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      <title>Modelos Atômicos by Guilherme Obedy Castro Barbalho</title>
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      <description>Os modelos atômicos são os aspectos estruturais dos átomos que foram apresentados por cientistas na tentativa de compreender melhor o átomo e a sua composição.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-03 01:08:17 UTC</pubDate>
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         <title>John Dalton</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[<div>John Dalton (1766-1844) foi um químico, meteorologista e físico inglês, um dos mais destacados cientistas do mundo. Descobriu a anomalia da visão das cores, conhecida como daltonismo. Foi o fundador da teoria atômica que revolucionou a química moderna.<br>Nasceu em Eaglesfield, Inglaterra, no dia 6 de setembro de 1766. Filho de um pobre tecelão manual estudou na Quaker’s School de Eaglesfield.<br><br>Ganhou reputação local de ser um gênio matemático. Com 12 anos de idade, conseguiu permissão das autoridades locais para substituir seu professor John Fletcher.</div><div><br>Em 1781, com 15 anos, John Dalton transferiu-se para a aldeia de Kendal, onde lecionou em uma escola fundada por seu primo George Bewley. Passou doze anos ensinando Matemática e Ciência e continuou se dedicando ao estudo do tempo.<br><br></div><div>Em 1793, após concluir sua formação acadêmica, Dalton partiu para Manchester estabelecendo-se ai definitivamente. Tornou-se professor de Matemática, Física, e Química do New College, universidade de prestígio.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:14:56 UTC</pubDate>
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         <title>Modelo Atômico</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[<div>A natureza da matéria sempre foi algo que os pensadores, filósofos e cientistas tentaram explicar. Tanto que já por volta de 450 a.C., os filósofos gregos Leucipo e Demócrito tiveram a ideia de que a matéria seria formada por pequenas partículas indivisíveis que não poderiam ser destruídas. Essas partículas receberam o nome de “átomos”, palavra que em grego significa “indivisível”.<br><br></div><div>No entanto, isso se chocou com as ideias de Aristóteles (384-322 a.C.), que dizia que a matéria era descontínua e que tudo seria formado apenas por quatro “elementos”: fogo, terra, ar e água. Essas ideias foram adotadas pela maioria durante cerca de 2000 anos.<br><br>Então, em 1803, o químico inglês <strong>John Dalton</strong> (1766-1844) retomou as ideias originais de Leucipo e Demócrito. Depois de realizar vários experimentos para comprovar as suas hipóteses, ele formulou os seguintes postulados, isto é, proposições que não podem ser comprovadas, mas que são admitidas como verdadeiras e que servem como ponto de partida para a dedução ou conclusão de outras afirmações:<br><br>1. A matéria seria formada por <strong>pequenas partículas esféricas, maciças (algo que não é oco, mas que é compacto) e indivisíveis</strong>, denominadas <strong>átomos</strong>;</div><div><br>2. A matéria seria<strong> descontínua</strong>, pois entre um átomo e outro haveria espaços vazios;</div><div><br>3. Um <strong>elemento químico</strong> seria formado por um <strong>conjunto de átomos de mesmas massas, tamanhos e propriedades;</strong></div><div><br>4. <strong>Elementos químicos diferentes seriam formados por átomos que teriam massas, tamanhos e propriedades diferentes</strong>;</div><div><br>5. A combinação entre átomos diferentes, em uma proporção de números inteiros, formariam <strong>substâncias diferentes</strong>;</div><div><br>6. Uma <strong>substância composta</strong> seria formada por espécies químicas de diferentes elementos com quantidade fixa de cada um deles. Dalton deu o nome <strong>“átomos compostos”</strong> a essas espécies;</div><div><br></div><div>7. Os “átomos compostos” seriam formados por um pequeno número de “átomos simples”;</div><div><br></div><div><strong>8. Um átomo não poderia ser destruído</strong>; em uma reação química, eles apenas se rearranjariam para formar novas substâncias.<br><br>Para explicar sua hipótese, Dalton elaborou um modelo, já que os átomos não podiam ser vistos. Os modelos não são a realidade, mas uma representação da natureza, uma imagem mental construída a fim de explicar uma teoria a respeito de algum fenômeno que não pode ser visualizado. Um modelo adequado torna possível que se compreenda melhor a natureza e que até mesmo se faça previsões sobre o fenômeno estudado.<br><br></div><div>Esse modelo, hoje chamado de <strong>modelo atômico de Dalton,</strong> era que o átomo seria semelhante a uma bola de bilhar, esférica, maciça e indivisível.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:21:12 UTC</pubDate>
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         <title>Representação de cada elemento químico</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para melhor representar a sua teoria atômica, Dalton também substituiu os antigos símbolos que eram usados pelos alquimistas para representar o que eles acreditavam ser elementos químicos por símbolos mais apropriados, até porque alguns elementos descobertos não eram conhecidos pelos alquimistas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:29:12 UTC</pubDate>
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         <title>Joseph John Thomson</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Joseph John Thomson (1856-1940) foi um físico britânico. Descobriu o elétron. Recebeu o Prêmio Nobel de Física, em 1906. Foi Diretor do Laboratório Cavendish, da Universidade de Cambridge.<br>Nasceu em Cheetham Hill, perto de Manchester, Inglaterra, no dia 18 de dezembro de 1856. Seu pai comerciava livros raros e antigos. Joseph era leitor ávido e bom estudante.<br><br>Com apenas 14 anos de idade foi enviado para o Owens College de Manchester, hoje Vitoria University of Manchester, onde ingressou no curso de Engenharia.<br><br></div><div>Com 19 anos, completou seus estudos de engenharia e com uma bolsa de estudos foi para o Trinity College, na Universidade de Cambridge, no qual colou grau em matemática em 1880.<br><br></div><div>Nesse mesmo ano assumiu o cargo de pesquisador no laboratório Cavendish, onde empreendeu as primeiras pesquisas sobre eletro-magnetismo.<br><br></div><div>Em 1881 escreveu um artigo científico que foi o precursor da teoria de Einstein. Nele mostrava que massa e energia se equivalem. Tinha então 24 anos.<br><br></div><div>A qualidade de seu trabalho valeu-lhe a eleição para membro da Royal Society em 1884 e o acesso à cátedra de física no laboratório Cavendish.<br><br></div><div>Em 1890 casa-se com Rose Paget, aluna de seus cursos avançados. Em 1892 nasceu seu filho George Paget Thomson, que posteriormente recebeu o Prêmio Nobel de Física.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:32:09 UTC</pubDate>
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         <title>Modelo Atômico</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>modelo atômico de Thomson</strong> foi proposto no ano de 1898 pelo físico inglês Joseph John Thomson ou, simplesmente, J.J. Thomson. Após ter diversas evidências experimentais sobre a existência do elétron, ele derrubou a teoria da indivisibilidade do átomo proposta por John Dalton.<br><br></div><div>Thomson, a partir de seu modelo, confirmou e provou a existência de elétrons (partículas com carga elétrica negativa) no átomo, ou seja, o átomo possui partículas subatômicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:34:20 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa Mental: Modelo Atômico de Thomson</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:37:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Thomson propôs seu modelo atômico</strong> tendo como base descobertas relacionadas com a radioatividade e experimentos realizados com o tubo de raios catódicos construído pelos cientistas Geissler e Crookes.<br><br>Quando um gás rarefeito, em baixa pressão, é submetido a uma alta tensão elétrica (por exemplo, 15000 V), produz um feixe de luz (composto por cargas elétricas) que parte do cátodo (polo negativo) em direção ao ânodo (polo positivo).<br><br></div><div>Com esse experimento, Thomson chegou à conclusão de que, quando os átomos do material gasoso no interior do tubo eram submetidos a uma alta tensão, seus elétrons eram arrancados e direcionados até a placa positiva.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:39:55 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações propostas pelo modelo atômico de Thomson</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com os experimentos realizados com o tubo de raios catódicos, Thomson propôs sua interpretação de como seria o átomo e sua constituição. Assim, de acordo com ele:<br><br></div><ul><li>O átomo é uma esfera, mas não maciça como propunha o modelo atômico de John Dalton;</li><li>O átomo é neutro, já que toda matéria é neutra;</li><li>Como o átomo apresenta elétrons, que possuem cargas negativas, logo, deve apresentar partículas positivas para que a carga final seja nula;</li><li>Os elétrons não estão fixos ou presos no átomo, podendo ser transferidos para outro átomo em determinadas condições;</li><li>O átomo pode ser considerado como um fluido contínuo de cargas positivas onde estariam distribuídos os elétrons, que possuem carga negativa;</li><li>Associou o seu <strong>modelo a um pudim de passas</strong> (as quais representam os elétrons);</li><li>Como os elétrons que estão espalhados apresentam a mesma carga, existe entre eles uma repulsão mútua, o que faz com que estejam uniformemente distribuídos na esfera.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:41:08 UTC</pubDate>
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         <title>Novidades propostas ao átomo pelo modelo de Thomson</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermeobedycastrobarbalho/8f0x5tqhxaqi133i/wish/1926419115</link>
         <description><![CDATA[<div>O modelo atômico de Thomson foi o segundo proposto para o átomo. O primeiro modelo foi formulado por John Dalton.<br><br>O modelo de Thomson tratou de novos conhecimentos sobre o átomo que até então não haviam sido propostos por falta de embasamento cientifico, como:<br><br></div><ul><li>Natureza elétrica da matéria;</li><li>Divisibilidade do átomo;</li><li>Presença de partículas pequenas e com carga no átomo.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:42:18 UTC</pubDate>
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         <title>Problemas apontados para o átomo de Thomson</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vários físicos na época da proposta do<strong> modelo atômico de Thomson</strong>, pautados nas teorias da Física Clássica, apontaram algumas incoerências presentes nesse modelo:<br><br></div><ul><li>Thomson propôs que o átomo apresentava uma estabilidade em relação à distribuição uniforme dos elétrons, o que poderia ser modificado por influência de energia. Porém, a Física Clássica, com base no eletromagnetismo, não permite a existência de um sistema estável pautado apenas na repulsão entre as partículas de mesma carga;</li><li>Para Thomson, os elétrons estão distribuídos uniformemente no átomo, mas eles têm a capacidade de se deslocar de forma acelerada e, por isso, devem emitir radiação eletromagnética em certas frequências especificas. Todavia, isso não era observado.</li><li>O modelo de Thomson era muitas vezes ineficaz para explicar propriedades atômicas, como sua composição e organização.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:42:51 UTC</pubDate>
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         <title>Ernest Rutherford</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ernest Rutherford (1871-1937) foi um físico e químico neozelandês, que pesquisando o urânio descobriu a emissão de raios alfa e beta, deixando grande contribuição para a moderna teoria atômica.<br>Nasceu em Nelson, Nova Zelândia, no dia 30 de agosto de 1871. Cresceu e fez seus estudos em sua cidade natal. Em 1893 graduou-se em Matemática e Física na Universidade de Wellington. Através de um concurso, ganhou uma bolsa de estudos que o levou à Universidade de Cambridge, na Inglaterra.<br><br>No Laboratório Cavendish, em Cambridge, som a orientação do físico J.J. Thomson, descobridor dos elétrons, ele realizou pesquisas sobre o movimento das partículas atômicas ou moleculares eletricamente carregadas: os íons. Estudou as radiações emitidas pelo elemento rádio, recém-descoberto por Maria Curie e Pierre Curie.<br><br></div><div>Em 1898, partiu para o Canadá. Em 1899, pesquisando o urânio na Universidade McGill de Montreal, constatou que um tipo de radiação emitido por esse elemento era facilmente boqueado por uma folha fina de metal. Denominou a partícula de raios alfa. Descobriu também, outra forma de radiação, mais penetrante e bloqueada com folhas mais espessas de metal, que batizou de raios beta.<br><br></div><div>As descobertas de Rutherford foram importantes para o futuro trabalho, juntamente com o químico inglês Frederick Soddy, quando estabeleceram as bases da “teoria da radiatividade”. Suas pesquisas e conclusões encontram-se no livro intitulado “Substâncias Radiativas e Suas Radiações”.<br><br></div><div>Em 1907, Rutherford muda-se para Manchester, na Inglaterra. Nessa época, descobriu que os raios alfa consistiam em um fluxo de átomos de hélio congregados positivamente, ou seja, átomos de hélio sem seus elétrons. Por essa descoberta recebeu o Prêmio Nobel de Química em 1908. A partir de 1910 iniciou uma série de experiências.<br><br>Com seus experimentos, Ernest Rutherford inspirou toda a moderna teoria atômica, ao afirmar que o átomo era nucleado e sua parte positiva se concentrava num volume extremamente pequeno, que seria o próprio núcleo. Os elétrons seriam extranucleares. Em 1912, as conclusões de Rutherford serviram de partida para o físico dinamarquês Niel Bohr para aplicar a elas a teoria quântica que solucionou o impasse do modelo de Rutherford.<br><br></div><div>Em 1919, de volta a Cambridge, assume a direção do Laboratório Cavendish. Entre 1921 e 1934 trabalhou cm Piotr Kapitza, um de seus maiores colaboradores e um dos mais importantes nomes da URSS – inclusive como um dos responsáveis pelo lançamento do “Sputnik”. Rutherford demonstrou novamente sua fé na internacionalização da ciência, ao conseguir a transferência de seu gigantesco laboratório de alta voltagem da Inglaterra para a União Soviétiva, onde Kapitza saberia utilizá-lo no progresso da pesquisa.<br><br></div><div>Ernest Rutherford foi presidente da Royal Society entre 1925 e 1930. Recebeu diversas honrarias, entre elas, a “Ordem do Mérito”, em 1935, o título de “Baron Rutherford de Nelson”, em 1931, foi agraciado com o título de “Lord”, em 1937.<br><br></div><div>Ernest Rutherford faleceu em Cambridge, Inglaterra, no dia 19 de outubro de 1937.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:45:12 UTC</pubDate>
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         <title>Modelo Atômico</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermeobedycastrobarbalho/8f0x5tqhxaqi133i/wish/1926427590</link>
         <description><![CDATA[<div>No ano de 1911, o cientista neozelandês Ernest Rutherford apresentou à comunidade científica o seu <strong>modelo atômico. </strong>O modelo de Rutherford, também chamado de modelo do sistema solar, foi o terceiro na história da Atomística (sendo os dois primeiros o modelo de Dalton e o modelo de Thomson) e foi considerado o modelo que estimulou toda a evolução do conhecimento sobre o constituidor da matéria, o átomo.<br><br></div><div>A construção do <strong>modelo de Rutherford</strong> iniciou-se a partir do estudo das propriedades dos raios X e das emissões radioativas, culminando na utilização de radiação sobre um artefato inerte, isto é, que não reage facilmente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:47:13 UTC</pubDate>
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         <title>Experimento realizado por Rutherford</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[<div>O experimento realizado por Rutherford possuía a seguinte aparelhagem e organização:<br><br></div><ul><li><strong>Componente a </strong>- uma amostra de polônio (emissor de <a href="https://brasilescola.uol.com.br/quimica/emissao-alfa.htm">radiação alfa</a>) colocada em um bloco de chumbo. Nesse bloco havia um pequeno orifício por meio do qual ocorria a passagem da radiação;<br><br></li><li><strong>Componente b</strong>: lâmina finíssima de ouro posicionada à frente da caixa de chumbo;<br><br></li><li><strong>Componente c</strong>: Placa metálica recoberta com material fluorescente (sulfeto de zinco) posicionada atrás, ao lado e um pouco à frente da lâmina de ouro.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:49:19 UTC</pubDate>
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         <title>Resultados do experimento de Rutherford</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Região 1:</strong> área que recebeu grande parte da radiação alfa emitida pelo polônio, o que evidenciou que essas radiações atravessaram a lâmina de ouro sem sofrer desvios consideráveis;<br><br></li><li><strong>Região 2:</strong> áreas diversas, localizadas atrás da lâmina de ouro, que receberam uma pequena quantidade de radiação alfa, mas que não estavam na direção do orifício de saída da radiação na caixa de chumbo, o que evidenciou que essas radiações sofreram um grande desvio após a travessia da lâmina de ouro;<br><br><strong>Região 3:</strong> áreas localizadas à frente da lâmina de ouro que receberam uma quantidade extremamente pequena de radiação alfa, o que evidenciou que parte da radiação alfa chocou-se com a lâmina e foi rebatida.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:49:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Interpretações dos resultados do experimento de Rutherford</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Interpretação sobre a região 1</strong>: Como grande parte da radiação alfa atravessou a lâmina de ouro sem nenhum empecilho, isso quer dizer que os átomos apresentavam grandes espaços vazios (eletrosfera), ou seja, regiões que não possuíam nada capaz de influenciar a radiação alfa;<br><br></li><li><strong>Interpretação sobre a região 2</strong>: A quantidade pequena de radiação alfa que sofreu desvios passou próximo de uma região positiva (núcleo) do átomo, provavelmente de tamanho pequeno, o que promoveu o desvio.<br><br></li><li><strong>Interpretação sobre a região 3</strong>: Como uma quantidade extremamente pequena de radiação alfa foi rebatida, isso quer dizer que elas se chocaram com uma região do átomo extremamente pequena que apresentava característica positiva.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:50:24 UTC</pubDate>
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         <title>Características do modelo atômico de Rutherford</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Após as observações realizadas por Rutherford, ele formulou o seu modelo atômico, que apresentava as seguintes características:<br><br></div><div><strong>a) Núcleo (que foi comparado ao sol no sistema solar)<br></strong><br></div><div>Uma região central do átomo que apresenta:<br><br></div><ul><li>partículas positivas (os prótons);<br><br></li><li>baixo volume;<br><br></li><li>maior massa;<br><br></li><li>maior densidade do átomo.<br><br></li></ul><div><strong>b) Eletrosferas (que foram comparadas às órbitas descritas pelos planetas no sistema solar)<br></strong><br></div><div>Regiões do átomo que apresentam:<br><br></div><ul><li>imensos espaços vazios entre si;<br><br></li><li>partículas de natureza negativa (os elétrons).</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:51:28 UTC</pubDate>
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         <title>Niels Bohr</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Niels Bohr (1885-1962) foi um físico dinamarquês. Estabeleceu o modelo atômico que lhe valeu o Prêmio Nobel de Física em 1922.<br>Nasceu em Copenhague, na Dinamarca, no dia 7 de outubro de 1885. Filho de Christian Bohr, professor de Fisiologia na Universidade de Copenhague e de Ellen Adler, descendente de ilustre família judia.<br><br>Aos 12 anos entrou para o Sortedam Gymnasium onde estudou Humanidades e Ciências. Ingressou na Universidade de Copenhague e com 22 anos recebeu a medalha de ouro da Sociedade Científica Dinamarquesa por seus estudos sobre tensão superficial.<br><br></div><div>Niels Bohr doutorou-se em Física em 1911 e no ano seguinte partiu para o laboratório Cavendish em Cambridge, na Inglaterra, a fim de estudar com o pai do eléctron, J. J. Thomson.<br><br></div><div>Estudou na Universidade Victoria, em Manchester na Inglaterra, com o físico neozelandês, Ernest Rutherford, Prêmio Nobel de Química, precursor das descobertas sobre Física Atômica, de quem se tornou grande amigo.<br><br>Quando os elétrons saltam de uma órbita para outra produzem luz. Bohr conseguiu prever os comprimentos de onda a partir da constituição do átomo e do salto dos elétrons de uma órbita a outra.<br><br></div><div>Em 1913 Niels Bohr publicou sua teoria básica sobre a estrutura do átomo, que posteriormente foi ampliada e codificada permitindo melhorar a compreensão da Química e da Eletricidade, conduzindo ao desenvolvimento da energia atônica.<br><br>Demorou nove anos para que a comissão do prêmio Nobel reconhecesse a importância da obra e Bohr, que só o recebeu em 1922. Com apenas 39 anos, Bohr se tornou o mais novo dos vencedores do Prêmio Nobel de Física até aquela data.<br><br></div><div>Porém, antes mesmo de receber o Prêmio Nobel de Física, Niels Bohr foi nomeado chefe do Instituto de Física Teórica de Copenhague.<br><br>Em janeiro de 1939, Lise Meitner, refugiada austríaca judia e seu sobrinho Otto Frisch estavam trabalhando no Instituto de Niels Bohr e baseados nas descobertas de físicos alemães concluíram que seria possível dividir o núcleo do urânio em duas partes relativamente iguais.<br><br></div><div>Depois que ocorresse a quebra do núcleo, ou fissão, haveria súbita libertação de enorme quantidade de energia atômica, o que teria importantes consequências militares.<br><br>Bohr foi aos Estados Unidos e encontrou-se com Einstein e outros cientistas. Na Colúmbia Universidade de Nova Iorque, discutiu o problema com Enrico Fermi.<br><br></div><div>Em pouco tempo, os laboratórios mundiais confirmavam a previsão de Meitner e Frisch, que levaram a trágica história da bomba atômica.<br><br></div><div>Niels Bohr voltou para a Dinamarca e retomou seu trabalho no instituto. Em abril de 1940 a Alemanha atacou e dominou seu país. Bohr interrompeu suas pesquisas e junto com a mãe judia e com sua esposa procuraram escapar dos nazistas.<br><br></div><div>Foram para a Suécia, a bordo do Sea Star, pequeno navio de pesca. Da Suécia, Bohr foi para os Estados Unidos e para o projeto atômico de Los Alamos, no Novo México, onde encontrou seu filho Aage, também físico.</div><div><br>Terminada a Segunda Guerra Mundial, Bohr voltou para Dinamarca. Assim que a bomba atômica se revelou devastadora, Bohr iniciou uma intensa atividade em favor da utilização pacífica da energia nuclear.<br><br></div><div>Niels Bohr foi nomeado presidente da Comissão de Energia Atômica da Dinamarca, e no ano de 1955, em Genebra, recebeu o Prêmio Ford “Átomos para a Paz”.<br><br></div><div>Niels Bohr faleceu, vítima de uma trombose, em Copenhague, Dinamarca, no dia 18 de novembro de 1962.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 01:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>Modelo Atômico</title>
         <author>guilhermeobedycastrobarbalho</author>
         <link>https://padlet.com/guilhermeobedycastrobarbalho/8f0x5tqhxaqi133i/wish/1926450716</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde a antiguidade o homem se interessa em responder a pergunta sobre a constituição da matéria.<br><br>Diversas personalidades da comunidade científica se posicionaram sobre o assunto, mas foi apenas no final do século XIX que os mistérios sobre a composição atômica começaram a ser desvendados.<br><br>O antigo filósofo Leucipo, por exemplo, acreditava que o átomo era constituído por partículas minúsculas.<br><br>Depois dessa definição, foi proposto por Demócrito e Dalton que as partículas atômicas eram maciças e indivisíveis.<br><br>Fato este contestado mais tarde por Thomson, um físico inglês que descobriu a existência do elétron e pôde, então, confirmar a ideia antes proposta por Leucipo.<br><br>Depois dessa descoberta, Thomson apresentou um modelo no qual o átomo era formado por uma esfera de cargas positivas e dentro do núcleo existiam elétrons.<br><br>Mesmo depois da teoria de Thomson, o modelo atômico ainda apresentava deficiência teórica-experimental, capaz de comprovar sua veracidade.<br><br>O assunto voltou a ser discutido de forma calorosa quando a equipe do físico Rutherford observou que acontecia um desvio muito grande (e inexplicável, segundo a teoria do pudim de passas) quando algumas partículas radioativas alfa atravessavam uma camada fina de lâmina metálica.<br><br>Depois de analisar e estudar o fato, Rutherford chegou à conclusão de que o raio do átomo é 10 000 vezes maior que o raio do núcleo.<br><br>Através de todo o estudo sobre o átomo, Rutherford e sua equipe chegaram, em 1911, a um modelo atômico, que chamaram de modelo planetário do átomo.<br><br>Em 1913, Niels Bohr decifrou o modelo atômico, aplicando aos seus estudos o quantum de ação descoberto por Planck. O quantum de ação era, na verdade, o grande curinga que viria a concluir e esclarecer o modelo atômico.<br><br>Bohr ajustou com eficiência e de forma simples o modelo apresentado por Rutherford chegando à seguinte conclusão:<br><br>O elétron adquire energia, que é representada através de uma órbita definida. As órbitas permitidas formam os níveis de energia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 02:01:01 UTC</pubDate>
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