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      <title>O Pequeno Príncipe by Miguel F</title>
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      <description>olá! este Padlet fala sobre o livro &quot;O Pequeno Príncipe&quot;</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-30 00:01:05 UTC</pubDate>
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         <title>Livro &quot;O Pequeno Príncipe&quot; Resumo</title>
         <author>migfranzolin</author>
         <link>https://padlet.com/migfranzolin/OPequenoPrincipe/wish/2608302985</link>
         <description><![CDATA[<div>O protagonista, autor e narrador do livro, relata o dia em que seu avião caiu no deserto do Saara. Ele acorda e encontra o Pequeno Príncipe, que lhe pede para desenhar um cordeiro. O protagonista se frustra com seus desenhos, pois ninguém consegue interpretá-los corretamente. O Pequeno Príncipe conta suas aventuras ao protagonista, revelando que estava em busca de um carneiro para comer as árvores que estavam crescendo em excesso em seu asteroide, o B 612, que possuía uma rosa vermelha e três vulcões, sendo um deles inativo. O protagonista, ao ouvir as histórias do Pequeno Príncipe, percebe como as pessoas perdem a valorização das pequenas coisas da vida à medida que crescem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-30 00:17:59 UTC</pubDate>
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         <title> Antoine de Saint-Exupéry</title>
         <author>migfranzolin</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Antoine de Saint-Exupéry, Foi um escritor, ilustrador e piloto francês.<br><br>Premios: Grande Prêmio do Romance da Academia Francesa<br><br>Peças: Le Petit Prinve Pop-up<br><br>Pais: Marie de Fonscolombe, Jeam de Saint Exupéry<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-30 00:27:19 UTC</pubDate>
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         <title>O Pequeno Príncipe:</title>
         <author>migfranzolin</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1943, Antoine de Saint-Exupéry escreveu o livro que se tornou sua obra mais importante: O Pequeno Príncipe, uma fábula infantil para adultos, cuja obra é rica em simbolismo, com personagens como a serpente, a rosa, o adulto solitário e a raposa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-30 00:31:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>migfranzolin</author>
         <link>https://padlet.com/migfranzolin/OPequenoPrincipe/wish/2608320737</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-30 00:34:55 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo de todos os capitulos do livro O Pequeno Principe</title>
         <author>migfranzolin</author>
         <link>https://padlet.com/migfranzolin/OPequenoPrincipe/wish/2612206932</link>
         <description><![CDATA[<div>I<br>O primeiro desenho feito na infância. Ele havia desenhado um elefante engolido por uma jiboia e decidiu perguntar aos adultos perguntando o que eles viam na ilustração. As respostas foram unânimes: um chapéu.<br>Então ele desenhou o interior da jiboia, por que os adultos sempre tem a necessidade de explicações detalhadas . Então as pessoas grandes fizeram ele abandonar a carreira de pintor ao seus seis anos de idade , então o tempo foi passando e ele não falava mais de jiboias nem de florestas virgens nem de estrelas , pois ele sabia que a resposta seria sempre a mesma “é um chapéu’’, ele falava de esportes , politica, de gravatas&nbsp; e as pessoas grades ficavam encantadas de conhecer um homem tão versátil.<br><br>II<br>A descrição desse capítulo é cheia de surpresas para o aviador que sofreu um acidente em pleno deserto do Saara, onde, surpreendentemente, acaba sendo abordado por um menino teimoso que mexe em uma de suas feridas, sua suposta falta de talento para as artes, insistindo, assim, para que ele desenhe um carneiro.<br>Ele levantou num salto como se tivesse sido atingido por um raio olhou a seu redor e viu aquele homenzinho extraordinário que observava ele seriamente , depois de um tempo acabou fazendo o retrato do garoto , sem duvidas o&nbsp; desenho dele era muito menos sedutor do que o modelo , mais também ele foi desencorajado ao seus seis anos de idade pelos adultos da carreira de pintor , por isso ele só sabe desenhar jiboias abertas e fechadas , mas o garoto queria um carneiro então continuou insistindo até que ele tira uma folha de papel e uma caneta de seu bolso , então ele desenhou os dois desenhos que sabia fazer a jiboia fechada e a aberta, ele ficou surpreso com a resposta do garoto “não não , eu não quero um elefante dentro de uma jiboia , a jiboia é perigosa e o elefante toma muito espaço tudo é pequeno onde moro , preciso é de um carneiro ”então o garoto voltou a falar “desenha um carneiro” depois de algumas tentativas finalmente ele ficou satisfeito então o garotinho vem a pergunta “esse carneiro precisa de muito capim?” o homem pergunta “ por que?” o garoto responde&nbsp; “ por que é muito pequeno onde moro ”o homem “qualquer coisa chega , eu te dei somente um carneirinho ”o garoto “não é tão pequeno assim”. E foi&nbsp; assim que um dia eu conheci o pequeno príncipe.<br><br>III&nbsp;<br>O narrador (narrador-personagem) tenta descobrir , falando com o Pequeno Principe , onde ele mora. Tambem se nota , no dialogo entre eles , uma divergencia de hábitos que , enquanto para um é normal , para o outro é estranho.<br>Nesse capitulo tambem ha uma critica áos adultos e sua visão limitada e interessante.<br><br>IV<br>O pequeno príncipe resolve varias questões em seu pequeno planeta, tais como, ele cuida de alguns vulcões que poderiam causar dano para seu planeta, retira algumas sementes de baobás (Plantas que se crescessem no planeta do pequenino, o consumiram todo, por seu pequeno tamanho) e ficou certo de que estas jamais voltariam, regou pela ultima vez a sua flor, e discute com ela, devido a sua partida. A Flor mostra-se muito triste que o pequeno príncipe tenha que partir, mas como sabe que ele tem um coração decidido, ela o deixa ir. E o manda embora, para que não á veja chorar.<br><br>V<br>Apresenta os "baobás" no asteroide B-612 do pequeno príncipe, que na narrativa se mostra um personagem, uma vez que a planta ao crescer tem o poder de dominar o planeta ou destruí-lo<br>De modo que mais do que uma simples planta o Baobá pode ser visto como uma metáfora do mal presente no mundo em que vivemos e quando cultivado pode causar enormes danos a uma pessoa.<br>O pequeno príncipe demonstra receio em relação a que a árvore tome conta do asteroide, entretanto nesse meio tempo ele assiste ao pôr do sol para se divertir.<br><br>VI<br>Mostra a conversa entre o narrador e o Pequeno Príncipe sobre a importância do pôr do sol na vida do garoto. O menino conta que gostava muito de contemplar o pôr do sol e que já havia visto o sol pôr 43 vezes em seu planeta. Ele também revela que, quando está triste, gosta de observá-lo. Esta parte do livro aborda a importância da beleza da natureza, na vida das pessoas e como ela pode trazer consolo em momentos difíceis.<br><br>VII<br>Havia um carneiro que comia tudo o que via, até as flores que possuem espinhos, o pequeno príncipe se perguntava, mas estava ocupado demais tentando desatarraxar um parafuso do motor que estava muito apertado, também pensava bastante sobre o fato de que a água está para acabar, pequeno príncipe não se cansava de pergunta para que servia os espinhos, o carneio já irritado respondeu de qualquer coisa.<br><br>VIII<br>Fala sobre quando o pequeno príncipe começa à conhecer a flor. Aquela flor era vaidosa, muito vaidosa. Depois de muito tempo se preparando para despertar muito bonita ele acordou, e o príncipe ficou muito encantado com sua beleza, tanto que ele disse:<br>"- Como és Bonita!"<br>"- É verdade--respondeu a flor de forma doce. -- E nasci ainda por cima ao mesmo tempo que o sol...<br>A partir daí o príncipe percebeu que a flor não era tão modesta. Mas ela era muito envolvente!<br>A florzinha até pediu para o príncipe cuidar dela, então ele ia e regava ela, mas então ela logo começou a reclamar com sua doentia vaidade. Realmente aquela era uma flor que reclamava demais. Ela falava dos seus 4 espinhos e de como eles poderiam aparecer e a machucar. O principezinho falava que não haviam tigres em seus planeta, aí ela falava que ela tinha medo das correntes de ar, e pediu um para vento. Então à noite o príncipe foi e o colocou ao lado da flor, ele percebeu que aquela flor reclamava demais, e então pensava:<br>"- Deveria te-la jugado pelos seus atos, não pelas palavras, essa planta era mentirosa mais era boa. Não deveria te-la deixado sozinha. Mais eu era jovem demais para saber ama-la"<br><br>IX&nbsp;<br>“Não soube compreender coisa alguma! Devia tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras. Ela me perfumava, me iluminava… Não devia jamais ter fugido. Devia ter-lhe adivinhado a ternura sob os seus pobres ardis. São tão contraditórias as flores! Mas eu era jovem demais para saber amar.” Um trecho que explica muito bem uma relação!<br><br>X<br>Pequeno príncipe visita um país habitado por um Rei,que logo quando o vê,pensa que ele é um súdito. Isso devido ao seu orgulho de rei,que tratava todas as pessoas como súditos. O rei logo começa a dar ordens para o principezinho,que fica confuso pois não entendia o porque de o Rei estar fazendo isto. Depois de algumas ordens sem sentido,o principie pede para que o Rei ordene que ele vá embora. Como o rei deu essa ordem,ele parte para o próximo planeta,que era habitado por um vaidoso.<br><br>XI<br>Conhece um homem muito Vaidoso, que morava no Segundo Planeta. O Vaidoso era muito convencido, e se achava melhor do que os outros, o seu orgulho era muito grande, pois, estava acostumado a somente ouvir elogios, e nada mais. O Pequeno Príncipe não entende o seu comportamento, e o acha exagerado.<br><br>XII<br>O próximo planeta que o príncipe vai ele encontra um bêbado e o príncipe faz várias perguntas para ele, e ele perguntou porque ele bebe e ele disse que é para se esquecer e que tem vergonha de beber<br><br>XIII<br>Um piloto vai com o seu avião no deserto e ali encontro uma criança loira e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida.<br><br>XIV<br>O acendedor apagava e acendia os lampiões muitas vezes, o pequeno príncipe relata o porquê de apagar e acender o lampião várias vezes e o acendedor diz que é o regulamento.<br><br>XV<br>No capítulo 15, o pequeno Príncipe chega ao sexto planeta onde ele encontra um geógrafo, um homem que escrevia em livros extremamente grandes, lá ele admira o planeta e questiona se há rios, montanhas, desertos, porém o geógrafo não sabe responder as perguntas por nunca ter explorado seu planeta, ele diz que quem faz essas explorações são os exploradores que por sua vez eram rigorosamente avaliados para cumprirem tal tarefa. O pequeno Príncipe descreve seu planeta para o geógrafo, fala que possui uma flor, que seu planeta é pequeno e que possui 3 vulcões sendo que um deles é extinto, ao falar da flor o geógrafo diz que não as registra, pois elas não são permanentes, podem morrer e sumir, o pequeno Príncipe fica triste ao ouvir o que poderia ocorrer com sua flor e sente culpa por deixa-la, o pequeno Príncipe então se destina para o planeta Terra, por recomendação do Geógrafo.<br><br>XVI<br>No capítulo 16 do livro, o nosso protagonista principal, O Pequeno Príncipe, visita a Terra, e descobre como este planeta é imenso, e cheio de pessoas, e coisas.<br><br>O Pequeno Príncipe Resumo<br>O livro O Pequeno Príncipe, foi escrito pelo autor francês Antoine de Saint-Exupéry, e traduzido por Dom Marcos Barbosa, para a língua portuguesa.<br><br>A história retrata um piloto, que ao cair de avião no famoso deserto, conhecido como Saara, conhece o Pequeno Príncipe, responsável por levar o piloto, a uma poética, e filosófica aventura, pelos planetas, onde o isolamento humano se encerra.<br><br>O próprio autor do livro, Antoine de Saint-Exupéry, foi piloto de avião também, e este fato, o inspirou a escrever esta obra de ficção, conhecida mundialmente.&nbsp; Antoine sofreu um acidente, enquanto estava no seu avião, o que o fez passar 14 dias no Saara, em companhia do mecânico, que o acompanhava.<br><br>XVII<br>cap 17 ,Quando o príncipe está à frente de seu exército, no entanto, a demonstração de crueldade é a única forma de garantir a unidade de seus soldados, o que é comprovado por diversos exemplos históricos de líderes complacentes que foram alvo de rebeliões militares.<br><br>XVIII<br>cap 18 ,O príncipezinho atravessou o deserto e encontrou apenas uma flor. Uma flor de três pétalas, uma florzinha à toa...<br>- Bom dia, disse o príncipe.<br>- Bom dia, disse a flor.<br>- Onde estão os homens, perguntou polidamente.<br>A flor, um dia vira passar uma caravana :<br>- Os homens? Eu creio que existem seis ou sete. Vi-os há muitos anos. Mas não se pode nunca saber onde se encontram. O vento os leva. Eles não têm raízes. Eles não gostam das raízes.<br>- Adeus, disse o príncipezinho.<br><br>- Adeus, disse a flor.<br><br>XIX<br>cap 19 ,o príncipe sobe uma grande montanha, surpreso porque somente havia conhecido ( como "montanhas") os três vulcões pequenos que tinha em seu planeta. pensou que podia, do alto, ver o planeta inteiro, mas somente viu pedras pontiagudas. então ele gritou para o céu, achando que responderia, mas somente ouviu o eco (e pensou que o eco eram homens sem imaginação, repetindo tudo o que ele falava).<br><br>XX<br>cap 20,Mas aconteceu que o principezinho, tendo andado muito tempo pelas areias, pelas rochas e pela neve, descobriu, enfim, uma estrada. E as estradas vão todas na direção dos homens. - Bom dia, disse ele. Era um jardim cheio de rosas. - Bom dia, disseram as rosas. O principezinho contemplou-as. Eram todas iguais à sua flor. - Quem sois? perguntou ele estupefato. - Somos rosas, disseram as rosas. - Ah! exclamou o principezinho... E ele sentiu-se extremamente infeliz. Sua flor lhe havia contado que ela era a única de sua espécie em todo o universo. E eis que havia cinco mil, iguaizinhas, num só jardim! "Ela haveria de ficar bem vermelha, pensou ele, se visse isto... Começaria a tossir, fingiria morrer, para escapar do ridículo. E eu então teria que fingir que cuidava dela; porque senão, só para me humilhar, ela era bem capaz de morrer de verdade..." Depois, refletiu ainda: "Eu me julgava rico de uma flor sem igual, e é apenas uma rosa comum que eu possuo. Uma rosa e três vulcões que me dão pelo joelho, um dos quais extinto para sempre. Isso não faz de mim um príncipe muito grande..." E, deitado na relva, ele chorou<br><br>XXI<br>cap 21. O Principezinho já estava no planeta Terra e tinha percebido que as rosas eram bastante comuns. Estava triste com essa descoberta até que a Raposa se aproximou dele após constatar que ele não era um caçador. Começaram a conversar e construir uma relação.<br><br>XXII<br>cap 22 ,O diálogo continua sobre as motivações das pessoas adultas dentro do trêm. Elas sempre estão dormindo ou bocejando. Somente as crianças observam a paisagem pelas janelas. Nesse momento, o pequeno príncipe afirma que só as crianças sabem o que procuram e o maquinista acredita que por isso as crianças sãs felizes.<br><br>XXIII<br>Como evitar os aduladores Em torno de um príncipe sempre haverão aduladores, e cabe ao principe saber como se defender deles Para começar a se defender, precisa primeiro aceitar que os homens possam falam a verdade pra ele. Porém se todos tomarem a liberdade de falar a verdade pro principe ele logo será desrespeitado..<br><br>XXIV<br>O príncipe perguntou-lhe se davam para tirar a sede, ao que ela respondeu que sim. Só que tinha que ter água com ele, pois cada laranja tinha lá dentro uma princesa e, quando as abrisse, tinha que lhes dar imediatamente água para elas beberem, porque senão morreriam.<br><br>XXV<br>No quinto dia,sempre graças ao carneiro, um segredo da vida do pequeno principe me foi revelado.perguntou- me, sem rodeios, como se fosse o resultado de uma longa reflexão.<br><br>XXVI<br>Afirma que se o soberano que se mantiver no poder deve sempre moderar a sua forma bruta usando-a de maneira racional. Vale lembrar, que Maquiavel então cita sobre a feitoria do bem e do mal. Devendo oprimeiro ser feito em partes para que seja lembrado pelo povo e o segundo feito de uma só vez para que o marque menos.<br><br>XXVII&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Quando o dia de encontrar a serpente finalmente chegou, o pequeno príncipe ao ser picado, não esboçou reação, e também não gritou. Aceitou de maneira corajosa o destino que lhe foi imposto. Depois de tombar como uma árvore, enfim, voltou para o seu planeta.<br><br>Mariana e Gabriella<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 21:04:51 UTC</pubDate>
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         <title>Site falando sobre os pontos principais do livro O Pequeno Principe</title>
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         <pubDate>2023-06-01 22:36:11 UTC</pubDate>
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         <title>youtube 10 GRANDES LIÇÕES DO LIVRO O PEQUENO PRÍNCIPE</title>
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         <title>lição de cada capitulo.</title>
         <author>migfranzolin</author>
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         <description><![CDATA[<div>Capítulo I<br><br>Fala sobre a infância do narrador e suas dificuldades de ser compreendido pelos adultos, que não conseguiam enchergar o elefante dentro da jiboia, só um chapéu.<br><br>Capítulo II<br><br>Narrador abandona o desenho e&nbsp; se torna piloto de avião, até que seu avião quebra e quando conhece o pequeno príncipe que consegue entende-lo e pede para ele desenhar um carneiro.&nbsp;<br><br>Capítulo III<br><br>A lição neste capítulo é que, a gente deve sempre buscar vários caminhos e várias experiências para ir mais longe.<br>&nbsp;<br>Capítulo IV<br><br>O narrador ao descrever o planeta de onde veio o pequeno príncipe, no final diz que não consegue mais ver as coisas como via, pois deve ter envelhecido, não vendo mais como criança. &nbsp;<br><br>Capítulo V<br><br>O pequeno príncipe fala dos baobás, que mesmo sendo gigantes um dia foram pequenas e quando podiam ser arrancadas, ou seja que os problemas devem ser resolvidos enquanto pequenos, depois de grandes podem virar uma catástrofe.<br><br>Capítulo VI<br><br>O pequeno príncipe ao dizer que gostava de ver o por do sol quando estava triste, tendo visto 44 vezes seguidas mostra a beleza da natureza e como ela pode trazer felicidade em momentos difíceis.<br><br>Capítulo VII<br><br>Fala que as flores são frageis e ingenuas e se defendem como podem ou seja os espinhos que as deixam poderosas<br>e precisamos nos defender com o que temos.<br><br>Capítulo VIII<br><br>Que devemos entender as pessoas tambem pelos seus atos, não só pelas palavras<br><br>Capítulo IX<br><br>Fala sobre como a gente tem que enfrentar os sofrimentos antes, para que a gente passe por um momento de sucesso e pelo um momento de felicidade. Para conseguirmos os nossos sonhos devemos batalhar.<br><br>Capítulo X<br><br>Quando o pequeno principe encontra o rei tem que aceitar<br>ele como ele é, assim como temos que aceitar as pessoas como elas são<br><br>Capítulo XI<br><br>Que nos devemos aceitar as criticas não só os elogios dos outros.<br><br>Capítulo XII<br><br>Que as pessoas infelizmente&nbsp;usam a bebida para esquecer os seus problemas<br><br>Capítulo XIII<br><br>Este capitulo fala sobre a ganancia, de quem só quer ter as coisas por ter, sem olhar em sua volta ou se preucupar com os outros.<br><br>Capítulo XIV<br><br>Que o acendedor de lampiões são as pessoas que cumprem suas tarefas sem pensamento critico, mesmo que sejam coisas sem sentido ou sem entender o porque, fazendo porque "tem que fazer"<br><br>Capítulo XV<br><br></div><div>&nbsp; Apesar do geógrafo dizer para o Pequeno Príncipe não se importar com coisas efêmeras (passageiras), ele foi embora pensando na sua flor, porque para ele ela tinha muita importância. Nem sempre as pessoas dão a mesma importância para as coisas ou acontecimentos.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Capítulo XVI<br><br></div><div>&nbsp; Neste capítulo a lição aprendida pelo Pequeno Príncipe é a imensidão do planeta Terra e suas características em cada continente.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Capítulo XVII<br><br></div><div>&nbsp; A serpente mostrou ao Pequeno Príncipe que a força ou a sabedoria não podem ser medidas pelo tamanho.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; Capítulo XVIII<br><br></div><div>&nbsp; Neste capítulo a lição é refletir sobre o que buscamos nesta vida. A flor diz ao Pequeno Príncipe que os homens não têm raiz, o que podemos entender que somos superficiais.<br><br></div><div>Capítulo XIX<br><br></div><div>A lição deste capítulo é que todos nós temos alguma coisa para dar ou receber. Mesmo que pareça apenas uma repetição (eco).&nbsp;<br><br></div><div>Capítulo XX<br><br></div><div>Às vezes podemos nos enganar em nossos pensamentos ou na forma que julgamos. Algo que podemos considerar uma única verdade, podemos descobrir outras (cinco mil rosas num único jardim).<br><br></div><div>Capítulo XXI<br><br></div><div>A importância de cativar, criar laços, ser importante para alguém é a lição deste capítulo. “Só se vê bem com o coração”, “O essencial é invisível aos olhos” e “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”; são as mais belas lições deste livro.<br><br></div><div>Capítulo XXII<br><br></div><div>Neste capítulo a lição é sobre a insatisfação do homem adulto, que nunca está contente onde está (manobreiro). Apenas as crianças sabem o que procuram e assim são felizes.<br><br></div><div>Capítulo XXIII<br><br></div><div>A lição deste capítulo é sobre o tempo e como o utilizamos em nossa vida.&nbsp;<br><br></div><div>Capítulo XXIV<br><br></div><div>Mesmo sabendo que um dia iremos morrer, o mais importante é saber viver!&nbsp;<br><br></div><div>Capítulo XXV<br><br></div><div>A importância e se colocar em prática tudo aquilo que aprende e sempre pensar sobre a finalidade das coisas e a missão das pessoas são as lições deste capítulo.<br><br></div><div>Capítulo XXVI<br><br></div><div>Neste capítulo o livro traz lições sobre a despedida. As pessoas que nos cativam ficam eternizadas como as estrelas do céu.&nbsp;<br><br></div><div>Capítulo XXVII<br><br></div><div>A saudade da despedida e a esperança do reencontro. Duas lições que devemos ter sempre com a gente. &nbsp;<br><br></div><div><mark>Harumi Murata e Miguel Franzolin.</mark><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-15 21:49:33 UTC</pubDate>
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         <title>Quais as relações da historia com a vida do autor.</title>
         <author>migfranzolin</author>
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         <pubDate>2023-06-15 22:13:08 UTC</pubDate>
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