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      <title>TRABALHO DE SOCIOLOGIA  by NAYARA</title>
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      <description>NAYARA VITORIA SOUZA ALVES - 3º ANO B
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-27 13:40:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PARTICIPAÇÃO CIDADÃ - Páginas 2 a 4</title>
         <author>nanavitoria070</author>
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         <description><![CDATA[<div>A participação cidadã é a base da democracia e o instrumento pelo qual as ideias, os anseios e as necessidades da população se manifestam na vida pública. Na democracia, todo cidadão tem direito a participar das decisões que interferem nos rumos da sociedade.<br><br></div><div>A sociologia reconhece dois tipos de formas de participação cidadã: os modelos tradicionais de intervenção e os meios menos convencionais. Os modelos tradicionais de intervenção, são os mais convencionais, que acontecem de formas mais convencionais. Como exemplos de modelos tradicionais de intervenções podemos citar as manifestações populares para criticar a atuação do poder público e também a presença dos cidadãos em órgãos públicos como por exemplo congresso Nacional, entre outros. Já os meios menos convencionais, recorrem ao uso das linguagens, Como a arte a escrita, para denunciar situações de injustiça, iniciar mudança social, mobilizar a população entre outras coisas. Seus principais instrumentos são a mobilização por meio de conteúdos manifestações artísticas e hashtags específicas.<br><br></div><div>Dentro desse assunto de participação cidadã podemos citar as políticas públicas e as organizações da sociedade civil. As políticas públicas são conjuntas de procedimentos para lidar com problemas de ordem pública. Elas são a principal forma de exercício das funções governamentais. E são definidas pela articulação entre sociedade e governo.&nbsp;<br><br></div><div>Existem quatro tipos de políticas públicas definidas por Theodor Lowi, as políticas públicas regulatórias, políticas públicas distributivas, políticas públicas redistributivas e políticas públicas constitutivas. As categorias definidas por lei servem para entender a diversidade de objetivos e de formas de ação que as políticas públicas podem contemplar<br><br></div><div>As organizações da sociedade civil, também chamadas de terceiro setor, são instituições privadas, sem fins lucrativos e sem vínculo com o poder público e com partidos políticos. A existência dessas instituições é de extrema importância, isso porque elas mostram que a sociedade civil também tem poder para produzir a transformação social. Elas trabalham para intervir na realidade social, em paralelo ao governo. Normalmente elas surgem como forma de suprir as falhas do poder público. Seus mecanismos de ação são variados, e elas estão presentes em diversas esferas da sociedade, porém devemos lembrar que elas atuam sobretudo no campo dos direitos humanos. Suas áreas de atuação mais comuns são a educação à saúde o combate à fome e o combate a vulnerabilidade social.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-27 13:43:44 UTC</pubDate>
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         <title>LUTA POR RECONHECIMENTO                        - Página 6 a 8</title>
         <author>nanavitoria070</author>
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         <description><![CDATA[<div>Muitas pessoas precisam lutar para que seus direitos básicos sejam respeitados ou até para que sejam tratadas com o mínimo de dignidade ou pelo simples direito de existir. De acordo com a lei somos todos iguais, porém na prática é bem diferente, as diferenças incomodam e várias pessoas têm seus direitos básicos ignorados pela sociedade. Em uma sociedade padronizada parece mais fácil ser igual a todo mundo. Na sociedade em que vivemos hoje, é criado um padrão onde se a pessoa não se encaixa nesse padrão é de certa forma desrespeitada e julgada, vindo a sofrer diversas consequências por essas questões. Quem vive assim se torna uma pessoa menos completa e consequentemente menos cidadão.<br><br></div><div>O estudo da sociologia se baseia na ideia de que as pessoas se tornam melhores quando passam a respeitar o outro e a reconhecê-lo como igual. Esse pensamento está presente na obra de Max Weber.&nbsp;<br><br></div><div>Segundo filósofo Frederick Hegel pessoas necessitam ser reconhecidas pelas outras e pela sociedade para se sentirem completas, ou seja, como dito acima para serem mais cidadãos. Se baseando nessa ideia o filósofo e sociólogo Alex Honneth elaborou uma teoria que dizia que as lutas por reconhecimento dos grupos marginalizados institucionalizam, ou seja, reconhecem a aceitação do outro, ou seja, quem luta por reconhecimento melhora a sociedade de certa forma. Ele afirmava que o reconhecimento das diferenças se dá por três vias a prática amorosa, evolução da Lei e a solidariedade.<br><br></div><div>Ainda dentro desse assunto podemos falar sobre os movimentos sociais. Os movimentos sociais são organizações de grupos e indivíduos ou sujeitos. Eles têm esse nome porque só existem por meio de ações. Os movimentos sociais são conduzidos liderados por sujeitos, indivíduos e grupos estruturados por interesses comuns, esses interesses podem ser variados, porém geralmente são orientados a desmontar um padrão social ou estabelecer uma nova ordem social. Essas manifestações normalmente são motivadas pela crítica social e por outros sentidos por meio dos quais o grupo tenta mudar a realidade da sociedade.&nbsp;<br><br></div><div>Touraine identificou três aspectos fundamentais dos movimentos sociais, sendo eles, as identidades, adversários e protestos.<br><br></div><div>O sociólogo estadunidense Charles Chile definiu os movimentos sociais como organizações inclusivas compostas de vários grupos de interesse. Para ele o movimento social é um sujeito coletivo em movimento, em campanha para transformar a realidade social pelo esforço de seus participantes.<br><br></div><div>Uma questão muito importante para qualquer estudo sociológico é pensar nas categorias que serão utilizadas para análise. Para a filósofa estadunidense Nancy Fraser os movimentos sociais devem ser pensados com base em duas categorias principais a igualdade e a diferença.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-27 13:45:02 UTC</pubDate>
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         <title>MOVIMENTOS SOCIAIS CLÁSSICOS - Página 9 a 12</title>
         <author>nanavitoria070</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os movimentos sociais clássicos, também chamados de movimentos sociais tradicionais, protestam contra a desigualdade social causada pela ordem econômica e luta para obter igualdade na distribuição de recursos materiais. Eles surgiram para lutar contra grupos dominantes, como por exemplo os latifundiários ou os oligarcas, que são modelos de governos que governam para poucos, entre outros. Esse movimento está associado à questões como posse de terra, trabalho e concentração de renda. A greve é o principal instrumento de ação dos participantes desses movimentos. Os sujeitos normalmente usam meio da paralisação da atividade produtiva para assim conseguir enfraquecer os grupos dominantes. O maior exemplo de movimento social clássico é um movimento operário, que surgiu da união de trabalhadores fabris que viviam em Vilas operárias e compartilhavam das mesmas experiências de classe.<br><br></div><div>A revolução industrial provocou transformações sociais que alteraram profundamente a organização das sociedades ocidentais. Uma das primeiras manifestações de insatisfação da classe operária foi o ludismo, ou também chamado movimento ludista, surgido na década de 1810. A partir do ano de 1930, operários começaram a centrar suas lutas na reivindicação de leis e mecanismos de proteção e garantias aos trabalhadores. Esse movimento foi constituído principalmente pela criação da associação dos operários cujas reivindicações deram origem a carta do povo, motivo pelo qual ficou conhecido como movimento cartista. A proposta logicamente foi recusada pelo parlamento britânico, além de ignorar os pedidos, ele reprimiu duramente os operários até acabar com o movimento.<br><br></div><div>O socialismo utópico é o que seria ideal uma sociedade imaginada. As primeiras ideias socialistas da idade contemporânea são os classificadas como socialismo utópico, eles eram inspirados por sistemas de pensamentos originados em diferentes momentos históricos.<br><br></div><div>A história do movimento operário brasileiro é de grandes transformações sociais. Uma das primeiras é a transição do trabalho escravo para o trabalho livre. Os trabalhadores imigrantes que vieram para trazer a mão de obra, viriam construir os primeiros movimentos operários brasileiros. A intensificação do processo de urbanização e industrialização produziu as condições sociais para que o movimento operário se consolidasse no Brasil. Um dos principais Marcos do movimento operário e de sua ascensão no cenário político é o manifesto do partido comunista baseado nos estudos de Karl Marx e Frederich Engels sobre as condições dos trabalhadores. O pensamento marxista introduziu a ideia de que o principal projeto dos movimentos operários deveria ser a luta de classes.<br><br></div><div>O movimento sindical se pautou por ideias trazidas pelos imigrantes italianos, ligadas aos pensamentos anarquistas e marxistas-leninista, os anarquistas consideravam as greves um meio para educar as pessoas e convencê-las a se libertar do Estado, e os marxistas-leninistas consideravam as greves uma etapa de transição para que a classe trabalhadora tomasse poder, derrubando a elite burguesa e mudando o sistema político-econômico vigente. Os governos da época pressionados pelas classes patronais criminalizar são as organizações sindicais anarquistas também chamadas de anarco-sindicalistas. Nesse contexto houveram diversas consequências para quem fazia parte ou liderava esses movimentos operários e protestos.<br><br></div><div>As ligas operárias da indústria de São Paulo ampliou o movimento sindical no país e fez surgir várias ligas operárias. Na década de 1930, movimentos sindicais brasileiros passaram por transformações intensas. Na primeira fase houve uma intensa disputa de poder.<br><br></div><div>Nos governos de Getúlio Vargas o estado se aproximou dos trabalhadores, seguindo modelo de relacionamento chamado populismo o que seria um relacionamento entre o estado e a classe trabalhadora. Essa nova configuração foi muito criticada por alguns setores do sindicalismo. Em paralelo a algumas formas de controle, Vargas introduziu a consolidação das leis de trabalho ou CLT, que é uma das mais avançadas legislações trabalhistas do mundo. No período entre o fim da era Vargas e o início da ditadura militar, diversas empresas estatais brasileiras foram criadas. Essa nova sensação dos movimentos operários foi interrompida pela ruptura da democracia causada pela ditadura militar os movimentos sindicais tornaram-se ilegais e só começaram a ganhar espaço novamente anos depois.<br><br></div><div>Mesmo sofrendo enorme repressão das forças policiais, os movimentos sindicais não só estavam conseguindo obter melhores condições de trabalho, como além disso também pressionaram a ditadura vigente fizeram com que a imagem do regime militar fosse desgastada.<br><br></div><div>No ano de 1978 emergiu a principal figura do movimento que seria Luiz Inácio Lula da Silva. Ele era operário de origem nordestina e além disso era um dos líderes do sindicato dos metalúrgicos de São Bernardo do Campo. Em 2002 Lula foi eleito presidente do Brasil, o que foi importante não só para o sindicalismo, como também para a história do Brasil. O país seria finalmente governado por alguém do povo isso pela primeira vez. Ele propôs diversas propostas, porém em seu último ano de governo as propostas para os movimentos sindicais não haviam sido implementadas, nem de acordo com o desejo dos trabalhadores, nem com os das centrais sindicais<br><br></div><div>Um conjunto de transformações sindicais e tecnológicas observadas alterou a configuração das fábricas. A estrutura até então vigente foi substituída por uma forma de produção flexível a diminuição do tamanho das fábricas e da quantidade de trabalhadores nas fábricas provocou uma forte crise no sindicalismo. A expansão do capitalismo flexibilizou direitos conquistados pelos movimentos sindicais e expôs os trabalhadores a precarização e ao desemprego estrutural no Brasil, esse processo produziu altos índices de informalidade sendo potencializados pela baixa qualificação da mão de obra, que seria efeito da carência de educação pública de qualidade.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-27 13:47:19 UTC</pubDate>
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         <title>A QUESTÃO FUNDIÁRIA NO BRASIL - Página 14 e 15 </title>
         <author>nanavitoria070</author>
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         <description><![CDATA[<div>No Brasil a principal causa de conflitos relativos à posse de terra é o sistema latifundiário, ou seja, a concentração da posse de terras em mãos de poucas pessoas, sendo maior parte delas pertencentes a elite.<br><br></div><div>O conceito de latifúndio está associado a características como extensão, uso, exploração da terra e concentração, bem como a conflitos sociais quanto à posse de terras. Latifúndios são grandes propriedades agrícolas pertencentes a um proprietário, empresa ou família, podendo ser produtivos ou improdutivos.<br><br></div><div>A estrutura fundiária brasileira é uma das mais desiguais do mundo. Embora os pequenos proprietários tenham resistido como puderam ao longo da história brasileira, a luta pela distribuição justa da terra só ganhou força a partir da segunda metade do século 20, que foi quando a organização de movimentos sociais no campo finalmente conseguiu colocar esse problema na pauta da política nacional.<br><br></div><div>Os movimentos pela reforma agrária também lutam pelo cumprimento da lei no que diz respeito a oferecer linhas de crédito para pequenos agricultores assim como já acontece com os grandes produtores. Elas são instrumento importante para os pequenos produtores rurais isso porque só assim consegue melhorar suas instalações, comprar maquinários, entre outras coisas.<br><br></div><div>As ligas camponesas foram as primeiras mobilizações pela reforma agrária no Brasil elas lutavam pelos direitos dos trabalhadores rurais, propondo a reforma para o país na direção contrária à da estrutura fundiária vigente. Durante a Guerra fria as ligas camponesas começaram a ser mal vistas e associadas ao socialismo. Isso culminou na criminalização desse movimento e na perseguição aos seus participantes. As organizações de trabalhadores rurais só recuperaram suas forças nos anos de 1908 quando emergiu o movimento dos trabalhadores sem terra ou MST, que é vista hoje como o maior movimento social brasileiro de luta pela reforma agrária. Movimento dos trabalhadores sem-terra luta pelas necessidades do trabalhador do campo e busca alcançar mudanças sociais por meio do embate político e da denúncia a violência exercida pelos latifundiários e pelo Estado contra os componentes.&nbsp;<br><br></div><div>O movimento dos trabalhadores sem-terra surgiu defendendo três lutas fundamentais que eram pela terra, pela reforma agrária e pelas mudanças sociais no país. Um dos principais eventos que levaram ao surgimento do movimento dos trabalhadores sem-terra foi o acampamento encruzilhada da natalino. O acampamento foi reprimido pelas forças policiais do governo militar ponto após impasses que duram 3 anos vírgulas as famílias foram finalmente assentadas, e isto é elas receberam o direito de propriedade das terras que reivindicam.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-27 14:01:16 UTC</pubDate>
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         <title>CAPITULO 1 - RECONHECER O OUTRO PELOS MOVIMENTOS SOCIAIS - Página 02 a 15</title>
         <author>nanavitoria070</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesse capitulo em questão nós estudamos sobre a participação cidadã, falamos das lutas por reconhecimento, sobre movimentos sociais clássicos e abordamos também a questão fundiária no Brasil.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 23:11:37 UTC</pubDate>
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         <title>CAPITULO 2 - LUTAS POR TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS - Página 20 a 34</title>
         <author>nanavitoria070</author>
         <link>https://padlet.com/nanavitoria070/8fhww9136o11pbg8/wish/2120311266</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse capitulo nos estudamos sobre os Novos movimentos sociais, sobre Movimentos estudantis, Direitos conquistados e Movimentos sociais atuais. Nós abordamos cada um desses assuntos, deixando claro sobre o que falam.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 23:12:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>NOVOS MOVIMENTOS SOCIAIS - Página 21 a 24</title>
         <author>nanavitoria070</author>
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         <description><![CDATA[<div>As lutas sociais das pessoas negras das mulheres se transformaram radicalmente, elas se tornaram os expoentes dos novos movimentos sociais ou movimentos identitários. Os movimentos identitários são lutas por reconhecimento. Eles são organizados por sujeitos que buscam, afirmar suas diferenças e institucionaliza o respeito a essas diferenças. Como manifestação pública das diferenças, pressiona pela inclusão de seus modos de vida e pelo seu direito a plena cidadania nos diversos espaços sociais.<br><br></div><div>A experiência da escravidão fez com que o racismo fosse incorporado na estrutura da sociedade. A sociologia chama isso de racismo estrutural ponto é uma história lamentável de respeito à dignidade humana que dificulta muito a superação da segregação racial. Uma das primeiras formas de luta social dos afro-brasileiros foram as comunidades quilombolas. Para as oligarquias rurais vírgulas quilombos eram inimigos da ordem social, porém para a população negra são símbolo de luta e resistência. Na história dos movimentos negros brasileiros além da resistência cultural existiram lutas por emancipação política. O abolicionismo reunião advogados artistas políticos intelectuais, poetas e romancistas, em sua maioria brancos, ao lado de muitos negros alforriados. Mesmo sofrendo repressão vírgulas abolicionista se formaram o principal movimento social do Brasil no século XVI.<br><br></div><div>Mesmo após o fim da escravidão a prática de castigos corporais em marinheiros negros era comum na marinha. Cansado dos abusos, Felisberto liderou a revolta da chibata na qual os marinheiros negros se amotinaram e apontaram os canhões dos navios em direção à capital Federal dando ultimato ao presidente da república pelo fim da violência e das humilhações nas forças armadas.<br><br></div><div>O feminismo é a luta das mulheres por igualdade em relação aos homens os movimentos feministas começaram a ganhar espaço na vida pública entre o final do século 19 e início do século 20. Um de seus primeiros indícios ocorreu bem antes no contexto da revolução Francesa, quando Olympe de Gouges publicou a declaração dos direitos da mulher e da cidadã.<br><br></div><div>A primeira onda marcada pelo trabalho e voto. Traz o trabalho digno e o voto como as duas principais bandeiras dos movimentos feministas no início do século 20. Durante as primeiras a primeira onda do feminismo as campanhas pela emancipação das mulheres estiveram fortemente associadas as grandes transformações da história. Elas fizeram uma grande passeata, mostrando como é um alto os níveis de discriminação nas empresas e lutando por condições mais dignas de trabalho. As sufragistas, como eram conhecidas as feministas que reivindicavam o direito ao voto, organizaram marchas e manifestações em vários países. A inglesa Emmeline Pankhurst foi a principal nome da primeira onda sufragista. Em 1903, ela e suas colegas fundaram a união social e política das mulheres ou WSPU, a história da WSPU foi marcada por vários confrontos e prisões, até que o direito feminino ao voto foi conquistado em 1918.<br><br></div><div>A segunda onda que seria a crítica ao patriarcado e a revolução sexual, mostrou que a marginalização das mulheres resultava da cultura patriarcal, ou seja, da forma de organização social na qual poder e concentrado nos homens. A sociedade patriarcal é baseada na ideia de que o sexo biológico e de que os homens e mulheres teriam naturalmente papéis diferentes, sendo feminino e inferior ao masculino. A mudança de pensamento transformou os projetos e ações dos movimentos feministas, pois destacou suas lutas da lógica de redistribuição para lógica de reconhecimento<br><br></div><div>A terceira onda conhecida como pluralização do feminismo trouxe várias vozes para o movimento, atuando tanto nos espaços acadêmicos como em organizações da sociedade civil em Atos públicos e protestos.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 23:15:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>MOVIMENTOS ESTUDANTIS - Página 26 e 27</title>
         <author>nanavitoria070</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os movimentos estudantis são uma forma de organização política protagonizada por estudantes das mais diversas faixas etárias. Eles são os principais exemplo dos novos movimentos sociais. Os estudantes não compõem uma classe social específica, pois tem diferentes origens sociais e não pertence a uma sua classe gênero ou etnia essa característica faz com que tais movimentos sejam descontínuos e se manifestem em momentos específicos. Vale lembrar que esses movimentos tiveram um importante papel na resistência ao regime militar.<br><br></div><div>As primeiras organizações estudantis brasileiras surgiram no início do século 20 com atuação pontual, porém ainda sim, significativa. Os movimentos estudantis ganharam visibilidade no país a partir da criação da União nacional dos estudantes ou UNE, e da União brasileira dos estudantes secundaristas ou Ubes.<br><br></div><div>Longo do século 20, diversas causas sociais e políticas entraram na pauta de movimentos estudantis em todo mundo. Essa ampliação da consciência crítica levou a uma grande onda de manifestações em maio de 1968. O ano de 1968 é mundialmente conhecido pela efervescência cultural e pela onda de protestos que alimentaram ideias revolucionários em todo mundo. O ano é marcado pela queda de lucratividade de grandes indústrias, pelo aumento do autoritarismo e pelos conflitos armados entre forças ligadas aos blocos socialistas e capitalistas.<br><br></div><div>Entre os estudantes universitários franceses, instalaram-se um clima de insatisfação com sistema de ensino conservador e positivo, a falta de liberdade de expressão e as escassas perspectivas profissionais. Em maio de 1968, os protestos contra os cortes na educação ganharam força, sobretudo na universidade de Paris. A reitora respondeu com a ordem de fechamento da escola e com restrição de acesso aos estudantes, gerando uma revolta ainda maior entre eles, que acabaram indo para as ruas da cidade. Os protestos estudantis buscavam afrouxar a rigidez dos costumes, clamando por mais liberdade e tolerância com as diferenças. Poucos dias depois, foi deflagrada uma das maiores greves de trabalhadores, levando milhões em passeatas e despertando movimentos reivindicatórios que se espalharam pela Europa.</div><div>O governo militar em resposta, reprimiu duramente suas ações, ele melhorou e incentivou a sede da organização, colocou-a na ilegalidade e dissipou violentamente os protestos.<br><br></div><div>A volta da UNE as ruas ocorreu no movimento das Diretas Já, que é um movimento que reivindicava a convocação de eleições diretas no Brasil e a redemocratização do país.<br><br></div><div>Foi realizada no ano de 1989 a primeira eleição presidencial depois do regime militar. A UNE se posicionou contra o então candidato da ala Liberal conservadora. O candidato foi eleito e seu governo foi marcado por polêmicas por má administração e grande reprovação popular. A UNE em resposta, organizou várias manifestações contra o presidente a favor de seu impeachment.<br><br></div><div>A UNE que é o movimento encabeçado por estudantes do ensino superior, se destacou posteriormente para as pautas políticas. E o movimento secundarista se destaca historicamente pela defesa da educação pública gratuita e pela melhoria de sua qualidade. Além de tudo isso, esses estudantes lutam por benefícios específicos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 23:15:34 UTC</pubDate>
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         <title>DIREITOS CONQUISTADOS - Página 29 a 31</title>
         <author>nanavitoria070</author>
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         <description><![CDATA[<div>A história do Brasil é repleta por grandes lutas. É uma longa história de lutas dos movimentos sociais, que, pressionando a sociedade, fizeram com que suas reivindicações fossem transformadas em direitos. Esses foram os principais responsáveis pela conquista do direito universal a educação no Brasil.&nbsp; Esses movimentos mostraram que a educação formal deveria, de certa forma, atender a demanda por mão de obra tecnicamente preparada e por outro lado estimular o pensamento crítico e a superação das condições estabelecidas.</div><div>O que influenciou o poder público a criar uma legislação específica para o campo educacional foram as ações coletivas e movimentos de paz, estudantes e educadores em todo o país. Esse processo atingiu o ponto mais alto na lei de diretrizes e bases da educação, que reconhece, além da escola como espaço formativo, a função do trabalho da sociedade civil e da cultura para a política educacional.</div><div>Com a redemocratização, a repressão dos movimentos trabalhistas por parte do Estado deu lugar a negociação e consequentemente a conquista de direitos para os trabalhadores.<br><br></div><div>As mobilizações continuas da classe trabalhadora levaram a formalização de direitos, como descanso semanal remunerado, jornada de 40 horas semanais, seguro desempregado e férias remuneradas de 30 dias, além disso também teve o direito à aposentadoria, vindo dessas mobilizações e lutas.&nbsp;<br><br></div><div>Existiram inúmeros movimentos indígenas que atuaram no longo dessa trajetória lutando pelo reconhecimento de sua identidade e de sua cultura, por seus territórios e pela preservação ambiental.&nbsp; A constituição de 1988 emprega no capítulo em defesa dos direitos dos indígenas reconhecendo como crime a invasão de seus territórios e favorecendo o reconhecimento da posse das terras que ocupam por meio do processo de homologação e demarcação.<br><br></div><div>Os movimentos negros possuem histórico baseado em pautas como a inclusão social e a luta contra o racismo e discriminação. Falando em termos legais é bom lembrar que eles tiveram diversas conquistas, como por exemplo, a criminalização da discriminação racial que foi tornada crime inafiançável e imprescritível.&nbsp;<br><br></div><div>Os movimentos feministas tem uma longa trajetória de conquistas no Brasil, das quais se destacam o direito à educação superior, e o direito ao voto e a candidatura para cargos públicos. Na luta contra violência doméstica, com a ascensão da Lei Maria da Penha que trata da violência doméstica e familiar contra a mulher. A lei do feminicídio que passou a enquadrar essa prática como crime repugnante, punindo com mais rigor. Uma das diversas conquistas desses movimentos foi a igualdade formal entre os homens e mulheres, no que diz respeito a algumas coisas.&nbsp;<br><br></div><div>Uma conquista muito importante feita de forma recente foram estatuto da criança e do adolescente ou ECA, como também é chamado, e o estatuto do idoso. Eles visam garantir a integridade as necessidades de grupos sociais vulneráveis. O ECA Visa o direito à proteção integral à criança e ao adolescente, reconhecendo a situação de desemprego em que muito se encontrem conferindo o amparo legal para garantir dignidade. E o estatuto do idoso Visa conferir condições dignas para todos os cidadãos com idade a partir de 60 anos, garantido amparo quando a proteção contra maus-tratos familiares, discriminação e violência entre outras coisas. Esses são direitos conquistados graças a mobilização de movimentos sociais que levaram a sociedade ampliar seu entendimento.&nbsp;<br><br></div><div>A situação que menos avançou foi a luta pela reforma agrária. Os pequenos e médios agricultores continuam sem apoio consistente do estado que privilegia o latifúndio e impede esses pequenos e médios agricultores ao acesso aos meios de subsistência.<br><br></div><div>Todas as áreas abordadas durante este capítulo ainda têm diversas coisas a serem mudadas e transformadas, isso porque a desigualdade social continua sendo um traço estrutural em nossa sociedade, carente de avanços em várias questões como educação, trabalho, raça, gênero, sexualidade, entre outras. Em nossa sociedade atual ainda ocorrem diversas dessas coisas citadas aqui nesse capitulo. Como por exemplo os diversos casos de discriminação, racismo, violência doméstica, entre várias outras coisas ocorrente na atualidade que poderiam ser citadas, mesmo após todos esses direitos conquistados.&nbsp; No campo da educação ainda muito que avançar no combate ao analfabetismo e universalização de acesso ao ensino, além de melhorias nas condições escolares, que sabemos muito bem que nem sempre é o que dizem. É preciso fazer diversas adaptações na área da educação, como por exemplo adaptar os avanços tecnológicos da atualidade a educação pública isso para que consiga garantir perspectivas profissionais melhores ao cidadão. Além de tudo isso é urgente a implementação de medidas para promover a redistribuição de renda de forma igualitária e justa, democratizar o acesso à saúde e evitar evasão escolar garantindo condições de acesso a profissionalização e ao mercado de trabalho a todos os brasileiros.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 23:15:48 UTC</pubDate>
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         <title>MOVIMENTOS SOCIAIS ATUAIS - Páginas 33 e 34</title>
         <author>nanavitoria070</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os movimentos sociais tem o importante papel de explicitar as correntes que prendem os sujeitos marginalizados, bem como de ajudá-los a se movimentar para se libertar dessas amarras.<br><br></div><div>A sociedade civil é um conceito clássico da sociologia. Ela diz respeito à organização da sociedade em três setores ou territórios institucionais que são o estado, mercado e o conjunto de forças sociais heterogêneas que defendem a cidadania democracia, a liberdade de expressão e a livre organização. As questões sociais que precisam ser transformadas estão no cotidiano prontas para se tornarem ações. São sujeitos coletivos que convertem satisfação em discursos e estratégias pontos são formas de comunicação por que divulgam interesse público desde a sua raiz nas bases sociais. Uma grande vitória da sociedade civil em traduzir os desejos da população em direitos foi consagrada no processo democrático sem parar de criação da constituição de 1988.<br><br></div><div>De acordo com Ilse Scherer-warren, houve uma grande expansão das atividades da sociedade civil ponto essa expansão se deu em três níveis sendo eles, associativismo local, o da articulação interorganizacional , mobilização da esfera pública. No primeiro nível que é o do associativismo local, a socióloga cita expansão dos movimentos dos sem teto, sem-terra e de catadores de sucata, bem como a consolidação de cooperativas de catadores e de associações de bairros. Fazem parte desse nível também novas organizações do movimento negro e dos movimentos indígenas em sua maioria articulado pelas redes sociais. No segundo nível, que é o da articulação interorganizacional, autor elabora o conceito de redes de redes, ou seja, associações de ONGs e coletivos de movimentos sociais são sujeitos coletivos e impulsionadas pela internet pela pelas possibilidades de agregação que ela oferece. E no terceiro nível que é o da mobilização na esfera pública, é a exploração dos eventos, protestos públicos e manifestações.<br><br></div><div>Para sociólogo contemporânea as redes sociais e plataformas digitais de comunicação colocam, de certa forma, os movimentos sociais em um patamar global de atuação. As redes de redes, os coletivos de movimentos sociais e outras experiências de construção de fóruns da sociedade civil desenvolvem continuamente estratégias para melhorar a vida dos cidadãos garantir sua dignidade e dar voz a direitos sujeitos.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 23:16:11 UTC</pubDate>
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