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      <title>práticas de pesca e catação em sergipe by CavBrasil</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-17 19:42:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <pubDate>2020-10-17 19:46:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <pubDate>2020-10-17 19:46:13 UTC</pubDate>
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         <title>MULHERES PESCADORAS-MULHERES MANGABEIRAS: O DESVELAR DAS TERRITORIALIDADES DAS EXTRATIVISTAS EM INDIAROBA/SE</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/pescaecatacao/wish/1523771998</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo:<br>As populações tradicionais de Sergipe enfrentam problemas socioeconômicos, ambientais e culturais, reflexo da intensa exploração dos recursos naturais, monocultura, especulação imobiliária, desmatamento de campos nativos e cercamento de terras. Envoltas nesse cenário, as mulheres extrativistas testemunham o esfacelamento da atividade e do seu modo de vida. Em Indiaroba, recorte espacial da pesquisa, o extrativismo da mangaba (Hancornia speciosa Gomes), praticado predominantemente por mulher, e a pesca constituem atividades relevantes para as famílias, uma vez que se manifestam como principais fontes de renda. O estudo em tela apresenta como objetivo central analisar a apropriação biogeográfica dos recursos ambientais a partir do trabalho feminino, destacando os elementos que interferem na resiliência socioecológica, bem como, o processo de organização das mulheres, as formas de resistências e representatividade nas decisões em defesa dos direitos e fortalecimento do grupo social. Território, paisagem e gênero aparecem como categorias norteadoras e fundantes da investigação, em razão de propiciar a compreensão do espaço a partir das relações de poder estabelecidas na apropriação dos recursos ambientais na área de estudo. A abordagem sistêmica e a complexidade entrelaçam a base científica do estudo em evidência, estando tecida a partir da resiliência das comunidades e dos sistemas socioecológicos com a aplicação da metodologia de Indicadores de Resiliência em SEPLS (Socio-ecological Production Landscapes and Seascapes). Os procedimentos metodológicos englobaram observação, registro fotográfico, entrevistas e oficinas de mapeamento participativo e de pontuação dos indicadores. A relevância do estudo da espacialidade de gênero numa perspectiva geográfica está na análise e compreensão da estruturação do trabalho de homens e mulheres nas atividades de base artesanal; da organização social, política e econômica das mulheres; das resistências e dos conflitos diante da concepção de que os recursos ambientais estão se tornando escassos. Além de ressaltar grupos que são excluídos do discurso geográfico. As pescadoras-catadoras de mangaba são as mais afetadas com as transformações locais, posto que devido ao processo de degradação do sistema estuário-manguezal, o desmatamento das áreas de restinga e os cercamentos de antigos portos tiveram o aumento das distâncias e do tempo para o acesso aos recursos, prejudicando os rendimentos e diminuindo a produtividade. Além disso, enfrentam as desigualdades assinaladas pela hierarquização de gênero que se baseia na diferenciação biológica, definindo para as mulheres o espaço privado, da reprodução e, aos homens, espaço público, da produção. A divisão sexual do trabalho no extrativismo contribui para que as mulheres não ocupem os espaços de poder (o rio/mar, a colônia e associações), para a desvalorização financeira do seu trabalho e para que a sua atuação no setor seja negada. O acesso às áreas de extração tem sido uma das principais reivindicações desse grupo, uma vez que o não contato com os elementos que forjam a sua identidade pode levar a expropriação do seu modo de vida. No processo de fazer e desfazer-se, as extrativistas investigadas, afirmam-se no território como pescadoras-mangabeiras, fortalecem-se e disputam o poder que lhes é negado.<br><br>Fonte:<br>SANTOS, Eline Almeida. Mulheres pescadoras - mulheres mangabeiras : o desvelar das territorialidades das extrativistas em Indiaroba/SE. 2018. 281 f. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2018.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 05:42:48 UTC</pubDate>
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         <title>RE) PRODUÇÃO SOCIAL E DINÂMICA AMBIENTAL NO ESPAÇO DA PESCA: RECONSTRUINDO A TERRITORIALIDADE DAS MARISQUEIRAS EM TAIÇOCA DE FORA-NOSSA SENHORA DO SOCORRO/SE</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/pescaecatacao/wish/1523772871</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo:<br>A pesca é uma atividade desenvolvida há muito tempo, principalmente por comunidades ribeirinhas e costeiras. A atividade pesqueira é considerada masculina por parte do grupo que a desenvolve, devido à exigência da força física no manuseio dos instrumentos e à imprevisibilidade no que se refere à segurança do pescador. No que tange às mulheres, estas ficaram responsáveis, por muito tempo, pelos serviços domésticos e pela extração de mariscos nas proximidades de suas residências. Porém, as mulheres começaram a participar cada vez mais do setor e passaram a lutar por seu reconhecimento perante a comunidade como pescadoras, fato concretizado a partir de seu registro nas colônias e associações de pesca. Nessa perspectiva, a pesquisa teve como objetivo principal analisar a (re) produção social e a dinâmica ambiental do espaço da pesca sob a ótica do trabalho feminino, tendo como foco a territorialidade reconstruída no cotidiano das atividades das marisqueiras da Taiçoca de Fora/SE. Destarte, a relevância da temática está calcada na possibilidade de tornar em evidência grupos e fenômenos que, por muito tempo, foram negados nas discussões acadêmicas e político-sociais. No método fenomenológico, o espaço geográfico é analisado enquanto espaço das experiências vividas, como fenômeno experienciado por homens que nele vivem. Com base nos procedimentos técnicos utilizados, a pesquisa contemplou as seguintes etapas: a) levantamento bibliográfico e documental e b) pesquisa de campo, com a aplicação de entrevistas semiestruturadas, registro fotográfico, observação participante e a aplicação de entrevista em profundidade. O presente trabalho está estruturado em cinco capítulos: O primeiro apresenta a sistematização do projeto de pesquisa. O capítulo dois traz aspectos a respeito da comunidade, evidenciando o uso e manejo do ambiente pelos pescadores da localidade e o conhecimento tradicional como um instrumento de manutenção da atividade. O capítulo três explana a compreensão da participação da mulher no setor pesqueiro. O capítulo quatro retrata as territorialidades das marisqueiras a partir da análise das suas vivências na terra e na água. Por fim, as principais considerações a respeito do trabalho feminino na pesca, buscando responder as questões norteadoras da pesquisa. Portanto, os desafios das mulheres na atividade pesqueira não são poucos, pois ainda são revestidos de preconceitos e pelo pouco espaço na produção científica. É preciso desconstruir e evidenciar onde estão estas mulheres pescadoras e marisqueiras que fazem de seu trabalho verdadeiras lições de vida.<br><br>Fonte: <a href="https://ri.ufs.br/browse?type=author&amp;value=Santos%2C+Eline+Almeida">Santos, Eline Almeida</a>.&nbsp;<br>(Re) produção social e dinâmica ambiental no espaço da pesca : reconstruindo a territorialidade das marisqueiras em Taiçoca de Fora-Nossa Senhora do Socorro / SE. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE,&nbsp; ) &nbsp; 2012.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 05:43:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DA ARTE AO OFÍCIO À PRODUÇÃO DE UM LUGAR: O ALAGAMAR, PIRAMBU-SE</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/pescaecatacao/wish/1523773580</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo:<br>No povoado Alagamar em Pirambu/SE o artesanato produzido a partir da fibra vegetal do ouricuri (Syagrus Coronata), dita as relações sociais que territorializam o lugar e reproduzem um modo de vida que reflete o oficio de ser artesão. Esta pesquisa tem como objetivo geral estudar os modos de vida dos moradores do referido povoado, dando ênfase às práticas sócioculturais que possibilitam a construção da singularidade do lugar. A relevância do artesanato para a reprodução do lugar, assim como a formação de redes de relações sociais baseadas na confiança e ajuda mútua tornam-se os principais focos do estudo. Metodologicamente baseou-se na concepção de lugar de Carlos (1996) e adotou-se as bases conceituais de Almeida (2008) sobre a questão da dimensão simbólica do território. Para a identificação das redes sociais optou-se pelas contribuições de Lomnitz (2004). Priorizou-se as fontes qualitativas, o recursos das entrevistas, conversas informais, observação da realidade e registros fotográficos. Entrevistas com atores-chave do povoado e representantes das instituições de fomento envolvidas na produção artesanal foram realizadas. As considerações finais são que o modo de vida do lugar é envolvido pelas fases de produção e comercialização do artesanato, que ditam o cotidiano e reproduzem os costumes da comunidade. As relações sociais verificadas são definidas também pela atividade artesanal e as principais redes que a compõem foram classificadas em Forte, Frágil, Fraca e Emergente. Estas foram definidas a partir do nível de confiança e parentesco entre seus integrantes. Encerra-se evidenciando que o SEBRAE instituiu o artesanato em Alagamar, e que a falta de políticas públicas vem prejudicando o desenvolvimento do lugar. Destaca-se também, a necessidade do governo estadual e local em promover ações que valorizem o artesanato do povoado, bem como a qualificação dos seus criadores, os artesãos.<br><br>Citação: GONZAGA, Taiana Pereira de Almeida.Da arte ao ofício à produção de um lugar : o Alagamar, Pirambu (SE). 2009. 156 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 05:43:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ENTRE MANGUEZAIS, RIOS E RESTINGAS: SOBERANIA ALIMENTAR DOS POVOS TRADICIONAIS PESQUEIROS E•	 A CARCINICULTURA NO MUNICÍPIO DE BREJO GRANDE/SE</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/pescaecatacao/wish/1523774923</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo:<br>Nos territórios tradicionais pesqueiros de Brejo Grande, a produção e o consumo de alimentos estão associadas as práticas produtivas desenvolvidas nos manguezais, rios, restingas e áreas cultivadas. O objetivo dessa dissertação é compreender como a soberania alimentar dos povos tradicionais pesqueiros de Brejo Grande/SE tem sido afetada pela prática da carcinicultura. Para isso, nos embasamos nos pressupostos metodológicos da pesquisa qualitativa, com destaque para as seguintes instrumentais: revisão bibliográfica, pesquisas de campo constituídas de roteiros de entrevistas semiestruturada, observação, coleta de relatos informais, registro e levantamento fotográfico e diário de campo. Foi possível constatar que a soberania alimentar dos povos tradicionais está atrelada à autonomia no acesso e na realização das práticas produtivas como o cultivo, pesca e extrativismo de espécies nativas de peixes, crustáceos, moluscos, frutas, grãos e legumes. Essas atividades proporcionam as bases da alimentação, assim como da reprodução socioeconômica dos sujeitos. Entretanto, nos últimos anos, as comunidades têm vivenciado o avanço da criação de camarão em cativeiro, esta atividade se apropria dos recursos naturais, impõe novas condições socioambientais que afetam diretamente a manutenção da soberania alimentar dos povos tradicionais pesqueiros do município de Brejo Grande.<br><br>Citação: SILVA, Heberty Ruan da Conceição. Entre manguezais, rios e restingas : soberania alimentar dos povos tradicionais pesqueiros e a carcinicultura no município de Brejo Grande/SE. 2020. 157 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, SE, 2020.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 05:44:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>TERRITÓRIO E IDENTIDADE NA CONSTRUÇÃO DA SOCIOESPACIALIDADE DO POVOADO SAPÉ - ITAPORANGA D&#39; AJUDA/SE</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/pescaecatacao/wish/1523777747</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo:<br>As pequenas comunidades rurais apresentam um cotidiano rico em vivencias. As pessoas comumente criam raizes e se identificam com o territorio onde nasceram, moram, trabalham, possuem familias ou amigos. Os habitantes de um povoado compartilham habitos, guardam simbolos, percepcoes e representacoes os quais sao vivenciados no cotidiano e nos lugares de encontro como a igreja, a escola, a praca e as festas tradicionais. A geografia tambem se dedica ao estudo do sentido dos lugares, buscando verificar como os individuos percebem e sentem os lugares onde vivem e constroem. Selecionamos o povoado Sape, localizado na porcao Noroeste do municipio de Itaporanga D.Ajuda, como objeto de nossa analise. A pesquisa visou conhecer de perto, atraves dos alunos e suas familias, a construcao da socioespacialidade no povoado Sape. Foram objetivos especificos do projeto contextualizar a construcao do povoado Sape; identificar a percepcao da populacao nascida, criada e residente no territorio; verificar o conhecimento e o reconhecimento da populacao sobre o territorio; averiguar que sentimentos a populacao demonstra acerca da localidade; analisar a construcao social do territorio e as perspectivas da populacao quanto ao futuro do territorio. A abordagem fundamenta-se na perspectiva humanista e cultural da geografia, calcada nas filosofias do significado, especialmente a fenomenologia e o existencialismo. O metodo utilizado foi o qualitativo, o qual busca interpretar, descrever a complexidade das acoes humanas, possibilitar o contato direto e prolongado do pesquisador com seu objeto de estudo. Atraves de instrumentos metodologicos como a observacao, entrevistas, os mapas mentais e levantamento fotografico, buscamos desvelar as percepcoes da populacao nascida, criada e residente no territorio. Os mapas mentais e entrevistas foram aplicados a 60 estudantes do 6¨¬ e 7¨¬ ano do Ensino Fundamental da E.M. Prof. Nilson Barreto Socorro, residentes no povoado, e a 22 familiares desses alunos. O Sape revelou-se um territorio hibrido formado por atores sociais que interagem socioespacialmente, o constroem e reconstroem, com multiplas territorialidades. Os habitantes, mesmo em face dos avancos tecnologicos e da mobilidade atual, nutrem por ele sentimentos de topofilia e de pertencimento, preservando tradicoes e ancorando geossimbolos.<br><br>Fonte: <a href="https://ri.ufs.br/browse?type=author&amp;value=Gomes%2C+Aline+Honorio+Araujo+da+Silva">Gomes, Aline Honorio Araujo da Silva</a>. Território e identidade : a construção da socioespacialidade do povoado Sapé - Itaporanga d´Ajuda/SE. Dissertação (Mestrado em Geografia). São Cristóvão:Universidade Federal de Sergipe, 2014.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-14 05:46:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O sentido de ser pescador : signos e marcas no povoado Pedreiras - São Cristóvão/SE</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/pescaecatacao/wish/2678657498</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo:<br>Esse trabalho teve como objetivo analisar a identidade dos pescadores do povoado Pedreiras situado no município de São Cristóvão/SE e das formas de apropriação simbólica e funcional empreendidas na construção dos territórios da pesca. Para alcançar tal análise, estabelecemos como objetivos específicos: i) investigar os elementos e as práticas de identificação dos pescadores do Povoado Pedreiras; ii) apreender os significados e as ressignificações das práticas e do ser pescador ; iii) compreender as formas identitárias dos pescadores a partir do meio e das práticas desenvolvidas; iv) avaliar a identidade dos pescadores do povoado. As categorias território e identidade balizam a análise para a identificação das práticas e da percepção dos significados de ser pescador artesanal. O levantamento de campo realizado no período de 2012-2014, ancorado na abordagem qualitativa possibilitou apreender o cotidiano e as expectativas da comunidade, ou seja, como vivem e suas visões de mundo. Foram desvelados desde a pesca artesanal até o sentido de ser pescador na comunidade, a relação com o meio natural pela investigação do que se pesca como e quando, assim como, pelas memórias e percepções sobre o passado e o presente da pesca. Identificou-se que o território e as territorialidades no povoado Pedreiras se constroem e se reconstroem pela pesca, sendo o rio e a maré seus signos de referência afetiva com o lugar, e, portanto, propulsores de um forte sentimento de pertença e de identidade de seus moradores.<br><br>Citação:<br>TORRES, Ronilse Pereira de Aquino. O sentido de ser pescador : signos e marcas no povoado Pedreiras - São Cristóvão/SE. 2014. 140 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2014.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-30 18:13:50 UTC</pubDate>
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