioneína e as ligações da proteína com diversos tipos de metais</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-06 03:36:50 UTC</pubDate>
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