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      <title>Cláudio Guiot-Rita - E1T10136 by Cláudio Guiot-Rita</title>
      <link>https://padlet.com/claudio_rita/claudioguiotritaE1T10136</link>
      <description>Professor de Matemática do 2º ciclo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-07 11:50:35 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-05-06 20:35:01 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Projeto Mentor - turma 10</title>
         <author>claudio_rita</author>
         <link>https://padlet.com/claudio_rita/claudioguiotritaE1T10136/wish/129636759</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Sou professor há 31 anos e tenho um percurso profissional muito diversificado.<br><br>Gosto de situações desafiadoras que suscitem o meu interesse.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-10 20:49:07 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1 - Tarefa Tutorias - Opção A</title>
         <author>claudio_rita</author>
         <link>https://padlet.com/claudio_rita/claudioguiotritaE1T10136/wish/130913144</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A tutoria é, de facto, um processo de crescimento e desenvolvimento do tutorando, no qual este é acompanhado de forma sistemática e criteriosa por um tutor, que é coparticipante do processo. Entretanto, o aluno é o responsável pela sua mudança de forma efetiva, constituindo assim um processo de ordem pessoal e participativo. <br>Desta forma, conclui-se que as sessões com o tutorando não são estruturadas como um curso pré-definido, uma vez que o ponto de partida é o aluno com o qual se está a trabalhar, nem devem ser conversas agradáveis e simpáticas, nas quais o tutor aconselha o tutorando dizendo-lhe o que deve ou não fazer. Tais cenários revelam tentativas na realização de um processo de tutoria que está provavelmente destinado ao fracasso.&nbsp; &nbsp; <br>A implementação de um processo de tutoria eficaz deve ser estruturado com sessões planificadas de forma interativa, sistemática e significativa, com a eleição de estratégias que possibilitem a autorreflexão do tutorando, o seu comprometimento assim como a monitorização das ações acordadas, com recurso ao <em>feedback</em> sistemático mediante os objetivos estabelecidos pelo tutorando com a ajuda do tutor.&nbsp;<br>Quanto à experiência como educador, aprendi que é fundamental ter atenção à ansiedade do professor/educador ou tutor que se estabelece frequentemente com relação ao crescimento e desenvolvimento do aluno. Neste contexto, o tutor tem a tendência de apresentar o que acredita ser para si “a solução mais adequada” ao aluno, reduzindo, ou até impossibilitando, desta forma, uma reflexão mais aprofundada acerca da questão por parte do aluno, o seu envolvimento no processo de resolução do problema assim como o sentimento de autossatisfação pela conquista obtida. Saber “pôr nas mãos do aluno” o seu processo de crescimento e desenvolvimento requer preparação pertinente, alguma experiência e abertura à reflexão ativa.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-15 13:10:31 UTC</pubDate>
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         <title>Mdulo 1 - Tarefa Competências de Relação Interpessoal na Tutoria - Opção A</title>
         <author>claudio_rita</author>
         <link>https://padlet.com/claudio_rita/claudioguiotritaE1T10136/wish/130915520</link>
         <description><![CDATA[<div>No processo de tutoria, há princípios que devem ser tidos em conta por parte do tutor (Topping, 2000), a fim de implementar um trabalho efetivamente eficaz. Desta forma, passo a indicar três conselhos/sugestões para a prática da tutoria que acredito serem fundamentais, os quais pretendo implementar ao longo das sessões com os meus tutorandos.</div><div>1º) Autoexploração do tutorando</div><div>Conhecer os problemas do tutorando é um passo fundamental para o início do processo, entretanto, é muito importante que o aluno saiba identificar quais são os seus problemas e qual é o grau de constrangimento decorrente de tais problemas. Nesta etapa requer selecionar um conjunto de recursos que possam suscitar o interesse do tutorando, motivando-o a falar e opinar sobre as questões que surgirem. Pode ser uma estratégia eficaz o aluno escolher um livro, um texto, uma música ou um filme a fim de que, durante as sessões, reflita sobre o material por ele sugerido, identificando as razões da sua escolha e/ou falando do seu interesse sobre a mesma. No entanto, o tutor deve ter em mente que tal material tem como objetivo estratégico propiciar um diálogo sobre assuntos motivantes para o aluno, através do qual o tutor poderá identificar dificuldades e capacidades reveladas pelo tutorando.  </div><div>2º) Compreensão e envolvimento do tutorando</div><div>Durante a autoexploração centrada no tutorando sob a condução do tutor, o aluno passa a compreender melhor os seus problemas e, de seguida, perceber o processo de causa e efeito decorrente das suas atitudes/comportamentos no âmbito escolar. É fulcral que tais conclusões sejam verdadeiramente do aluno a fim de que este possa estar disponível para a mudança. Acredito que esta fase é a mais difícil, tendo em conta que, muitas vezes o ser humano, apesar de compreender as consequências negativas dos seus atos, tem dificuldades de alterar de facto atitudes e comportamentos consolidados relativamente à maneira de lidar com situações já conhecidas e, por isto, reage de forma habitual.     </div><div>3º) Ação do tutorando</div><div>O estabelecimento de ações para a resolução dos problemas do tutorando, é também da sua responsabilidade, com a ajuda do tutor. No sentido de se elaborar um plano de ação eficaz, é preciso que os objetivos traçados sejam efetivamente concretos, realistas e avaliáveis. Neste âmbito, o tutorando precisa estar realmente comprometido com os objetivos do seu plano de ação e o tutor deve acompanhá-lo monitorizando o compromisso relativamente a cada objetivo, fornecendo-lhe <em>feedback</em> durante todo o processo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-15 13:59:51 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 2 - Tarefa Competências de Relação Interpessoal na Tutoria </title>
         <author>claudio_rita</author>
         <link>https://padlet.com/claudio_rita/claudioguiotritaE1T10136/wish/132713588</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O modelo de tutoria apresentado é constituído por três fases: a facilitação, a transição ou <em>insight</em> e a ação, sendo cada fase caracterizada por respetivos objetivos, nomeadamente a exploração do(s) problema(s); a compreensão do(s) problema(s) através da reflexão sobre o(s) mesmo(s) assim como o envolvimento do aluno na sua resolução; e a implementação de ações acertadas para a resolução do(s) problema(s) com respetiva monitorização.&nbsp;</div><div>Quanto à fase da transição, é possível surgir diferentes tipos de obstáculos por parte do tutorando, como por exemplo: faltas às sessões; dificuldades de refletir sobre os seus problemas; pouca responsabilização quanto às suas atitudes; rede intrincada de problemas interligados, dificultando a sua análise; fraca autonomia na condução do seu projeto de vida.&nbsp;</div><div>No sentido de ultrapassar as referidas dificuldades, são apresentadas as seguintes propostas:&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-24 14:32:42 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3 - Tarefa Motivação - Opção B</title>
         <author>claudio_rita</author>
         <link>https://padlet.com/claudio_rita/claudioguiotritaE1T10136/wish/134429421</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A motivação é um processo, não observável, no qual o tutorando demonstra atitudes/comportamentos resultantes de estímulos tencionados pelo tutor. É possível, de facto, observar no tutorando comportamentos relacionados com a escolha das tarefas, o seu esforço e persistência, as suas verbalizações, e até mesmo o seu rendimento, os quais podem revelar aspetos acerca do seu processo cognitivo. Tal compreensão proporcionará ao tutor um planeamento mais adequado das suas sessões junto do tutorando, no sentido de incitá-lo relativamente às suas “respostas-ações” assim como mantê-lo envolvido nos compromissos estabelecidos.</div><div>O tutor poderá começar por selecionar diferentes tipos de atividades, com variados graus de dificuldade, a fim de tentar perceber a forma de envolvimento do tutorando. Assim, o tutor poderá observar comportamentos que revelem uma fraca tentativa na obtenção do sucesso, mas também atitudes frequentes que demonstrem a necessidade que o tutorando tem de evitar o fracasso.</div><div>É fundamental também observar de que forma o tutorando atribui as causas dos seus sucessos/insucessos, as quais podem ser qualificadas como internas ou externas, estáveis ou instáveis e controláveis ou incontroláveis. Neste âmbito, a atribuição causal enunciada pelo tutorando é determinante no seu envolvimento na aprendizagem, uma vez que as causas externas, instáveis e incontroláveis levam o tutorando a desinteressar-se pelos estudos. Na ação tutorial, o tutorando necessitará de ajuda para compreender a sua forma habitual de envolvimento na aprendizagem, a fim de que possa implementar, no seu plano de vida, objetivos ajustados a padrões de atribuição de causas mais favoráveis ao processo de aprendizagem, nomeadamente as causas internas, instáveis e controláveis.&nbsp;</div><div>Um grande desafio do tutor é implementar atividades que satisfaçam as necessidades psicológicas do tutorando, tendo em vista o desenvolvimento da sua motivação intrínseca. Assim, a ação tutorial requer um acompanhamento atento relativamente à forma como o tutorando perceciona a sua autonomia e competência. A ação do tutor em estabelecer uma relação sustentada na comunicação com o tutorando acerca das suas competências e melhorias assim como na promoção da maior autonomia do tutorando contribuem de forma positiva na perceção do tutorando acerca do seu processo de aprendizagem e, com efeito, no desenvolvimento da sua motivação intrínseca. Entretanto, um ambiente favorável durante as sessões e uma relação positiva entre tutor e tutorando constituem condições fundamentais na perceção do tutorando no que diz respeito à construção de uma relação significativa, o que é muito favorável à sua motivação intrínseca.&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-01 11:31:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Módulo 4 - Tarefa Modelos de Autorregulação da Aprendizagem - Opção A</title>
         <author>claudio_rita</author>
         <link>https://padlet.com/claudio_rita/claudioguiotritaE1T10136/wish/135603110</link>
         <description><![CDATA[<div><br>As fases de aprendizagem do processo de realização de uma peça de teatro, descritas a seguir, têm objetivos gerais fortemente relacionados com a tomada de decisão bem como o controlo e a monitorização das mesmas por parte dos alunos, sob a orientação do professor responsável. Este processo é cíclico tanto numa perspetiva geral da sequência das três fases, sendo a fase de avaliação precursora da planificação, quanto numa perspetiva interna a cada fase. Desta forma, o processo cíclico operacionaliza-se dentro de cada fase.  </div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-06 14:19:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Módulo 5 - Tarefa Estratégias de Autorregulação da Aprendizagem - Opção B</title>
         <author>claudio_rita</author>
         <link>https://padlet.com/claudio_rita/claudioguiotritaE1T10136/wish/137461318</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Não percebo o meu filho… Tem os melhores resumos da turma seguramente. Fiz-lhe a papinha toda e mesmo assim não chega à positiva”<br></em><br></div><div>Segundo os investigadores, os alunos que apresentam elevado rendimento escolar revelam utilizar de forma mais frequente estratégias de autorregulação na sua aprendizagem em comparação com os alunos de rendimento escolar mais baixo. Entretanto, o desenvolvimento de tais estratégias por parte do aluno requer um trabalho sistemático no que diz respeito ao seu acompanhamento. A referida tarefa tem como propósito metacognitivo levar o aluno a passar por diferentes estádios sequenciais do processo regulatório da aprendizagem.&nbsp;</div><div>Assim sendo, apesar de o pai ter a melhor das intenções ao tentar auxiliar o seu filho, este ainda não assumiu o papel de agente ativo na construção do seu conhecimento em todos seus aspetos (declarativo, procedimental e condicional), devendo-se, muito provavelmente, tal facto estar relacionado com a atitude do progenitor.&nbsp;</div><div>Seria efetivamente benéfico para o aluno se o pai lhe desse instruções diretas acerca da elaboração de um resumo, durante a qual o jovem poderia observar os aspetos mais relevantes na execução da referida estratégia. De seguida, o pai poderia ajudar o filho na identificação dos conceitos e palavras-chave bem como na concatenação dos eventos relativos ao conteúdo que está a ser resumido, estruturando-o com o intuito de estabelecer um modelo a ser imitado. Somente a partir desta etapa, após ter ultrapassado os possíveis constrangimentos dos estádios anteriores, é que o filho estará apto a experimentar a elaboração de um resumo, utilizando a prática interiorizada e manifestando, cada vez mais, um autocontrolo quanto à referida estratégia, mesmo que ainda sob a orientação do pai. A prática da referida estratégia de aprendizagem poderá ser de facto considerada independente na medida em que o aluno revelar ter desenvolvido a competência de elaborar resumos por si próprio, identificando como e quando fazê-lo de forma autónoma.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-14 17:26:05 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 6 – Tarefa Competências de Relação Interpessoal na Tutoria</title>
         <author>claudio_rita</author>
         <link>https://padlet.com/claudio_rita/claudioguiotritaE1T10136/wish/139464756</link>
         <description><![CDATA[<div>A intercomunicação humana dá-se através de mensagens verbais e não verbais. Há uma grande tendência em acreditar que as palavras em si resumem o essencial no processo da comunicação humana, no entanto, há cada vez mais investigações que demonstram a grande relevância das diferentes formas não verbais na eficácia da transmissão entre interlocutores. Neste sentido, os indivíduos são diariamente confrontados com situações que evidenciam de forma contundente o aparecimento de ruídos na sua comunicação nem sempre resultantes de falhas na comunicação verbal, mas corretamente atribuídos a uma comunicação não verbal ineficaz.</div><div>A comunicação não verbal reúne uma grande variedade de formas não somente quanto à utilização e movimentação de partes do nosso corpo mas também quanto aos aspetos característicos da nossa voz e uso do tempo e do espaço que nos rodeia.&nbsp;</div><div>A expressão facial é um bom exemplo de como a comunicação não verbal entre o tutor e o tutorando pode promover o desenvolvimento harmonioso da ajuda no processo do apoio tutorial.&nbsp;</div><div>Por exemplo, numa situação não eficaz, o tutor pode revelar através da sua expressão facial e do seu olhar um elevado grau de ansiedade perante o tutorando, não lhe dando espaço e tempo para “digerir” as questões exploradas a fim de promover a melhor consolidação acerca das temáticas abordadas, apesar das intenções do tutor serem de facto as melhores.&nbsp;</div><div>Por vezes a expressão do rosto indica antagonicamente o contrário do que afirmam as palavras. Neste contexto, o tutor, por exemplo, pode identificar o olhar triste do seu tutorando a dizer que é muito feliz da maneira que vive. Ou então, diante da afirmação do tutor sobre respeito e interesse pelos problemas, o tutorando identifica uma expressão de crítica ou até de indiferença acerca das questões conversadas.</div><div>A expressão facial deve condizer com os sentimentos enunciados pelo tutor assim como com os sentimentos vividos pelo tutorando a fim de transmitir de forma efetiva a empatia e o respeito pelo outro.&nbsp;</div><div>Como exemplo eficaz, é de referir que o olhar, o sorriso e a fisionomia do tutor devem refletir o seu sincero envolvimento com as questões abordadas pelo seu tutorando com o intuito de proporcionar a efetiva autoexploração por parte do mesmo, promover o autorrespeito pelos assuntos, facilitar no processo de escuta e memória dos acontecimentos, bem como modelar os comportamentos do tutorando de forma mais adequada.&nbsp;</div><div>O fundamental é o tutor apropriar-se das suas capacidades em exprimir os sentimentos que deseja transmitir de forma intencional ao seu tutorando a fim de estabelecer um ambiente favorável ao melhor desenvolvimento das competências do aluno. </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-22 20:06:42 UTC</pubDate>
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