<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Trabalho de Português by Alexandre Hasegawa</title>
      <link>https://padlet.com/hassinha/8k9ztk7obcaubzyp</link>
      <description>Livro- O Assassinato do Conto Policial</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-15 18:47:53 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-09-16 01:34:04 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Sinopse do livro.</title>
         <author>hassinha</author>
         <link>https://padlet.com/hassinha/8k9ztk7obcaubzyp/wish/3120826525</link>
         <description><![CDATA[<p>Ivo Cotoxó, um jovem repórter policial, deve escrever doze laudas sobre um assassinato de um conto policial que não ocorrera ainda, passada essa missão pelo seu chefe, Maurício Benjamin, sendo a única informação dada ao Ivo uma tira de papel com a frase: "O conto policial vai ser assassinado quarta-feira."</p><p>Cotoxó buscava pistas sobre o caso, pedindo ajuda à sua amiga Tizuka, e buscando informações também com o ex-presidiário e agora técnico em máquinas de escrever "seu" Balbino. Com Balbino soube que o tipo da máquina de escrever utilizada havia sido uma Sperry Remington 100, tipo especial, feita sob encomenda.</p><p>O caso seguia sendo investigado, Ivo foi na casa do conferencista, Gilberto Romualdo, entrevistá-lo, mas não teve muitos avanços.</p><p>Depois da sua entrevista, Cotoxó foi na casa de Leopoldina de Morais Barros Quartim Barbosa, dama da sociedade e escritora, a mulher não estava em casa, de qualquer forma o jovem repórter conseguiu convencer a copeira da casa deixá-lo entrar, disse que iria deixar um recado para a dona da casa, reforçando seu argumento, disse que era jornalista e só sabia escrever à máquina. Entrou no escritório da dona e viu uma Sperry Remington 100 e escreveu com essa a mesma frase várias vezes: "O conto policial vai ser assassinado quarta-feira." e se mandou, dizendo para copeira não dizer nada à Leopoldina.</p><p>Logo após, Cotoxó com seu amigo V.J.B.(Virgildásio José Bastos ou Velho Jornalista Baiano), se covenceram de que a tira de papel com recado anônimo fora datilografada na Remington da escritora Leopoldina.</p><p>Na quarta-feira, houve uma conferência onde muitas pessoas estiveram presentes, entre essas escritores e jornalistas conhecidos. Seria esse o dia do assassinato do conto policial supostamente. Gilberto Romualdo subiu no palco e começou a conferência. Disse que estava ali para assassinar o conto policial, revelaria todos os segredos de como devem ser feitos esses contos, assim qualquer estudante poderia escrever seu próprio conto. Ao dizer isso se paralisou e caiu sobre a mesa. Morto.</p><p>Com tudo isso, o caso havia sido esclarecido com o Ivo Cotoxó entregando seu laudo.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-16 00:56:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hassinha/8k9ztk7obcaubzyp/wish/3120826525</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Biografia do autor.</title>
         <author>hassinha</author>
         <link>https://padlet.com/hassinha/8k9ztk7obcaubzyp/wish/3120842886</link>
         <description><![CDATA[<p>Natural de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vila_Nova_de_Gaia">Vila Nova de Gaia</a>, passou a infância e juventude no norte do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">país</a>, crescendo entre <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-disambig" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gaia">Gaia</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Porto">Porto</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gondomar">Gondomar</a>.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Rangel#cite_note-4"><sup>[4]</sup></a></p><p>Frequentou o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%A9gio_Internato_dos_Carvalhos">Colégio Internato dos Carvalhos</a>, antes de ingressar na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Cat%C3%B3lica_Portuguesa">Universidade Católica Portuguesa</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Rangel#cite_note-5"><sup>[5]</sup></a>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Licenciatura">Licenciado</a> em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Direito">Direito</a> pela <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Faculdade_de_Direito_da_Universidade_Cat%C3%B3lica_Portuguesa">Faculdade de Direito</a> da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Cat%C3%B3lica_Portuguesa">Universidade Católica Portuguesa</a>, em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1991">1991</a>.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Rangel#cite_note-6"><sup>[6]</sup></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Advogado">Advogado</a> de profissão, foi admitido em 1994 na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_dos_Advogados_Portugueses">Ordem dos Advogados Portugueses</a>,<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Rangel#cite_note-7"><sup>[7]</sup></a> e dedica-se ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_P%C3%BAblico">Direito Público</a>, especialmente ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_Administrativo">Direito Administrativo</a> e ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="new" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Direito_do_Ambiente&amp;action=edit&amp;redlink=1">Direito do Ambiente</a>.</p><p>Em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Setembro">setembro</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2021">2021</a>, Rangel assumiu não ser <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Heterossexual">heterossexual</a> no programa de entrevistas de <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-disambig" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Daniel_Oliveira">Daniel Oliveira</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect mw-disambig" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alta_Defini%C3%A7%C3%A3o"><em>Alta Definição</em></a>, transmitido pela <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_Independente_de_Comunica%C3%A7%C3%A3o">SIC</a>. Na entrevista, em que desvalorizava a importância politica de falar publicamente sobre a sua orientação sexual<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Rangel#cite_note-26"><sup>[26]</sup></a>, foi também denotado que evitou afirmar ser "gay"<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Rangel#cite_note-27"><sup>[27]</sup></a>.</p><p><strong>Condecorações</strong></p><ul><li><p>Grã-Cruz do Mérito com Estrela da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_do_M%C3%A9rito_da_Rep%C3%BAblica_Federal_da_Alemanha">Ordem do Mérito da República Federal</a> da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alemanha">Alemanha</a> (26 de Maio de 2009)<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Rangel#cite_note-32"><sup>[32]</sup></a></p></li></ul><p>Obras publicadas</p><ul><li><p><em>Concertação, Programação e Direito do Ambiente</em>. Coimbra, Coimbra Editora, 1994</p></li><li><p><em>O assassinato do conto policial</em>, FTD Editora, 1989</p></li><li><p><em>Reserva de Jurisdição: Sentido Dogmático e Sentido Jurisprudencial</em>. Porto, Editora Universidade Católica, 1997</p></li><li><p><em>Repensar o Poder Judicial</em>. Porto, Publicações Universidade Católica, 2001</p></li><li><p><em>Guerras Surdas - Crónicas da Tensão Política</em>. Coimbra, 2005</p></li><li><p><em>O estado do Estado</em> - Dom Quixote, 2009</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-16 01:19:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hassinha/8k9ztk7obcaubzyp/wish/3120842886</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Comentário crítico</title>
         <author>hassinha</author>
         <link>https://padlet.com/hassinha/8k9ztk7obcaubzyp/wish/3120854041</link>
         <description><![CDATA[<p>O autor Paulo Rangelto faz uma análise crítica e reflexiva sobre o gênero literário do conto policial. Ele aborda o desenvolvimento histórico do gênero, desde suas origens até os dias atuais, e faz uma crítica à falta de inovação e originalidade presentes em muitas obras do gênero. Percebi que em algumas situações a trama caminha para certa monotomia decorrente desta falya de inovações.<br>O Assassinato do Conto Policial é dividido em três partes. Na primeira parte é apresentado uma breve história do conto policial e destaca os principais autores e obras que influenciaram o gênero ao longo do tempo. Discute-se a evolução do conto policial, desde os clássicos de Edgar Allan Poe e Arthur Conan Doyle (Sherlock Holmes) até os autores mais modernos.<br>Na segunda parte, faz uma análise crítica dos elementos que compõem o conto policial, como a trama, o protagonista, o antagonista e o enigma. Ele aponta que muitas obras do gênero são previsíveis e pouco criativas, seguindo uma fórmula já estabelecida. Rangel argumenta que é necessário inovar e buscar novas formas de contar histórias, para que o gênero não se torne obsoleto e repetitivo. Exatamente o que percebi em alguns livros que lí, monotomia e falta de ousadia e inovação na narrativa.<br>Na terceira parte, o autor apresenta algumas propostas para renovar o conto policial. Ele defende a ideia de que os autores devem se inspirar em outros gêneros literários, como a ficção científica e a fantasia, para criar tramas mais complexas e inovadoras. Além disso, sugere que os escritores devem explorar temas mais atuais e relevantes, como a tecnologia e a política, para tornar suas histórias mais interessantes e provocativas. Além de trazer temas mais atuais, eles seriam mais interessantes pois seriam do cotidiano das pessoas.</p><p>Sendo assim, "O Assassinato do Conto Policial" é um livro que nos leva a uma reflexão sobre este gênero literário do conto policial, destacando a importância da originalidade e da inovação na criação de novas obras. O autor oferece uma visão que me levou a refletir sobre o gênero, sem deixar de reconhecer sua importância no contexto da literatura.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-09-16 01:34:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hassinha/8k9ztk7obcaubzyp/wish/3120854041</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
