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      <title>Diário de Bordo-N2 by Náthaly Silva</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-31 18:51:07 UTC</pubDate>
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         <title>24 de Março </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
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         <description><![CDATA[<p>A língua está em constante transformação, e uma de suas manifestações mais perceptíveis ocorre na <strong>pronúncia</strong>. Os chamados <strong>sons vibrantes</strong>, por exemplo, variam bastante de acordo com a região, o tempo e a classe social. Essas variações muitas vezes são alvo de <strong>preconceito linguístico</strong>, um julgamento negativo baseado nas formas diferentes de falar que surgem naturalmente em diferentes contextos socioculturais.</p><p>Uma das formas de entender essas variações é por meio dos <strong>metaplasmos</strong>, que são modificações nas palavras ao longo do tempo, especialmente na fala. Um exemplo popular é: <em>"Hoje tô cum preguiça."</em></p><p>Essas alterações podem ocorrer por <strong>acréscimo</strong> ou <strong>supressão</strong> de sons:</p><ul><li><p><strong>Acréscimos</strong>:</p><ul><li><p><em>Prótese</em>: adição no início da palavra. Ex: <em>voa</em> → <em>avoa</em>.</p></li><li><p><em>Epêntese</em>: adição no meio da palavra. Ex: <em>beneficente</em> → <em>beneficiente</em>.</p></li><li><p><em>Paragoge</em>: adição no final da palavra. Ex: <em>variz</em> → <em>varize</em>.</p></li></ul></li><li><p><strong>Supressões</strong>:</p><ul><li><p><em>Aférese</em>: remoção no início da palavra. Ex: <em>obrigado</em> → <em>brigado</em>.</p></li><li><p><em>Síncope</em>: remoção no meio da palavra. Ex: <em>mesmo</em> → <em>memo</em>.</p></li><li><p><em>Apócope</em>: remoção no final da palavra. Ex: <em>bobagem</em> → <em>bobage</em>.</p></li></ul></li></ul><p>Reconhecer essas variações como parte natural da língua é fundamental para combater o preconceito linguístico e valorizar a diversidade linguística do nosso país.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:40:50 UTC</pubDate>
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         <title>31 de Março </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412643110</link>
         <description><![CDATA[<p>A análise da conversação estuda como as pessoas organizam a fala em diálogos. Cada fala é um <strong>turno</strong>, e quando alguém interrompe o outro sem esperar, ocorre um <strong>assalto de turno</strong>.</p><p>Na conversa, observamos três aspectos principais:</p><ul><li><p><strong>Verbais</strong> (palavras usadas),</p></li><li><p><strong>Não verbais</strong> (gestos, olhares),</p></li><li><p><strong>Suprassegmentais</strong> (entoação, ênfase, pausas).</p></li></ul><p>Os <strong>traços suprassegmentais</strong> ajudam a marcar mudanças de tópico, trocas de falantes e fins de ideias. Já os <strong>recursos verbais estereotipados</strong>, como “né” ou “então”, organizam a fala, sem trazer nova informação.</p><p>Por fim, é importante diferenciar:</p><ul><li><p><strong>Suprassegmentais</strong>: tom, entoação, ênfase.</p></li><li><p><strong>Paralinguísticos</strong>: risos, olhares, gestos (não verbais).</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:41:02 UTC</pubDate>
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         <title>07 de Abril </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412643308</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Turnos e Tomadas de Turno na Conversação</strong></p><p>Na interação comunicativa, os turnos de fala e as tomadas de turno são fundamentais para a organização do diálogo. A dinâmica de quem pode ou deve falar primeiro, bem como quem encerra a conversa, muitas vezes está relacionada a fatores como idade, relações hierárquicas, status social ou poder. Como afirmam Marcuschi (2003, p. 95), “a conversação é regulada por normas sociais que estabelecem quem pode falar, quando e por quanto tempo”. Por exemplo, em contextos familiares ou institucionais, pessoas mais velhas ou que ocupam posições de autoridade geralmente iniciam ou finalizam as falas, demonstrando respeito ou reforçando o poder simbólico.</p><p>Em muitas culturas ocidentais, especialmente em interações mistas de gênero, é comum que os homens interrompam mais frequentemente a fala das mulheres, refletindo padrões culturais e sociais de dominação e desigualdade. Tannen (1993) aponta que “as interrupções são frequentemente interpretadas como sinais de poder e controle na conversação”, o que evidencia como essas práticas não são neutras, mas carregadas de significados sociais.</p><p>Em ambientes formais, como nas reuniões da Organização das Nações Unidas (ONU), as tomadas de turno são regulamentadas por protocolos específicos. Cada participante deve aguardar sua vez de falar, seguindo uma ordem preestabelecida e respeitando as normas diplomáticas, o que garante uma comunicação mais organizada e justa. Sacks, Schegloff e Jefferson (1974) explicam que “os sistemas de tomada de turno possuem regras que regulam as trocas conversacionais, assegurando a ordem e a cooperação entre os interlocutores”.</p><p>Esse fenômeno das trocas conversacionais também se relaciona com a <strong>Teoria dos Atos de Fala</strong>, elaborada inicialmente por John L. Austin (1962) e posteriormente desenvolvida por John R. Searle (1969). Segundo Austin, ao falar, “não descrevemos apenas o mundo, mas realizamos ações” (1962, p. 6). Searle amplia essa perspectiva ao afirmar que “todo ato de fala é a realização de uma intenção comunicativa por meio de uma expressão linguística” (1969, p. 16). Assim, os turnos de fala não são meras alternâncias, mas momentos em que os interlocutores realizam atos comunicativos que afetam a dinâmica social da interação.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:41:15 UTC</pubDate>
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         <title>14 de Abril</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412643717</link>
         <description><![CDATA[<p>Karen Barad, com sua teoria do <em>realismo agencial</em>, propõe que linguagem e realidade não estão separadas, mas emaranhadas. O <em>corte agencial</em> é o processo pelo qual sujeitos e objetos emergem das relações, e não existem de forma isolada. As <em>práticas discursivas</em> envolvem tanto linguagem quanto matéria, produzindo o mundo ao invés de apenas representá-lo.</p><p>Na linguagem e na gramática, isso se manifesta em como certas estruturas moldam percepções e relações (por exemplo, categorias de gênero). A literatura, por sua vez, é vista como uma prática material-discursiva que participa da criação de mundos, não apenas os reflete. O realismo agencial valoriza a <em>intra-ação</em> e o <em>emaranhamento</em>, desafiando visões tradicionais que separam sujeito, objeto, linguagem e realidade.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:41:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>28 de Abril </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412643913</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Pragmática</strong> é o ramo da linguística que estuda o uso da linguagem em contextos sociais, considerando não apenas o que é dito, mas também as intenções dos falantes, o contexto e os efeitos da comunicação.</p><p><strong>Origens e principais definições:</strong></p><ul><li><p><strong>J.L. Austin</strong> propôs que falar é realizar ações — teoria dos <strong>atos de fala</strong>, que envolve: o ato locutório (o que se diz), ilocutório (o que se quer fazer ao dizer) e perlocutório (o efeito da fala no ouvinte).</p></li><li><p><strong>Paul Grice</strong> introduziu a noção de <strong>implicatura</strong>, explicando como as pessoas entendem significados que não são explicitamente ditos, com base no princípio da cooperação e em máximas conversacionais (qualidade, quantidade, relação e modo).</p></li><li><p><strong>Charles Morris</strong> definiu a pragmática como a parte da semiótica que relaciona os signos aos seus intérpretes, ou seja, como as pessoas compreendem e interpretam os signos.</p></li><li><p><strong>Rudolf Carnap</strong> destacou que a pragmática estuda a linguagem em relação aos seus falantes, com foco na dimensão prática da comunicação.</p></li><li><p><strong>David Crystal</strong> afirma que a pragmática é “o estudo da linguagem do ponto de vista de seus usuários, especialmente das escolhas que fazem, das restrições que enfrentam na comunicação social e dos efeitos que sua linguagem tem sobre os outros”.</p></li></ul><p><strong>Conceitos importantes:</strong></p><ul><li><p><strong>Implicatura</strong>: significados sugeridos ou inferidos, que não são ditos diretamente, mas que o ouvinte compreende a partir do contexto e do conhecimento compartilhado.</p></li><li><p><strong>Competência pragmática</strong>: capacidade de usar a linguagem de maneira eficaz e apropriada em diferentes situações comunicativas, considerando normas sociais e culturais.</p></li></ul><p><strong>Pragmática como linguagem em interação:</strong></p><p>A pragmática enfatiza a linguagem como <strong>interação social</strong>, onde o sentido é construído dinamicamente entre os interlocutores, dependendo do contexto e das intenções envolvidas.</p><p><strong>Contribuições da filosofia alemã:</strong></p><ul><li><p><strong>Jürgen Habermas</strong>: desenvolveu a <strong>Teoria do Agir Comunicativo</strong>, segundo a qual a linguagem é um meio para alcançar entendimento mútuo, destacando o papel da racionalidade na comunicação.</p></li><li><p><strong>Karl-Otto Apel</strong>: elaborou a <strong>pragmática transcendental</strong>, que busca fundamentar a ética e a validade das normas comunicativas a partir das condições universais da possibilidade do diálogo.</p></li><li><p><strong>Stuart Hall</strong>: embora ligado aos estudos culturais, contribuiu para o entendimento pragmático da comunicação, mostrando como os significados são produzidos, negociados e transformados nos contextos sociais e culturais.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:41:50 UTC</pubDate>
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         <title>25 de março </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412645569</link>
         <description><![CDATA[<p>Prova N1</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:43:21 UTC</pubDate>
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         <title>01 de Abril </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412645917</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>A arte como diálogo</strong>: A obra depende da interpretação do leitor; Wilde destaca que a diversidade de opiniões enriquece a arte.</p></li><li><p><strong>Obsessão do pintor</strong>: Basil Hallward se torna obcecado pela beleza de Dorian e pinta sua obra-prima.</p></li><li><p><strong>Influência de Lord Henry</strong>: Amigo de Basil, apresenta a Dorian uma visão hedonista da vida, que muda completamente sua personalidade.</p></li><li><p><strong>Ironia e crítica social</strong>: O livro é irônico, criticando a superficialidade e hipocrisia da sociedade, especialmente nas falas de Lord Henry.</p></li><li><p><strong>A beleza como maldição</strong>: A beleza de Dorian, inicialmente uma dádiva, torna-se uma maldição quando ele deseja manter-se eternamente jovem, enquanto o retrato reflete sua degradação moral.</p></li><li><p><strong>Reflexão sobre aparência e moral</strong>: A obra alerta sobre os riscos de valorizar excessivamente a aparência em detrimento da ética.</p></li><li><p><strong>Temas centrais</strong>: Juventude, influência social, dualidade entre aparência e essência, e as consequências de escolhas imorais.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:43:37 UTC</pubDate>
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         <title>08 de Abril </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412646197</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, realizamos uma roda de conversa sobre Edgar Allan Poe, na qual discutimos aspectos relevantes de sua vida e obra. A atividade permitiu uma reflexão aprofundada sobre algumas de suas principais narrativas, destacando temas recorrentes e recursos estilísticos característicos do autor.</p><ul><li><p><strong>A Queda da Casa de Usher</strong>: analisamos a linguagem simbólica e detalhada, a atmosfera decadente da casa e a revelação de que a irmã foi enterrada viva. Destacamos a casa como um reflexo do estado mental dos personagens.</p></li><li><p><strong>O Gato Preto</strong>: discutimos a violência contra o animal, o assassinato da esposa e a frieza do narrador, que age com naturalidade e se orgulha de esconder o corpo. Foi debatida a justificativa que ele dá aos seus atos como algo comum à natureza humana.</p></li><li><p><strong>O Escaravelho de Ouro</strong>: refletimos sobre o caráter investigativo do conto, com elementos de lógica e decifração de códigos. O ex-escravo que acompanha o protagonista mostra lealdade e também senso crítico.</p></li><li><p><strong>O Barril de Amontillado</strong>: observamos a motivação de vingança por ofensas não ditas, a manipulação do personagem Fortunato e o ambiente sombrio das catacumbas como cenário do crime.</p></li><li><p><strong>William Wilson</strong>: exploramos o tema do duplo e o conflito psicológico do narrador com um rival que pode ser uma representação da própria consciência. Ligamos esse conto à ideia de identidade e culpa.</p></li><li><p><strong>O Corvo</strong>: analisamos o luto do narrador e sua conversa com o corvo, símbolo da perda e da loucura. A repetição de "Nevermore" reforça a ausência de consolo e a presença constante do sofrimento.</p></li><li><p><strong>Assassinatos na Rua Morgue</strong>: considerado o primeiro conto policial, destacamos a lógica dedutiva de Dupin e o detalhamento das cenas. A história inaugura um novo estilo de investigação na literatura, com foco na razão.</p></li><li><p><strong>O Retrato Oval</strong>: discutimos a obsessão do artista em capturar a beleza da esposa, o que leva à morte dela. O conto aborda a relação entre arte, vida e sacrifício, com forte crítica à idealização feminina.</p></li></ul><p><br></p><p>A roda de conversa proporcionou uma análise rica e significativa da obra de Edgar Allan Poe, permitindo compreender como seus contos e poemas exploram aspectos sombrios da mente humana, do comportamento moral e da estética do terror. Por meio das leituras e discussões, foi possível reconhecer a complexidade de seus personagens, a sofisticação narrativa e o impacto duradouro de sua literatura, tanto nos gêneros gótico e policial quanto nas reflexões sobre o psicológico humano. A atividade também estimulou a troca de interpretações entre os participantes, contribuindo para o desenvolvimento do senso crítico e da apreciação literária.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:43:53 UTC</pubDate>
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         <title>15 de Abril </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
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         <description><![CDATA[<p>No sarau deste semestre, todos os participantes tiveram a oportunidade de se envolver, recitando textos de diversos autores da literatura anglófona. Cada grupo fez sua própria escolha, o que trouxe variedade e originalidade para as apresentações. Foi uma noite muito agradável, marcada pela dedicação dos alunos e pela diversidade de estilos e interpretações. As apresentações mostraram o quanto a literatura pode ser vivenciada de forma criativa e significativa dentro do ambiente escolar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:44:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>22 de Abril:Orlando e Admirável Mundo Novo</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412646723</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Orlando – Virginia Woolf</strong></p><ul><li><p><strong>Inspiração:</strong></p><ul><li><p>Baseado em Vita Sackville-West, a quem Woolf era ligada afetivamente.</p></li><li><p>Funciona como biografia ficcional e poética.</p></li></ul></li><li><p><strong>Grupo de Bloomsbury:</strong></p><ul><li><p>Defendia liberdade artística, sexual e intelectual.</p></li><li><p>Influenciou o estilo ousado da obra.</p></li></ul></li><li><p><strong>Narrador não confiável:</strong></p><ul><li><p>Mistura realidade e fantasia com ironia.</p></li><li><p>Questiona verdades literárias e históricas.</p></li></ul></li><li><p><strong>Questão de gênero:</strong></p><ul><li><p>Orlando muda de sexo naturalmente.</p></li><li><p>A obra propõe gênero como construção cultural e fluida.</p></li></ul></li><li><p><strong>Temas centrais:</strong></p><ul><li><p>Identidade, tempo, liberdade individual e crítica social.</p></li></ul></li></ul><p><strong>Admirável Mundo Novo – Aldous Huxley</strong></p><ul><li><p><strong>Sistema de castas:</strong></p><ul><li><p>Divisão rígida da sociedade desde o nascimento.</p></li><li><p>Cada casta tem funções e direitos específicos.</p></li></ul></li><li><p><strong>Treinamento psicológico:</strong></p><ul><li><p>Doutrinação desde cedo para aceitação da realidade.</p></li><li><p>Impede pensamento crítico e reforça obediência.</p></li></ul></li><li><p><strong>Proibição de vínculos afetivos:</strong></p><ul><li><p>Laços emocionais são desencorajados.</p></li><li><p>Evita resistência e mantém controle social.</p></li></ul></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:44:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>29 de Abril:Laranja Mecânica e The Great Gatsby </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Laranja Mecânica – Anthony Burgess </strong></p><ul><li><p><strong>Contexto de criação:</strong></p><ul><li><p>Escrita após a Segunda Guerra Mundial, influenciado pela violência vivida pela esposa de Burgess.</p></li><li><p>Reflete o medo da violência juvenil e da rebeldia contra a sociedade tradicional.</p></li></ul></li><li><p><strong>Nadsat – o dialeto dos jovens:</strong></p><ul><li><p>Linguagem inventada por Burgess, usada pelos jovens delinquentes.</p></li><li><p>Cria um distanciamento entre os personagens e a sociedade.</p></li></ul></li><li><p><strong>Alex – protagonista e líder de gangue:</strong></p><ul><li><p>Jovem violento e inteligente, lidera uma gangue e comete crimes pela cidade.</p></li><li><p>Apreciador de música clássica, seu caráter é ambíguo.</p></li></ul></li><li><p><strong>Tratamento Ludovico:</strong></p><ul><li><p>Técnica que elimina o livre-arbítrio de Alex, associando atos violentos a repulsa física.</p></li></ul></li><li><p><strong>Consequências do tratamento:</strong></p><ul><li><p>Após a prisão, Alex se torna vulnerável e incapaz de se reintegrar à sociedade, o que o leva à loucura.</p></li></ul></li><li><p><strong>Estilo musical e visual:</strong></p><ul><li><p>Uso irônico de música clássica e estética futurista, contrastando o sublime com o grotesco.</p></li></ul></li></ul><p><strong>The Great Gatsby – F. Scott Fitzgerald</strong></p><ul><li><p><strong>Contexto de criação:</strong></p><ul><li><p>Crítica à sociedade materialista e superficial dos anos 1920, época de prosperidade econômica.</p></li></ul></li><li><p><strong>Fetichismo da mercadoria:</strong></p><ul><li><p>A busca por riqueza e bens materiais é central, com personagens como Gatsby buscando status por meio de luxo.</p></li></ul></li><li><p><strong>O sonho americano:</strong></p><ul><li><p>Crítica à ideia de que "dinheiro compra felicidade", mostrando que a busca por riqueza leva à frustração.</p></li></ul></li><li><p><strong>Contexto histórico e cultural:</strong></p><ul><li><p>Reflete o impacto da Primeira Guerra Mundial, a Lei Seca e a ascensão do consumo durante os anos 1920.</p></li></ul></li><li><p><strong>Crítica à sociedade da época:</strong></p><ul><li><p>A obra critica o materialismo, a superficialidade e a hipocrisia das elites americanas.</p></li></ul><p><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:44:32 UTC</pubDate>
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         <title>26 de Março </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412647332</link>
         <description><![CDATA[<p>Prova N1</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:44:51 UTC</pubDate>
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         <title>02 de Abril</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412647707</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Desafio principal</strong>: timidez e pouca participação dos alunos nas aulas de inglês.</p><ul><li><p><strong>Causa comum</strong>: medo de errar ou de serem julgados pelos colegas.</p></li><li><p><strong>Solução proposta por Penny Ur</strong>: criar um ambiente positivo e encorajador.</p></li><li><p><strong>Importância da participação ativa</strong>:</p><ul><li><p>Aumenta o envolvimento dos alunos.</p></li><li><p>Melhora habilidades de fala e compreensão.</p></li><li><p>Estimula a escuta ativa e significativa.</p></li></ul></li><li><p><strong>Benefícios de falar em sala</strong>:</p><ul><li><p>Exige organização de ideias.</p></li><li><p>Promove uso prático de vocabulário e gramática.</p></li></ul></li><li><p><strong>Conclusão</strong>: estimular a fala é uma estratégia pedagógica eficaz, além de ser motivacional.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:45:02 UTC</pubDate>
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         <title>09 de Abril </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412647986</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula de hoje, discutimos o ensino de Língua Inglesa sob a perspectiva sócio-histórico-cultural (Vygotsky, 1934), alinhada ao materialismo histórico-dialético (Marx) e ao conceito de <em>conatus</em>, afeto e afecções (Espinosa). A partir dessas bases, compreendemos o aluno como sujeito histórico, agente ativo de sua própria aprendizagem. Essa construção só é possível quando o professor reconhece o estudante como protagonista e propõe situações em que ele possa agir sobre o conhecimento.</p><p>Refletimos também sobre dois contextos diferentes de ensino de inglês: o currículo trabalhado no PIBID, voltado para o ambiente escolar, e o ensino de língua inglesa no curso superior de Comércio Exterior. Apesar das diferenças de abordagem, ambos precisam considerar o aluno em sua totalidade — não apenas como corpo cognitivo, mas como ser afetado por suas condições sociais, emocionais e físicas (como fome, cansaço, experiências vividas no dia).</p><p>A aprendizagem, nessa visão, se dá por meio de um <strong>duplo movimento</strong>: o professor parte do contexto real e concreto do aluno e, por meio da mediação pedagógica, o leva ao conhecimento científico. Nesse processo, a atividade social é central — como nas simulações de situações da vida real, que preparam o aluno para agir no mundo.</p><p>Com base na Teoria da Atividade (Engeström, 1999), observamos os elementos que estruturam a prática pedagógica:</p><ul><li><p><strong>Sujeito</strong> (aluno)</p></li><li><p><strong>Objeto</strong> (conhecimento)</p></li><li><p><strong>Mediação</strong> (instrumentos e linguagem)</p></li><li><p><strong>Regras, comunidade e divisão de tarefas</strong>, que interferem diretamente na dinâmica de ensino-aprendizagem.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:45:17 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade realizada em sala  de aula </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412648158</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Plano Interdisciplinar – História + Língua Inglesa</strong><br><strong>Tema:</strong> "Living History – Cultures and Governments in Role Play"<br><strong>Ano:</strong> 8º ou 9º ano do Ensino Fundamental<br><strong>Carga Horária:</strong> 6 aulas de 50 minutos</p><p><strong>Base Teórica:</strong></p><ul><li><p>Vygotsky: brincadeira simbólica, mediação e interação</p></li></ul><p><strong>Temas Transversais:</strong></p><ul><li><p>Diversidade cultural</p></li><li><p>Empatia</p></li><li><p>Cidadania</p></li><li><p>Respeito às diferenças</p></li></ul><p><strong>Objetivo Geral:</strong></p><ul><li><p>Desenvolver o uso da língua inglesa e o pensamento histórico-crítico por meio de simulações culturais e políticas, incentivando a empatia, o conhecimento sobre a colonização e as formas de governo em países de língua inglesa.</p></li></ul><p><strong>Eixos da BNCC – Língua Inglesa:</strong></p><ol><li><p>Oralidade (Speaking &amp; Listening)</p></li><li><p>Leitura e Compreensão (Reading Comprehension)</p></li></ol><p><strong>Habilidades:</strong></p><ul><li><p>(EF08LI05) Compreender informações explícitas e implícitas em textos orais e escritos.</p></li><li><p>(EF08LI07) Utilizar a língua inglesa como meio de interação, expressando opiniões.</p></li><li><p>(EF08LI09) Reconhecer aspectos culturais de países falantes de inglês.</p></li></ul><p><strong>Eixos da BNCC – História:</strong></p><ul><li><p>(EF08HI05) Analisar os processos de colonização da América, África e Ásia.</p></li><li><p>(EF08HI08) Compreender a formação das identidades culturais.</p></li><li><p>(EF08HI09) Relacionar eventos históricos com a construção de culturas e governos atuais.</p></li></ul><p><strong>Conteúdos:</strong></p><ul><li><p>Vocabulário histórico e político: <em>colony, independence, democracy, monarchy, resistance, freedom</em></p></li><li><p>Expressões no passado: <em>simple past, past continuous</em></p></li><li><p>Formas de governo: democracia, monarquia, ditadura, república, teocracia</p></li><li><p>Culturas: indiana, nigeriana, britânica, jamaicana, sul-africana, indígena brasileira</p></li><li><p>Impactos da colonização e heranças culturais</p></li></ul><p><strong>Etapas da Atividade (6 aulas):</strong></p><p><strong>Aula 1: Introdução e divisão dos grupos</strong></p><ul><li><p>Aula dialogada sobre colonização e tipos de governo em países de língua inglesa</p></li><li><p>Divisão dos grupos: sorteio de uma cultura + um tipo de governo para representar</p></li><li><p>Introdução ao vocabulário em inglês</p></li></ul><p><strong>Aula 2: Pesquisa guiada</strong></p><ul><li><p>Pesquisa com apoio de textos/vídeos em inglês adaptados:</p><ul><li><p>Traços culturais: vestimenta, alimentação, religião, idioma, arte</p></li><li><p>Como era ou é o governo local</p></li></ul></li><li><p>Mediação do professor com vocabulário e compreensão</p></li></ul><p><strong>Aulas 3 e 4: Criação do Role Play</strong></p><ul><li><p>Grupos escrevem um roteiro em inglês encenando:</p><ul><li><p>Uma situação cultural (ex.: festival, refeição, reunião tribal)</p></li><li><p>Um elemento político (ex.: eleição, pronunciamento do rei, protesto, debate popular)</p></li></ul></li><li><p>Uso de objetos e improvisação simbólica</p></li></ul><p><strong>Aula 5: Apresentação dos grupos</strong></p><ul><li><p>Cada grupo apresenta seu role play</p></li><li><p>Perguntas guiadas em inglês pelos colegas e professor:</p><ul><li><p><em>What is the name of your country?</em></p></li><li><p><em>What type of government do you have?</em></p></li><li><p><em>What did you learn about this culture?</em></p></li></ul></li></ul><p><strong>Aula 6: Reflexão e avaliação</strong></p><ul><li><p>Roda de conversa (português e inglês)</p></li><li><p>Registro escrito individual ou em dupla:</p><ul><li><p>O que aprendi sobre essa cultura?</p></li><li><p>Como a história molda governos e comportamentos?</p></li><li><p>Como foi trabalhar em grupo e representar algo diferente?</p></li></ul></li></ul><p><strong>Produto Final:</strong></p><ul><li><p>Apresentações orais em inglês com simulações culturais e políticas</p></li><li><p>Registro reflexivo escrito (bilíngue, se possível)</p></li></ul><p><strong>Avaliação:</strong></p><ul><li><p>Participação nas etapas e cooperação em grupo</p></li><li><p>Clareza e criatividade no uso do inglês</p></li><li><p>Compreensão dos conceitos históricos e políticos</p></li><li><p>Postura de respeito, empatia e escuta ativa</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:45:28 UTC</pubDate>
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         <title>23 de Abril</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412648518</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa aula, conversamos sobre o ENADE, discutindo o que podemos esperar da prova, suas características e estratégias de como responder adequadamente às questões. Além disso, respondemos algumas perguntas, e enquanto fazíamos isso, aprendemos o significado da palavra 'dicotômica', ampliando nosso vocabulário e nossa compreensão sobre a interpretação de textos e enunciados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:45:44 UTC</pubDate>
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         <title>30 de Abril </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412648655</link>
         <description><![CDATA[<p>Um simulado da ONU (Organização das Nações Unidas) pode ser uma ferramenta poderosa para melhorar o desempenho dos alunos nas aulas de inglês. Durante essa atividade, os estudantes assumem o papel de diplomatas de diferentes países e discutem temas globais em inglês, como direitos humanos, meio ambiente e políticas internacionais. Isso estimula o uso da língua de forma prática e contextualizada, ampliando o vocabulário, a fluência e a confiança na comunicação oral. Além disso, promove o pensamento crítico, o trabalho em equipe e o contato com diferentes culturas, tornando o aprendizado mais significativo e motivador.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:45:52 UTC</pubDate>
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         <title>27 de Março </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412648829</link>
         <description><![CDATA[<p>Prova N1</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:46:04 UTC</pubDate>
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         <title>03 de Abril </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Estratégias de Tradução para Legendas</strong></p><p><strong>Tópicos: Posição e Tempo das Legendas</strong></p><ul><li><p><strong>Posição na tela:</strong> As legendas devem ser exibidas na parte inferior da tela, preferencialmente centralizadas.</p></li><li><p><strong>Número de linhas e caracteres:</strong> Devem ocupar de 1 a 2 linhas, com aproximadamente 32 a 42 caracteres por linha.</p></li><li><p><strong>Adaptação do conteúdo:</strong> É permitido omitir ou substituir palavras, desde que o sentido geral seja mantido, adequando-se ao tempo e espaço disponíveis.</p></li><li><p><strong>Velocidade de leitura:</strong> Recomenda-se um ritmo de 150 a 180 palavras por minuto, o que equivale a cerca de 2 palavras por segundo.</p></li><li><p><strong>Sincronização com o áudio:</strong> As legendas não devem ser exibidas simultaneamente com o início da fala, mas sim com um pequeno atraso de 1 a 4 segundos, para facilitar a compreensão do público.</p></li><li><p><strong>Foco na clareza:</strong> As legendas devem acompanhar o conteúdo falado de forma fiel e clara, garantindo que o espectador consiga entender a mensagem, mesmo sem captar todos os detalhes auditivos.</p><p><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:46:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>10 de Abril </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesse dia conversamos sobre o projeto integrador e  como iremos trabalhar.Também discutimos o que e como iremos apresentar os traabalhos na esocla Cirylo </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-04-16 15:46:28 UTC</pubDate>
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         <title>17 de Abril </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412649714</link>
         <description><![CDATA[<p>Feriado </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 15:46:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>24 de Abril</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3412649920</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Audiodescrição Simultânea (ADS):</strong></p><ul><li><p><strong>Definição:</strong> A audiodescrição simultânea é um processo de descrição ao vivo de eventos e situações para pessoas com deficiência visual. Ela acontece em tempo real, permitindo que o público com deficiência visual tenha acesso ao que está acontecendo em tempo de execução.</p></li><li><p><strong>Exemplos de aplicação:</strong></p><ul><li><p><strong>Casamentos e Partos:</strong> A ADS pode ser utilizada em eventos como casamentos e partos, onde as pessoas cegas ou com baixa visão não conseguem acompanhar todos os detalhes visuais desses momentos. O audiodescritor transmite ao público os gestos, expressões e outros elementos importantes do evento.</p></li><li><p><strong>Importância:</strong> Permite a inclusão social e o acesso à informação, tornando esses momentos significativos também para as pessoas com deficiência visual.</p></li></ul></li></ul><p><strong>Não expressar opinião ou julgamento:</strong></p><ul><li><p><strong>Função do audiodescritor:</strong> O papel do audiodescritor é exclusivamente informar, sem expressar suas opiniões ou julgamentos sobre o que está sendo descrito. Ao descrever, ele deve ser neutro, transmitindo o conteúdo de forma clara e objetiva, sem adicionar interpretações pessoais.</p></li><li><p><strong>Exemplo:</strong> Em um casamento, o audiodescritor deve descrever as ações e os elementos visuais (como a troca de alianças, a decoração, os convidados) sem emitir opiniões sobre o evento ou os participantes.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/f4Giv0OCGTQ?si=YXV-a2L1yjanquKC" />
         <pubDate>2025-04-16 15:47:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Morro dos Ventos Uivantes</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3414384867</link>
         <description><![CDATA[<p>Um ponto importante que falamos na nossa apresentação é como Heathcliff não aceita a morte de Cathy. Ele prefere ser assombrado pelo fantasma dela do que viver sozinho, mesmo que fosse só uma lembrança distante. Isso mostra o quanto ele era obcecado e como o amor dele era forte, mas também muito destrutivo.</p><p>Depois que Cathy morre, Heathcliff diz:</p><blockquote><p>"Catherine Earnshaw, que você não descanse enquanto eu viver! Você disse que eu a matei — então me assombre! [...] Apenas não me deixe neste abismo onde não posso encontrá-la! Oh, Deus! Não posso viver sem minha vida! Não posso viver sem minha alma!"</p></blockquote><p>Esse trecho mostra bem como ele prefere sofrer, sendo assombrado, do que ficar sem ela. O amor de Heathcliff é tão intenso que ele não consegue seguir em frente e quer a presença de Cathy a qualquer custo, mesmo depois da morte. Isso ajuda a criar o clima triste e sombrio do livro.</p><p><br></p><p><strong>Linguagem:</strong></p><ul><li><p>É <strong>emocional e dramática</strong>, cheia de desespero, culpa e amor.</p></li><li><p>Tem <strong>metáforas</strong>, como quando ele diz que Cathy é sua vida e sua alma, mostrando que ela é tudo para ele.</p></li><li><p>Usa o <strong>imperativo</strong>: "me assombre!", "não me deixe!", reforçando que ele não aceita a separação.</p></li><li><p>Tem um tom <strong>religioso</strong> e desesperado, como quando ele grita: "Oh, Deus!".</p></li></ul><p>Assim, a linguagem reforça a ideia de um amor tão forte que vira obsessão, combinando com o tom gótico e trágico da história.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 23:39:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>I Heard a Fly Buzz When I Died</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3434305654</link>
         <description><![CDATA[<p>Escolhi esse poema porque ele me fez pensar de um jeito diferente sobre a morte. Em vez de ser algo grandioso ou trágico, ela descreve o momento com silêncio, calma… e o som de uma simples mosca. Isso me chamou a atenção. A ideia de que, mesmo num momento tão esperado, a vida pode ser interrompida por algo banal, me fez refletir sobre como a realidade nem sempre é como imaginamos.</p><p>O poema me tocou porque mostra que o fim nem sempre é claro, nem bonito, mas ainda assim é profundamente humano. E também porque gosto da maneira como a Emily Dickinson fala da morte sem exagero, com um olhar mais íntimo e verdadeiro. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 14:11:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>06 de Maio</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3434463794</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>To Kill a Mockingbird — Harper Lee</strong></p><p><strong>Contexto:</strong></p><ul><li><p>Inspirado na infância de Harper Lee e no contexto social do Alabama (décadas de 1920 e 1930).</p></li><li><p>Sociedade marcada por racismo, machismo e dificuldades econômicas da Grande Depressão.</p></li><li><p>Muitas famílias sobrevivem trocando objetos ou oferecendo mão de obra como pagamento.</p></li></ul><p><strong>Personagens principais:</strong></p><ul><li><p><strong>Scout Finch:</strong> narradora curiosa e observadora.</p></li><li><p><strong>Jem Finch:</strong> irmão mais velho de Scout, companheiro e protetor.</p></li><li><p><strong>Dill Harris:</strong> amigo das crianças; mente com frequência para escapar de sua vida difícil.</p></li><li><p><strong>Atticus Finch:</strong> pai de Scout e Jem; advogado íntegro e democrático.</p></li><li><p><strong>Calpúrnia:</strong> empregada da família; figura materna, com forte influência na educação das crianças.</p></li></ul><p><strong>Primeira parte:</strong></p><ul><li><p>Foco na curiosidade das crianças sobre o vizinho <strong>Boo Radley</strong>, que nunca sai de casa.</p></li><li><p>Boo é visto como um monstro misterioso, mas desperta fascínio.</p></li><li><p>Conflito de Scout com a professora por saber ler e escrever antes dos colegas.</p></li><li><p><strong>Famílias importantes:</strong></p><ul><li><p><strong>Os Cunninghams:</strong> honestos, não aceitam ajuda sem poder retribuir.</p></li><li><p><strong>Os Ewells:</strong> miseráveis e infelizes, vivem perto do lixão e desejam o mal alheio.</p></li></ul></li><li><p>Boo Radley deixa “tesouros” escondidos na árvore, mas o pai dele fecha o buraco, encerrando a comunicação.</p></li></ul><p><strong>Segunda parte:</strong></p><ul><li><p>Calpúrnia leva as crianças à igreja dos negros, revelando a segregação racial:</p><ul><li><p>Igreja dos negros sem livros de hinos, pois poucos são alfabetizados.</p></li><li><p>Igreja dos brancos, mais estruturada.</p></li></ul></li><li><p>A tia de Scout quer demitir Calpúrnia, expressando preconceito racial.</p></li><li><p><strong>Tom Robinson</strong>: homem negro acusado injustamente de estuprar uma jovem branca.</p><ul><li><p>Defesa feita por Atticus, gerando críticas.</p></li><li><p>Acusação infundada: Tom não tem movimento no braço esquerdo.</p></li><li><p>Verdade: o pai da moça, <strong>Bob Ewell</strong>, cometeu o crime após ver a filha tentando seduzir Tom.</p></li></ul></li></ul><p><strong>Desfecho:</strong></p><ul><li><p>Na volta de uma festa de Halloween, Jem e Scout são atacados.</p></li><li><p>Boo Radley intervém, salvando-os e matando Bob Ewell.</p></li><li><p>As crianças percebem que Boo não era um monstro, mas um homem tímido e protetor.</p></li></ul><p><strong>Flowering Judas — Katherine Anne Porter</strong></p><p><strong>Contexto:</strong></p><ul><li><p>Publicado em 1930.</p></li><li><p>Ambientado durante a Revolução Mexicana (1910-1920), embora sem especificação geográfica clara.</p></li><li><p>Revolução motivada por líderes como Emiliano Zapata.</p></li><li><p>Katherine Anne Porter viveu no México na década de 1920, experiência que influenciou o conto.</p></li></ul><p><strong>Enredo:</strong></p><ul><li><p><strong>Laura</strong>, jovem norte-americana, muda-se para o México para ajudar na revolução.</p></li><li><p>Dá aulas de inglês e realiza tarefas políticas (como levar mensagens a prisioneiros).</p></li><li><p>Vive um conflito interno: desilusão com a causa revolucionária e desconforto com sua posição como mulher e estrangeira.</p></li></ul><p><strong>Personagens principais:</strong></p><ul><li><p><strong>Laura:</strong> idealista frustrada, religiosa, reprimida e alienada.</p></li><li><p><strong>Braggioni:</strong> líder revolucionário vaidoso, preguiçoso e corrupto; tenta seduzir Laura tocando violão.</p></li><li><p><strong>Eugênio:</strong> revolucionário adoentado que comete suicídio, reforçando o tom de desesperança.</p></li><li><p><strong>Lupe:</strong> personagem secundária, possivelmente ligada ao meio popular.</p></li></ul><p><strong>Temas principais:</strong></p><ul><li><p><strong>Desilusão política:</strong> Laura percebe a corrupção e a hipocrisia da causa revolucionária.</p></li><li><p><strong>Conflito interior:</strong> dilema entre seus valores religiosos e o ambiente político radical.</p></li><li><p><strong>Opressão de gênero:</strong> enfrenta o machismo, especialmente de Braggioni.</p></li><li><p><strong>Solidão e deslocamento:</strong> estrangeira isolada em um contexto político hostil.</p></li></ul><p><strong>Simbolismo:</strong></p><ul><li><p><strong>"Flowering Judas" (Flor de Judas):</strong></p><ul><li><p>Referência à árvore ligada à lenda do enforcamento de Judas Iscariotes.</p></li><li><p>Símbolo de traição, culpa e morte.</p></li><li><p>Representa a traição dos ideais revolucionários e o sentimento de alienação de Laura.</p></li><li><p>Metáfora da beleza superficial que encobre a corrupção moral.</p></li></ul></li></ul><p><strong>Estilo e linguagem:</strong></p><ul><li><p>Narrativa introspectiva, focada no conflito psicológico de Laura.</p></li><li><p>Linguagem simbólica e densa.</p></li><li><p>Pouca ação externa; predominam os pensamentos e sentimentos reprimidos.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 16:57:43 UTC</pubDate>
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         <title>13 de Maio</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3434463985</link>
         <description><![CDATA[<p><strong> <em>On the Road</em> – Jack Kerouac</strong></p><p><strong> Contexto histórico e cultural</strong></p><ul><li><p>Obra central da <strong>Geração Beat</strong> (anos 1950).</p></li><li><p>Crítica ao materialismo e à rigidez social.</p></li><li><p>Busca por liberdade, experiências intensas e autenticidade.</p></li><li><p>Influência do <strong>jazz bebop</strong>: improvisação e ritmo acelerado.</p></li></ul><p><strong> Enredo</strong></p><ul><li><p>Narrado por <strong>Sal Paradise</strong>, alter ego de Kerouac.</p></li><li><p>Sal conhece e se inspira em <strong>Dean Moriarty</strong>, símbolo de liberdade e impulsividade.</p></li><li><p>Realizam diversas viagens de carro pelos EUA e México:</p><ul><li><p>De <strong>Nova York</strong> a <strong>Chicago</strong>.</p></li><li><p>Passam por <strong>Denver</strong>, <strong>San Francisco</strong>, <strong>Nova Orleans</strong>.</p></li><li><p>Última viagem: <strong>México</strong>.</p></li></ul></li><li><p>Vivem aventuras: festas, drogas, amores passageiros.</p></li><li><p>Sal demonstra ser um <strong>narrador não confiável</strong>, mudando opiniões sobre os amigos.</p></li><li><p>Relação com Dean passa da admiração ao desencanto.</p></li><li><p>Final melancólico: Sal é abandonado por Dean e reflete sobre o tempo e a estrada.</p></li></ul><p><strong>3. Personagens principais</strong></p><ul><li><p><strong>Sal Paradise</strong>: influenciável, idealiza Dean, busca aventuras, vê mulheres superficialmente.</p></li><li><p><strong>Dean Moriarty</strong>: carismático, impulsivo, livre, mas irresponsável e autodestrutivo.</p></li><li><p><strong>Carlo Marx</strong>: poeta, amigo próximo de Dean, compartilha ideais de liberdade; inspirado em Allen Ginsberg.</p></li><li><p><strong>Old Bull Lee</strong>: professor mais velho, viciado em drogas; baseado em William S. Burroughs.</p></li><li><p><strong>Marylou</strong>: ex-esposa de Dean, rebelde, 16 anos, retratada superficialmente.</p></li><li><p><strong>Camille</strong>: esposa atual de Dean, mãe de seus filhos, símbolo de estabilidade.</p></li></ul><p><strong> Estilo literário</strong></p><ul><li><p><strong>Prosa espontânea</strong>: escrita em fluxo de consciência.</p></li><li><p>Frases longas, pouca revisão, ritmo intenso.</p></li><li><p>Manuscrito original feito num rolo contínuo de papel.</p></li><li><p>Estilo inspirado pelo <strong>jazz bebop</strong>.</p></li></ul><p><strong>Temas centrais</strong></p><ul><li><p><strong>Liberdade e rebeldia</strong>: rejeição das normas sociais.</p></li><li><p><strong>Nomadismo</strong>: estrada como metáfora de busca existencial.</p></li><li><p><strong>Amizade e idolatria</strong>: relação complexa entre Sal e Dean.</p></li><li><p><strong>Marginalidade</strong>: convivência com pessoas fora da sociedade tradicional.</p></li><li><p><strong>Visão sobre mulheres</strong>: superficial, como objetos ou símbolos, com pouca profundidade psicológica.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 16:57:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>20 de Maio</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3434464071</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>The Gray Champion- Nathaniel Hawthorne</strong></p><p><strong>Contexto histórico:</strong></p><ul><li><p>Ambientado em 1689, na era colonial de Boston.</p></li><li><p>Governo opressor de Sir Edmund Andros, nomeado por James II.</p></li><li><p>População colonizada sofre com perda de direitos e liberdade.</p></li></ul><p><strong>Personagens e ações:</strong></p><ul><li><p><strong>Gray Champion:</strong> surge misteriosamente quando o povo está prestes a ser reprimido; confronta Andros e inspira resistência; desaparece como uma visão.</p></li><li><p><strong>Sir Edmund Andros:</strong> lidera tropas para impor autoridade sobre os colonos.</p></li><li><p><strong>Povo de Boston:</strong> inicialmente passivo, mas se mobiliza e segue o herói.</p></li><li><p><strong>Soldados reais:</strong> acompanham Andros, mas ficam desconcertados pela presença do Gray Champion.</p></li><li><p><strong>James II:</strong> simboliza o poder absoluto e opressor.</p></li></ul><p><strong>Símbolos e interpretações:</strong></p><ul><li><p>O Gray Champion representa o espírito de resistência e liberdade.</p></li><li><p>Simboliza o renascimento do ideal puritano em momentos críticos.</p></li><li><p>Sugere que esse espírito aparece sempre que a liberdade americana está ameaçada.</p></li></ul><p><strong>Estilo e tom:</strong></p><ul><li><p>Tom sombrio, evocando sofrimento coletivo sob a opressão.</p></li><li><p>Linguagem simbólica e alegórica, típica do Romantismo.</p><p><br/></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 16:58:05 UTC</pubDate>
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         <title>Outros  pontos vistos na aula</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3434473979</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Sassaki (2009):</strong></p><ul><li><p>Defende a inclusão plena das pessoas com deficiência.</p></li><li><p>Enfatiza a importância da participação ativa na sociedade.</p></li><li><p>A audiodescrição é vista como ferramenta de acessibilidade que garante acesso a eventos, conteúdos e experiências visuais para pessoas com deficiência visual.</p></li></ul><p><strong>Lei Brasileira de Inclusão (2015):</strong></p><ul><li><p>Estabelece normas para garantir os direitos das pessoas com deficiência em diversas áreas (educação, saúde, transporte, comunicação etc.).</p></li><li><p>Reconhece a audiodescrição como um recurso essencial para a inclusão cultural e social.</p></li><li><p>Garante o direito à acessibilidade nos meios de comunicação.</p></li></ul><p><strong>Tradução na audiodescrição:</strong></p><ul><li><p>Vai além da tradução literal de idiomas.</p></li><li><p>Envolve adaptar o conteúdo visual de forma que ele seja compreensível ao público-alvo.</p></li><li><p>A tradução deve considerar sentido, contexto e linguagem acessível.</p></li></ul><p><strong>Julia Plaza:</strong></p><ul><li><p>Destaca a importância da adaptação da informação para torná-la acessível a todos.</p></li><li><p>Defende uma tradução que leve em conta aspectos culturais, sensoriais e contextuais.</p></li><li><p>Reforça o papel da audiodescrição na promoção de uma comunicação eficaz e inclusiva.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 17:10:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Proposta Didática</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3435432778</link>
         <description><![CDATA[<p>Com base na aula que tivemos, achei interessante criar uma proposta didática que pode ser aplicada para refletir sobre o machismo por meio do inglês. A partir da série <em>Adolescência</em>, os alunos desenvolvem a oralidade com sentido crítico, em diálogo com a BNCC, os ODS e a multimodalidade, questionando comportamentos naturalizados e promovendo mudanças de postura. </p><p><br></p><p><strong>Proposta Didática: “Vozes contra  o machismo- </strong></p><p><strong>Oralidade crítica a partir da série <em>Adolescência</em></strong>”</p><p><br></p><p><strong>Objetivo geral:</strong></p><ul><li><p>Desenvolver a oralidade em inglês por meio da análise do comportamento machista do protagonista da série <em>Adolescência</em>.</p></li></ul><p><strong>Materiais utilizados (fornecidos pela professora):</strong></p><ul><li><p>Trechos da série <em>Adolescência</em> (Netflix)</p></li><li><p>Texto sobre práticas de linguagem, multimodalidade e BNCC</p></li><li><p>Slides com vocabulário: <em>gender roles, toxic masculinity, sexism, respect, equality</em></p></li><li><p>Notícia atual sobre machismo na juventude</p></li></ul><p><strong>Etapas da atividade:</strong></p><ul><li><p><strong>1. Introdução ao tema (em inglês):</strong></p><ul><li><p>Brainstorm sobre <em>toxic masculinity</em></p></li><li><p>Apresentação de vocabulário-chave</p></li></ul></li><li><p><strong>2. Análise de cenas da série:</strong></p><ul><li><p>Exibição de trechos com atitudes machistas</p></li><li><p>Discussão em grupos com perguntas-guia em inglês</p></li></ul></li><li><p><strong>3. Reflexão crítica oral:</strong></p><ul><li><p>Grupos preparam pequenas falas sobre como combater o machismo no cotidiano</p></li></ul></li><li><p><strong>4. Produção oral (áudio ou vídeo):</strong></p><ul><li><p>Gravação individual ou em dupla sobre o tema, com base na série</p></li></ul></li><li><p><strong>5. Compartilhamento e feedback:</strong></p><ul><li><p>Escuta coletiva de gravações e roda de conversa com feedback</p></li></ul></li></ul><p><strong>Conexões pedagógicas:</strong></p><ul><li><p><strong>BNCC:</strong> Competência geral 7; uso crítico da língua inglesa</p></li><li><p><strong>ODS:</strong> 5 (Igualdade de gênero), 10 (Redução das desigualdades), 16 (Justiça e paz)</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 13:20:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade realizada na aula</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3435441171</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Podcast com Role Play Temático em Inglês (Baseado em Vygotsky)</strong>  </p><p><strong>Objetivo:</strong> Desenvolver <strong>oralidade em inglês</strong> através de uma <strong>atividade colaborativa</strong>, aplicando <strong>interação social, scaffolding e ZPD</strong>, com foco em um <strong>tema específico</strong>.  </p><p><strong> Passo a Passo:</strong>  </p><p>1. <strong>Formação de Grupos (4-5 alunos)</strong>  </p><p>   - Papéis: <strong>Entrevistador, Entrevistado (personagem), Roteirista, Editor</strong>  </p><p>   - <strong>Interação social</strong> para definir tema e personagens  </p><p>2. <strong>Escolha do Tema + Personagem</strong> <em>(Novidade!)</em>  </p><p>   - Cada grupo <strong>seleciona um tema</strong> para a entrevista (ex.:  </p><p>     • Inovação tecnológica  </p><p>     • Direitos humanos  </p><p>     • Sustentabilidade  </p><p>     • Arte e cultura pop  </p><p>   - O entrevistado <strong>representa um personagem relacionado ao tema</strong> (ex.:  </p><p>     • Tema "Inovação" → Steve Jobs  </p><p>     • Tema "Direitos humanos" → Malala Yousafzai)  </p><p>3. <strong>Pesquisa e Roteiro (Scaffolding)</strong>  </p><p>   - Pesquisam sobre:  </p><p>     • O tema escolhido  </p><p>     • A vida/contribuições do personagem  </p><p>   - Criem perguntas que <strong>ligam o personagem ao tema</strong> (ex.:  </p><p>     <em>"Dr. King, how would you fight racism today on social media?"</em>)  </p><p>4. <strong>Gravação do Podcast (10-15 min)</strong>  </p><p>   - Estrutura obrigatória:  </p><p>     1. <strong>Introdução</strong> (apresentar podcast + tema + convidado)  </p><p>     2. <strong>Entrevista</strong> (mínimo 5 perguntas relacionadas ao tema)  </p><p>     3. <strong>Conclusão</strong> (mensagem final do personagem sobre o tema)  </p><p>5. <strong>Apresentação + Feedback</strong>  </p><p>   - Ouvem os podcasts em classe  </p><p>   - Feedback em inglês:  </p><p>     • <em>"How did the theme connect to the character?"</em>  </p><p>     • <em>"What historical facts did you learn?"</em>  </p><p><strong> Dicas para o Tema:</strong>  </p><p>- Personagens podem ser <strong>contemporâneos ou históricos</strong>  </p><p>- Permita <strong>personagens fictícios</strong> se conectarem ao tema (ex.:  </p><p>  Tema "Meio ambiente" → Capitão Planeta)  </p><p><strong>Exemplo Prático:</strong>  </p><p>- <strong>Tema:</strong> Inteligência Artificial  </p><p>- <strong>Personagem:</strong> Alan Turing (pai da computação)  </p><p>- <strong>Pergunta:</strong> <em>"Mr. Turing, how would you use AI to help education today?"</em>  </p><p><strong>Avaliação:</strong>  </p><p> Clareza na conexão <strong>personagem-tema</strong>  </p><p> Uso de <strong>vocabulário temático</strong>  </p><p><strong>Interação social</strong> durante a preparação  </p><p><strong>Resultado:</strong> Alunos aprendem inglês <strong>contextualizado</strong>, debatendo ideias enquanto "vivem" papéis sociais. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-04 13:35:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>07 de Maio</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3440631437</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas primeiras aulas realizamos atividade do enade e nas duas últimas uma brincadeira proposta por Aline,Amanda e Fernando.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 23:29:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>08 de Maio </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3443980317</link>
         <description><![CDATA[<p>Relatório sobre o projeto extensionista que será relaizado no dia 22 de maio na Escola Estadual Arthur Cyrilo Freire,iremos apresentar o site do projeto integrador para os alunos de ensino médio </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 19:41:44 UTC</pubDate>
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         <title>05 de Maio</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3443997101</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Pragmática e Análise do Discurso</strong> estudam como a linguagem é usada nas interações sociais, considerando contexto, intenção e relação entre os interlocutores.</p><ul><li><p><strong>Austin</strong> fala sobre <em>atos de fala</em>: falar é também agir.</p></li><li><p><strong>Grice</strong> propõe o <em>princípio da cooperação</em> com quatro máximas (qualidade, quantidade, relação e modo) que guiam a conversação. Também introduz o conceito de <em>implicatura</em> — o que é sugerido além do que é dito literalmente.</p></li><li><p><strong>David Crystal</strong> destaca a importância do ponto de vista dos usuários e das escolhas linguísticas dentro de contextos sociais.</p></li><li><p><strong>Morris</strong> e <strong>Carnap</strong> analisam a linguagem em relação a signos, intérpretes e falantes.</p></li><li><p>A linguagem é vista como <em>interação e performance social</em>, revelando valores, crenças e disputas de poder. A identidade, segundo <strong>Stuart Hall</strong>, é performativa e sempre em construção.</p></li><li><p>A pragmática considera não apenas a fala, mas também a <em>comunicação não-verbal</em> (gestos, expressões, silêncios).</p></li><li><p>Envolve quatro habilidades linguísticas: <em>ouvir, falar, escrever e compreender</em>.</p></li><li><p>A <em>pragmática filosófica</em>, com <strong>Habermas</strong> e <strong>Apel</strong>, foca nas condições da comunicação e suas implicações éticas e políticas.</p></li><li><p>A diferença entre <em>competência</em> (conhecimento da língua) e <em>performance</em> (uso real da língua) é central na análise pragmática.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-09 20:10:03 UTC</pubDate>
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         <title>14 de Maio</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Freire, Engeström e Liberali: farinha do mesmo saco</strong><br>Esses pensadores defendem uma educação crítica, transformadora e emancipadora, onde o aluno é agente do próprio aprendizado, superando a reprodução de conteúdos.<br><strong>Liberali: Educação transformadora e desencapsulação curricular</strong><br>Liberali propõe romper com a rigidez curricular, superando fragmentações, padrões hegemônicos e desigualdades. Defende a <em>desencapsulação curricular</em> para uma educação inclusiva e crítica.<br><strong>Atividade social</strong><br>Prática interdisciplinar que conecta a escola com a vida real, essencial para a educação transformadora, pois articula teoria e prática e promove o agenciamento dos indivíduos na resolução de problemas coletivos.<br><strong>Ferramentas da atividade social</strong><br><strong>• Textbooks</strong>: ressignificados criticamente.<br><strong>• Discourse genres</strong>: ampliam a competência comunicativa.<br><strong>• Grammar</strong>: meio de ação social, não um fim em si.<br><strong>• Repertoire</strong>: amplia o repertório cultural e linguístico.<br><strong>• Slides</strong>: mediação e compartilhamento de conhecimento.<br><strong>Educação transformadora</strong><br>Vê o estudante como protagonista, promovendo:<br>• Agenciamento;<br>• Superação da adaptação passiva;<br>• Enfrentamento de problemas coletivos.<br><strong>Educação emancipadora segundo Freire (1970)</strong><br>Freire propõe uma pedagogia dialógica e problematizadora, que visa a liberdade e a transformação social, criticando a educação bancária.<br><strong>Desencapsulação curricular</strong><br>Rompe com padrões normativos, combate desigualdades e propõe um currículo dinâmico e crítico.<br><strong>Epistemologia: Necroeducação e bell hooks</strong><br>bell hooks amplia a crítica de Freire, denunciando a necroeducação, que exclui corpos marginalizados, e destaca a importância do afeto e da luta antirracista na pedagogia emancipadora.<br><strong>Liberali: articulação teórica</strong><br>Integra:<br><strong>• New London Group</strong>: pedagogia dos multiletramentos;<br><strong>• Vygotsky</strong>: aprendizagem na interação social;<br><strong>• Freire</strong>: pedagogia crítica e emancipadora.</p>]]></description>
         <pubDate>2025-05-16 22:38:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>15 de Maio</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Conversamos sobre o projeto e como iremos apresentar na escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 22:39:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>12 de Maio</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3454700206</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Transcrição Fonética e Fonológica</strong></p><p><strong> Vogais e Consoantes:</strong></p><ul><li><p><strong>Consoantes Fonológicas:</strong> são representadas entre <strong>barras oblíquas</strong> → /p/, /b/, /t/</p></li><li><p><strong>Consoantes Fonéticas:</strong> são representadas entre <strong>colchetes</strong> → [p], [b], [t]</p></li></ul><p>Exemplo:</p><ul><li><p>Fonológica: /s/</p></li><li><p>Fonética: [s]</p></li></ul><p><strong>Transcrição das Vogais:</strong></p><ul><li><p>As vogais na transcrição fonética seguem símbolos específicos:</p><ul><li><p>A → [ɒ] (como um “a” ao contrário)</p></li><li><p>E → [ɪ] (representa som de "i")</p></li><li><p>O → [ʊ] (representa som de "u")</p></li></ul></li></ul><p><strong> Ditongos e Semivogais:</strong></p><ul><li><p><strong>Semivogais</strong>: sons vocálicos que não formam núcleo da sílaba.</p></li><li><p>Na transcrição, usamos:</p><ul><li><p><strong>“i” vira “y”</strong> → Exemplo: "Cai" → [kay]</p></li><li><p><strong>“u” vira “w”</strong> → Exemplo: "Vou" → [vow], "Sou" → [sow]</p></li></ul></li></ul><p>Mais exemplos:</p><ul><li><p>“Sei” → [sey]</p></li></ul><p><strong>Diacrítico:</strong></p><ul><li><p>Sinal que aparece na transcrição <strong>antes da sílaba forte</strong> e <strong>antes da consoante</strong>.</p></li><li><p>Marca o <strong>acento tônico</strong> da palavra.<br>Exemplo:</p></li></ul><p>"região" → [ˌʁe.ʒiˈɐ̃w̃] → O diacrítico indica a sílaba forte.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 22:40:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>19 de Maio </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Prova N2</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 22:40:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto Integrador </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3454702807</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-16 22:47:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>22 de Maio </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3465637399</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresentção do projeto extensionista na Escola Estadual Arthur Cyrililo Freire.</p><p>Os alunos do 2º A de Vendas mostraram grande engajamento durante a aula, participando com entusiasmo das atividades e interagindo de forma colaborativa. O interesse demonstrado contribuiu para um ambiente dinâmico, favorecendo a troca de ideias e o aprofundamento do conteúdo trabalhado.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 13:37:07 UTC</pubDate>
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         <title>21 de Maio </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3465638888</link>
         <description><![CDATA[<p>Recebemos o feedback da atividade anterior, que foi baseada em questões do ENADE, e isso nos ajudou a identificar pontos positivos e aspectos a melhorar. Em seguida, realizamos outra atividade, também com foco no ENADE, aplicando as orientações recebidas. Esse tipo de prática é muito importante, pois nos ajuda a entender melhor o formato da prova, a desenvolver habilidades específicas e a nos prepararmos de forma mais eficiente para esse exame fundamental na nossa formação.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-24 13:40:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Segunda aula</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na segunda aula, realizamos uma atividade voltada para o treinamento para o ENADE, na qual analisamos o trecho de The Gray Champion que havia sido contado na primeira aula. Esse exercício nos permitiu aprofundar a compreensão do texto, desenvolver habilidades de interpretação e aplicar conteúdos importantes para a nossa formação, além de nos familiarizarmos com o tipo de raciocínio exigido na prova.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-24 15:01:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>On the Road X  Ride </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>On the Road</em> e a música “Ride” compartilham a temática da liberdade e da fuga das normas sociais. Ambos retratam personagens que viajam pela estrada buscando sentido para a vida, rejeitando padrões tradicionais. A estrada simboliza aventura, mas também solidão e melancolia.</p><p>Em <em>On the Road</em>, Sal Paradise e Dean Moriarty vivem como outsiders, enquanto Lana Del Rey, em “Ride”, assume uma persona marginal, livre e instável.</p><p>As duas obras mostram que a liberdade pode ser ao mesmo tempo sedutora e dolorosa, refletindo uma busca existencial intensa, mas marcada pelo vazio emocional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 17:35:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Seminário </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3465747547</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresentamos um seminário sobre <em>O Morro dos Ventos Uivantes</em>, abordando os principais aspectos da obra, como personagens, temas e contexto histórico. Foi uma experiência enriquecedora, que contribuiu para nossa formação ao estimular a análise literária e a expressão oral.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 17:39:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>16 de Abril</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3465756960</link>
         <description><![CDATA[<p>Bakhtin não vê a linguagem só como um instrumento, mas como algo vivo, que cria sentido nas relações entre as pessoas. Quando falamos, sempre estamos nos comunicando, respondendo e interagindo com o mundo.</p><p>Por isso, o professor precisa saber usar várias ferramentas na sua aula:</p><ul><li><p>A <strong>BNCC</strong>, que mostra as habilidades que os alunos devem aprender.</p></li><li><p>Um <strong>plano de ensino</strong>, para organizar bem o que vai ensinar.</p></li><li><p>Os <strong>ODS</strong>, que ajudam a trabalhar valores como cidadania e sustentabilidade.</p></li></ul><p>Além disso, o professor deve pensar de forma <strong>transdisciplinar</strong>, ou seja, juntar diferentes áreas do conhecimento, para que os alunos entendam melhor a realidade.</p><p>Assim, o professor ajuda os alunos a aprender de maneira mais crítica, criativa e participativa.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 18:07:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>21 de Abril</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466263390</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Realismo Agencial</strong> é uma teoria de Karen Barad que propõe que matéria e linguagem são inseparáveis, formando-se juntas por meio de <strong>intra-ações</strong>. A matéria não é fixa, mas <strong>transitória</strong> e dinâmica.</p><p>O <strong>corte agencial</strong> define como distinguimos e constituímos fenômenos, sendo uma prática ética, epistemológica e ontológica.</p><p>Para Barad, as <strong>práticas discursivas</strong> são sempre <strong>material-discursivas</strong>: linguagem e realidade se co-produzem, não existindo uma separação entre elas.</p><p>Exemplos dessa teoria incluem:</p><ul><li><p>A ideia de que a <strong>materialidade</strong> está ligada à <strong>performance</strong>, ou seja, práticas que criam realidades.</p></li><li><p><strong>Projetos reais</strong> que mostram como discursos moldam contextos, como políticas públicas ou práticas científicas.</p></li></ul><p>Na <strong>literatura</strong>, o realismo agencial permite ver os textos não só como representações,mas como práticas que materializam realidade e afetam leitores.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-25 16:43:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão sobre traduzir um site</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466289244</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Reflexão sobre a tradução de um site empresarial</strong></p><p>Traduzir o site de uma empresa foi uma experiência muito importante e cheia de aprendizados. Percebi que não basta apenas trocar palavras de um idioma para outro. É preciso entender o <strong>sentido</strong> do texto e o que a empresa quer <strong>transmitir</strong> para seu público, mantendo o tom <strong>profissional e confiável</strong>.</p><p>Como explica <strong>Peter Newmark (1988)</strong>, o tradutor precisa manter o equilíbrio entre ser fiel ao texto original e tornar o texto natural na língua para a qual está traduzindo. Por isso, algumas expressões e frases precisaram ser <strong>adaptadas</strong>, para que ficassem claras e adequadas ao público da nova cultura.</p><p>Também usei a ideia de <strong>Skopos</strong>, de <strong>Hans J. Vermeer (1989)</strong>, que diz que a função do texto deve guiar as decisões do tradutor. Como o site quer <strong>informar, atrair clientes e reforçar a imagem da empresa</strong>, todas as minhas escolhas seguiram esse objetivo.</p><p>Durante a tradução, pensei também na discussão sobre a <strong>visibilidade do tradutor</strong>, de <strong>Lawrence Venuti (1995)</strong>. Embora muitas vezes o tradutor “não apareça”, percebi que minhas escolhas influenciaram muito na forma como a empresa seria vista pelos novos leitores.</p><p>Além disso, tive que prestar atenção em aspectos <strong>técnicos</strong>, como a tradução de <strong>botões, menus e descrições de produtos</strong>, garantindo que a <strong>navegação</strong> no site fosse fácil e prática, como no original.</p><p>Essa experiência me mostrou como o tradutor é um verdadeiro <strong>mediador cultural</strong>, que ajuda a empresa a se comunicar bem com pessoas de outras culturas e idiomas. Assim como acontece na <strong>audiodescrição</strong>, que transforma imagens em palavras para ajudar pessoas com deficiência visual, e que é regulada pela <strong>ABNT NBR 15290:2021</strong>, a tradução também busca <strong>facilitar o acesso à informação</strong>.</p><p>Por fim, aprendi que traduzir um site empresarial é muito mais do que um trabalho técnico: é um processo que exige <strong>atenção, criatividade, sensibilidade cultural</strong> e conhecimento sobre <strong>estudos da tradução</strong>. Foi uma ótima oportunidade para praticar e aprofundar meus conhecimentos na área.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-25 17:43:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>24 de Março</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466290775</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresentações dos roteiros das vídeo aulas</p><p>Nosso tema escolhido foi vendas no Brasil que de certo modo é bem diferente e pode chegar a ser confunso.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-25 17:46:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>31 de Março</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466294329</link>
         <description><![CDATA[<p>Na hora das apresentações das vídeo aulas, nosso grupo não conseguiu mostrar o trabalho porque tinha muitos grupos para apresentar e o tempo acabou não dando. Mesmo assim, achei bem legal como o grupo da Giovana e da Letícia fez a deles. Eles pensaram o vídeo no estilo da série <em>The Office</em>, que é famosa e chama bastante atenção dos alunos. Isso deixou a apresentação mais criativa, divertida e fácil de entender."</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-25 17:55:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>07 de Abril</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466295322</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresentações dos vídeos</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 17:57:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>14 de Abril</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466296462</link>
         <description><![CDATA[<p>A audiodescrição é entendida como uma forma de tradução intersemiótica, ou seja, uma tradução que transforma elementos de um sistema semiótico — como imagens, gestos, cores e expressões — em outro sistema, no caso, a linguagem verbal. Trata-se de um recurso fundamental de acessibilidade, pois consiste na descrição verbal de elementos visuais presentes em uma obra audiovisual, apresentação ou imagem, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão possam compreender o conteúdo transmitido visualmente.</p><p>Além de promover a inclusão e garantir o direito à informação, a audiodescrição também traz benefícios educacionais importantes: contribui para o aprimoramento do vocabulário, amplia a capacidade de realizar descrições verbais a partir de informações visuais e estimula o desenvolvimento da percepção e da sensibilidade linguística.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-25 17:59:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466296462</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466304357</link>
         <description><![CDATA[<p>Link da vídeo aula:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/4SLMhYYZG4M?si=A3qc1B0VZ5hRhhiV">https://youtu.be/4SLMhYYZG4M?si=A3qc1B0VZ5hRhhiV</a></p><p>Link audiodescrição: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtube.com/shorts/F2BuqMMUJZc?si=p53Hq-G4voXnmcjK">https://youtube.com/shorts/F2BuqMMUJZc?si=p53Hq-G4voXnmcjK</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 18:17:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466304357</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Site traduzido</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466307478</link>
         <description><![CDATA[<p>Projeto realizado com sucesso e bem aceito pelos alunos da Escola Estadual Arthur Cyrillo Freire.</p><p>Os alunos do 2º A de Vendas mostraram grande engajamento durante a aula, participando com entusiasmo das atividades e interagindo de forma colaborativa. O interesse demonstrado contribuiu para um ambiente dinâmico, favorecendo a troca de ideias e o aprofundamento do conteúdo trabalhado.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 18:22:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466311043</link>
         <description><![CDATA[<p>Os seminários em que contamos sobre livros são fundamentais para a formação de um professor de Letras, pois proporcionam um espaço de troca de conhecimentos, desenvolvimento da oralidade e fortalecimento do hábito de leitura crítica. Ao apresentar obras literárias para os colegas, o futuro professor exercita não apenas a compreensão e interpretação dos textos, mas também a capacidade de sintetizar ideias, argumentar e expressar-se com clareza.</p><p>Além disso, essa prática prepara o professor para um dos aspectos essenciais da sua atuação: mediar a leitura e despertar o interesse dos alunos pela literatura. O contato constante com diferentes gêneros e estilos amplia o repertório cultural e favorece uma postura mais reflexiva e sensível em relação à linguagem e à formação de leitores. Por isso, esses seminários são experiências que vão além da avaliação acadêmica, contribuindo diretamente para a identidade profissional do educador.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 18:30:36 UTC</pubDate>
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         <title>Importância do brincar no ensino </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466314539</link>
         <description><![CDATA[<p>A brincadeira desempenha um papel fundamental no ensino de inglês, especialmente em contextos educacionais voltados para crianças e iniciantes. Ela cria um ambiente descontraído e motivador, onde os alunos se sentem mais à vontade para experimentar o novo idioma sem medo de errar. Por meio de jogos, dramatizações e atividades lúdicas, os estudantes podem praticar a comunicação oral, ampliar o vocabulário e desenvolver a compreensão auditiva de forma natural e prazerosa.</p><p>Além disso, a brincadeira estimula a criatividade, a interação social e o engajamento dos alunos, aspectos essenciais para a aprendizagem efetiva de uma língua estrangeira. Quando o aprendizado é divertido, os estudantes tendem a se envolver mais, manter o interesse por mais tempo e consolidar melhor os conteúdos. Por isso, integrar brincadeiras ao ensino de inglês não é apenas uma estratégia pedagógica, mas uma necessidade para tornar o processo mais significativo e eficiente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 18:40:16 UTC</pubDate>
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         <title>ONU-Turnos </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466316896</link>
         <description><![CDATA[<p>Na matéria de Oralidade, realizamos uma atividade de simulação da ONU, na qual cada grupo teve seu turno para falar e defender suas posições. Essa dinâmica proporcionou um espaço para exercitarmos a argumentação, a expressão verbal e a escuta ativa, habilidades essenciais para a comunicação eficaz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 18:45:53 UTC</pubDate>
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         <title>ABC do Sertão</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466319944</link>
         <description><![CDATA[<p>A música <em>ABC do Sertão</em> exemplifica a transição fonética ao mostrar como os sons das letras se conectam naturalmente na fala do sertão. Processos como assimilação, elisão e redução vocálica aparecem na canção, tornando a pronúncia mais fluida e próxima da oralidade regional. Assim, a música valoriza a cultura local e ajuda a compreender como os fonemas se articulam na fala cotidiana, facilitando o aprendizado da língua.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 18:54:09 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura</title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466340261</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Implicatura em "Dom Casmurro" – Machado de Assis</strong></p><p><br></p><p><strong>Exemplo:</strong><br>Quando Bentinho descreve Capitu:</p><blockquote><p>"Capitu, oblíqua, dissimulada, olhos de cigana oblíqua e dissimulada..."</p></blockquote><p><strong>Análise pragmática:</strong><br>Ele nunca afirma que Capitu o traiu, mas sugere — <strong>implica</strong> — através dessas descrições. O leitor é levado a desconfiar, embora não haja prova objetiva. Isso depende da interpretação e inferência pragmática do leitor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 19:47:29 UTC</pubDate>
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         <title>Audiodescrição em casamentos </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3466343483</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>audiodescrição simultânea em casamentos</strong> é importante para garantir a <strong>acessibilidade</strong> e a <strong>inclusão</strong> de pessoas com deficiência visual, permitindo que elas acompanhem detalhes visuais e simbólicos da cerimônia. Além de proporcionar uma experiência mais completa e afetiva, promove o <strong>respeito à diversidade</strong> e reforça a importância da acessibilidade em eventos sociais.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/yeBuo9VDT2Y?si=ReTCy0VNSmw57V0Z" />
         <pubDate>2025-05-25 19:54:24 UTC</pubDate>
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         <title>Realismo Agencial </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3468070529</link>
         <description><![CDATA[<p>Olafur Eliasson cria obras que exemplificam o realismo agencial ao mostrar que a experiência artística surge da intra-ação entre o espectador, o objeto e o ambiente. Por exemplo, em "Viewing Machine", a imagem depende do movimento do visitante e do espaço ao redor. Já em "The Weather Project", a atmosfera criada envolve luz, névoa e a presença das pessoas, revelando que a realidade é sempre co-produzida por múltiplos elementos.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 00:22:04 UTC</pubDate>
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         <title>Paralinguistico </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3468290329</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa imagem é um exemplo paralinguístico porque transmite uma emoção (desconfiança ou reprovação) apenas pela expressão facial, sem usar palavras.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 02:06:08 UTC</pubDate>
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         <title>Preconceito Linguístico </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os nordestinos sofrem preconceito linguístico porque suas variedades de português, com sotaques e estruturas próprias, são consideradas "erradas" ou "inferiores" em relação à variedade padrão. Esse preconceito ocorre porque a sociedade valoriza mais a norma culta e marginaliza as variações regionais, desconsiderando que todas as formas de falar são legítimas do ponto de vista linguístico.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 02:12:35 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão </title>
         <author>nathalycamily25_</author>
         <link>https://padlet.com/nathalycamily25_/8jyv4h2q9opjnzds/wish/3476655629</link>
         <description><![CDATA[<p>Tivemos muita dificuldade para realizar a tradução do site, da audiodescrição e da vídeo aula, principalmente porque não conseguíamos nos encontrar pessoalmente. A distância dificultou a comunicação e a tomada de decisões importantes, como a escolha de termos e adaptações culturais. Mesmo usando mensagens e áudios, o processo foi mais demorado e complicado. No final, conseguimos concluir as tarefas, mas percebemos como seria mais fácil e produtivo se tivéssemos conseguido trabalhar juntos presencialmente.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 22:18:13 UTC</pubDate>
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