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      <title>Bibliotecando - Português by Inocência Carapeta</title>
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      <description>Agrupamento de Escolas de Alandroal - 2020/2021</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-06-13 16:01:32 UTC</pubDate>
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         <title>Nota </title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Projeto Bibliotecando acompanha-nos ao longo de todo o ano letivo. <br>Podemos recorrer aos livros das bibliotecas, aos que possuímos ou livros digitais disponíveis na Internet. Aqui ficam algumas sugestões:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/621848591/2a005398ce17c4950c900553326082bc/Lista_de_livros_com_linksPortugu_s.pdf" />
         <pubDate>2020-06-15 13:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Informação aos Encarregados de Educação</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>  Exmo.(a) Sr.(a) Encarregado(a) de Educação </div><div> </div><div>     Das atividades previstas no âmbito da disciplina de Português, uma das propostas mais interessantes e proveitosas é a atividade <strong>Bibliotecando</strong> que contempla os domínios Educação Literária, Leitura e Escrita<strong>. </strong>Para a viabilizar, como professora desta disciplina, venho solicitar a colaboração dos senhores Encarregados de Educação. </div><div>     Esta atividade consiste em levar os alunos <strong>a lerem um pouco todos os dias</strong>, de forma a lerem, em média, <strong>um livro por mês</strong>. Após a leitura de cada livro, o aluno deve realizar um pequeno trabalho (de acordo com as propostas registadas no separador do Caderno de Leitura) que será apresentado na aula, na data estabelecida, e integrado no <strong>Caderno de Leitura</strong> do aluno. É imprescindível a participação de todos os alunos nesta atividade para aquisição das competências definidas para este ano letivo.</div><div>     Para a realização desta atividade, os alunos deverão ler livros que requisitem numa das bibliotecas, livros que possuam ou que estejam disponíveis na Internet. Preferencialmente, deverão ler as obras de leitura obrigatória (registadas no Caderno de Leitura) e outras do seu interesse, <strong>devendo sempre tratar-se de livros interessantes e adequados à faixa etária do aluno</strong>.</div><div>     Conto com a sua colaboração no sentido de incentivar o seu educando a realizar a atividade, cumprindo os prazos definidos.</div><div>     Com os melhores cumprimentos<strong>.    </strong></div><div><strong>  </strong>A Professora de Português <br>                 Inocência Carapeta </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 18:24:00 UTC</pubDate>
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         <title>Sugestões de leitura 5ºano</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 18:29:36 UTC</pubDate>
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         <title>Sugestões de leitura 6ºano</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 18:30:12 UTC</pubDate>
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         <title>Propostas de trabalho</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 18:30:52 UTC</pubDate>
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         <title>       O Príncipe Nabo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     Alandroal, 6 de outubro de 2020 </div><div>     Estimado príncipe Austero de Mailândia, </div><div>     Acho que tu foste muito inteligente em dar uma lição à princesa Beatriz e que o teu plano foi muito bem elaborado.  </div><div>Conseguiste fazer com que ela fosse menos arrogante, que começasse a respeitar os outros, a saber como era a vida dura e ainda fizeste com que ela se apaixonasse por ti. </div><div>     Ainda acho que, com o que tu fizeste com a princesa Beatriz, podemos aprender que devemos respeitar os outros, não os desprezar e não lhes pôr defeitos, porque nós também temos defeitos como toda a gente tem. <br>     Até breve. Um abraço do teu amigo,</div><div>                   <strong> Gonçalo Tique, 6ºA</strong> </div><div>P.S: Acho que a música que criaste é muito adequada à princesa Beatriz. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 16:07:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>          O Príncipe Nabo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/837804781</link>
         <description><![CDATA[<div>      Montejuntos, 8 de outubro de 2020</div><div><br></div><div>     Querida princesa Beatriz,</div><div>     Li a história em que tu participaste e decidi escrever-te esta carta.</div><div>     Não gostei muito da tua atitude ao longo do primeiro ato, pois foste muito malvada com toda a gente que aparecia no castelo da Abundância.</div><div>     Depois que te casaste com o músico António mudaste um pouco a tua atitude, acho que percebeste como é a vida de pobre.</div><div>     Despeço-me com carinho,</div><div><br></div><div>                <strong> Marta Fernandes, 6ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 17:02:30 UTC</pubDate>
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         <title>Ali Babá e os Quarenta Ladrões</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>   </strong>No trabalho sobre a obra <em>Ali Babá e os Quarenta Ladrões,</em> eu decidi fazer uma crítica.</div><div>    Gostei muito da personagem chamada Morjana, pois ela é muito corajosa e esperta. A personagem de que menos gostei foi o capitão dos quarenta ladrões, pois queria matar Ali Babá.</div><div>     Uma situação do texto que me agradou foi quando Morjana salvou toda a família  e a situação que mais me desiludiu foi quando os ladrões mataram o irmão do Ali, o Qassem, por ele ter roubado ouro e ter lá ficado preso.</div><div>    Adorei ler o texto com a minha turma.</div><div>                  <strong>Marta Fernandes, 6ºB<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-17 17:07:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>        O Rapaz de Bronze</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/859794715</link>
         <description><![CDATA[<div>     Concluímos a leitura da obra <em>O Rapaz de Bronze</em> e achei-a  interessante e com muitos detalhes. A sua escrita foi cuidada e bonita. Acho que todas as personagens estavam bem construídas. Gostei da variedade de flores referidas. <br>     Ao princípio não gostei muito da atitude do Gladíolo, no capítulo 1 - As Flores. O Gladíolo tinha uma atitude de superioridade relativamente a todas as outras flores, exceto ao referir-se à Tulipa. Mas, no final, até teve uma boa atitude e uma ideia boa ao pensar em fazer uma festa em que participassem todas as flores do jardim. No mesmo capítulo, Capítulo 4 - A Festa, ele teve uma atitude mais amigável.</div><div>     Fiquei com a ideia de que o Gladíolo não gostava do Nardo pelas palavras que usou quando se referiu ao seu cheiro. Por outro lado, mostrou-se muito preocupado com a Tulipa pela forma pelas palavras que dirige à mesma.<br>                  <strong> Tatiana Rocha, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-25 20:03:50 UTC</pubDate>
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         <title>         O Rapaz de Bronze</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/859805956</link>
         <description><![CDATA[<div>     A conclusão da história <em>O Rapaz de Bronze</em> deu-me a entender que na verdade o que eu pensava não estava correto.</div><div>     No início, eu não estava a gostar da história, porque eu pensava que a mesma estava a incentivar as pessoas a acharem-se superiores às outras, mas, com o terceiro e o último capítulos, eu mudei a minha opinião.</div><div>     Eu acho que foi muito bem pensado pela autora Sophia de Mello Breyner Andresen apresentar o Gladíolo pouco ou nada humilde e muito gabarola nos dois primeiros capítulos  e, no terceiro e quarto capítulos, torná-lo humilde e respeitoso.</div><div>     Acho que foi muito divertido quando ele disse que se nas festas das pessoas punham flores nas jarras, nas festas das flores deveriam por pessoas nas jarras.</div><div>     Esta história dá-nos uma lição de moral: a falta de humildade traz consequências.<br>              <strong> Mickael Pereirinha, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-25 20:14:31 UTC</pubDate>
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         <title>O Rapaz de Bronze</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/865087238</link>
         <description><![CDATA[<div>     Eu gostei muito da obra <em>O Rapaz de Bronze</em> porque as plantas e as estátuas têm vida.</div><div>     Este livro e muito interessante porque fala de magia e nos faz sonhar.</div><div>     Esta obra é da autoria de uma escritora portuguesa muito boa que se chama Sophia de Mello Breyner Andresen.<br>                         <strong>Sílvia Gazela, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 10:12:48 UTC</pubDate>
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         <title>O Rapaz de Bronze</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/865094639</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 10:16:31 UTC</pubDate>
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         <title>    O Rapaz de Bronze</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/866786378</link>
         <description><![CDATA[<div>     O trabalho que realizei é sobre a obra <em>O Rapaz de Bronze</em> de Sophia de Mello Breyner Andresen. Há vários livros infantojuvenis escritos por ela, cada um mais bonito e mágico que o outro. A sua maneira de escrever é simples e como descreve tudo ao pormenor parece que nós, os leitores, somos transportados para dentro do livro e vivemos a aventura a par das personagens.</div><div>     O livro <em>O Rapaz de Bronze</em> é muito giro e animado. Este livro conta-nos uma história sobre um jardim onde as flores ganhavam vida durante a noite. A certa altura, o Gladíolo decidiu fazer uma festa por estar triste. Ele era muito vaidoso e pensava que iria ser colhido, mas a sua dona achou que não queria mais gladíolos nas jarras. Então, pediu autorização ao Rapaz de Bronze, que mandava no jardim à noite, arranjou uma comissão organizadora e prepararam a festa. Decidiram que na jarra deveria ficar uma pessoa: assim como as flores enfeitam as jarras nas festas dos humanos, alguém enfeitaria a grande jarra de pedra do jardim. A escolhida foi a pequena Florinda, filha do jardineiro. Durante a festa, o Rapaz de Bronze falou com a menina. No outro dia, ela achou que era um sonho, pois ao contar às suas colegas, na escola, elas não acreditaram e disseram que tudo não passava de um sonho.</div><div>     O que me agradou menos na história foi quando a Tulipa ignorou todas as flores que a convidavam para dançar, até o Gladíolo, e depois foi dançar com o Nardo, talvez por ele ter um perfume intenso. Mas ao fim de três danças, ele deixou a Tulipa por outra flor. <br>     Por sua vez, o que mais me agradou foi quando a comissão organizadora decidiu colocar a Florinda na jarra do jardim, pois era uma menina linda e simples. Também gostei quando, passados oito anos, a Florinda viu o Rapaz de Bronze, à noite, e teve a certeza que a festa não tinha sido um sonho, tal como o rapaz lhe tinha dito: “Quando se vê alguma coisa, mesmo que digam que não é verdade, deve-se acreditar.”</div><div>     De todas as personagens, a que mais gostei foi o Rapaz de Bronze porque foi simpático ao deixar fazer a festa para animar o Gladíolo. A festa acabou por ser bonita e divertida para todas as flores do jardim. Durou até o galo cantar. Também gostei da Florinda, pois foi simpático da parte dela participar na festa. Só não gostei muito da atitude da Tulipa, pois durante a festa foi egoísta, vaidosa e até arrogante.</div><div>     Todos os livros desta autora nos ensinam algo. Com <em>O Rapaz de Bronze</em> aprendi que devemos acreditar naquilo que vemos, por mais incrível que pareça. “As coisas incríveis e fantásticas também são verdadeiras.”<br>                    <strong>Martim Lobo, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-27 17:29:40 UTC</pubDate>
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         <title>       A Viúva e o Papagaio</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/869519658</link>
         <description><![CDATA[<div>Casas Novas de Mares, 7 de outubro de 2020</div><div>     Querido James,</div><div>     Decidi escrever-te esta carta para te dizer que tiveste uma boa prestação na história A Viúva e o Papagaio.</div><div>     Eu gostei muito da tua personagem porque, ao levantares um mosaico, conseguiste ajudar a senhora Gage a encontrar as três mil libras esterlinas. Se não fosses tu a senhora Gage não as teria encontrado. Estás de parabéns, James.</div><div>     Despeço-me com carinho e um abraço,</div><div>                <strong> Lara Constantino, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 13:30:20 UTC</pubDate>
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         <title>      O Rapaz de Bronze</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/869534288</link>
         <description><![CDATA[<div>     Eu gostei muito de ler a obra <em>O Rapaz de Bronze</em>. <br>     O Rapaz de Bronze só falava e só se mexia durante a noite. O Rouxinol foi muito simpático e chamou a Florinda para ir ver a festa. O Gladíolo mandou a Florinda para a jarra porque nas festas das pessoas colocavam-se flores nas jarras, então, na festa das flores, colocaram a Florinda na jarra porque ela era  muito simpática e parecia uma flor.</div><div>     Não gostei muito do Gladíolo porque ele queria mandar em todos, parecia um chefe. Só gostei da parte em que ele teve a boa ideia de fazer uma festa.       O Gladíolo ficou um pouco triste na festa, porque a Tulipa chegava sempre atrasada e ele ficou preocupado, pois pensava que ela não vinha à festa que ele organizara. Entretanto, ele ficou mais alegre porque ela só estava atrasada e, desta vez, a culpa não foi dela foi do vento.<br>                  <strong>Lara Constantino, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 13:33:45 UTC</pubDate>
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         <title>      O Rapaz de Bronze</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/869582872</link>
         <description><![CDATA[<div>     Na minha sala de aula, com a minha professora de português e os meus colegas, eu li um livro chamado <em>O Rapaz de Bronze.</em></div><div>     Este livro foi um dos meus preferidos, pois despertou-me interesse pela forma como as flores e o Rapaz de Bronze organizavam as festas. Achei engraçado quando as flores decidiram colocar as pessoas nas jarras. As pessoas quando organizavam festas colocavam as flores nas jarras, mas desta vez foi ao contrário eram as flores a organizar as festas e colocaram pessoas nas jarras.</div><div>     A parte que eu mais gostei foi quando colocaram a Florinda na jarra, na festa. O que menos gostei foi quando as amigas da Florinda não acreditaram que as flores e o Rapaz de Bronze se mexiam e disseram que tudo não passava de um sonho da Florinda.</div><div>     As minhas personagens preferidas são: o Gladíolo, o Rapaz de Bronze e a Florinda.<br>                     <strong> Leonor Pereira, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 13:44:28 UTC</pubDate>
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         <title>     O Rapaz de Bronze</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/885681760</link>
         <description><![CDATA[<div>     Concluímos a leitura da obra O Rapaz de Bronze e eu confesso que foi uma das minhas obras preferidas.</div><div>     A personagem de que mais gostei... foram todas, não consigo escolher uma, são todas muito especiais.</div><div>     Eu gostei quando a festa começou e dançaram muito felizes, mas não gostei quando a Tulipa dançou com o Nardo</div><div>e o Gladíolo ficou triste. Nem tudo é perfeito, mas como quase sempre, acaba tudo bem.</div><div>     Gostei muito da história O Rapaz de Bronze.</div><div>                              <strong>Ana Potra, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 09:51:06 UTC</pubDate>
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         <title>       O Rapaz de Bronze</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/887309123</link>
         <description><![CDATA[<div>     Eu e os meus colegas lemos o livro <strong>O Rapaz de Bronze</strong>.</div><div>     Nesta história existem várias personagens: as flores que durante o dia estão nos canteiros e à noite passeiam e dançam como as pessoas; o Rapaz de Bronze que durante o dia é uma estátua e à noite é o rei do jardim; o jardineiro que cuida das flores e a sua filha, a Florinda, que é uma menina parecida com todas as flores.</div><div>     A minha personagem preferida é o Gladíolo porque ele foi espreitar a festa das pessoas e teve a ideia de fazer uma festa igual, mas com as flores do jardim. Ele convidou as flores e pôs a Florinda num vaso como se fosse uma flor. A festa durou toda a noite até aparecer o galo.</div><div>     Eu também gostava de ter ido à festa das flores porque foi uma festa muito divertida.<br>                <strong>Inês Pinguicha, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-03 18:25:10 UTC</pubDate>
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         <author>ibalasteiropc</author>
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         <pubDate>2020-11-03 18:32:55 UTC</pubDate>
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         <title>A 6 de novembro de 1919 nascia 𝑺𝒐𝒑𝒉𝒊𝒂 𝒅𝒆 𝑴𝒆𝒍𝒍𝒐 𝑩𝒓𝒆𝒚𝒏𝒆𝒓 𝑨𝒏𝒅𝒓𝒆𝒔𝒆𝒏, no Porto.Através da sua vasta obra, Sophia evoca a magia dos objetos, das coisas, dos seres, dos tempos e dos mares. As suas palavras ecoam em nós todos os dias. 💙</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.portoeditora.pt%2Fsophia%3Ffbclid%3DIwAR2inFLct7nmxGk7ekicb9EPkn_OWhS7kDkLNhUC-oMYHz3GFSmYfK4i_Rs&amp;h=AT0wE3HCo9H5Hm6hsZ8e0taVvi6Rm7FL-XRTQZZgV4OfsynasUr3F7mB3yQaHMkmWSnw7fy_vhLvlvxmjlVTE5qp80dTmAzcGR7kxEAM2Y_0hGDOmhLaNRLW2SNMgNvEcOc&amp;__tn__=-UK-y-R&amp;c%5B0%5D=AT3pSATrDfyJImKqR3TmA8N3c4vK5lutLlvTnzh1Smj84_dz48fEhjhv4c7-iIaSpY06Ti8JKmoMi44MfVX3S22urCi4YHdWLVPPu-8JwrUx8UUxAnjwPfY1ie_c8dFIkqwkKeEBTDzjerkaZrZKWxdSkI1A2pMnhrFhNHFuHY64RDqe_O-7XG--Dq76GkuCRUaKlYg">www.portoeditora.pt/sophia</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-08 18:04:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <author>ibalasteiropc</author>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <title>          Sobre o nosso  Bibliotecando...         </title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>         Com início na nossa Escola no ano letivo de 2005/2006, este projeto tem vindo a beneficiar das alterações necessárias à sua adaptação ao seu público-alvo: <strong>cada um de vocês</strong>. Tem como objetivos: promover o sucesso e a qualidade do sucesso e reconhecer o mérito; promover a cidadania ativa, formando cidadãos críticos, interventivos e solidários; promover competências da Literacia Literária, da Literacia Digital e da Literacia da Informação.</div><div>        Inicialmente denominado <strong>Biblioteca de Turma</strong> e baseado na troca de livros entre os alunos de cada turma, deixou na lembrança o entusiasmo dos alunos quando se dirigiam ao quadro para escolher o livro que iriam ler de seguida. Continuam a ser especiais os momentos em que a descoberta do gosto pela leitura é partilhada por alguns de vós, para espanto de outros, possibilitando a doce sensação de dever cumprido na professora.</div><div>         Realizado ao longo de todo o ano letivo, este projeto consiste em levar-vos <strong>a ler um pouco todos os dias</strong>, de forma a lerem <strong>um livro por mês. </strong>Após a leitura, deves realizar um pequeno trabalho salientando os aspetos que consideraste mais importantes no livro que leste. O teu trabalho é apresentado à turma e poderá ser aqui publicado, se tu quiseres.<br>                  <strong>Inocência Carapeta</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 13:54:52 UTC</pubDate>
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         <title>Natal: sugestão de leitura</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <author>ibalasteiropc</author>
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         <pubDate>2020-12-07 14:03:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <pubDate>2020-12-07 14:04:03 UTC</pubDate>
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         <title>    O Rapaz de Louredo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>        Eu gostei de todas as personagens, pois achei-as todas engraçadas. Eu gostei do Zé, do Jorge, do Victor, da mãe, do pai e da Fernanda.</div><div>        Eu gostei do Victor, porque era bebé e eu adoro bebés porque são muito fofinhos, da vontade de apertar as bochechas; do Zé, do Jorge e da Fernanda porque eles andavam sempre em aventuras; da mãe e do pai do Jorge, porque eles diziam coisas engraçadas.</div><div>        O Jorge não cabia em si de contente com a passagem do ano e a mudança de escola para S. Mamede de Infesta. Eram muitas as dificuldades económicas, sendo necessário conciliar a escola com os trabalhos do campo e com a lida do gado. Ele deixou o gado com o Adrianinho porque ele era o seu melhor amigo apesar de ser já um pouco idoso. Para o Jorge, deixá-los para ir viver num outro local, foi deixar um pouco de si próprio. </div><div>        Gostei muito desta obra de António Mota.</div><div>                 <strong> Lara Constantino, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 14:06:59 UTC</pubDate>
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         <title>      Chocolate à chuva</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>       O meu terceiro trabalho do Bibliotecando é sobre o livro “Chocolate à Chuva”. Eu gostei muito desta história, está muito bem escrita.</div><div>       O tema deste meu trabalho, desta vez, vai ser a comparação entre a primeira parte da história e uma fase da minha vida.</div><div>       Há alguns anos atrás, uns dias antes de irmos de férias para o Algarve, a minha irmã adoeceu e teve de ir ao medico. Os meus pais pensaram que ela estava com amigdalite, mas o doutor disse era uma simples constipação. Depois de passarem dois ou três dias, ela estava curada e então não tivemos de adiar as férias. <br>       Eu ainda fiquei muito triste, pois cheguei a pensar que já não poderíamos ir de férias.</div><div>Mas, no final, correu tudo bem...</div><div>                      <strong>Catarina Dias, 6ªB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 14:12:47 UTC</pubDate>
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         <title>     Lazarilho de Tormes</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>       O livro que eu li no mês de novembro chama-se “Lazarilho de Tormes” e, conta a história de um rapaz chamado Lázaro, que nasceu junto ao rio Tormes, em Espanha, por isso passou a ser chamado de Lázaro ou Lazarilho de Tormes.</div><div>       A vida de Lazarilho mudou com a morte do pai, pois isso obrigou-o a "desenrascar-se" uma vez que a mãe não tinha dinheiro para comerem.</div><div>       Um dia, a mãe pediu a um cego que cuidasse de Lazarilho e foi aí que começaram as aventuras. O cego não foi nada bom para o Lazarilho mas deu-lhe conselhos e ensinou-lhe truques para se "desenrascar" na vida.</div><div>       A história está dividida em sete capítulos. Ao longo da história Lazarilho teve que passar por várias aventuras, com uns amos piores que os outros, mas, com os truques que o primeiro amo lhe ensinou, foi conseguindo superar as dificuldades e nunca desistiu do seu sonho de ter uma vida melhor.</div><div>       Gostei da história, apesar de ter demorado algum tempo a lê-la. Tem algumas palavras que não costumo ouvir normalmente e fiquei a conhecer palavras novas como amo, maravedi, gibão, capelão, pregoeiro e mais algumas.   <br>       Com esta história aprendi também que não devemos desistir de lutar por aquilo que queremos.</div><div>                 <strong> Eduardo Roma,5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 14:20:06 UTC</pubDate>
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         <title>Os Cinco e o Comboio Fantasma</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/994130615</link>
         <description><![CDATA[<div>       Eu gostei muito desta história porque gosto muito de histórias de aventuras, de mistérios e, neste caso em especial, porque achei que as crianças foram muito inteligentes e corajosas.</div><div>       Por um lado, a Zé é a minha personagem favorita porque salvou os colegas quando eles estavam amarrados pelas cordas; por outro lado achei que ela devia melhorar o seu feitio, porque às vezes fazia birras e ficava de mau humor só porque os outros não a chamaram para a aventura. Eu não gosto de pessoas birrentas, pois não se ganha nada com isso.</div><div>      A personagem que eu mais detestei foi o Sr. Andrews. Ele não gostava de crianças e disse-lhes, de propósito, para não irem àquele terminal assombrado só paraque não encontrassem os objetos de contrabando que lhe pertenciam.</div><div>      Eu adorei esta história.</div><div>               <strong>   Gonçalo Tique, 6ºA </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 14:27:52 UTC</pubDate>
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         <title>    Rosa, minha irmã Rosa</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1003799834</link>
         <description><![CDATA[<div>       Alandroal, 20 de novembro de 2020<br><br></div><div>     Estimada Alice Vieira,</div><div>     Escrevo-lhe para dizer que gostei muito do seu livro ROSA, MINHA IRMÃ ROSA .    <br>     Começando pela parte em que a Mariana ficou com ciúmes da irmã, até à parte em que ela perdeu os ciúmes e percebeu que não ia ser tudo para a irmã e que os pais não iam deixar de gostar dela só porque tinham outra filha.</div><div>     Querida Alice, para terminar vou dizer-lhe qual a parte da história que eu gostei mais: o momento em que a Mariana aprendeu a partilhar as coisas com a irmã, compreendendo que a irmã não era uma intrusa na sua vida, mas sim uma pessoa com quem ela podia brincar e divertir-se.</div><div>     Com os melhores cumprimentos,</div><div>            <strong>  Teresa Padeiro, 6ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 19:41:19 UTC</pubDate>
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         <title>         O Planeta Azul</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1003836218</link>
         <description><![CDATA[<div>     Eu escolhi ler este livro porque tem poemas e eu acho a poesia interessante. A autora que escreveu esta obra foi Luísa Ducla Soares, foi ilustrada por Gisela Miravent e editada pela Porto Editora.</div><div>     A poesia que eu escolhi foi «Planeta azul». Neste poema fala-se sobre a poluição da terra: na floresta, nas nuvens e nos rios.</div><div>     Na segunda estrofe, referem-se as árvores a arder e as nuvens poluídas. Nós devemos plantar árvores e nunca atirar lixo para o chão.</div><div>     Na terceira estrofe, fala-se das plantas que secaram e já não crescem.</div><div>     Na quarta estrofe, fala-se dos rios que levam águas poluídas até ao mar.</div><div>     Não devemos atirar lixo para o chão, nem poluir as águas dos rios e nem as florestas.<br>                              <strong>   Liu Tao, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 19:49:29 UTC</pubDate>
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         <title>As Naus de Verde Pinho</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1003885920</link>
         <description><![CDATA[<div>“<strong>Sempre que em teu pensamento</strong></div><div><strong>o verde pinho florir</strong></div><div><strong>abre os teus sonhos ao vento</strong></div><div><strong>porque é tempo de partir</strong>”</div><div>     Escolhi este pequeno excerto para citar, porque foi a parte que mais gostei e achei mais interessante. A coragem de Bartolomeu Dias que, apesar de sete dias e sete noites de ventos, marés e monstros, nunca desistiu do seu sonho, ensinando-nos que os maiores monstros e tempestades estão dentro de nós. Diz-nos ainda que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, porque o sonho comanda a nossa vida.<br>           <strong> Lara Rodrigues, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 20:01:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>        O Príncipe Nabo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>       Alandoral, 9 de novembro de 2020<br><br></div><div>     Cara Princesa Beatriz,</div><div>     Começo por me apresentar: eu sou o David Brito, tenho 14 anos, ando na escola na vila de Alandroal e frequento o 6º ano.  <br>     Princesa, ao ler a sua história fiquei um pouco triste, pois notei que a Princesa é muito vaidosa, mimada e mal-educada. Pode ser muito bonita, mas a beleza exterior não conta muito. Eu cá prefiro a beleza interior. <br>     Sabe, Princesa, achei que mereceu o castigo que levou do Príncipe Austero, pois ele deu-se ao trabalho de fingir que era um homem pobre, para a tentar ajudar a si mesma. Ser pobre não é ser diferente. Sabia que as pessoas mais pobres dão valor a todas as coisas que vão conquistando ao longo da vida? Pois é, dão valor e muito. <br>     Bem, Princesa, tenho de me despedir, porque tenho ainda mais trabalhos de português para ir fazer, como sou um pouco preguiçoso a minha mãe agora ralhou comigo e fez-me fazer todos os que ainda não tinha feito. <br>     Espero que tenha aprendido a lição que o seu marido lhe deu, pois eu aprendi a lição que a minha mãe me deu. Gosto mais de si, humilde, educada e simples, fica mais bonita. Espero que me responda e obrigada por ler a minha carta.</div><div>     Adeus. Um grande beijinho.</div><div>                          <strong> David Brito, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 16:17:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ali Babá e os Quarenta Ladrões</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1006812815</link>
         <description><![CDATA[<div>     Eu gostei do livro Ali babá e os quarenta ladrões, pois é um livro com muita ação e acontecem várias coisas interessantes no conto. <br>     Ali Babá era um lenhador pobre que levava a sua vida honesta, até que um belo dia, quase por acidente, a sua vida mudou da noite para o dia. Com as simples palavras “abre-te sésamo”, as portas de uma caverna misteriosa cheia de tesouros abrem-se e fazem-no rico. Em contrapartida tornou-se um alvo fácil para os quarenta ladrões. <br>     Ao ler o livro, notei a bela amizade de uma criada que ajudou o Ali Babá a safar-se dos ladrões. <br>     Quem nunca sonhou em ser rico? E por magia? E o mais engraçado, sem querer... Cada um nasce no berço para que está destinado.<br>                 <strong> David Brito, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 16:25:46 UTC</pubDate>
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         <title>       Os Sete Corvos</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     No conto Os Sete Corvos, dos Irmãos Grimm, eu gostei da personagem da irmã dos sete rapazes, pois mostrou ser destemida e gostar muito deles.<br>      À medida que ia crescendo, a menina ia-se apercebendo que, mesmo sem querer, acabava por ser culpada do desaparecimento dos irmãos. Até ao dia em que, sem nenhum medo, foi à procura deles por todo o lado, acabando por encontrá-los.<br>     Na minha opinião, a história mostra que o amor entre irmãos  é muito bonito e importante. No meu caso, posso ralhar muito com a minha irmã, mas gosto muito dela.<br>               <strong>      David Brito, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 16:31:08 UTC</pubDate>
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         <title>Uma cadela amarela e vários amigos dela</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     Conclui a leitura da obra <em>Uma cadela amarela e vários amigos dela.</em></div><div>     Eu gostei muito desta obra principalmente, porque tem animais e união.</div><div>     Não consigo escolher a minha personagem preferida, são todas muito especiais.</div><div>     Gosto muito de poesia e este livro que li tem muita poesia.</div><div>Este livro tem união entre amigos e, para mim, amigos e união é o que importa. Eu sei bem o que é, pois tenho vários amigos e somos todos unidos.</div><div>     Eu também gostei muito deste livro, porque tem aventuras e eu amo aventuras.</div><div>                       <strong>Ana Potra, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-13 16:26:36 UTC</pubDate>
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         <title>      O Rapaz de Bronze</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>Autora: Sophia de Mello Breyner Andresen<br>Editora: Edições Salamandra<br>8ª Edição, 1987<br><br>     Para este mês de novembro fiz um trabalho sobre o livro <em>O Rapaz de Bronze</em>, da escritora Sophia de Mello Breyner Andresen.<br><br>     “Olá, eu sou o Rapaz de Bronze, uma estátua do jardim durante o dia, mas à noite eu sou o rei do jardim e vou contar-vos uma história que aconteceu há muito tempo.<br>     Muito antes de eu ter autorizado o Gladíolo a fazer a festa, eu tinha sido convidado para uma festa noutro jardim. Entre os dois jardins havia uma floresta encantada, que demorava muito tempo a atravessar. <br>     Eu comecei o meu caminho e, depois de eu ter ido embora a pé, cheguei à floresta e encontrei uma fada que me disse que eu podia pedir um desejo. Então eu desejei ir para a festa a planar acompanhado de uma princesa feita de flores. <br>    O desejo foi-me concedido mas com uma condição: quando o baile acabasse eu devia voltar imediatamente para o meu jardim, senão a princesa tornava-se uma estátua.<br>     Nem demos pelo tempo passar . . . e quando a festa terminou fomos conversando até que . . . a princesa Flores se transformou numa estátua sem vida, que ainda hoje está no meu jardim e com quem eu passeio todas as noites pela floresta.”<br>                  <strong>Eduardo Mira, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-13 16:27:52 UTC</pubDate>
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         <title>        O Principezinho</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-15 11:20:19 UTC</pubDate>
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         <title>Feliz Ano Novo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-01-03 11:59:48 UTC</pubDate>
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         <title> Kitty e as Aventuras da Noite - O Jardim Celeste</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     No mês de dezembro, eu li um livro chamado<em> Kitty e as Aventuras da Noite - O Jardim Celeste</em>. Achei a história muito bonita.</div><div>     Esta história fala de uma menina que convive muito com gatos e sai em várias aventuras à noite. Ela encontra um jardim celeste muito bonito que é guardado por um gato rabugento que a Kitty convence a ser simpático e a receber mais visitas, porque é aborrecido ficar sozinho e sem nada para fazer. Uma gatinha conta toda a aventura a alguns gatos de rua e eles decidem fazer uma festa no jardim, mas acabam por estragar as flores, os vasos e um espanta espíritos muito especial para a dona do gato rabugento. Depois da festa, todos os gatos de rua foram embora e a Kitty e os seus amigos limparam toda a confusão. O gato rabugento ficou muito triste por eles terem partido o espanta espíritos da sua dona e por terem arruinado aquele lugar tão especial para ele. A Kitty acalmou-o e disse-lhe que iria resolver toda aquela confusão.</div><div><br></div><div>     Esta história tem um aspeto em comum com a minha vida: o amor e a convivência com os gatos. Eu adoro gatos e gostaria de ter um, mas não posso. Adorava viver várias aventuras como as que acontecem nesta história!<br>                        <strong> Tatiana Rocha, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-03 12:01:09 UTC</pubDate>
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         <title>        Fábulas de Esopo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     Eu escolhi as Fábulas de Esopo para ler ao longo do mês de dezembro.<br>     Esopo foi um escritor da Grécia Antiga cujas obras serviram para inspiração para vários escritores.</div><div>     Gostei muito deste livro e de todas as fábulas, pois todas elas têm ensinamentos morais. Mas há duas fábulas de que gostei mais:  <strong><em>O Pastor e o Lobo</em></strong>, onde o pastor gostava de enganar as pessoas da aldeia, divertindo-se com isso até que ele precisou mesmo de ajuda das pessoas e ninguém acreditou nele. Por isso “na boca de um mentiroso o certo faz-se duvidoso”; também gostei especialmente da fábula <strong><em>O Leão e o Rato</em></strong><strong>,</strong> pois ensina-nos que todos precisamos uns dos outros,“Não há ninguém tão grande que não necessite de ajuda, nem tão pequeno que não possa ajudar”.</div><div>     A personagem de que gostei mais foi o rato da fábula O Leão e o Rato, pois mesmo sendo mais pequeno e menos forte que o leão, ajudou-o a sair da rede devido à sua inteligência. A personagem de que menos gostei foi a raposa que aparece em várias fábulas e em praticamente todas é má, egoísta e matreira.</div><div>                   <strong>Gustavo Ribeiro, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-03 12:09:58 UTC</pubDate>
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         <title>         O Principezinho</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     Eu gostei muito do livro <em>O Principezinho.</em></div><div>     A parte de que eu mais gostei foi: “Encontrando-se na região dos asteróides 325, 326, 327, 328, 329, 330 começou então por visitá-los para arranjar uma ocupação e se instruir.”</div><div>     O primeiro asteróide era habitado por um rei vestido de púrpura e arminho, estava sentado num trono muito simples, mas majestoso; o segundo era habitado por um vaidoso que todos iam visitar; o planeta seguinte era habitado por um bêbedo. Esta visita foi muito curta, mas mergulhou o Principezinho numa grande melancolia; o quarto planeta era de um dos homens de negócios. Este homem estava tão atarefado que nem sequer levantou a cabeça quando o Principezinho chegou; o quinto planeta era muito curioso. Era o mais pequeno de todos. Mal havia espaço para nele caberem um candeeiro e um acendedor de candeeiros; o sexto planeta era um planeta dez vezes maior. Era habitado por um velho senhor que escrevia livros enormes. Era um explorador; o sétimo planeta foi  a Terra que não é um planeta qualquer. Nela existem cento e onze reis, sete mil geógrafos, novecentos mil homens de negócios, sete milhões e meio de bêbedos, trezentos e onze milhões de vaidosos ou seja, cerca de dois biliões de pessoas.</div><div>                    <strong> Lara Constantino, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-03 12:17:42 UTC</pubDate>
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         <title>           O Rapaz Bronze</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     Eu escolhi ler este livro porque achei que seria interessante. A autora que escreveu este livro foi Sophia de Mello Breyner Ardresen e foi publicado pela Porto Editora.</div><div>     A autora deste livro escreveu imensos livros e é uma grande escritora. A autora nasceu em 6 de novembro de 1919, no Porto e faleceu a 2 de julho de 2004.</div><div>                               <strong> Liu Tao, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-05 16:37:55 UTC</pubDate>
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         <title>     As Naus de Verde Pinho</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1056363320</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"- E eu sou marinheiro e abro<br>caminhos de par em par.<br>Já dobrei o Cabo Mau<br>vou passar este papão.<br>Ouve lá Perna de Pau<br>eu trago no coração<br>um país a navegar<br>e não há nenhum gigante <br>que me faça recuar."</strong><br>     Eu escolhi este excerto da página 14 do livro <em>As Naus de Verde Pinho</em>, do escritor Manuel Alegre, porque nos ensina a sermos corajosos, determinados e a nunca desistir dos nossos objetivos, pois um dia poderemos alcançá-los. Por exemplo, eu quero ser paleontólogo e vou ter de me empenhar na escola e nunca desistir desse meu grande sonho.</div><div>     Também houve um dia em que experimentei tocar guitarra e pensava que não ia conseguir! Mas, com as aulas do Professor José Manuel, com os treinos em casa e empenhando-me bastante, já consigo tocar diversas músicas.</div><div>     Em conclusão, a mensagem que este excerto nos deixa é que nós devemos acreditar sempre em nós próprios e seguir o nosso coração.<br>                           <strong>Gustavo Coelho, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-05 16:48:04 UTC</pubDate>
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         <title>      O Menino-Estrela</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     <br>No mês de dezembro li <em>O Menino-Estrela</em>, que conta a história de um menino que foi deixado numa floresta e encontrado por dois lenhadores. Um deles levou-o para casa e criou-o como se fosse seu filho.</div><div>     Passados uns anos, o menino cresceu e tornou-se num menino que maltratava as pessoas mais pobres.</div><div>     Um dia, ele encontrou uma mendiga a quem atirou pedras à cara, descobrindo mais tarde que era a sua mãe, continuou a maltratá-la e a não a aceitar como mãe. </div><div>     Quando foi ter com os amigos, algo estranho aconteceu porque os amigos também começaram a troçar dele e mandaram-no embora. Então resolveu ir até um poço e olhar para a água. Quando se viu na água viu que estava com a cara de um sapo e o corpo de uma víbora, por ter magoado a sua mãe.</div><div>      Durante três anos, ele vagueou pelo mundo à procura da sua mãe mas encontrou vários obstáculos até encontrá-la.</div><div>     Foi comprado como um escravo por velho carrancudo e deixou-o preso numa masmorra. Mas, como esse velho era mágico, pediu-lhe que fosse ao bosque e, na volta, trazer-lhe três moedas de ouro: uma branca , uma amarela e uma vermelha, senão morreria.</div><div>    (...)</div><div>     Aprendi com esta história que não devemos tratar mal as pessoas porque não é a aparência que conta. Todos temos o mesmo valor, mesmo que a nossa aparência seja diferente.</div><div>                     <strong>Eduardo Roma, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-05 16:56:02 UTC</pubDate>
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         <title>    As Naus de Verde Pinho</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1056472597</link>
         <description><![CDATA[<div>     <em>As Naus de Verde Pinho</em> é um livro escrito por Manuel Alegre e trata-se de texto poético.</div><div>     Gostei muito deste livro porque nos dá a conhecer as aventuras de Bartolomeu Dias e um pouco da nossa história dos Descobrimentos.</div><div>     O escritor referiu um marinheiro que disse muitas vezes ao Bartolomeu Dias que nunca ia conseguir passar pelo Cabo das Tormentas, mas Bartolomeu Dias não desistiu e realizou o seu sonho. <br>     Este livro mostra que não devemos desistir dos nossos sonhos mesmo que tenhamos de lutar por eles.</div><div>     As ilustrações do livro são simples e explícitas. Uma das ilustrações que me chamou mais a atenção foi a do gigante e do Bartolomeu Dias que estava com uma espada na mão a enfrentá-lo, o que mostra a coragem do povo português.</div><div>               <strong>Matilde Fontainhas, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-05 17:09:30 UTC</pubDate>
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         <title>     O Pássaro da Cabeça</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1056528942</link>
         <description><![CDATA[<div>Aldeia da Venda, 26 de dezembro de 2020</div><div><br></div><div>     Caro Manuel António Pina,</div><div>     Escrevo esta carta para lhe agradecer a maneira como escreve os seus livros. Os seus livros são de leitura simples e de interpretação fácil.</div><div>     Como leitora deste livro, o poema de que eu mais gostei foi O Pássaro da Cabeça, porque fala de um pássaro que canta dentro da cabeça das pessoas e que é um amigo imaginário que não gosta que as pessoas fiquem sozinhas.</div><div>     É um livro de poemas para crianças que eu recomendo.</div><div>     Despeço-me com amizade.<br>             <strong>  Margarida Figueira, 6ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-05 17:20:27 UTC</pubDate>
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         <title>Contos e Lendas de Portugal e do Mundo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>Seleção, adaptação e reconto: João Pedro Mésseder e Isabel Ramalhete</div><div>Editora: Porto editora</div><div>1ª edição: 2015/ Reimpresso agosto 2019</div><div><br></div><div>     No mês de dezembro, eu requisitei, na biblioteca da escola, o livro <em>Contos e Lendas de Portugal e do Mundo</em>, que é composto por pequenas histórias de quase todos os continentes.</div><div>     Ao ler o índice houve dois contos que me despertaram curiosidade: ‘O dia em que choveram chouriços” e “A meia do Natal”. <br>     O primeiro é um conto português e fiquei curioso com o título por achar engraçado e estranho que chovessem chouriços, pois eu gosto muito de chouriços e ia adorar que isso acontecesse. Diverti-me bastante ao ler este conto, pois a personagem principal, o camponês, teve atitudes muito estranhas, mas afinal mostrou que era muito esperto. Com as suas invenções, ele conseguiu despistar e enganar o juiz, ficando com o ouro sem que ninguém desconfiasse e passando a ter uma vida melhor. Eu não acho que fosse a melhor atitude pois o dinheiro não era dele.</div><div>     O segundo conto (tradicional da Alemanha e dos países de língua inglesa) quis ler porque o meu avô já me tinha falado sobre a tradição de pendurar meias à lareira e, assim, pude saber a sua origem.</div><div>                        <strong> Eduardo Mira, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-05 17:30:23 UTC</pubDate>
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         <title>      O Flautista de Hamelin</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1059233677</link>
         <description><![CDATA[<div>      Alandroal, 19 de dezembro de 2020<br><br></div><div>     Querido Flautista,</div><div>     Decidi escrever-te esta carta, porque gostei da tua atitude quando ajudaste a aldeia a livrar-se dos ratos. Só não gostei quando os afogaste... Também não gostei da atitude do presidente, porque disse que te pagava 65 euros se te livrasses dos ratos, tu fizeste isso, mas o presidente resolveu dar-te só 25 euros, porque achava que o trabalho tinha sido fácil!!! Como consequência levaste as crianças todas da aldeia para um lugar que ninguém conhecia e nunca mais as viram!!!</div><div>     Quero fazer-te algumas perguntas:<br>Para onde levaste as crianças???</div><div>Porque tinhas de levar as crianças e não adultos???</div><div>Porque tinhas de afogar os ratos???Não podias simplesmente levá-los para uma floresta???</div><div>     Espero que recebas esta carta e respondas às minhas perguntas pois eu estou curiosa!!!</div><div>Adeus!</div><div><strong>                          Ana Potra, 5ºA</strong></div><div>​PS: Gostei muito da tua história! 😉</div><div>                       <strong> </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-06 13:37:39 UTC</pubDate>
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         <title>O Limpa-Palavras e outros poemas</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1059266236</link>
         <description><![CDATA[<div>     Eu li o livro <em>Limpa-Palavras e outros poemas</em> para fazer o trabalho do mês de dezembro.</div><div>     O autor deste livro foi Álvaro Magalhães que ao escrever estes poemas explica coisas que por um lado parece que não fazem sentido, mas que de alguma maneira estão certas. E até chega a explicar pensamentos ou como pensar só que em rimas.</div><div>     O poema de que eu mais gostei foi "Portas", por imensas razões:</div><div>Razão 1 – Este poema fala das portas só que personificadas, pois sentem frio, calor ou ouvem as pessoas que falam da parte de dentro da casa e da parte de fora.</div><div>Razão 2 – O autor deste poema fez com que uma coisa tão normal como as portas me despertasse muita curiosidade de ler o texto.</div><div>Razão 3 – Adorei a forma como o autor usou algumas expressões ao longo do poema, o que o torna mais engraçado.</div><div>                      <strong>Tiago Faustino, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-06 13:46:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-01-11 18:24:03 UTC</pubDate>
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         <title>Contos e Lendas de Portugal e do Mundo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     É costume chamarem-lhe histórias tradicionais e este livro de seleção, adaptação e reconto de João Pedro Mésseder e Isabel Ramalhete é isso mesmo.</div><div>     Gostei da lenda “Os Dois Amigos” onde aprendemos que a amizade é importante e que devemos esquecer pequenas ofensas e valorizar os atos bons que os nossos amigos fazem por nós.</div><div>     Na lenda “O Melro Branco” não gostei dos dois irmãos mais velhos que, mesmo depois de terem sido salvos pelo irmão mais novo, o enganaram e empurraram para um buraco. Felizmente que, no final, foram castigados que bem mereceram.</div><div>     Recomendo este livro e agradeço à Câmara Municipal de Alandroal por tê-lo oferecido aos meninos do 5.º ano.<br>                     <strong>Gustavo Ribeiro, 5ºB</strong></div>]]></description>
         <pubDate>2021-02-01 14:09:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-01 14:15:17 UTC</pubDate>
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         <title>           O Planeta Azul</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     No mês de janeiro li O Planeta Azul, um livro de poemas da escritora Luísa Ducla Soares.<br>     Ainda não tinha lido nada desta escritora. Apesar de ser diferente dos livros que escolhi nos meses de novembro e dezembro, gostei bastante.<br>     Achei os poemas muito engraçados e com um tema bastante importante, porque todos eles falam do nosso Planeta.<br>     O que mais gostei foi o "Queridos Animais", em primeiro lugar, porque adoro animais e, em segundo, porque achei engraçada a maneira como a autora brinca com as palavras nas frases encontrando sempre uma palavra para descrever o objeto onde está o animal começado pela primeira letra do animal. Por exemplo:<br>                         "O <strong>s</strong>apo na <strong>s</strong>opa (...)<br>                          O <strong>p</strong>iolho no <strong>p</strong>ente (...)"<br><br>                    <strong>  Eduardo Roma, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-01 14:18:14 UTC</pubDate>
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         <title>                 O Planeta Azul</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1168223346</link>
         <description><![CDATA[<div>   O livro que escolhi ler foi <em>O Planeta Azul</em>, escrito por Luísa Ducla Soares. Decidi ler este livro porque é texto poético e, como tinha dito no outro trabalho, gosto muito de poesia.</div><div>     Vou falar sobre dois poemas que, na minha opinião, são o oposto um do outro. Esses poemas são "O Planeta Azul" e "Canção da Terra".</div><div>     O poema "O Planeta Azul" fala sobre as consequências da poluição, por exemplo, as florestas em chamas...O poema "Canção da Terra" fala sobre como a Terra é linda e magnífica, por exemplo, as águas frescas do rio, os verdes campos de abril...</div><div>     Na minha vida falo sobre a poluição, mas como moro num sítio rodeado de Natureza, vejo os campos verdes, cheios de flores e penso como é que as pessoas se sentem bem em poluir o ambiente. Também nas notícias e na escola falam sobre o derretimento das calotas polares e, assim, a altura do mar aumenta e inunda países e continentes. Mas, como se refere no poema "Canção da Terra", há muitas pessoas a querer diminuir a poluição da Terra para não a destruir.</div><div>              <strong>Matilde Fontainhas, 5º B</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-05 13:56:11 UTC</pubDate>
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         <title>O Pássaro da Cabeça e mais  versos para crianças.</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     O autor do livro que eu escolhi é Manuel António Pina e a ilustradora é Ilda David. Este livro é da Porto Editora.</div><div>     Eu vou falar um pouco sobre a poesia ´´Sopa de letras`` que eu apreciei especialmente. O menino não sabia soletrar as palavras porque não sabia a ler. Depois disso o seu amigo ajudou-o a soletrar as  palavras e ele passou a gostar da sopa de letras, pois já sabe ler.</div><div>     Nós devemos ler mais livros para termos mais imaginação e escrevermos melhor as palavras.<br>                                      <strong>Liu Tao, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-05 18:19:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-05 18:26:58 UTC</pubDate>
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         <title>Contos e Lendas de Portugal e do Mundo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>        Alandroal, 28 de janeiro de 2021</div><div><br></div><div>     Querido amigo Gaiteiro,</div><div>     Em primeiro lugar, espero que te encontres bem de saúde!</div><div>     Escrevo-te esta carta, porque gostei muito da tua personagem no conto tradicional de Portugal “A gaita milagrosa”. Gostei dela porque quando tocavas a tua gaita milagrosa punhas toda a gente a dançar e a cantar. Ajudaste a mãe do Juiz com a tua música, que a fez saltar da cama a dançar e a cantar, quando se encontrava doente. Quem me dera que tivesse acontecido o mesmo com a minha avó quando estava doente. Ela teria adorado!</div><div>Puseste toda a gente do escritório do Juiz a cantarolar e a dançar! Até os móveis e objetos entraram no ritmo…</div><div>     Acho que a tua personagem no conto foi muito importante porque com a tua música e bondade alegravas as pessoas e ajudavas quem precisava.</div><div>     Espero que continues a tocar música com a tua gaita milagrosa e a deixares as pessoas felizes. Era muito bom que houvesse mais pessoas como tu!</div><div>Obrigado também por me teres feito feliz ao ler o teu conto.</div><div>     Despeço-me com um abraço e com um beijinho.</div><div>                       <strong>   Gustavo Coelho, 5º A</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-07 13:08:26 UTC</pubDate>
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         <title>Ai quiseste ir de férias Stilton?</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     Eu li um livro com o título <em>Ai quiseste ir de férias Stilton?</em> em que a personagem principal, o Geronimo Stilton, pediu a um senhor para lhe reservar umas férias. No entanto, ao chegar ao local, verificou que tinha sido enganado pois não era um hotel de cinco estrelas como lhe tinham dito. A comida estava toda destruída e a cama toda roída. No final das contas, quando voltou para casa, percebeu que tinham sido umas férias inesquecíveis.</div><div>     O que mais me agradou nesta história foi a forma como o autor escreveu, porque as palavras do texto alteravam-se de acordo com a ação narrada, como por exemplo: quando os bigodes tremiam as palavras no texto também tremiam; quando dizia que era uma viagem muito longa as palavras alongavam-se.</div><div>     As ilustrações do texto destacavam as ações mais divertidas. A que eu mais gostei foi a do buraco de coração nos calções.</div><div>     Eu diverti-me imenso ao ler esta história!<br>                             <strong>Leonor Pereira, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-07 13:14:12 UTC</pubDate>
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         <title>        Fábulas de Esopo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>       Alandroal, 19 de janeiro de 2021</div><div><br></div><div>     Sr. Esopo,</div><div>     Sou uma aluna do Agrupamento de Escolas de Alandroal, a frequentar o 5º ano de escolaridade. O meu nome é Isabel Bexiga e, nestes últimos dias, estive a ler a sua obra literária <em>As Fábulas de Esopo</em>.</div><div>     Escrevo-lhe esta carta porque o considero uma pessoa muito sábia, talvez pela vida difícil que levou, com certeza o seu livro foi escrito para nos ensinar várias lições de vida para não cometermos esses mesmos erros e transmitir valores como a amizade, generosidade e justiça.</div><div>     As minhas fábulas favoritas foram “ O Rato e o Leão”, que nos ensina que até os mais fracos e pequenos conseguem ajudar os maiores e mais fortes, e a “Gralha Vaidosa” porque não devemos fingir ser quem não somos e devemos aceitar-nos tal como somos.</div><div>     Espero que continue a escrever mais obras encantadoras e maravilhosas como estas, sempre as apreciarei muito, pois aprendo muito com elas.</div><div>     Com os meus comprimentos,</div><div>                         <strong>Isabel Bexiga, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-09 15:44:57 UTC</pubDate>
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         <title>Contos e Lendas de Portugal e do Mundo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>      Alandroal, 6 de fevereiro de 2021 <br><br></div><div>     Olá amiga raposa, <br>     Foste a personagem que eu escolhi por não ter gostado da atitude que tiveste com o cágado, fazendo troça dele. Chamaste-lhe lento, gozaste com ele e, após teres sido desafiada pelo mesmo no casamento da filha do vosso régulo, aprendeste uma grande lição, depois de perderes a corrida. </div><div>     Estavas a pedi-las!!! </div><div>     Nunca devemos subestimar ninguém pela sua forma de ser. Cada um é como é. Todos temos personalidades diferentes, assim como todos temos características e capacidades diferentes. Nunca devemos julgar uma pessoa pelo que ela é. </div><div>     Espero que as minhas palavras sirvam de alguma coisa. </div><div>     Adeus, amiga raposa. </div><div>              <strong>   Frederico Picanço. 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-09 15:48:47 UTC</pubDate>
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         <title>Contos e Lendas de Portugal e do Mundo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>      Alandroal, 8 de fevereiro de 2021<br><br></div><div>     Querido Calo Dan,</div><div>     Ao ler o livro <em>Contos e Lendas de Portugal e do Mundo, eu</em> gostei muito  do conto cigano “A galinha negra” porque é uma bonita história de amor.</div><div>     Esta história de amor começou no dia em que foste a um acampamento muito pobre e viste uma rapariga muito bonita que entrou numa tenda e desapareceu. Quando foste atrás dela, saiu de lá uma galinha negra, mesmo assim não desististe de a procurar. Quando a encontraste, pediste-a em casamento, mas ela não podia aceitar porque estava amaldiçoada por um feiticeiro: ela só tinha a forma de uma rapariga ao meio-dia e à meia-noite, o resto do dia ela tinha a forma de uma galinha. Este feitiço só se quebrava quando um bom homem a levasse ao altar em forma de galinha. Quando tu a levaste para a tua terra e casaste com ela, toda a gente pensou que estavas louco para quereres casar com uma galinha.</div><div>     No dia do casamento, depois de dizeres ao padre que querias casar com a galinha, ela transformou-se numa bela rapariga e, assim, toda a gente ficou a saber que era um casamento por amor e no final viveram felizes.</div><div>     Eu gostei muito do que tu fizeste porque, ao saberes que a rapariga era uma galinha, podias não querer casar com ela, mas casaste, quebrando aquele feitiço.</div><div>     Um grande abraço e um beijo!</div><div>                       <strong>Inês Pinguicha, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-10 09:02:32 UTC</pubDate>
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         <title>Bando das Cavernas - Viagem no Tempo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1191049060</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>“-Olhem lá – perguntou o Tocha -, depois disto, qual é a vossa opinião sobre viajar no tempo?</strong></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- Para mim – respondeu a Ruby -, devemos recordar o passado, sonhar com o futuro e, acima de tudo, divertimo-nos ao máximo no presente!</strong></div><div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- Concordo! – disse o Kromeleke. – por falar em divertimento, digam lá isto rápido sem se enganarem;</strong></div><div><strong>O tempo perguntou ao tempo</strong></div><div><strong>Quanto tempo o tempo tem</strong></div><div><strong>O tempo respondeu ao tempo</strong></div><div><strong>Que o tempo tem tanto tempo</strong></div><div><strong>Quanto tempo o tempo tem?”</strong><br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu copiei este excerto do livro, porque este trava-línguas é muito conhecido. É muito difícil de dizer mas é divertido. Quando comecei a dizê-lo, eu tive muita dificuldade, mas não desisti até conseguir. Este trava-línguas ensinou-me a ter paciência e insistir até conseguir fazer as coisas que quero. Como neste caso, dizer bem todas as palavras. Também me ensinou que “o tempo tem tanto tempo quanto o tempo tem”, ou seja, às vezes não vale a pena ter pressa, tudo leva o tempo necessário.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Uma professora excelente ensinou-me que nunca devemos desistir, ela tem muita razão! Eu acho o mesmo, nunca se deve desistir dos nossos objetivos e por vezes temos de ter paciência e esperar pelo tempo certo dos factos acontecerem.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Martim Lobo, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-11 08:09:08 UTC</pubDate>
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         <title>História de um caracol que descobriu a importância da lentidão</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1202790528</link>
         <description><![CDATA[<div>     Depois de ler a <em>História de um caracol que descobriu a importância da lentidão</em>, vou  apresentar os aspetos que mais me agradaram.</div><div>   O que mais agradou foi a forma como estava escrita a história que o caracol arranjou para descobrir a sua lentidão. </div><div>     O autor utilizou também um animal lento como a tartaruga, para que ambos falassem entre si para descobrir a sua lentidão. A tartaruga, sendo mais velha do que o caracol, tinha mais paciência para lhe explicar o motivo da sua lentidão, pois o seu  grupo já  estava  farto das suas perguntas sobre a lentidão.</div><div>   O autor, utilizou uma escrita simples e um vocabulário adequado, o que permite perceber a história e dá mais vontade de ler todo o  livro até ao fim.</div><div>    A  ilustração do livro também está bem escolhida. O livro apresenta uma ilustração simples  e fácil de perceber . <strong>                                                                     Matilde Mendes, 6ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-15 08:11:05 UTC</pubDate>
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         <title>           A menina do mar</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1202812241</link>
         <description><![CDATA[<div>     Eu gostei de ler a história <em>A menina do mar</em>. Eu gosto de todas as histórias de Sophia de Mello Breyner. <br>     Esta história tem como cenário a praia e conta a história da amizade entre o rapaz da terra e a menina do mar, mas a curiosidade de ambos leva-os a querer partilhar essas diferenças: a menina fica a saber o que é o amor, a saudade e a alegria e o rapaz aceita viver no fundo do mar.</div><div>     Eu acho que esta história está relacionada com a minha vida, porque a primeira vez que fui à praia eu estava muito curiosa pois não sabia o que era a praia. O rapaz  da história também estava curioso pelo mesmo motivo. <br>     O rapaz todos os dias lá ia até que um dia encontrou a menina do mar. A primeira vez que fui à praia tinha dois anos ou menos e fui com minha prima. Eu estava muito curiosa, mas levou muito tempo a chegar lá e eu fiquei um bocado aborrecida. No ano passado já não fui à praia e este ano não sei se vou, por causa da pandemia. Espero que este ano já possa voltar tudo ao normal.</div><div>                    <strong>Lara Constantino, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-15 08:18:21 UTC</pubDate>
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         <title>    As Naus de Verde Pinho</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     Este livro é importante, pois mostra-nos que nunca devemos desistir dos nossos sonhos e objetivos. Bartolomeu Dias, para conseguir passar o até então chamado Cabo das Tormentas, também teve de ser persistente.</div><div>     Manuel alegre fez um ótimo trabalho e conseguiu narrar as viagens náuticas deste grande descobridor português numa maravilhosa poesia adaptada para pessoas da minha idade.</div><div>     Recomendo este livro a pessoas que gostam de poesia e de história.</div><div>                             <strong>  Luís Marono, 6ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-15 13:05:05 UTC</pubDate>
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         <title>     Rosa, minha irmã Rosa</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1203583563</link>
         <description><![CDATA[<div>     Um dos livros que eu mais gostei de ler foi <em>Rosa, minha irmã Rosa</em> da autora Alice Vieira.</div><div>     Em primeiro lugar, eu gostei muito da ilustração, pois estava pintada com cores vivas, que tornam a leitura mais alegre.</div><div>     Em segundo lugar, a autora Alice Viera utilizou palavras simples e fáceis de entender. Ela também utilizou alguns recursos expressivos como a enumeração, pois ela gosta de caracterizar as personagens de uma forma bonita e simpática.</div><div>     Eu achei o livro muito interessante, porque fala da mudança da personagem principal, que é uma menina chamada Mariana, com o nascimento da sua irmã. Ela teve de aprender a partilhar os seus brinquedos, o seu quarto e outras coisas.</div><div>     Eu adorei ler este livro e recomendo-o aos meus amigos.<br>                       <strong>Margarida Figueira, 6ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-15 13:09:32 UTC</pubDate>
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         <title>História de um caracol que descobriu a importância da lentidão</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1203598558</link>
         <description><![CDATA[<div>     Alandroal,11 de janeiro de 2021<br><br></div><div>     Querido caracol,</div><div>     Quero que saibas que admiro muito a tua coragem e fico muito feliz por não seres igual aos outros caracóis. Se não tivesses partido não terias feito uma nova amiga, a Memória, não tinhas ganho um nome, nem aprendido a importância da lentidão.</div><div>     Querido rebelde, escrevo-te também para te dizer que fiquei muito feliz com a tua atitude, pois mesmo com os outros a não concordarem contigo, tu voltaste atrás para os salvares assim que soubeste que iam destruir o teu lar.</div><div>Continua a ser como és, corajoso e aventureiro.</div><div>     Um grande abraço,</div><div>                         <strong>Teresa Padeiro, 6ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-15 13:14:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-15 13:19:23 UTC</pubDate>
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         <title>História de um caracol que descobriu a importância da lentidão</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: História de um caracol que descobriu a importância da lentidão</div><div>Autor: Luís Sepúlveda</div><div>Ilustrações: Paulo Galindro</div><div>Editora: Porto editora</div><div>1ª edição: 2013/ Reimpresso maio 2020</div><div><br>     Neste mês de janeiro, li um livro que recebi de prenda de Natal, cujo título achei muito engraçado: História de um caracol que descobriu a importância da lentidão. Os caracóis são naturalmente lentos e este gostava muito de saber o porquê das coisas. Identifico-me muito com a personagem do caracol, porque eu também quero sempre saber tudo, o como e o porquê.</div><div>     Também gostei da parte em que ele gostava de ter um nome: “assim, explicou-lhe quando um humano fazia perguntas incómodas, do género “é preciso ir tão depressa?” ou “é sério que necessitamos de tudo isso para sermos felizes?”, era apelidado rebelde.” Uma vez mais, também aqui eu me identifico com o caracol, pois sei que muitas vezes faço perguntas incómodas.</div><div>     A parte do livro de que mais gostei foi quando o caracol Rebelde chamou toda a colónia de caracóis, para irem procurar o País do Dente- de- leão, onde iria saber a razão e os nomes das coisas pelas quais ele tinha curiosidade.</div><div>     Este livro ensina-nos a não desistir dos nossos objetivos e a sermos persistentes.</div><div>                            <strong>Eduardo Mira, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 13:10:23 UTC</pubDate>
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         <title>História de um caracol que descobriu a importância da lentidão </title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     Eu gostei muito deste livro. Conta-se a história de um caracol que queria ter um nome, porque onde ele vivia todos tinham o mesmo nome que era "caracol" e ele quis descobrir a importância da lentidão. <br>     Para os outros caracóis não era importante serem lentos ou terem todos o mesmo nome, porque eram felizes na mesma no país do Dente-de-leão. Mas o caracol quis ir à procura de respostas e até disse que só voltava quando tivesse o que queria. <br>     Ele acaba mesmo por ter um nome: Rebelde. Esse nome foi lhe dado pela sua nova amiga tartaruga, a Memória. <br>     Aos poucos, o caracol também foi percebendo a importância da lentidão. A tartaruga Memória mostrou que os humanos estão a começar a semear o prado onde eles vivem, então o Rebelde foi avisar os outros caracóis e contou o que aprendeu na sua grande aventura. Ao saber disso, alguns ficaram muito espantados e no final eles encontram um novo país do Dente-de-leão.<br>                              <strong>   David Brito, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 13:14:22 UTC</pubDate>
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         <title>História de um caracol que descobriu a importância da lentidão</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     Eu gostei muito deste livro porque eu também sempre quis saber a importância da lentidão, tal como o caracol da história.</div><div>     A personagem que eu mais gostei foi o caracol chamado Rebelde, porque ele nunca desistiu de descobrir qual a importância da lentidão. <br>     Aprendi que a lentidão permite observar tudo com mais atenção e gostei da aventura louca que ele teve para descobrir essa importância. Para além desta descoberta, ainda conseguiu avisar todos os animais do prado, salvando muitos.</div><div>     As personagens que eu mais detestei foram alguns dos caracóis que não seguiram o Rebelde, porque não confiaram nele e, com isso, acabaram com um destino bem pior.</div><div>     Por fim, a situação que mais me interessou foi saber como alguns dos caracóis iam sobreviver só andando lentamente e lutando para conseguirem chegar ao novo planeta dos dentes-de-leão.</div><div>     Eu gostei muito desta história.<br>                         <strong> Gonçalo Tique, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 15:23:54 UTC</pubDate>
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         <title>História de um caracol que descobriu a importância da lentidão</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>   Alandroal,11 de fevereiro de 2021</div><div><br></div><div>     Querido Mocho,</div><div>     Eu decidi escrever-te esta carta porque, na minha opinião, tu foste uma personagem bastante importante.</div><div>     Gostei muito de ti porque foste muito sábio e tinhas respostas para diversas perguntas que muita gente não saberia responder. Na minha opinião, algumas das tuas respostas eram simples mas concretas. Foste importante para esta história porque ajudaste o caracol a descobrir um pouco sobre a sua lentidão e dos outros caracóis também.</div><div>     É por estes motivos que eu te admiro bastante e te acho importante nesta história…</div><div>     Com muito amor da tua amiga, <br>                      <strong> Catarina Balsante, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 15:27:00 UTC</pubDate>
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         <title>História de um caracol que descobriu a importância da lentidão</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     Eu vou falar de um livro que me chamou a atenção e, quando o vi, pareceu-me engraçado!!!</div><div>     A história fala de um caracol que queria ter um nome, pois onde ele vivia todos se chamavam caracol, e descobrir a importância da lentidão.<br>     Os outros caracóis achavam completamente desnecessário ter um nome ou saber a importância da lentidão, pois eram bastantes felizes no país do Dente-de-Leão. Mesmo assim o caracol parte à descoberta e diz que só vai voltar quando tiver o que ele quer. <br>     Ele acaba mesmo por ter um nome: Rebelde. Esse nome foi-lhe atribuído pela sua amiga tartaruga, Memória. <br>     Aos poucos, o caracol também foi percebendo a importância da lentidão. A Memória mostra-lhe que os humanos estão a começar a cobrir o prado onde eles vivem, então, o Rebelde avisa os outros caracóis e conta-lhes o que aprendeu. Ao saber isso alguns ficam espantados e vão com o Rebelde em busca dos motivos da lentidão. No final ele encontram um novo país Dente-de-Leão.</div><div>     Eu recomendo este livro aos meus  amigos e familiares. Eu aprendi uma coisa ao ler este livro: ele queria aprender e os outros achavam desnecessário, mas cada um tem o direito de ser livre e aprender o que quiser. Pelo que eu percebi, ele só queria ter  liberdade .<br>                         <strong> Leonor Carretas, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 15:31:26 UTC</pubDate>
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         <title>       A gaita milagrosa</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     Ao ler este, conto eu não gostei muito, porque o achei muito infantil .</div><div>     O conto relata a história de um tocador de gaita. Um dia, ele passava por um homem com um burro carregado de loiça. O tocador pôs-se a tocar e, de repente, o homem com o burro começaram a dançar, porque a gaita tinha estranhos poderes. O pobre homem foi queixar-se ao juiz porque ficou com a loiça toda partida.</div><div>     O juiz pediu ao tocador que tocasse a gaita para comprovar os seus poderes. Quando a gaita começou a tocar, tudo ficou em movimento e até a sua mãe ,que estava entrevada começou a dançar. Face ao sucedido o juiz perdoou o homem e libertou-o.</div><div>                      <strong> Carolina Prates, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 09:44:34 UTC</pubDate>
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         <title>Contos e Lendas de Portugal e do Mundo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Foi este o livro que li durante o mês de janeiro. A seleção, adaptação e reconto são de João Pedro Mésseder e Isabel Ramalhete e foi editado pela Porto Editora.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Achei as histórias todas interessantes e engraçadas, porque a grande maioria ensina–nos maneiras e modos de agir nas situações que nos aparecem no dia a dia sem precisarmos de prejudicar ou fazer mal uns aos outros.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Este livro foi oferecido aos alunos do 5º ano pela Câmara Municipal de Alandroal, no Natal.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Vou mencionar a história que mais gostei e falar um pouco dela.</div><div>Espero que gostem…</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A MEIA DE NATAL&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Gostei muito quando o Pai Natal viu a tristeza do fidalgo ao não poder ajudar as suas três filhas. Na minha opinião, ele teve uma maravilhosa e bonita ação quando colocou as bolsinhas de ouro dentro das meias das raparigas, porque as três casaram e o pai viveu feliz.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Sei que, infelizmente, neste mundo existem milhares de crianças que também penduram as suas meias na chaminé e no dia seguinte não encontram lá nada. SERÁ QUE O PAI NATAL NÂO PASSA POR LÁ??????<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Nicole Lopes, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 09:48:17 UTC</pubDate>
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         <title>      Fábulas de La Fontaine</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Alandroal, 14 de fevereiro de 2021 <br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Caro Sr. La Fontaine, <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Li as suas fábulas e quero dizer-lhe que gostei muito. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Elas fazem-nos pensar e dão-nos lições importantes sobre as atitudes das pessoas. Acho que foi muito inteligente utilizar os animais para ensinar os homens. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Nas atitudes dos animais vemos representadas as nossas próprias atitudes. Podemos ver a inocência no carneiro, a preguiça nos porcos, a vaidade no corvo, a força de vontade na tartaruga e a esperteza na raposa. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Quero dizer-lhe também que não foi muito original, pois já li estas fábulas escritas por outros autores.&nbsp; <br>&nbsp; &nbsp; Cumprimentos, <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong> &nbsp; Miguel Vieira, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 09:55:30 UTC</pubDate>
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         <title>Ler acende em nós pequenas luzes, sejam elas de magia, de coragem, de conhecimento ou de esperança.</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bonita frase publicada pela Livraria Lello. Concordam com ela?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-19 13:25:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 11:16:19 UTC</pubDate>
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         <title>            Pedro Alecrim</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     Alandroal, 27 de fevereiro de 2021<br><br></div><div>     Olá Pedro,</div><div>     Estou a mandar-te esta carta para te dizer que gostei muito das tuas aventuras.</div><div>     Uma das tuas ideias e do Nicolau que eu mais gostei foi quando vocês apanharam agriões para jogarem na lotaria e ficarem ricos, coisa que não aconteceu, porque iam precisar de muita sorte para que isso acontecesse.</div><div>     A parte que eu menos gostei foi quando tu, infelizmente, perdeste o teu pai e isso foi muito triste. Eu nem sei como é que eu podia viver sem o meu pai porque ele faz-me muita falta.</div><div>     Por fim, as duas partes que mais me interessaram foram: quando tu encontraste o Luís a chorar na casa de banho e ele te contou a história sobre o pai dele; a outra parte que mais me interessou foi quando o Nicolau foi viver para outra cidade muito maior, mas, mesmo assim, continuaram grandes amigos.</div><div>     Eu adorei a tua história.<br>     Adeusinho e boas festas,<br>                           <strong> Gonçalo Tique, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 16:44:10 UTC</pubDate>
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         <title>           Pedro Alecrim</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>           Alandroal, 1 de março de 2021<br><br>     Querido Pedro Alecrim,</div><div>     Eu gostei muito da tua personagem e da do teu amigo Nicolau. <br>     Eu gostei das tuas aventuras de vender nabos e outros alimentos que vendiam a uma velhinha que tinha um pomar. Achei engraçado o Luís ir de fato e gravata para a escola sempre que havia teste.    <br>     Confesso que, no início, eu não ligava muito ao livro mas depois achei muito engraçado e gostei muito. Fiquei emocionada quando tu estavas a pensar no que a tua mãe te tinha dito “Preparado para tudo?? Preparado para tudo??? Mas preparado para o quê??” Nesta parte arrepiei-me e, passado um bocado, fiquei triste quando o teu pai morreu e, mais adiante, fiquei triste ao saber que o Nicolau tinha ido embora.<br>     Achei interessante quando as palavras da carta que o Luís te enviou estavam ao contrário. <br>     Neste momento, espero que estejas bem e feliz. Eu vou recomendar este livro as meus amigos colegas e familiares.</div><div>ohnijieB ad aut agima,<br>                                 ronoeL saterraC<br>                         <strong> Leonor Carretas, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 16:49:13 UTC</pubDate>
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         <title>         Pedro Alecrim</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>Título: Pedro Alecrim</div><div>Autor: Antonio Mota</div><div>Ilustrações: António Modesto</div><div>Editora: Gailivro</div><div>19ª edição fevereiro 2011</div><div><br></div><div>     No mês de fevereiro, lemos todos o livro Pedro Alecrim, uma vez que estamos de novo confinados e muitos meninos poderiam não ter oportunidade de ler outro livro.</div><div>     Ao início achei que o livro não era muito adequado para a nossa idade, mas rapidamente percebi que nos mostra a vida real de muitos de nós. Alguns poderão ter passado por situações parecidas às do Pedro e dos seus colegas.</div><div>     Apesar de o livro não ter sido escrito nos nossos tempos nem se referir aos nossos dias, acho que há situações que continuam a ser muito parecidas, como no seguinte excerto: “- O melhor da escola era a cantina, não era, Nicolau? – (…) Que revolta me dava quando via certos meninos mimados porem a comida de lado, cheios de nojo, a fazer careta”, porque ainda hoje vejo isso acontecer na nossa escola, e acho mal porque há muitas crianças que não têm o que comer e, assim, também há muito desperdício. Ou no excerto “Como é costume na escola, este ano reprovaram muitos. Dizem que nós é que somos os culpados, por não estudarmos, por não prestarmos atenção às aulas. Será só isso’?(. . .) E o muro alto que separa a secretária das mesas (invisível, claro) não tem importância?”, que também me parece atual, pois, às vezes, também me parece que “vejo” esse muro, o que quero dizer é que muitas vezes os alunos não têm a oportunidade de dar a sua opinião sobre alguns assuntos.</div><div>     Não concordo com o excerto: “Tenho sexto ano de escolaridade. Há seis anos que ando a estudar e ainda sei tão pouco.”, porque há muitas outras coisas que tanto o Pedro como qualquer um de nós já sabe porque vai aprendendo com a vida, pois também se aprende muito com a família e fora da escola.</div><div>     A minha personagem favorita é sem dúvida o Pedro, porque apesar de todas as dificuldades que ele passou, ele nunca desistiu e sempre lutou.</div><div>             <strong>                 Eduardo Mira, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 17:01:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 17:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>         A Fada Oriana</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>       Alandroal, 4 de Março de 2021<br><br></div><div>     Olá Oriana!</div><div>     Na minha aula de português, estive a ler o livro em que participaste como a personagem principal, A Fada Oriana.</div><div>     Quando começamos a ler o livro, vi que eras muito simpática e que te importavas com as pessoas, os animais e as plantas, foi por isso que gostei muito de ti! Mas a tua atitude quando te viste no reflexo do rio foi errada, porque como tu sabes “apaixonaste-te por ti” e esqueceste-te dos outros.</div><div>     Podes ser muito bonita mas não podes exagerar na tua vaidade. Claro que não estou a dizer para teres baixa autoestima, isso não!</div><div>     Oriana, dizeres que o peixe teve culpa de tudo isto também foi errado, pois tu é que fizeste a promessa de proteger a floresta e não a cumpriste. Embora o peixe possa ter um bocado de culpa devias ter assumido logo a culpa!</div><div>     No fim gostei da tua atitude! Assumiste que tiveste uma atitude errada, tentaste resolver tudo e resultou. Houve dificuldades em tentar resolver mas não desististe!</div><div>     Foi bom escrever esta carta para ti e diverti-me imenso. Agora vou despedir-me de ti.</div><div>     Que tenhas a maior sorte do mundo!</div><div>                  <strong>Matilde Fontainhas, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-05 08:21:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-05 08:25:42 UTC</pubDate>
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         <title>              A Fada Oriana</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1287320146</link>
         <description><![CDATA[<div>     A Fada Oriana, um dos livros muito recomendados para crianças no 5º ano, é uma obra de Sophia de Mello Breyner Andresen. <br>     Este livro ensina uma boa lição às crianças e até aos adultos: nunca se deve abandonar as pessoas. <br>     O narrador desta história é não participante, pois usa a 3ª pessoa. <br>     O livro tem nove capítulos, cada um mais emocionante que o outro!  </div><div>     A história conta que Oriana abandonou os seus amigos, mas, mais tarde, quase ia morrendo por eles. </div><div>     A parte mais emocionante  desta história, para mim, foi quando ela sacrificando sua vida, ganhou novamente asas e salvou a velhinha. </div><div>     A autora do livro escreveu bastantes livros e muito conhecidos como, por exemplo, A menina do mar.<br>                       <strong>Beatriz Paula, 5ºB </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 13:21:00 UTC</pubDate>
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         <title>             A Fada Oriana</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1291958359</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Nestes últimos dias, estive o ler a obra literária A Fada Oriana de Sophia Mello Breyner Andersen, em que a autora, com a sua imaginação, consegue, através da fantasia, criar e personificar muitas personagens.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Esta história ensina-nos a importância da amizade e da responsabilidade e demonstra-nos como o egoísmo e a vaidade são sentimentos e atitudes muito prejudiciais.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Oriana é uma fada boa com o dever de cuidar de uma floresta e de todos os seres que nela habitam.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A parte de que menos gostei foi quando Oriana, encantada com a sua beleza, unicamente se ocupa dela esquecendo-se da sua promessa. Todos aqueles que cuidava ficaram abandonados e em grande sofrimento.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A minha parte favorita é a do abismo, em que Oriana salta para o abismo na tentativa de salvar Velha, esquecendo-se que não tinha asas e até de si própria.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp; Isabel Bexiga, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 09:22:42 UTC</pubDate>
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         <title>               A Fada Oriana </title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1291970762</link>
         <description><![CDATA[<div>     Depois de ter lido o livro <em>A Fada Oriana</em>, da autora Sophia de Mello Breyner Andresen, resolvi falar sobre uma das personagens desta história que tanto me entusiasmou.</div><div>     Essa personagem é o Peixe. Eu acho que ele foi mau para Oriana, porque, na minha opinião, este chamou a atenção da fada e fez com que ela se “apaixonasse” pela sua imagem e se esquecesse da sua promessa que era cuidar de todos os habitantes e seres vivos da floresta. Assim, ele acabou por fazer com que Oriana perdesse as suas asas e a sua varinha de condão.</div><div>     Quando Oriana o chamou para provar aos animais que ela era uma fada digna, ele não apareceu quando lhe tinha prometido que apareceria. </div><div>     Resumindo, eu achei bastante incorreta a atitude do Peixe, o que fez com que deixasse de gostar tanto da personagem. Ao mesmo tempo, achei o castigo da Fada Oriana merecido, pois ela tinha um “dever” a cumprir e por causa da sua irresponsabilidade, os seus amigos tiveram de enfrentar as consequências, tendo de abandonar a floresta em busca de melhores condições de vida.</div><div>     A moral desta história é que a vaidade pode transformar-nos noutras pessoas completamente diferentes, tal como aconteceu com Oriana. Ensina-nos também que devemos ser sempre responsáveis, porque depois sofremos com as consequências e podemos prejudicar os outros.<br>                     <strong>Gustavo Coelho, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 09:26:50 UTC</pubDate>
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         <title>           A Fada Oriana</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1293004269</link>
         <description><![CDATA[<div>        Alandroal, 4 de março de 2021 <br><br>     Fada Oriana, <br>     Espero que esta carta te encontre bem. <br>     Tu não devias ter virado as costas à floresta e pensar só na tua beleza, porque isso não é ser uma boa fada. O peixe foi mau contigo, mas tu podias tê-lo ignorado, portanto eu acho que a culpa foi dos dois. <br>     O que importa é que tu conseguiste resolver todo o mal que criaste. Por isso, eu acho que és um exemplo para as fadas, pois demonstraste que quando tomamos más decisões que prejudicam os outros, devemos reconhecer o mal que fizemos e assumir a culpa ou as nossas ações. Tu tinhas o dever de cuidar da floresta e dos habitantes, nunca devias ter esquecido essa responsabilidade. <br>     No entanto, mesmo sem asas ou varinha de condão fizeste de tudo para que isso mudasse e tu conseguiste. Afinal, tudo está bem quando acaba bem. Apesar de teres errado, fico contente por teres resolvido tudo e voltado a ser a Fada Oriana, amiga da floresta e dos seus habitantes. <br>     Eu adorei ler este livro, ele mostra que temos de mudar o mal para o bem, assumir a culpa e as nossas responsabilidades. Também mostra que não se deve pagar o mal com mal. Adoraria continuar a escrever esta carta, mas tenho que ir fazer um trabalho. <br>     Aguardo a tua resposta, Oriana. A Primavera está a chegar, deves ter muito trabalho, mas quando puderes escreve.<br>     Cumprimentos, <br>                       <strong>  Martim Lobo, 5ªB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 14:15:54 UTC</pubDate>
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         <title>          A Fada Oriana  </title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1296889889</link>
         <description><![CDATA[<div>     Alandroal, 10 de março de 2021<br><br>     Olá Oriana,</div><div>     Gostei muito de ler tua história!!!</div><div>De início, percebi que eras uma fada muito bela, com uns lindos cabelos loiros e com a tua varinha de condão podias fazer magia. Ajudavas todos os que habitavam a floresta, eras responsável e estavas sempre atenta .</div><div>     Fiquei triste com a tua atitude a partir do dia em que foste ajudar o peixe. Viste a tua beleza refletida no rio e esqueceste a promessa que tinhas feito à rainha das fadas de que cuidarias da floresta. Não podemos ser egoístas, esquecer os nossos amigos e as promessas são para cumprir!<br>     No final, fiquei novamente contente contigo. O castigo que a rainha te deu foi muito grande, mas valeu a pena, porque voltaste a ter uma boa atitude e trouxeste de novo a beleza à floresta e a todos que nela habitavam.</div><div>     Adorei quando te atiraste no abismo para salvar a velha. Foste muito corajosa. Continua assim Oriana!</div><div>     Quando for à floresta vou estar muito atento. Pode ser que te encontre.</div><div>                     <strong>  Eduardo Roma, 5º A</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-11 08:06:09 UTC</pubDate>
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         <title>          A Fada Oriana</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1296930022</link>
         <description><![CDATA[<div>      Li a história <em>A fada Oriana</em> e devo dizer que apreciei bastante.<br>     A personagem que mais gostei foi o poeta. Na minha opinião, foi o mais prejudicado porque acreditava em Oriana. Ele ficou muito desiludido quando a Oriana não compareceu ao encontro marcado. A tristeza foi ao ponto de queimar todos os seus livros. Ele quis ser igual a todos os outros e não acreditar mais em fadas, deixando mesmo de escrever. <br>     Já a personagem com que eu mesmo simpatizei foi o peixe, pois cinquenta por cento da culpa de Oriana ter ficado vaidosa e convencida foi dele. Se o peixe não tivesse elogiado tanto Oriana e não lhe dissesse para mudar de penteado, assim como para se enfeitar com pérolas do mar, talvez nada tivesse acontecido. Mas Oriana também teve culpa. Não nos podemos distrair dos nossos deveres, sobretudo quando os outros dependem de nós. <br>     Eu considero que o castigo que a rainha das fadas deu a Oriana foi justo. Penso que apesar da conversa do peixe, ela podia não lhe ter dado ouvidos, pois ela assim abandonou as pessoas que precisavam dela.<br>     No capítulo “O homem muito rico”, Oriana nunca chegou a resolver o problema dos móveis. O que lhes terá acontecido? <br>                     <strong> Miguel Vieira, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-11 08:19:16 UTC</pubDate>
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         <title>          Texto de opinião: Por pouco que se tenha, é sempre possível ajudar.</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1302021219</link>
         <description><![CDATA[<div>     Eu concordo com esta afirmação, pois existem muitas pessoas no mundo, até mesmo crianças, sem uma casa e sem ter o que comer. Há pessoas que ignoram essa desgraça, não prestando qualquer ajuda. <br>     Nós devemos dar valor àquilo que temos, pois os sem-abrigo ficariam gratos com muito menos do que nós temos. <br>     Acho que todos nós devemos contribuir a ajudar quem mais precisa fazendo caridade.<br>                           <strong> Isabel Bexiga, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 10:47:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title> Texto de opinião: Por pouco que se tenha, é sempre possível ajudar.</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>     Na minha opinião, a afirmação “Por pouco que se tenha é sempre possível ajudar” é verdadeira.<br>      Pode-se não ter dinheiro mas dar um casaco ou um gorro já ajuda. </div><div>     Eu concordei com a afirmação, porque, se fosse ao contrário, nós gostaríamos de receber alguma coisa, por isso devemos ajudar os mendigos  e as pessoas que precisam. </div><div>     Em conclusão, nunca devemos desprezar os mendigos ou os mais pobres. <br>                    <strong>   Frederico Picanço, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 15:24:08 UTC</pubDate>
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         <title> Texto de opinião: Por pouco que se tenha, é sempre possível ajudar.</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1309544838</link>
         <description><![CDATA[<div>     Eu concordo com a afirmação: “Por pouco que se tenha, é sempre possível ajudar. <br>     Concordo com a afirmação porque mesmo que tenhamos pouco podemos ajudar sempre. Há muitas pessoas que não gostam de dar ou emprestar nada. Eu acho que é bom ajudar as outras pessoas, principalmente as que são pobres e sem-abrigo. Podemos ajudar sem ser com dinheiro. Por vezes, roupas, alimentos e água são o suficiente.<br>                 <strong>    Lara Constantino, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 08:11:36 UTC</pubDate>
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         <title> Texto de opinião: Por pouco que se tenha, é sempre possível ajudar.</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1309545985</link>
         <description><![CDATA[<div>     Eu concordo com esta afirmação, porque, sempre que nos é possível, devemos ajudar quem mais precisa com comida, com calçado, com roupa ou brinquedos. <br>     No entanto também podemos ajudar praticando boas ações como, por exemplo, dar amor, carinho, uma palavra amiga ou de conforto a quem sofre de dor ou doença, quer seja da nossa família ou não. Infelizmente, neste mundo, existem muitas pessoas sem casa que passam fome ou vivem na solidão.</div><div>     Para concluir, acho que tudo isto irá sempre existir, porque vivemos num mundo egoísta, onde cada um só pensa em si próprio.<br>                              <strong>Nicole Lopes, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 08:11:58 UTC</pubDate>
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         <title>“(...) se a escola é uma boa maçada, nunca lá ir é mil vezes pior.” O rapaz e o robô, Luísa Ducla Soares</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1315473268</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu penso que ir à escola é bom para aprender. Aprendemos muitas coisas novas,. Eu gosto de ir para a escola para mandar os trabalhos à professora. Na escola, temos que estudar e temos que trabalhar. Nós, quando estamos a ter aula online, vemos os nossos amigos distantes e não os podemos abraçar.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Na escola aprendemos e estamos com as pessoas de quem gostamos. Brincamos nos intervalos e fazemos as tarefas que os professores nos pedem. Lemos, fazemos contas, aprendemos outras línguas, conhecemos outros países e ficamos a saber a história de Portugal.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;É sempre bom para nós irmos à escola para termos um bom futuro.</div><div>&nbsp;                           <strong>Sílvia Gazela, 5º A</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-16 13:16:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>        O Príncipe Nabo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp; Miguel Vieira, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 13:25:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>   O Menino-Estrela</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1468974603</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Alandroal, 21 de abril de 2021</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Caro Menino-Estrela,</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ao início, eu não gostava muito de ti, porque tu desprezavas e maltratavas os pedintes. Eras bastante orgulhoso, pois achavas-te o maior e o mais lindo.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu achei a tua atitude bastante imatura e incorreta e até mesmo cruel, especialmente pelo facto de teres maltratado uma mendiga que afirmava ser tua mãe.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Devido aos teus atos, acabaste por te transformar numa completa aberração. Aprendeste o que era ser maltratado e, por fim, arrependido, tentaste corrigir todos os teus erros.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Caminhaste por muito tempo à procura da tua mãe, até que chegaste ao portão de uma aldeia onde existia um castelo e os guardas, quando te viram, venderam-te por um copo de vinho.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Um homem, que também maltratava os pedintes e os escravos, contratou-te e foste procurar moedas pelo bosque inteiro, porque se não trouxesses nada, ele poderia até mesmo matar-te.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Cada vez que ias para casa estava lá um mendigo que te pedia moedas e tu, generosamente, davas-lhas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Concluindo, o que mais me fascinou foi a tua mudança: amadureceste, aprendeste uma lição e tornaste-te numa pessoa genuína e carinhosa. Transformaste-te num menino outra vez, foste procurar novamente a tua mãe e pediste-lhe desculpa. No fim, acabaste por ficar amigo de todos os habitantes e animais.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Espero que continues a ser o Menino-Estrela, bondoso e amigo!<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp; &nbsp;Gustavo Coelho, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 13:27:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>       O Príncipe Nabo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1468998939</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Nas aulas de Português, nós estivemos a ler a obra O Príncipe Nabo, cuja autora é Ilse Losa.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu adorei esta obra magnífica. Só não gostei muito da princesa Beatriz do castelo da Abundância, porque ela era mal-educada e troçava de todos os príncipes que iam pedir a sua mão em casamento. Ela via sempre algum defeito nos seus pretendentes.</div><div>Como lição, o Rei, pai da princesa, obrigou-a a casar com o primeiro homem que entrou no castelo, mesmo que fosse um pedinte.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando entrou um músico chamado António, este acaba por tocar uma bela música, que cativa completamente o Rei. O que ninguém sabia era que, na verdade, António era o Príncipe Austero, a quem anteriormente a princesa chamara de Príncipe Nabo, devido ao seu queixo comprido.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Como a música não despertou a atenção da jovem Beatriz, o pai decidiu que ia ser ele com quem a filha se iria casar.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Os dois foram morar para uma cabana, no beco estreito número 15, mas, como era de esperar, a princesa não gostava nada daquele estilo de vida.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Certo dia, chegou lá um bobo, um rapaz e uma rapariga. O bobo limitava-se a troçar de Beatriz e os seus amigos assistiam e riam.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O António arranjou um trabalho para a esposa no seu castelo e pede-lhe para trazer um bocado de carne assada. Enquanto a rapariga esperava que o marido chegasse, o bobo pediu-lhe para ela dançar com ele. Mas quando o bobo a fez rodar, ela caiu e a taça onde levava a carne partiu-se.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando o príncipe Austero chegou e se deparou com a taça partida, o Marechal da Corte disse que foi Beatriz quem a partiu. Então o príncipe mandou-a aparecer e mostrou-lhe que era o António. Ao descobrir isto, a princesa fica muito emocionada e, quase a chorar, abraçou-o.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ele contou-lhe o motivo pelo qual fez aquilo tudo e, assim, a princesa Beatriz aprendeu que não se deve troçar nem desprezar ninguém apenas pela sua aparência!<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Gustavo Coelho, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 13:32:16 UTC</pubDate>
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         <title>                Os Piratas</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1469024959</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O autor deste livro é Manuel António Pina e foi publicado pela Porto Editora.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A parte da história que eu mais gostei foi quando a Ana foi a casa do Manuel. A parte que não gostei foi quando o Manuel contou a Ana a história.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;As personagens que eu gostei são o Manuel, a mãe e a Ana e as personagens que eu não gostei são os piratas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A situação que eu gostei foi quando o Manuel e a Ana abriram o baú e ele só tinha roupas. A situação que eu não gostei foi quando a casa estava toda suja.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu gostei de ler o livro, porque eu acho-o interessante, embora pouco confuso.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Liu Tao, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 13:37:26 UTC</pubDate>
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         <title>           O Planeta Azul</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Luísa Ducla Soares nasceu em Lisboa e já publicou mais de uma centena de obras para crianças e jovens.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Recomendo a leitura deste livro porque salienta como a Terra é bela e tem tudo o que necessitamos. Está a ser destruída pelo homem e está a passar por coisas terríveis como a poluição, incêndios, falta de água entre tantos outros problemas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O poema “Vamos ao Centro Comercial” mostra como destruímos árvores e florestas para construir, neste caso, centros comerciais, o que nos faz pensar que preferimos estar fechados a passear pelos centros comerciais a estar em contacto com a Natureza.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O poema “Planeta Azul” fala de um planeta maravilhoso que é a Terra e que aos poucos vai sendo destruída, No entanto, ainda há a esperança por haver ainda quem o queira preservar.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Todos juntos podemos devolver o que temos destruído do nosso planeta para vivermos num mundo melhor.</div><div>&nbsp;                   <strong>Gustavo Ribeiro, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 13:45:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 13:49:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-28 13:50:53 UTC</pubDate>
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         <title>História de um gato e de um rato que se tornaram amigos</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; No mês de abril, escolhi para ler, a fábula "História de um gato e de um rato que se tornaram amigos", que faz parte do livro Todas as fábulas de Luís Sepúlveda.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Conta a história de dois amigos, um gato, o Mix e o seu dono, o Max. Os dois cresceram, e foram morar juntos, num apartamento. Mix gostava da casa nova e os dois viviam felizes mas um dia o Max reparou que o Mix não via bem. Levou-o ao veterinário que lhe disse que o seu gato estava cego.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Um dia, o Max teve que viajar e apareceu uma nova personagem na história, um rato, o Mex. Foi a partir desse dia que começaram as aventuras dos dois amigos.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Como o Mix estava cego, o Mex passou a descrever-lhe tudo o que via da janela do apartamento e os dois faziam grandes aventuras!</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;De todos os livros que li para Português, este foi o que mais gostei porque duas personagens são animais e eu adoro animais. Também gostei porque é uma história muito bonita sobre amizade. Os verdadeiros amigos ajudam-se sempre, mesmo que tenham muitas diferenças.</div><div>&nbsp;                    <strong>Eduardo Roma, 5º A&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-04 08:09:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Verdade! Obrigada, Matilde Mendes, 6ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-04 08:17:05 UTC</pubDate>
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         <title>               Ulisses</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Depois de ler o livro Ulisses de Maria Alberta Menéres o excerto que mais gostei foi: <strong>“(…)os gregos já estavam saudosos das suas famílias, então tiveram uma ideia genial: construir um cavalo de madeira enorme, para se meterem lá dentro e deixarem-no à porta da cidade de Tróia.(…)”</strong></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A saudade que as pessoas têm das suas famílias, por vezes, fá-las pensar em arranjar soluções imprevistas para as verem mais rapidamente. Neste caso, os gregos construíram, um cavalo gigante em madeira para, à noite, entrarem em Troia e vencerem aos troianos.</div><div>&nbsp; &nbsp; Eles tiveram uma boa ideia, para mais depressa trazerem a rainha Helena de volta ao seu reino e os gregos voltarem para junto das suas famílias.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No geral, gostei do livro apresenta, um vocabulário simples e adequado, o que permite compreender a história dos gregos.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Matilde Mendes, 6ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-04 08:18:31 UTC</pubDate>
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         <title>       A Cavalo no Tempo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Alandroal, 20 de maio de 2021 <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Olá Leonor, <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Espero que esta carta te encontre bem. Se calhar, devia antes ter-te enviado um email, já que tu estás sempre "agarrada" ao computador. Eu não te censuro, pois eu também gosto. Apenas acho que devias passar mais tempo na rua. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O que dizem os teus pais acerca disso? Eles deixem-te estar tanto tempo ao computador? <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Às vezes eu também fico mais tempo do que devia agarrado às tecnologias, mas os meus pais estão sempre a chamar-me à atenção. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu também gosto de andar de bicicleta, jogar um jogo de tabuleiro, jogar à bola ou até mesmo só passear na rua ou conversar com os meus amigos. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;É claro que também precisamos de estudar. Às vezes é um pouco chato, mas a escola é muito importante. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;E agora no confinamento com as aulas online, não te fartaste do computador? Comigo o impensável aconteceu. Fiquei farto de estar tanto tempo em frente ao ecrã. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Agora tenho de ir. Os meus pais estão a chamar-me para o jantar.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Espero que passamos encontrar-nos em breve. As férias de verão estão a chegar e talvez nessa altura possamos conversar pessoalmente. Se calhar consigo convencer-te a brincar comigo na rua. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Até lá!<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Beijinhos, <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;  &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp;Miguel Vieira, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 16:31:17 UTC</pubDate>
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         <title>         A Cavalo no Tempo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1561111627</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Nas aulas de Português, concluímos a leitura da obra A Cavalo no Tempo.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Este livro tem vários poemas como, por exemplo: A tourada, O computador, Antigamente...</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Um dos poemas de que gostei muito foi A velha, porque eu gosto muito dos meus avós e também de idosos. Este poema diz que ela está à espera que o neto lhe leve a primavera, ou seja a alegria.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O poema que menos gostei foi A tourada, pois eu odeio quando fazem mal aos animais ou às pessoas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Este livro foi escrito por Luísa Ducla Soares. Eu gosto muito dos livros dela, pois são muito divertidos e interessantes. A Luísa Ducla Soares é uma das minhas autoras preferidas. Ela escreve muitos poemas e o tipo de texto que mais gosto é a poesia!</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp;Ana Potra, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 12:28:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 12:32:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1561125111</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 12:33:15 UTC</pubDate>
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         <title>       O Pássaro da Cabeça</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1561126194</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Alandroal, 20 de maio de 2021 &nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Caro Manuel António Pina,&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; Nas aulas de Português, lemos a sua obra O Pássaro da Cabeça.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu achei que o livro é muito bom para ler e muito adequado para a minha idade. Trata-se de um livro de poemas engraçados que falam sobre ao mundo da imaginação.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O poema que eu mais gostei foi Versos à Ana no Dia Do Anaversário. Eu gostei deste poema porque algumas palavras parecem não fazer sentido e eu achei engraçado.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Despeço-me enviando um abraço,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Martim Salvador, 6ºA &nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 12:33:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>      O Pássaro da Cabeça</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1561139191</link>
         <description><![CDATA[<div>Título: O Pássaro da Cabeça</div><div>Autor: Manuel António Pina</div><div>Ilustrações: Ilda David</div><div>Editora: Assírio e Alvim<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Li o livro ‘O Pássaro da Cabeça’ de Manuel António Pina, na aula de Português. No início, o título pareceu-me um pouco estranho, mas depois de ler todos os poemas e em especial o que dá origem ao título, percebi que tem muito a ver com a nossa imaginação.</div><div>&nbsp; &nbsp; Um dos poemas de que mais gostei foi ‘Gigões e Anantes’. No início, o poema era um pouco confuso por causa dos versos “gigões são anantes muito grandes/ e anantes são gigões muito pequenos”. No final do poema, percebi que era um trocadilho do autor com as palavras “gigantes” e “anões”. Gostei da parte de inventar palavras, tal como a Ana fez para perceber quem era quem.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Uma das razões pela qual gostei muito deste poema é que eu também gosto de inventar palavras com o meu irmão, assim nós temos uma língua só nossa.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Eduardo Mira, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 12:37:59 UTC</pubDate>
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         <title>     O Pássaro da Cabeça</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1561153397</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu li este livro na aula de Português e&nbsp; gostei muito, apesar de o achar um pouco confuso.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O autor deste livro é Manuel António Pina e a ilustradora&nbsp; é Ilda David.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; A poesia que eu gostei é ´´Sopa de letras´', porque o menino não sabia ler as palavras e não conseguia encontrar as letras na sopa de letras.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A poesia que eu não gostei foi o ``O pássaro da cabeça´´ porque eu não percebi muito bem.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Liu Tao, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 12:42:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>     O Pássaro da Cabeça</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1561169897</link>
         <description><![CDATA[<div>Aldeia da Venda, 23 de maio de 2021<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Olá, Senhor Manuel António Pina,</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Venho, por este meio, dizer-lhe que gostei do poema “O Pássaro da Cabeça”. É um poema para crianças e jovens que está escrito com palavras que nos levam para o mundo da imaginação.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Também gostei das ilustrações, pois são muito engraçadas e fizeram-me rir. Eu que não sou muito de ler, ao ler este poema em particular, gostei e li-o até ao fim. Conforme ia lendo o poema, até parecia que ouvia um pássaro a cantar na minha cabeça, adorei.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Obrigado por me ter feito rir com este poema.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Abraço,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp;David Brito, 6ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 12:48:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>     Rosa, minha irmã Rosa</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1608060766</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Vou apresentar um livro que me agradou muito,&nbsp; pois achei-o muito interessante.. Trata-se de um livro de Alice Vieira, Rosa, minha irmã Rosa.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Alandroal,18 de maio de 2021<br>&nbsp; &nbsp; Querida Mariana, <br>&nbsp; &nbsp; Na minha opinião, não é assim tão mau partilhar o quarto, principalmente quando ias receber a melhor notícia da tua vida: o nascimento da tua irmãzinha. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu entendo que fiques com ciúmes da Rosa, porque sempre que nasce algum bebé, ele é o centro de todas atenções e alguém tinha de ficar em segundo plano. A avó Lídia nunca vai deixar de te ajudar a compreender, pois ela nunca te faria uma coisa dessas. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Compreendo os teus ciúmes para com a Rosa, pois esses receios são muito frequentes. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Despeço-me com um grande beijinho,<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp;Leonor Marques, 6ºA </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 16:59:41 UTC</pubDate>
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         <title>   As Naus de Verde Pinho</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1608072884</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Manuel Alegre nasceu a 12 de maio de 1936, em Águeda. Escreveu este livro muito interessante. Uma poesia para crianças que conta a viagem de Bartolomeu Dias para conseguir passar o Cabo das Tormentas, ensinando-nos que nunca devemos desistir dos nossos objetivos&nbsp; nem ter medo dos nossos sonhos.<br><br></div><div>" -&nbsp;Ouve lá, perna de pau</div><div>Eu trago no coração</div><div>Um país a navegar</div><div>E não há nenhum gigante</div><div>Que me faça recuar.”<br><br></div><div>“Então o monstro sumiu</div><div>Inchou inchou e fez Pum</div><div>Como se fosse um balão.”<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Recomendo este livro a todos para saberem um pouco mais da História de Portugal de uma maneira original e divertida.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp; &nbsp;Gustavo Ribeiro, 5.ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 17:05:16 UTC</pubDate>
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         <title>             O Principezinho</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1608082921</link>
         <description><![CDATA[<div>Cabeça de Carneiro, 20 de maio de 2021<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Olá, Principezinho,</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Queria dizer-te que gostei da tua história pela forma como viajavas e também pela tua forma de entender várias coisas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Gostei também da forma como falavas das “pessoas crescidas”, porque elas não nos entendem a nós, mais pequenos!&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Achei algumas referências que fizeste nas tuas viagens engraçadas, divertidas e muito relacionadas com o assunto.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Adorei a parte em que encontraste a rosa, e como cuidaste dela. Tão delicadamente, com todo o amor e carinho! Foste tão adorável com ela! Não deixaste que nada lhe acontecesse e até se tornaram amigos. Gostei da tua atitude nesse momento e também noutros mais!</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A tua história é muito criativa o que torna mais interessante a sua leitura. Gostei também das ilustrações feitas por Antoine de Saint-Exupéry, pois elas também nos ajudam a compreender os assuntos falados em cada momento!</div><div>Queria fazer-te uma pergunta: como tiveste coragem de viajar por tantos lugares diferentes?</div><div>Despeço-me com carinho,</div><div>&nbsp;                      <strong>Tatiana Rocha, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 17:09:27 UTC</pubDate>
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         <title>O limpa-palavras e outros poemas</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1608089299</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu li este livro porque nós estamos aprender os textos poéticos na aula de Português.&nbsp;</div><div>O autor deste livro é o Álvaro Magalhãees.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A poesia de que eu gostei foi O limpa-palavras, porque ele limpava as palavras.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A poesia que eu não gostei foi O gato louça, porque o gato parecia&nbsp; uma estátua e não se mexia, não miava, estava sempre sentado numa mesa redonda, não comia nada e não fazia nada.&nbsp;</div><div>&nbsp;                                 <strong>Liu Tao, 6ºA&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 17:12:25 UTC</pubDate>
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         <title>  Contos e lendas de Portugal e do Mundo</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O Macaco e o Cágado<br>&nbsp; Este é um conto tradicional de Moçambique. Há uma fábula muito parecida: “A Raposa e a Cegonha”. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Neste conto, o macaco convida o cágado para ir almoçar. No entanto, quando o cágado chegou a casa do macaco, ele colocara a comida numa mesa alta para que o cágado não chegasse. Então, o cágado convida-o para almoçar e fez-lhe o mesmo. Arranjou uma estratégia que obrigasse o casal de macacos a desistir de comer. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Na minha opinião, o macaco não devia ter feito aquilo ao cágado, porque quando oferecemos alguma coisa a alguém, devemos ser sinceros e é para a pessoa saber a amizade que temos, que somos bondosos e que pode confiar em nós. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Por outro lado, também acho que o cágado não se devia ter vingado, pois, ao tê-lo feito, mostrou que era igual ao macaco. Eu penso que ninguém quer ser igual à pessoa que nos fez uma coisa má. Nós devemos ser para os outros o que gostaríamos que fossem para nós. E em vez de nos vingarmos quando alguém faz alguma coisa de que não gostamos, devemos ser sinceros com essa pessoa e tentar explicar porque ficámos desagradados ou magoados. Não vale a pena manter falsas amizades, por isso no fim da história, o cágado e o macaco já não eram amigos. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Martim Lobo, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 17:16:14 UTC</pubDate>
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         <title>      As Naus de Verde Pinho</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Na minha opinião, este livro é bastante divertido, pois, ao lê-lo, ficamos com mais algumas ideias de como foram as viagens e aventuras de Bartolomeu Dias. Este senhor foi muito importante, uma vez que foi um dos maiores exploradores da época dos descobrimentos.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A personagem que gostei mais foi Bartolomeu Dias. Ele fora um dos melhores alunos, pois era muito curioso, gostava de saber um pouco de tudo. Foi o primeiro navegador a contornar o cabo da Boa Esperança, no Sul de África. Este feito histórico abriu uma nova rota marítima para a Índia, embora Dias nunca tenha chegado lá. Ele morreu em alto mar devido a uma grande tempestade.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Recomendo este livro, pois é de leitura fácil.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Daniela Rosado, 6ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-02 16:42:18 UTC</pubDate>
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         <title>   As Naus de Verde Pinho</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1635116577</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Depois de ter lido a obra As Naus de Verde Pinho, de Manuel Alegre, fiquei com mais vontade de ler mais obras deste autor.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O autor nesta obra descreve vários acontecimentos que se passaram no tempo dos descobrimentos.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;É uma obra que nos entusiasma enquanto estamos a ler, pois vai descrevendo o que aconteceu durante as viagens das naus pelos mares fora.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Este livro é muito rico em vocabulário, pois o autor adequa muito bem as palavras aos acontecimentos históricos que sucederam com os nossos navegadores. Dá-lhe ainda mais honra e orgulho, por terem tido a valentia de terem atravessado mares e oceanos que até então não tinham sido navegados.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O autor nesta obra utiliza uma escrita simples e fácil de entender.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp; Matilde Mendes, 6ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-02 16:49:16 UTC</pubDate>
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         <title>Ali Babá e os Quarenta Ladrões</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1635120666</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Desta vez eu li o livro Ali Babá e os Quarenta Ladrões.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Assim que comecei a ler o livro, desconfiei que me ia despertar bastante a atenção, uma vez que já vi alguns filmes sobre esta obra.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Por este motivo, reparei que nos livros são apresentados pormenores que, muitas vezes, não aparecem nos filmes.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Em relação ao livro, gostei bastante, porque, no decorrer da história, fala-se um pouco da cultura dos muçulmanos, como por exemplo, uma quinta--feira é um domingo, que é o único dia em que eles descansam e fecham as suas lojas, logo, é considerado um dia santo.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A personagem que eu mais gostei foi a Morjana, a jovem corajosa e perspicaz, que era criada de Ali Babá. Ao longo da história, foi ela quem descobriu o plano dos ladrões e do seu chefe Qoja Hussein. Também foi ela quem os tramou, e, no final, foi ela quem acabou por salvar o seu amo, Ali Babá, e o resto da sua família. No final de história, fiquei muito feliz, porque ela teve a sua tão merecida recompensa: casou com o filho de Feiruz e de Ali Babá, Nuretine.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Por outro lado, a personagem que menos gostei foi o Qoja Hussein, o cruel e maldoso líder dos quarenta ladrões. Ele mereceu a morte dolorosa, pois todo o mal que tentou fazer àquela família, depois de ter matado Quassem, é imperdoável.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Resumidamente, adorei ler este livro, pois para além de ser de aventuras, faz-nos perceber que, ao contrário do bem, o mal nunca será recompensado.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Gustavo Coelho, 5ºA</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-02 16:53:43 UTC</pubDate>
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         <title>História de um gato e de um rato que se tornaram amigos</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1635125701</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Neste trabalho, vou opinar sobre um excerto do livro História de um gato e de um rato que se tornaram amigos, de Luís Sepúlveda, editado pela Porto Editora. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O excerto escolhido foi: <br><br>“...empurrou o comando do televisor fazendo-o cair e, sem deixar de manifestar o seu medo, começou a dar pulos em cima dos botões. Precisamente no momento em que um clique indicava que o ladrão tinha encontrado a chave certa, a voz cristalina de uma mulher que saudava o início da primavera encheu todos os recantos da casa. Mix deixou de empurrar a porta com o corpo ao ouvir os passos que se afastavam a correr e chamou pelo amigo.” <br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Este excerto chamou-me à atenção porque mostra que o gato e o rato conseguiram trabalhar em equipa e, mesmo sendo chamados de inúteis e cegos, foram espertos para proteger a casa do dono, Max. Apesar do medo, Mex conseguiu controlar-se e acalmar-se, já o Mix foi corajoso e ajudou o companheiro. No final de tudo, ambos ficaram orgulhos deles mesmos.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Este livro, apesar de ser indicado para jovens, eu aconselho-o para todas as idades. Não é um livro muito grande, é fácil de ler e é muito interessante. Basta ler o seu título para perceber que este livro falará sobre uma amizade improvável e qual o verdadeiro significado da amizade! Será que temos de ser iguais, para sermos amigos?! <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Outra coisa que também me chamou à atenção foi a maneira como o autor, ao longo do livro, foi deixando várias lições de vida, como por exemplo “ os amigos quando estão unidos, não podem ser vencidos” ou ainda “ os verdadeiros amigos também partilham as pequenas coisas que alegram a vida”! <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp; &nbsp;Martim Lobo, 5ºB</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-02 16:58:35 UTC</pubDate>
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         <title>Boas férias (6ºB)</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>Língua Gestual Portuguesa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-02 17:09:13 UTC</pubDate>
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         <title>Boas férias (5ºB)</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>Língua Gestual Portuguesa - Datilologia</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-02 17:14:24 UTC</pubDate>
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         <title>Boas férias (5ºA)</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>Língua Gestual Portuguesa- Datilologia</div>]]></description>
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         <title>Boas férias (6ºA)</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
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         <description><![CDATA[<div>Língua Gestual Portuguesa</div>]]></description>
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         <title>Bibliotecando: balanço final - 5ºB</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1637629773</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Na minha opinião, a leitura tem vários benefícios e desenvolve muito a nossa imaginação, pois, quando lemos livros, é como se estivéssemos a viver a história. Por vezes os livros têm algumas morais que nos ensinam lições de vida.        &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Isabel Bexiga</strong><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu acho que o Bibliotecando é uma atividade em que a leitura dos livros e&nbsp; a realização dos trabalhos nos trazem benefícios não só na vida escolar como na nossa vida futura. Ganhamos mais imaginação para fazer os trabalhos, enriquecemos mais o nosso vocabulário e escrevemos corretamente. Ainda nos ensina a lidar com situações que nos poderão vir a acontecer e ajuda-nos a ser melhor pessoas.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Matilde Fontainhas</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 18:08:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliotecando: balanço final - 5ºA</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1637635332</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu acho que o Bibliotecando foi muito bom, porque melhorei algumas coisas como a escrita e a leitura. A professora faz algumas correções (como para não repetir muitas vezes o "e") que me têm ajudado. Também acho bom porque, ao apresentarmos trabalhos tantas vezes, conseguimos ficar menos nervosos.&nbsp; <strong>Lara Constantino<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>O Bibliotecando ajudou-nos muito, pois deu-nos mais acesso a livros e ajudou-nos a superar dificuldades de leitura. Além disso, ler é fundamental para todos.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Manuel Silva<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>Acho que esta atividade foi boa porque nos ajuda a melhorar o nosso vocabulário e a ter uma melhor compreensão daquilo que lemos! Achei também interessante pois fez com que as nossas apresentações melhorassem!<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Tatiana Rocha<br><br>&nbsp; &nbsp; </strong>Para mim, o Bibliotecando foi muito importante porque, para além de me dar a responsabilidade de ler um livro e partilhar a minha opinião com os colegas, pude conhecer a opinião deles sobre os livros que leram. Quando apresentei o meu primeiro texto para o Bibliotecando fiquei um pouco nervoso quando tive que ler para a turma.&nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Eduardo Roma<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>O Bibliotecando foi necessário, já que essa atividade expande a nossa imaginação e com a imaginação podemos viajar para onde quisermos, podemos fazer tudo acontecer, qualquer coisa pode existir. Com um livro é ainda mais fácil. Ajuda-nos a estar atentos e a apresentação dos trabalhos ajuda-nos a perder a vergonha de apresentar. Desenvolve a nossa capacidade de escrever e de ler, desenvolve o vocabulário, etc... Dá-nos a oportunidade de ler melhor e ao lermos diversos livros, interpretamos melhor. Esta atividade ajuda-nos a desenvolver-nos, não só como alunos, como pessoas também.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Benedita Gancho</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 18:15:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliotecando: balanço final - 6ºA</title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1637635837</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O Bibliotecando serve para melhorarmos a escrita, a imaginação e ajudou-me a&nbsp; escrever melhor.&nbsp; &nbsp;<strong>Liu Tao<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>Eu acho que o Bibliotecando é bom para a imaginação e para a criatividade,. Além disso, com os livros que vamos lendo, ficamos com mais conhecimentos e com palavras novas no nosso vocabulário.&nbsp; <strong>Eduardo Mira<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>Eu gostei de fazer o Bibliotecando, durante o ano, porque eu li livros que nunca tinha lido. Os livros ensinam-nos coisas que, futuramente, podem&nbsp; ajudar-nos e "levam-nos" a sítios e a "estar" com pessoas na nossa imaginação. Isto é o que torna a leitura divertida! <strong>Daniela Ramalho<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>Na minha opinião, o Bibliotecando dá-nos mais imaginação, porque nós lemos os livros, depois escrevemos sobre eles e damos a nossa opinião. Melhora também o nosso vocabulário e a nossa leitura. Com esta atividade vamos lendo livros que não sabíamos que existiam. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Martim Salvador<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>Na minha opinião, os trabalhos do Bibliotecando são muito interessantes pois levam-nos a ler histórias também interessantes, a melhorar a nossa imaginação e a melhorar o vocabulário. Para além disso, os livros podem conter situações que podem aparecer na nossa vida e ao lermos podemos saber como lidar com as situações. Eu gostei bastante deste projeto.&nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Gonçalo Tique<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>Para mim, o Bibliotecando é uma forma divertida de aprender.&nbsp;</div><div>Divertida, porque temos de ler livros e ao ler um livro que nos cative, imaginamo-nos nessa história. Acho que é uma forma de aprender, pois com cada livro podemos aprender mais vocabulário, podemos aprender a construir histórias e ficamos com mais criatividade e conhecimento.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp; Mafalda Cabaço&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 18:15:43 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliotecando: balanço final - 6ºB    </title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1637635998</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Eu gostei muito de fazer estes trabalhos, pois além de enriquecer o meu vocabulário, já não tenho tanta vergonha de falar em público. Também acho que o Bibliotecando vai ser muito importante para o meu futuro, pois, ao ler livros, aprendi lições de moral, logo se eu tiver problemas parecidos aos que li nos livros já vou ter uma ideia de como os corrigir. Eu adorei fazer todos os trabalhos e espero que para o ano faça mais trabalhos deste tipo.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp;Beatriz Catronga<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>Eu acho que o Bibliotecando é uma atividade importante porque nos ajuda na escrita e a ler melhor.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp;Daniela Rosado</strong></div><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Na minha opinião, a atividade do Bibliotecando é muito enriquecedora, pois melhora o nosso vocabulário e a escrita.</div><div>Em segundo lugar, é muito bom realizar estes trabalhos porque ao vermos a apresentação dos trabalhos dos colegas, vemos outros de vista e descobrimos outros tipos de livros.</div><div>Por último, penso que esta atividade tem vindo a ajudar-me na escrita.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Teresa Padeiro<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>Na minha opinião, o Bibliotecando é muito importante porque interessamo-nos mais pela leitura, ficamos com um vocabulário mais rico e também ficamos a conhecer mais livros, que poderíamos ainda não conhecer.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Marta Fernandes<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>Eu acho que o Bibliotecando é interessante, pois ficamos com conhecimentos, a nossa escrita vai evoluindo ao longo ano letivo, tal como o vocabulário.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Matilde Mendes</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 18:15:57 UTC</pubDate>
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         <title>História de um caracol que descobriu a importância da lentidão </title>
         <author>ibalasteiropc</author>
         <link>https://padlet.com/ibalasteiropc/Bookmarks/wish/1637653248</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O livro que eu resolvi ler no mês de junho chama-se História de um caracol que descobriu a importância da lentidão, escrito por Luís Sepúlveda e ilustrado por Paulo Galindro.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Este é um livro muito bonito que nasceu da curiosidade do seu neto Daniel que lhe perguntara: «Porque é tão lento o caracol?» e, a partir desse momento, o avô&nbsp; prometeu-lhe uma resposta e escreveu esta fantástica história.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Esta história fala de um prado&nbsp; chamado País do Dente-de-Leão, que sob a frondosa planta do calicanto, vivia uma colónia de caracóis. Nunca nenhum se aventurara a sair do prado, a conhecer os seus limites, nem a ver a estrada de asfalto. Estavam habituados a chamar uns aos outros simplesmente “caracol” e conformados com um estilo de vida lento e silencioso.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Nesse grupo, havia um corajoso caracol que queria conhecer os motivos da lentidão e desejava ter um nome. Mas os seus companheiros mostravam-se indiferentes aos seus desejos. Apesar da reprovação dos outros caracóis, ele embarca numa&nbsp; viagem. Nessa longa viagem, o caracol encontra uma coruja melancólica e uma tartaruga sábia que lhe dá o nome de Rebelde, que o guiam na compreensão do valor da memória e da verdadeira natureza da coragem.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ao encontrar a tartaruga que realmente se chamava Memória que foi quem levou Rebelde a conhecer o extremo do prado e informou-o que os humanos iriam destruir o calicanto. Muito preocupado, Rebelde decidiu voltar atrás, para avisar os seus amigos caracóis. Muitos não acreditaram e os mais novos seguiram Rebelde. Quando este olha para trás tinha toda a colónia atrás de si e sente uma grande responsabilidade.&nbsp;</div><div>Para concluir, este foi um dos livros que mais gostei de ler e recomendo-o a todas as crianças.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>&nbsp;Maria Lobo, 6ºB&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-05 18:39:12 UTC</pubDate>
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